Lição 03 AVALIAÇÃO GERAL DO PACIENTE
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- Ronaldo Fidalgo Camelo
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1 Lição 03 AVALIAÇÃO GERAL DO PACIENTE OBJETIVOS: Ao final desta lição os participantes serão capazes de: 1. Citar as 5 fases da avaliação geral de um paciente; 2. Diferenciar a avaliação dirigida para trauma e a avaliação dirigida para emergência médica; 3. Enumerar 4 sinais vitais observados num paciente; 4. Demonstrar, através de uma simulação, a sequencia correta de todos os passos da avaliação geral de um paciente. 16
2 INTRODUÇÃO Numa situação de urgência/emergência, a vítima não poderá receber os cuidados adequados se seus problemas não forem corretamente identificados. Portanto, a avaliação do paciente deverá ser realizada pelos socorristas para identificar possíveis lesões (traumas) e doenças (emergências médicas) ou ambas. Na área do socorro pré-hospitalar, o trabalho de avaliação deverá ser realizado de forma ágil, segura e meticulosa, através da coleta sistemática (passo a passo) de dados para determinar o estado de saúde do paciente, identificar quaisquer problemas efetivos ou potenciais e implementar as ações de socorro necessárias ao suporte básico de vida do mesmo. Esta avaliação deverá ser, sempre que possível, realizada em equipe, buscando primeiramente identificar e corrigir de imediato os problemas que ameaçam a vida a curto prazo. AVALIAÇÃO GERAL DO PACIENTE O processo de avaliação geral do paciente divide-se cinco fases distintas, a saber: 1. ; 2. ; 3. ; 4. Avaliação física detalhada (opcional); e 5. Avaliação ou assistência continuada. 1. AVALIAÇÃO/DIMENSIONAMENTO DA CENA Todo atendimento deverá iniciar-se pelo dimensionamento (avaliação) da cena da emergência. Esta rápida avaliação do cenário da emergência inclui: 1) A revisão das informações do despacho; 2) A adoção de medidas de proteção pessoal (precauções universais); 3) A verificação das condições de segurança: - Segurança pessoal; - Segurança do paciente; - Segurança de terceiros (familiares, acompanhantes, testemunhas e curiosos); 4) A observação dos mecanismos de trauma ou a natureza da doença; 5) A verificação do número de vítimas e da necessidade do acionamento de recursos adicionais. Fontes rápidas de informação no local da cena A cena por si só; O paciente (se estiver consciente e em condições de responder); Familiares, testemunhas ou curiosos; Os mecanismos do trauma e a posição do paciente, qualquer deformidade maior ou lesão óbvia; Qualquer sinal ou sintoma indicativo de emergência médica. 17
3 Obs. Após avaliar a cena e identificar os perigos, o socorrista deverá iniciar o gerenciamento dos riscos presentes e o controle dos mesmos. Esta tarefa geralmente inclui medidas de sinalização do local, isolamento, estabilização de veículos, controle de tráfego, desligamento de cabos elétricos energizados, desligamento de motores automotivos, desativação de sistemas de air bags, remoção de vítimas em situação de risco iminente, entre outros. 2. AVALIAÇÃO INICIAL A avaliação inicial do paciente é o próximo passo do socorrista após a avaliação do local da emergência. Podemos conceituá-la como sendo um processo ordenado para identificar e corrigir, de imediato, problemas que ameacem a vida a curto prazo. A avaliação inicial deve ser executada na seguinte seqüência: 1. Forme uma impressão geral do paciente; 2. Avalie o nível de consciência (status mental - Escala AVDI); 3. Avalie a permeabilidade das vias aéreas e a coluna cervical; 4. Avalie a respiração; 5. Avalie a circulação (presença de pulso carotídeo palpável e hemorragias graves); 6. Decida a prioridade para o transporte do paciente (Escala CIPE). APRESENTAÇÃO DO SOCORRISTA Diga seu ; Identifique-se como tecnicamente ; Pergunte à vítima se você pode ajudá-la (pedido de ); Durante a avaliação inicial, os problemas que ameaçam a vida, por ordem de importância, são: Circulação: Vias aéreas: Respiração: 18
4 COMO REALIZAR A AVALIAÇÃO INICIAL 1. Observe visualmente a cena e forme uma impressão geral do paciente; 2. Avalie o nível de consciência do paciente (AVDI). Identifique-se como socorrista e solicite autorização para ajudar; 3. Avalie a permeabilidade das vias aéreas e estabilize manualmente a coluna cervical; 4. Avalie a respiração do paciente (usar a técnica do ver, ouvir e sentir VOS); 5. Verifique a circulação do paciente (apalpar o pulso carotídeo) e verifique a presença de hemorragias graves; 6. Descida a prioridade para o transporte. Obs. Ao término da avaliação inicial, o socorrista deverá classificar o paciente de acordo com a gravidade de suas lesões ou doença. Essa classificação é baseada na escala CIPE: CRÍTICO: Paciente em parada respiratória ou parada cardiopulmonar. INSTÁVEL: Paciente inconsciente, com choque descompensado e/ou dificuldade respiratória severa, lesão grave de cabeça ou tórax. POTENCIALMENTE INSTÁVEL: Paciente vítima de mecanismo agressor importante, em choque compensado, portador de lesão isolada importante ou lesão de extremidade com prejuízo circulatório ou neurológico. ESTÁVEL: Paciente portador de lesões menores, sem problemas respiratórios e com sinais vitais normais. Os pacientes críticos ou instáveis devem ser transportados de imediato. Nesses casos, a avaliação dirigida e a avaliação física detalhada poderão ser realizadas durante o transporte para o hospital, no interior do veículo de emergência, simultaneamente com as medidas de suporte básico de vida. Já no caso dos pacientes potencialmente instáveis ou estáveis, o socorrista deverá continuar a avaliação na cena da emergência e transportar o paciente após sua estabilização. Recomendamos que o socorro pré-hospitalar (incluindo a avaliação, a estabilização e o início do transporte) seja realizado num prazo máximo de 3 a 5 minutos nos casos de pacientes graves (C e I) e, entre 10 a 12 minutos nos casos de pacientes estáveis (P e E), de forma a garantir o atendimento integral do paciente dentro da chamada hora de ouro do trauma (60 minutos). Após decidir sobre a prioridade de transporte, a equipe de socorristas deverá realizar um rápido exame físico na região posterior e anterior do pescoço e, em seguida, mensurar e aplicar um colar cervical de tamanho apropriado para imobilizar a cabeça e o pescoço da vítima. Depois, os socorristas deverão avaliar a necessidade de ofertar oxigênio para o paciente. Para isto, deverão examinar o nariz, a boca e a mandíbula e através do emprego de uma máscara facial com reservatório de oxigênio (nonrebreather mask) iniciar a oxigenoterapia. Para tratar os pacientes de emergência médica, os socorristas poderão utilizar os mesmos parâmetros recomendados nos casos de trauma, no entanto, não necessitam imobilizar a região cervical. 19
5 AVALIAÇÃO DIRIGIDA Podemos conceituá-la como sendo um processo ordenado para obter informações, descobrir lesões ou problemas médicos que, se não tratados, poderão ameaçar a vida do paciente. A avaliação dirigida é realizada logo após o término da avaliação inicial e é dividida em três etapas distintas, são elas: (paciente, familiares ou testemunhas); Aferição dos ; e (limitado a uma lesão ou problema médico ou completo da cabeça aos pés). Entrevista: Etapa da avaliação onde o socorrista conversa com o paciente buscando obter informações dele próprio, de familiares ou de testemunhas, sobre o tipo de lesão ou enfermidade existente e outros dados relevantes. Sinais Vitais: Etapa da avaliação onde o socorrista realiza a aferição da respiração, pulso, pressão arterial e temperatura relativa da pele do paciente. Exame físico: O exame físico poderá ser limitado a uma lesão ou problema médico ou realizado de forma completa (da cabeça aos pés). Nesta etapa da avaliação, o socorrista realiza uma apalpação e uma inspeção visual, de forma ordenada e sistemática, buscando localizar no paciente, indicações de lesões ou problemas médicos. REGRAS GERAIS QUE SE APLICAM NA AVALIAÇÃO: 1. Avaliar sem causar dano adicional; 2. Observar condutas e/ou comportamento do paciente e estar atento a qualquer alteração nas condições do paciente; 3. Suspeitar de lesão na coluna vertebral, sempre que a vítima sofrer um trauma; 4. Informar ao paciente que vai examiná-lo e a importância (o porquê) de fazê-lo; 5. Aferir corretamente os sinais vitais; 6. Seguir corretamente a sequência no exame físico da cabeça aos pés. Os procedimentos da avaliação dirigida são diferentes para pacientes de trauma e pacientes de emergência médica. Fique atento durante todo o processo de avaliação, pois algumas vezes a natureza da emergência pode não estar claramente definida! GUIA PARA REALIZAR UMA ENTREVISTA: Se o paciente estiver consciente e em condições de respondê-lo, questione-o utilizando as seguintes perguntas chaves: 1) Nome e idade (se é menor, procure contatar com seus pais ou um adulto conhecido) 2) O que aconteceu? (para identificar a natureza da lesão ou doença) 20
6 3) O que está sentindo? 4) Você tem algum problema de saúde? 5) Você tem tomado algum remédio? 6) Você é alérgico a alguma coisa? GUIA PARA AFERIR OS SINAIS VITAIS: SINAL: É tudo aquilo que o socorrista pode observar ou sentir no paciente enquanto o examina. Exemplos: pulso, palidez, sudorese, etc. SINTOMA: É tudo aquilo que o socorrista não consegue identificar sozinho. O paciente necessita contar sobre si mesmo. Exemplos: dor abdominal, tontura, etc. AFERIÇÃO DE SINAIS VITAIS EM APH: RESPIRAÇÃO É o ato de respirar. Também chamada de ventilação. VALORES NORMAIS Adulto: movimentos respiratórios por minuto (mrm); Criança: mrm; Lactentes: mrm. PULSO É a expansão e o relaxamento das paredes das artérias devido a propagação de uma onda de sangue ejetada pela contração do coração. VALORES NORMAIS Adulto: batimentos por minuto (bpm); Criança: bpm; Lactentes: bpm. PRESSÃO ARTERIAL (PA) É definida como a pressão exercida pelo sangue circulante contra as paredes internas das artérias. A PA é medida em dois níveis, a PA sistólica e a PA diastólica. A sistólica é a pressão máxima à qual a artéria está sujeita durante a contração do coração (sístole). A diastólica é pressão remanescente no interior do sistema arterial quando o coração fica relaxado, na fase de enchimento de sangue (diástole). Temos então que a pressão arterial é diretamente influenciada pela força do batimento cardíaco. Quanto mais força, mais elevada a PA e o volume de sangue circulante. Os índices normais da PA adultos variam de: PA sistólica = 100 a 150 mmhg e PA diastólica = 60 a 90 mmhg. A pressão é sempre medida em mm de mercúrio (mmhg). Dentro desses valores, consideramos a PA normal; se excede a máxima, denominamos de alta ( hipertensão) e ao contrário, se não atinge a nível mínimo, denominamos de baixa (hipotensão). A PA é a aferida com auxílio de dois equipamentos, o esfigmomamômetro e o estetoscópio. 21
7 Em APH, existem duas técnicas utilizadas para aferir a PA, são elas: 1. Aferição com auscutação: usando um esfigmomanômetro e um estetoscópio para ouvir as características do som. 2. Aferição com palpação: usando o esfigmomanômetro e apalpando o pulso radial do paciente. TABELA DE VALORES NORMAIS DE PRESSÃO ARTERIAL VALORES NORMAIS DE PRESSÃO ARTERIAL* SISTÓLICA DIASTÓLICA Adultos 100 a a 90 Crianças e por idade (aprox.) Aproximadamente 2/3 da PAS adolescentes De 3 a 5 anos De 6 a 10 anos De 11 a 14 anos Média de 99 (78 a 116) Média de 105 (80 a 122) Média de 114 (88 a 140) Média de 55 Média de 57 Média de 59 *Nota: Os valores acima foram extraídos do seguinte livro de referência: O KEFFE, Mickael F. Emergency Care. New Jersey, 8 Ed., BRADY, AFERINDO A PRESSÃO ARTERIAL PELA AUSCULTAÇÃO Para determinar a pressão arterial usando o esfigmomanômetro e o estetoscópio você precisa: 1. Colocar o estetoscópio envolta do pescoço, posicionar o paciente sentado ou deitado e remover as vestes do braço que for utilizar para aferir a PA. Posicionar o braço do paciente para que fique no mesmo nível do coração. 2. Escolher um manguito de tamanho adequado e envolvê-lo na parte superior do braço do paciente, dois e meio centímetros acima da prega do cotovelo do paciente. O centro do manguito deve ser colocado sobre a artéria braquial. 3. Usando seus dedos, apalpar a artéria braquial acima da prega do cotovelo. 4. Fechar a válvula e inflar o manguito. Enquanto isto, continuar apalpando a artéria. Inflar o manguito até 30 mmhg, além do ponto onde o pulso desapareceu, ou seja, deixou de ser palpado. 5. Colocar a extremidade final do estetoscópio (olivas) em seus ouvidos e posicionar o diafragma do estetoscópio sobre o pulso da artéria braquial. 6. Abrir lentamente a válvula para que a pressão do aparelho seja liberada. A pressão deverá cair numa velocidade de três a cinco mmhg por segundo. 7. Escutar atenciosamente e anotar o valor indicado no manômetro, no momento do primeiro som (esta é a PA sistólica). 8. Deixar que o manguito continue esvaziando. Escutar e anotar o momento do desaparecimento do som (esta é a PA diastólica). Deixar o restante do ar sair do manguito (recomendamos manter o esfigmomanômetro no mesmo lugar para facilitar uma nova aferição). 22
8 9. Registrar o horário, a extremidade utilizada para realizar a aferição, a posição do paciente (deitado ou sentado) e a PA observada. 10. Se não tiver certeza da leitura, esvazie completamente o manguito, espere pelo menos um minuto e tente novamente (aferições repetidas, no mesmo braço, sem intervalo de tempo, poderão indicar leituras falsas). Obs. Em geral não aferimos PA em crianças com menos de 3 anos de idade. Nos casos de hemorragia ou choque, a PA mantém-se constante dentro de valores normais para no final desenvolver uma queda abrupta. TEMPERATURA É a diferença entre o calor produzido e o calor perdido pelo corpo humano. Geralmente fica entre 36,5 e 37,0 graus Celsius. Em atendimento pré-hospitalar básico, o socorrista verifica a temperatura relativa da pele colocando o dorso da sua mão sobre a pele do paciente (na testa, tórax ou abdômen). O socorrista estima a temperatura relativa da pele pelo tato. Convém recordar que a pele é a grande responsável pela regulação da temperatura e poderá apresentar-se normal, quente ou fria, úmida ou seca. Com relação a coloração, a pele poderá estar: - (pálida), - (ruborizada) ou, - (cianótica). Obs. Nas pessoas negras, a cor azulada poderá ser notada nos lábios, ao redor da fossas nasais e nas unhas. COMO REALIZAR O EXAME FÍSICO DO PACIENTE: Lembre-se que a avaliação dirigida permite que o socorrista realize o exame físico do segmento corporal a que o paciente se refere como o mais atingido ou de maior queixa. Assim o exame físico completo da cabeça aos pés pode não ser necessário. Use seu bom senso! 3. AVALIAÇÃO FÍSICA DETALHADA A avaliação ou exame físico detalhado da cabeça aos pés deve ser realizado pelo socorrista em cerca de dois a três minutos. O exame completo não precisa ser realizado em todos os pacientes. Ele pode ser realizado de forma limitada em vítimas que sofreram pequenos acidentes ou que possuem emergências médicas evidentes. Ao realizar o exame padronizado da cabeça aos pés, o socorrista deverá: 1) Verificar a cabeça (testa e couro cabeludo); 23
9 2) Verificar a face do paciente. Inspecionar os olhos e pálpebras, o nariz, a boca, a mandíbula e os ouvidos; 3) Verificar a região posterior e anterior do pescoço (região cervical); 4) Inspecionar os ombros bilateralmente (clavícula e escápula); 5) Inspecionar as regiões anterior e lateral do tórax; 6) Inspecionar os quatro quadrantes abdominais separadamente; 7) Inspecionar as regiões anterior, lateral e posterior da pelve e a região genital; 8) Inspecionar as extremidades inferiores (uma de cada vez). Pesquisar a presença de pulso distal, a capacidade de movimentação e a sensibilidade; 9) Inspecionar as extremidades superiores (uma de cada vez). Pesquisar a presença de pulso distal, a capacidade de movimentação e a sensibilidade; 10) Realizar o rolamento em monobloco e inspecionar a região dorsal. Obs. Na prática, os socorristas examinam primeiro o pescoço e a face, antes de aplicar o colar cervical e a máscara de oxigênio, respectivamente. 4. AVALIAÇÃO CONTINUADA A avaliação ou assistência continuada é usualmente utilizada pelas equipes de socorro pré-hospitalar durante o transporte do paciente até a unidade hospitalar. Após o término do exame físico detalhado, o socorrista deverá verificar periodicamente os sinais vitais e manter uma constante observação do aspecto geral do paciente. Recomendamos uma reavaliação (rechecar as VA, a respiração, a circulação e os sinais vitais) a cada quinze minutos para pacientes estáveis e a cada cinco minutos no caso de pacientes instáveis. 24
10 AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO GERAL DO PACIENTE 1. Cite as 5 fases da avaliação geral de um paciente: 1) 2) 3) 4) 5) 2. Qual a principal diferença entre a avaliação dirigida para trauma e a avaliação dirigida para emergência médica? 2. Anote os valores normais para adultos: Pulso: bpm Respiração: mrm Temperatura: graus Celsius Pressão Arterial Sistólica: mmhg Pressão Arterial Diastólica: mmhg 25
11 FLUXOGRAMA DA AVALIAÇÃO DO PACIENTE Dimensionamento da cena Avaliação Inicial Estar com EPIs Segurança para todos Recursos adicionais se necessário Impressão geral do paciente Nível de consciência (A.V.D.I) Vias aéreas pérvia /Coluna cervical Presença de respiração Circulação (pulso e hemorragias) Decisão de transporte (C.I.P.E) Colar cervical e oxigênio* Avaliação Dirigida Trauma Emergência Médica Exame rápido Entrevista Sinais vitais Exame localizado Entrevista Sinais vitais Exame físico detalhado Estabilização e transporte Avaliação continuada *No caso de trauma, o socorrista deve aplicar o colar cervical e, em seguida, avaliar a necessidade de oxigênio suplementar. No caso de uma emergência médica não se faz necessária a imobilização da região cervical. Em caso de parada respiratória ou respiração inadequada (abaixo de 8 movimentos respiratórios por minuto) iniciar ventilação positiva com oxigênio a 100%. Se o paciente encontra-se inconsciente ou está alerta com respiração rápida e superficial (acima de 24 movimentos respiratórios por minuto), iniciar oferta de oxigênio em alta concentração através do uso de máscara facial com reservatório de oxigênio (regular o fluxômetro de 12 a 15 litros por minuto).
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