RIDASCREEN Clostridium difficile GDH
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- Wilson Borba Tomé
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1 RIDASCREEN Clostridium difficile GDH No do artigo: C0701 R-Biopharm AGAn der neuen Bergstraße 17, D Darmstadt, Alemanha Tel.: +49 (0) / Fax: +49 (0)
2 1. Uso previsto Para uso no diagnóstico in vitro. O ensaio imunoenzimático RIDASCREEN Clostridium difficile GDH fornece a identificação qualitativa de uma desidrogenase de glutamato, que é específica ao Clostridium difficile em amostras de fezes humanas. 2. Resumo e explicação do teste Clostridium difficile são, bactérias estritamente anaeróbias, formadoras de esporos e em forma de haste que são componentes da flora de fezes normais em humanos. Em condições normais, a taxa de colonização desses patógenos na sua maioria inofensivos é muito elevada nos primeiros anos da infância, variando até 80%. Esta taxa diminui progressivamente no decurso da vida e apresenta médias não superiores a 2 a 10% em grupos de idade adulta. Sob certas condições, no entanto, por exemplo, durante uma internação hospitalar, ela pode facilmente ultrapassar 30%. Decisivo para a infecção por Clostridium difficile (CDI) é a formação das proteínas tóxicas A de elevado peso molecular (enterotoxina) e B (citotoxina). Considerando que algumas cepas do Clostridium difficile não produzem toxinas e que cerca de 2-8% dos adultos saudáveis e até 80% das crianças menores de dois anos de idade podem ser colonizados com o Clostridium difficile, a suspeita de uma diarreia associada ao C. difficile confere significado patognomônico à identificação de toxinas A e B. No entanto, isto depende, inicialmente, de uma colonização bem sucedida do intestino grosso com as bactérias C. difficile que são capazes de formação suficiente de toxinas. Uma redução da flora intestinal normalmente protetora é favorável a esse tipo de colonização. A destruição como resultado de uma antibiose, por exemplo, ou outros fatores capazes de prejudicar a imunidade intestinal, irá permitir que especialmente as cepas de C. difficile se espalhem, as quais têm uma ampla gama e ainda crescente de resistência em relação a vários antibióticos. Outros fatores de virulência, como a produção de toxinas reforçada decorrente dos defeitos de regulação de várias cepas definidas recentemente tornaram o C. difficile um "germe re-emergente", com uma patogenicidade que já não se limita àqueles que desenvolvem uma infecção por Clostridium difficile (CDI) após o tratamento com antibióticos, mas cada vez mais também inclui pessoas que não tenham sido submetidas a tratamento e não estavam no hospital. A importância crescente, em particular, como um germe hospitalar, tem levado a novas abordagens de tratamento, mas acima de tudo, a novos algoritmos para o diagnóstico de infecções por C. difficile. O objetivo principal é identificar o C. difficile, a fim de evitar a transferência de pacientes hospitalizados, independentemente de que cepas toxigênicas ou não toxigênicas de C. difficile estejam envolvidas. A enzima glutamato desidrogenase (GDH) tem se mostrado um marcador de triagem sensível, que é muito comum entre muitos organismos e encontrada em um número elevado de cópias. Visto que muitas das bactérias intestinais têm esta enzima, ela é decisiva para sistemas de identificação que detectam o GDH específico para o C. difficile com especificidade confiável e alta sensibilidade. O ensaio imunoenzimático de GDH RIDASCREEN Clostridium difficile satisfaz ambas as condições a um alto grau. Ele não pode substituir a RIDASCREEN Clostridium difficile GDH
3 identificação obrigatória das toxinas A e B como uma prova de uma CDI, embora melhore a detecção confiável deste germe nosocomial muito significativo quando conduzida sequencialmente anterior ou paralelamente à toxina A/B ELISA do RIDASCREEN Clostridium difficile. Apenas os sintomas específicos da doença e a identificação das toxinas A e B tornam o diagnóstico da CDI uma decisão de tratamento adequado possível. 3. Princípio do teste O teste de GDH RIDASCREEN Cryptosporidium emprega anticorpos específicos em um método do tipo sanduíche. Esses anticorpos monoclonais relacionados ao glutamato desidrogenase do Clostridium difficile estão ligados à superfície do poço da placa de micropoços. Usa-se uma pipeta para posicionar uma suspensão da amostra de fezes para ser examinada, bem como as amostras de controle no poço da placa de micropoços, juntamente com anticorpos contra GDH biotinados (Conjugado 1) para incubação à temperatura ambiente (20-25 C). Depois de uma etapa de lavagem, o conjugado de estreptavidina poli-peroxidase (Conjugado 2) é adicionado e incubado novamente à temperatura ambiente (20-25 C). Se há GDH específico ao Clostridium difficle em uma amostra, os anticorpos imobilizados, o GDH e os anticorpos conjugados formam um complexo de sanduíche. Outra etapa de lavagem remove o conjugado de estreptavidina poli-peroxidase não ligado. Em amostras positivas, a adição de um substrato muda a enzima ligada, de uma solução incolor para uma solução azul. A adição de um reagente de parada muda a cor de azul para amarelo. A extinção é proporcional à concentração de GDH do Clostridium difficile encontrados na amostra. 4. Reagentes fornecidos Os reagentes do kit são suficientes para 96 determinações. Plate Diluent 1 Wash 96 Placa de micropoços, 12 tiras de micropoços (que podem ser divididas) no suporte para tiras; revestida com anticorpos específicos ao glutamato desidrogenase do Clostridium difficile. 100 ml Tampão de diluição de amostra, solução de NaCl tamponada com proteína; pronto para usar; cor azul 100 ml Tampão de lavagem, solução de NaCl tamponada com fosfato (concentrada 10 vezes); contém 0,1% de timerosal Control + Control - 2 ml 2 ml Controle positivo; toxina inativada; pronto para usar Controle negativo (tampão de diluição da amostra); pronto para usar RIDASCREEN Clostridium difficile GDH
4 Conjugate 1 Conjugate 2 13 ml 13 ml Anticorpos conjugados à biotina para o glutamato desidrogenase específico do Clostridium difficile em solução de proteína estabilizada; prontos para usar; cor verde Conjugado de estreptavidina poli-peroxidase em solução de proteína estabilizada pronto para usar; cor laranja Substrate Stop 13 ml Peróxido de hidrogênio/tmb; pronto para usar 8 ml Reagente de parada; 1 N de ácido sulfúrico; pronto para usar 5. Reagentes e sua armazenagem Todos os reagentes devem ser armazenados a 2-8 C e podem ser usados até a data impressa na etiqueta. Armazenado a 2-8 C, o tampão de lavagem diluído pode ser usado por, no máximo, 4 semanas. Deve-se evitar a contaminação microbiana. Após a data de expiração, a garantia da qualidade já não é válida. A bolsa de alumínio deve ser aberta com tesoura de forma que a vedação de grampo não seja rasgada. As tiras de micropoços que não forem necessárias devem ser recolocadas em uma bolsa de alumínio imediatamente e armazenadas a 2-8 C. O substrato incolor também deve ser protegido contra a luz solar direta, para impedir que se decomponha ou fique azul devido à auto-oxidação. Depois que o substrato fica azul, ele não pode mais ser utilizado. 6. Reagentes adicionais necessários e equipamento necessário 6.1. Reagentes fornecidos - Água destilada ou deionizada 6.2. Equipamento - Tubos de ensaio - Pipetas descartáveis (Artigo no: Z0001) - Misturador de vórtice (opcional, consulte 9.3.) - Micropipeta para volumes de µl e 1 ml - Cilindro de medição (1.000 ml) - Cronômetro - Dispositivo de lavagem para placas de micropoços ou pipetas multicanal (300 µl) - Fotômetro para placas de micropoços (450 nm e filtro de referência de nm) - Papel filtro (toalhas para laboratório) - Contêiner de resíduos com uma solução de 0,5% de hipoclorito RIDASCREEN Clostridium difficile GDH
5 7. Precauções de uso Somente para uso no diagnóstico in vitro. Este ensaio só deve ser realizado por profissionais de laboratório treinados. As diretrizes para trabalhar em laboratórios médicos devem ser seguidas. Sempre siga rigorosamente as instruções para os usuários referentes a este teste. As amostras ou reagentes não devem ser pipetados com a boca, e o contato com a pele ferida ou com membranas mucosas deve ser evitado. Use equipamento de proteção pessoal (luvas adequadas, avental, óculos de segurança) ao manusear as amostras e lave as mãos depois de concluir o teste. Não fume, coma ou beba nas áreas onde amostras ou reagentes estão sendo processados. Para ver mais detalhes, consulte as Folhas de Dados de Segurança de Materiais (MSDS) em O kit inclui um controle positivo que contém proteína GDH recombinante. Isso, assim como as amostras de pacientes, deve ser tratado como material potencialmente infeccioso e manuseado de acordo com as normas de segurança nacionais. O tampão de lavagem contém 0,1% de timerosal como conservante. Não se deve permitir que essa substância entre em contato com a pele ou membranas mucosas. Garanta o descarte adequado e responsável de todos os reagentes e materiais após o uso. Para o descarte, siga os regulamentos nacionais. 8. Coleta e armazenagem de amostras As amostras de fezes devem ser tomadas assim que possível, mas dentro de três dias após a ocorrência dos sintomas iniciais de diarreia. Até o momento da utilização, armazene o material de teste a 2-8 C. Se não for possível usar o material para um teste dentro de três dias, recomendamos a armazenagem a 20 C ou menos. Evite congelar e descongelar a amostra repetidamente. Depois de diluir uma amostra de fezes no tampão de diluição de amostra 1:11, ela pode ser armazenada a 4 C para uso dentro de três dias. As amostras de fezes não devem ser coletadas em contêineres de transporte contendo meios conservantes, soros animais, íons metálicos, agentes oxidantes ou detergentes, já que podem interferir no Teste de GDH RIDASCREEN Clostridium difficile. Se esfregaços retais forem utilizados, certifique-se de que o volume de material fecal seja suficiente (aprox. 100 mg) para o teste. O rastreio do contato deve incluir amostras de fezes tomadas de pessoas de contato que não apresentam sintomas clínicos, para identificar portadores assintomáticos. RIDASCREEN Clostridium difficile GDH
6 9. Procedimentos do teste 9.1. Informações gerais Todos os reagentes e o micropoço Plate devem atingir a temperatura ambiente (20-25 C) antes do uso. As tiras de micropoços não devem ser removidas da bolsa de alumínio até atingir a temperatura ambiente. Os reagentes devem ser misturados totalmente imediatamente antes do uso. Depois do uso, as tiras de micropoços (colocadas em bolsas vedadas) e os reagentes devem ser armazenados a 2-8 C. Depois de usadas, as tiras de micropoços não podem ser usadas novamente. Os reagentes e as tiras de micropoços não devem ser usados se a embalagem estiver danificada ou os frascos estiverem vazando. Para evitar a contaminação cruzada, deve-se impedir que as amostras entrem em contato com os componentes do kit. O teste não deve ser realizado sob luz solar direta. Recomendamos a cobertura da tira de micropoços ou o envolvimento em plástico para evitar perdas por evaporação Preparação do tampão de lavagem Misture 1 parte de concentrado de tampão de lavagem Wash com 9 partes de água destilada. Quaisquer cristais presentes no concentrado deverão ser dissolvidos previamente aquecendo em banho-maria a 37 C. 9.3 Preparação das amostras Encha um tubo de ensaio rotulado com 1 ml de tampão de diluição de amostra RIDASCREEN Diluent 1. Use uma pipeta descartável (artigo no Z0001) para aspirar uma amostra fina de fezes (aprox. 100 µl) até um ponto logo acima da segunda marcação e adicione isto ao tampão no tubo de ensaio para fazer uma suspensão. Para fazer uma suspensão com uma amostra de fezes sólidas, adicione uma quantidade equivalente (aprox mg) com uma espátula ou ansa de inoculação descartável. Homogeneíze a suspensão de fezes por sucção e ejeção com uma pipeta ou, como alternativa, misture com um misturador Vortex. Deixe a suspensão descansar por um breve período (10 minutos) para que as partículas grossas de fezes assentem, e esse sobrenadante clarificado da suspensão de fezes pode ser usado diretamente no teste. Caso o procedimento do teste seja realizado em um sistema ELISA automatizado, o sobrenadante deve obrigatoriamente estar livre de partículas. Nesse caso, é recomendável centrifugar a amostra a G durante 5 minutos. Observação: Amostras de fezes diluídas em Diluent 1 podem ser testadas em outro RIDASCREEN ELISA, desde que ele também utilize o Diluent 1. RIDASCREEN Clostridium difficile GDH
7 9.4. Primeira incubação Depois de encher um número suficiente de poços no suporte para tiras, use uma pipeta para adicionar 100 µl do positivo Control +, do negativo Control -, ou da suspensão da amostra das fezes aos poços. Em seguida, adicione 100 μl do anticorpo conjugado à biotina Conjugate 1 e misture (batendo levemente no lado da placa); depois, incube por 60 minutos à temperatura ambiente (20-25 C) Lavagem Lavar cuidadosamente é importante para a obtenção de resultados corretos. Portanto, siga rigorosamente as instruções. A substância incubada nos poços deve ser esvaziada em um contêiner de resíduos para o descarte de acordo com os regulamentos locais. Depois disso, deite a placa em um papel absorvente para remover a umidade residual. Em seguida, lave a placa cinco vezes usando 300 µl de tampão de lavagem em cada vez. Certifique-se de que os poços sejam totalmente esvaziados, deitando-os, após cada lavagem, em uma parte do papel absorvente que ainda esteja seca e não tenha sido usada. Se você usa uma lavadora de microplacas ou um ELISA totalmente automatizado, certifique-se de que a máquina esteja ajustada corretamente; se necessário, solicite os ajustes do fabricante. Os aparelhos fornecidos pela R-Biopharm já estão programados com ajustes e protocolos de controle validados. Para evitar o entupimento das agulhas de lavagem, entregue somente suspensões de fezes livres de partícula (consulte o Item 9.3., Preparação das amostras). Além disso, certifique-se de que todo o líquido seja aspirado durante cada etapa de lavagem Segunda incubação Use uma pipeta para colocar 100 µl de conjugado de estreptavidina poli-peroxidase Conjugate 2 nos poços e, em seguida, incube durante 30 minutos à temperatura ambiente (20-25 C) Lavagem Lave conforme o descrito no Item Terceira incubação Encha todos os poços com 100 µl de substrato Substrate. Incube a placa por 15 minutos no escuro à temperatura ambiente (20-25 C). Em seguida, coloque 50 µl de reagente de parada em todos os poços Stop a fim de parar a reação. Depois de misturar cuidadosamente ao bater ligeiramente no lado da placa, meça a extinção a 450 nm (opcional: 450/620 nm). Ajuste o ponto zero no ar, ou seja, sem a placa de micropoços. Observação: RIDASCREEN Clostridium difficile GDH
8 Amostras altamente positivas de pacientes podem provocar precipitados de cor preta do substrato. 9.9 Protocolo de teste resumido Os tempos de incubação descritos nos itens 9.4, 9.6 e 9.8 podem ser significativamente reduzidos caso a placa seja incubada a 37 C e com uma frequência de vibração de Hz (DSX, fabricado por Dynex). Os tempos de incubação passam a ser os seguintes: Incubação 1: 30 minutos Incubação 2: 15 minutos Incubação 3: 15 minutos Agitadores de placas de micropoços separados também são adequados, como o Thermomixer da Eppendorf (ajuste de frequência: 850 RPM) ou também o DTS-2 da LTF Labortechnik (ajuste de frequência: 800 RPM). 10. Controle de qualidade - indicações da expiração do reagente Para fins de controle de qualidade, controles positivos e negativos devem ser usados cada vez que o teste é realizado, para garantir que os reagentes estejam estáveis e que o teste seja realizado corretamente. O teste foi realizado corretamente se a taxa de extinção (O. D.) do controle negativo é inferior a 0,2 a 450 nm (inferior a 0,160 a 450/620 nm) e o valor medido para o controle positivo é maior que 0,8 a 450 nm ou a 450/620 nm. Um valor superior a 0,2 (0,160) para o controle negativo pode indicar que a lavagem foi insuficiente. O desvio os valores exigidos, bem como uma cor turva ou azul do substrato incolor antes que seja colocado nos poços pode indicar que os reagentes expiraram. Se os valores estipulados não forem obtidos, verifique os pontos a seguir antes de repetir o teste: - Data de expiração dos reagentes usados - Funcionalidade do equipamento que está sendo usado (por exemplo: calibragem) - Procedimento de teste correto - Inspeção visual dos componentes do kit à procura de contaminação ou vazamentos - a solução de substrato que se torna azulada não deve ser usada. Se mesmo assim as condições não forem preenchidas após a repetição do teste, consulte o fabricante ou o distribuidor local da R-Biopharm. 11. Avaliação e interpretação Cálculo do corte Para estabelecer o corte, 0,10 unidade de extinção é adicionada à extinção medida para o controle negativo. RIDASCREEN Clostridium difficile GDH
9 Corte = extinção para o controle negativo + 0, Resultados do teste A avaliação da amostra é positiva se a taxa de extinção é mais do que 10% superior ao valor de corte calculado. A avaliação da amostra é marginal se a taxa de extinção varia entre 10% menor e 10% maior que o valor de corte. Se a repetição do exame com uma nova amostra de fezes fica novamente na zona cinza, a avaliação da amostra é negativa. Amostras com extinções mais de 10% abaixo do corte calculado devem ser consideradas negativas. 12. Limitações do método O Teste de GDH RIDASCREEN Clostridium identifica o glutamato desidrogenase específico ao Clostridium difficile em amostras de fezes. Não é possível associar o nível determinado de extinção à ocorrência ou gravidade dos sintomas clínicos. Apenas a Toxina A/B ELISA adicionalmente necessária e requerida do RIDASCREEN Clostridium difficile em conexão com os sintomas clínicos torna o diagnóstico de uma CDI possível a um grau elevado de certeza. Um resultado positivo não descarta a presença de outros patógenos ou causas infecciosas. Um resultado negativo não descarta a possibilidade de infecção por C. difficile. Um resultado desse tipo pode ocorrer devido à excreção intermitente do patógeno ou à quantidade muito pequena de antígeno na amostra. Se o histórico do paciente respalda a suspeita de infecção por CDI, deve-se repetir o exame com outra amostra de fezes. Um resultado marginal pode ser causado pela distribuição não homogênea dos antígenos na amostra de fezes. Nesse caso, o exame deve ser repetido com uma segunda suspensão da mesma amostra ou outra amostra de fezes deve ser solicitada. 13. Características de desempenho Qualidade do teste O desempenho do diagnóstico do RIDASCREEN Clostridium difficile GDH ELISA foi testado com mais de 300 amostras de fezes num laboratório de rotina. As amostras foram provenientes de pacientes com suspeita de CDI. Para referência, foi realizada uma investigação de comparação com as amostras de fezes previamente homogeneizadas, usando um ELISA comercialmente disponível de um concorrente e uma reação em cadeia da polimerase (PCR) no rdna 16S do Clostridium difficile. Os resultados desse estudo são mostrados na Tabela 1. RIDASCREEN Clostridium difficile GDH
10 Tabela 1: Comparação do RIDASCREEN Clostridium difficile GDH ELISA difficile com o PCR no rdna 16S (a) e o ELISA de um concorrente comercial (b) PCR Concorrente ELISA positivo negativo positivo negativo RIDASCREEN Clostridium difficile GDH positivo negativo ** 238 ** 4 de 7 amostras tiveram resultado negativo no PCR e nos valores > corrigidos da cultura Sensibilidade: 90,9 % 95,4 % Especificidade: 99,2 % 100,0 % Valor preditivo positivo (VPP): 96,8 % 100,0 % Valor preditivo negativo (VPN): 97,6 % 98,8 % Correlação: 97,4 % 99,0 % 13.2 Sensibilidade analítica A sensibilidade analítica do RIDASCREEN Clostridium difficile GDH ELISA foi determinada pela titulação da proteína pura de glutamato desidrogenase em comparação com dois ELISAs GDH comerciais. Os resultados desse estudo são dados na Tabela 2. Tabela 2: Sensibilidade analítica de três ELISAs concorrentes para a proteína pura de GDH Concentração de RIDASCREEN ELISA 1 ELISA 2 proteína de GDH [ng/ml] OD 450 nm OD 450 nm OD 450 nm 118,64 3, , , ,55 3, , , ,18 1, , , ,39 0, ,150-0, ,46 0, ,122-0,162 (+) 0,49 0,096-0,067-0, Reatividade cruzada Diversos micro-organismos patogênicos do trato intestinal foram examinados com o RIDASCREEN Clostridium difficile GDH ELISA e não apresentaram reatividade cruzada. Esses testes foram realizados com suspensões bacterianas (10 6 a 10 9 cfu/ml), com culturas de RIDASCREEN Clostridium difficile GDH
11 parasitas (10 7 a 10 9 organismos/ml) e sobrenadantes de culturas de células infectadas com o vírus. Os resultados desse estudo são resumidos na Tabela 3. Tabela 3: Reatividade cruzada com micro-organismos patogênicos do trato intestinal Organismo Resultado [OD 450] Adenovírus 0,046 Aeromonas hydrophila 0,054 Astrovírus 0,055 Bacillus cereus 0,061 Bacteroides fragilis 0,059 Campylobacter coli 0,161 Campylobacter jejuni 0,067 Candida albicans 0,059 Citrobacter freundii 0,056 Clostridium perfringens 0,051 Clostridium sordellii 0,051 Cryptosporidium muris 0,055 Cryptosporidium parvum 0,054 E. coli (O26:H-) 0,050 E. coli (O6) 0,053 E. coli (O157:H7) 0,043 Enterobacter cloacae 0,051 Enterococcus faecalis 0,043 Amostra de Giardia Lamblia 0,043 Klebsiella oxytoca 0,044 Proteus vulgaris 0,044 Pseudomonas aeruginosa 0,042 Rotavírus 0,056 Salmonella enteritidis 0,051 Salmonella typhimurium 0,047 Serratia liquefaciens 0,050 Shigella flexneri 0,047 Staphylococcus aureus 0,047 Staphylococcus epidermidis 0,047 Vibrio parahaemolyticus 0,046 Yersinia enterocolitica 0,046 RIDASCREEN Clostridium difficile GDH
12 13.4. Precisão A reprodutibilidade do teste RIDASCREEN Clostridium difficile GDH ELISA foi investigada com seis referências que representam toda a faixa de medição, de negativo (Referência 6) ao altamente positivo (Referência 1). Para determinar a reprodutibilidade intraensaio, 40 réplicas dessas referências foram testadas. Os valores médios e os coeficientes de variação (VC) de três lotes dos kits foram determinados. Para a reprodutibilidade intraensaio, foram testadas referências de dez dias úteis seguidos em duplicadas, com duas execuções por dia. As medições foram determinadas por três técnicos e se referem a três lotes de kits. A reprodutibilidade entre os lotes foi determinada para todos os três lotes dos kits. Referências Intraensaio Entre ensaios Entre lotes Valor médio / VC Lote de kits 1 Lote de kits 2 Lote de kits 3 Lote de kits 1 Lote de kits 2 Lote de kits 3 Lote de kits ,014 / 5,59% 1,838 / 3,59% 1,409 / 8,02% 2,743 / 9,88% 3,337 / 19,83% 3,146 / 8,46% 3,075 / 17,10% 2 1,310 / 6,15% 1,258/ 4,08% 0,908 / 5,64% 2,466 / 12,69% 2,537 / 22,80% 2,239 / 10,20% 2,414 / 17,47% 3 0,869/ 4,35% 0,731 / 3,76% 0,646 / 5,65% 1,090 / 12,35% 1,530 / 23,20% 1,337 / 12,73% 1,319 / 24,38% 4 0,628 / 6,09% 0,549 / 4,58% 0,488 / 7,45% 0,691 / 13,21% 1,219 / 23,76% 1,040 / 14,70% 0,983/ 33,53% 5 0,355 / 6,72% 0,372 / 4,22% 0,250 / 6,65% 0,438 / 13,47% 0,718 / 24,45% 0,615 / 16,53% 0,590 / 31,30% 6 0,054 / 17,90% 0,049 / 8,66% 0,045 / 6,56% 0,056 / 14,37% 0,055 / 19,09% 0,049 / 13,60% 0,053 / 17,14% 14 Substâncias interferentes As substâncias da lista a seguir não apresentaram efeitos sobre os resultados do teste quando misturadas às amostras de fezes positivas e negativas do C. difficile nas concentrações descritas: sulfato de bário (5% w/w [peso/ peso]), loperamida (medicamento antidiarreico 5% w/w), Pepto-Bismol (medicamento antidiarreico, 5% v/w [volume/ peso]), mucinas (5% w/w), ciclamato de sódio (adoçante artificial, 5% v/w), sangue humano (5% v/w), ácido esteárico e ácido palmítico (mistura 1:1, 40% w/w), metronidazol (0,5) (antibiótico 5% v/w), diclofenaco (0,00263% v/w). RIDASCREEN Clostridium difficile GDH
13 Apêndice Símbolos específicos do teste: Plate Diluent 1 Wash Control + Control - Placa de micropoços Tampão de diluição da amostra Tampão de lavagem Controle positivo Controle negativo Conjugate 1 Conjugado 1 Conjugate 2 Conjugado 2 Substrate Stop Substrato Reagente de parada RIDASCREEN Clostridium difficile GDH
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RIDASCREEN Clostridium difficile Toxina A/B
RIDASCREEN Clostridium difficile Toxina A/B No do artigo: C0801 R-Biopharm AG, An der neuen Bergstraße 17, D-64297 Darmstadt, Alemanha Telefone: +49 (0) 61 51 81 02-0 / Fax: +49 (0) 61 51 81 02-20 1. Uso
RIDA QUICK Clostridium difficile GDH
RIDA QUICK Clostridium difficile GDH Art. N.: N0703 R-Biopharm AG, An der neuen Bergstraße 17, D-64297 Darmstadt, Alemanha Tel.: +49 (0) 61 51 81 02-0 / Fax: +49 (0) 61 51 81 02-20 C 1. Âmbito de aplicação
RIDASCREEN Giardia. No do artigo: C1101
RIDASCREEN Giardia No do artigo: C1101 R-Biopharm AG, An der neuen Bergstraße 17, D-64297 Darmstadt, Alemanha Tel.: +49 (0) 61 51-81 02-0 / Fax: +49 (0) 61 51-81 02-20 1. Uso previsto Para uso no diagnóstico
RIDA QUICK Clostridium difficile Toxin A/B
RIDA QUICK Clostridium difficile Toxin A/B Nº de art.: N0803 R-Biopharm AG, An der neuen Bergstraße 17, D-64297 Darmstadt, Germany Tel: +49 (0) 61 51 81 02-0 / Fax: +49 (0) 61 51 81 02-20 1. Âmbito de
RIDASCREEN Clostridium perfringens Enterotoxin
RIDASCREEN Clostridium perfringens Enterotoxin No do artigo: C0601 R-Biopharm AGAn der neuen Bergstraße 17, D-64297 Darmstadt, Alemanha Tel.: +49 (0) 61 51-81 02-0 / Fax: +49 (0) 61 51-81 02-20 1. Uso
RIDASCREEN Cryptosporidium/Giardia Combi
RIDASCREEN Cryptosporidium/Giardia Combi No do artigo: C1121 R-Biopharm AG, An der neuen Bergstraße 17, D-64297 Darmstadt, Alemanha Tel.: +49 (0) 61 51-81 02-0 / Fax: +49 (0) 61 51-81 02-20 1. Uso previsto
RIDASCREEN Taenia solium IgG
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