XXXII COLÓQUIO NACIONAL DA ATAM
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- Matheus Tiago Ferreira Silva
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1 XXXII COLÓQUIO NACIONAL DA ATAM A MOBILIDADE INTERNA E A MOBILIDADE ESPECIAL. A CESSAÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO POR MÚTUO ACORDO A SUA UTILIZAÇÃO NO CONTEXTO AUTÁRQUICO Lagoa, 30 de outubro de 2012 José Constantino
2 MOBILIDADE Mobilidade Geral: Cedência de interesse público Mobilidade interna Mobilidade Especial
3 MOBILIDADE GERAL Cedência de interesse público: Acordo pelo qual um trabalhador de entidade excluída do âmbito de aplicação objetivo da LVCR passa a exercer funções, ainda que a tempo parcial, em órgão ou serviço a que a LVCR é aplicável; Ou Acordo pelo qual um trabalhador de órgão ou serviço a que a LVCR é aplicável passa a exercer funções, ainda que a tempo parcial, em entidade excluída do âmbito de aplicação objetivo da LVCR.
4 MOBILIDADE GERAL Mobilidade interna: mudança do exercício de funções, ainda que a tempo parcial, em órgão ou serviço a que a LVCR é aplicável, a qual depende, em regra, do acordo do trabalhador e dos órgãos ou serviços de origem e de destino.
5 MOBILIDADE INTERNA MODALIDADES Mobilidade na categoria opera-se para o exercício de funções inerentes à categoria de que o trabalhador é titular, na mesma atividade ou em diferente atividade para que detenha habilitação adequada. Mobilidade intercarreiras ou categorias opera-se para o exercício de funções não inerentes à categoria de que o trabalhador é titular e inerentes (i) a categoria superior ou inferior da mesma carreira ou (ii) a carreira de grau de complexidade funcional, superior ou inferior ao da carreira em que se encontra integrado ou ao de categoria de que é titular. [A mobilidade intercarreiras ou categorias depende da titularidade de habilitação adequada do trabalhador e não pode modificar substancialmente a sua posição.]
6 MOBILIDADE INTERNA AUTARQUIAS / ESTADO Sujeita a parecer prévio favorável do Senhor SEAP.
7 MOBILIDADE INTERNA DISPENSA DO ACORDO DO TRABALHADOR Na administração autárquica, o acordo do trabalhador só é dispensado quando: A mobilidade se traduza na mudança de unidade orgânica na autarquia onde exerce funções E Desde que não se opere para categoria inferior da mesma carreira ou para carreira de grau de complexidade funcional inferior ao da carreira em que se encontra integrado ou ao de categoria de que é titular.
8 MOBILIDADE INTERNA DISPENSA DO ACORDO DO TRABALHADOR (PROPOSTA DE LEI N.º 81/XII) É dispensado o acordo do trabalhador para efeitos de mobilidade interna, em qualquer das suas modalidades, quando se opere: (i) Para unidade orgânica da área metropolitana ou comunidade intermunicipal em que se integra a entidade autárquica de origem; (ii) Para unidade orgânica de entidade autárquica integrante da área metropolitana ou comunidade intermunicipal da entidade autárquica de origem; (iii) Para unidade orgânica de entidade autárquica integrante da área metropolitana ou comunidade intermunicipal de origem.
9 MOBILIDADE INTERNA DISPENSA DO ACORDO DO TRABALHADOR (PROPOSTA DE LEI N.º 81/XII) Cont. Limite à sujeição a mobilidade interna: o acordo do trabalhador não é dispensado quando o local de trabalho se situe até 60 km, inclusive, do local de residência (30 km quando o trabalhador pertença a categoria de grau de complexidade 1 e 2). Compensação pela sujeição a mobilidade interna: compensação dos encargos adicionais com deslocações em que o trabalhador incorra pela utilização de transportes públicos coletivos nos termos a definir em despacho governamental.
10 MOBILIDADE INTERNA DISPENSA DO ACORDO DO TRABALHADOR (PROPOSTA DE LEI N.º 81/XII) Cont. Oposição à sujeição a mobilidade interna: os trabalhadores podem opor-se invocando e demonstrando prejuízo sério para a sua vida pessoal, no prazo de 10 dias a contar da comunicação da decisão de mobilidade, nomeadamente, através da comprovação da inexistência de rede de serviços de transporte público coletivo que permita a realização da deslocação entre a residência e o local de trabalho, ou da duração da mesma. [Quando a mobilidade interna se opere para categoria inferior da mesma carreira ou para carreira de grau de complexidade funcional inferior ao da carreira em que se encontra integrado ou ao da categoria de que é titular, o acordo do trabalhador nunca pode ser dispensado.]
11 MOBILIDADE INTERNA REMUNERAÇÃO A mobilidade interna pode dar origem a uma valorização remuneratória nos termos do artigo 62.º da LVCR. [Esta possibilidade foi suspensa para as situações de mobilidade iniciadas a partir de 1 de janeiro de 2011.]
12 MOBILIDADE INTERNA DURAÇÃO Em regra, a mobilidade interna tem a duração máxima de 18 meses. [Havendo acordo das partes, a LOE2011 permitiu, e a LOE2012 permite, prorrogações excecionais.]
13 MOBILIDADE INTERNA CONSOLIDAÇÃO DA MOBILIDADE NA CATEGORIA Dentro da autarquia: por decisão do presidente da câmara municipal / junta de freguesia.
14 MOBILIDADE INTERNA CONSOLIDAÇÃO DA MOBILIDADE NA CATEGORIA Cont. Entre dois órgãos ou serviços condições: Acordo do trabalhador (quando tenha sido exigido para o início da mobilidade ou quando envolva alteração da atividade de origem); Acordo do serviço de origem (quando este tenha sido exigido para o início da mobilidade); Mobilidade com duração mínima de seis meses (ou com a duração do período experimental exigido para a categoria, caso este seja superior); Existência de posto de trabalho previsto previamente no mapa de pessoal. [A consolidação da mobilidade na categoria de trabalhador autárquico num serviço do Estado carece de parecer prévio favorável do Senhor SEAP.]
15 MOBILIDADE INTERNA VS PROCEDIMENTO CONCURSAL Área de recrutamento (consolidação) Procedimento Período experimental
16 MOBILIDADE ESPECIAL PROPOSTA DE LEI N.º 81/XII O regime de mobilidade especial previsto na Lei n.º 53/2006, de 7 de dezembro, aplica-se à administração autárquica na sequência de processos de reestruturação de serviços e racionalização de efetivos. Quando o número de postos de trabalho necessários seja inferior ao número de efetivos existentes, há lugar à colocação de pessoal em situação de mobilidade especial ou, nos termos da lei, sendo o caso, à aplicação das disposições adequadas de cessação da relação jurídica de emprego público.
17 ENTIDADE GESTORA DA MOBILIDADE ESPECIAL (PROPOSTA DE LEI N.º 81/XII) O exercício das competências previstas para a entidade gestora da mobilidade compete a uma entidade gestora da mobilidade especial autárquica (EGMA), a constituir no âmbito de cada área metropolitana e comunidade intermunicipal. A constituição e o funcionamento da EGMA são determinados, nos termos dos estatutos da respetiva área metropolitana ou comunidade intermunicipal, por regulamento específico, o qual é submetido a parecer prévio do membro do Governo responsável pela área da Administração Pública.
18 ENTIDADE GESTORA DA MOBILIDADE ESPECIAL (PROPOSTA DE LEI N.º 81/XII) Cont. As competências atribuídas às secretarias-gerais (pagamento das remunerações e demais atos de administração do pessoal) são exercidas pela autarquia de origem do pessoal colocado em situação de mobilidade especial, ou pela EGMA no respetivo âmbito, de acordo com a opção tomada no regulamento.
19 CESSAÇÃO DE CTFPTI POR ACORDO (PROPOSTA DE LEI N.º 81/XII) A entidade empregadora pública e o trabalhador podem fazer cessar o contrato por acordo, por escrito, observados que estejam os seguintes requisitos: a) Seja comprovada a obtenção de ganhos de eficiência e redução permanente de despesa para a entidade empregadora pública, designadamente pela demonstração de que o trabalhador não requer substituição; b) A entidade empregadora pública demonstre a existência de disponibilidade orçamental, no ano da cessação, para suportar a despesa inerente à compensação a atribuir ao trabalhador.
20 CESSAÇÃO DE CTFPTI POR ACORDO COMPENSAÇÃO (PROPOSTA DE LEI N.º 81/XII) A compensação a atribuir ao trabalhador corresponde, no máximo, a 20 dias de remuneração base por cada ano completo de antiguidade, sendo determinada do seguinte modo: (i) O valor diário de remuneração base é o resultante da divisão por 30 da remuneração base mensal; (ii) Em caso de fração de ano, o montante da compensação é calculado proporcionalmente; (iii) O montante global da compensação não pode ser superior a 100 vezes a retribuição mínima mensal garantida. [O montante global da compensação não pode ser superior ao montante das remunerações base a auferir pelo trabalhador até à idade legal de reforma ou aposentação.]
21 CESSAÇÃO DE CTFPTI POR ACORDO FORMA E CESSAÇÃO DO ACORDO O acordo de cessação deve constar de documento assinado por ambas as partes, ficando cada uma com um exemplar. O acordo de cessação deve discriminar as quantias pagas a título de compensação pela cessação do contrato e, sendo o caso, as decorrentes de créditos já vencidos ou exigíveis em virtude dessa cessação, bem como mencionar expressamente a data da celebração do acordo e a de início da produção dos respetivos efeitos. Os efeitos do acordo de revogação do contrato podem cessar por decisão do trabalhador até ao 7.º dia seguinte à data da respetiva celebração, mediante comunicação escrita.
22 FIM José Constantino
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