Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download ""

Transcrição

1 PLANO DE ACTIVIDADES 2009 CAO SÃO VICENTE - ÂNGELA MILHO FICHA DE ACTIVIDADE INSERIDA EM PROGRAMAS E PROJECTOS DESIGNAÇÃO DA ACTIVIDADE: DINAMIZAÇÃO DE ACÇÕES DE FORMAÇÃO /SENSIBILIZAÇÃO CÓDIGO: Objectivo: Maximizar as competências profissionais dos Técnicos Profissionais, Auxiliares e outros profissionais no âmbito das práticas de intervenção com os utentes. INTERVENIENTES: SERVIÇO(S) RESPONSÁVEL(EIS): SERVIÇOS INTERNOS ENVOLVIDOS: COLABORAÇÃO EXTERNA:. CAO ROSÁRIO. STEDM/V. DAATIC ACÇÃO(ÕES) E SUA DURAÇÃO: DURAÇÃO DESIGNAÇÃO DA(S) ACÇÃO(ÕES) INÍCIO FIM 1- Avaliação das necessidades de formação / sensibilização dos utentes e profissionais 2- Planeamento e calendarização de cada acção de formação/sensibilização 3- Realização de uma acção de sensibilização sobre importância das competências sociais na alimentação para os profissionais 6- Avaliação das formações realizadas ao longo do ano 03/ /2009

2 RECURSOS HUMANOS: INTERNOS: EXTERNOS:. PROFISSIONAIS DO CAO. OUTROS PROFISSIONAIS DA DREER. UTENTES RECURSOS MATERIAIS (se aplicável): QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DAS FORMAÇÕES; MATERIAL INFORMATICO E DE PROJEÇÃO AUDIOVISUAL MATERIAL DE ESCRITÓRIO E OUTROS RECURSOS FINANCEIROS: RESULTADOS A OBTER: AUMENTO DOS CONHECIMENTOS DOS DIVERSOS PROFISSIONAIS E MELHORIA DAS SUAS PRÁTICAS DE INTERVENÇÃO AUMENTO DO CONHECIMENTO E COMPETÊNCIAS DOS TÉCNICOS DE MODO A AUMENTAREM O DESEPENHO OCUPACIONAL E MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DOS UTENTES

3 PLANO DE ACTIVIDADES 2009 CAO SÃO VICENTE - ÂNGELA MILHO FICHA DE ACTIVIDADE INSERIDA EM PROGRAMAS E PROJECTOS DESIGNAÇÃO DA ACTIVIDADE: PLANEAMENTO E ORGANIZAÇÃO DE ACTIVIDADES, APOIO TERAPÊUTICO, ESTUDO E INTERVENÇÃO A NÍVEL DAS ACESSIBILIDADES E FUNCIONALIDADE CÓDIGO: Objectivo: Promover o bem-estar e autonomia dos Utentes, intervindo nos diversos contextos (Instituição, domicílio e comunidade), desenvolvendo novas competências e aumentando o seu desempenho Ocupacional. Colaborar/intervir para o bom funcionamento instituição/serviços INTERVENIENTES: SERVIÇO(S) RESPONSÁVEL(EIS): CAO ROSÁRIO SERVIÇOS INTERNOS ENVOLVIDOS: DAATIC STEDM/V COLABORAÇÃO EXTERNA: ACÇÃO(ÕES) E SUA DURAÇÃO: DURAÇÃO DESIGNAÇÃO DA(S) ACÇÃO(ÕES) INÍCIO FIM 1.Avaliação da realidade, das possibilidades e necessidades da instituição 2 Avaliação dos utentes em relação a sua funcionalidade e autonomia 3 Identificação das Actividades Produtivas que possam ser realizadas pelos utentes 4 Planeamento e organização de actividades da cozinha, refeitório, área dos Avds 5 - Informação / sensibilização aos diversos profissionais que intervêm nas actividades 6 Articulação da actuação com outros profissionais da equipa 7 Reavaliação continua e adaptação das actividades 8 Estudo e elaboração de ajudas técnicas 9 Treino das ajudas técnicas 10 Avaliação da eficácia das ajudas técnicas 11 - Avaliação e promoção de maior acessibilidade para os utentes nos diversos meios (instituição, domicilio e comunidade) e funcionalidade 12 - Orientação/Aconselhamento aos pais/familiares 13 Participação em actividades / projectos da instituição

4 RECURSOS HUMANOS: INTERNOS:. TERAPEUTA OCUPACIONAL. EQUIPA DO CAOS. DAATIC.TDT (ÁREA DE TERAPIA OCUPACIONAL EXTERNOS:. UTENTES. PAIS E FAMILIARES DOS UTENTES. INSTITUIÇÕES PRIVADAS E PUBLICAS RECURSOS MATERIAIS (se aplicável): MATERIAL INFORMÁTICO MATERIAL DE ESCRITÓRIO RECURSOS DA INSTITUIÇÃO E DREER RECURSOS FINANCEIROS: RESULTADOS A OBTER: Encontro de soluções e estratégias que ajudem os utentes a manter/melhorar o seu desempenho ocupacional Aumento da autonomia dos utentes nos diferentes contextos (instituição, habitação, comunidade) Aumento da qualidade de vida e Bem-estar dos utentes nos diferentes contextos ambientais.

5 PLANO DE ACTIVIDADES 2009 CAO SÃO VICENTE - ÂNGELA MILHO FICHA DE ACTIVIDADE INSERIDA EM PROGRAMAS E PROJECTOS DESIGNAÇÃO DA ACTIVIDADE: PLANIFICAÇÃO/GESTÃO DAS ACTIVIDADES ANUAIS (GERAL) CÓDIGO: Objectivo: Promover a organização das actividades anuais no âmbito da Terapia Ocupacional INTERVENIENTES: SERVIÇO(S) RESPONSÁVEL(EIS):. TDT - ÁREA DA TERAPIA OCUPACIONAL SERVIÇOS INTERNOS ENVOLVIDOS:. CAO ROSÁRIO. CAO P3. CAO ESPERANÇA. NÚCLEO DOS BARCELOS COLABORAÇÃO EXTERNA: ACÇÃO(ÕES) E SUA DURAÇÃO: DURAÇÃO DESIGNAÇÃO DA(S) ACÇÃO(ÕES) INÍCIO FIM 1.Participação nas reuniões de trabalho dos Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica, área da Terapeuta Ocupacional 2.Elaboração de fichas de avaliação (Higiene, Vestuário, Alimentação...) 3.Elaboração do plano de actividades anual para Elaboração do relatório anual do plano de actividades de Realização do levantamento das necessidades de equipamentos terapêuticos e tecnologias de apoio nos diversos serviços. 11/ / / / AVALIAÇÃO DAS ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS 11/ /2009

6 RECURSOS HUMANOS: INTERNOS: EXTERNOS: TERAPEUTA OCUPACIONAL EQUIPA DOS CAOS EQUIPA DOS TDT RECURSOS MATERIAIS (se aplicável): MATERIAL INFORMÁTICO E DE ESCRITÓRIO RECURSOS FINANCEIROS: RESULTADOS A OBTER: Uniformizar os instrumentos de registo (relatórios, planos de actividades e fichas de avaliação) e melhorar/organizar os programas e actividades a desenvolver nos serviços.

7

+ ACESSÍVEL MELHORES PRÁTICAS ORGANIZACIONAIS PRONTAS A UTILIZAR C OLECÇÃO DE P ROCESSOS C OLECÇÃO IPSS 1 0 0 % GRATUITO 1 0 0 % ALTERÁVEL

+ ACESSÍVEL MELHORES PRÁTICAS ORGANIZACIONAIS PRONTAS A UTILIZAR C OLECÇÃO DE P ROCESSOS C OLECÇÃO IPSS 1 0 0 % GRATUITO 1 0 0 % ALTERÁVEL C OLECÇÃO DE P ROCESSOS C OLECÇÃO MELHORES PRÁTICAS ORGANIZACIONAIS PRONTAS A UTILIZAR Creche Pré-Escolar 1 0 0 % GRATUITO Centro de Actividades dos Tempos Livres 1 0 0 % ALTERÁVEL Centro de Dia / Noite

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO. Colaboradores

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO. Colaboradores RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO Colaboradores 2010 1. PROCEDIMENTO Os questionários de avaliação do desempenho dos colaboradores foram aplicados, em suporte papel, pelos respectivos responsáveis de

Leia mais

Unidade de Inserção na Vida Activa UNIVA. Unidade de Inserção na Vida Activa

Unidade de Inserção na Vida Activa UNIVA. Unidade de Inserção na Vida Activa Unidade de Inserção na Vida Activa TEN/PSI Elsa Casal 508 532 [email protected] Objectivo da Sessão Informar e clarificar sobre o enquadramento legal, a finalidade, os destinatários e os procedimentos

Leia mais

Área de Intervenção: Promoção da Saúde e do Envelhecimento activo

Área de Intervenção: Promoção da Saúde e do Envelhecimento activo FICHA TÉCNICA Nome: Terceira (C)Idade Área de Intervenção: Promoção da Saúde e do Envelhecimento activo Localização: Concelho do Porto Descrição: Portugal tem evidenciado nas últimas décadas profundas

Leia mais

Serviço Técnico de Educação de Deficientes Intelectuais Quinta do Leme

Serviço Técnico de Educação de Deficientes Intelectuais Quinta do Leme Serviço Técnico de Educação de Deficientes Intelectuais Quinta do Leme Índice I NOTA INTRODUTÓRIA...3 Missão do STEDI Quinta do Leme...3 Ambiente Interno...5 Ambiente Externo...5 Identificação dos Cliente...5

Leia mais

PLANO DE INTERVENÇÃO

PLANO DE INTERVENÇÃO DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES EQUIPA INTERDISCIPLINAR PLANO DE INTERVENÇÃO ANOS LECTIVOS 2009/2010 e 2010/2011 ÍNDICE Nota Introdutória.. 3 Parte I - Caracterização..4 1.1 Caracterização do Ambiente Interno.4

Leia mais

Planeamento estratégico de serviços sociais para a terceira idade

Planeamento estratégico de serviços sociais para a terceira idade Planeamento estratégico de serviços sociais para a terceira idade Inácio Martín (Prof. Dr.) Secção Autónoma de Saúde Universidade de Aveiro Unidade de Investigação e Formação sobre Adultos e Idosos - UnIFAi

Leia mais

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS

CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO E AMBIENTE PLANO DE ESTUDOS Componentes de Formação Componente de Formação Sociocultural Português (b) Língua Estrangeira I ou II (c) Área

Leia mais

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida;

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida; São nossos objectivos: 1ª fase: Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Alargar e consolidar a rede de parcerias de forma a fomentar e a criar novos recursos, propiciando condições

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE APOIO À GESTÃO DESPORTIVA

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE APOIO À GESTÃO DESPORTIVA PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DE APOIO À GESTÃO DESPORTIVA Publicado no Despacho n.º13456/2008, de 14 de Maio, que aprova a versão inicial do Catálogo Nacional de Qualificações. Publicação e atualizações

Leia mais

Curso de Viver com o AVC (as actividades da vida diária no AVC) Organização: Clínica MFR-ABPG; Dr. Jorge Laíns

Curso de Viver com o AVC (as actividades da vida diária no AVC) Organização: Clínica MFR-ABPG; Dr. Jorge Laíns Curso de Viver com o AVC (as actividades da vida diária no AVC) Organização: Clínica MFR-ABPG; Dr. Jorge Laíns Dia 7-2 das 17h00 às 19h00 Moderador: Jorge Lains - Assistente Hospitalar Graduado - HUC,

Leia mais

Associação Portuguesa de Solidariedade e Desenvolvimento. D - Elaboração dos conteúdos de formação

Associação Portuguesa de Solidariedade e Desenvolvimento. D - Elaboração dos conteúdos de formação Concepção e Organização da Mala Pedagógica D - Elaboração dos conteúdos de formação E - Concepção dos instrumentos e recursos didácticos mala pedagógica Da reunião de pré-validação resultaram alterações,

Leia mais

Administração Pública Central Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação Resultados 2000

Administração Pública Central Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação Resultados 2000 Administração Pública Central Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação Resultados 2000 NOTA TÉCNICA Universo de referência Organismos da Administração Pública Central Realização

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ERICEIRA EB 2,3 António Bento Franco. Professoras Unidade de Ensino Estruturado (UEE) e professor de EF de apoio à

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ERICEIRA EB 2,3 António Bento Franco. Professoras Unidade de Ensino Estruturado (UEE) e professor de EF de apoio à 1 - Professores responsáveis Professoras Unidade de Ensino Estruturado (UEE) e professor de EF de apoio à UEE. 2- Introdução Os alunos que frequentam a UEE, na sua generalidade desenvolvem um Currículo

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5

PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE. PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 PERFIL PROFISSIONAL TÉCNICO/A DA QUALIDADE PERFIL PROFISSIONAL Técnico/a da Qualidade Nível 3 CATÁLOGO NACIONAL DE QUALIFICAÇÕES 1/5 ÁREA DE ACTIVIDADE - ENQUADRAMENTO NA ORGANIZAÇÃO/EMPRESA OBJECTIVO

Leia mais

Programa Educativo Individualizado 20 /

Programa Educativo Individualizado 20 / Programa Educativo Individualizado 20 / Cap. III, Art.º 8.º do Decreto-Lei 3/2008 de 7 de janeiro 1 IDENTIFICAÇÃO Nome do aluno: Data de Nascimento: Idade: Morada: Código Postal: Filiação: Pai: Mãe: Encarregado

Leia mais

Disciplinas da Componente de Formação Técnica dos Cursos Profissionais por Área de Educação e Formação

Disciplinas da Componente de Formação Técnica dos Cursos Profissionais por Área de Educação e Formação Área de Educação e Formação 212 - Artes do espectáculo Área de Educação e Formação 213 - Audiovisuais e produção dos media Adereços 380 Cenografia 400 Cenotecnia 380 Conjuntos Instrumentais 180 Figurinos

Leia mais

Sensil Oeiras. Sensil Oeiras. Rua Carlos Vieira Ramos nº 38 Loja C/D Oeiras. Telefone Telemóvel

Sensil Oeiras. Sensil Oeiras. Rua Carlos Vieira Ramos nº 38 Loja C/D Oeiras. Telefone Telemóvel Rua Carlos Vieira Ramos nº 38 Loja C/D -2780-201 Oeiras Telefone 21 441 36 47 Telemóvel 91 392 02 62 Mail: [email protected] 1. INTRODUÇÃO A nossa Sociedade alterou-se significativamente nos últimos 50

Leia mais

DESP. 52/SESS/90 DE 16 DE JULHO DA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA SOCIAL

DESP. 52/SESS/90 DE 16 DE JULHO DA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA SOCIAL Anterior DESP. 52/SESS/90 DE 16 DE JULHO DA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA SOCIAL No âmbito da acção social exercida pelo sistema de segurança social, o Dec.- Lei 18/89, de 11-1, definiu, num quadro

Leia mais

Trabalho 6. Mestrado Integrado em Engenharia Civil. Direcção de Obras 2007/2008

Trabalho 6. Mestrado Integrado em Engenharia Civil. Direcção de Obras 2007/2008 Mestrado Integrado em Engenharia Civil Direcção de Obras 2007/2008 Trabalho 6 Trabalho realizado por: Ana Araújo Jaime Rocha Paula Arantes Pedro Couto Tiago Campos O Plano de Saúde e Segurança (PSS) é

Leia mais

UDA- Unidade de Deficiência Centro Social e Paroquial de Alfena - Pólo II

UDA- Unidade de Deficiência Centro Social e Paroquial de Alfena - Pólo II PLANO ANUAL DE CAO 2015 - MONITORIZAÇÃO ACTIVIDADES REGULARES GERAIS ACTIVIDADE ESTADO INDICADOR META PLANEADA META ALCANÇADA /% Lavores Planeada Executada Nº de sessões efectuadas 450 440 / 97.8% Plástica

Leia mais

Carga Horária. Código Referencial. Código Área

Carga Horária. Código Referencial. Código Área 0748 Informática - evolução 25 481038 481 2 Tecnológica 0754 Processador de texto 50 481038 481 2 Tecnológica 0755 Processador de texto - funcionalidades avançadas 25 481038 481 2 Tecnológica 0756 Folha

Leia mais

UDA- Unidade de Deficiência Centro Social e Paroquial de Alfena - Pólo II

UDA- Unidade de Deficiência Centro Social e Paroquial de Alfena - Pólo II PLANO ANUAL DE LRE 2015 - MONITORIZAÇÃO ACTIVIDADES TERAPÊUTICAS ACTIVIDADE ESTADO INDICADOR META PLANEADA META ALCANÇADA / % HIDROMASSAGEM Planeado Executado Nº de sessões efectuadas 164 74/45,1% ESTIMULAÇÃO

Leia mais

377 QUADRO nº 8 - ÁREAS ORGANIZACIONAIS DA ESCOLA, SUAS SUB-ÁREAS, ATRIBUIÇÕES E ESTRUTURAS IMPLICADAS

377 QUADRO nº 8 - ÁREAS ORGANIZACIONAIS DA ESCOLA, SUAS SUB-ÁREAS, ATRIBUIÇÕES E ESTRUTURAS IMPLICADAS 377 QUADRO nº 8 - ÁREAS ORGANIZACIONAIS DA ESCOLA, SUAS SUB-ÁREAS, ATRIBUIÇÕES E ESTRUTURAS IMPLICADAS ÁREAS ORGANI- ZACIONAIS ESCOLARESs - CURRICULAR SUB-ÁREAS ORGANIZACIONAIS Concepção e Desenho do currículo

Leia mais

ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA

ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA ESTRUTURA ORGANIZATIVA DA ISCMPSA Este documento visa dar corpo á orgânica dos serviços da Santa Casa, ou seja, definir competências, hierarquias e formas de actuação. Como a Santa Casa da Póvoa de Santo

Leia mais

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO

CATÁLOGO DE FORMAÇÃO Frequência Gratuita FORMAÇÃO MODULAR CERTIFICADA A Formação Modular Certificada, que tem por base as Unidades de Formação de Curta Duração de 25 ou 50 horas constantes do Catálogo Nacional de Qualificações,

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO JOÃO DO ESTORIL Departamento 1º Ciclo

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO JOÃO DO ESTORIL Departamento 1º Ciclo AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO JOÃO DO ESTORIL Departamento 1º Ciclo ELEMENTOS DE AVALIAÇÃO Serão tidos em consideração os elementos de avaliação a seguir enumerados, essenciais para o desenvolvimento do

Leia mais

Metodologia de Planeamento de Projectos por Objectivos

Metodologia de Planeamento de Projectos por Objectivos Metodologia de Planeamento de Projectos por Objectivos Planeamento: Ferramentas auxiliares Autor da Bateria de slides/transparências: Rui Pena Bee-Consulting Dezembro de 2004 Projecto Co-financiado por:

Leia mais

PROCESSO INTEGRADO DO UTENTE

PROCESSO INTEGRADO DO UTENTE INTEGRADO DO UTENTE EFICIÊNCIA NOS S QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS A solução DO UTENTE permite uma gestão integrada de toda a informação o que confere a esta, como a outras soluções F3M, um forte cariz

Leia mais

Centro de Medicina de Reabilitação do Sul. Plano de Actividades e Orçamento 2014 Centro de Medicina de Reabilitação do Sul - São Brás de Alportel

Centro de Medicina de Reabilitação do Sul. Plano de Actividades e Orçamento 2014 Centro de Medicina de Reabilitação do Sul - São Brás de Alportel 1 Caracterização da Unidade Início da actividade em 6 de Abril de 2007; Unidade especializada da rede de referenciação hospitalar de MFR do Serviço Nacional de Saúde; Gerida em regime de PPP pela GPSaúde

Leia mais

Projecto de Actividades na Comunidade

Projecto de Actividades na Comunidade Projecto de Actividades na Comunidade Centro de Actividades Ocupacionais de Machico 1. Projecto de Prestação de Actividades na Comunidade O Centro de Actividades Ocupacionais de Machico, procura desenvolver

Leia mais

Escola Secundária de Pinheiro e Rosa. Curso Tecnológico de Desporto. Estágio 12º G

Escola Secundária de Pinheiro e Rosa. Curso Tecnológico de Desporto. Estágio 12º G 12º G Realizado por: Priscila Domingos nº 17 Professor responsável: André Ramos 2010/2011 Índice 1) Introdução... 4 2) Objectivos do... 5 2.1) Objectivos Gerais... 5 2.2) Objectivos Específicos... 5 3)

Leia mais

DGEstE Direção-GeraL dos Estabelecimentos Escolares DSRAI Direção de Serviços da Região Algarve Agrupamento de Escolas Júlio Dantas

DGEstE Direção-GeraL dos Estabelecimentos Escolares DSRAI Direção de Serviços da Região Algarve Agrupamento de Escolas Júlio Dantas PLANO INDIVIDUAL DE TRANSIÇÃO ATIVIDADES DE ÂMBITO OCUPACIONAL (Ao abrigo do artigo 14º do Decreto-Lei Nº3/2008 e do ponto 4 do artigo 5º da Portaria nº201-c/2015) Ano Letivo / Estabelecimento de Ensino:

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 500, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2018

RESOLUÇÃO Nº 500, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2018 RESOLUÇÃO Nº 500, DE 26 DE DEZEMBRO DE 2018 Reconhece e disciplina a especialidade de Terapia Ocupacional no Contexto Escolar, define as áreas de atuação e as competências do terapeuta ocupacional especialista

Leia mais

Centro de Actividades Ocupacionais da Camacha

Centro de Actividades Ocupacionais da Camacha VI Concurso de Presépios A Melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham na nossa caminhada pela vida. Desconhecido

Leia mais

CURSO DE TÉCNICO DE ACÇÃO GERIÁTRICA (24ª edição)

CURSO DE TÉCNICO DE ACÇÃO GERIÁTRICA (24ª edição) CURSO DE TÉCNICO DE ACÇÃO GERIÁTRICA (24ª edição) Atendendo ao envelhecimento crescente a que se assiste a nível mundial, é imprescindível os cuidadores, formais e informais, dispensarem a formação neste

Leia mais

Nelson Mota Gaspar USF Dafundo ACES Lisboa Ocidental e Oeiras

Nelson Mota Gaspar USF Dafundo ACES Lisboa Ocidental e Oeiras Melhoria da Segurança com o Programa da Acreditação na USF Dafundo Nelson Mota Gaspar USF Dafundo ACES Lisboa Ocidental e Oeiras Segurança Postura de análise crítica guiada pelos requisitos propostos Reconhecimento

Leia mais

Estrutura de mapa de pessoal do Hospital de Curry Cabral - Artigo 5.º LVCR

Estrutura de mapa de pessoal do Hospital de Curry Cabral - Artigo 5.º LVCR Estrutura de mapa de pessoal do Hospital de Curry Cabral - Artigo 5.º LVCR Cargos/carreiras/categorias Atribuições/competências/actividades Unidade orgânica/centros de competência ou de produto/área de

Leia mais

PLANO DE ACTIVIDADES DE 2011 CAPÍTULO I MISSÃO, VISÃO E VALORES

PLANO DE ACTIVIDADES DE 2011 CAPÍTULO I MISSÃO, VISÃO E VALORES PLANO DE ACTIVIDADES DE 2011 NOTA INTRODUTÓRIA O presente Plano de Actividades pretende dar cumprimento ao disposto no art.º 31º dos Estatutos do Centro da Mãe Associação de Solidariedade Social. Este

Leia mais

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL

RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL RELATÓRIO DE MONITORIZAÇÃO CLDS MARINHA SOCIAL O presente relatório reflecte a actividade do CLDS Marinha Social, desde o inicio da sua actividade, em Julho de 2009 até Junho de 2010, analisando-se 2 momentos

Leia mais

Critérios de Avaliação

Critérios de Avaliação Critérios de Avaliação Departamento de Educação Pré - Escolar 2018/2019 Agrupamento de Escolas de Miraflores Aprovado em reunião de Conselho Pedagógico em Julho de 2018 As principais orientações normativas

Leia mais

Documento de consenso para a Estrutura e Funções das Equipas de Saúde Mental Comunitária (ESMC)

Documento de consenso para a Estrutura e Funções das Equipas de Saúde Mental Comunitária (ESMC) Documento de consenso para a Estrutura e Funções das Equipas de Saúde Mental Comunitária (ESMC) 2009 2 Documento de consenso para a Estrutura e Funções das Equipas de Saúde Mental Comunitária (ESMC) 1)

Leia mais

Escola Básica Integrada de Angra do Heroísmo. 1º Ciclo do Ensino Básico

Escola Básica Integrada de Angra do Heroísmo. 1º Ciclo do Ensino Básico Escola Básica Integrada de Angra do Heroísmo 1º Ciclo do Ensino Básico Ano lectivo 2009/2010 1 I. Introdução De acordo com a legislação em vigor (Portaria 72/2006 de 24 de Agosto), a avaliação deverá incidir

Leia mais

EMPREGABILIDADE DOS LICENCIADOS DO ISAVE

EMPREGABILIDADE DOS LICENCIADOS DO ISAVE EMPREGABILIDADE DOS LICENCIADOS DO ISAVE RELATÓRIO DE MAIO DE 2011 RESUMO DOS DADOS SOBRE EMPREGABILIDADE DOS LICENCIADOS ISAVE O ISAVE emprega 94% dos Licenciados que concluíram os seus cursos no âmbito

Leia mais

GESTÃO E SEGURANÇA DE OBRAS E ESTALEIROS

GESTÃO E SEGURANÇA DE OBRAS E ESTALEIROS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE CONSTRUÇÃO GESTÃO E SEGURANÇA DE OBRAS E ESTALEIROS 2008/2009 1º SEMESTRE GUIÃO DA DISCIPLINA Docentes: Anabela Mendes Moreira, Professora Adjunta NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

Hemato-Oncologia Pediátrica, Coordenadora da UMAD Ana Paula Fernandes Assistente Hospitalar Graduada Pediatria, Unidade de

Hemato-Oncologia Pediátrica, Coordenadora da UMAD Ana Paula Fernandes Assistente Hospitalar Graduada Pediatria, Unidade de es d n a n r la Fe u a P a An ilva S s e d esen R é r d An de nidade U, a i r t a edi MA D uada P ra da U d o a r d a G n r e ord itala ica, Co e Hosp t r t n á e i t d s i e úde A ss logia P ista Sa l

Leia mais

ACOLHIMENTO A NOVOS COLABORADORES

ACOLHIMENTO A NOVOS COLABORADORES ACOLHIMENTO A NOVOS COLABORADORES Junho de 2016 CARACTERIZAÇÃO DO ACES OESTE SUL O ACES Oeste Sul, é um serviço desconcentrado da ARSLVT, IP com autonomia administrativa e gestionária, nos termos previstos

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO. Designação: Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP, I.P.) Área de Negócio: Enquadramento:

CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO. Designação: Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP, I.P.) Área de Negócio: Enquadramento: CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO Designação: Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP, I.P.) Área de Negócio: Serviço público de emprego nacional responsável pela execução das políticas activas

Leia mais

SAÚDE Diagnóstico Social do Concelho de Cadaval

SAÚDE Diagnóstico Social do Concelho de Cadaval SAÚDE 54 A nível de equipamentos de saúde no concelho existem, um Centro de Saúde, uma Delegação de Saúde Pública e seis Extensões do Centro de Saúde, distribuídas pelas freguesias de Cadaval, Figueiros,

Leia mais

LICENCIAMENTO INDUSTRIAL - Regime de Exercício da Actividade Industrial (REAI)

LICENCIAMENTO INDUSTRIAL - Regime de Exercício da Actividade Industrial (REAI) LICENCIAMENTO INDUSTRIAL - Regime de Exercício da Actividade Industrial (REAI) O Regime para o Exercício da Actividade Industrial, foi aprovado a 29 de Outubro de 2008 pelo Decreto-Lei n.º 209/2008 e alterado

Leia mais