ANÁLISE DA PROGRAMAÇÃO E DA EXECUÇÃO DE UM EDIFÍCIO DE APARTAMENTOS PERSONALIZADOS
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- Zilda Amorim Lombardi
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1 I CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL X ENCONTRO NACIONAL DE TECNOLOGIA DO AMBIENTE CONSTRUÍDO julho 2004, São Paulo. ISBN ANÁLISE DA PROGRAMAÇÃO E DA EXECUÇÃO DE UM EDIFÍCIO DE APARTAMENTOS PERSONALIZADOS RESUMO Luciana de Oliveira Carvalho (1); Antônio Edésio Jungles (2) (1) Universidade Federal de Santa Catarina, [email protected] (2) Universidade Federal de Santa Catarina, [email protected] O presente trabalho teve como objetivo analisar a programação da obra de um edifício com apartamentos personalizados, mediante a comparação das informações do planejamento do nível tático com as da execução das atividades repetitivas do pavimento tipo. Foram utilizados os dados de duas pesquisas já realizadas que tiveram como objeto de estudo um edifício cujos apartamentos eram personalizados. Um dos trabalhos enfocou o planejamento, enquanto que no outro foi analisado o controle da execução. A partir da interligação dessas informações foi feita então uma análise comparativa entre a programação e a execução desse empreendimento. Observou-se que os gráficos em linha de balanço se mostraram bastante vantajosos no que diz respeito a visualização da execução das atividades nas unidades repetitivas, bem como a continuidade do fluxo de recursos. Notou-se ainda que, embora a execução não tenha ocorrido exatamente como planejado no nível tático e tenha havido um acúmulo de tarefas nos meses finais da obra, o planejamento teve papel fundamental na execução desse empreendimento, que foi entregue na data estabelecida inicialmente. Por meio desse estudo, ficou evidente a necessidade de se levar em consideração a complexidade da obra para que seja possível elaborar programações mais próximas da realidade. Palavras-chave: personalização, planejamento, linha de balanço. 1. INTRODUÇÃO Tendo em vista a crescente competitividade do mercado, as empresas construtoras estão procurando adotar medidas para se manter rentáveis. Estas medidas envolvem não somente a melhoria do processo de produção, como também o atendimento às necessidades dos clientes. Dentre as medidas relacionadas à melhoria do processo de produção, destaca-se no presente trabalho a elaboração do PCP (processo de planejamento e controle), além da aplicação dos princípios da Lean Construction (Construção Enxuta, proposta por KOSKELA, 1992). Quanto ao atendimento das necessidades dos clientes, a possibilidade de personalização vem sendo considerada um argumento de venda pelos corretores, independente da localização do empreendimento (LEITÃO, 1998). O objetivo do presente trabalho é analisar a execução da obra de um edifício com apartamentos personalizados, mediante a comparação das informações do planejamento do nível tático com as da execução das atividades repetitivas do pavimento tipo. Para tanto, foram utilizados os dados obtidos em duas pesquisas realizadas num edifício personalizado. Após uma breve revisão dos conceitos relacionados à construção enxuta, à técnica da linha de balanço e à personalização de apartamentos, que formam os tópicos a seguir, descreve-se a metodologia utilizada. Em seguida, apresentam-se as características do empreendimento analisado, os resultados do estudo e as conclusões obtidas.
2 2. A CONSTRUÇÃO ENXUTA Segundo Bernardes (2001), os princípios da Lean Construction possuem grande potencial para beneficiar o processo produtivo, gerando melhorias de eficiência e eficácia. Os princípios da Lean Construction, apresentados por Koskela (1992), são os seguintes: - redução da parcela de atividades que não agregam valor; - aumentar o valor do produto através de uma consideração sistemática dos requisitos do cliente; - redução da variabilidade; - redução do tempo de ciclo; - simplificação pela minimização do número de passos e partes; - aumento da flexibilidade na execução do produto; - aumento da transparência do processo; - focalizar todo o processo; - estabelecimento de melhoria contínua ao processo; - balanceamento da melhoria dos fluxos com a melhoria das conversões; - benchmarking. Um aspecto desta filosofia que merece destaque é o fato da mesma englobar tanto as atividades de conversão, que agregam valor ao produto, quanto as atividades de fluxo que, segundo Koskela (1992), existem sob três formas: de materiais, de mão-de-obra e de informações. Estas atividades de fluxo são negligenciadas pelo modelo convencional de produção, também conhecido como modelo de conversão, segundo o qual a produção ocorre por atividades que convertem materiais em produtos. Neste sentido, a técnica da linha de balanço pode auxiliar a implementar esta filosofia, particularmente em obras repetitivas. No tópico a seguir, descreve-se resumidamente o funcionamento desta técnica. 3. A TÉCNICA DA LINHA DE BALANÇO Esta técnica implica simplesmente na visualização da execução das atividades num plano cartesiano, onde o eixo horizontal representa o tempo decorrido e o vertical indica as unidades de repetição das atividades. Comumente, são representadas faixas horizontais correspondendo a cada unidade de repetição. Na figura 1 ilustra-se um exemplo de gráfico em linha de balanço. 5 4 pavimentos dias atividade 1 atividade 2 atividade 3 Figura 1: Exemplo de linha de balanço O exemplo apresentado na figura 1 corresponde ao planejamento da execução de 3 atividades num empreendimento de 5 pavimentos. A atividade 1 está planejada para ser executada em 9 dias, enquanto que a atividade 3 está planejada para 5 dias de execução, porém seu início é apenas seis dias após o início da atividade 1. A atividade 2 está planejada para iniciar no dia 2, quando a atividade 1 já foi
3 concluída no pavimento 1. As principais vantagens desta técnica, segundo Losso e Araújo (1994) são: - fácil compreensão do gráfico, tanto no planejamento como na execução; - utilizando a linha, é possível elaborar tabelas de programação contendo informações como equipamentos, utilização de mão-de-obra e componentes de construção; - planejar a repetitividade na execução das atividades, proporcionando a especialização da mãode-obra e possibilitando a ocorrência do efeito aprendizado; - motivação da mão-de-obra, a partir do estabelecimento de metas. No próximo tópico, apresentam-se brevemente alguns aspectos encontrados na literatura relativos à personalização de unidades habitacionais. 4. A PERSONALIZAÇÃO DE APARTAMENTOS Tendo em vista o atual ambiente altamente competitivo, a flexibilidade dos projetos (em termos de personalização do espaço e de adequação às mudanças do ciclo de vida familiar) tem sido praticamente uma imposição do mercado para as empresas construtoras. Sendo assim, as empresas estão se preocupando com esse aspecto de tal forma que o potencial de flexibilidade dos projetos tem sido encarado como um diferencial em relação à concorrência (FERNANDEZ; HOCHHEIM, 2000). Um exemplo de procedimento seguido por uma empresa construtora é apresentado por Oliveira e Moschen (2001), na cidade de Florianópolis, durante o processo de personalização dos apartamentos: o cliente pode escolher os materiais e acabamentos de sua preferência e conta com o auxílio de um arquiteto contratado pela empresa. Porém o cliente tem datas pré-estabelecidas para definir alguns itens e não são permitidas mudanças nas fachadas e áreas comuns, nem modificações após a tomada das decisões, a menos que haja viabilidade técnica e de custos. Além disso, essa empresa toma medidas para atenuar a resistência contra a mudança pela mão-deobra, como tratamento psicológico preventivo. Como resultado, segundo entrevista com o mestre-deobras, a produtividade não é afetada porque os trabalhadores passam a encarar o serviço como um trabalho em equipe e o relacionamento entre eles torna o ambiente mais agradável. Ainda segundo esses autores, a satisfação dos clientes após a entrega da obra é função não apenas da adequação do acabamento à sua vontade, mas também por conta do cumprimento do prazo e da valorização do imóvel. 5. METODOLOGIA O trabalho foi realizado a partir dos dados obtidos nas dissertações de Novais (2000) e Oliveira (2000), nas quais foram realizados estudos numa mesma obra da cidade de Florianópolis. A primeira tinha o objetivo de acompanhar a execução da mesma e verificar a utilização de ferramentas que possibilitassem a identificação de oportunidades de melhoria, contribuindo para o aumento da transparência do processo. O objetivo da segunda era realizar a programação da execução dessa obra, levando em consideração as particularidades da execução por uma empresa construtora de pequeno porte. Vale salientar que esta mesma obra também foi objeto de estudo da dissertação de Moschen (2003), cujo estudo está relacionado ao processo de personalização das unidades. Na primeira etapa, foram selecionados os dados a serem utilizados nesta análise. Oliveira (2000) apresenta as datas referentes ao planejamento e à execução de todas as atividades do empreendimento. No presente trabalho, no entanto, optou-se por utilizar as datas correspondentes às atividades repetitivas do pavimento tipo, de modo que fosse possível utilizar a linha de balanço como forma de visualização. Também considerou-se oportuno utilizar as informações sobre o acompanhamento da execução, disponibilizadas por este mesmo autor e Novais (2000). Após a seleção das atividades a serem analisadas e das informações complementares sobre o acompanhamento, partiu-se para a confecção dos gráficos em linha de balanço do planejamento e da execução utilizando o software Excel. A partir destes gráficos, foi possível realizar análises comparativas por meio da visualização das principais diferenças entre o planejamento e a execução das atividades.
4 No próximo tópico estão descritas as principais características da obra e da empresa construtora em estudo. 6. CARACTERÍSTICAS GERAIS DA OBRA E DA EMPRESA CONSTRUTORA O empreendimento estudado por Oliveira (2000), Novais (2000) e Moschen (2003) é um edifício residencial localizado na cidade de Florianópolis composto pelos seguintes pavimentos: - pavimento G1 (garagem, recepção e salão de festas); - pavimento G2 (garagem); - 1 pavimento tipo 1 (com 5 apartamentos de dois dormitórios); - 7 pavimentos tipo 2 (com 5 apartamentos de dois dormitórios). O empreendimento possui área total de m 2, sendo que os pavimentos tipo possuem 353,69 m 2 e os apartamentos possuem uma área média de 62 m 2. A construção foi programada para o prazo de 18 meses (setembro de 1998 a março de 2000) por uma empresa construtora de pequeno porte. Comparando com empreendimentos anteriores executados por essa empresa, esse prazo foi considerado curto, mas o seu cumprimento foi considerado o fator mais importante, visto que era uma questão de marketing para esta empresa. Além do curto prazo de execução, outra particularidade da execução desse empreendimento era a personalização dos apartamentos. O procedimento era o seguinte: a partir da data da compra, o cliente tinha um mês para definir os materiais de acabamento, as louças e metais de sua preferência, bem como mudanças no lay-out interno do apartamento (utilizando divisórias de gesso acartonado). Esse foi o primeiro empreendimento de Florianópolis desse tipo, sendo assim, essa também a primeira obra que a empresa executou oferecendo a personalização das unidades. No entanto, o receio de perder os clientes levou a construtora a abrir mão do rigor desse prazo, havendo clientes que demoraram a definir suas preferências e outros que mudaram suas definições, gerando atrasos e realocações de mão-de-obra não previstas. O aspecto inovador do empreendimento personalizado ocasionou o sucesso de vendas: 30% das unidades foram vendidas antes do lançamento; 60% do lançamento até a entrega e 10% em menos de 30 dias após a entrega da obra. Vale salientar que os apartamentos não vendidos e os que haviam sido vendidos em data próxima à conclusão foram executados somente após a entrega da obra. Numa empresa construtora de pequeno porte geralmente não há muita ênfase no processo de planejamento de uma obra a execução ocorre de acordo com a experiência do engenheiro responsável. Porém, as particularidades dessa obra (prazo considerado curto e personalização das unidades) levaram o engenheiro responsável a se preocupar com a realização de um planejamento da execução. No próximo tópico, estão apresentados os resultados obtidos no presente trabalho. 7. RESULTADOS Os resultados obtidos no presente trabalho estão apresentados da seguinte forma: primeiramente, explica-se como foram selecionadas as atividades repetitivas do pavimento tipo e, em seguida, expõese a linha de balanço do planejamento tático e a linha de balanço da execução. Por fim, são feitos os comentários sobre as diferenças entre o planejamento e a execução desta obra. 7.1 Atividades repetitivas do pavimento tipo A programação dessa obra foi realizada com pouco detalhamento, pois foi feita ainda no nível tático. Sendo assim, os dados reais da execução contém mais atividades que os dados da programação. A lista das atividades repetitivas do pavimento tipo, conforme a programação e a execução apresentadas por OLIVEIRA (2000) encontram-se no quadro 1. Na coluna contendo as atividades da execução, procurou-se listar as não contidas na programação. Dessa forma, os espaços vazios na coluna das atividades da programação correspondem às atividades não programadas no nível tático, mas que
5 foram incluídas pelo autor durante o acompanhamento da execução. Quadro 1: Lista das atividades repetitivas do pavimento tipo Atividades da Programação Atividades da Execução 1. Superestrutura 1. Superestrutura 2. Alvenaria 2. Alvenaria 3. Instalações Elétricas 3. Instalações Elétricas 3.1. Eletrodutos paredes (rasgos e eletrodutos) 3.1. Eletrodutos laje (piso) 3.2. Eletrodutos paredes 3.2. Fiação 3.3. Fiação 3.3. Acabamentos elétricos 3.4. Acabamentos elétricos e disjuntores 4. Instalações hidro-sanitárias 4. Instalaões hidro-sanitárias 4.1. Tubulações hidro-sanitárias 4.1. Tubulações hidro-sanitárias 4.2. Instalações de louças e metais 4.2. Instalações de louças e metais 5. Instalação tubulação de gás 5. Instalação tubulação de gás 6. Impermeabilização 6. Impermeabilização 7. Revestimentos argamassados 7. Revestimentos argamassados 7.1. Reboco 7.1. Reboco 7.2. Reboco da circulação 7.3. Calfino 7.4. Massa única 8. Pavimentação e revestimento cerâmico 8. Pavimentação e revestimento cerâmico 8.1. Piso cerâmico da circulação e escada 8.1. Piso cerâmico da circulação 8.2. Azulejos 8.2. Azulejos 8.3. Piso cerâmico 8.3. Piso cerâmico 9. Forro falso em gesso 9. Forro falso em gesso 9.1. Forro em gesso 9.1. Forro em gesso 9.2. Rodateto de gesso circulação 10. Portas 10. Portas Portas externas Portas internas 12. Rodapés Rodapés nos aptos Rodapés nas sacadas 11. Pintura 13. Pintura Foram utilizadas as datas de início e término do planejamento e da execução das atividades listadas no quadro 1, para cada pavimento, conforme incluídas no trabalho de Oliveira (2000). A atividade fiação não foi abordada no presente trabalho porque se encontrava planejada por pavimento, enquanto que os dados da execução estavam por apartamento e por ambiente de cada apartamento (por exemplo, sala do pavimento 7). Sendo assim, os dados estavam incompatíveis para comparação em linha de balanço. Já as demais atividades puderam ser comparadas entre o planejado e o executado, apenas fazendo alguns ajustes quando necessário. No próximo item, apresenta-se a análise gráfica das atividades do planejamento. 7.2 Programação no nível tático A partir dos dados correspondentes às atividades da primeira coluna do quadro 1, montou-se a figura 2, em que o eixo horizontal representa a escala de tempo, enquanto que na vertical estão representados os oito pavimentos tipo. Nota-se o cuidado na programação visando a continuidade de algumas atividades ao longo dos pavimentos (alvenaria, reboco e piso cerâmico da circulação e escada), cuja visualização no gráfico em linha de balanço se torna bastante simples. Nas demais atividades havia sempre uma defasagem entre os pavimentos enquanto que os acabamentos elétricos foram planejados para serem executados dois pavimentos por vez (com uma equipe em cada pavimento). Percebe-se ainda que as últimas atividades (piso cerâmico da circulação e da escada, louças e metais e acabamentos elétricos) foram programadas para serem executadas de cima para baixo (do oitavo para o primeiro pavimento).
6 /1/ /2/ /3/ /4/ /5/ /6/ /7/ /8/ /9/ /10/ /11/ /12/ /1/2000 9/2/ /3/2000 superestrutura tubulação de gás eletrodutos paredes impermeabilização piso cerâmico aptos louças e metais data de entrega alvenaria tubulações hidro-sanitárias reboco azulejos piso cerâmico circulação e escada acabamentos elétricos Figura 2: Atividades repetitivas do pavimento tipo conforme a programação no nível tático (fonte: OLIVEIRA, 2000) Embora as atividades tenham sido planejadas para uma execução de forma bastante linear e regular, a execução ocorreu de modo diferente, conforme apresentado no item a seguir. 7.3 Resultado do acompanhamento As datas das durações das atividades listadas na segunda coluna do quadro 1 foram utilizadas para montar a figura 3. O primeiro aspecto observado por meio desta figura é o acúmulo de atividades sendo executadas durante dezembro de 1999 e março de 2000, tendo em vista a tentativa de suprir os atrasos ocorridos e a proximidade do prazo de entrega /1/ /2/ /3/ /4/ /5/ /6/ /7/ /8/ /9/ /10/ /11/ /12/ /1/2000 9/2/ /3/2000 superestrutura eletrodutos paredes alvenaria tubulações hidro-sanitárias massa única reboco aptos tubulação de gás impermeabilização calfino azulejos piso cerâmico aptos reboco da circulação piso cerâmico circulação forro em gesso portas internas rodapés nas sacadas portas externas louças e metais acabamentos elétricos rodapés nos aptos data de entrega Figura 3: Atividades repetitivas do pavimento tipo conforme o acompanhamento da execução (fonte: OLIVEIRA, 2000)
7 Para tornar possível a comparação do executado com o programado, foi confeccionada a figura 4, contendo um menor número de atividades (apenas as listadas no planejamento). Nota-se que as primeiras atividades (superestrutura e alvenaria) tiveram o início da execução um pouco atrasado e a alvenaria teve um ritmo bem diferente do planejado inicialmente. Percebe-se ainda a concentração de atividades nos últimos meses da obra, conforme já comentado, e que as atividades programadas para serem executadas de cima para baixo foram executadas de baixo para cima /1/ /2/ /3/ /4/ /5/ /6/ /7/ /8/ /9/ /10/ /11/ /12/ /1/2000 9/2/ /3/2000 superestrutura eletrodutos paredes alvenaria tubulações hidro-sanitárias reboco aptos tubulação de gás impermeabilização azulejos piso cerâmico aptos piso cerâmico circulação louças e metais acabamentos elétricos data de entrega Figura 4: Atividades repetitivas do pavimento tipo conforme o acompanhamento da execução (fonte: OLIVEIRA, 2000) Por meio destes gráficos, foi possível realizar o comparativo entre o planejado e o executado, cujos comentários se encontram no item seguinte. 7.4 Comparativo entre a execução e o planejamento Conforme comentado no item anterior, a execução das atividades ocorreu de modo bastante diferente do planejamento. Primeiramente, pode-se citar o acúmulo progressivo de atrasos, que ocorreram em todas as atividades, desde o início da obra, que geraram o amontoado de atividades sendo executadas nos últimos meses da obra, visando cumprir o prazo de entrega do empreendimento. Também é possível observar o descumprimento de precedências entre as atividades, previstas no planejamento. Também não houve continuidade na execução das atividades: praticamente todas sofreram interrupções. Além das diferenças entre as durações das atividades do planejamento e da execução, a demora nas definições arquitetônicas pelos clientes também foi um dos fatores que gerou o acúmulo de atividades no final da obra. Além daquelas repetitivas, analisadas no presente trabalho, Oliveira (2000) e Novais (2000) enfatizam que também se acumularam os serviços não-repetitivos. Resumidamente, o planejamento e a execução de cada atividade ocorreu da seguinte maneira: - Superestrutura: o planejamento previa cinco meses de duração, mas foi executada em seis meses, o que significa que o ritmo de execução foi um pouco menor que o ritmo planejado. Ocorreu um atraso no início devido a problemas com desfôrmas (Oliveira, 2000). - Alvenaria: além do atraso no início, devido a problemas com o fornecedor de tijolos, o ritmo executado foi totalmente diferente do planejado, pois a mudança nas datas de execução da estrutura tornou necessária esta mudança, segundo Oliveira (2000). Cada pavimento foi executado em 35 dias, mas o planejado era para 14 dias.
8 - Tubulação de gás e tubulação hidro-sanitária: Planejadas para serem executadas em conjunto, imediatamente após a execução da alvenaria, foram na realidade executadas com uma defasagem aproximada de 1 mês após a alvenaria de cada pavimento. As tubulações de gás foram executadas num ritmo mais contínuo que o planejado, sem os tempos de espera entre um pavimento e o seguinte (idem para as tubulações hidro-sanitárias do segundo ao sexto pavimento). Porém, a tubulação de gás do 8 o pavimento foi executada somente 2 meses depois do 7 o pavimento. - Eletrodutos nas paredes: Esta atividade foi iniciada apenas 3 meses após o planejado. O ritmo de execução de cada pavimento foi similar ao planejado, exceto o pavimento 8. Nota-se ainda uma certa continuidade na execução dos pavimentos 4, 5 e 6. As maiores defasagens foram entre os pavimentos 2 e 3 e entre o 6 e o 7. - Reboco: Foi planejada para ser executada continuamente entre um pavimento e o seguinte. Mas, apesar de cada pavimento ter sido executado em menos tempo que o previsto, o atraso do início desta atividade, a defasagem entre os pavimentos 1 e 2, e o menor ritmo na execução do pavimento 7 ocasionaram uma maior duração global desta atividade (desde o primeiro ao último pavimento), estendendo a data de término para 28/02/00 um mês antes da data de entrega. - Impermeabilização e assentamento de azulejos: Foram planejadas para serem executadas em conjunto logo após a conclusão do reboco, mas foram executadas sem interligação nenhuma. Nos pavimentos 5, 6 e 8, a impermeabilização foi executada antes do reboco (ou seja, a precedência não foi cumprida). Houve continuidade da execução da impermeabilização somente do pavimento 3 ao 6. Já para os azulejos houve uma certa continuidade, quebrada apenas entre os pavimentos 5 e 6 e entre o 7 e o 8. - Piso cerâmico dos apartamentos: Foi planejado para ser executado 3 dias após os azulejos. Estava prevista uma defasagem de uma semana entre um pavimento e o seguinte, mas na execução houve continuidade entre os pavimentos, havendo apenas 3 e 4 dias de defasagem entre um pavimento e outro (entre os pavimentos 6, 7 e 8). A duração planejada por pavimento era de 17 dias, mas a duração executada foi de 5 dias (variando de 4 a 14,5 dias). - Piso cerâmico da circulação: Foi planejado para ser executado de cima para baixo da obra também se planejou que, no início da execução desta, as atividades anteriores (até o piso cerâmico dos apartamentos) já estariam concluídas. No entanto, foi executado de baixo para cima da obra e não seguiu uma continuidade houve defasagens entre todos os pavimentos, de 6 a 15 dias. Foi concluído faltando menos de 20 dias para a entrega da obra. - Louças e metais: O planejamento previa a execução contínua, de cima para baixo, com defasagem de uma semana a cada dois pavimentos, mas foi executado de baixo para cima. O ritmo planejado foi equivalente ao executado. - Acabamentos elétricos: Foi planejado para ser executado de cima para baixo, com duas equipes trabalhando ao mesmo tempo em dois pavimentos. A única diferença na execução é que foi realizada de baixo para cima, pois manteve-se inclusive o ritmo planejado. No tópico a seguir, estão expostas as principais conclusões obtidas a partir do presente trabalho e as considerações finais. 8. CONCLUSÕES E CONSIDERAÇÕES FINAIS O acúmulo de tarefas nos últimos meses da execução ocasionou problemas de fluxo de caixa (não abordado nas dissertações consultadas) e de controle. A execução não ocorreu exatamente como previsto no planejamento do nível tático, mas mesmo assim a obra foi entregue na data prevista, o que indica a eficácia do planejamento elaborado. Apesar de ser um edifício não muito alto (com apenas 8 pavimentos tipo), a linha de balanço se mostrou bastante vantajosa no que diz respeito à visualização das atividades repetitivas do pavimento tipo. No entanto, o grande número de atividades sendo executadas no final da obra comprometeu a visualização do gráfico. Vale salientar ainda que o cumprimento do prazo foi possível devido à sincronia entre as equipes dos
9 diferentes serviços para a execução da grande quantidade de tarefas ao mesmo tempo nos últimos meses da obra. Com base na análise feita no presente trabalho, sugere-se para futuras obras que oferecerem a personalização dos apartamentos para os clientes: - programar a execução para uma duração compatível com o nível de dificuldade da obra evitar prazos muito curtos e fazer estimativas das durações das atividades mais adequadas, por meio de um dimensionamento das equipes mais coerente; - planejamento de folgas (buffers) para compensar os possíveis atrasos já que a entrega na data prevista era fundamental para a empresa; - maior rigor quanto ao prazo das definições das preferências dos clientes para evitar problemas de realocação de mão-de-obra e limitar a variabilidade do processo; - maior rigor no cumprimento nos prazos de compra, cujo setor é influenciado diretamente pelo nível de flexibilidade oferecido pela construtora aos clientes; - buscar formas de se obter maior comprometimento da empreiteira com os prazos estimados no planejamento; - trabalho psicológico com a mão-de-obra, tendo em vista os resultados da experiência prática exposta por Oliveira e Moschen (2001); O processo de planejamento e controle da produção (PCP) contribuiu para a execução da obra em questão, pois a obra apresentava particularidades (personalização, prazo curto e comprometimento com a data de entrega) que impediriam o alcance das metas caso não houvesse a preocupação em se realizar o PCP. A competitividade crescente do mercado traz a necessidade para as pequenas empresas construtoras de implementarem seu processo construtivo, além de oferecerem um diferencial aos clientes. A personalização e a pontualidade na entrega são exemplos dessa realidade. É necessário que novos estudos levem em consideração a complexidade da obra para que seja possível elaborar programações mais próximas da realidade. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BERNARDES, Maurício Moreira e Silva. Desenvolvimento de um modelo de planejamento e controle da produção para micro e pequenas empresas de construção. Porto Alegre, p Tese de Doutorado Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. FERNANDEZ, João Alberto da Costa Ganzo; HOCHHEIM, Norberto. A variável localização e suas implicações mercadológicas. Salvador, BA v.1 p il.. In: ENTAC, 8º, Salvador, Artigo técnico. KOSKELA, Lauri. Application of the New Production Philosophy to Construction. Technical Report, Finland: CIFE, LEITÃO, Elenara Stein. Análise do comportamento de compra do consumidor de imóveis residenciais: estudo de caso, apartamentos novos de 2 e 3 dormitórios. Porto Alegre, p Dissertação de Mestrado Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. LOSSO, Iseu Reichmann; ARAÚJO, Hércules Nunes de. A utilização de plástico reciclado como material de consrução civil. João Pessoa, PB v.2, p In: Encontro Nacional de Engenharia de Produção, 14º, João Pessoa, Artigo técnico. MOSCHEN, Patrícia Del Corno. Uma metodologia para personalização de unidades habitacionais em empreendimentos imobiliários multifamiliares. Florianópolis, p Dissertação de Mestrado Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de Santa Catarina. NOVAIS, Sandra Gaspar. Aplicação de ferramentas para o aumento da transparência no
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