Fiscalidade do Terceiro Sector IPSS 4 de Junho de 2015
|
|
|
- Thalita Borba Coimbra
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 IPSS 4 de Junho de 2015 Filipa Moreira Ribeiro Universidade Católica Portuguesa, Lisboa
2 Agenda 1. IPSS Problemáticas Fiscais 2. Conclusão 2
3 IPSS Problemáticas Fiscais 3
4 Enquadramento fiscal em IRC das IPSS (1/2) Deixa de ser necessário o reconhecimento e despacho por parte do MF, no entanto, passa a ter mais limitações (TB e PS que sejam isentas de IVA; ou proveitos não superior a x) mas por pouco tempo. Isenção automática; Delimitação prévia rendimentos empresariais derivados do exercício de atividades comerciais ou industriais desenvolvidos fora do âmbito dos fins estatutários , As IPSS e entidades anexas, bem como as pessoas colectivas a elas equiparadasestavam isentas de IRC; Isenção dependia de reconhecimento do MF; No despacho era definida a amplitude da isenção de harmonia com os objectivos prosseguidos pelas entidades em causa directamente derivados das actividades desenvolvidas no âmbito dos fins estatutários. Menção a harmonia com os fins prosseguidos e as actividades desenvolvidas para a sua realização ; Isenção passa a ser condicionada à observância continuada de determinados requisitos (exercício efectivo de actividades para prossecução de fins, afectação de recursos aos fins, inexistência de interesse); Reconhecimento por parte do MF. Exercício efetivo de atividades dirigidas à prossecução dos fins que justificam o reconhecimento. Reforma do IRC alteração no nº 7 do artigo 53º Código do IRC como aplicar?; Ao rendimento global passam a ser dedutíveis, os gastos relacionados com a realização de fins sociais ; Taxa de 21,5% vs 21% (2015)
5 Enquadramento fiscal em IRC das IPSS (2/2) Clarificação da lei Urge uma definição do enquadramento a dar às atividades acessórias ou secundárias no que diz respeito à possibilidade de gozar de isenção de IRC; Se os rendimentos obtidos decorrentes dessa atividade forem única e exclusivamente para aplicar na atividade principal pode-se entender que a isenção de IRC também é aplicável? Adicionalmente, pode mesmo ser o caso de serem a única forma de viabilizar economicamente a IPSS. Requisitos para manter isenção Inexistência de qualquer interesse direto ou indireto dos MOE, por si mesmos ou por interposta pessoa, nos resultados da exploração das atividades económicas por elas prosseguidas Qual a interpretação que está a ser dada pela Autoridade Tributária? Tributação autónoma Despesas de representação & Ajudas de custo e km; Qual a interpretação que está a ser dada pela Autoridade Tributária? Gastos comuns Ao rendimento global apurado nos termos dos números anteriores são dedutíveis até à respetiva concorrência, os gastos comprovadamente relacionados com realização dos fins de natureza social, cultural, Inclusão de uma regra no Código do IRC cujo objetivo é que as entidades não estejam sujeitas ao dever de pagar qualquer imposto nos períodos de tributação em que não obtêm resultados positivos.
6 IPSS Restituição de IVA Artigo 2º, nº1 alínea a) e b) do DL nº 20/1990 Revogação com OE 2011 Repristinado com OE 2012, mas dedução passa para 50% Idem com OE 2013, OE 2014 e OE 2015 Será a norma continuamente repristinada? 6
7 Conclusão 7
8 A Fiscalidade e as IPSS 1) SS regime transitório mais alargado exclusivo para IPSS 2) IUC Isenção exclusiva para IPSS A Fiscalidade e as IPSS 3) ISV Isenção exclusiva para IPSS 4) Restituição do IVA - faculdade concedida às IPSS Será possível ir mais longe? 8
9 Os próximos passos Dado o enquadramento económico e social, os agentes da economia social integram-se nos que mais sofreram (e sofrem) um maior impacto da contração económica Dispõe de menos recursos financeiros e por outro a sua intervenção é solicitada num conjunto mais alargado de pedidos O objetivo deve ser garantir que a fiscalidade aplicável às Organizações de Economia Social não se transforme num obstáculo intransponível à sua ação Urge otimizar os incentivos fiscais garantindo o mesmo nível de receitas É premente uma redefinição de benefícios fiscais, isenções, majoração de donativos, criação de bancos de horas sociais reconhecidos fiscalmente, relevância dos serviços, de entre outros. 9
10 Fiscalidade social para quando? Filipa Moreira Ribeiro Tax Manager da Portugal Tel Esta comunicação é de natureza geral e meramente informativa, não se destinando a qualquer entidade ou situação particular, e não substitui aconselhamento profissional adequado ao caso concreto. A não se responsabilizará por qualquer dano ou prejuízo emergente de decisão tomada com base na informação aqui descrita Todos os direitos reservados. refere-se à rede de entidades que são membros da PricewaterhouseCoopers International Limited, cada uma das quais é uma entidade legal autónoma e independente.
Concordata de 2004. Artigo 26
Concordata de 2004 Artigo 26 1. A Santa Sé, a Conferência Episcopal Portuguesa, as dioceses e demais jurisdições eclesiásticas, bem como outras pessoas jurídicas canónicas constituídas pelas competentes
Hot topics fiscais Maria Antónia Torres
www.pwc.pt Hot topics fiscais Maria Antónia Torres Agenda Hot topics fiscais 1. Estruturação fiscal pré-aquisição 2. Due diligence fiscal Hot topics fiscais de um processo de investimento no âmbito do
PRINCÍPIOS DA FISCALIDADE
PRINCÍPIOS DA FISCALIDADE 1. Objectivos Gerais O programa da presente disciplina tem por objectivo dar a conhecer aos alunos o conjunto de normas e princípios que regulam o nascimento, desenvolvimento
BOLETIM INFORMATIVO REGIME FISCAL ESPECIAL ATIVOS POR IMPOSTOS DIFERIDOS. Lei nº. 61/2014, de 26 de agosto
Departamentos: Contabilidade, Auditoria e Fiscalidade BOLETIM INFORMATIVO 01 de Setembro de 2014 REGIME FISCAL ESPECIAL ATIVOS POR IMPOSTOS DIFERIDOS Lei nº. 61/2014, de 26 de agosto Pedro Moreira T.O.C
Vendas à Consignação Procedimentos e aspetos essenciais
www.finaccount.com Vendas à Consignação Procedimentos e aspetos essenciais Prestação de Serviços de Consultoria Empresarial e Formação Num contrato de consignação, relativo a mercadorias, o consignante
Constituem ainda elementos indicadores da qualificação, em termos substanciais, de uma locação como financeira,
ÍNDICE 1. NCRF 9 2. Regime Contabilístico 3. Regime Fiscal 4. IVA 5. Quadro Resumo 6. Exemplos 1. NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO ( NCRF ) 9 Na sequência da publicação do Decreto-Lei n.º 158/2009,
FISCALIDADE DAS COOPERATIVAS
FISCALIDADE DAS COOPERATIVAS [email protected] Lisboa, 04-06-2015 Constituição da República Portuguesa Artigo 85º 1. O Estado estimula e apoia a criação e a actividade de cooperativas. 2. A lei definirá os
NCRF-ESNL. Tributação das ESNL: enquadramento nos principais impostos
NCRF-ESNL Tributação das ESNL: enquadramento nos principais impostos 1 Tributação das ESNL: enquadramento nos principais impostos As ESNL no âmbito do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas
GUIA PRÁTICO ENTIDADES CONTRATANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO ENTIDADES CONTRATANTES INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P TÍTULO Guia Prático Entidades Contratantes (2034 v1.05) PROPRIEDADE Instituto da Segurança Social, I.P. AUTOR Departamento de Prestações
IES - INFORMAÇÃO EMPRESARIAL SIMPLIFICADA (ENTIDADES RESIDENTES QUE NÃO EXERCEM, A TÍTULO PRINCIPAL, ATIVIDADE COMERCIAL, INDUSTRIAL OU AGRÍCOLA)
IES DECLARAÇÃO ANUAL (ENTIDADES RESIDENTES QUE NÃO EXERCEM, A TÍTULO PRINCIPAL, ATIVIDADE COMERCIAL, INDUSTRIAL OU AGRÍCOLA) 01 N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIPC) 02 EXERCÍCIO/PERÍODO 1 IES - INFORMAÇÃO
Regime fiscal das fundações. Guilherme W. d Oliveira Martins FDL
Regime fiscal das fundações Guilherme W. d Oliveira Martins FDL DUP e benefícios fiscais O regime fiscal das Fundações/IPSS depende da atribuição da declaração de utilidade pública a essas pessoas coletivas.
Outras Alterações ao Código do Trabalho
Outras Alterações ao Código do Trabalho CLÁUDIA DO CARMO SANTOS de de 2012 ÍNDICE CONTRATO DE TRABALHO DE MUITO CURTA DURAÇÃO COMISSÃO DE SERVIÇO TRABALHO SUPLEMENTAR OBRIGAÇÕES DE COMUNICAÇÃO À ACT RENOVAÇÃO
B - QUADRO DE BENEFÍCIOS FISCAIS
B - QUADRO DE BENEFÍCIOS FISCAIS ASSOCIADOS AOS IMPOSTOS MUNICIPAIS E APOIOS E INCENTIVOS FINANCEIROS À REABILITAÇÃO 38 39 B - QUADRO DE BENEFÍCIOS FISCAIS ASSOCIADOS AOS IMPOSTOS MUNICIPAIS E APOIOS E
PPR SÉNIOR - 2ª Série
Plano Poupança Reforma TIPO DE CLIENTE Particulares, Profissionais Liberais e Empresas. SEGMENTO-ALVO Destina-se essencialmente a Clientes, com perfil conservador, com idade igual ou superior a 55 anos,
Esse futuro é hoje com a mobilidade elétrica.
Imagine um futuro para a sua empresa, em que as deslocações são feitas de forma inovadora, económica, sem emissões e totalmente adequada às suas necessidades. Esse futuro é hoje com a mobilidade elétrica.
Curriculum Vitae. Identificação. Nome profissional: Joana Lança. Experiencia Profissional
Curriculum Vitae Identificação Nome profissional: Joana Lança Experiencia Profissional Desde 2014 Associada Sénior da Área de Prática de Direito Fiscal de PLMJ A. M. PEREIRA,SÁRAGGA LEAL, OLIVEIRA MARTINS,
REGIÕES AUTÓNOMAS 01 N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIF) 02 PERÍODO REGIÕES AUTÓNOMAS REPARTIÇÃO DO VOLUME ANUAL DE NEGÓCIOS
MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2015 03 R P MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO D E RENDIMENTOS Volume global de negócios não isento REGIÕES AUTÓNOMAS 01 Nº DE IDENTIFICAÇÃO
BENEFÍCIOS FISCAIS 01 N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIF) 02 PERÍODO RENDIMENTOS ISENTOS ISENÇÃO DEFINITIVA. do EBF)
MODELO EM VIGOR A PARTIR DE JANEIRO DE 2013 03 R. P. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA E ADUANEIRA DECLARAÇÃO D E RENDIMENTOS BENEFÍCIOS FISCAIS 01 N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL (NIF) 02 PERÍODO
Conferência IDEFF/OTOC 8 de Outubro de 2010. A relação entre a Contabilidade e a Fiscalidade problemas fiscais
Conferência IDEFF/OTOC 8 de Outubro de 2010 A relação entre a Contabilidade e a Fiscalidade problemas fiscais Delimitação do tema Custos e proveitos contabilísticos que não são fiscalmente relevantes,
A revolução dos trabalhadores independentes
Curso Intensivo sobre o Código Contributivo 2.ª edição A revolução dos trabalhadores independentes Gustavo Lopes Courinha 30 Novembro 2010 O Direito da Segurança Social - a vertente contributiva A importância
Trabalhador independente - Declaração do valor de actividade (Art. 152º) Este ano, em 2011, esta declaração do valor de actividade não será feita.
Atendendo ao elevado número de questões relacionadas com o código contributivo da segurança social, elencamos alguns esclarecimentos sobre as matérias que mais dúvidas têm suscitado. Porém, a presente
BOLONHA: GRANDES NÚMEROS ESTUDO 1
BOLONHA: GRANDES NÚMEROS ESTUDO 1 A concretização do Processo de Bolonha em Portugal teve início com a publicação dos Decretos- Lei n. os 42/2005, de 22 de Fevereiro, e 74/2006, de 24 de Março. Para além
Código dos Contratos Públicos. Secretaria Regional da Agricultura e Florestas Governo dos Açores Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural
Código dos Contratos Públicos Secretaria Regional da Código dos Contratos Públicos Legislação Aplicável: Directiva n.º 2004/17/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 31 de Março de 2004 Directiva n.º
Legislação. Publicação: Diário da República n.º 97/2016, 1º Suplemento, Série II de 2016-05-19, páginas 15806-(2) a 15806-(5)
Classificação: 060.01.01 Segurança: Pública Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma - Despacho n.º 6635-A/2016, de 19 de maio Estado: vigente Resumo: Despacho
PREFEITURA MUNICIPAL DE POMPÉU PRAÇA GOVERNADOR VALADARES, 12 CENTRO FONE: (37) 3523-1000 FAX: (37) 3523-1391 35.640-000 POMPÉU/MG
LEI COMPLEMENTAR Nº 002/2009 DISPÕE SOBRE O PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA NO MUNICÍPIO DE POMPÉU, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A Câmara Municipal de Pompéu/MG, por seus representantes legais, aprovou e
XXXII COLÓQUIO NACIONAL DA ATAM
XXXII COLÓQUIO NACIONAL DA ATAM A MOBILIDADE INTERNA E A MOBILIDADE ESPECIAL. A CESSAÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO POR MÚTUO ACORDO A SUA UTILIZAÇÃO NO CONTEXTO AUTÁRQUICO Lagoa, 30 de outubro de 2012 José
Escolas de Condução - CAE 85530
O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL Escolas de Condução CAE 85530 ÂMBITO Ensino da
Registo de Representantes Autorizados e Pessoas Responsáveis
Instrução da Euronext 2-01 Alterado em 4 de Agosto de 2014 Data de Entrada em vigor: 11 de Agosto de 2014 Assunto: Registo de Representantes Autorizados e Pessoas Responsáveis Departamento: Regulation
MATRÍCULAS RENOVAÇÃO DE MATRÍCULA Ano Letivo 2015/2016
MATRÍCULAS RENOVAÇÃO DE MATRÍCULA Ano Letivo 2015/2016 A Considerações prévias 1. A renovação de matrícula tem lugar nos anos escolares seguintes ao da primeira matrícula no 1.º ano do 1.º ciclo do ensino
INDICAÇÕES RELATIVAS À APRESENTAÇÃO DOS ORÇAMENTOS E CONTAS DE GERÊNCIA A VISTO
INDICAÇÕES RELATIVAS À APRESENTAÇÃO DOS ORÇAMENTOS E CONTAS DE GERÊNCIA A VISTO ( Artº 33º, do Estatuto das Instituições Particulares de Solidariedade Social, aprovado pelo Dec.-Lei n.º 119/83, de 25 de
FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO
FORMULÁRIO DE PRÉ-PROJECTO iniciativa CENTROS DE EXCELÊNCIA :: iniciativa :: gestão :: financiamento ÍNDICE NOTAS EXPLICATIVAS PARA PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO PRÉ-PROJECTO 3 I - INFORMAÇÃO GERAL 5 1.
Acumulação de funções
Exmo. Sr. Presidente da Camara Municipal 3250-100 ALVAIÁZERE Acumulação de funções, trabalhador no com relação jurídica de emprego publico a tempo indeterminado / termo resolutivo desta Camara Municipal
Ficha de Informação Normalizada para Depósitos Depósitos à ordem
Designação Condições de Acesso Conta SuperJovem Clientes Particulares. O primeiro Titular tem de ter entre os 18 e os 30 anos (inclusive). Modalidade Meios de Movimentação Moeda Depósito à Ordem. Esta
Portaria n.º 1119/2009, de 30 de Setembro - Série I n.º190
Actualiza o zonamento com a introdução de zonas homogéneas do zonamento e delimitação de alguns coeficientes de localização Com a publicação do Decreto-Lei n.º 287/2003, de 12 de Novembro, procedeu-se
Legislação. Publicação: Diário da República n.º 109/2015, Série I, de 05/06, Páginas 3630-3632. MINISTÉRIO DAS FINANÇAS. Portaria n.
MOD. 4.3 Classificação: 0 6 0. 0 1. 0 1 Segurança: P úbl i c a Processo: Direção de Serviços de Comunicação e Apoio ao Contribuinte Legislação Diploma Portaria n.º 172/2015 Estado: vigente Resumo: Define
FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: al. a) do nº 6 do art. 6º. Assunto:
FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA al. a) do nº 6 do art. 6º Prestação de serviços promocionais de desenvolvimento das actividades portuguesas em especial dos seus associados, nos domínios
AS NOVAS REGRAS DO EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE SINDICAL
ACTIVIDADE SINDICAL- 1 AS NOVAS REGRAS DO EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE SINDICAL A Lei n.º 59/2008, de 11 de Setembro, com entrada em vigor em 1 de Janeiro de 2009, aprovou o Regime do Contrato de Trabalho em
1. OBJETIVOS VISADOS E TIPOLOGIA DAS OPERAÇÕES OU INVESTIMENTOS A APOIAR
FUNDO FLORESTAL PERMANENTE - DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS APOIO AO FUNCIONAMENTO DAS EQUIPAS DE SAPADORES FLORESTAIS 2016 a 2018 (Portaria n.º 77/2015, de 16 de março, alterada pela Portaria n.º
Regulamento do Estatuto do Funcionário Parlamentar Estudante
Regulamento do Estatuto do Funcionário Parlamentar Estudante publicado no Diário da Assembleia da República, II Série E, n.º 32, de 18 de maio de 2012 com as alterações introduzidas pelo Despacho da Presidente
O N O V O C Ó D I G O D O I M P O S T O S O B R E O R E N D I M E N T O D O T R A B A L H O
i N º 3 7 / 1 4 O N O V O C Ó D I G O D O I M P O S T O S O B R E O R E N D I M E N T O D O T R A B A L H O INTRODUÇÃO Em 22 de Outubro passado, no âmbito do projecto da Reforma Tributária angolana, foi
INTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO MEDIDAS ESPECÍFICAS E TRANSITÓRIAS DE APOIO E ESTÍMULO AO EMPREGO APOIO À CONTRATAÇÃO DE JOVENS, DE DESEMPREGADOS DE LONGA DURAÇÃO E DE DETERMINADOS PÚBLICOS INTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL,
Decreto-Lei n.º 460/77 De 7 de Novembro
Decreto-Lei n.º 460/77 De 7 de Novembro (Noção de pessoa colectiva de utilidade pública)... 2 (Condições gerais da declaração de utilidade pública)... 2 (Competência para a declaração de utilidade pública)...
Guia Prático Redução de taxa contributiva Apoio à contratação a termo de trabalhadores mais velhos e públicos específicos
GUIA PRÁTICO MEDIDAS ESPECÍFICAS E TRANSITÓRIAS DE APOIO E ESTÍMULO AO EMPREGO REDUÇÃO DE TAXA CONTRIBUTIVA APOIO À CONTRATAÇÃO A TERMO DE TRABALHADORES MAIS VELHOS E PÚBLICOS ESPECÍFICOS INSTITUTO DA
FUNCHAL ATIVIDADES DE TATUAGEM E SIMILARES CAE REV_3: 96091 ATIVIDADES DE TATUAGEM E SIMILARES
O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL ATIVIDADES DE TATUAGEM E SIMILARES CAE REV_3: 96091
CONTRATO DE PARCERIA
CONTRATO DE PARCERIA Entre:, legalmente representada por na qualidade de., legalmente representada por na qualidade de., legalmente representada por na qualidade de., legalmente representada por na qualidade
CIRCULAR. Gabinete Jurídico-Fiscal. Assunto: Segurança Social Processo Executivo da Segurança Social
CIRCULAR Gabinete Jurídico-Fiscal N/REFª: 30/2014 DATA: 05 de Maio de 2014 Assunto: Segurança Social Processo Executivo da Segurança Social Exmos. Senhores, Para conhecimento, junto se envia a Circular
UNIÃO DE ASSOCIAÇÕES DO COMÉRCIO E SERVIÇOS
UNIÃO DE ASSOCIAÇÕES DO COMÉRCIO E SERVIÇOS UNIÃO DE ASSOCIAÇÕES DO COMÉRCIO E SERVIÇOS 1 Qual o diploma legal que regula a venda com redução de preços sob a forma de Promoções, Saldos e Liquidação? -
ACT Afixações, Comunicações e Autorizações Obrigatórias
ACT Afixações, Comunicações e Autorizações Obrigatórias A recente alteração ao Trabalho que obriga as empresas (empregadores) a afixar a informação relativa aos direitos e deveres do trabalhador em matéria
INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 35/2013. Recolhe NIF Base de incidência IVA Primavera Subquadro 1- artigo 78.º
INFORMAÇÃO TÉCNICA N.º 35/2013 ( Portaria 255/2013) Introdução: A presente informação visa dotar os técnicos da teoria necessária ao preenchimento dos diferentes campos das novos anexos do campo 40 e 41
«.A VIAGENS E TURISMO»,
FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA 7.º e 8.º do CIVA; DL n.º 221/85, de 3/07 Agência de viagens. Localização de operações. Processo: nº 1810, despacho do SDG dos Impostos, substituto legal
REGULAMENTO ESPECÍFICO DO MADEIRA 14-20
AVISO/CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 7 Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI)
Relatório Anual sobre a Prestação do Serviço de Interruptibilidade
sobre a Prestação do Serviço de Interruptibilidade Janeiro de 212 ÍNDICE 1 Sumário Executivo... 3 2 Enquadramento Legislativo... 4 3 Caracterização da Prestação do Serviço de Interruptibilidade... 6 4
ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. DIRETIVA n.º 9/2016. Tarifas sociais de eletricidade a vigorar de 1 julho a 31 de dezembro de 2016
ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DIRETIVA n.º 9/2016 Tarifas sociais de eletricidade a vigorar de 1 julho a 31 de dezembro de 2016 Nos termos dos seus Estatutos aprovados pelo Decreto-Lei n.º
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Alto Comissariado para a Imigração e Minorias Étnicas
Regulamento Interno da Comissão para a igualdade e Contra a Discriminação Racial (CICDR) (n.º 2 alínea a) do artigo 5º da lei nº 134/99, de 28 de Agosto) Artigo 1º Objecto A Comissão para a Igualdade e
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS JÚRIS DOS CONCURSOS DE CONCESSÃO DE APOIO FINANCEIRO PROMOVIDOS PELO ICA. Artigo 1.º. Âmbito de Aplicação
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DOS JÚRIS DOS CONCURSOS DE CONCESSÃO DE APOIO FINANCEIRO PROMOVIDOS PELO ICA Artigo 1.º Âmbito de Aplicação O presente Regulamento estabelece as regras de funcionamento dos
Estágios da Despesa Pública
Professor Luiz Antonio de Carvalho Estágios da Despesa Pública [email protected] CONCEITO: A despesa pública consiste na realização de gastos, isto é, na aplicação de recursos financeiros de forma
REGULAMENTO DE LICENÇA DE DISPENSA DE SERVIÇO DOCENTE
REGULAMENTO DE LICENÇA DE DISPENSA DE SERVIÇO DOCENTE (aprovado em reunião de CTC de 2014/10/15) Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto ISCAP/IPP CAPITULO I Disposições gerais Artigo
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO E EXPLORAÇÃO DO AERÓDROMO MUNICIPAL DE BRAGANÇA Tendo em conta o aumento da utilização do Aeródromo Municipal de
REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO E EXPLORAÇÃO DO AERÓDROMO MUNICIPAL DE BRAGANÇA Tendo em conta o aumento da utilização do Aeródromo Municipal de Bragança nos últimos anos, torna-se necessário estabelecer
GESTÃO DE EXCELÊNCIA 2 Gestão: um conjunto de tarefas que procuram garantir a afectação eficaz de todos os recursos disponibilizados pela organização,
LIDERANÇA E PLANEAMENTO ESTRATÉGICO DAS IPSS Cuidamos do Futuro do Envelhecimento em Portugal GESTÃO DE EXCELÊNCIA 2 Gestão: um conjunto de tarefas que procuram garantir a afectação eficaz de todos os
PPR Taxa Garantida 2% + O PPR Taxa Garantida 2%+ é um plano de poupança que assegura:
Característi cas PPR Taxa Garantida 2% + O PPR Taxa Garantida 2%+ é um plano de poupança que assegura: Capital e rendimento mínimo garantido a uma taxa mínima garantida de 2% em cada ano durante o prazo
SAFT-PT Como explorar a informação financeira reportada
www.pwc.pt SAFT-PT Como explorar a informação financeira reportada Agenda Enquadramento - SAFT-PT - Certificação de sistemas de faturação/logísticos - Transmissão regular à AT de informação de faturação,
IMPOSTO MUNICIPAL SOBRE IMÓVEIS
QUADRO DE BENEFÍCIOS E INCENTIVOS À REABILITAÇÃO DE EDIFÍCIOS NAS ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA DO CONCELHO DE VILA FRANCA DE XIRA BENEFÍCIOS FISCAIS RELATIVOS AOS IMPOSTOS MUNICIPAIS SOBRE O PATRIMÓNIOP
A taxa do IRC para as PME. Alguns aspetos a ter em conta para a sua utilização
A taxa do IRC para as PME Alguns aspetos a ter em conta para a sua utilização A reforma do IRC criou uma nova taxa de 17% (n.º 2 do artigo 87.º do Código do IRC) para pequenas e médias empresas, aplicável
Implementação da progressividade fiscal e extrafiscal do IPTU
Implementação da progressividade fiscal e extrafiscal do IPTU Competências Sistema Tributário Nacional na Constituição: Do artigo 145 ao 162 estão disposta as previsões constitucionais que regulamentam
Ministério das Finanças
Ministério das Finanças Lei n.º /06 de de O Orçamento Geral do Estado é o principal instrumento da política económica e financeira que expresso em termos de valores, para um período de tempo definido,
GUIA PRÁTICO DISPENSA DE PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES 1º EMPREGO E DESEMPREGADO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P
GUIA PRÁTICO DISPENSA DE PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES 1º EMPREGO E DESEMPREGADO LONGA DURAÇÃO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia Prático Dispensa de Pagamento de Contribuições 1º
Ofício-Circulado 30014, de 13/01/2000 - Direcção de Serviços do IVA
Ofício-Circulado 30014, de 13/01/2000 - Direcção de Serviços do IVA IVA - OURO Ofício-Circulado 30014/00, de 13/01 - Direcção de Serviços do IVA IVA - OURO Tendo em vista a clarificação, junto da administração
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL
GOVERNO DO ESTADO DE RONDÔNIA SECRETARIA DE ESTADO DE FINANÇAS COORDENADORIA DA RECEITA ESTADUAL RESOLUÇÃO CONJUNTA N. 006/2014/GAB/SEFIN/CRE Porto Velho, 09 de julho de 2014 Publicada no DOE nº 2533,
Objeto Alteração ao Regulamento que estabelece Normas Comuns sobre o Fundo Social Europeu [ ]
Portaria No âmbito do regime jurídico dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI) para o período de programação 2014-2020, a Portaria n.º 60-A/2015, de 2 de março, com as alterações que lhe
Decreto-Lei nº 33/2011 de 7 de Março de 2011. DR 46 - SÉRIE I Emitido Por Presidência do Conselho de Ministros
Decreto-Lei nº 33/2011 de 7 de Março de 2011 DR 46 - SÉRIE I Emitido Por Presidência do Conselho de Ministros Adopta medidas de simplificação dos processos de constituição das sociedades por quotas, passando
INTERREG V-A 2014-20202020
INTERREG V-A 2014-20202020 ATIVIDADE ECONÓMICA E AUXÍLIOS DE ESTADO Amaya Manzanas Zorzo Técnica de Projetos, Secretariado Conjunto 1 BASE NORMATIVA PRINCIPAL Artigos 107.º e 108.º do Tratado sobre o Funcionamento
Regulamento do Estágio Curricular
UNIVERSIDADE LUSÍADA DE VILA NOVA FAMALICÃO FACULDADE DE CIÊNCIAS DA ECONOMIA E DA EMPRESA Licenciatura em Ciências Económicas e Empresariais Regulamento do Estágio Curricular Das unidades curriculares:
REGULAMENTO DOS DELEGADOS SINDICAIS
REGULAMENTO DOS DELEGADOS SINDICAIS DIRECÇÃO DEZEMBRO DE 2009 REGULAMENTO DOS DELEGADOS SINDICAIS Secção I Direitos, deveres, área de representação e reuniões Artigo 1.º Delegados Sindicais 1 Os delegados
LICENÇA PARENTAL INICIAL
Direitos e Deveres da Parentalidade Lei n.º 59/2008, de 11 de Setembro Regime de Contrato de Trabalho em Funções Públicas (art.º 33º do Código do Trabalho (vs. Da Lei n.º 7/2009, de 12/02) e art. 40º do
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 13/2013 de 19 de Fevereiro de 2013
PRESIDÊNCIA DO GOVERNO Resolução do Conselho do Governo n.º 13/2013 de 19 de Fevereiro de 2013 Um dos objetivos fulcrais do Programa do XI Governo Regional assenta na implementação de medidas destinadas
CADERNO DE ENCARGOS PARA EXPLORAÇÃO DE CENTRO DE CÓPIAS
Tel/Fax: 21 743 46 24 CADERNO DE ENCARGOS PARA OBJECTO DA CESSÃO: Exploração do Centro de Cópias na Faculdade de Direito de Lisboa, cedido à Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa (AAFDL)
LICENÇA POR ACIDENTE EM SERVIÇO
LICENÇA POR ACIDENTE EM SERVIÇO DEFINIÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES PROCEDIMENTO FUNDAMENTAÇÃO LEGAL PERGUNTAS FREQUENTES DEFINIÇÃO Licença concedida em decorrência de dano físico ou
O artigo 66.º do Código do IRC: na encruzilhada da globalização
O artigo 66.º do Código do IRC: na encruzilhada da globalização Painel 10 - Paraísos Fiscais e Regimes Fiscais Privilegiados I Congresso Fiscal IDEFF/Almedina - O Direito Fiscal em Tempos de Crise Ricardo
Constituição de Empresas e Fiscalidade em Cabo Verde. João Afonso Fialho
Constituição de Empresas e Fiscalidade em Cabo Verde João Afonso Fialho Sociedades Comerciais O potencial investidor externo pode constituir uma sociedade optando por qualquer tipo de sociedade previsto
Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM PORTUGAL
Preçário UNION DE CREDITOS INMOBILIARIOS, S.A., EFC - SUCURSAL EM INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO COM SEDE EM ESTADO-MEMBRO DA UNIÃO EUROPEIA Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO
FORMULÁRIO CANDIDATURA PORTA 65 - JOVEM. Dados gerais. 15 Anexos Apresentados Nº. 1 do Art. 13º do DL 43/2010, de 30/Abril
FORMULÁRIO Dados gerais 1 Candidatura Nº. 2 Período 3 Tipo de agregado Isolado Jovem Casal Jovens em Coabitação 4 Matriz da habitação arrendada Distrito 5 Tipologia da habitação arrendada Concelho Freguesia
(nome do requerente ou denominação social), contribuinte (pessoa singular ou coletiva) n.º, com morada ou sede social em (Rua,
REQUERIMENTO DE PEDIDO DE CERTIDÃO DE DELIBERAÇÃO FUNDAMENTADA DE RECONHECIMENTO DO INTERESSE PÚBLICO MUNICIPAL NA REGULARIZAÇÃO DA ATIVIDADE PECUÁRIA (DL n.º 165/2014, de 5 de novembro) Exmo. Sr. Presidente
PROGRAMA DA DISCIPLINA DE CONTABILIDADE DE GESTÃO E CONTROLO ORÇAMENTAL I
PROGRAMA DA DISCIPLINA DE CONTABILIDADE DE GESTÃO E CONTROLO ORÇAMENTAL I ANO LECTIVO 2006/2007 3.º ANO 1.º SEMESTRE SEMESTRAL Docente: Assistente do 1.º Triénio Daniel Ferreira de Oliveira CARGA HORÁRIA
IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS
MINISTÉRIO DAS FINANÇAS DIRECÇÃO-GERAL DOS IMPOSTOS DECLARAÇÃO ANUAL 01 IVA - ELEMENTOS CONTABILÍSTICOS E FISCAIS N.º DE IDENTIFICAÇÃO FISCAL 02 ANO 1 1 IVA ANEXO L 03 1.1 À taxa reduzida ( ) L01 1.2 À
Eixo VI _ Assistência Técnica. VI.1. Gestão Operacional e Monitorização Estratégica
_ Assistência Técnica CONTROLO DO DOCUMENTO Versão Data Descrição N. de Página 1ª 2008.05.15 5 Pág. 1 de 5 Objectivo Assegurar as condições adequadas para a gestão, acompanhamento, avaliação, monitorização
