INTERREG V-A
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- Valentina Patrícia Neto Avelar
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1 INTERREG V-A ATIVIDADE ECONÓMICA E AUXÍLIOS DE ESTADO Amaya Manzanas Zorzo Técnica de Projetos, Secretariado Conjunto 1
2 BASE NORMATIVA PRINCIPAL Artigos 107.º e 108.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia Regulamento (UE) nº 1407/2013: ajudas de minimis Regulamento (UE) nº 651/2014: isenções 2
3 O QUE É UMA AJUDA DE ESTADO? Qualquer ajuda concedida pelos Estados que falseie ou ameace falsear a concorrência, favorecendo certas empresas e produções, considera-se Auxílio de Estado (artigo do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia). 3
4 O QUE É UMA AJUDA DE ESTADO? 5 Critérios Cumulativos 1. Auxílio concedido a uma empresa 2. Transferência de recursos estatais 3. Oferece uma vantagem 4. Seletividade do auxílio 5. Efeito sobre os intercâmbios entre os Estados e a concorrência 4
5 EMPRESA E ATIVIDADE ECONÓMICA Uma empresa é uma entidade que exerce uma atividade económica A definição de empresa em sentido comunitário é bastante ampla e pode incluir tanto entidades públicas como privadas: ONGs, associações sem fins lucrativos, institutos de investigação privados, universidades públicas, autoridades locais, etc. Uma mesma entidade pode realizar ações que impliquem atividade económica e outras que não. Atividade económica: produz-se quando há uma oferta de bens e serviços no mercado, podendo ser o mercado restringido e a concorrência potencial. Oferta de bens e serviços num mercado determinado 5
6 AFETA A MINHA ENTIDADE? AUTO-TESTE Nº 1 Cada beneficiário: 1. A entidade realiza uma atividade económica no projeto? 2. O auxílio solicitado oferece uma vantagem e é seletivo favorecendo certas empresas ou produções? 3. As atividades empreendidas e os resultados esperados a partir deles afetam ou podem afetar a concorrência e os intercâmbios? 6
7 AFETA A MINHA ENTIDADE? RESULTADO AUTO-TESTE Nº 1 Se a resposta a alguma destas 3 perguntas é NÃO, o beneficiário não está sujetoaoregime dos auxílios de Estado. Se a resposta às 3 perguntas é SIM : Clara identificação das ações que envolvem a atividade económica e do orçamento das mesmas Auto-teste nº 2 7
8 QUE POSSIBILIDADES EXISTEM? Uma vez detetadod opossível auxílio de Estado, pode-se: 1. Evitar a inclusão das ações no projeto 2. Aplicar o Regulamento de Ajuda de minimis 3. Aplicar o Regulamento de isenções 8
9 COMO AVALIAR AS DIFERENTES POSSIBILIDADES? Para avançar através das diferentes opções, será efetuado o 2º auto-teste, no qual, de forma orientada, se fornece informação para determinar a taxa de co-financiamento do beneficiário para as ações definidas como atividade económica Cd Cada beneficiário iá i implicado facilitará os dd dados do autoteste ao Beneficiário Principal (BP), o qual incorporará a informação em COOPERA
10 PRINCIPAIS PASSOS DO AUTO-TESTE Nº 2 1. Possibilidade de retirar as ações que implicam atividade económica 2. Tipo de empresa 3. Aplicação do Regulamento de Ajuda de minimis 4. Aplicação do Regulamento de isenções 10
11 CONDIÇÕES DAS AJUDAS DE MINIMIS Alguns setores não são compatíveis (pesca e aquicultura; produção primária de produtos agrícolas; transformação e comercialização de produtos agrícolas; exportação para países terceiros) Limite de por empresa em 3 anos fiscais. Taxa de co-financiamento FEDER de 75% Declaração de minimis: inclui as ajudas recebidas pela empresa e pelas entidades dd do mesmo grupo. Esta declaração será incorporada, assinada e digitalizada na candidatura em COOPERA
12 REGULAMENTO DE ISENÇÕES Apresenta diferentes taxas de co-financiamento dependendo da temática, âmbito de atividade e tipos de custos: Artigo 20 Artigo 25 Artigo 26 Artigo 28 Artigo 31 Artigo 53 12
13 CONSIDERAÇÕES FINAIS As ações que se vejam afetadas pelas regras relativas aos auxílios de Estado não devem ter sido iniciadas antes da data de apresentação da candidatura. 13
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