ANEXO IV QUESTIONÁRIO TEMÁTICO
|
|
|
- Luísa Álvaro Borba
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL M I N I S T É R I O D A E D U C A Ç Ã O INSTITUTO NACIONAL DE EDUCAÇÃO DE SURDOS DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO, CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO COORDENAÇÃO DE PROJETOS EDUCACIONAIS E TECNOLÓGICOS D I V I S Ã O D E C O O P E R A Ç Ã O T É C N I C A ANEXO IV QUESTIONÁRIO TEMÁTICO 1) LIBRAS (1) AQUISIÇÃO DA LIBRAS NA PRIMEIRA INFÂNCIA (b) Há crianças surdas com idade de 0 a 4 anos matriculadas na creche/escola? Há classes bilíngues? (c) Quais profissionais atuam com bebê surdo? (d) Tem conhecimento da Libras e cultura surda? (e) Quais orientações oferecem à família do bebê surdo? (2) ENSINO DE LIBRAS COMO L1 (b) Há salas de material em Libras? (c) Os professores surdos possuem proficiência de Libras? (d) Quantos professores surdos atuam na rede? (e) Os profissionais ouvintes sabem a Língua de Sinais? (3) A LIBRAS COMO L2 (b) Há salas de material em Libras? (c) Os professores surdos possuem proficiência de Libras? (d) Quantos professores surdos atuam na rede? (e) Os profissionais ouvintes sabem a Língua de Sinais? (4) ESTRATÉGIAS PARA AQUISIÇÃO/APROPRIAÇÃO DA LINGUAGEM: ESTIMULAÇÃO PRECOCE E DESENVOLVIMENTO DA LIBRAS (b) Há crianças surdas com idade de 0 a 4 anos matriculadas na creche/escola? Há classes bilíngues? (c) Quais profissionais atuam com bebê surdo? (d) Tem conhecimento da Libras e cultura surda? (e) Quais orientações oferecem à família do bebê surdo?
2 (5) A IMPORTÂNCIA DA LIBRAS NO CONTEXTO ESCOLAR, SOCIAL E FAMILIAR (b) Os professores que lecionam para alunos inclusos ou classes bilíngues? (c) Há professores e profissionais que saibam Língua de Sinais? (d) As famílias têm dificuldades em comunicar com surdos? Houve alguns problemas? (e) Alunos ouvintes conhecem a língua natural dos sujeitos surdos e possuem proficiência? 2) LINGUA PORTUGUESA COM L2 (1) O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA COMO SEGUNDA LÍNGUA PARA SURDOS (b) Há alunos inclusos na rede? Há classes bilíngues? (c) Quais profissionais atuam junto ao aluno surdo? (d) Os alunos que atuam com os alunos surdos possuem conhecimento sobre o ensino bilíngue para surdos? (2) LÍNGUA PORTUGUESA PARA SURDOS NO E.F (2º SEGMENTO) E E.M (b) Há alunos surdos inclusos na rede? Há classes bilíngues? Turmas inclusivas? (c) Qual o perfil acadêmico estimado do público? (d) Qual o perfil do alunado do público? (e) Há atendimento educacional especializado para alunos surdos na/s escola/s em que atua/m? (f) Quais profissionais atuam junto ao aluno surdo? (g) Os alunos que atuam com os alunos surdos possuem conhecimento sobre o ensino bilíngue para surdos? (3) ALFABETIZAÇÃO DE SURDOS NA EDUCAÇÃO BÁSICA (b) Há surdos incluídos na rede? Quantos? (c) Há salas de recursos em Libras? (d) Há professores que dominem a Libras e professores surdos? (4) PRÁTICAS DE LETRAMENTO NA EDUCAÇÃO BILÍNGUE DE SURDOS: EXPERIÊNCIAS DE SALA DE AULA (5) PRÁTICA DE ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA
3 3) RECURSOS DIDÁTICOS PEDAGÓGICOS (1) MATERIAIS: PRODUÇÃO DE MATERIAIS PEDAGÓGICOS PARA SURDOS (b) A assessoria é destinada a professores com alunos inclusos ou classes bilíngues? (c) Os alunos surdos possuem proficiência de Libras? São oralizados e implantados? (d) Os professores que atuam com os alunos surdos possuem proficiência de Libras? Qual a formação de cada um? (e) Quantos profissionais surdos atuam na rede? Que cargos eles atuam? (f) Há laboratórios de Libras ou Sala de Recursos na rede? E laboratório de Informática? (2) LITERATURA SURDA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (b) Há crianças surdas com idade de 0 a 6 anos de idade matriculadas na rede? Há classes bilíngues? (c) Quais profissionais atuam com aluno surdo? (d) Tem conhecimento da Libras, cultura surda e literatura surda? (e) Há atividade de literatura infantil/surda para os alunos surdos na rede? (3) PRODUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO EM CIÊNCIAS E BIOLOGIA PARA ALUNOS SURDOS (4) CARTOGRAFIAS DA ARTE (b) Quais temas você considera relevantes para serem trabalhados numa experiência de Arte? (c) Citar uma experiência artística marcante no local onde vive. (d) Há indivíduos ou alunos surdos na sua comunidade/escola? (5) AVALIAÇÃO RECURSOS DE AVALIAÇÃO 4) TRADUÇÃO E INTERPRETAÇÃO DA LIBRAS (1) A ATUAÇÃO DE TRADUTORES E INTÉRPRETES DE LIBRAS (a) Possui no quadro de funcionários tradutores surdos? E intérpretes de Libras? (b) Na escola ou faculdade contém o estúdio de gravação, para afim de produção de vídeos? (c) Qual a expectativa da instituição sobre esse tema específico?
4 5) SURDOS NO ENSINO BÁSICO: NÍVEIS, MODALIDADES E DISCIPLINARIDADE (1) A CRIANÇA SURDA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (b) Há crianças surdas de 0 a 6 anos de idade matriculadas na rede? Há classes bilíngues? (c) Quais profissionais atuam com criança surda? (d) Tem conhecimento da Libras e cultura surda? (e) Produz materiais adaptados? (2) EDUCAÇÃO PARA JOVENS E ADULTOS SURDOS NOS ANOS INICIAIS (a) Possui alunos surdos no EJA na região? (b) Como se dá o ensino dos alunos surdos: por meio de inclusão ou classes especiais? (c) Os alunos surdos já estão inseridos no mercado de trabalho? (d) Os alunos possuem participação em alguma comunidade surda local? (exemplo: igrejas, associações, etc) (e) O professor regente do EJA domina a Libras? (f) Os alunos são usuários da Libras? (3) AVALIAÇÃO MÉTODOS DE AVALIAÇÃO (4) MATEMÁTICA PARA SURDOS NO E. F. (1º AO 5º ANO) (b) A assessoria é destinada a professores com alunos inclusos ou classes bilíngues? (c) Quais profissionais atuam junto aos alunos surdos? (d) Os professores que atuam junto aos alunos surdos possuem algum conhecimento do ensino bilíngue? (5) MATEMÁTICA PARA SURDOS E.F (2º SEGMENTO) E E.M (b) A assessoria é destinada a professores com alunos inclusos ou classes bilíngues? (c) Quais profissionais atuam junto aos alunos surdos? (d) Os professores que atuam junto aos alunos surdos possuem algum conhecimento do ensino bilíngue? (6) O ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA PARA ALUNOS SURDOS (7) O SURDO NA EDUCAÇÃO FÍSICA
5 6) DIAGNÓSTICOS E ATENDIMENTOS FONOAUDIOLÓGICOS (1) IMPLANTE COCLEAR / FM: CONHECENDO A TECNOLOGIA O ATENDIMENTO CLÍNICO FONOAUDIOLÓGICO (2) DIAGNÓSTICO DA SURDEZ (3) FUNDAMENTOS DA AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM (4) A UTILIZAÇÃO DO SISTEMA FM COMO RECURSO TECNOLÓGICO NA TERAPIA FONOAUDIOLÓGICA (5) A ESTIMULAÇÃO PRECOCE NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA SURDA (6) A INTERVENÇÃO FONOAUDIOLÓGICA EM USUÁRIOS COM IMPLANTE COCLEAR (7) A UTILIZAÇÃO DO AASI COMO RECURSO TECNOLÓGICO NA TERAPIA FONOAUDIOLÓGICA (8) ASPECTOS FONOAUDIOLÓGICOS NO ATENDIMENTO DO INDIVÍDUO SURDO 7) SURDEZ E OUTROS COMPROMETIMENTOS (1) SURDEZ E OUTROS COMPROMETIMENTOS (c) Que outros comprometimentos possuem os surdos inseridos na rede?
6 (2) GUIA-INTÉRPRETE PARA SURDOS (a) Sua escola tem professores surdocegos? (b) Tem alunos surdocegos? (c) Existem preconceito e discriminação na sua escola e sala de aula? (d) Há algum problema de bullying e violência com surdocegos? (3) A SURDOCEGUEIRA (a) Sua escola tem professores surdos e surdocegos? (b) Tem alunos surdos e surdocegos? (c) Existem preconceito e discriminação na sua escola e sala de aula? (d) Há algum problema de bullying e violência com surdocegos? 8) POLÍTICAS PÚBLICAS NA ÁREA DA SURDEZ (1) POLÍTICAS PÚBLICAS NA ÁREA DA SURDEZ (2) ACESSIBILIDADE: CONCEITOS, LEGISLAÇÕES E PRÁTICAS RELACIONADAS AOS SURDOS
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos
Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei n o 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira
CÂMARA MUNICIPAL DE ITABORAÍ ESTADO DO RIO DE JANEIRO
CÂMARA MUNICIPAL DE ITABORAÍ ESTADO DO RIO DE JANEIRO Meta 4: universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA/IRATI - EAD (Currículo iniciado em 2010)
EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA/IRATI - EAD (Currículo iniciado em 2010) COMUNICAÇÃO, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA C/H 68 (D0031/I) Informação e conhecimento no processo educativo. Recursos de
Decreto Lei de LIBRAS
Decreto Lei de LIBRAS Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe
MATRIZ CURRICULAR. NÚCLEO TEMÁTICO I CONCEPÇÃO E METODOLOGIA DE ESTUDOS EM EaD CÓD DISCIPLINAS E EMENTAS CARGA HORÁRIA
MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR DA LICENCIATURA EM PEDAGOGIA COM HABILITAÇÃO PARA O MAGISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INFANTIL E DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NÚCLEO TEMÁTICO I CONCEPÇÃO E METODOLOGIA
A língua brasileira de sinais. A língua brasileira de sinais - LIBRAS
A língua brasileira de sinais Os sinais, essa dança das palavras no espaço, são minha sensibilidade, minha poesia, meu eu íntimo, meu verdadeiro estilo.(emmanuelle Laborit) 1 A língua brasileira de sinais
A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva Instituto Paradigma O Instituto Paradigma é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), dedicada a desenvolver e implementar projetos nas
NOTA DE ESCLARECIMENTO DA FENEIS SOBRE A EDUCAÇÃO BILÍNGUE PARA SURDOS (EM RESPOSTA À NOTA TÉCNICA Nº 5/2011/MEC/SECADI/GAB)
NOTA DE ESCLARECIMENTO DA FENEIS SOBRE A EDUCAÇÃO BILÍNGUE PARA SURDOS (EM RESPOSTA À NOTA TÉCNICA Nº 5/2011/MEC/SECADI/GAB) A Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do
INTERPRETAÇÃO LIBRAS/PORTUGUÊS: uma análise da atuação dos tradutores/intérpretes de libras de São Luís
INTERPRETAÇÃO LIBRAS/PORTUGUÊS: uma análise da atuação dos tradutores/intérpretes de libras de São Luís Danielle Vanessa Costa SOUSA Introdução O trabalho do tradutor/intérprete de língua brasileira de
EDUCAÇÃO INCLUSIVA. Profª Drª Sonia Maria Rodrigues
EDUCAÇÃO INCLUSIVA Profª Drª Sonia Maria Rodrigues INICIANDO NOSSA CONVERSA - Música Vagalume em Libras INCLUSÃO LEGAL Legislação que respalda a política de Educação Inclusiva (nacional e estadual) Leitura
Secretaria Municipal de Educação Claudia Costin Subsecretária Helena Bomeny Instituto Municipal Helena Antipoff Kátia Nunes
Secretaria Municipal de Educação Claudia Costin Subsecretária Helena Bomeny Instituto Municipal Helena Antipoff Kátia Nunes Instituto Municipal Helena Antipoff Educação Especial no Município do Rio de
Número de matrículas na educação básica por dependência administrativa. Brasil - 2008/2014. Matrícula na educação básica. Pública
Número de matrículas na educação básica por dependência administrativa Matrícula na educação básica geral Pública % Federal Estadual Municipal Privada % 2008 53.232.868 46.131.825 86,7 197.532 21.433.441
ADAPTAÇÕES NECESSÁRIAS PARA O ALUNO SURDOCEGO ADQUIRIDO NA ESCOLA DE ENSINO REGULAR
ADAPTAÇÕES NECESSÁRIAS PARA O ALUNO SURDOCEGO ADQUIRIDO NA ESCOLA DE ENSINO REGULAR Tais Pereira de Sousa Lima Ma. Cyntia Moraes Teixeira Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
Breve histórico da profissão de tradutor e intérprete de Libras-Português
O TRABALHO DO TRADUTOR E INTÉRPRETE DE LIBRAS-PORTUGUÊS NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS BRASILEIRAS. Resumo Autores: Sônia Aparecida Leal Vítor Romeiro Isabella Noceli de Oliveira Carla Couto de Paula Silvério
MATRIZ CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA
PERÍODO DISCIPLINAS Carga Horária Créditos 1º Psicologia da Educação I 40 20 3 Metodologia de Pesquisa em Educação I 20 20 2 Filosofia 40 0 2 Língua Portuguesa 60 0 3 História da Educação 60 0 3 Informática
RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DO MUNICÍPIO DE MANAUS, no uso de suas atribuições legais e;
RESOLUÇÃO N. 010 /CME/2011 (*) APROVADA EM 28.07.2011 Institui os procedimentos e orientações para Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no Sistema Municipal de Ensino de Manaus. O CONSELHO
Organização do Atendimento Educacional Especializado nas Salas de Recursos Multifuncionais
Organização do Atendimento Educacional Especializado nas Salas de Recursos Multifuncionais Fonte: MEC/SEE - Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva O que é a Educação
RESOLVE: CAPÍTULO I DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
RESOLUÇÃO 003, de 06 de abril de 2006. Fixa normas para a Educação Especial na Educação Básica do Sistema Municipal de Ensino Teresina. O CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE TERESINA, no uso de suas atribuições
Conheça as 20 metas aprovadas para o Plano Nacional da Educação _PNE. Decênio 2011 a 2021. Aprovado 29/05/2014
Conheça as 20 metas aprovadas para o Plano Nacional da Educação _PNE Decênio 2011 a 2021. Aprovado 29/05/2014 Meta 1 Educação Infantil Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de 4 e
Assunto: Orientações para a Organização de Centros de Atendimento Educacional Especializado
Ministério da Educação Secretaria de Educação Especial Esplanada dos Ministérios, Bloco L 6º andar - Gabinete -CEP: 70047-900 Fone: (61) 2022 7635 FAX: (61) 2022 7667 NOTA TÉCNICA SEESP/GAB/Nº 9/2010 Data:
A FORMAÇÃO DOCENTE INICIAL NO CURSO DE MATEMÁTICA: RELATOS DECORRENTES DO COMPONENTE CURRICULAR LIBRAS Inês Ivone Cecin Soprano 1
A FORMAÇÃO DOCENTE INICIAL NO CURSO DE MATEMÁTICA: RELATOS DECORRENTES DO COMPONENTE CURRICULAR LIBRAS Inês Ivone Cecin Soprano 1 Resumo: O presente relato é fruto de uma experiência do componente curricular
O INTÉRPRETE EDUCACIONAL DE LIBRAS: O DESAFIO DE ATUAR NO ENSINO FUNDAMENTAL I 1 Flávia Cristina V. Bizzozero UNINTER
O INTÉRPRETE EDUCACIONAL DE LIBRAS: O DESAFIO DE ATUAR NO ENSINO FUNDAMENTAL I 1 Flávia Cristina V. Bizzozero UNINTER Resumo A partir do Decreto 5626/05 que regulamenta a LIBRAS, vem crescendo a presença
LÍNGUA BRASILEIRA DOS SINAIS
GRUPO SANTA RITA INSCRIÇÕES ABERTAS! PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU MENSALIDADE R e R$ MEC CURSOS AUTORIZADOS s o lu ç ã o C N E /C n ES 1, º. 7 149, /2 6 / 8 LIBRAS FACULDADES CAMPUS CHAPECÓ
Curso de Pedagogia Ementário da Matriz Curricular 2010.2
1ª FASE 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL A Biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão neurológica nos processos básicos: os sentidos
Av. Gen. Carlos Cavalcanti, 4748 - CEP 84030-900 - Tel. 0** (42) 220-3000 - Ponta Grossa Pr. - www.uepg.br
CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Turno: MATUTINO/NOTURNO MATUTINO CURRICULO Nº 1 NOTURNO CURRICULO Nº 1 Reconhecido pelo Decreto nº 3.554 de 15.02.01, D.O.E. de 16.02.01. Renovação de Reconhecimento
O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO E TECNOLOGIA ASSISTIVA: FORMAÇÃO DO PROFESSOR
O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO E TECNOLOGIA ASSISTIVA: FORMAÇÃO DO PROFESSOR SHEILA VENANCIA DA SILVA VIEIRA [email protected] FAETEC/RJ RESUMO A formação dos professores para atuar numa
Programa de Pós-Graduação em Educação
52 URIARTE, Mônica Zewe. 33 Programa de Pós-Graduação em Educação Resumo: Este artigo apresenta informações sobre a experiência da UNIVALI quanto ao ensino de artes no Curso de Pedagogia, preparado para
Profª : Mcs Gisele Maciel Monteiro Rangel Doutoranda em Educação - UFPEL Geografia e Libras- IF RS Campus Rio Grande
Profª : Mcs Gisele Maciel Monteiro Rangel Doutoranda em Educação - UFPEL Geografia e Libras- IF RS Campus Rio Grande Escutar com olhos Permita-se ouvir essas mãos, pois somente assim será possível mostrar
RESOLUÇÃO Nº 22/2015
RESOLUÇÃO Nº 22/2015 Dispõe sobre o processo de atribuição de classes e/ou aulas aos Professores Adjuntos Educação Básica, PAEBs, detentores de emprego público do Quadro do Magistério Municipal para o
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 053/2015 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO
PARECER Nº, DE 2010. RELATOR: Senador CRISTOVAM BUARQUE
PARECER Nº, DE 2010 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, em decisão terminativa, sobre o Projeto de Lei da Câmara nº 325, de 2009, de autoria da Deputada Maria do Rosário, que regulamenta a profissão de Tradutor
QUADRO DE EQUIVALENTES, CONTIDAS E SUBSTITUTAS DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO
28380 Antropologia Teológica A 1 34 28380 Antropologia Teológica A 1 34 A partir de conceitos teológicos, estimula o aluno a problematizar e analisar, criticamente, Equivalente Estuda a cultura humana,
RESOLUÇÃO CEPE/CA N 0245/2009
RESOLUÇÃO CEPE/CA N 0245/2009 Estabelece o Projeto Pedagógico do curso de Primeira Licenciatura em Pedagogia integrante do Programa Emergencial de Formação de Professores em exercício na Educação Básica
Surdez e o Atendimento Educacional Especializado: desafios e possibilidades
Surdez e o Atendimento Educacional Especializado: desafios e possibilidades Aline de Menezes Bregonci 1 Resumo O presente trabalho é resultado da pesquisa desenvolvida pelo ONEESP realizado no estado do
Política Estadual de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva SUEESP
Política Estadual de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva SUEESP Supervisão de Educação Especial Nádia Borges de A. Ferreira Psicóloga CRP 0092/22º Núcleo de Educação Especial - UREI MISSÃO: Garantir
PEDAGOGO E A PROFISSÃO DO MOMENTO
PEDAGOGO E A PROFISSÃO DO MOMENTO Vivemos numa era em que o conhecimento assume novas configurações. Ele se modifica permanentemente, sendo atualizado dia-a-dia pelas descobertas das ciências e pelas inteligências
ENSINO DE LIBRAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA POR MEIO DE UMA AÇÃO EXTENSIONISTA
ENSINO DE LIBRAS PARA ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA POR MEIO DE UMA AÇÃO EXTENSIONISTA Merlânia Lino da Silva (1); Ana Cristina Silva Daxenberger (2) (1) Universidade Federal da Paraíba (CCA), [email protected]
Formação do professor do aluno surdo usuário de implante coclear: uma proposta em parceria com o fonoaudiólogo
Formação do professor do aluno surdo usuário de implante coclear: uma proposta em parceria com o fonoaudiólogo Ana Claudia Tenor Secretaria Municipal de Educação de Botucatu e-mail: [email protected]
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.375, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2013
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.375, DE 27 DE FEVEREIRO DE 2013 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Licenciatura
Palavras-chave: Política de Acesso. Inclusão. Formação Docente. Libras. Surdos.
A POLÍTICA DE ACESSO DO ALUNO SURDO NO ENSINO BRASILEIRO E SEUS IMPACTOS NA FORMAÇÃO DOCENTE Profa. Ms. Renata Borges da Silva UMC 1 [email protected] Profa. Ms. Fernanda de Cássia Rodrigues Pimenta UNICID
CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ENCONTRO DOS CONSELHOS DE EDUCAÇÃO DE SERGIPE
CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO ENCONTRO DOS CONSELHOS DE EDUCAÇÃO DE SERGIPE REGIMENTO ESCOLAR PROPOSTA PEDAGÓGICA ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ENCONTRO DOS CONSELHOS DE REGIMENTO ESCOLAR ROSAMARIA DE FARIAS
Iniciando nossa conversa
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Garantindo acesso e permanência de todos os alunos na escola Necessidades educacionais especiais dos alunos Iniciando nossa conversa Brasília 2005
Política Nacional de Educação Especial, na perspectiva da Educação Inclusiva (2008)
Política Nacional de Educação Especial, na perspectiva da Educação Inclusiva (2008) Público-alvo da Educação Especial Alunos com: surdez deficiência física, intelectual cegueira, baixa visão, surdocegueira
Plano Nacional de Educação 201? 202?: Desafios e Perspectivas. Fernando Mariano [email protected] Consultoria Legislativa
Plano Nacional de Educação 201? 202?: Desafios e Perspectivas Fernando Mariano [email protected] Consultoria Legislativa Panorama População com idade até 24 anos: 63 milhões Taxa de alfabetização:
Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Educação CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO
Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Educação CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO COMISSÃO DE MINORIAS ÉTNICAS E SOCIAIS DELIBERAÇÃO Nº 291, DE 14 DE SETEMBRO DE 2004. Estabelece normas
Princípios da educação inclusiva. Profa Me Luciana Andrade Rodrigues
Princípios da educação inclusiva Profa Me Luciana Andrade Rodrigues Objetivos - Pensar na imagem que nós temos do outro ; - Conversar sobre Estigma e preconceito; - Discutir sobre as estratégias a serem
1- Apoiar a construção coletiva e a implementação do Plano Municipal de Educação. 2 - Educação Inclusiva
Atingir as metas estabelecidas no Plano Municipal de Educação Projeto do Plano Municipal de Educação Conferência Municipal de Educação Projeto realizado Conferência realizada Elaborar o Plano Municipal
Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade
Programa de Educação Inclusiva: A educação tem muitas faces Educando e aprendendo na diversidade 1. Educação Especial: histórico, funcionamento e legislação Para suprir a demanda da Educação Especial e
SEM. CÓDIGO DISCIPLINAS PRÉ-REQUISITOS
CURSO DE PEDAGOGIA Currículo novo 2008/01 Reconhecido pela Portaria Ministerial Nº 4.327, de 22/12/2004. Duração: 188 créditos 2.820h, acrescidas de 110h de atividades de prática de ensino, 100h de atividades
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DA EDUCAÇÃO BÁSICA AO ENSINO SUPERIOR
ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: DA EDUCAÇÃO BÁSICA AO ENSINO SUPERIOR Ana Lucia Lima da Costa Pimenta Monteiro Prefeitura Municipal de Biguaçu [email protected] INTRODUÇÃO: As políticas
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 019/2014 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO
Universidade Estadual de Maringá Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes
R E S O L U Ç Ã O N.º 100/2009 CI / CCH CERTIDÃO Certifico que a presente resolução foi afixada em local de costume, neste Centro, no dia 14/12/2009. João Carlos Zanin, Secretário Aprovar alterações curriculares
Estudo sobre o Custo-aluno-qualidade- CAQ da Educação infantil no semi-árido 3ª Oficina do CAQ apresentação do diagnóstico de (cidade)
Estudo sobre o Custo-aluno-qualidade- CAQ da Educação infantil no semi-árido 3ª Oficina do CAQ apresentação do diagnóstico de (cidade) Parnamirim-PE 22 de novembro de 2010 Sobre o município: Bloco da situação
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE MODALIDADES E TEMÁTICAS
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA SUPERINTENDÊNCIA DE MODALIDADES E TEMÁTICAS ESPECIAIS DE ENSINO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL A Política
A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA PERSPECTIVA DOS PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL
A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA PERSPECTIVA DOS PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL Resumo MICHELS, Lísia Regina Ferreira 1 - UFFS Grupo de Trabalho - Didática: Teorias, Metodologias e Práticas Agência Financiadora:
ANÁLISE DA INTERAÇÃO COMUNICATIVA DO PROFESSOR COM O ALUNO DEFICIENTE AUDITIVO
ANÁLISE DA INTERAÇÃO COMUNICATIVA DO PROFESSOR COM O ALUNO DEFICIENTE AUDITIVO PALAVRAS CHAVE: DEFICIENCIA AUDITIVA, EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO. INTRODUÇÃO Discute-se no panorama nacional, na área da Educação,
TRADUTOR E INTERPRETE DE LINGUA DE SINAIS: preleção a cerca de sua atuação e formação
- 310 - TRADUTOR E INTERPRETE DE LINGUA DE SINAIS: preleção a cerca de sua atuação e formação Uiara Vaz Jordão 1 Sempre que a condição lingüística do surdo é respeitada, crescem as chances de ele desenvolver-se
Dispõe sobre o atendimento educacional especializado aos alunos identificados com altas habilidades ou superdotados no âmbito do Município de Manaus.
PROJETO DE LEI N º 280/2013 ESTADO DO AMAZONAS Dispõe sobre o atendimento educacional especializado aos alunos identificados com altas habilidades ou superdotados no âmbito do Município de Manaus. Art.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA DIRETORIA DE ESTATÍSTICAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO-GERAL DO CENSO ESCOLAR DA EDUCAÇÃO BÁSICA Orientação para
JANGADA IESC ATENA CURSOS
JANGADA IESC ATENA CURSOS MÁRCIA INÊS DE OLIVEIRA DA SILVA SURDEZ PROJETO DE PESQUISA Passo Fundo 2015 TEMA: Surdez DELIMITAÇÃO DO TEMA: O Tema delimita-se a inclusão de crianças surdas nas escolas de
Secretaria Municipal de Educação de Piracicaba :: Núcleo Municipal de Apoio Pedagógico de Educação E Qua, 12 de Fevereiro de 2014 15:46
O Núcleo Municipal de Apoio Pedagógico de Educação Especial (NUMAPE) foi criado na Secretaria de Educação de Piracicaba no ano de 2002, em atendimento à Resolução do CNE/CEB (Conselho Nacional de Educação
III SEMINÁRIO EM PROL DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Desafios Educacionais
III SEMINÁRIO EM PROL DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Desafios Educacionais TEXTOS ESCRITOS POR ALUNOS SURDOS: AS MARCAS DA INTERLÍNGUA MARTINS, Tânia Aparecida 1 PINHEIRO, Valdenir de Souza 2 NOME DO GT: Educação
EMENTAS DAS DISCIPLINAS OFERECIDAS NO CURSO DE PEDAGOGIA Catálogo 2012
EP107 Introdução à Pedagogia Organização do Trabalho Pedagógico Ementa: O objetivo das ciências da educação. O problema da unidade, especificidade e autonomia das ciências da educação. A educação como
PROJETO DE LEI N.º 431, DE 2011 (Do Sr. Neilton Mulim)
CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 431, DE 2011 (Do Sr. Neilton Mulim) Institui-se obrigatoriedade da inclusão de intérpretes de Libras em repartições públicas. DESPACHO: APENSE-SE À(AO) PL-2574/2000.
V. COMPOSIÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR
V. COMPOSIÇÃO DA MATRIZ CURRICULAR 1º Semestre Créditos Carga Horária Leituras de Realidades e 3 Antropologia 4.0.0.0 60 História Geral da 5.0.0.0 75 Filosofia da I 4.0.0.0 60 Sociologia da I 5.0.0.0 75
FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NO CONTEXTO TECNOLÓGICO: DESAFIOS VINCULADOS À SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO
1 FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES NO CONTEXTO TECNOLÓGICO: DESAFIOS VINCULADOS À SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO Márcia Corrêa Sotolani 1 Glaucineide Silva de Souza 2 EIXO TEMÁTICO: Formação Inicial e Continuada
CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 329/2010
MEC - UNIVERSIDADE FEDERAL CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA FLUMINENSE RESOLUÇÃO N.º 329/2010 EMENTA: Estabelece o Currículo do Curso de Graduação em Pedagogia-Licenciatura Angra dos Reis. O CONSELHO DE ENSINO
PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE GUARULHOS SUL DISCUSSÃO
PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO DIRETORIA DE ENSINO REGIÃO DE GUARULHOS SUL DISCUSSÃO Metas e Estratégias Consolidação a partir do documento do FEESP com contribuições da SEESP e CEESP
ENSINO DE CIÊNCIAS PARA SURDOS UMA INVESTIGAÇÃO COM PROFESSORES E INTÉRPRETES DE LIBRAS.
ENSINO DE CIÊNCIAS PARA SURDOS UMA INVESTIGAÇÃO COM PROFESSORES E INTÉRPRETES DE LIBRAS. OLIVEIRA, Walquíria Dutra de. BENITE, Anna M. Canavarro. Mestrado em Educação em Ciências e Matemática UFG [email protected]
Lei nº 12.796 de 04/04/2013
O governo federal publicou nesta sexta-feira (5), no Diário Oficial da União, a lei número 12.796 que altera a lei que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Como novidade, o texto muda
EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS
EIXO II EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE: JUSTIÇA SOCIAL, INCLUSÃO E DIREITOS HUMANOS PROPOSIÇÕES E ESTRATÉGIAS 1. Assegurar, em regime de colaboração, recursos necessários para a implementação de políticas de valorização
O DESIGN DE MODA NA LIBRAS. The fashion design in Brazilian Sign language
11 Colóquio de Moda 8 Edição Internacional 2 Congresso Brasileiro de Iniciação Cientifica em Design e Moda 2015 O DESIGN DE MODA NA LIBRAS The fashion design in Brazilian Sign language Seibel, Bárbara
Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará. Eixo Temático Inclusão, Diversidades e EJA
Documento Base do Plano Estadual de Educação do Ceará Eixo Temático Inclusão, Diversidades e EJA Ceará, 2015 1 Socioeconômico Diagnóstico Para compreender a situação da educação no estado do Ceará é necessário
ANEXO II RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 22, DE 20 DE ABRIL DE 2006. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO PEDAGÓGICO
ANEXO II RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 22, DE 20 DE ABRIL DE 2006. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO PEDAGÓGICO Estas orientações têm por objetivo nortear a elaboração do Plano Pedagógico, que será apresentado
ESTÁGIO SUPERVISIONADO
FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS -LIBRAS. Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente)
CURSO DE CAPACITAÇÃO EM LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS -LIBRAS Mostra Local de: Apucarana (Municípios do Vale do Ivaí) Categoria do projeto: I Projetos em andamento (projetos em execução atualmente) Nome
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO. Responsabilidade social e acessibilidade no ensino superior: a trajetória do UniCEUB
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO Responsabilidade social e acessibilidade no ensino superior: a trajetória do UniCEUB 1. PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO EDUCACIONAL 1.1. Histórico da prática eficaz Desde 1988, o Centro
Inclusão escolar: o trabalho de comunicação alternativa com alunos que apresentam comprometimento motor e de fala na Rede Municipal de Ribeirão Preto
Inclusão escolar: o trabalho de comunicação alternativa com alunos que apresentam comprometimento motor e de fala na Rede Municipal de Ribeirão Preto Denise Cristina Amoroso de Lima Carpintieri - Professora
Institui as Matrizes Curriculares para as Escolas Municipais de Ensino Fundamental EMEFs, Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio EMEFMs,
Institui as Matrizes Curriculares para as Escolas Municipais de Ensino Fundamental EMEFs, Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio EMEFMs, Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos -
Letras Licenciatura Português-Inglês Ementário
Letras Licenciatura Português-Inglês Ementário Componentes Curriculares CH Ementa Avaliação do Processo de Ensino- Aprendizagem Cultura Clássica Didática (40 horas de estágio supervisionado) Educação de
III SEMINÁRIO EM PROL DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Desafios Educacionais
III SEMINÁRIO EM PROL DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Desafios Educacionais SURDEZ: UM MAPEAMENTO DAS PRODUÇOES ACADÊMICAS EM UM PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO ESCOLAR ALVES, R. A. 1 MANZOLI, L. P. 2 URBAN,
2º Ciclo do Ensino Básico 5º e 6º anos
2º Ciclo do Ensino Básico 5º e 6º anos Modalidades individuais Domínio Psicomotor Situação de prova. Ou Modalidades coletivas Situação de jogo + exercício critério. 50 60 Empenho motor. Conhecimento das
GRADUAÇÃO a distância
GRADUAÇÃO a distância CURSOS SEQUENCIAIS DE COMPLEMENTAÇÃO DE ESTUDOS O curso sequencial de complementação de estudos é de nível superior. Os concluintes aprovados têm direito a Certificado de Nível Superior,
72 / Atendimento Educacional Especializado na Perspectiva da Educação Inclusiva
NOME DO CURSO: Atendimento Educacional Especializado na Perspectiva da Educação Inclusiva Nível: Especialização Modalidade: A distância Parte 1 Código / Área Temática Código / Nome do Curso Etapa de ensino
IBE. A Alfabetização e o Ambiente Alfabetizador 300. A arte de contar histórias 200. A arte de escrever bem 180. A arte na educação 180
Governo do Distrito Federal Secretaria de Estado de Educação Subsecretaria de Gestão dos Profissionais da Educação Coordenação de Administração de Pessoas Instituição A Alfabetização e o Ambiente Alfabetizador
AIMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA COLABORATIVA ENTRE PROFESSORES QUE ATUAM COM PESSOAS COM AUTISMO.
AIMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA COLABORATIVA ENTRE PROFESSORES QUE ATUAM COM PESSOAS COM AUTISMO. CARVALHO, Tereza Cristina de Secretaria Municipal de Educação Município de Araçatuba/SP. Resumo:Partindo
ACS Assessoria de Comunicação Social
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ACS Assessoria de Comunicação Social Brasília DF março 2005 2005: Ano da qualidade da Educação Básica Qualidade na Educação Básica 1 2 Qualidade na Educação Básica QUALIDADE NA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO CEPAE Centro de Ensino, Pesquisa, Extensão e Atendimento em Educação Especial
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO CEPAE Centro de Ensino, Pesquisa, Extensão e Atendimento em Educação Especial RELATÓRIO DE ATIVIDADES O CEPAE Centro de Ensino, Pesquisa, Extensão
III ENCONTRO DE EDUCADORES
AVALIAÇÃO DOS RESUMOS Portaria nº 313, de 06/05/2013 TÍTULO DO RESUMO DEFICIÊNCIAS NA DE CIÊNCIAS E SUAS RELAÇÕES COM OUTRAS DISCIPLINAS ENSINO DO IFES CAMPUS DE ALEGRE X ENSINO DE INSTITUIÇÕES PRIVADAS:
RESOLUÇÃO N 008/2015. A Diretora Geral da Faculdade Unilagos, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Legislação em vigor, RESOLVE
RESOLUÇÃO N 008/2015 Dispõe sobre a inclusão de políticas do aluno autista no Núcleo de Pesquisa e Estudos em Educação para a diversidade e Inclusão da Mantida. A Diretora Geral da, no uso das atribuições
Atuação fonoaudiológica no Programa Saúde na Escola (PSE) Autores: RENATA CORREIA DA SILVA, APARECIDO JOSÉ COUTO SOARES, MARIA SILVIA CÁRNIO,
Atuação fonoaudiológica no Programa Saúde na Escola (PSE) Autores: RENATA CORREIA DA SILVA, APARECIDO JOSÉ COUTO SOARES, MARIA SILVIA CÁRNIO, Introdução Os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) são
EEFM Raimundo Marques de Almeida
DESCRIPCIÓN DE LA INSTITUCIÓN UBICACIÓN GEOGRÁFICA Região: Nordeste Município: Quixadá CE Título da experiência: Libras, uma ponte para a comunicação com o mundo do silêncio Autoras: Jacinta Maria da Silva
META NACIONAL 5: alfabetizar todas as crianças, no máximo, até os 8 (oito) anos de idade, durante os primeiros 5 (cinco) anos de vigência do PNE; no
META NACIONAL 5: alfabetizar todas as crianças, no máximo, até os 8 (oito) anos de idade, durante os primeiros 5 (cinco) anos de vigência do PNE; no máximo, até os 7 (sete) anos de idade, do sexto ao nono
Atendimento Educacional Especializado AEE. Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva SEESP/MEC (2008)
Atendimento Educacional Especializado AEE Segundo a Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva Inclusiva SEESP/MEC (2008) Conceito O Atendimento Educacional Especializado - AEE É um serviço
Curso de Especialização em EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA COM ENFASE EM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLA
Curso de Especialização em EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA COM ENFASE EM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLA ÁREA DO CONHECIMENTO: Educação. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização
PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPROMISSOS E DESAFIOS
PSICOLOGIA E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPROMISSOS E DESAFIOS Letícia Luana Claudino da Silva Discente de Psicologia da Universidade Federal de Campina Grande. Bolsista do Programa de Saúde. PET/Redes
