REQUISITOS ESPECÍFICOS
|
|
|
- Lucas Peralta Castanho
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 REQUISITOS ESPECÍFICOS ALPINO Indústria Metalúrgica Ltda. Página 1 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
2 ÍNDICE MANUAL DA QUALIDADE PARA FORNECEDORES 1. Introdução 2. Política do Sistema de Gestão Integrado 3. Código de Conduta 4. Meio Ambiente 5. Requisitos 5.1. Qualificação de Novo Fornecedor 5.2. Índice de Desempenho do Fornecedor (IDF) Composição do IDF Criticidade do Fornecedor 5.3. Política de Gestão de Consequências 6. Processos Especiais 7. Auditoria em Ferramental 8. Processos de Aprovação de Peças de Produção (Amostras) 8.1. Características Críticas/ Especiais 8.2. Alterações de Desenho/ Processo 8.3. Desvios 8.4. Derroga Específica 9. Cuidados com Ferramentais/ Máquinas/ Equipamentos/ Dispositivos (Solda, Montagem e Controle) 10. Informação e Transmissão Eletrônica de Dados 11. Redução de Custos 12. Protocolo Logístico 13. Principais Contatos 14. Identificação das Alterações Página 2 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
3 1. Introdução: MANUAL DA QUALIDADE PARA FORNECEDORES Este manual tem por objetivo estabelecer princípios básicos do Sistema de Gestão Integrado ALPINO. A ISO/TS 16949, ISO e este Manual demonstram os requisitos fundamentais para atender as exigências do nosso Sistema de Gestão. A ALPINO, como primeiro passo, requer de seus fornecedores que impactam na qualidade de produtos voltados ao seguimento automotivo, a Certificação ISO Porém, o fornecedor deve sempre procurar desenvolver o seu SGQ para adequação à ISO/TS e atender aos requisitos específicos contidos neste manual. A certificação ISO é recomendável. 2. Política do Sistema de Gestão Integrado: Página 3 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
4 3. Código de Conduta: A base do desenvolvimento da ALPINO é a nossa conduta ética nos negócios. Este compromisso ganha um importante instrumento para orientar as ações e decisões dos colaboradores e fornecedores: O Código de Conduta ALPINO. Este Código de Conduta demonstra a preocupação que a empresa tem, não apenas em atender as expectativas dos clientes, como também serve para fortalecer sua imagem e apoiar as estratégias de negócios e as tomadas de decisões que estão e sempre estiveram fundamentadas em padrões éticos. O Código de Conduta ALPINO encontra-se disponível aos nossos fornecedores. Esperamos que você leia, compreenda e utilize como uma referência valiosa no seu dia-a-dia. 4. Meio Ambiente: A ALPINO considera que o impacto ambiental que seus produtos podem eventualmente gerar ocorre não somente durante a produção dos mesmos, mas também durante a produção das matérias-primas e componentes, bem como outros serviços por ela utilizados. Por este motivo, todos os fornecedores, sem exceção, devem atender aos requisitos ambientais relativos à sua atividade, considerando a legislação municipal, estadual e federal. Devem ainda, realizar suas atividades de maneira que os impactos destas atividades sobre o meio ambiente sejam reduzidos ao mínimo e onde aplicável, gerenciar estes impactos. Fica a critério da ALPINO, a realização de uma auditoria ambiental em seus fornecedores. 5. Requisitos: 5.1. Qualificação de Novo Fornecedor Os novos fornecedores, voltados para o setor automotivo, devem obter no mínimo a ISO 9001 na versão praticada pelo mercado e buscar desenvolver a ISO TS Também é recomendável a certificação ambiental ISO O fornecedor deve encaminhar, eletronicamente ou via correio, a cópia de seu Certificado ISO (9001/ ou TS 16949) para a área Gestão da Qualidade. Caso a ALPINO julgue necessário, será realizada uma auditoria. Página 4 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
5 5.2. Índice de Desempenho do Fornecedor (IDF) O Índice de Desempenho do Fornecedor é realizado através dos resultados abaixo: ISO: Certificações ISO IQP: Índice de Qualidade do Produto IPE: Índice de Performance de Entrega AUD: Auditoria Onde, IDF = (ISO * 0,05) + (IQP * 0,45) + (IPE * 0,40) + (AUD * 0,10) A avaliação de desempenho do fornecedor ALPINO é realizada mensalmente e o resultado final do fornecedor poderá ser classificado em: Preferencial Nota entre 97,1% e 100% Adequado Nota entre 80% e 97,0% Regular Nota entre 50,1% e 79,9% Inadequado Nota abaixo de 50,0 % O fornecedor qualificado como Inadequado por um mês ou Regular durante três meses seguidos deverá enviar um plano de ação e apresentá-lo a ALPINO. Caso o resultado se mantenha Inadequado ou Regular após a implantanção das ações, o fornecedor entrará em processo de desqualificação. A ALPINO poderá realizar uma auditoria, conforme descrito no item Auditoria em Fornecedor. A ALPINO disponibiliza os resultados mensais dos fornecedores no portal Fluig, no endereço eletrônico: O fornecedor deve acessá-lo mensalmente. Quanto ao código do usuário e senha, o fornecedor deve solicitar ao setor de Compras ALPINO, bem como qualquer outra dificuldade que ocorrer. Página 5 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
6 Composição do IDF Certificação ISO A certificação ISO corresponde a 5% da nota do IDF. CERTIFICAÇÃO ISO PERDA SOBRE A NOTA INICIAL (100) NOTA TS TS Quando houver alteração no certificado, o fornecedor deve obrigatoriamente enviar cópia (eletrônica ou física) para a área Compras Índice de Qualidade do Produto (IQP) O Índice de Qualidade do Produto (IQP) corresponde a 45% da nota do IDF. IQP = { [ (N RAC s * 0,50) + (Repostas no Prazo * 0,40) + (Certificados de Qualidade * 0,10) ] * 0,8} + IQD (Amostras entregues do prazo * 0,2) A meta para o IQP é de 94,5%, caso esta meta não seja atendida por 03 meses consecutivos, o departamento de qualidade solicitará um plano de ação ou providenciará uma auditoria de processo, conforme descrito no item deste manual. a) Número de RACs emitidas: constitui 50% do IQP. Para as situações de não conformidades com materiais provenientes de fornecedores, detectados na inspeção de recebimento, no processo de fabricação ou cliente ALPINO, será emitido uma RAC. Neste caso, o fornecedor deverá preencher corretamente todos os campos do relatório e enviar ao setor responsável no prazo máximo de: Ação de contenção: 24 horas Definição de causa-raiz e ações corretivas: 10 dias Página 6 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
7 É imprescindível o retorno em 24 horas referente à contenção do problema e caso não nenhuma disposição seja definida para o material não conforme, a ALPINO contratará uma empresa terceira para realizar o retrabalho e repassará o custo conforme descrito no item 5.3 Política de Gestão de Consequências. Conforme descrito anteriormente, as RACs terão classificações diferentes: RAC Recebimento (detectada durante o recebimento do material) RAC Interna Nível 1 (detectada durante o processo, sem parada de linha) RAC Interna Nível 2 (detectada durante o processo, com parada de linha na Alpino) RAC Cliente (detectada no cliente da Alpino, com parada de linha) Quando detectada alguma não conformidade, as novas entregas do produto devem vir devidamente identificadas em sua embalagem como lote selecionado, de modo que permita a sua identificação de maneira fácil e rápida. O fornecedor, sempre que solicitado, deve fornecer evidências de que a real causa raiz do problema foi identificada e que as ações corretivas foram definitivamente implementadas e validadas, conforme descrito no formulário RAC/P (Relatório de Ação Corretiva/ Preventiva). NIVEL DE RAC EMITIDA RAC Recebimento (detectada durante o recebimento do material) RAC Interna Nível 1 (detectada durante o processo, sem parada de linha) RAC Interna Nível 2 (detectada durante o processo, com parada de linha na Alpino) RAC Cliente (detectada no cliente da Alpino, com parada de linha) PERDA SOBRE A NOTA INICIAL (100) *Obs.: os valores são acumulativos, ou seja, caso mais de uma RAC seja emitida, será considerada a soma da perda, de acordo com o nível das RACs. Por exemplo, determinado fornecedor, recebeu duas não conformidades, sendo uma RAC Recebimento Nível 1 e outra, nível RAC Cliente. Neste caso, ele perderá 75% da nota total do número de RAC, ou seja, sua nota será 25 e será multiplicado pelo peso do nº de RAC (0,5). Página 7 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
8 b) Respostas no Prazo: corresponde a 40% do IQP. QUANTIDADE DE RACs EM ATRASO PERDA SOBRE A NOTA INICIAL (100) 01 50% Mais que % Por exemplo, 2 (duas) RACs emitidas com atraso nas respostas resulta em 100% de perda da nota do critério Respostas no Prazo, ou seja, sua nota é 0. Caso o fornecedor não responda a RAC até o último dia do mês seguinte, a nota do critério Resposta no Prazo será considerada automaticamente 0 (zero). c) Certificados de Qualidade (matéria-prima): corresponde a 10% do IQP. CERTIFICADO DE MP FALTANTE PERDA SOBRE A NOTA INICIAL (100) A partir de Obs.: Para que o fornecedor obtenha o total desta nota, deve enviar anexo à nota fiscal ou em arquivo eletrônico no endereço; [email protected], todos os certificados de qualidade (matéria-prima). d) IQD - Amostras entregues no prazo: poderá compor 20% do IQP, caso tenham amostras em desenvolvimento. Caso o fornecedor não tenha nenhum desenvolvimento, este quesito não será considerado. QUANTIDADE DE AMOSTRAS ATRASADAS PERDA SOBRE A NOTA INICIAL (100) 1 amostra atrasada 30% 2 amostras atrasadas 60% Mais do que 3 amostras 100% Obs.: A entrega das amostras deve ser realizada nos prazos estabelecidos dos pedidos de compras. Qualquer problema no cronograma do desenvolvimento deve ser notificado o mais breve possível para que as ações corretivas sejam definidas e realizadas. Eventuais renegociações de prazo serão discutidas caso a caso. Página 8 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
9 Índice de Performance de Entrega (IPE) O Índice de Performance de Entrega (IPE) corresponde a 40% da nota do IDF. IPE = (Índice de Entregas * 0,85) + (Fretes especiais * 0,15) A meta para o IPE é de 97%, caso esta meta não seja atendida, o departamento de Logística ALPINO poderá solicitar um Plano de Ações para o fornecedor com a finalidade de evitar a reincidência do atraso. Caso o fornecedor ficar abaixo da meta durante 2 meses consecutivos ou 3 meses alternados, deverá automaticamente enviar um Plano de Ações ao departamento de Logística com a finalidade de evitar as reincidências dos atrasos. O cálculo do IPE é dividido entre o índice de entrega (IE), com 85% do peso da nota do IPE, e o índice de fretes (IF), com 15% da nota do IPE. a) Índice de Entrega (IE): corresponde a 85% do IPE. O IE é o total de itens entregues subtraído pelo total de itens entregues com atraso dividido pelo total de itens entregues no período, ou seja, IE = Total de Itens entregues Itens com Atraso x 100% Total de Itens b) Índice de Fretes (IF): corresponde a 15% do IPE. NIVEL DE FRETE ESPECIAL PERDA SOBRE A NOTA INICIAL (100) NOTA* Frete especial sem parada de linha 35% 65 Frete especial com parada de linha Alpino 50% 50 Frete especial com parada de linha Cliente 100% 0 Obs.: os valores são acumulativos no caso de mais de uma ocorrência. Exemplo; 2 (dois) casos de Frete especial com parada de linha ALPINO comprometem 100% da nota IPE. Página 9 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
10 Auditoria (AUD) Como método para desenvolver o Sistema da Qualidade dos Fornecedores, a Alpino poderá realizar no fornecedor uma auditoria e nos casos de baixa criticidade, poderá ser realizada uma autoavaliação seguida de uma visita. O critério de auditoria (VDA 6.3 ou check list simplificado) depende da exigência do cliente Alpino, no qual é aplicado o produto fornecido. A frequência da auditoria será realizada de acordo com a nota definida na tabela abaixo ou ainda, quando a Alpino julgar necessário. CLASSIFICAÇÃO A 90 a 100 pontos B 80 a 89 pontos C 0 a 79 pontos FREQUÊNCIA Três anos Dois anos Segunda chance (3 a 12 meses critério Alpino) O fornecedor classificado como C fica impedido de participar de novos desenvolvimentos e o fornecedor classificado como B deve apresentar plano de ação, que será acompanhado pela Alpino Criticidade do Fornecedor A análise do impacto do fornecedor no negócio é feita baseada nos indicadores IQP e IPE, além de outras duas dimensões: Tecnológica e Econômico-Financeira. Estas dimensões foram desdobradas em critérios de avaliação e definidas escalas de pontuação para cada critério: a) Dimensão tecnológica Esta dimensão avalia 05 (cinco) critérios tecnológicos dos fornecedores a considerar: Experiência do fornecedor com o produto que será fornecido Determina o tempo, em anos, que o fornecedor trabalha com os produtos similares aos da empresa compradora (ALPINO). Este aspecto é importante, pois determina o quanto o fornecedor tem experiência com os produtos e com o mercado ao qual está inserido. Espera-se que quanto maior o tempo que está no mercado, maior é o conhecimento técnico adquirido, seja com a experiência em desenvolvimentos de produtos, seja com a experiência tecnológica envolvida nos processos de fabricação. Página 10 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
11 Nível de tecnologia do fornecedor Este critério tem importância relevante em uma avaliação do fornecedor, pois, verifica-se que, geralmente, quanto maior o nível de tecnologia e conhecimento aplicados nos seus processos de desenvolvimento de produtos, maior será a estrutura voltada para PD&I, propiciando os produtos e serviços com maior diferencial competitivo. Estrutura para desenvolvimento de produtos Neste critério avalia-se a estrutura tecnológica disponível nos fornecedores, considerando pessoal qualificado, recursos técnicos (laboratórios, equipamentos, instrumentos, ferramentais e etc...) e experiência com metodologias e técnicas de desenvolvimento de produtos. Quanto maior tende a ser a estrutura e o conhecimento empregados para o desenvolvimento de produtos, maior tende a ser o nível de qualidade planejada e menor tende a serem os custos envolvidos em etapas de desenvolvimento, produção e comercialização dos produtos. Impacto do item no produto O nível de complexidade técnica do componente/ item e seu impacto no desempenho do produto acabado (final) é um critério importante a ser avaliado, pois, define o quanto o componente/ item interfere no funcionamento do produto e no risco de segurança para o consumidor final. Quando o item tem baixo impacto no funcionamento do produto o consumidor pode nem perceber o desvio, consequentemente não impacta o negócio. No entanto, quando se trata de efeitos correspondentes à segurança podem gerar altos custos para a empresa, o que pode impactar fortemente o negócio. Tempo para desenvolvimento de um fornecedor alternativo O tempo de desenvolvimento de uma alternativa de fornecimento pode impactar significativamente no negócio. Quanto maior o tempo de desenvolvimento de uma fonte alternativa de componente/ item/ materiais, maior será o risco que a empresa estará exposta. Este critério é muito importante, pois, não são raras as possibilidades de uma interrupção de fornecimento, sejam por falência do fornecedor, greves, problemas com matérias-primas, impasses com reajustes de preços, causas naturais como enchentes e etc. Página 11 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
12 b) Dimensão econômica-financeira Esta dimensão avalia 03 (três) critérios econômico-financeiros dos fornecedores a considerar: Total de compra no período de 12 meses O total de compras determina qual é a representatividade do volume de compras anuais que a empresa compradora possui com o fornecedor analisado. Quanto maior o faturamento, maior é o impacto que este fornecedor traz para o negócio. Prazo de Pagamento O prazo de pagamento impacta diretamente no fluxo de caixa do ALPINO, o qual impacta diretamente no negócio. Quanto maior o prazo de pagamento, melhor é o desempenho financeiro da empresa. Principalmente, se o prazo de pagamento for maior que o ciclo operacional, ou seja, maior que o prazo total iniciado pela aquisição da matéria prima e/ou componentes e finalizado pelo recebimento dos créditos gerados pela venda dos produtos. Risco Financeiro Este critério tem importância relevante em uma avaliação do fornecedor, pois, estabelece o risco que o ALPINO está exposto ao comprar de um fornecedor que não possui solvência. O critério pode ser avaliado através da análise dos últimos balanços patrimoniais da empresa, do volume financeiro envolvido nos contratos, aspectos legais do fornecedor e seus principais acionistas, inadimplência, entre outros aspectos avaliados pelo departamento financeiro do ALPINO, ou através da compra de relatórios financeiros de empresas especializadas. A avaliação de Índice de Performance Tecnológica e Econômico-Financeira do fornecedor ALPINO será realizada anualmente e o resultado final do fornecedor poderá ser classificado em: Preferencial Nota entre 80,0 % e 100% Aceitável Nota entre 60,1% e 79,9% Inadequado Nota entre 0% e 60,0% O fornecedor qualificado como Inadequado, será discutido/ definido internamente entre os gestores de cada departamento (Qualidade, Logística, Compras e Financeiro) um plano de ação. Diante do resultado, a ALPINO pode monitorar o fornecedor e se a situação piorar, poderá ainda realizar uma visita para expor a situação e verificar quais as ações foram/ serão tomadas pelo fornecedor. Página 12 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
13 5.3. Política de Gestão de Consequências: Sempre que houver situações adversas envolvendo peças provenientes de fornecedores, a ALPINO poderá fazer o uso de uma Política de Gestão de Consequências. Esta política abrangerá todas as ações possíveis para a contenção do problema, conforme descrito abaixo: Se a ocorrência for constatada antes do seu emprego ou de sua utilização no bem produzido pela ALPINO, esta rejeitará e efetuará a sua devolução por conta e risco do fornecedor. O fornecedor deve ressarcir a ALPINO pelo valor correspondente ao preço vigente do produto, ou poderá a ALPINO, alternativamente, a seu critério promover a sua recuperação ou seleção, arcando o fornecedor com os custos correspondentes. Se a ocorrência for constatada posteriormente à industrialização do bem produzido pela ALPINO e antes da sua comercialização, o fornecedor, além das obrigações referidas no item a, responderá pelos custos decorrentes da troca e/ ou reparo do produto defeituoso, bem como pelos custos agregados inerentes ao processo de industrialização da ALPINO. É facultada a ALPINO colocar à disposição do fornecedor quaisquer produtos defeituosos que já passaram por qualquer etapa do seu processo de industrialização. Se a ocorrência for constatada posteriormente à comercialização do bem pela ALPINO no mercado nacional ou internacional, o fornecedor, além das obrigações referidas nos itens a e b, responderá por todos os custos, diretos ou indiretos, incorridos pela ALPINO, tais como (mas não exclusivamente), despesas com a convocação dos consumidores e adquirentes; campanhas realizadas para a substituição dos produtos; despesas referentes a reparos a serem realizados em razão dos defeitos apresentados pelos produtos; despesas decorrentes de reembolsos aos consumidores finais da ALPINO em função da utilização de produtos defeituosos. A contratação de uma empresa externa para realizar a seleção ou retrabalho das peças somente após homologação ou recomendação ALPINO. Caso o fornecedor não atenda a nossa solicitação, conforme referido nos itens a e b, a ALPINO contratará empresa terceira para realizar a seleção/ retrabalho e repassará os custos ao fornecedor. O custo de frete de devolução ou retrabalho será por conta do fornecedor. Página 13 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
14 Todo o custo repassado pelos clientes ALPINO em virtude de reclamações de qualidade ou logística de responsabilidade do fornecedor, desde que comprovada a sua responsabilidade, será repassado na sua totalidade. A Qualidade ALPINO emitirá uma Carta de Débito, com referência aos custos ocorridos pela não-conformidade e solicitará a assinatura da mesmas e/ou aceite via Processos Especiais: Para empresas que forneçam peças com os processos abaixo, dependendo da exigência do cliente Alpino, ao qual é aplicado o produto fornecido, a Alpino pode realizar anualmente uma auditoria: PROCESSO CRITÉRIO DA AUDITORIA Tratamento térmico CQI 9 Tratamento superficial e pintura CQI 11/12 Solda metalúrgica CQI 15 Solda elétrica/ eletrônica CQI 17 Peças poliméricas CQI Auditoria em Ferramental: Para todo ferramental ou dispositivo de propriedade ALPINO é necessário envio das seguintes informações: Código da Peça; Descrição da ferramenta ou dispositivo; Fotos: Vista geral, lateral e superior; Identificação: Gravação da ferramenta ou dispositivo. Somente após a realização e aprovação da auditoria de ferramental, o pagamento será autorizado pela área de Compras conforme condições pré-acordadas. Página 14 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
15 8. Processos de Aprovação de Peças de Produção (Amostras): A ALPINO adota o PPAP (Processo de Aprovação de Peças de Produção), conforme requisitos do AIAG, para a aprovação das peças/ produtos fornecidos para o seguimento automotivo. O nível da submissão de amostras será definido conforme acordado na solicitação da amostra. Além do PPAP, o fornecedor, quando solicitado, deve entregar amostras conforme definido no documento RT Processo de Aprovação de Produto - Fornecedor. Estas amostras servirão para submissão aos clientes Alpino. O fornecedor deverá acionar a área da Qualidade - ALPINO, quando houver alteração de desenho, material, processo e/ ou subfornecedores. Cabe à Qualidade - ALPINO decidir pela resubmissão Características Críticas/ Especiais A ALPINO utiliza a simbologia determinada pela letra E (especial) para todas as características consideradas como críticas ou importantes para a produção ALPINO. Esta simbologia é aplicada também às características críticas determinadas pelos clientes da ALPINO. O fornecedor ALPINO, quando apropriado, deve fazer análise crítica de seus processos e determinar métodos para eleger características críticas/ especiais, por exemplo, utilizando-se de matriz de características do FMEA de Processos, em função do grau de severidade. O fornecedor ALPINO pode utilizar de simbologia própria desde que associada à simbologia da ALPINO para identificar seus documentos de processo Alterações de Desenho/ Processo Todas as alterações de desenho, incluindo aquelas propostas pelos fornecedores, devem ser suportadas por aprovação da Engenharia de Desenvolvimento da ALPINO, com a devida ressubmissão de PPAP (Processo de Aprovação de Peça de Produção), a menos que seja derrogada Desvios Sempre que houver necessidade de afastamento dos requisitos especificados, o fornecedor deve notificar a ALPINO, antes do envio de peças. Para tal, sempre deverá ser enviado à Qualidade Solicitação de Desvio para análise de sua aprovação ou reprovação. Página 15 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
16 8.4. Derroga específica Eventual solicitação de derroga deve ser encaminhada à Engenharia da Qualidade, devidamente suportada pelas documentações necessárias, para análise de viabilidade técnica. 9. Cuidados com Ferramentais/ Máquinas/ Equipamentos/ Dispositivos (Solda, Montagem e Controle): É de inteira responsabilidade do fornecedor, zelar pelo patrimônio da ALPINO que estiver em seu poder, relativo à preservação, manutenção e calibração. Os meios de fabricação e controle de propriedade ALPINO devem estar em local seguro, protegido de danos e intempéries. Para tal, o fornecedor deverá submeter periodicamente ou quando solicitado, laudos comprobatórios quanto à preservação e manutenção de todos os ferramentais, máquinas e equipamentos. Estes laudos devem ser encaminhados ao setor de Compras, que tratará de encaminhá-los aos setores pertinentes, para análise da situação e estabelecimento de Ações Corretivas necessárias. A ALPINO, sem aviso prévio, poderá realizar inspeção nos ferramentais, máquinas, equipamentos e dispositivos (solda, montagem e controle) sob a guarda do fornecedor, com frequência a ser determinada pela ALPINO, para verificar o estado de conservação dos mesmos. 10. Informação e Transmissão Eletrônica de Dados: O fornecedor deve ter a capacidade de interpretar todas as informações provenientes da ALPINO (ex: CAD, CATIA, EDI...), no formato em que as mesmas se apresentarem. 11. Redução de Custos: O fornecedor deve adotar métodos de gerenciamento de custos, de modo a promover a Redução dos Custos envolvidos em seu o processo e submetê-los, quando solicitado pela ALPINO para análise. Página 16 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
17 12. Protocolo Logístico: 12.1 Introdução Uma relação saudável entre cliente e fornecedor é importante para responder eficazmente à demanda de mercado e de nossos clientes. A ALPINO trabalha no sentido de promover a satisfação total de seus clientes através de métodos e sistemas flexíveis às mudanças do mercado e de uma filosofia de melhoria constante. Este requisito visa estabelecer a rotina geral dos direitos e obrigações dos fornecedores e da ALPINO para previsão e ordem, entrega, embalagem, etiquetagem, recepção, vida do produto, banco de dados do produto e seguro. Ao emitir a Nota Fiscal, subtende-se que o fornecedor está de acordo com o Manual da Qualidade para Fornecedores Programações de Entrega As programações de entrega refletirão duas condições/ situações: a) O denominado período Firme, que consistirá em entregas já confirmadas, sendo que o fornecedor deve garantir quanto a este fornecimento tanto sob o escopo Logístico, de Qualidade e Comercial. b) O denominado período de Previsão (até 3 meses além do período firme ), que consistirá em entregas que apesar de constarem na programação, podem sofrer alteração com relação a prazos, quantidades ou até serem canceladas. O fornecedor tem 2 (dois) dias úteis para manifestar qualquer condição que não atenda aquilo que está previsto na programação, com a obrigação de formalizar para a área Logística ou Compras sobre a ocorrência do não atendimento ao Programa de entregas ALPINO. Haverá para a ALPINO, a possibilidade de Reprogramações ou Programações Extras, entendidas estas como o processo através do qual a ALPINO pode alterar as quantidades que constam como período firme ou previsão das programações de entregas. O fornecedor deve se adequar para receber as programações de entrega via EDI quando solicitado pela ALPINO. Página 17 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
18 12.3 Entrega dos produtos: Os produtos devem ser entregues com a respectiva nota fiscal onde constará o número do pedido. Os produtos também devem ser entregues com a respectiva identificação e de acordo com a amostra aprovada, homologada e com o Certificado de Qualidade. O prazo para entrega dos produtos será o previsto no pedido e ou na programação de entregas. Será permitida uma tolerância de 1 (um) dia antes ou 1(um) dia depois. O atraso do fornecedor na entrega dos produtos, em conformidade com as especificações, autorizará a ALPINO, de pleno direito e independentemente de qualquer formalidade judicial ou extrajudicial, a decidir-se por uma das seguintes alternativas: (a) Recusar a entrega e/ ou promover a devolução dos produtos suportando o fornecedor, com exclusividade, todas as despesas, notadamente as de transporte e as fiscais; (b) Postergar o pagamento do preço dos produtos na proporção da mora incorrida pelo fornecedor na sua entrega. Qualquer que seja a alternativa eleita pela ALPINO, dentre as previstas no item anterior, terá ela assegurado, igualmente, o direito de haver do fornecedor o integral ressarcimento de todas as despesas e todos os custos, diretos ou indiretos, por ela incorridos em razão do atraso, em especial os que se refiram aos custos provocados pela paralisação da sua produção, os que lhe sejam impostos pelos seus clientes a título de penalidade pela inadimplência ou, ainda, os que envolvam ônus adicionais como, por exemplo, a contratação de serviços de transporte especiais. A ALPINO tem o direito de não receber ou devolver quantidades remetidas em excesso, sendo que as despesas de devolução ficarão a cargo do fornecedor e a ALPINO também pode optar por deixar os produtos em excesso disponíveis para coleta durante 3 (três) dias, após o aviso. Quando não executada a coleta, a ALPINO pode dar ao produto o destino que melhor lhe convier. Página 18 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
19 12.4 Embalagens/ Identificação: As embalagens devem ser fornecidas pelo fornecedor, de acordo com os padrões especificados pela ALPINO, salvo se de outra forma mencionado no pedido. Quando não ocorrer um prévio acordo entre a ALPINO e o fornecedor, este deve utilizar-se da sua embalagem padrão para o envio dos materiais e embalagem, que que pode ser caixa de papelão, caixa plástica, pallet descartável, saco plástico e amarrado. Nota: Amarrados de Tubos peso máximo 1000 quilogramas. Embalagem Padrão peso máximo 15 quilogramas. Quando estipulado um modelo de embalagem de comum acordo entre a ALPINO e o fornecedor, deve ser mantido um controle sobre embalagens disponíveis no fluxo ALPINO x fornecedor para utilização, devendo o fornecedor empregar todos os esforços, a fim evitar a não entrega devido à falta de embalagem. A devida conservação da embalagem deve ser observada pelo fornecedor, bem como estudos quanto ao redimensionamento da quantidade de embalagem, o qual deve ser enviado à Logística com cópia para Compras da ALPINO. As embalagens devem ser acompanhadas de etiquetas de identificação (código ALPINO, quantidade de cada componente e data de fabricação) e com quantidade padrão de componentes por embalagem. Mediante acordo prévio com o fornecedor, a ALPINO pode enviar embalagens ou autorizar o fornecedor a adquiri-las diretamente de terceiros, com a finalidade de fornecer os produtos já na embalagem destinada ao consumidor final da própria ALPINO. O fornecedor compromete-se, no caso de ocorrência do previsto no item precedente, a utilizar as embalagens exclusivamente para acondicionar os produtos para a entrega, adotando sempre os padrões recomendados pela ALPINO. Se o fornecedor extraviar ou danificar as embalagens de propriedade da ALPINO, a mesma reserva-se o direito de cobrar os custos decorrentes de tais ações ou omissões, de modo a ver-se integralmente ressarcida dos prejuízos verificados. O fornecedor deve garantir a classificação, descrição, embalagem, marcação e etiquetagens adequadas, assim como o fornecimento de todas as folhas de dados de segurança material necessárias para os produtos, obrigando-se a embalá-los e a embarcá-los, observando os padrões especificados no pedido e as normas legais aplicáveis. Página 19 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
20 12.5 Preço e reajuste: O preço constante no pedido é firme, não podendo ser alterado a não ser mediante a concordância por escrito da ALPINO. Os reajustes de preços serão analisados pela ALPINO quando formalizados pelo fornecedor, estando em anexo as suas justificativas comerciais e/ ou técnicas. Os reajustes de preços solicitados só entrarão em vigor após a aceitação por escrito da ALPINO. Quando necessário, a ALPINO poderá solicitar a redução de preços com base em aspectos técnicos, comerciais e produtividade. Fica assegurado a ALPINO o direito de cancelar o pedido na hipótese de julgar inconveniente, mesmo que justificadas, as alterações de preços pretendidas pelo fornecedor, ou se este não concordar com o ajuste do preço solicitado pela ALPINO nos termos da cláusula anterior. 13. Principais contatos: SETOR CONTATO Compras Solange Souza [email protected] Gestão Integrada Gabriela F. Bigotti [email protected] Logística Evie C. Medori [email protected] Engenharia da Qualidade Tácio Campos [email protected] Página 20 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
21 14. Identificação das Alterações: REVISÃO Abril/ 2012 Março/ 2014 Dezembro/2015 DESCRIÇÃO Alteração nos critérios de avaliação do fornecedor (IQF): retirada auditoria de fornecedor e incluído PPAP nos critérios de avaliação. Inclusão do critério do tempo de resposta para as RAC s, tanto no IQP quanto no IPE. Inclusão de meta para o IPE. Inclusão do item Auditoria de Ferramental. Inclusão do Código de Conduta ALPINO item 3. Inclusão de requisitos para o meio ambiente item 4. Alteração nos critérios de avaliação dos fornecedores (item 4.2). Emissão da Carta de Débito (item 5.4). Inclusão do documento RT Processo de Aprovação de Produto - para submissão de amostras aos clientes ALPINO item 8. Revisão do item 12. Revisão vigente a partir de 18/1/2016. Revisão geral no cálculo de avaliação do fornecedor, inclusive com alteração da sigla de IQF para IDF. Inclusão da auditoria no IDF. Inclusão da criticidade do fornecedor. Inclusão de auditoria em processos especiais (tratamento térmico, superficial, pintura, solda e peças poliméricas). Inclusão dos principais contatos. Página 21 de 21; Revisado em Dezembro/ 2015
REQUISITOS ESPECÍFICOS
REQUISITOS ESPECÍFICOS ALPINO Indústria Metalúrgica Ltda. Página 1 de 18; Revisado em Março/ 2014 ÍNDICE 1. Introdução 2. Política do Sistema de Gestão Integrado 3. Código de Conduta 4. Meio Ambiente 5.
CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO
CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 1. PRINCÍPIOS BÁSICOS Foco no cliente interno e parceria com o fornecedor para garantir a satisfação dos clientes, aliado à filosofia de colocar no mercado produtos de
Termos e Condições Gerais de Vendas
Termos e Condições Gerais de Vendas 1º Escopo da aplicação (1) As condições a seguir são aplicáveis a todos os fornecimentos e serviços (por exemplo, instalações, projetos) da BrasALPLA. Estas condições
ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA
ANEXO C MANUAL DE POLÍTICA DE FORNECIMENTO PARA ATENDIMENTO ÀS LOJAS DA REDE PRÓPRIA Prezados Senhores, Face à constante processo de melhoria contínua nos procedimentos da Rede de Valor Le Postiche, elaboramos
LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE
Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?
REQUISITOS PARA RECONHECIMENTO DA CONFORMIDADE PARA CABOS PROFIBUS PA - DP
Página 1 1 OBJETIVO Estabelecer os critérios para o Programa de Reconhecimento da Conformidade de Cabos Profibus PA e Profibus DP, atendendo aos requisitos técnicos, visando garantir a segurança na utilização
ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA
COORDENAÇÃO DE COMPRAS COSCOM (GESUS) 1 de 9 OBJETIVO: Este Termo de Referência tem por objetivo definir o escopo do processo licitatório de constituição de Registro de Preço para eventual contratação
TERMO DE ACEITAÇÃO QUANTO ÀS CONDIÇÕES GERAIS DE COMPRA E FORNECIMENTO DE MERCADORIAS, PRODUTOS, PEÇAS E SERVIÇOS.
As relações estabelecidas entre a SABÓ INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE AUTOPEÇAS LTDA., com sede na cidade de São Paulo-SP, na Rua Matteo Forte nº 216, inscrita no CNPJ/MF sob nº 60.860.681/0004-32, daqui por
METALÚRGICA NAKAYONE LTDA
METALÚRGICA NAKAYONE LTDA Manual de Instruções Para Revisão JULHO/2015 CONTROLE DE REVISÃO Código Capítulo Índice Pág. De M.DIR. 02-01 Instruções Preliminares 01 17 M.DIR. 02-02 Premissa 02 17 M.DIR. 02-03
Manual do. Almoxarifado
Manual do Almoxarifado Parnaíba 2013 APRESENTAÇÃO O Almoxarifado é o local destinado à guarda, localização, segurança e preservação do material adquirido, adequado à sua natureza, a fim de suprir as necessidades
Regimento Interno do Sistema
Identificação: R.01 Revisão: 05 Folha: 1 / 14 Artigo 1 - Objetivo do documento 1.1. Este documento tem como objetivo regulamentar as atividades para credenciamento de uma planta de produção com o SELO
QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL EM CORROSÃO E PROTEÇÃO
ABRACO 00 de 0 OBJETIVO Esta norma estabelece a sistemática adotada pela Associação Brasileira de Corrosão ABRACO para o funcionamento do Sistema Nacional de Qualificação e Certificação em Corrosão e Proteção.
MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1
MQ-1 Revisão: 06 Data: 20/04/2007 Página 1 I. APROVAÇÃO Emitente: Função: Análise crítica e aprovação: Função: Liliane Alves Ribeiro da Silva Gerente Administrativa Roberto José da Silva Gerente Geral
1.OBJETIVO 2.APLICAÇÃO 3.ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES 4.DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 5.TERMINOLOGIA 6.DESCRIÇÃO DO PROCESSO
Aprovado ' Elaborado por Fernando Cianci/BRA/VERITAS em 28/11/2014 Verificado por Jose Eduardo em 28/11/2014 Aprovado por Sandro de Luca/BRA/VERITAS em 04/12/2014 ÁREA GFI Tipo Procedimento Regional Número
Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação.
Curso Formação Efetiva de Analístas de Processos Curso Gerenciamento da Qualidade Curso Como implantar um sistema de Gestão de Qualidade ISO 9001 Formação Profissional em Auditoria de Qualidade 24 horas
COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ
COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA ESCOLA DE SAÚDE PÚBLICA DO CEARÁ 1. ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO (TCLE) A importância do TCLE. A Resolução CNS 196/96 afirma
Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Fazenda Departamento Geral de Administração e Finanças
1. DO OBJETO: Governo do Estado do Rio de Janeiro Código de Classificação: 13.02.01.15 TERMO DE REFERÊNCIA Outorga de permissão de uso, com encargos, de área localizada no prédio sede da, situado na Avenida
NORMATIVO SARB 003/2008 1. CONCEITO
O Conselho de Auto-Regulação Bancária, com base no art. 1 (b), do Código de Auto-Regulação Bancária, sanciona as regras abaixo dispostas, formalizando preceitos comuns a todas as signatárias da auto-regulação
CONTRATO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE
CONTRATO DE LICENÇA DE USO DE SOFTWARE Ao aceitar eletronicamente este contrato, mediante o clique no Enviar da página de pagamento, o cliente estará automaticamente aderindo e concordando aos termos e
Política de Divulgação de Atos ou Fatos Relevantes da Quality Software S.A. ( Política de Divulgação )
Política de Divulgação de Atos ou Fatos Relevantes da Quality Software S.A. ( Política de Divulgação ) Versão: 1.0, 08/03/2013 Fatos Relevantes v 1.docx 1. INTRODUÇÃO E OBJETIVO... 3 2. PESSOAS SUJEITAS
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS
ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL DO BANCO COOPERATIVO SICREDI E EMPRESAS CONTROLADAS Versão : 31 de dezembro de 2008 CONTEÚDO 1. INTRODUÇÃO...3 2. ORGANIZAÇÃO DA GESTÃO DE RISCO OPERACIONAL...3
Qualidade e Comportamento do Produto em Pós-venda
Qualidade e Comportamento do Produto em Pós-venda Sandro Mioni Moreira ( UNIMEP ) [email protected] Jurandir Jones Nardini ( UNIMEP) [email protected] Resumo O objetivo deste artigo é informar técnicas
TERMO DE USO. 6. O prazo para entrega é contado após a confirmação do pagamento e será:
ANEXO I ao INSTRUMENTO DE PARCERIA COMERCIAL E OUTRAS AVENÇAS, firmado entre SARAIVA E SICILIANO S.A. e EDITORA TRÊS COMÉRCIO DE PUBLICAÇÕES LTDA., na data de 11 de junho de 2012. A) APLICABILIDADE TERMO
PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO
PREFEITURA DE GOIÂNIA 1 GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 612, DE 16 DE MARÇO DE 2007. Dispõe sobre a implantação do Sistema de Registro de Preços nas compras, obras e serviços contratados pelos órgãos da
TERMO E CONDIÇÕES GERAIS DE USO DA PLATAFORMA HELLO FARM
TERMO E CONDIÇÕES GERAIS DE USO DA PLATAFORMA HELLO FARM J HELLO FARM SERVIÇOS DE TECNOLOGIA LTDA., inscrita no CNPJ/MF sob o nº 23.694.884/0001-27, doravante denominada simplesmente como Hello Farm, adota
MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMPRADORES E FORNECEDORES FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIFESP
MANUAL DE NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA COMPRAS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS COMPRADORES E FORNECEDORES FUNDAÇÃO DE APOIO À UNIFESP 2015 ÍNDICE 1. Introdução... 2 2. Dos Objetivos Específicos... 2 3. Dos Envolvidos
1. O Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90) é aplicável às compras feitas via Internet?
1. O Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078/90) é aplicável às compras feitas via Internet? Quando consumidor e fornecedor estiverem estabelecidos no Brasil, o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO
REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Engenharia Mecânica é uma atividade obrigatória, em consonância com as Diretrizes Curriculares
MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES SULTÉCNICA INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA
MANUAL DA QUALIDADE DE FORNECEDORES INDÚSTRIA MECÂNICA LTDA Agosto de 2009 Revisão 05 INDICE 1. Apresentação... 03 2. Política da Qualidade e Ambiental da Sultécnica... 03 3. Expectativa para Fornecedores...
Manual do Portal do Fornecedor. isupplier
isupplier Revisão 01 Setembro 2011 Sumário 1 Acesso ao portal isupplier... 03 2 Home Funções da Tela Inicial... 05 3 Ordens de Compra Consultar Ordens de Compra... 07 4 Entregas Consultar Entregas... 13
ACORDO DE QUALIDADE ASSEGURADA FUNÇÃO COMERCIAL
1. Prefácio 1.1 Dados gerais O presente acordo de qualidade assegurada (QSV) define as exigências de qualidade para os fornecedores da REHAU. Assim, o acordo de qualidade assegurada REHAU QSV é a norma
Política de Gerenciamento de Capital e Liquidez
Página 1 de 7 Política de Gerenciamento de Capital e Processos Página 2 de 7 SUMÁRIO Estrutura... 3 Definição do Processo de Gerenciamento de Capital... 4 Disposições Gerais do Gerenciamento de Capital...
Política de Gerenciamento de Risco Operacional
Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Compliance Fevereiro/2011 Versão 4.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Definição de Risco Operacional... 3 3. Estrutura de
O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos.
POLÍTICA DE COMPLIANCE INTRODUÇÃO O termo compliance é originário do verbo, em inglês, to comply, e significa estar em conformidade com regras, normas e procedimentos. Visto isso, a REAG INVESTIMENTOS
Cheques - créditos e débitos de cheques compensados e/ou pagos no caixa serão enviados no dia seguinte da ocorrência em conta.
TERMO DE ADESÃO PARA O SERVIÇO INFOEMAIL: ENVIO DE DEMONSTRATIVOS DE DESPESAS EFETUADAS NA CONTA CORRENTE, CONTA POUPANÇA E CARTÃO DE CRÉDITO BRADESCO VIA ENDEREÇO ELETRÔNICO. Pelo presente instrumento,
O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.
1 POLÍTICA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL 1.1 Introdução O Banco Central do Brasil em 29/06/2006 editou a Resolução 3380, com vista a implementação da Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional.
BUREAU VERITAS CERTIFICATION MANUAL DE UTILIZAÇÃO DAS MARCAS DE CONFORMIDADE DE PRODUTO
BUREAU VERITAS CERTIFICATION MANUAL DE UTILIZAÇÃO DAS MARCAS DE CONFORMIDADE DE PRODUTO Versão 5 Outubro de 2015 INDICE 1 Introdução 2 Utilização das Marcas de Conformidade no Produto 3 Utilização das
CAPÍTULO XI FINANÇAS
CAPÍTULO XI FINANÇAS A. INVESTIMENTO DOS FUNDOS DA ASSOCIAÇÃO As decisões referentes aos investimentos da associação deverão tomar como base as declarações sobre normas de investimentos para o Fundo Geral
Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.)
Gerenciamento da Integração (PMBoK 5ª ed.) O PMBoK diz que: O gerenciamento da integração do projeto inclui os processos e as atividades necessárias para identificar, definir, combinar, unificar e coordenar
PROCEDIMENTO GERAL. Identificação e Avaliação de Aspectos e Impactos Ambientais
PÁG. 1/8 1. OBJETIVO Definir a sistemática para identificação e avaliação contínua dos aspectos ambientais das atividades, produtos, serviços e instalações a fim de determinar quais desses tenham ou possam
Avaliação de Desempenho da Contratada para Prestação de Serviços de Engenharia (Estudos e Projetos)
OBJETIVO Estabelecer procedimento para avaliação de desempenho de contratada para a área de estudos e projetos de engenharia, a fim de identificar o perfil de desempenho técnico, administrativo e organizacional
Edital Pronametro nº 1/2014
Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA NORMALIZAÇÃO, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Edital Pronametro nº 1/2014 Programa
PROCEDIMENTO DE VIAGEM
PG.GAF.001 003 01/11/2015 1 de 16 CENTRO INTERNACIONAL DE ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOGÁS Novembro 2015 PG.GAF.001 003 01/11/2015 2 de 16 Sumário 1. OBJETIVO...3 2. DEFINIÇÕES E SIGLAS...3 3. FLUXO DO PROCESSO
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
Versão Julho de 2015 POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL (Política e procedimentos relacionados à responsabilidade socioambiental da Gávea DTVM nos termos da Resolução BCB no 4.327, de 25 de abril
CONDIÇÕES GERAIS DE COMPRA
Pag 1 of 10 OBJETIVO Definir as condições gerais de compras de materiais diretos. ABRANGÊNCIA Todas as Divisões da Eaton Grupo Veículos South América, abaixo relacionadas: Eaton Ltda. - Setor Industrial
Associação Matogrossense dos Municípios
RESOLUÇÃO N.º 004/2010 Dispõe sobre a produção de normas e procedimentos para realização de auditorias internas e inspeções na Associação Matogrossense dos Municípios - AMM. A Presidência da Associação
Realização. Conselho Brasileiro de Manejo Florestal FSC Brasil. www.fsc.org.br
C e rtificação gr u p o em Realização Apoio Conselho Brasileiro de Manejo Florestal FSC Brasil www.fsc.org.br 28 01 C er t ifi ca çã o emgrupo em Realização Apoio Conselho Brasileiro de Manejo Florestal
Política de Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
Política de Trabalho de Conclusão de Curso - TCC A FACULDADE DINÂMICA prevê mecanismos efetivos de acompanhamento e de cumprimento do Trabalho de Conclusão de Curso, que no momento da construção do seu
PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA: ENSINO MÉDIO DA USC PIBIC/EM 2015/2016
PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA: ENSINO MÉDIO DA USC PIBIC/EM 2015/2016 A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade do Sagrado Coração torna público o presente Edital de abertura de inscrições,
EXTRATO DO CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS
EXTRATO DO CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS CONTRATO PARA REPRESENTAÇÃO DE SEGUROS TOKIO MARINE SEGURADORA S.A., inscrita no CNPJ sob o número 33.164.021/0001-00 pessoa jurídica de direito privado
SLEA SISTEMA DE LICENCIAMENTO ELETRÔNICO DE ATIVIDADES DA PREFEITURA DE SÃO PAULO
SLEA SISTEMA DE LICENCIAMENTO ELETRÔNICO DE ATIVIDADES DA PREFEITURA DE SÃO PAULO Manual passo-a-passo para obtenção do Auto de Licença de Funcionamento/ Auto de Licença de Funcionamento Condicionado Eletrônico
REGULAÇÃO MÍNIMA DO MERCADO DE CAPITAIS
MERCOSUL/CMC/DEC. N 8/93 REGULAÇÃO MÍNIMA DO MERCADO DE CAPITAIS TENDO EM VISTA: o Art. 1 do Tratado de Assunção, a Decisão N 4/91 do Conselho do Mercado Comum e a Recomendação N 7/93 do Subgrupo de Trabalho
OS3 SOLUÇÕES EM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO LTDA 2010
Telefone: (19) 3119-7246 E-mail: [email protected] www.os3ti.com 1 CONDIÇÕES GERAIS DE SERVIÇOS Telefone: (19) 3119-7246 E-mail: [email protected] www.os3ti.com 2 1. DISPOSIÇÕES GERAIS (a) A menos se de
TRANSIÇÃO DAS CERTIFICAÇÕES DOS SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL, PARA AS VERSÕES 2015 DAS NORMAS.
TRANSIÇÃO DAS CERTIFICAÇÕES DOS SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE E SISTEMAS DE GESTÃO AMBIENTAL, PARA AS VERSÕES 2015 DAS NORMAS. As novas versões das normas ABNT NBR ISO 9001 e ABNT NBR ISO 14001 foram
CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais
Fl. 2 MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais PORTARIA CARF Nº 64, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2015. Dispõe sobre a Política de Gestão de Riscos do Conselho Administrativo de Recursos
Art. 3º Para efeito deste Regulamento são adotadas as seguintes definições:
Portaria SES-RS nº 767 DE 13/08/2015 Norma Estadual - Rio Grande do Sul Publicado no DOE em 26 ago 2015 Aprova os critérios e procedimentos para o recolhimento de alimentos, inclusive in natura, bebidas
CONTRIBUIÇÃO DO GRUPO CMS (CPEE, CSPE, CJE E CLFM) PARA A AUDIÊNCIA PÚBLICA ANEEL No 019/2005
CONTRIBUIÇÃO DO GRUPO CMS (CPEE, CSPE, CJE E CLFM) PARA A AUDIÊNCIA PÚBLICA ANEEL No 019/2005 Abaixo apresentamos nossas contribuições para a Audiência Pública ANEEL N 019/2005, de 30/08/2005. Destacamos
MELHORES PRÁTICAS DA OCDE
MELHORES PRÁTICAS DA OCDE PARA A TRANSPARÊNCIA ORÇAMENTÁRIA INTRODUÇÃO A relação entre a boa governança e melhores resultados econômicos e sociais é cada vez mais reconhecida. A transparência abertura
CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR EXPERIÊNCIA DE ADMINISTRADORES. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES Fluxo e Detalhamento
CERTIFICAÇÃO PROFISSIONAL POR EXPERIÊNCIA DE ADMINISTRADORES DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES Fluxo e Detalhamento ICSS 2013 1 2 Índice 1 FLUXO DO PROCESO DE CERTIFICAÇÃO POR EXPERIÊNCIA... 4 2 DETALHAMENTO DO
Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos
NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO
PROGRAMA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PID/2016 REGULAMENTO
PROGRAMA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA PID/2016 REGULAMENTO I - DOS OBJETIVOS 1. Possibilitar o crescimento acadêmico de alunos do Curso, tanto do Aluno/Monitor quanto dos alunos por ele assistidos; 2. Oferecer
FORTALECIMENTO DO SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
FORTALECIMENTO DO SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE EQUIPAGEM DE CONSELHOS TUTELARES GUIA DE ORIENTAÇÕES PARA RECEBIMENTO DE IMPRESSORAS Prezado(a) Representante Legal: Em continuação
Política Comercial para Clientes e Representantes KNOCKOUT FITNESS
Política Comercial para Clientes e Representantes KNOCKOUT FITNESS Uma das principais preocupações da KNOCKOUT FITNESS é oferecer aos nossos clientes produtos da mais alta qualidade, entregues no prazo
ORIENTAÇÃO TÉCNICA AGE Nº 01/2015 NORMAS GERAIS DE PROCEDIMENTOS DAS CCIs
Orienta as Coordenações de Controle Interno (CCIs) dos órgãos e entidades da Administração Pública Direta do Poder Executivo Estadual e demais estruturas de controle existentes nos órgãos e entidades da
M. DIAS BRANCO S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS Companhia Aberta Capital Autorizado CNPJ nº 07.206.816/0001-15 NIRE 2330000812-0
1 M. DIAS BRANCO S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS Companhia Aberta Capital Autorizado CNPJ nº 07.206.816/0001-15 NIRE 2330000812-0 POLÍTICA DE CONTRATAÇÃO COM PARTES RELACIONADAS 1. OBJETIVO 1.1
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DE CURSOS BÁSICOS DE ESPORTES DE MONTANHA CAPÍTULO I DO OBJETIVO
REGULAMENTO DO PROGRAMA DE CERTIFICAÇÃO DE CURSOS BÁSICOS DE ESPORTES DE MONTANHA CAPÍTULO I DO OBJETIVO Art. 1. Este Regulamento de Comportamento Ético tem por objetivo estabelecer normas e condições
AUDITORIAS INTERNAS DA QUALIDADE
Elaborado por Márcio Flávio Ribeiro Pereira Visto Aprovado por José Carlos de Andrade Visto CONTROLE DE REVISÃO Revisão Data Item Natureza das alterações 0 04/05/2005 - Emissão inicial 1 16/11/2005 7 Modificação
REGULAMENTO PARA PLANOS DE COMERCIALIZAÇÃO E VENDA. Capítulo I. Objecto e condições de elegibilidade das candidaturas. Artigo 1º.
REGULAMENTO PARA PLANOS DE COMERCIALIZAÇÃO E VENDA Capítulo I Objecto e condições de elegibilidade das candidaturas Artigo 1º (Objecto) O Presente Regulamento tem por objecto a fixação das condições de
RELATÓRIO DE AUDITORIA
RELATÓRIO DE AUDITORIA Ordem de Serviço: 03/2014/CGM-AUDI Unidade Auditada: Contrato de Gestão nº 001/2013 Celebrado entre a Fundação Theatro Municipal de São Paulo e o Instituto Brasileiro de Gestão Cultural
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR
POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR DATASUS Maio 2013 Arquivo: Política de Gestão de Riscos Modelo: DOC-PGR Pág.: 1/12 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO...3 1.1. Justificativa...3 1.2. Objetivo...3 1.3. Aplicabilidade...4
Contrato para Compra de Investimento No. [referência da SOCIEDADE]
Contrato para Compra de Investimento No. [referência da SOCIEDADE] Entre [ ].. representada pelas pessoas devidamente autorizadas nomeadas na página de assinatura do presente CONTRATO, doravante denominada
ÍNDICE. SPO Módulo de Descentralização de Créditos no SIMEC 2
ÍNDICE 1. Visão Geral - Funcionamento do sistema... 3 2. Descrição dos perfis do sistema... 4 3. Operação Novo termo de execução descentralizada... 5 a. Cadastramento do termo no sistema pela Unidade Técnica...
REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES DESTE CAMPUS EM: VISITAS TÉCNICAS CAPÍTULO I
REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO DOS DISCENTES DESTE CAMPUS EM: VISITAS TÉCNICAS CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO E OBJETIVOS Artigo 1º - Visita técnica é atividade complementar dos componentes curriculares dos cursos
EDITAL DE SELEÇÃO PARA MONITORIA 2013.1
A Faculdade Unida da Paraíba, mantida pela Sociedade Paraibana de Educação e Cultura ASPEC com sede em João Pessoa, PB, torna públicas as regras de funcionamento do sistema de Monitoria no Curso de Graduação,
PROGRAMA NACIONAL DE PÓS-DOUTORADO - 2011: CONCESSÃO INSTITUCIONAL ÀS IFES. Diretrizes para Elaboração do Projeto Institucional
PROGRAMA NACIONAL DE PÓS-DOUTORADO - 2011: CONCESSÃO INSTITUCIONAL ÀS IFES Diretrizes para Elaboração do Projeto Institucional 1 Objetivos O Programa Nacional de Pós-doutorado da CAPES PNPD/2011: Concessão
