Área temática: Trabalho
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- Wagner de Miranda Sequeira
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1 A ASSOCIAÇÃO DE FEIRANTES DE ECONOMIA SOLIDÁRIA- AFESOL E SUA TRAJETÓRIA DE INCUBAÇÃO COMO EMPREENDIMENTO ECONÔMICO SOLIDÁRIO - EES: RISCOS E POTENCIALIDADES Área temática: Trabalho Livia Maria Da Silva Cunha ([email protected]) Lillian Cristina Cruvinel Torres ([email protected]) Carlos Eduardo Carneiro Struminski ([email protected]) Sabrina Gabrielle Sawczyn ([email protected]) Camila Silva Eidam ([email protected]) Resumo: O resumo expandido corresponde a um relato de experiência relacionado a incubação da Associação de Feirantes de Economia Solidária (AFESol) pela Incubadora de Empreendimentos de Economia Solidária (IESol). O objetivo é analisar a trajetória do processo de incubação, buscando compreender o surgimento da descontinuidade observada no processo, como também a retomada que vem se apresentando bem sucedida. O conceito de autogestão, abordado a partir da sua aplicação no caso estudado, forneceu o referencial teóricoconceitual do trabalho. A metodologia baseia-se na pesquisa bibliográfica e na pesquisa. Com o estudo, verificou-se que a descontinuidade apresentou-se ligada a formação deficiente em EcoSol, mas que, de qualquer forma, deixou no grupo o embrião que vem sendo decisivo no sucesso da retomada do grupo. Palavras-chave: Economia solidária. AFESol. Artesanato. Introdução O trabalho procura fazer um resgate da trajetória de incubação da AFESol. A importância de promover este resgate é verificar os processos de continuidade descontinuidade que envolvem a incubação do EES. A partir do foco nessas trajetórias podese verificar elementos que permitem constatar as metodologias bem sucedidas, como também aquelas que não apresentaram resultado. A AFESol é um EES ideal para fazer esta verificação porque é o primeiro grupo incubado pela IESol. O primeiro período de incubação aconteceu de 2006; o segundo iniciouse em 2012 e continua em andamento. A experiência da AFESol relaciona-se a questões ligadas a elementos presentes nos processos de incubação. Entre estes elementos, a autogestão reveste-se de um caráter decisivo para fundamentar, em termos teóricos e conceituais, o trabalho da IESol com seus grupos (SINGER:SOUZA, 2000). A metodologia utilizada para analise da experiência da AFESol buscou levantar documentos bibliográficos que já trataram das diversas experiências locais de incubação (TORRES, 2008), e que discutiram a autogestão, como elemento diferenciador do
2 EES (BRASIL; BOGDANOVICZ, 2012). Além disso, a pesquisa-ação, presente no próprio processo de incubação, forneceu os elementos empíricos que desvelaram determinantes para se entender as dificuldades que geraram a interrupção do trabalho, como também a retomada num patamar diferente. A descontinuidade surgiu relacionada a uma formação principio lógica deficiente em quanto a retomada permite perceber que, de qualquer forma, o embrião em EcoSol do grupo vem permitindo resultados animadores no período de incubação. Objetivos O objetivo do relato é compreender como surgiu a descontinuidade na trajetória de incubação da AFESol e como a retomada do processo tem levado a superação de dificuldades que existiam no primeiro período de incubação. A Incubadora de Empreendimentos Solidários IESol, Programa de Extensão da Universidade Estadual de Ponta Grossa UEPG, vinculado a Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Culturais PROEX, atuante desde o ano de 2005, desenvolve projetos com o intuito de contribuir para a formação, construção e consolidação de EES, capacitando-os para a geração de trabalho e renda com base nos princípios da EcoSol. Tal programa propicia também o desenvolvimento de pesquisas, extensão e de novas metodologias de incubação, além de participar de vários fóruns e auxiliar na divulgação da EcoSol. O trabalho desenvolvido na IESol conta com a participação de professores, técnicos e estudantes de graduação, pós-graduação e voluntários formados em diversas disciplinas científicas, o que permite um diálogo multidisciplinar entre a universidade e a comunidade, buscando divulgar e fortalecer os princípios da Ecosol. O programa busca fomentar experiências associativas e cooperativistas de geração de trabalho. Com isso, a universidade exerce seu papel frente à sociedade em relação ao desemprego e ao trabalho precário em Ponta Grossa e na região dos Campos Gerais. Para tanto, a IESol também possui alguns parceiros, participantes e fomentadores do trabalho de incubação, como por exemplo a parceria estabelecida com a Petrobras, no ano de 2013, através do projeto Fortalecimento de Economia Solidária nos Campos Gerais com o intuito de promover desenvolvimento com igualdade de oportunidade e valorização das potencialidades locais. A metodologia de trabalho da IESol desenvolve-se em três etapas: pré-incubação, incubação e desincubação.
3 Pré-incubação: Nesta etapa que dura aproximadamente 6 meses é realizado o primeiro contato com o grupo, sendo produzidos diagnósticos participativos onde são feitas avaliações preliminares sobre a possibilidade e potencialidade dos grupos. Também ocorre a formação em Ecosol, dividida em três módulos. No primeiro, abordam-se as transformações no mundo do trabalho: trabalho e emprego; desemprego no contexto mundial e brasileiro; causas do desemprego; capitalismo e soluções ao desemprego. No segundo módulo há uma discussão acerca da Ecosol, como: movimento cooperativista; valores cooperativos; formas de empreendimentos solidários: cooperativismo, associativismo, feiras solidárias, clubes de troca; organização e estruturação de um empreendimento solidário; experiências de economia solidária; e autogestão. Já no terceiro, trata-se da gestão econômico-financeira do empreendimento solidário, como o planejamento, custos, viabilidade, registros, patrimônio, despesas e receitas. A partir dessa metodologia afirma-se que ao final da pré-incubação o grupo terá condições de perceber se deseja assumir os princípios da economia solidária, ao mesmo tempo em que a equipe IESOL avalia se o grupo tem o potencial e as condições necessárias para tal. Após esta avaliação, o grupo que estiver disposto e apto, poderá ser encaminhado para a incubação; Incubação: Esta etapa tem duração prevista entre 18 e 24 meses, onde são realizadas pesquisas de mercado, estudo de viabilidade econômica e financeira, elaboração e aprovação de estatuto e regimento, além de acessórias técnicas e da formação continuada a respeito da economia solidária. Além destas questões técnicas ou de gestão, pode-se dar continuidade à realização de pesquisas históricas, sociológicas, antropológicas, buscando e ampliando a compreensão da realidade destes trabalhadores; Desincubação: Aqui a equipe prepara os grupos para a desvinculação do empreendimento com a incubadora. Deve-se salientar que todo o trabalho orienta-se na perspectiva da autonomia e emancipação, portanto, não se trata de uma última etapa, mas sim de um processo. (TORRES, 2008) A AFESol é um dos grupos integrantes do quadro de EES incubados pelo IESol, apresentando características bastante peculiares em todo o desenvolvimento do trabalho. Tal grupo foi formado no ano de 2006 por artesãos da paróquia da igreja Bom Jesus e sofreu diversas modificações de composição e comercialização até sua formalização com estatuto próprio em Inicialmente, a feira era composta por aproximadamente 20 participantes e tinha como nome Feira Solidária do Bom Jesus e foi o primeiro grupo incubado pela IESol, em Antes da incubação, o grupo era acompanhado pela Pastoral do Mundo do Trabalho.
4 Em 2011, o grupo buscou, novamente, contato com a Incubadora com o nome Feira Solidária São José. Em 2012, consolidou-se juridicamente, a partir do mesmo grupo, a Associação de Feirantes Solidários AFESol. A primeira fase de incubação do grupo encerrou-se em 2007, devido ao descumprimento, por parte dos incubados, de princípios da Ecosol. Apesar da interrupção do trabalho de formação, nota-se o fortalecimento de alguns participantes do grupo em relação aos princípios da economia solidaria. Em 2011, uma feirante (a qual não pertencia ao grupo inicial) buscou a IESOL para a retomada do trabalho de incubação. Após um semestre de conversas, as feirantes passaram no período de agosto a novembro de 2011, pela de préincubação, constituindo um novo grupo composto por seis mulheres. Em 2012, inicia-se um novo processo de incubação, com o estatuto de formação da associação bem como local (UEPG) para a realização das feiras. Um avanço foi a viabilização de malotes, que antes seriam incinerados pelos Correios e Banco do Brasil, para a reutilização. Porém, foi só em 2013 que os malotes chegaram até as feirantes. A partir deste material foram criados produtos a serem desenvolvidos de forma coletiva, bem como a comercialização dos mesmos. Com o projeto da Petrobras, pretende-se consolidar o grupo e iniciar o processo de desincubação. Entre os grupos incubados pela IESol a AFESol é aquele que se mostra mais adiantado no seu processo de incubação. A desincubação é um processo que ainda não foi vivenciado por nenhum outro EES apoiado pelo programa. Neste momento, busca-se um modelo de desincubação adequado ao perfil do grupo. Retrato 1 Associadas da AFESol
5 Referencial teórico-metodológico Fonte: Elaborada pelo autor O referencial teórico deste trabalho está pautado nos estudos de Paul Singer que teoriza e discute a temática da Economia Solidária seus princípios (Autogestão, cooperação, solidariedade, viabilidade econômica e sustentabilidade ambiental) e suas variadas formas de aplicação no contexto brasileiro. Destacam-se também as contribuições de Gaiger, que discorre sobre metodologias de incubação e a atuação das incubadoras tecnológicas de cooperativas populares (ITCPs), no acompanhamento dos EES. Para que essa pesquisa fosse desenvolvida houve o levantamento do histórico da AFESol nos arquivos documentais e dossiês constituídos durantes os processos (ou tentativas) de incubação. Verificou-se nos relatórios as causas de aproximação e/ou afastamento do grupo com a IESol, para que então fosse possível analisar toda trajetória e situação atual. Resultados Ainda não há como apontar resultados preciso no que se refere a desincubação grupo. Porém há vários fatores indicando que o empreendimento está caminhando nesta direção. A solidez dos vínculos e as relações de solidariedade estabelecidas, somados ao conhecimento adquirido nas formações em economia solidária que modificaram até o vocabulário das trabalhadoras são fortes indícios da consolidação da AFESol.
6 Considerações Finais A experiência da AFESol demonstra que os grupos mostram particularidades marcantes nas trajetórias que correspondem aos seus processos de incubação. A AFESol sofreu dificuldades em manter a continuidade do empreendimento com características centradas em princípios da Ecosol. Dessa forma, o processo foi interrompido, mas havia no grupo resquícios da formação que receberam. Portanto, foi possível a retomada do processo num patamar mais avançado do que aquele inicialmente implementado. Com isso, promoveuse a retomada e a inclusão da AFESol entre os grupos que serão apoiados pelo projeto financiado pela Petrobras. Assim, a trajetória de incubação da AFESol demonstra que é possível ocorrerem situações que se apresentam como riscos na consolidação dos grupos, mas quando EES mostra-se com potencialidades que já foram fixadas em ações anteriores de incubação, a retomada é possível com mais vigor, tendo em vista a possibilidade de se aproveitar os resquícios da experiência anterior. Referências bibliográficas TORRES, L. Acervo IESol: Fontes para a história das trabalhadoras e trabalhadores de economia solidária na região dos campos gerais. Ponta Grossa, SINGER, P.; SOUZA, A.R. (Org.). A economia solidária no Brasil: a autogestão como resposta ao desemprego. São Paulo, SINGER, P. Introdução à economia solidária. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, GAIGER, L. Et al. Dicionário Internacional da Outra Economia. Almedina, BRASIL, M. S.; BOGDANOVICZ, F. B.; BRASIL, F. S. As partes e o todo: notas sobre o trabalho autogestionário. 11º Conex. Ponta Grossa, PROEX/UEPG, 2013.
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