Editoração Eletrônica em LATEX
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1 Editoração Eletrônica em LATEX Bolsista: Lucas Bezerra da Silva Gabu Orientadora: Prof a. Dr a. Lynnyngs Kelly Arruda Saraiva de Paiva Sorocaba/SP - 07/06/2007
2 Sumário Prefácio vi 1 Conceitos Básicos Introdução Iniciando um Trabalho em L A TEX Acentuação Caracteres Especiais Caracteres no modo Matemático Estrutura geral de um Texto Espaçamentos e Parágrafos Tamanhos de letras e textos sublinhados Tipos de Letras e Exemplos Estilo e Numeração de Páginas Alterando as Margens Marcadores e Numeração Ambientes: center, ushleft, ushright, quotation e minipage Notas de Rodapé Referências Cruzadas Referências Bibliográcas Criando Novos Comandos O comando newtheorem Elaboração de Sumário Construindo um Índice Remissivo Criação de Capa Fórmulas, Matrizes e Tabelas Fórmulas matemáticas ii
3 SUMÁRIO iii Símbolos matemáticos Potências, índices e raízes Frações Somatórios, produtórios, uniões e interseções Subíndices Comando stackrel Limites Derivadas e integrais Vetores e barras Parênteses, colchetes e chaves Fórmulas químicas Matrizes Ambiente eqnarray Tabelas Comandos cline e multicolumn Diagramas e grafos Estilos de setas Rotação de diagramas Caixas e molduras Construindo Grafos Grácos e imagens O comando includegraphics O ambiente gure Inserindo guras Figuras lado a lado Inversão e rotação de guras Figuras ao lado de textos Apresentações e slides Alguns pacotes Construindo uma apresentação A Funções e símbolos matemáticos 62
4 Lista de Tabelas 1.1 Acentuação em Latex Caracteres Especias em Latex Textos Sublinhados Tamanho de Letras Tipos de Letras Principais unidades e equivalências Principais símbolos gregos usados Acentuação no modo matemático Tamanhos de delimetadores Gerenciamento de projetos Alguns estilos de setas Alguns tipos de molduras Opções do includegraphics A.1 Operações binárias A.2 Relações binárias A.3 Símbolos diversos A.4 Setas A.5 Símbolos diversos A.6 Símbolos de negações A.7 Construções diversas A.8 Funções matemáticas A.9 Símbolos, acentos e logotipos diversos iv
5 Lista de Figuras 1.1 Esquema de Conversões Circunferência de raio r Referências automatizadas Exemplo de inserção de gura Primeira gura Segunda gura Figura normal Figura invertida Figura rotacionada Figura ao lado de texto Exemplo de apresentação v
6 Prefácio Este trabalho destina-se principalmente a estudantes de graduação e interessados que queiram fazer seus trabalhos cientícos usando o L A TEX, o qual é um ótimo editor eletrônico de textos, uma vez que apresenta ótimos recursos para editoração de fórmulas matemáticas (ver exemplos na seção2 da página 25), químicas (ver exemplos na seção 2.2 da página 35) e outras. Portanto, este livro é elaborado de forma elucidativa para que não se tenha diculdade de editoração de um texto utilizando esta ferramenta. Além disso, o L A TEX é um software gratuíto, à disposição na Internet na forma de várias distribuições e pode ser executado em vários sistemas operacionais como ms-dos, Windows, Linux, entre outros. O L A TEX apresenta várias vantagens e algumas desvantagens em relação a outros sistemas. Enumeramos a seguir, algumas de suas principais vantagens e em seguida suas desvantagens. Denido-se a classe do documento e de acordo com as pré-denições, o L A TEX gera automaticamente 1. Sumário; 2. Índice de guras, tabelas; 3. Índice remissivo; 4. Página de bibliograa; 5. A numeração das páginas é composta pelas normas estabelecidas para a publicação; 6. Possui um Layout Lógico com utilização conveniente de macros; 7. Resultado tipográco superior com melhores recurso de hifenização; 8. Menores necessidades de hardware, ou seja, mesmo espaço para instalação e consumo inferior de recursos de sistema e muitas outras que serão vistos no decorrer deste trabalho. Agora veremos as poucas desvantagens: vi
7 LISTA DE FIGURAS vii 1. As tabelas são mais facilmente e rapidamente feitas em outros software; 2. É necessário aprender a trabalhar com um editor de textos apropriado; Assim, além dos recursos estraordinários do L A TEX suas vantagens se sobrepõem em muito suas desvantagens.
8 viii LISTA DE FIGURAS
9 Capítulo 1 Conceitos Básicos 1.1 Introdução No nal dos anos 70 Donald Knut cria 1, na Stanford Univerty, o TEX, que é um programa que pode ser usado na edição de textos. Em meados da década de 80 Leslie Lamport 2 cria o L A TEX, o qual é um conjunto de comandos adicionais para o TEX. Assim, o L A TEX é um sistema de tipograa feito para editoração eletrônica de documentos. Com ele é possível criar textos impressos de alta qualidade para as mais diversas áreas, especialmente cientícas, tais como, exatas, tecnológicas e biológicas. Ao contrário dos programas famosos, como o MS Word, um texto em L A TEX não é digitado na tela na forma como vai ser expresso. É digitado com vários comandos inseridos e pacotes (packages) especícos, que podem gerar de pequenos a longos artigos, slides, cartas, livros, etc. Para a criação de um texto em L A TEX, é necessário apenas um editor de texto, como por exemplo o WinEdit, o Edit do MS-DOS, o Emacs, dentre muitos outros. Um dos melhores editores distribuído gratuitamente para o Windows, a saber, o TeXnicCenter, que pode ser encontrado no site: Depois de digitado, o arquivo-texto pode ser criado com extensão.tex, e compilado em um arquivo-binário de extensão DVI (Device Independent). Com isso, o arquivo criado pode ser impresso ou visualizado na tela. É possível também a conversão do arquivo DVI em um outro no formato Post Script(PS) ou Portable Document Format (PDF) e apesar do PS não ser um mau software, o melhor e mais usado é o PDF, pois, além de ter sua distribuição grátis, possui ótima qualidade de imagem e produz um dos arquivos-textos mais leves dentre seus concor- 1 Professor emérito de arte de programação de computador na Universidade de Stanford 2 1
10 2 CAPÍTULO 1. CONCEITOS BÁSICOS rentes. Além dos programas citados, um documento feito em L A TEX pode ser também vizualizado ou impresso pelos programas que fazem parte do GS Tools (Ghost View/Ghost Script), que possuem distribuições gratuítas 3. Observe o esquema da gura 1.1 para as conversões. Para fazer essas conversões é muito simples, por exemplo se você estiver utilizando o Texnic- Editar.tex Latex Visualizar, Imprimir.DVI Y ap GhostV iew DV IP S Visualizar, Imprimir.PS P DF Latex GhostScript.PDF Ghostview Visualizar, imprimir Figura 1.1: Esquema de Conversões Center, após sua conguração, na barra de ferramentas basta clicar em Build current le para compilar e logo após visualizar no formato desejado, que está selecionado também na barra de ferramentas em output prole. Se estiver utilizando o Winedit, que é um dos melhores editores, mas não é free, basta na barra de ferramentas clicar em L A TEX ou PDFL A TEX e logo após escolher o visualizador, que também esta visível na barra de ferramentas. Mas para que haja a compilação, é necessário se ter instalado o software MikTeX, que também distribuído gratuitamente e pode ser encontrado, por exemplo, em Iniciando um Trabalho em L A TEX Antes de tudo, qualquer comando no L A TEX como pode ser visto no exemplo abaixo: Exemplo 1.1 : deve ser precedido de uma barra invertida(\), $$f(x)=x^4-3x^2 + 1$$ 3 ghost/
11 1.2. INICIANDO UM TRABALHO EM L A TEX 3 que produz: f(x) = x 4 3x onde a expressão entre os sifrões indica ser uma espressão matemática. Ao iniciar um trabalho em L A TEX, é necessário denir que tipo de documento será elaborado. Ao iniciar o texto, no prompt de comando é imprescindível começar com o comando: \documentclass[opções]{classe}; onde em opções pode conter informações sobre tamanho de letras, tipos e tamanhos de folhas, preferências de impressão, etc, como por exemplo a4paper(papel A4), letterpaper(papel tamanho carta), twocolumn(texto em duas colunas), twoside(impressão nos dois lados do papel) e outras. Já o parâmetro classe dene o estilo do texto a ser digitado, como por exemplo article(artigo), book(livro), slides(transparências) e letter(cartas). Depois de denidos esses parâmetros, é necessário estabelecer quais tipos de pacotes serão usados; deve-se digitar no prompt de comando \usepackage, onde devem ser digitados parâmetros, ou seja, pacotes especícos do L A TEX, que aumentam muito a capacidade de opções, como tabelas, matrizes, dentre outros. Alguns dos pacotes mais utilizados no L A TEX são tratados no decorrer deste livro. Um texto sempre começa com o comando \begin{document} e termina com \end{document}. Ilustramos abaixo com um exemplo simples, os comandos básicos necessários para se iniciar um documento 4, do tipo artigo cientíco, em L A TEX. Exemplo 1.2 : \documentclass[twocolumn]{article} \begin{document} Elaboracao do texto \end{document} 4 Outro tipo de exemplo de documento pode ser visto na no exemplo 1.9 da página 11.
12 4 CAPÍTULO 1. CONCEITOS BÁSICOS Além desses comandos, no preâmbulo, 5 também são muito utilizados os comandos \author{autor} e \title{título}, que denem o autor e o título do documento respectivamente. Se esses dois últimos comandos tiverem sidos usados é necessário o uso do \maketitle no preâmbulo. 1.3 Acentuação Acentuações são úteis principalmente para confecções de textos em língua latína e demais línguas que fazem uso de acentuação. As regras para acentuação no L A TEX são simples e estão ilustradas na tabela abaixo: \ a á \ a à \ a ã \ A Á \ i í \i \ {\i} í \ I Í \ o ô \c c ç \c C Ç \ o ö \ u ü \ n ñ \ e ê \j Tabela 1.1: Acentuação em Latex Todas as regras de acentuação seguem o mesmo esquema da tabela acima. Há pacotes que facilitam o uso dos caracteres acentuados quando denidos no preâmbulo, como por exemplo o \usepackage[portuges]{babel}, que faz com que o L A TEX use as regras gramaticais da língua portuguesa sem a necessidade das barras e o \usepackage[latin1]{inputenc} pode ser usado para colocar acentos sem barras invertidas. 1.4 Caracteres Especiais Vários caracteres apresentam signicados pré-denidos pelo L A TEX e são essenciais para a produção do texto. Por exemplo o cifrão é usado para o início e\ou m de expressões em modo matemático (ver seção 1.4.1), o & é usado para separar colunas em matrizes e tabelas, o símbolo de percentegem (%) é usado para que textos ou comandos não apareçam na impressão e, além destes, outros que serão vistos no decorrer deste trabalho. Para ver como esses caracteres podem ser usados sem seus signicados pré-estabelecidos, veja a tabela 1.2 da página 5. 5 O preâmbulo é o espaço compreendido entre o \documentclass e o \begin{document}
13 1.4. CARACTERES ESPECIAIS 5 Símbolo Digita-se Símbolo Digita-se Símbolo Digita-se $ \$ & \& \dag % \% # \# Ÿ \S _ \_ { \{ \P } \} \ c \copyright \ \ $\backslash$ \pounds Tabela 1.2: Caracteres Especias em Latex Caracteres no modo Matemático Como já dito na seção 1.4, da página 4, toda vez que for digitar uma expressão matemática, esta deve estar sempre entre cifrões 6 ( $... $, ou $$... $$), onde a segunda forma destaca mais a expressão matemática. Além disso, se for necessário, pode-se usar um texto também entre cifrões, assim este cará também no modo matemático 7. Veja alguns exemplos abaixo: Exemplo 1.3 : A área e comprimento (c) de uma circunferência de raio r são respectivamente: área = πr 2 e comprimento = 2πr; c r Figura 1.2: Circunferência de raio r Exemplo 1.4 : Dizemos que uma função f : A R é crescente em [a, b] se, e somente se: x 2 > x 1 f (x 2 ) > f (x 1 ), x 1, x 2 [a, b]. 6 Podem ser utilizados outros ambientes para se obter o modo matemático, como por exemplo os ambientes equation e eqnarray, que serão vistos mais adiante. 7 No modo matemático, os espaços desnecessários são eliminados.
14 6 CAPÍTULO 1. CONCEITOS BÁSICOS 1.5 Estrutura geral de um Texto Um texto, em princípio, é constituído de parágrafos, espaços em branco, formatações, palavras sublinhadas, etc, até divisões em capítulos, secões, subseções, subsubseções e assim por diante. O L A TEX apresenta comandos que facilitam, de forma geral, a insersão dessas estruturas. Na classe article, por exemplo, é comum se ter no início do texto um abstract (resumo). Isto é feito colocando-se o abstract entre \begin{abstract}... \end{abstract} Espaçamentos e Parágrafos Espaços em branco são espaçamentos que podem ser colocados através de uma ou mais barras invertidas com espaços 8 entre elas. Observe o exemplo abaixo: Exemplo 1.5 : \{Universidade Federal de S\~ao Carlos\} Produz após compilado: {Universidade Federal de São Carlos} Agora com os espaços, temos: \{Universidade \ \ Federal \ \ \ \ de \ \ \ \ \ \ \ \ \ \ \ \ \ \ S\~ao Carlos\} Que produz no L A TEX : {Universidade Federal de São Carlos} Pode-se usar também o comando \hspace{espaço} para criar espaços horizontais e \vspace{espaço} para espaços verticais, onde o parâmetro espaço pode ser observado na tabela 1.6 da página 12. Para começar um novo parágrafo, basta digitar duas barras invertidas sem espaço ou o comando \newline. Um outro comando semelhante ao citado anteriormente é o \linebreak, este comando 8 Note a diferença entre \ \ e \ \
15 1.5. ESTRUTURA GERAL DE UM TEXTO 7 justica o texto em toda linha. Veja uma comparação simples no exemplo abaixo: Exemplo 1.6 : Exemplo de um par\'agrafo comum \\ Exemplo de um par\'agrafo \\ comum Exemplo de um \\ par\'agrafo comum Exemplo \\ de um par\'agrafo comum \\ Exemplo de um par\'agrafo comum. Após Compilado: Exemplo de um parágrafo comum Exemplo de um parágrafo comum Exemplo de um parágrafo comum Exemplo de um parágrafo comum Exemplo de um parágrafo comum. Com \linebreak: Exemplo de um par\'agrafo comum \linebreak Exemplo de um par\'agrafo \linebreak comum Exemplo de um \linebreak par\'agrafo comum Exemplo \linebreak de um par\'agrafo comum \linebreak Exemplo de um par\'agrafo comum. Após compilado: Exemplo de um parágrafo comum Exemplo de um parágrafo comum Exemplo de um parágrafo comum Exemplo de um parágrafo comum Exemplo de um parágrafo comum. Um outro comando pouco utilizado, é o \pagebreak, esse comando provoca uma quebra na página onde ele é inserido.
16 8 CAPÍTULO 1. CONCEITOS BÁSICOS Comandos: \hll, \dotll e \hrulell \hll funciona de forma análoga ao \hspace, onde o espaço em branco na linha, é maximizado. Semelhante ao \hll, os comandos \dotll e \hrulell produzem espaços em branco com pontos e retas horizontais respectivamente, como pode ser visto no exemplo que se segue. Exemplo 1.7 : exemplo \hfill exemplo\\ exemplo \dotfill exemplo\\ exemplo \hrulefill exemplo\\ Compilando gera pelo L A TEX : exemplo exemplo exemplo exemplo exemplo exemplo Tamanhos de letras e textos sublinhados Pode-se produzir com o L A TEX, vários tamanhos de letras e tipos de sublinhados 9 como podem ser vistos nas tabelas 1.4 e 1.3. Na próxima seção veremos um exemplo usando esses comandos e os comandos denidos na tabela 1.5. Comandos \uline{sublinhado Simples} \uuline{sublinhado Duplo} \uwave{sublinhado Curvo} \sout{risco no meio} Resultados sublinhado Simples sublinhado Duplo sublinhado Curvo Risco no meio \xout{muito Riscado} Muito///////////// Riscado Tabela 1.3: Textos Sublinhados 9 Para usar os sublinhados é necessário ter instalado o pacote ulem.sty e digitar no preâmbulo \usepackage[normalem]{ulem}
17 1.5. ESTRUTURA GERAL DE UM TEXTO 9 Comando {\tiny Letra} {\scriptsize Letra} {\footnotesize Letra} {\small Letra} {\normalsize Letra} {\large Letra} {\Large Letra} {\LARGE Letra} {\huge Letra} {\Huge Letra} Resultado Letra Letra Letra Letra Letra Letra Letra Letra Letra Letra Tabela 1.4: Tamanho de Letras Tipos de Letras e Exemplos O L A TEX permite a criação de vários tipos de letras. Na tabela 1.5, estão listados os principais tipos e comandos para formá-las. Para utilizar o comando \textcalligra, é necessário ter Comando {\rm Romano} {\bf Negrito} {\it Itálico} {\sl Inclinado} {\sc Letra de Forma} {\tt Máquina de Escrever} {\sf Sans Serif} {\mdseries Medium Series} {\textcalligra {Caligraa}} Resultado Romano Negrito Itálico Inclinado Letra de Forma Máquina de Escrever Sans Serif Medium Series Caligraa Tabela 1.5: Tipos de Letras
18 10 CAPÍTULO 1. CONCEITOS BÁSICOS instalado o pacote calligra e inicializado no preâmbulo. Todos os comandos da tabela 1.5, são equivalentes a \textformato, onde formato é dado por rm, bf, etc. Veja agora um exemplo utilizando os comandos 10 das tabelas 1.5, 1.4 e 1.3: Exemplo 1.8 : {\huge Exemplo} {\small de uso} {\rm {\uline de formata\c c\~ao}} de {\tt {\uuline Letras} {\it usando} {\uwave {\large comandos}} {\xout {\sc das tabelas acima}}. Produz no L A TEX : Exemplo de uso de formatação de Letras usando comandos //////////////////////////////// das tabelas acima. Observe abaixo um exemplo de texto na classe book. A numeração de capítulos, seções, subseções é feita de forma automática pelo L A TEX. Exemplo 1.9 : \documentclass[a4paper,twoside]{book} \usepackage[brasil]{babel} \usepackage{amssymb} \usepackage[latin1]{inputenc} \title{a conquista do Espaço} \author{alberto Fonseca Pires} \begin{document} \maketitle \chapter*{prefácio} \addcontentsline{toc}{chapter}{prefácio} %Classe livro (book) %pacotes utilizados %título %autor 10 Observe que para textos ou frases sejam formatados inteiros, é necessário que eles estejam entre {... }, como pode ser visto nas últimas palavras, das tabelas acima do exemplo 1.7
19 1.5. ESTRUTURA GERAL DE UM TEXTO \chapter{a História do Universo} %Capítulo \section{as Estrelas} %Seção \chapter{o Homem e o Universo} \chapter{conclusões}... \appendix %Apêndice... \chapter{consideraçoes Finais}... \end{document} %Finalização Observe que em \chapter*{prefácio}, há um asterístico antes de {Prefácio}, ele serve para que o L A TEX não numere este capítulo, mas para isso é preciso entrar com o comando \addcontentsline{arquivo}{unidade}{entrada}, onde arquivo pode ser toc se unidade for capítulo, seção ou subseção, lof se unidade for gura e lot se unidade for tabela. A entrada é o título a ser acrescentada Estilo e Numeração de Páginas O estilo 11 de uma página pode ser denida através do comando \pagestyle{estilo}, onde estilo pode ser: empty O cabeçalho e o rodapé são vazios, ou seja, sem numeração de páginas. plain O cabeçalho é vazio e o rodapé contém somente o número da página centralizado.( default 11 Se quiser mudar o estilo de apenas uma página use o comando \thispagestyle{estilo}
20 12 CAPÍTULO 1. CONCEITOS BÁSICOS do L A TEX ). headings O cabeçalho contém o número da página e as informações sobre o texto (capítulo, seção,...). Através do comando \pagenumbering{numeração}, é possível numerar as páginas com números arábicos, letras ou algarismos romanos. Para isso, basta substituir numeração por arabic (algarismos arábicos), alph (letras minúsculas), Alph (letras maiúsculas), roman (algarismos romanos minúsculos) e Roman (algarismos romanos maiúsculos) Alterando as Margens Para alterar as margens usa-se o comando \setlength{variável}{medida}, onde variável tem os seguintes parâmetros: {voset} Para alterar margem superior; {hoset} Para alterar margem esquerda; {textwidth} Largura do texto; {textheight} Altura do texto; Observe na tabela 1.6 algumas das principais medidas usadas pelo L A TEX : Unidade Nome Equivalência mm milímetro 1mm = 2.845pt pt ponto 1pt = 1/72.27 cm centímetro 1cm = 10mm in polegada 1in = 25.4mm pc pica 1pc = 12pt Tabela 1.6: Principais unidades e equivalências Marcadores e Numeração Para criar marcadores e numeração no L A TEX, basta digitar no prompt de comando \begin{ambiente}, onde ambiente pode ser: itemize(faz bolinhas), enumerate(faz números) ou description
21 1.5. ESTRUTURA GERAL DE UM TEXTO 13 (mostra item fornecido entre colchetes). Observe dois exemplos abaixo para os ambientes itemize e description, o ambiente enumerate segue a mesma linha de raciocínio do itemize: Exemplo 1.10 : As maiores tipos fontes de energia no Brasil s\~ao: \begin{itemize} \item Hidr\'aulica; \item T\'ermica; \item Petr\'oleo; \end{itemize} Que, após compilado, gera: As maiores tipos fontes de energia no Brasil são: Hidráulica; Térmica; Petróleo; Exemplo 1.11 : Os tr\^es pa\'{\i}ses mais populosos do mundo s\~ao: \begin{description} \item [China] com aproximadamente 1.8 bilhões de pessoas, \item [Índia] com aproximadamente 1.3 bilhões, \item [Estados Unidos] com cerca de 280 milhões. \end{description} Que, após compilado, gera: Os três países mais populosos do mundo são: China com aproximadamente 1.8 bilhões de pessoas,
22 14 CAPÍTULO 1. CONCEITOS BÁSICOS Índia com aproximadamente 1.3 bilhões e Estados Unidos com cerca de 280 milhões. Se quiser usar outro tipo de marcação, basta após o parâmetro item inserir uma marcação entre colchetes. Exemplo 1.12 : \begin{enumerate} \item Usando o \LaTeX: \begin{itemize} \item Pacotes \item[*] Comandos \item[-] Programas \end{enumerate} \end{itemize} Após compilado pelo L A TEX : 1. Usando o L A TEX: Pacotes * Comandos - Programas Ambientes: center, ushleft, ushright, quotation e minipage Os ambientes sempre começam com um \begin{ambiente} e terminam com \end{ambiente}. O center centraliza o texto na página, o ushleft ajusta o texto à esquerda da página e ushright à direita. O ambiente quotation é usado basicamente para citações no texto. Nesse tipo de ambiente o tamanho da linha é reduzido automaticamente. Observe a citação abaixo: Exemplo 1.13 :
23 1.5. ESTRUTURA GERAL DE UM TEXTO 15 \begin{quotation} ``A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las.'' \hfill {\it Aristóteles, filósofo grego}. \end{quotation} Após copilado o fragmento acima: A grandeza não consiste em receber honras, mas em merecê-las. Aristóteles, lósofo grego. Uma minipage é uma espécie de caixa de texto, mas sem moldura. É inicializado com \begin{minipage}[alinhamento]{largura} e nalizado \end{minipage}. O parâmetro largura é obrigatório 12 e alinhamento é opcional dado por c(centro), t(topo) e b(fundo), determinando a região preferencial de localização da minipage. Pode ser utilizada para escrever poemas, estrófes, denições e outros. Observe um exemplo de utilização de minipage para a denição de populismo no Brasil dado por Otávio Ianni. Exemplo 1.14 : \begin{center} \begin{minipage}[ctb]{6cm} ``Ao mesmo tempo que governantes atendem a uma parte das reivindicações do proletariado urbano, as massas passam a desempenhar papéis políticos reais, ainda que secundários.trata-se de um movimento político, antes do que um partido político. Está em relação dinâmica com a urbanização e os desenvolvimentos do setor terciário da economia brasileira. Mais ainda, o populismo está relacionado tanto com o consumo em massa como com o aparecimento da cultura de massa. Em poucas palavras, o populismo brasileiro é a forma política assumida pela sociedade de massas no país.'' \end{minipage} \end{center} 12 veja a tabela 1.6 da página 12
24 16 CAPÍTULO 1. CONCEITOS BÁSICOS Após a compilação 13 : Ao mesmo tempo que governantes atendem a uma parte das reivindicações do proletariado urbano, as massas passam a desempenhar papéis políticos reais, ainda que secundários.trata-se de um movimento político, antes do que um partido político. Está em relação dinâmica com a urbanização e os desenvolvimentos do setor terciário da economia brasileira. Mais ainda, o populismo está relacionado tanto com o consumo em massa como com o aparecimento da cultura de massa. Em poucas palavras, o populismo brasileiro é a forma política assumida pela sociedade de massas no país Notas de Rodapé As notas de rodapé podem ser criadas através do comando \footnote{nota}, onde "nota" é o texto de rodapé. Se quiser usar letras ao invés de números nos textos de nota, veja na seção o exemplo 1.21 da página 21 como proceder. Exemplo 1.15 : Os testes de hipótese estatísticos\footnote{\'e uma afirmação sobre os par\^ametros de uma ou mais popula\c c\~oes}, são amplamente usados para tomadas de decisão em variados tipos 13 Foi utilizado no preâmbulo os pacotes \usepackage[portuges]{babel} e \usepackage[latin1]{inputenc} para acentuar as palavras sem a necessidade das barras invertidas.
25 1.5. ESTRUTURA GERAL DE UM TEXTO 17 de processos e cituações, em que deve-se considerar se as hipóteses são nulas ou alternativas. Após compilado: Os testes de hipótese estatísticos 14, são amplamente usados para tomadas de decisão em variados tipos de processos e cituações, em que deve-se considerar se as hipóteses são nulas ou alternativas Referências Cruzadas Para se fazer uma referência a determinada região do texto, o L A TEX se apresenta muito eciente. Para isso, deve-se denir uma marca em um local através do comando \label{marca} e fazer a referência com o comando \ref{marca} 15. Para inserir também o número da página, basta utilizar o comando \pageref{marca}. Exemplo 1.16 : Para saber como fazer referências cruzadas ver seção \ref{ref:cruz} na página \pageref{ref:cruz} Após compilado: Para saber como fazer referências cruzadas ver seção na página 17 O comando \ label{ref:cruz} foi denido da seguinte forma: \subsection{referências Cruzadas} \label{ref:cruz}. Para evitar que o L A TEX separe duas palavras ou um número de palavra(como nas referêcias cruzadas), é recomendável fazer uso do til. palavra \ref{...}. 14 é uma armação sobre os parâmetros de uma ou mais populações 15 O termo marca deve ser o mesmo para os dois comandos Isso pode ser feito da seguinte forma:
26 Referências Bibliográcas Referências bibliográcas são extremamente importante em documentos cientícos, pois garante a conabilidade do trabalho. No L A TEX, as referências podem ser construídas manualmente ou de forma automática. Manualmente, através do comando \begin{thebibliography}{largura}... \end{thebibliography}, pode ser produzido tais referências. O parâmetro largura pode ser entendido como a quantidade máxima de ítens que podem ser utilizados na bibliograa. Cada ítem da bibliograa deve iniciar com o comando \bibitem{marca}. A marca serve apenas para referências dentro do texto, não sendo impressa no nal do documento. Se for necessário citar as referências dentro do texto, basta utilizar o comando \cite{marca}. Exemplo 1.17 : Para maiores informações sobre a teoria da administração veja a literatura (1) e para aplicações modernas de probabilidade, veja (2) Referências Bibliográcas [1], Nigel. Chambers, Stuart. Johnston, Robert. Administração da Produção : Segunda Edição. São Paulo: Atlas, [2] Porto da Silveira, J.F. Aplicações modernas das probabilidades. Disponível em: < portosil/passa6b.html>. Acesso em: 1 Dezembro O exemplo acima foi criado da seguinte maneira: Para maiores informações sobre a teoria da administração veja a literatura \cite{slack} e para aplicações modernas de 18
27 1.5. ESTRUTURA GERAL DE UM TEXTO 19 probabilidade, veja \cite{silveira}.\\ \begin{thebibliography}{2} \bibitem{slack}, Nigel. Chambers, Stuart. Johnston, Robert. {\bf Administração da Produção} : Segunda Edição. São Paulo: Atlas, \bibitem{silveira} Porto da Silveira, J.F. {\bf Aplicações modernas às probabilidades}. Disponível em: < Acesso em: 1 Dezembro \end{thebibliography} Os ítens bibliográcos podem ser identicados por números, como neste exemplo, ou por nomes. Para utilizar os nomes em referências, é necessário fazer uso do comando \bibitem seguinte forma: \bibitem[nome]{marca}, onde o parâmetro entre colchetes é o nome referido. É impotante salientar, que nas classes report e book, as referências bibliográcas serão deslocadas sempre para a próxima página do documento. Para automatizar a tarefa de construir as entradas bibliográcas utiliza-se um utilitário chamado BibTeX. Assim, em vez do ambiente thebibliography, usa-se os seguintes comandos: \bibliographystyle{estilo} \bibliography{bibliograa} Em que: estilo.bst é o parâmetro que formata as bibliograas e são imensos podendo ser encontrados em kjt/software/latex/showbst.html; bibliograa é o nome do nome.bib gerado pelo usuário. Utiliza-se \nocite{etiqueta} para inserir um item na bibliograa sem citar no texto. Além disso, se usar \nocite{*}, inclui todos os elementos bibliográcos sem citar no texto. Utiliza-se o comando \cite{} para citar referências dentro do texto. As bibliograas são formatadas automaticamente no L A TEX, sendo apenas necessário introduzir os dados corretamente. Abra um novo documento no L A TEX e salve como nome.bib, em seguida, sigua os passos da gura 1.3 e contrua a referência. Feito isso, continue trabalhando no seu
28 20 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS documento.tex mantendo o nome.bib aberto. Assim, quando for incluir o capítulo de referências no trabalho, entre com os comandos \bibliographystyle{estilo} \bibliography{nome} e estará pronta a bibliograa automaticamente. Para facilitar a formatação das referências, no editor de textos (nesse caso WinEdit) vá em Insert, no menu, BibTeX Itens e em seguida escolha a classe do seu trabalho. Se for o TeXnicCenter vá em Build e em seguida BibTex. Isso trará o seguinte resultado (foi inserido nesse exemplo a classe book no WinEdit): Exemplo 1.18 : Figura 1.3: Referências automatizadas As informações bibliográcas devem ser inseridas no lugar dos asterísticos e os ítens que não forem necessários no documento poderão ser excluídos. 1.6 Criando Novos Comandos Através de comandos pré-existentes é possível agrupá-los em um só englobando suas tarefas ou minimizar seu tamanho economizando tempo na elaboração de um trabalho. No prompt de comando digita-se \newcommand{novo-comando}{denição}, onde novo-comando é um parâmetro denido pelo usuário e denição é um comando pré-existente.
29 1.6. CRIANDO NOVOS COMANDOS 21 Observe uma forma de utilização simples desse comando. Exemplo 1.19 : \newcommand{\la}{\latexe} Com essa denição, o comando \LaTeXe será substituído por \la bem mais fácil de trabalhar. Seu resultado é o seguinte:... L A TEX 2 ε. O \newcommand também pode ser utilizado de forma mais sosticada, ou seja, com agrupamento de comandos. Dessa forma sua sintaxe será \newcommand{novo-comando}[num]{denição}, onde o termo num especica quantos parâmetros terá meu novo comando. Exemplo 1.20 : \newcommand{\format}[2]{{\it #1} \hspace{3cm}{\sc #2}} Entre os colchetes temos o número 2 que indica dois parâmetros, ou seja, #1 e o #2 e é declarado \format{nome1}{nome2}, onde nome1 tem formatação itálica e nome2 em letra de forma, com 3cm entre eles. Veja como ca: nome1 nome2 Se for necessário redenir um novo comando para atender novas especicações em um documento, utiliza-se o \renewcommand, cuja sintaxe é semelhante ao \newcommand. Como exemplo, vamos redenir o comando \footnote através do \thefootnote para geração de letras ao invés de números. Exemplo 1.21 : \renewcommand{\thefootnote}{\alph{footnote}} Exemplo de utilização do \renewcommand usando letras p no lugar de números. O \renewcommand também pode ser usado para denir espaçamentos diferentes do padrão entre as linhas. Isso pode ser deninido da seguinte forma: p para declarar este comando utiliza-se o \footenote{...}.
30 22 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS \renewcommand{\baselinestretch}{2.0} A variável \baselinestretch dene o novo espaçamento (o padrão do L A TEX é 1.0) e deve ser declarado onde se deseja a alteração. Se quiser alterar o espaçamento em todo texto, deve-se declarar o comando acima no preâmbulo O comando newtheorem O comando \newtheorem{novo ambiente}{título}[numeração] cria um ambiente para se editar teoremas, corolários, hipóteses, observações, etc. No parâmetro novo ambiente, deve ser digitado o ambiente criado, o título será o nome impresso na tela e numeração é a base de números dados ao título. Após denido o comando, deve-se iniciá-lo com \begin{ambiente}... e nalizá-lo com \end{ambiente}. Para melhor entendimento de utilização desse comando, observe o exemplo abaixo: Exemplo 1.22 : \newtheorem{teorema}{teorema}[section]; O termo teo é a entrada de comando, o Teorema é o título e o parâmetro entre colchetes é opcional 17 e signica que a numeração segue o mesmo sistema da seção onde o teorema está descrito. \begin{teo}[pitágoras] A soma dos quadrados dos catetos de um triângulo retângulo, é igual ao quadrado de sua hipotenuza; \end{teo} \begin{teo}[gauss] A curvatura gaussiana depende somente da primeira forma quadr\'atica; \end{teo} 17 Se não usar esse parâmetro a numeração será automática, ou seja, do 1 em diante.
31 1.7. ELABORAÇÃO DE SUMÁRIO 23 Teorema (Pitágoras). A soma dos quadrados dos catetos de um triângulo retângulo, é igual ao quadrado de sua hipotenuza; Teorema (Gauss). A curvatura gaussiana depende somente da primeira forma quadrática; 1.7 Elaboração de Sumário Um sumário é parte impotante de um trabalho de texto, pois é através dele que se pode localizar rapidamente um assunto do documento. Para a construção de um sumário no L A TEX, basta depois de \begin{document}, digitar o comando \tableofcontents, assim, o sumário é inserido automaticamente no início do documento. Da mesma forma é possível inserir uma lista de guras e de tabelas apenas digitando \listogures e \listoftables respectivamente. É comum utilizar numeração romana em sumários, prefácio, e outros. Para isso, o comando \frontmatter 18 tem o seguinte efeito: Faz com que a paginação, caso tenha, seja em algarismo romano minúsculo; Reseta a paginação seguinte; Faz com que os capítulos não tenha enumeração. De forma análoga, o comando \mainmatter 19 produz a enumeração das páginas em algarismos arábicos, reseta a contagem das páginas, os capítulos serão enumerados e será inserido a denominação capítulo junto com o título. 1.8 Construindo um Índice Remissivo A construção de um índice remissivo é denida pelo L A TEX através da inserção do pacote makeidx (\usepackage{makeidx}) e sua ativação pelo comando \makeindex, ambos declarados no preâmbulo. Feito isso, siga os seguintes passos para acrescentar itens no índice. Onde será impresso o índice remissivo, entre com o comando \printindex; Através do comando \index{entrada}, adicione quantos itens forem necessários (no local da entrada) para a construção do índice; 18 somente book tem este comando (se for report, precisara de ajuste manual) 19 segue a mesma restrição de \frontmatter.
32 24 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS A entrada deve ser digitada à parte, por exemplo: \section{tabelas} \index{tabelas}; Se for necessário uma sub-entrada faça: \index{entrada!sub-entrada}; Quando um item refere-se ao outro, usa-se \index{item see{referências}} Após seguido os passos acima, para produzir o índice remissivo, execute o L A TEX, vá em acessórios-make Index execute-o e, novamente execute o L A TEX. 1.9 Criação de Capa Uma capa pode ser criada através do comando \maketitle utilizando os dados inseridos em \title, \author e \date. Mas esse tipo de capa é muito simples e pode não atender a especicações das várias normas existentes. Um comando eciente para elaboração de capas é o titlepage, onde pode ser criado capas de acordo com as normas, sem a necessidade de usar os comandos \maketitle, \title e outros. Observe um exemplo simples de capa: Exemplo 1.23 : \begin{titlepage} \begin{center} {\huge {{\bf Univesidade Federal de São Carlos}\\ {{\large \it Campus Sorocaba}}}}\\ \vspace{8cm} {\huge {\bf Conceitos Básicos do \LaTeX}}\\ \vspace{12cm} {\large Bolsista: Lucas Bezerra da Silva Gabu\\ Coordenadora: Prof a. Dr a. Lynnyngs\\ Sorocaba/SP - 07/06/2007\\} \end{center} \end{titlepage}
33 Capítulo 2 Fórmulas, Matrizes e Tabelas Neste capítulo serão apresentados comandos para geração de fórmulas, expressões e símbolos matemáticos, fórmulas químicas, matrizes e tabelas. 2.1 Fórmulas matemáticas Lembrando que as expressões matemáticas devem sempre vir entre os caracteres $...$ ou $$...$$. Onde as expressões entre $$...$$ são mostradas centralizadas e são mais enfatizadas no texto do que expressões entre $...$. Além disso, no ambiente matemático pode-se utilizar o comando \begin{displaymath}... \end{displaymath}, que é equivalente ao cifrão duplo. Ainda neste ambiente é possível numerar as equações, para isso utiliza-se o comando \begin{equation}... \end{equation}, em combinação com \label{marca}, veja como exemplos as equações do exemplo Há várias funções que são pré-denidas pelo L A TEX, tais como o \cos, \log, \exp, entre outras. Abaixo são mostrados alguns exemplos de funções matemáticas simples. Exemplo 2.1 : $\cos(x)$ cos(x) $cos(x)$ cos(x) $\sin(x)$ sin(x) $sen(x)$ sen(x) $\sec(x)$ sec(x) $sec(x)$ sec(x) $f(x)=\log(2x + 1)$ f(x) = log(2x + 1) $f(x)=2x + 2$ f(x) = 2x + 2 Obs: O cos(x) declarado sem a barra invertida é interpretado como o produto de três variáveis. Algumas funções não estão denidas pelo L A TEX, para deni-las basta utilizar o comando \textrm{função}. Exemplo 2.2 : 25
34 26 CAPÍTULO 2. FÓRMULAS, MATRIZES E TABELAS $\textrm{arc cos}(x)$ arc cos(x) $\textrm{arc tgh}(x)$ arc tgh(x) Para ver quais funções são denidas pelo L A TEX, observe a tabela A.8 do apêncice A Símbolos matemáticos Os símbolos matemáticos são facilmente gerados pelo L A TEX através de comandos especícos. Esses símbolos, geralmente, são algarismos gregos, que são amplamente usados, além da matemática, também na física e química. Eles podem ser gerados conforme a tabela 2.1 abaixo: Comando Símbolo Comando Símbolo Comando Símbolo \alpha α \iota ι \kappa κ \theta θ \vartheta ϑ \mu µ \beta β \omega ω \zeta ζ \gamma γ \delta δ \Delta \epsilon ɛ \varepsilon ε \nu ν \rho ρ \varrho ϱ \eta η \pi π \Pi Π \varpi ϖ \phi φ \Phi Φ \varphi ϕ \sigma σ \Sigma Σ \xi ξ \Xi Ξ \lambda λ \Lambda Λ \psi ψ \Psi Ψ \Upsilon Υ \Theta Θ \Omega Ω \Gamma Γ \chi χ \upsilon υ \tau τ Tabela 2.1: Principais símbolos gregos usados Outros tipos de letras são também muito utilizados no modo matemático para denotar conjuntos numéricos, e outras funções. Para fazer uso desse tipo de letra é necessário ter iniciado no preâmbulo com o pacote amssymb e utililizar o comando \mathbb{letra}. Exemplo 2.3 : Uma função de R em R, é quadrática quando associa a cada número real x
35 2.1. FÓRMULAS MATEMÁTICAS 27 o número real f(x), ou seja, $f : \mathbb{r} \longrightarrow \mathbb{r}$, $f(x)= ax^2+bx+c$, com $a \neq 0$.\\ O número de elementos de AxB é dado por: $N(\cal{A} \times \cal{b})= N(\cal{A}).N(\cal{B}). Uma função de R em R, é quadrática quando associa a cada número real x o número real f(x), ou seja, f : R R, f(x) = ax 2 + bx + c, com a 0. O número de elementos de AxB é dado por: N(A B) = N (A).N (B). Ainda no modo matemático, para utilizar-se de palavras acentuadas é necessário fazer uso de alguns comandos, conforme tabela 2.2 abaixo. comando \hat{a} \grave{a} \check{a} \dot{a} \ddot{a} \acute{a} \breve{a} \tilde{a} \widehat{a} \widetilde{a} Resultado â à ǎ ȧ ä á ă ã Â Ã Tabela 2.2: Acentuação no modo matemático No apêndice A deste livro há uma tabela com outros tipos de símbolos usados no ambiente matemático Potências, índices e raízes Para elevar um número a uma determinada potência, no L A TEX, utiliza-se o parâmetro e para gerar índices _. Uma raiz quadrada pode ser gerada apenas utilizando-se o comando \sqrt{radicando}, já uma raíz n-ésima pode ser gerada por \sqrt[n]{radicando}, onde n é o
36 28 CAPÍTULO 2. FÓRMULAS, MATRIZES E TABELAS índice. Exemplo 2.4 : $a^m.a^p=a^{m+p}$; \ \ \ \ $a^{b^c}$; \ \ \ \ $x^{2n-1};$ \\; $\sigma^2\chi_0^2=(n-1)s^2$; \ \ \ \ $\beta=\{-t_{\alpha/2,n-1}\leq T_0 \leq t_{\alpha/2,n-1} \ \ \delta \neq 0\}$;\\ $sqrt{3}$; \ \ \ \ $sqrt[7]{x^4 + 1}$; \ \ \ \ $\sqrt[5]{\sqrt[4]{2x - 1}\ sqrt[3]{\sqrt{x^2 + 3x - 1}}\sqrt{2}}.$ Após compilado gera respectivamente: a m.a p = a m+p ; a bc ; x 2n 1 ; σ 2 χ 2 0 = (n 1)S 2 ; β = { t α/2,n 1 T 0 t α/2,n 1 δ 0}; 3 7 x x 1 x2 + 3x Frações O comando mais utilizado para construção de frações no L A TEX é o \frac{numerador}{denominador}. Observe alguns exemplos de utilização deste comando antes e depois da compilação. Exemplo 2.5 : Antes: $\chi_0^2=\frac{(n-1)s^2}{\sigma^2}$;\\ $f(x)=\frac{1}{2^{k/2}\gamma(k/2)}x^{(k/2)-1}e^{-x/2}$ com $x>0$;\\ $d=\frac{ \mu-\mu_0 }{\sigma}$;\\ $P\Bigl(-t_{\alpha/2,n-1}\leq \frac{\bar X -\mu}{s/\sqrt{n}}\leq t_{\alpha/2,n-1}\bigr)=1-\alpha$;\\
37 2.1. FÓRMULAS MATEMÁTICAS 29 $x_{1,2}=\frac{-b \pm \sqrt{\delta}}{2a}$. Depois: χ 2 0 = (n 1)S2 σ 2 ; f(x) = 1 2 k/2 Γ(k/2) x(k/2) 1 e x/2 com x > 0; d = µ µ 0 σ ; ( ) P t α/2,n 1 X µ S/ t n α/2,n 1 = 1 α; x 1,2 = b± 2a Somatórios, produtórios, uniões e interseções Somatórios, produtórios, uniões e interseções, possuem interfaces semelhantes e são facilmente geradas no L A TEX através dos comandos: \sum_{limite_inferior}^{limite_superior}; \prod_{limite_inferior}^{limite_superior}; \bicup_{limite_inferior}^{limite_superior}; \bicap_{limite_inferior}^{limite_superior}; respectivamente. Exemplo 2.6 : n i=1 x = x i n 1 n n i=1 k=n n=0 Se for necessário aumentar 1 o tamanho desses símbolos, basta inserir o comando \displaystyle antes da denição dos outros comandos. Exemplo 2.7 : 1 Pode-se utilizar também a expressão entre os cifrões duplos $$...$$, que terá o mesmo efeito do \displaystyle
38 30 CAPÍTULO 2. FÓRMULAS, MATRIZES E TABELAS $\bar x=\frac{{\displaystyle\sum_{i=1}^{n}}x_i}{n-1}$ n x = x i i=1 n Subíndices Através do comando \atop{...} é possível gerar subíndices em somatórios, uniões, interseções, etc. Exemplo 2.8 : $${(a + b + c)}^n={\displaystyle\sum_{{i,j,k \in \{0,...,n\}} \atop{i + j + k = n}}} \frac{n!}{i!j!k!}{a^ib^jc^k}$$ (a + b + c) n = i,j,k {0,...,n} i+j+k=n n! i!j!k! ai b j c k Comando stackrel O comando stackrel permite que símbolos, pequenos textos ou palavras, sejam inseridos sobre outros símbolos, conforme exemplo abaixo: Exemplo 2.9 : $$X \stackrel{r}{\longrightarrow}y$$ X R Y Limites No L A TEX um limite pode ser gerado através do comando:
39 2.1. FÓRMULAS MATEMÁTICAS 31 \lim_{variável \to número}função. Assim como no caso da seção 2.1.4, o comando \displaystyle causa mudanças signicativas na expressão. $\lim_{x \to 0 +}lnx=-\infty$ $\displaystyle\lim_{x \to 0 +}lnx=-\infty$ Derivadas e integrais lim x 0 + lnx = lim lnx = x 0 + Derivadas de apenas uma variável podem ser denotadas simplesmente por apóstrofes ou utilizandose o comando \frac em outro tipo de notação. Exemplo 2.10 : $f'(x) + h(x)$ f (x)+h dy(x) (x) ou $\frac{dy(x)}{dx} + \frac{d 2h(x)}{dx }$ + d2 h(x) dx dx 2 As derivadas parciais podem ser denotadas por índices ou pelo comando \partial, como nos exemplos abaixo. Exemplo 2.11 : Seja uma função dada por f(x, y) = x 3 + 2y 2 + 1, quais são suas derivadas parciais com relação a x e y? Resposta: $f_x=\displaystyle\frac{\partial f}{\partial x}(x,y)=3x 2$ $f_y=\displaystyle\frac{\partial f}{\partial y}(x,y)=4y$ Exemplo 2.12 : f x = f x (x, y) = 3x2 ; f y = f (x, y) = 4y; y $\displaystyle\frac{\partial f}{\partial x}(x,y)}=\displaystyle\lim_{h \to 0}\frac{f(x+h,y)- f(x,y)}{h}$ f f(x + h, y) f(x, y) (x, y) = lim x h 0 h As integrais são obtidas através do comando \int{limite_inferior} {limite_superior}. Exemplo 2.13 : $$\int_a^b f(x) dx= F(b)-F(a)$$
40 32 CAPÍTULO 2. FÓRMULAS, MATRIZES E TABELAS $$\int\!\!\!\int_r f(x,y) da = \lim_{m,n \to \infty}\sum_{i=1}^{m}\sum_{j=1}^{n}f(x_i,y_j)\delta A$$ $$\int\!\!\!\int\!\!\!\int_e f(x,y,z)dv=\int_c^d\int{h_1(y)}^{h_2(y)}\int_{u_1(x,y)}^{u_2(x,y)}f(x,y,z)dzdxdy$$ $$\oint_c Pdx + Qdy$$ Após compilado: E R b a f(x, y)da = f(x, y, z)dv = f(x)dx = F (b) F (a) lim m,n m i=1 n f(x i, y j ) A j=1 d h2 (y) u2 (x,y) c C h 1 (y) P dx + Qdy u 1 (x,y) f(x, y, z)dzdxdy Vetores e barras Vetores podem ser construídos com o comando \vec seguido de letra ou com o comando \overrightarrow{expressão}, como pode ser visto no exemplo abaixo. Exemplo 2.14 : \begin{equation} \label{equação1} \vec u = \frac{1}{2}\vec i + \vec j - 2 \vec k\end{quation} \begin{equation} \label{equação2} F(x,y,z)= \frac{-mmgx}{(x^2 + y^2 + z^2)^{3/2}}\vec i + \frac{-mmgy}{(x^2 + y^2 + z^2)^{3/2}}\vec j
41 2.1. FÓRMULAS MATEMÁTICAS 33 + \frac{-mmgz}{(x^2 + y^2 + z^2)^{3/2}}\vec k\end{equation} \begin{equation} \label{equação3}\nabla f(x,y,z) = \frac{\partial f}{\partial x}\vec i + \frac{\partial f}{\partial y}\vec j + \frac{\partial f}{\partial z}\vec k\end{equation} \begin{equation} \label{equação4}\overrightarrow{ab} + \overrightarrow{bc} = \overrightarrow{ac}\end{equation} Após compilado gera respectivamente: u = 1 2 i + j 2 k (2.1) F (x, y, z) = mmgx (x 2 + y 2 + z 2 ) 3/2 i + mmgy (x 2 + y 2 + z 2 ) 3/2 j + mmgz (x 2 + y 2 + z 2 ) 3/2 k (2.2) f(x, y, z) = f x i + f y j + f z k (2.3) AB + BC = AC (2.4) Pequenas barras podem ser inseridas sobre letras com o comando \bar. Para uma barra maior utiliza-se \overline{expressão}. Exemplo 2.15 : Sendo z = a + bi um número complexo, chamamos de conjugado de z o número complexo: $\bar z = a-bi$ z = a bi Parênteses, colchetes e chaves No modo matemático, devem ser utilizados alguns comandos para se inserir parênteses, colchetes ou chaves de tamanhos diferentes. Os mais utilizados são: \left(...\right) \left[...\right] \left\{...\right\}
42 34 CAPÍTULO 2. FÓRMULAS, MATRIZES E TABELAS Pode-se também controlar o tamanho desses delimitadores através dos comandos presentes na tabela 2.3. \bigl( \biggl( \Bigl( \Biggl( \bigr) \biggr) \Bigr) \Biggr) \bigl[ \biggl[ \Bigl[ \Biggl[ \bigr] \biggr] \Bigr] \Biggr] \bigl\{ \biggl\{ \Bigl\{ \Biggl\{ \bigr\} \biggr\} \Bigr\} \Biggr\} \big \bigg \Big \Bigg Tabela 2.3: Tamanhos de delimetadores Exemplo 2.16 : $$\int_a^b x^2=\frac{x^3}{3}\big _a^b$$ $$\left\{3x + \left[\frac{x+1}{x-1}+\sqrt{\left(x^4 + 3\right)}\right]\right\}$$ { 3x + b x 2 = x3 b a 3 a [ x + 1 x 1 + (x 4 + 3) ]} As chaves também podem ser usadas abaixo ou acima de expressões, para isso, utilizam-se os comandos \underbrace{expressão_1}_{expressão_2} ou \overbrace{expressão_1} {expressão_2}, respectivamente. Exemplo 2.17 : $$a^n + b^m=\overbrace{a.a.a...a}^{n \ \ vezes} + \underbrace{b.b.b...b}_{m \ \ vezes}$$ n vezes a n + b m { }} { = a.a.a...a + b.b.b...b } {{ } m vezes
43 2.2. FÓRMULAS QUÍMICAS Fórmulas químicas Para gerar fórmulas químicas é necessário ter instalado, dentre muitos outros pacotes químicos, o pacote xymtex e digitado no preâmbulo do documento. Atendido esses pré-requisitos, há muitos comandos que podem ser utilizados para a geração de fórmulas químicas. Neste documento será mostrado apenas alguns desses comandos, como por exemplo, \bzdrh{radicais} serve para criar fómulas de anéis aromáticos, o comando \Ethyleneh{cadeia_principal}{radicais} gera um etileno, e outros que podem ser vistos nos exemplos abaixo 2. Exemplo 2.18 : \hspace*{0.15\textwidth} \bzdrh{1==c1;4==\bzdrh{1==(yl);3==f}} \hspace*{0.2\textwidth} \Ethyleneh{1==C;2==C}{1==F;2==C1;3==H;4==Br}\\ \hspace*{0.15\textwidth} \decalinev{1b==ch$_{2}$osir$_{3}$;3d==o;4a==cooch$_{3}$}\\ \hspace*{0.2\textwidth} \bzdrv{1==oh;5==ch$_{3}$;4==oc$_{16}$h$_{33}$;% 2==NH--SO$_{2}$--\bzdrh{1==(yl);% 2==OCH$_{2}$CH$_{2}$OCH$_{3}$;% 5==NH--SO$_{3}$}} \hspace*{0.4\textwidth} \Ethyleneh{1==C;2==C}{1==F;2==Cl;4==Br;% 3==\Ethyleneh{1==C;2==C}{1==(yl);2==H;3==H;4==H}} \hspace*{0.4\textwidth} Após a Compilação: F C1 F C1 C C Br H 2 O termo (yl) faz com que ocorra a ligação de um carbono imediatamente ao outro
44 36 CAPÍTULO 2. FÓRMULAS, MATRIZES E TABELAS CH 2 OSiR 3 O COOCH 3 CH 3 OH OC 16 H 33 NHSO 2 OCH 2 CH 2 OCH 3 NHSO 3 F Cl C C H Br C C H H 2.3 Matrizes Matrizes podem ser construídas no ambiente array da seguinte forma: \begin{array}{número_e_especicações_de_colunas} ítens da matriz separadas entre colunas por & e entre linhas por \\ \end{array}. Em que número e especicações de colunas pode ser dado por c(center), r(right) ou l(left) e a quantidade de especicações utilizadas dene o número de colunas. O ambiente array pode ser utilizado também para criar sistemas de equações. Exemplo 2.19 : Uma matriz A $m\times n$, é uma tabela de $mn$ números dispostos em $m$ linhas e $n$ colunas. $$A=\left[ \begin{array}{cccc} a_{11} & a_{12} & \cdots & a_{1n}\\ a_{21} & a_{22} & cdots & a_{2n}\\ \vdots & \vdots & \ddots & \vdots\\ a_{m1} & a_{m2} & \cdots & a_{mn}\\ \end{array} \right]$$
45 2.3. MATRIZES 37 Uma matriz A m n, é uma tabela de mn números dispostos em m linhas e n colunas. a 11 a 12 a 1n a A = 21 a 22 a 2n a m1 a m2 a mn Exemplo 2.20 : $$\dfrac{\partial(x,y,z)}{\partial(u,v,w)}=\bigg \begin{array}{ccc} \dfrac{\partial x}{\partial u} & \dfrac{\partial x}{\partial v} & \dfrac{\partial x}{\partial w} \\ \dfrac{\partial y}{\partial u} & \dfrac{\partial y}{\partial v} & \dfrac{\partial y}{\partial w} \\ \dfrac{\partial z}{\partial u} & \dfrac{\partial z}{\partial v} & \dfrac{\partial z}{\partial w}\\ \end{array} \Bigg $$ Exemplo 2.21 : x (x, y, z) (u, v, w) = u y u z u x v y v z v x w y w z w $$\left\{\begin{array}{ccccccc} x &+& y &+& z &=& 1000\\ 2x &+& y &+& 4z &=& 2000\\ 2x &+& 3y &+& 5z &=& 2500\\ \end{array} \right.$$ x + y + z = x + y + 4z = x + 3y + 5z = 2500 Observe que toda vez que se iniciar com um \left\{, ou delimitador semelhate, deve-se sempre fechá-lo, como no exemplo 2.21 acima.
46 38 CAPÍTULO 2. FÓRMULAS, MATRIZES E TABELAS Ambiente eqnarray O ambiente eqnarray é semelhante ao array e serve para enumerar as linhas de um sistema, exceto àqueles que estiverem com o comando \nonumber. Exemplo 2.22 : \begin{eqnarray} w &=& x + y + z + \nonumber \\ & & a + b + c + d\\ & & e + f + 2 \end{eqnarray} w = x + y + z + a + b + c + d (2.5) e + f + 2 (2.6) 2.4 Tabelas Tabelas são criadas o comando \begin{tabular}{especicação}...\end{tabular}, onde especicações pode ser l, c ou r semelhantemente as matrizes. As linhas verticais da tabela são inseridas nas especicações com barras do tipo entre os parâmetros e as linhas horizontais com o comando \hline. Exemplo 2.23 : \begin{tabular}{ c c } \hline $(x,y)$ & $x\vec i + y\vec j$ \\ \hline $(-1,1)$ & $-\vec i + \vec j$ \\ \hline $(1,-1)$ & $\vec i - \vec j$ \\ \hline $(0,1)$ & $0\vec i + \vec j$ \\ \hline $(1,0)$ & $\vec i + 0\vec j$ \\ \hline $(1,1)$ & $\vec i + \vec j$ \\ \hline $(1,2)$ & $\vec i + 2\vec j$ \\ \hline
47 2.4. TABELAS 39 $(2,1)$ & $2\vec i + \vec j$ \\ \hline $(2,2)$ & $2\vec i + 2\vec j$ \\ \hline \end{tabular} (x, y) x i + y j ( 1, 1) i + j (1, 1) i j (0, 1) 0 i + j (1, 0) i + 0 j (1, 1) i + j (1, 2) i + 2 j (2, 1) 2 i + j (2, 2) 2 i + 2 j É possível especicar a largura de uma coluna com o comando p{largura} na especicação do ambiente tabular como pode ser visto no exemplo abaixo. Exemplo 2.24 : \begin{tabular}{ p{2.5cm} p{3cm} } \hline coluna com 2.5 cm de largura & coluna com 3cm de largura\\ \hline coluna com 2.5 cm de largura & coluna com 3cm de largura\\ \hline \end{tabular}\\ coluna com coluna com 3cm 2.5 cm de de largura largura coluna com coluna com 3cm 2.5 cm de de largura largura No L A TEX, as tabelas podem utuar no texto dicultando ao usuário sua melhor localização. Assim, o L A TEX pode escolher a melhor localização no texto através do ambiente table com o comando \begin{table}[especicação], onde o termo entre colchetes pode ser h(here) na página em questão, t(top) no topo da página, b(bottom) no fundo da página ou p na próxima
48 40 CAPÍTULO 2. FÓRMULAS, MATRIZES E TABELAS página. Além disso, no ambiente table é possível denir uma legenda denida pelo comando \caption{...} e uma marca para referências denida por \label{...}. A tabela 2.1 da página 26, foi criada conforme descrito abaixo. Exemplo 2.25 : \begin{table}[htb]%htb= a tabela deve ser colocada na página em questão(h), \centering se não for possível deve ser posta no topo da página ou em outra página. \large \begin{tabular}{cccccc} \hline Comando & Símbolo & Comando & Símbolo & Comando & Símbolo \\ \hline \verb!\!alpha & $\alpha$ & \verb!\!iota & $\iota$ & \verb!\!kappa & $\kappa$ \\ \verb!\!theta & $\theta$ & \verb!\!vartheta & $\vartheta$ & \verb!\!mu & $\mu$ \\ \verb!\!beta & $\beta$ & \verb!\!omega & $\omega$ & \verb!\!zeta & $\zeta$ \\ \verb!\!gamma & $\gamma$ & \verb!\!delta & $\delta$ & \verb!\!delta & $\Delta$ \\ \verb!\!epsilon& $\epsilon$ & \verb!\!varepsilon & $\varepsilon$ & \verb!\!nu & $\nu$ \\ \verb!\!rho & $\rho$ & \verb!\!varrho & $\varrho$ & \verb!\!eta & $\eta$ \\ \verb!\!pi & $\pi$ & \verb!\!pi & $\Pi$ & \verb!\!varpi & $\varpi$ \\ \verb!\!phi & $\phi$ & \verb!\!phi & $\Phi$ & \verb!\!varphi & $\varphi$ \\ \verb!\!sigma & $\sigma$ & \verb!\!sigma & $\Sigma$ & \verb!\!xi & $\xi$ \\ \verb!\!xi & $\Xi$ & \verb!\!lambda & $\lambda$ & \verb!\!lambda & $\Lambda$ \\ \verb!\!psi & $\psi$ & \verb!\!psi & $\Psi$
49 2.4. TABELAS 41 & \verb!\!upsilon & $\Upsilon$ \\ \verb!\!theta & $\Theta$ & \verb!\!omega & $\Omega$ & \verb!\!gamma & $\Gamma$ \\ \verb!\!chi & $\chi$ & \verb!\!upsilon & $\upsilon$ & \verb!\!tau & $\tau$ \\ \hline \end{tabular} \caption{principais símbolos gregos usados} \label{tab:grego} \end{table}\\ Comandos cline e multicolumn O comando cline, cuja sintaxe é denida por \cline{coluna_m-coluna_n}, traça uma linha horizontal ligando em uma tabela a coluna m à n. Já o comando multicolumn, cuja sintaxe é dado por \multicolumn{num_colunas}{especicação}{entrada}, é utilizado para mesclar um texto em uma linha determinado pelo número de colunas. As especicações são l, r ou c. Oberve a tabela abaixo com exemplos dos dois comandos citados acima. Exemplo 2.26 : \begin{table}[ht] \centering \large \begin{tabular}{ c c c c c } \hline \multicolumn{5}{c}{{\scriptsize Matriz Lógica}} \\ \hline \hline {\scriptsize Linha temática} & {\scriptsize Diretriz} & {\scriptsize Estratégias de ação} & {\scriptsize execução(ano)} & {\scriptsize Recursos estimados(mi)} \\ \hline & & {\scriptsize Levantar as demandas} & {\scriptsize 1-2 } & {\scriptsize 1,5} \\
50 42 CAPÍTULO 2. FÓRMULAS, MATRIZES E TABELAS \cline{3-5} & & {\scriptsize Realizar estudos econômicos} & {\scriptsize 1-3 } & {\scriptsize 3,0} \\ \cline{3-5} {\scriptsize Crédito} & {\scriptsize Mecanismos de financiamento} & {\scriptsize Adequar financiadores} & {\scriptsize 1-2 } & -- \\ \cline{3-5} & & {\scriptsize Secutirizar agências} & {\scriptsize 1-5 } & \\ \cline{3-4} & & {\scriptsize Fomentar parcerias } & {\scriptsize 1-5 } & \\ \cline{3-5} & & {\scriptsize Capacitar agentes financeiros } & {\scriptsize 1-5 } & {\scriptsize 3,0} \\ \hline {\scriptsize Total} & & & & {\scriptsize 7,5} \\ \hline \end{tabular} \caption{{gerenciamento de projetos}} \label{ger} \end{table} Após a compilação: Matriz Lógica Linha temática Diretriz Estratégias de ação execução(ano) Recursos estimados(mi) Levantar as demandas 1-2 1,5 Realizar estudos econômicos 1-3 3,0 Crédito Mecanismos de nanciamento Adequar nanciadores 1-2 Secutirizar agências 1-5 Fomentar parcerias 1-5 Capacitar agentes nanceiros 1-5 3,0 Total 7,5 Tabela 2.4: Gerenciamento de projetos
51 Capítulo 3 Diagramas e grafos Para se construir diagramas e grafos no L A TEX, é necessário ter instalado o pacote Xy-pic e ter denido no preâmbulo do documento o seguinte comando: \usepackage[all]{xy}. Atentido esses pré-requisitos deve-se entrar com o comando \xymatrix 1 cuja sintaxe é semelhante ao do ambiente array, já visto na seção 2.3 da página 36. Exemplo 3.1 : \xymatrix{x & y \\ z & w } Após compilado: x y z w É possível,neste ambiemte, ligar letras, símbolos ou números com de setas ou ligaduras através do comando \ar[direcão] onde direção pode ser denido por l (esquerda), r (direita), u (para cima) ou d (para baixo). Combinando-se os parâmetros, como por exemplo rd, a seta será direcionada para diagonal compreendido entre a direita e para baixo (nordeste). 1 Há outros ambientes denidos pelo pacote Xy-pic, que pode ser encontrado em krisrose/xy-pic. Neste documento será tratado apenas do ambiente denido por \xymatrix 43
52 44 CAPÍTULO 3. DIAGRAMAS E GRAFOS Observe o diagrama abaixo para algumas possíveis direções. LU U RU L R LD D RD Só é possível ligar as setas em elementos que existam na matriz. Pode ser inserido índices sobre as setas, para isso, basta digitar o parâmetro desejado, ou seja, _ ou depois de \ar[direção]. Conforme exemplo abaixo: Exemplo 3.2 : \xymatrix{ & & & \ar[ld]_{\frac{\partial z}{\partial x}} z \ar[rd]^{\frac{\partial z}{\partial y}} & & & \\ & & \ar[ld]_{\frac{\partial x}{\partial s}} x \ar[rd]^{\frac{\partial x}{\partial t}} & \ar[ld]_{\frac{\partial y}{\partial s}} y \ar[rd]^{\frac{\partial y}{\partial t}} & & \\ Que gera no L A TEX: & s & & t\ \ s & & t & \\ } z x x x x s t z & z y y s y y t s t s t Obs: Não há necessidade de se utilizar cifões para fórmulas matemáticas dentro do ambiente xymatrix. Pode ser utilizado o parâmetro ao invés de _ ou. Neste caso o índice digitado será inserido no meio da seta. \xymatrix{r \ar[r] f & U} R f U Em geral, no xymatrix, os índices são colocados no ponto médio da seta, mas isso nem sempre acontece, por isso, se desejar que o índice que no ponto médio da seta, utiliza-se um sinal de menos depois de _, ou.
53 3.1. ESTILOS DE SETAS 45 Observe o exemplo abaixo: Exemplo 3.3 : \xymatrix{a \times B \times C \ar[r]_{\alpha} & D} A B C α D \xymatrix{a \times B \times C \ar[r]_-{\alpha} & D} A B C α D Exemplo 3.4 : \xymatrix{a \ar[rd] & B \ar[ld] \hole\\ C & D \\} Compilando: A B C D Observe que o comando \hole faz um buraco na seta. 3.1 Estilos de setas Pode-se utilizar de uma variada gama de estilos de setas pré-denidas pelo L A TEX. Para isso, basta adicionar ao comando \ar, os seguintes haste cabeca} onde variante é um parâmetro opcional e pode ser dado por _,, 2 ou 3; haste pode ser um dos caracteres,., :, - ou =; cauda e/ou cabeça podem ser >, <,, o, x, +, /, (, ), [ ou ]. A tabela 3.1 mostra alguns estilos de setas gerados a partir dos parâmetros acima e combinações entre esses caracteres.
54 46 CAPÍTULO 3. DIAGRAMAS E GRAFOS estilo A \ar estilo [r] B estilo A \ar estilo [r] A A A A A A >} A >} A A A A A A -x} A A -} A A {(}->} A A A A A A A {->} A A {<->} A - } A A / A Tabela 3.1: Alguns estilos de setas B Setas curvas podem ser geradas pelo L A TEX, como pode ser observado na última linha da tabela 3.1. Essas setas podem ser consideradas como pequenos arcos de parábolas e se for inserido uma altura no altura/, as setas terão suas curvas com maiores arcos. A altura é uma unidade de comprimento e dene aproximadamente à distância do vértice da parábola ao seguimento de reta compreendido entre eles. Além disso, pode ser inserido uma <largura> depois do comando \ar, isso desloca paralelamente a seta em relação ao padrão do L A TEX. Exemplo 3.5 : \xymatrix@1{ BA & + & HOH \ar@<0.1cm>[rr]^{\txt{\sl direta}}
55 3.2. ROTAÇÃO DE DIAGRAMAS 47 & & HA inversa}} & + & BOH} BA + HOH + direta HA BOH inversa Exemplo 3.6 : \xymatrix{ A \ar[rrr] \ar@/_0.4cm/[rrr] \ar@/_0.8cm/[rrr] \ar@/_1.2cm/[rrr] & & & B \ar[rrr] \ar@/^0.4cm/[rrr] \ar@/^0.8cm/[rrr] \ar@/^1.2cm/[rrr] & & & C } A B C 3.2 Rotação de diagramas Os diagramas podem rotacionar 45 para a esquerda ou para direita. Para isso, basta acrescentar respectivamente. Exemplo 3.7 : \xymatrix{ & & \ar@{-}[ld] CH_2 \ar@{-}[rd] & & \\ Cl & \ar@{-}[l] C \ar@{-}[d] \ar@{-}[rr] & & C \ar@{-}[d] \ar@{-}[r] & CH_3 \\ & H & & H & \\ } \xymatrix@ru{ & & \ar@{-}[ld] CH_2 \ar@{-}[rd] & & \\ Cl & \ar@{-}[l] C \ar@{-}[d] \ar@{-}[rr] & & C \ar@{-}[d] \ar@{-}[r] & CH_3 \\ & H & & H & \\ } \xymatrix@rd{ & & \ar@{-}[ld] CH_2 \ar@{-}[rd] & & \\ Cl & \ar@{-}[l] C \ar@{-}[d] \ar@{-}[rr] & & C \ar@{-}[d] \ar@{-}[r] & CH_3 \\ & H & & H & \\ } Após a compilação gera respectivamente:
56 48 CAPÍTULO 3. DIAGRAMAS E GRAFOS CH 2 Cl C C CH 3 H H Cl CH 2 C H C CH 3 H Cl H C CH 2 C H CH Caixas e molduras Textos podem ser inseridos em pequenas caixas através do comando \fbox{text}. Além disso, é possível a disposição dos textos com alturas diferentes dos padrões do L A TEX através do comando \raisebox{altura}{texto}. Observe o exemplo abaixo. Exemplo 3.8 :
57 3.3. CAIXAS E MOLDURAS 49 \fbox{o \raisebox{0.3cm}{fim} do começo e o \raisebox{-0.3cm}{começo} do fim, \fbox{são as letras ``o'' e ``f'' respectivamente}} Gera no L A TEX: O m do começo e o do m, são as letras o e f respectivamente começo Dentro do ambiente xymatrix, o comando \fbox não é conveniente para se criar molduras. Sendo assim, nesse ambiente um texto ou objeto pode ser inserido em uma moldura através do comando + [F estilo]{texto}. A tabela 3.2 mostra alguns estilos de molduras gerados pelo L A TEX: Comandos Resultados + [F ]{moldura simples} moldura simples + [F =]{moldura dupla} moldura dupla + [F ]{moldura tracejada} + [F.]{moldura pontilhada} + [F, ]{moldura sombreada} + [F :< 3pt >]{pontas arredondadas} moldura tracejada moldura pontilhada moldura sombreada pontas arredondadas + [F :< 12pt >]{crcunferncia} circunferência Tabela 3.2: Alguns tipos de molduras A gura 1.1 da página 2 foi produzida da seguinte maneira: Exemplo 3.9 : \xymatrix{ {\txt{editar}} \ar[d] & {\txt{visualizar,\\imprimir}}& {\txt{visualizar,\\imprimir}}\\ *+[F]{\txt{.tex}} *{} \ar@{-}[d] \ar[r]^{latex} & *+[F]{\txt{.DVI}} \ar[u]_{yap} \ar[r]^{dvips} & *+[F]{\txt{.PS}} \ar[u]^{ghost View} \ar[d]_{ghost Script} \\ *{} \ar[rr]_{pdflatex} & & *+[F]{\txt{.PDF}} \ar[d]^{ghostview}\\ & & {\txt{visualizar,\\imprimir}}}
58 50 CAPÍTULO 3. DIAGRAMAS E GRAFOS Os elementos *{} presentes na construção desse exemplo, eliminam as margens geradas pelo Xy-pic, ou seja, promove a ligação entre setas que cam separadas de forma indesejada. 3.4 Construindo Grafos Um grafo pode ser denido como toda estrutura na qual cada elemento pode ter vários antecessores, além de possuir diversos sucessores e através de vários caminhos diferentes chegar ao mesmo lugar. O ambiente xymatrix é eciente para construção de grafos. Observe um exemplo de grafo produzido neste ambiente. Exemplo 3.10 : \xymatrix{ & & *+[F:<12pt>]{\txt{D}}\ar[rdd] & & & & \\ & *+[F:<12pt>]{\txt{B}}\ar[ru] & & & *+[F:<12pt>]{\txt{H}}\ar[rd] & & \\ *+[F:<12pt>]{\txt{A}}\ar[ru] \ar[rd] & & *+[F:<12pt>]{\txt{E}}\ar[r] & *+[F:<12pt>]{\txt{G}}\ar[rd] \ar[ru] & & *+[F:<12pt>]{\txt{J}}\ar[r] & *+[F:<12pt>]{\txt{M}} \\ & *+[F:<12pt>]{\txt{C}}\ar[rd]\ar[ru] & & & *+[F:<12pt>]{\txt{I}}\ar[rd] \ar[ru] & & \\ & & *+[F:<12pt>]{\txt{F}}\ar[ruu] & & & *+[F:<12pt>]{\txt{L}}\ar[ruu] & } Compilado gera: D B H A E G J M C I F L
59 Capítulo 4 Grácos e imagens 4.1 O comando includegraphics Para inserir grácos ou imagens no L A TEX, é necessário ter instalado o pacote graphicx e denido no preâmbulo do documento da seguinte forma: \usepackage{graphicx}. Feito isso, basta entrar com o comando \includegraphics, cuja sintaxe é a seguinte: \includegraphics[opções]{nome do arquivo } Se a compilação do documento for feito no pdatex, então pode-se utilizar o \includegraphics com a sintaxe apresentada acima e os formatos de guras a serem inseridos podem ser o.jpg,.png ou.pdf. Caso contrário, deve-se utilizar o formato.eps. Vários programas computacionais produzem guras nesse formato, tais como MATLAB, CorelDraw, Mathematica entre outros. Além disso, há muitos softwares que fazem a conversão de guras com formato.jpg,.gif, etc. para o.eps. Dentre os mais conhecidos, estão o jpeg2ps, que converte JPG em PS e é distribuído gratuitamente, outro muito conhecido é o ImageMagick para Windows e Linux, encontrado em Além desses apresentados, uma conversão ainda pode ser realizada no MS-DOS através do PICTOPS (magps410.zip) ou ALCHEMY (alch18.zip), ambos encontrados gratuitamente em: ftp://ftp.unicamp.br/pub/simtelnet/msdos/graphics/. O parâmetro opções na sintaxe do includegraphics são pré-denidas pelo L A TEX e podem seguir os caracteres apresentados na tabela 4.1 abaixo. 51
60 52 CAPÍTULO 4. GRÁFICOS E IMAGENS Opções Resultados height width scale angle dene a altura da gura (ex: height=12cm) dene a largura da gura (ex: width=12pt) proporção do tamanho original da gura (ex: scale=0.5) dene o ângulo de rotação da gura em graus (ex: angle=45) 4.2 O ambiente gure Tabela 4.1: Opções do includegraphics O comando \includegraphics pode ser mais ecientemente utilizado se for usado em combinação com o ambiente gure. Sua sintaxe é semelhante ao ambiente table apresentado na seção 2.4 e é denido da seguinte forma: \begin{gure}[posicionamento]...\end{gure}. Onde o posicionamento indica onde a gura deve ser inserida no texto e pode ser: h (here): no local onde aparece no texto; t (top): no topo da página; b (bottom): no fundo da página; p : imediatamente na próxima página. Um parâmetro! se colocado entre colchetes junto com o posicionamento indicará que a preferência é que a gura seja inserida no local onde ela aparecer no texto. 4.3 Inserindo guras Para fazer a inserção de guras no L A TEX sigua os seguintes passos: 1. Na pasta onde está seu documento.tex, crie uma pasta com um nome desejado e coloque suas guras nesta pasta; 2. No editor entre com o comando \begin{gure}[posicionamento] e dena o posicionamento; 3. Entre com o comando \includegraphics[opções]{nome_da_pasta/arquivo}, a barra não invertida especica o caminho onde a gura está localizada;
61 4.3. INSERINDO FIGURAS Finalize com \end{gure} e faça a compilação. Exemplo 4.1 : \begin{figure}[!htb] \centering \large \includegraphics[scale=0.7]{imagens/onca.jpg} \includegraphics[scale=0.35]{imagens/onca.jpg} \caption{exemplo de inserção de figura} \label{fir} \end{figure} Figura 4.1: Exemplo de inserção de gura Da forma como foram inseridas essas guras, ou seja, num mesmo ambiente gure, elas são tidas como uma só gura pelo L A TEX e para isso, basta apenas entrar com mais de um comando includegraphics. Os comandos caption e label são os mesmos apresentados no ambiente table da seção 2.4 da página Figuras lado a lado Para se inserir duas guras com legendas diferentes, utiliza-se apenas um único ambiente gure em combinação com o ambiente minipage vistos na seção da página 14. Cada minipage pode ter sua legenda e label para referências futuras independentes. A soma das larguras de
62 54 CAPÍTULO 4. GRÁFICOS E IMAGENS todas as minipages não devem ser maiores que a largura da linha do texto (\linewidth). Exemplo 4.2 : \begin{figure}[!htb] \begin{minipage}[b]{0.45\linewidth} \includegraphics[width=\linewidth]{imagens/atomo.jpg} \caption{primeira figura} \label{atomo} \end{minipage} \hfill \begin{minipage}[b]{0.45\linewidth} \includegraphics[width=\linewidth]{imagens/img62.jpg} \caption{segunda figura} \label{squal} \end{minipage} \end{figure} Figura 4.2: Primeira gura Figura 4.3: Segunda gura Inversão e rotação de guras Inverter uma gura signica reeti-la em um espelho, para isso utiliza-se o comando \reectbox combinado com o includegraphics. Para entender melhor o funcionamento desse comando, observe o exemplo abaixo. Exemplo 4.3 :
63 4.3. INSERINDO FIGURAS 55 \begin{figure}[!htb] \begin{minipage}[b]{0.5\linewidth} \includegraphics[width=\linewidth]{imagens/goku2.jpg} \caption{figura normal} \label{fn} \end{minipage} \hfill \begin{minipage}[b]{0.5\linewidth} \reflectbox{\includegraphics[width=\linewidth]{imagens/goku2.jpg}} \caption{figura invertida} \label{fi} \end{minipage} \end{figure} Figura 4.4: Figura normal Figura 4.5: Figura invertida Dentro do parâmetro opções do comando includegraphics, pode ser colocado mais de uma opção separadas por vírgulas. Assim se for inserido o parâmetro angle, a gura poderá rotacionar α graus. Conforme exemplo abaixo. Exemplo 4.4 : \begin{figure}[!htb] \centering \includegraphics[scale=0.5,angle=45]{imagens/ponte.jpg} \caption{figura rotacionada 45 } \label{rotac}
64 56 CAPÍTULO 4. GRÁFICOS E IMAGENS \end{figure} Figura 4.6: Figura rotacionada Figuras ao lado de textos Figuras também podem ser inseridas ao lado de textos no L A TEX. Para isso, deve-se utilizar o pacote wrapg no preâmbulo do documento. Feito isso, usa-se o ambiente wragure, cuja sintaxe é a seguinte: \begin{wrapgure}[nlinhas]{posicionamento}{lagura}. Em que: nlinhas é um parâmetro opcional e dene quantas linhas a gura tomará do texto; O posicionamento pode ser dado por r(rigth), l(left), i(into) ou o(out), que são respectivamente gura à direita, à esquerda, dentro e fora da página; Figura 4.7: Figura ao lado de texto
65 4.3. INSERINDO FIGURAS 57 E largura é a denição da largura da - gura. A gura 4.7 foi produzida da seguinte maneira: Exemplo 4.5 : \begin{wrapfigure}[6]{r}{8cm} \includegraphics[width=6cm]{imagens/fig2.jpg} \caption{figura ao lado de texto} \label{fig:txt} \end{wrapfigure} Observe que ao iniciar com o ambiente wrapgure, não é necessário outro ambiente para geração de legendas e outras estruturas inerentes.
66 Capítulo 5 Apresentações e slides 5.1 Alguns pacotes O L A TEX pode ser utilizado também para fazer apresentações de alta qualidade. Dentre muitos outros, os pacotes mais utilizados para fazer transparências são os seguintes: beamer : Com este pacote, é possível fazer apresentações e transparências em PDF (utilizado o pdatex) ou PostScript (Latex + DVIPS). Apresenta bons recursos e requer a instalação dos pacotes pgf e xcolor. ppower4 : Este é o prostprocessor para produzir slides de apresentação em PDF de alta qualidade (usando pós processor próprio). O texpause fornece comando pause para criar pausa na apresentação que funciona sem restrição de documentos e sem necessidade de postprocessor. seminar : classe de documentos para preparar transparências impressas. Para slides de apresentação, deverá incrementar com outros pacotes tal como pdfslides. O texpause do ppower4 não funciona nele. pdfscreen : Para documentos de tela e slides de apresentação utilizando PDFLaTeX. Se quiser obter transparências impressas, deverá imprimir os slides de apresentação usando Acrobat Reader. Ele implementa a transição de slides, mas não o overlay (pause). Neste capítulo é desenvolvido de forma simples, os conceitos para o desenvolvimento de apresentações através do pacote pdfscreen. 58
67 5.2. CONSTRUINDO UMA APRESENTAÇÃO Construindo uma apresentação De forma geral as apresentações são construídas na classe article e segue tipicamente o esquema abaixo: \documentclass[a4paper,12pt]{article} \usepackage{xspace,colortbl} \usepackage[opções]{pdfscreen} \margins{left}{right}{top}{bottom} \screensize{height}{width} \emblema{emblema} \overlay{opções} ou \backgroundcolor{cor} \begin{document} \begin{screen}. As opções entre colchetes dadas pelo pacote pdfscreen podem ser: screen: gera a versão screen; panelleft: painel de navegação do lado esquerdo da apresentação; panelright: painel do lado direito; nopanel: suprime o aparecimento do painel; sectionbreak: produz quebra de página antes de cada sessão; paneltoc: tabelas de conteúdos do painel. É recomendável não usar o \tableofcontents quando denido o paneltoc, pois pode haver interferências entre eles. code: fornece comandos que podem ser usados para listar verbatim, como listas de códigos encontrados na documentação do L A TEX. As opções do comando \overlay são muito variados, e podem ser averlay1, averlay2, overlay3..., que denem algumas cores pré-denidas no L A TEX para a apresentação. Além disso, pode ser inserido guras do arquivo de forma semelhante ao inserido no ambiente includegraphics. Já o \backgroundcolor pode ser usado para inserir cores denidas pelo pacote color denido no preâmbulo. Cada apresentação deve ser separada entre os comandos \begin{slide}... \end{slide}.
68 60 CAPÍTULO 5. APRESENTAÇÕES E SLIDES A gura 5.1 é um slide de apresentação gerado da seguinte forma: Exemplo 5.1 : \documentclass[12pt,a4paper]{article} \usepackage[screen,panelright,code,paneltoc,blue,sectionbreak,portuges]{pdfscreen} \margins{.65in}{.65in}{.65in}{.65in} \screensize{6.25in}{8in} \changeoverlay \overlay{overlay7} \emblema{imagens/espaco.jpg} \def\pfill{\vskip6pt} \begin{document} \begin{screen} \begin{slide} Exemplo de apresenta\c c\~ao slide 1. \end{slide} \begin{slide} Exemplo de apresenta\c c\~ao slide 2. \end{slide} \end{screen} \end{document}.
69 5.2. CONSTRUINDO UMA APRESENTAÇÃO 61 Figura 5.1: Exemplo de apresentação Outros comandos apresentados neste exemplo são ajustes apropriados para apresentações. Além disso, as margens foram alteradas para car do tamanho normal de um ecran de computador.
70 Apêndice A Funções e símbolos matemáticos Os camandos para funções e símbolos apresentados nas tabelas a seguir, nessecitam dos pacotes matemáticos já comentados nesse trabalho (ex.: \usepackage{amssymb} e \usepackage{amsfonts}). \pm ± \cap \diamond \oplus \mp \cup \bigtriangleup \ominus \times \uplus \bigtriangledown \otimes \div \sqcap \triangleleft \oslash \ast \sqcup \triangleright \odot \star \vee \lhd \bigcirc \circ \wedge \rhd \dagger \bullet \setminus \ \unlhd \ddagger \cdot \wr \unrhd \amalg Tabela A.1: Operações binárias 62
71 63 \leq \geq \equiv \models = \prec \succ \sim \perp \preceq \succeq \simeq \mid \ll \gg \asymp \parallel \subset \supset \approx \bowtie \subseteq \supseteq \cong = \Join \sqsubset \sqsupset \neq \smile. \sqsubseteq \sqsupseteq \doteq = \frown \in \ni \propto = = \vdash \dashv < < > > Tabela A.2: Relações binárias \ldots... \cdots \vdots. \ddots... \aleph ℵ \prime \forall \infty \hbar \emptyset \exists \Box \imath ı \nabla \neg \Diamond \jmath j \surd \at \triangle \ell l \top \natural \clubsuit \wp \bot \sharp \diamondsuit \Re R \ \mho \heartsuit \Im I \angle \partial \spadesuit Tabela A.3: Símbolos diversos
72 64 APÊNDICE A. FUNÇÕES E SÍMBOLOS MATEMÁTICOS \leftarrow \longleftarrow \uparrow \Leftarrow \Longleftarrow = \Uparrow \rightarrow \longrightarrow \downarrow \Rightarrow \Longrightarrow = \Downarrow \leftrightarrow \longleftrightarrow \updownarrow \Leftrightarrow \Longleftrightarrow \Updownarrow \mapsto \longmapsto \nearrow \hookleftarrow \hookrightarrow \searrow \leftharpoonup \rightharpoonup \swarrow \leftharpoondwn \rightharpoondown \nwarrow \rightleftharpoons \leadsto Tabela A.4: Setas \sum \bigcap \bigodot \prod \bigcup \bigotimes \coprod \bigsqcup \bigoplus \int \bigvee \biguplus \oint \bigwedge Tabela A.5: Símbolos diversos \not= \not< \not> \not\leq \not\geq \not\equiv \not\prec \not\succ \not\sim \not\subset \not\supset \not\approx \not\subseteq \not\supseteq \not\cong = \not\simeq \not\in \not\rightarrow \not\exists \not\perp \not\rightarrow Tabela A.6: Símbolos de negações
73 65 f' f abc \frac{abc}{xyz} xyz \overleftarrow{abc} abc \overrightarrowabc abc \overline{abc} abc \underline{abc} abc {}}{ \overbrace{abc} abc \underbrace{abc} }{{} abc \widetilde{abc} ãbc \widehat{abc} âbc Tabela A.7: Construções diversas \arccos \cos \csc \exp \ker \limsup \min \sinh \arcsin \cosh \deg \gcd \lg \ln \Pr \sup \arctan \cot \det \hom \lim \log \sec \tan \arg \coth \dim \inf \liminf \max \sin \tanh Tabela A.8: Funções matemáticas \loor \roor \rceil \langle \rangle \dot{a} ȧ \LaTeX L A TEX \LaTeXe L A TEX 2 ε \ddot{a} ä Tabela A.9: Símbolos, acentos e logotipos diversos
74 Índice Remissivo \author{autor}, 4 \baselinestretch, 22 \begin{document}, 3 \begin{thebibliography}{largura}, 18 \begin{ambiente}, 14 \bibitem[nome]{marca}, 19 \cite{marca}, 18 \documentclass[opções]{classe}, 3 \dotll, 8 \end{document}, 3 \end{thebibliography}, 18 \end{ambiente}, 14 \footnote{nota}, 16 \frontmatter, 23 \hll, 8 \hrulell, 8 \hspace{espaço}, 6 \label{marca}, 17 \linebreak, 6 \listogures, 23 \listoftables, 23 \mainmatter, 23 \maketitle, 4 \newcommand, 21 \newline, 6 \newtheorem, 22 \pagenumbering{numeração}, 12 \pageref{marca}, 17 \ref{marca}, 17 \renewcommand, 21 \tableofcontents, 23 \textcalligra, 9 \title{título}, 4 \usepackage, 3 \usepackage[normalem]{ulem}, 8 \vspace{espaço}, 6 L A TEX, v TEX, 1 \setlength{variável}{medida}, 12 Inversão e rotação de guras, 54 a4paper(papel A4), 3 Acentuação, 4 alph, 12 Alterando as Margens, 12 Ambiente eqnarray, 38 Ambientes: center, ushleft, ushright, quotation e minipage, 14 Apresentação e slides, 58 arabic, 12 article(artigo), 3 book(livro), 3 Caixas e molduras, 48 Caracteres Especiais, 4 Caracteres no modo Matemático, 5 Cline e multicolumn, 41 66
75 ÍNDICE REMISSIVO 67 Comando stackrel, 30 Construindo grafos, 50 Construindo um Índice Remissivo, 23 Construindo uma apresentação, 59 conversões do L A TEX, 2 Criação de Capa, 24 Criando Novos Comandos, 20 Delimitadores, 33 Derivadas e integrais, 31 description, 12 Diagramas e grafos, 43 DVI, 1 Elaboração de Sumário, 23 enumerate, 12 Espaçamento e Parágrafos, 6 Estilo e Numeração de Páginas, 11 Estilos de setas, 45 Estrutura geral de um Texto, 6 Fórmulas químicas, 35 Fórmulas, Matrizes e Tabelas, 25 Figuras ao lado de textos, 56 Figuras lado a lado, 53 Frações, 28 Grácos e imagens, 51 GSTools, 2 Marcadores e Numeração, 12 Matrizes, 36 Notas de Rodapé, 16 O ambiente gure, 52 PDF, 1 PS, 1 Referências Bibliográcas, 18 Referências Cruzadas, 17 roman, 12 Rotação de diagramas, 47 Símbolos matemáticos, 26 slides(transparências), 3 Somatórios e outros, 29 Subíndices, 30 Tabelas, 38 Tamanhos de letras e textos sublinhados, 8 Teoremas, 22 TeXnicCenter, 1 Tipos de Letras e Exemplos, 9 twocolumn(texto em duas colunas), 3 twoside(impressão nos dois lados do papel), 3 ulem.sty, 8 WinEdit, 1 Includegraphics, 51 Iniciando um Trabalho em L A TEX, 2 itemize, 12 letter(cartas), 3 letterpaper(papel tamanho carta), 3 Limites, 30
76 Referências Bibliográcas [1] ANDRADE, L. N. D. Breve Introdução ao LaTeX2e. [S.l.]: Disponível em: Acesso em: 8 Fevereiro [2] SOURCEFORGE.NET. Ghostscript. [S.l.]: Disponível em: Acesso em: 10 Fevereiro [3] UCHOA, J. Q. Um Arquivo de Entrada LATEX Típico. [S.l.]: Disponível em: joukim/latex/node4.html, Acesso em: 25 Maio [4] TOOLSCENTER.ORG. Downloads. [S.l.]: Disponível em: Acesso em: 18 Fevereiro [5] LAMPORT, L. The macro package for TEX. [S.l.]: Disponível em: ftp://mat.ufpb.br/pub/textos/tex/latex2e.zip, Acesso em: 5 Junho [6] PÁDUA, I. C. D. Estilo TDIINPE LATEX. [S.l.]: Disponível em: DIINPE.PDF, Acesso em: 18 Março [7] LANG, R. Ghostscript, Ghostview and GSview. [S.l.]: Disponível em: ghost/, Acesso em: 15 Fevereiro [8] MASSAGO, S. Curso de Latex via Exemplos. [S.l.]: Disponível em: Acesso em: 3 Abril [9] JESSEN. Exemplo de Uso de LaTeX2e. [S.l.]: Disponível em: Acesso em: 15 Abril [10] FAIRBAIRNS, R. The directory CTAN:/macros/latex/packages has been superseded. [S.l.]: Disponível em: Acesso em: 12 Maio
77 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 69 [11] PATRIC, D. W. A Guide To Latex. [S.l.]: Person Education. [12] SANTOS, R. J. Introdução ao Latex. [S.l.]: Disponível em: regi, Acesso em: 27 Junho 2007.
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