Lógica Computacional
|
|
|
- Jorge Rijo de Santarém
- 9 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Aula Teórica 1: Apresentação António Ravara Simão Melo de Sousa Departamento de Informática, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa Departamento de Informática, Faculdade Engenharia, LISP & Release Group Universidade Beira Interior
2 O que vamos estudar? Objectivos Descrição geral Introdução à lógica proposicional e de primeira ordem: noção de linguagem (sintaxe), de tabelas de verdade e de estrutura de interpretação (semântica) e de sistema dedutivo (sistema de prova). Resultados de correcção e completude do sistema de prova relativamente à semântica. Mecanismos computacionais: forma normal conjuntiva e forma clausal; Skolemização e unificação; resolução. Lógica de Floyd-Hoare para programas imperativos
3 O que vamos estudar? Objectivos Saber Conhecer a sintaxe e a semântica da lógica de primeira ordem. Conhecer os sistemas de dedução natural da lógica de primeira ordem. Conhecer o método de Resolução para a lógica de primeira ordem. Conhecer a lógica de Floyd-Hoare para programas imperativos. Fazer Escrever fórmulas a partir de descrições em língua natural. Calcular semântica e axiomaticamente a validade lógica de fórmulas. Usar algoritmos de resolução para estabelecer a validade lógica de fórmulas. Provar a correcção de pequenos programas imperativos.
4 O que vamos estudar? Objectivos Soft-Skills Capacidade de raciocínio abstracto e rigoroso. Capacidade de manipulação de estruturas formais. Aprender a aprender.
5 O que vamos estudar? Por onde estudar Os acetatos de apoio às aulas teóricas não substituem os livros de texto. Bibliografia Logic in Computer Science: modelling and reasoning about systems (2nd edition). Michael Huth and Mark Ryan. Cambridge University Press, Mathematical Logic: a course with exercices. Part I: propositional calculus, boolean algebras, predicate calculus. René Cori e Daniel Lascar. Oxford Press, Rigorous Software Development, An Introduction to Program Verification. José Carlos Bacelar Almeida, Maria João Frade, Jorge Sousa Pinto, Simão Melo de Sousa. Series: UTiCS, Springer Verlag A First Course in Logic: An Introduction to Model Theory, Proof Theory, Computability, and Complexity. Shawn Hedman. Oxford Texts in Logic, Language Proof and Logic (4th edition). Jon Barwise and John Etchemendy. CSLI Publications, 2003.
6 O que vamos estudar? Funcionamento faltas Não há marcação de faltas nas aulas. O que se espera dos alunos Trabalho contínuo! São 6 créditos, implica investimento autónomo semanal Crítica (construtiva) frontal e atempada.
7 O que é a lógica? Lógica: de que se trata? A lógica está na base do raciocínio É um processo inerentemente humano, tão básico que vimos todos de nascença equipados com essa capacidade: temos uma ideia intuitiva e inata do que é um processo dedutivo correcto e o que é "disparatado". Qualquer processo racional de tirar conclusões a partir de hipóteses é baseado em lógica. Exemplos de afirmações que podem ou não ser válidas: ou gosto ou não gosto de lógica hoje chove e não chove hoje é dia 18 e dia 19 se apanhar o comboio das 18h não chego atrasado não gostava de lógica se fosse marciano ε > 0 δ > 0 x ( x a < δ f (x) b < ε)
8 O que é a lógica? Lógica: de que se trata? Não trata d A Verdade... disso ocupa-se a Filosofia (ou a Religião). A lógica é um ramo do conhecimento Faz parte da matemática, mas surge em inúmeros campos. Os outros ramos da matemática e a física são grandes clientes. A filosofia é tanto um "cliente"como um "produtor"importante. Formalização começou na antiguidade. Os Gregos deram o pontapé de saída, mas houve muitos outros contributos fundamentais.
9 O que é a lógica? Lógica: as figuras clássicas Aristótles: o pai da lógica dedutiva Viveu em Atenas de 384 a 322 A.C. Definiu as bases axiomáticas do raciocínio (lógico). Junto com Sócrates e Platão, estabeleceu as bases do conhecimento científico da Europa. Euclides: o pai da prova matemática Viveu em Alexandria, cerca do ano 300 A.C. Formalizou a Geometria, baseada em princípios matemáticos rigorosos. O seu livro Os elementos foi a referência central até ao Séc XIX.
10 O que é a lógica? Lógica: a formalização da Matemática Georg Cantor: o pai da teoria de conjuntos Nasceu na Russia em 1845; morreu na Alemanha em Inventou a teoria de conjuntos, definiu a noção de infinito e de números transfinitos; mostrou que há mais reais que naturais. Estabeleceu os fundamentos da Matemática moderna. David Hilbert (veremos à frente) disse em 1926 Ninguém nos expulsará do paraíso que Cantor criou para nós. Bertrand Russell: o pai da Lógica como fundação da Matemática Viveu em Inglaterra de 1872 a Estudou os fundamentos da Matemática e descobriu o paradoxo que abalou a teoria de conjuntos. Escreveu The Principles of Mathematics mostrando que a Matemática pode ser deduzida de um pequeno número de princípios.
11 O que é a lógica? Lógica: a metamatemática David Hilbert: o pai da prova automática Viveu na Alemanha de 1862 a O mais importante matemático da época. Definiu os Espaços de Hilbert, a matemática da relatividade e da quântica ( A Física é demasiado difícil para os Físicos ), a Teoria da Prova e a Lógica Matemática. Em 1900 estabeleceu os 23 mais importantes problemas da Matemática, alguns deles estão ainda hoje por resolver. Definiu um programa de investigação para formular TODA a Matemática com bases sólidas e acentes na Lógica (a partir de um conjunto finito de axiomas, provados consistentes). No Congresso dedicado aos seus 70 anos, em 1923, afirmou Temos que saber, viremos a saber! para sublinhar que a Matemática desvendaria toda a Verdade.
12 O que é a lógica? Lógica: a consciência dos limites Kurt Gödel: o pai da incompletude Nasceu na Austria em 1906; morreu nos EUA em Mostrou a completude da Lógica de 1 a ordem (no doutoramento, aos 24 anos) e a incompletude de qualquer sistema axiomático capaz de descrever a aritmética dos naturais. Anunciou o resultado no Congresso de Hilbert (destruindo assím o programa que estava nesses dias em apoteose). Incompletude: há proposições verdadeiras num sistema consistente que não podem ser provadas. Estabeleceu as bases da Computação, com a Teoria das funções recursivas, e entre outros trabalhos importantes, mostrou soluções paradoxais para as equações de campo da relatividade generalizada, universos rotativos que permitiriam viagens António Ravara, no tempo. Simão Melo de Sousa
13 O que é a lógica? Lógica: o berço da computação Church: o pai das linguagens de programação Viveu nos EUA de 1903 a Contribuiu para a Lógica Matemática e para a Teoria da Computação, tendo definido o Cálculo-Lambda para provar que é indecidível determinar se dada proposição arbitrária de uma teoria matemática é ou não verdadeira. A simplicidade e expressividade do Cálculo-Lambda, que permite codificar funções, fizeram dele a primeira linguagem de programação.
14 O que é a lógica? Lógica: o berço da computação Alan Turing: o pai da computação Viveu em Inglaterra de 1912 a Definiu o primeiro modelo de computação (uma máquina que podia executar qualquer programa): a Máquina Universal de Turing. Mostrou a indecidibilidade do Halting Problem. Estabeleceu a Tese de Church-Turing: Toda a função algoritmicamente calculável é computavel por uma Máquina de Turing. Descodificou o sistema de encriptação da marinha Alemã. Churchill disse que não é um homem que ganha uma guerra, mas que sem Turing a Grã-Bretanha teria provavelmente perdido a 2 a guerra.
15 O que é a lógica? Lógica: uma linguagem formal A lógica é uma língua Diz-se uma linguagem artificial, por contraste com as línguas naturais (como o Português ou o Inglês, ambíguas e difíceis de representar). É uma linguagem (formal, ou simbólica), que usa símbolos próprios (,,, ), com sintaxe e semântica claras, distinguidas e rigorosamente definidas. É universal, precisa e dedicada ao objectivo. Equipada com regras para decidir da validade de uma afirmação (escrita na linguagem em causa), eventualmente a partir de outras afirmações válidas.
16 O que é a lógica? Lógica: nem tudo é simples e resolúvel... Exemplos de ambiguidades e paradoxos O Pedro foi ao médico e ficou doente. Causalidade? O Pedro está em casa ou a Rita está em casa e a Ana está feliz. Como associar? Seja n o mais pequeno natural que não pode ser definido em menos de 20 palavras. A frase tem menos de 20 palavras?! Seja C o conjunto que contém todos os conjuntos. Contém-se a si mesmo? Só digo mentiras! Se é verdade, não menti, logo é falsa?! SeAntónio é falsa, Ravara, menti, Simão Melo logodeésousa verdade?!
17 Entender o raciocínio A lógica na computação Áreas de aplicação Processo dedutivo Consequência lógica Se uma afirmação A decorre de outra B, não pode B ser verdade sem que A o seja. Serve também para mostrar que uma teoria é falsa: se uma teoria económica diz que a inflaxão é consequência de uma baixa taxa de desemprego, e se se observa simultaneamente baixa inflaxão e baixo desemprego, a teoria tem que ser revista. Permite obter provas: objecto matemático irrefutável que estabelece que dado facto é verdade.
18 Entender o raciocínio A lógica na computação Áreas de aplicação Exemplo de dedução Consequência lógica Se o metro se atrasar e não houver táxis na estação, o Pedro chega tarde. O Pedro não chegou tarde, mas o metro atrasou-se. Logo, havia táxis na estação. Se está a chover e a Ana não tiver um guarda-chuva com ela, vai-se molhar. A Ana não se está a molhar, mas está a chover. Logo, tem um guarda-chuva com ela. Verificação Intuitivamente, as frases reflectem raciocínios válidos, mas como verificar? Na verdade, o raciocínio que prova uma também serve para provar a outra.
19 Entender o raciocínio A lógica na computação Áreas de aplicação Verificação de consequência lógica Formalização Hipótese 1: se p e não q então r. Hipótese 2: não r e p. Tese: q. Prova Hipótese 1 é equivalente a não p ou q ou r. Hipótese 2 diz que p e não r. Logo q.
20 Entender o raciocínio A lógica na computação Áreas de aplicação O que dá a lógica à computação Ferramentas essenciais Linguagem para modelar entidades computacionais (equipamentos, sistemas ou programas). Regras para raciocínio formal sobre propriedades de termos (palavras) da linguagem. O raciocínio formal pode ser executado mecanica e automaticamente. Aplicações Circuitos digitais. Inteligência artificial. Teoria da complexidade. Verificação de programas.
21 Entender o raciocínio A lógica na computação Áreas de aplicação Inteligência artificial Objectivo Desenvolver métodos e/ou dispositivos computacionais que simulem o pensamento humano. Alguns ramos Computação inspirada em fenómenos naturais (genética, neuronal, etc). Processamento de linguagem natural. Robótica.
22 Entender o raciocínio A lógica na computação Áreas de aplicação Teoria da complexidade Objectivo Classificar problema de acordo com o seu grau de dificuldade. Alguns problemas Determinar se um problema pode ser decidido (resolvido). Exemplo: problema da paragem (verificar se dado programa com certo input termina). Calcular o tempo de execução de um programa em função do tamanho dos dados de entrada. Programas dizem-se polinomiais (deterministas ou não) ou exponenciais. P = NP? Saber se a classe dos problemas resolúveis deterministicamente em tempo polinomial coincide com a classe dos problemas resolúveis não deterministicamente em tempo polinomial.
23 Entender o raciocínio A lógica na computação Áreas de aplicação Verificação de programas Objectivo Garantir que dado programa tem o comportamento pretendido. São de facto dois problemas: especificar comportamento e provar correcção. Algumas aplicações Síntese de programas correctos. Sistemas de tipos. Verificação de modelos ( model checking ).
Lógica Computacional
Aula Teórica 1: Apresentação Departamento de Informática 14 de Fevereiro de 2011 O que é a lógica? Lógica: de que se trata? A lógica está na base do raciocínio É um processo inerentemente humano, tão básico
Lógica Computacional
Lógica Computacional Aula Teórica 1: Apresentação António Ravara Simão Melo de Sousa Marco Giunti Departamento de Informática, Faculdade de Ciências e Tecnologia, NOVA LINCS, Universidade Nova de Lisboa
Lógica Computacional
Aula Teórica 3: Sintaxe da Lógica Proposicional António Ravara Simão Melo de Sousa Departamento de Informática, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Nova de Lisboa Departamento de Informática,
Faculdade de Computação
UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Faculdade de Computação Disciplina : Teoria da Computação Professora : Sandra Aparecida de Amo Lista de Exercícios n o 2 Exercícios sobre Modelos de Máquinas de Turing
Informática I. Aula 1. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 1-17/04/2006 1
Informática I Aula 1 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 1-17/04/2006 1 Ementa O objetivo da disciplina é dar ao aluno uma visão geral sobre a área de ciência da computação: Histórico dos Computadores
Os limites da computação algorítmica
Capítulo 12 Os limites da computação algorítmica 12.1. Problemas que não podem ser resolvidos pelas MT. 12.2. Problemas indecidíveis para LRE 12.3. Problema da correspondência de Post 12.4. Problemas indecidíveis
Universidade Federal de Alfenas
Universidade Federal de Alfenas Projeto e Análise de Algoritmos Aula 02 Um pouco da história da computação [email protected] Última aula... Fundamentos de Matemática; Medida do Tempo de Execução
Matemática Discreta para Computação e Informática
Matemática Discreta para Computação e Informática P. Blauth Menezes [email protected] Departamento de Informática Teórica Instituto de Informática / UFRGS Matemática Discreta para Computação e Informática
As respostas devem ser assinadalas na Folha de Resposta, a qual deverá ser entregue ao Fiscal de Sala Itapetininga, 04 de Dezembro de 2015
As respostas devem ser assinadalas na Folha de Resposta, a qual deverá ser entregue ao Fiscal de Sala Itapetininga, 04 de Dezembro de 2015 1) Moraes (2014) apresenta em seu texto Tecnologias digitais e
Lógica Proposicional
Lógica Proposicional Prof. Dr. Silvio do Lago Pereira [email protected] 1 Introdução A lógica proposicional é um formalismo matemático através do qual podemos abstrair a estrutura de um argumento, eliminado
Algoritmos e Programação Parte Teórica
Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Produção / Elétrica Algoritmos e Programação Parte Teórica Prof. Jorge Cavalcanti [email protected] www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti
Lógica Computacional
Lógica Computacional 3.ano LCC e LERSI URL: http://www.ncc.up.pt/~nam/aulas/0304/lc Escolaridade: 3.5T e 1P Frequência:Semanalmente serão propostos trabalhos aos alunos, que serão entregues até hora e
Um estudo sobre funções contínuas que não são diferenciáveis em nenhum ponto
Um estudo sobre funções contínuas que não são diferenciáveis em nenhum ponto Maria Angélica Araújo Universidade Federal de Uberlândia - Faculdade de Matemática Graduanda em Matemática - Programa de Educação
Resolvendo problemas com logaritmos
A UA UL LA Resolvendo problemas com logaritmos Introdução Na aula anterior descobrimos as propriedades dos logaritmos e tivemos um primeiro contato com a tábua de logarítmos. Agora você deverá aplicar
Gênese o começo de tudo... Gênese o começo de tudo... Gênese o começo de tudo... Gênese o começo de tudo... Ábaco (cerca de 3000 a.c.
Introdução Evolução da Informática Aula 2: A Origem da Informática Origem da Informática Preocupação do homem: Minimizar tarefas repetitivas; Eliminar atividades rotineiras Ânsia de realização Conseqüências:
Sistemas de Representação e Raciocínio
Sistemas de Representação e Raciocínio Introdução à Inteligência Artificial Profa. Josiane Baseado no material de David Poole, Alan Mackworth e Randy Goebel Abril/2007 Inteligência Artificial Objetivo
ESTATÍSTICAS, O ABECEDÁRIO DO FUTURO
ESTATÍSTICAS, O ABECEDÁRIO DO FUTURO Maria João Valente Rosa Membro do Conselho Superior de Estatística; Professora Universitária da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/ Universidade Nova de Lisboa;
QUANTIFICADORES. Existem frases declarativas que não há como decidir se são verdadeiras ou falsas. Por exemplo: (a) Ele é um campeão da Fórmula 1.
LIÇÃO 4 QUANTIFICADORES Existem frases declarativas que não há como decidir se são verdadeiras ou falsas. Por exemplo: (a) Ele é um campeão da Fórmula 1. (b) x 2 2x + 1 = 0. (c) x é um país. (d) Ele e
Lógica Computacional
Lógica Computacional Nelma Moreira Departamento de Ciência de Computadores da FCUP Lógica Computacional Aula 1 http://www.dcc.fc.up.pt/~nam/web/teaching/lc2015/ index.html Cursos: LCC, MIERSI e (como Lógica
Máquinas de Turing 1
Máquinas de Turing 1 Agenda Máquinas de Turing (TM) Alan Turing Motivação Tese de Church-Turing Definições Computação Configuração de TM Reconhecedores vs. Decisores 2 Alan Turing Alan Turing é um dos
Introdução à Engenharia de Computação
Introdução à Engenharia de Computação Tópico: O Computador como uma Multinível José Gonçalves - Introdução à Engenharia de Computação Visão Tradicional Monitor Placa-Mãe Processador Memória RAM Placas
Sumário. Organização de Computadores Módulo 3. Primeira Geração Válvulas (1945 1955) Primeira Geração Válvulas (1945 1955)
Sumário M. Sc. Luiz Alberto [email protected] www.professorluizalberto.com.br Organização de Computadores Módulo 3 1. História da Arquitetura de Computadores - Continuação 1.1. 1.2. Segunda Geração Transistores
Organização de Computadores Software
Organização de Computadores Software Professor Marcus Vinícius Midena Ramos Colegiado de Engenharia de Computação (74)3614.1936 [email protected] www.univasf.edu.br/~marcus.ramos Objetivos: Entender
Limitações dos Computadores
Limitações dos Computadores Baseado em Computers Ltd. What they really can t do, David Harel. Oxford University Press, 2000. Computadores e Redes de Comunicação Mestrado em Gestão de Informação, FEUP 2004/07
OFICINA DA PESQUISA DISCIPLINA: LÓGICA MATEMÁTICA E COMPUTACIONAL APOSTILA 2 CONCEITOS BÁSICOS
OFICINA DA PESQUISA DISCIPLINA: LÓGICA MATEMÁTICA E COMPUTACIONAL APOSTILA 2 CONCEITOS BÁSICOS Autor do Conteúdo: Prof. Msc. Júlio Cesar da Silva [email protected] Alterações eventuais e acréscimos:
Teoria da Prova e da Programação
Teoria da Prova e da Programação Departamento de Informática Universidade da Beira Interior Ano lectivo 2011/2012 Esta página no formato pdf, no formato ps 1 Novidades Primeira versão da página. Encontrará
4 π. Analisemos com atenção o sistema solar: Dado que todos os planetas já ocuparam posições diferentes em relação ao Sol, valerá a pena fazer uma
Analisemos com atenção o sistema solar: Dado que todos os planetas já ocuparam posições diferentes em relação ao Sol, valerá a pena fazer uma leitura do passado e do futuro. Todos os planetas do sistema
Curso Técnico em Redes de computadores. Evolução Histórica dos Computadores
Curso Técnico em Redes de computadores Evolução Histórica dos Computadores 1 O conceito de efetuar cálculos com algum tipo de equipamento data pelo menos do século V a.c, com os babilônios e sua invenção
Aspectos Sócio-Profissionais da Informática
ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA I N S T I T U T O P O L I T É C N I C O D E C A S T E L O B R A N C O ENGENHARIA INFORMÁTICA Aspectos Sócio-Profissionais da Informática Jovens Empresários de Sucesso e Tendências
Eduardo Camponogara. DAS-5103: Cálculo Numérico para Controle e Automação. Departamento de Automação e Sistemas Universidade Federal de Santa Catarina
Eduardo Camponogara Departamento de Automação e Sistemas Universidade Federal de Santa Catarina DAS-5103: Cálculo Numérico para Controle e Automação 1/48 Sumário Arredondamentos Erros 2/48 Sumário Arredondamentos
- Tudo isto através das mensagens do RACIONAL SUPERIOR, um ser extraterreno, publicadas nos Livros " SO EM DESENCANTO ". UNIVER
TIRE ALGUMAS DE SUAS DUVIDAS SOBRE CULTURA RACIONAL - O que é CULTURA RACIONAL? R - A Cultura Racional é a cultura do desenvolvimento do raciocínio. A cultura natural da Natureza. É o conhecimento da origem
Filosofia O que é? Para que serve?
Filosofia O que é? Para que serve? Prof. Wagner Amarildo Definição de Filosofia A Filosofia é um ramo do conhecimento. Caracteriza-se de três modos: pelos conteúdos ou temas tratados pela função que exerce
natureza do projeto e da aplicação métodos e ferramentas a serem usados controles e produtos que precisam ser entregues
Modelo De Desenvolvimento De Software É uma representação abstrata do processo de desenvolvimento que define como as etapas relativas ao desenvolvimento de software serão conduzidas e interrelacionadas
É possível conjugar uma sessão de cinema com uma oficina.
12 18 Anos ESTAS IMAGENS SÃO UM RODOPIO!/////////////////////////////////////// 3 CINEMA EM CASA!////////////////////////////////////////////////////////////////////// 4 BRINQUEDOS ÓPTICOS///////////////////////////////////////////////////////////////
O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica
O Princípio da Complementaridade e o papel do observador na Mecânica Quântica A U L A 3 Metas da aula Descrever a experiência de interferência por uma fenda dupla com elétrons, na qual a trajetória destes
Outras Máquinas de Turing
Capítulo 10 Outras Máquinas de Turing 10.1. Pequenas variações da TM padrão 10.2. MT s com dispositivos de armazenamento mais complexos 10.3. MT s não-determinísticas 10.4. A Máquina de Turing Universal
Gráficos de funções em calculadoras e com lápis e papel (*)
Rafael Domingos G Luís Universidade da Madeira/Escola Básica /3 São Roque Departamento de Matemática Gráficos de funções em calculadoras e com lápis e papel (*) A difusão de calculadoras gráficas tem levado
Invenções Implementadas por Computador (IIC) Patentes
Invenções Implementadas por Computador (IIC) Patentes O que é uma IIC? Uma IIC é uma invenção que recorre a um computador, a uma rede de computadores ou a qualquer outro dispositivo programável (por exemplo
visão do mundo como varia a energia Juízos de valor: mecânica durante o a experiência permite verifimovimento
PARTE CONCEPTUAL QUESTÃO FOCO PARTE METODOLÓGICA visão do mundo como varia a energia Juízos de valor: mecânica durante o a experiência permite verifimovimento de um car que durante o movimenpêndulo gravítico?
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARTE I. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1
LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARTE I Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Compreender do que é composto um programa Compreender o que é lógica Compreender
VII MARATONA DE PROGRAMAÇÃO UERJ 17/05/2014. Este caderno contém 12 páginas com a descrição de 10 problemas 1 definidos a seguir:
VII MARATONA DE PROGRAMAÇÃO UERJ 17/05/014 Este caderno contém 1 páginas com a descrição de 10 problemas 1 definidos a seguir: A - Botas B Digito Verificador do passaporte C Jogo da Vida D - A Próxima
Paradigmas de Linguagens de Programação
Paradigmas de Linguagens de Programação Faculdade Nova Roma Cursos de Ciências da Computação (6 Período) Prof. Adriano Avelar - Site: www.adrianoavelar.com Email: [email protected] Ementa Introdução
Engenharia de Software Unidade I Visão Geral
Conteúdo programático Engenharia de Software Unidade I Visão Geral Prof. Francisco Gerson A. de Meneses O que é Produtos de Software Distribuição de Software Um sistema de Software O software em um cenário
MODELAGEM E SIMULAÇÃO
MODELAGEM E SIMULAÇÃO Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza [email protected] www.engenharia-puro.com.br/edwin Terminologia Básica Utilizada em de Sistemas Terminologia Básica Uma série de termos
Algoritmos DCC 119. Introdução e Conceitos Básicos
Algoritmos DCC 119 Introdução e Conceitos Básicos Sumário Sistemas de Numeração Sistemas Computacionais Estrutura de um Computador Digital Sistemas Operacionais Algoritmo Introdução Formas de representação
Aprender com o scratch. E.B. 2,3 José Afonso, Alhos Vedros Filomena Benavente e Ricardo Costa 5.º ano matemática
Aprender com o scratch Filomena Benavente e Ricardo Costa 5.º ano matemática 2012 Aprender com o scratch Filomena Benavente e Ricardo Costa 2012 Designação: Aprender com o scratch Enquadramento curricular
Objetivos. Teoria de Filas. Teoria de Filas
Objetivos Teoria de Filas Michel J. Anzanello, PhD [email protected] 2 Teoria de Filas Filas estão presentes em toda a parte; Exemplos evidentes de fila podem ser verificados em bancos, lanchonetes,
A Reestruturação da Licenciatura em Engenharia Informática de 2013. Junho de 2013
A Reestruturação da Licenciatura em Engenharia Informática de 2013 Junho de 2013 1. Introdução Como todas as grandes licenciaturas do IST, a Licenciatura em Engenharia Informática e de Computadores (LEIC)
f (x) = x Marcelo Viana Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada Marcelo Viana
Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada Resolução de equações A resolução de equações (encontrar o valor de x ) é um dos problemas mais básicos e antigos da Matemática, motivado desde sempre por
PESQUISA OPERACIONAL -INTRODUÇÃO. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.
PESQUISA OPERACIONAL -INTRODUÇÃO Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. ROTEIRO Introdução Origem Conceitos Objetivos Aplicações da P. O. INTRODUÇÃO A P. O. e o Processo de Tomada de Decisão Tomar decisões
Algoritmos Estruturas Seqüenciais. José Gustavo de Souza Paiva
Algoritmos Estruturas Seqüenciais José Gustavo de Souza Paiva 1 Introdução Objetivo básico da computação auxiliar os seres humanos em trabalhos repetitivos e braçais, diminuindo i i d esforços e economizando
Computabilidade 2012/2013. Sabine Broda Departamento de Ciência de Computadores Faculdade de Ciências da Universidade do Porto
Computabilidade 2012/2013 Sabine Broda Departamento de Ciência de Computadores Faculdade de Ciências da Universidade do Porto Capítulo 1 Computabilidade 1.1 A noção de computabilidade Um processo de computação
O essencial sobre a hipnose: teorias, mitos, aplicações clínicas e investigação
O ESSENCIAL SOBRE A HIPNOSE TEORIAS, MITOS, APLICAÇÕES CLÍNICAS E INVESTIGAÇÃO Cláudia Carvalho 2012 Lisboa Edições ISPA ISBN: 978-989-8384-16-4 ÍNDICE PORQUÊ ESTE LIVRO. 13 CAPITULO 1: DEFINIÇÃO DE HIPNOSE
Lógica para a Programação - 1º semestre AULA 01 Prof. André Moraes
Pág 4 Lógica para a Programação - 1º semestre AULA 01 Prof. André Moraes 1 APRESENTAÇÃO DA UNIDADE CURRICULAR A unidade curricular de Lógica para a programação tem como objetivo promover o estudo dos principais
Profa. Ma. Adriana Rosa
Unidade I ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO Profa. Ma. Adriana Rosa Ementa A teoria construtivista: principais contribuições, possibilidades de trabalho pedagógico. Conceito de alfabetização: história e evolução.
Os Estilos de Pesquisa na Computação. TCC 2013. Profº Carlos José Maria Olguín [email protected] [email protected]
Os Estilos de Pesquisa na Computação TCC 2013. Profº Carlos José Maria Olguín [email protected] [email protected] O que é pesquisa? Procurar respostas para indagações propostas; No Michaelis,
Portefólio Reflexivo de Aprendizagens
Portefólio Reflexivo de Aprendizagens Validado 07/06/13 Curso EFA-NS-S3 Tipo A Técnico de Informática & Sistemas Luís Caldeira Turma TIS-01/Nrº 19 1 Módulo UC1 25h Arquitetura Interna do Computador 2 Antes
Especificação Operacional.
Especificação Operacional. Para muitos sistemas, a incerteza acerca dos requisitos leva a mudanças e problemas mais tarde no desenvolvimento de software. Zave (1984) sugere um modelo de processo que permite
É possível conjugar uma sessão de cinema com uma oficina.
7 12 Anos ESTAS IMAGENS SÃO UM RODOPIO!///////////////////// 3 CINEMA EM CASA!//////////////////////////////////////////////////// 4 QUE FEITIÇO É ESTE?/////////////////////////////////////////////////
5910178 Fundamentos de Física e Matemática para Biologia-FFCLRP-USP Primeiro Semestre de 2007 Professor: Antônio C. Roque (DFM-FFCLRP-USP)
5910178 Fundamentos de Física e Matemática para Biologia-FFCLRP-USP Primeiro Semestre de 2007 Professor: Antônio C. Roque (DFM-FFCLRP-USP) Horário: Segundas e terças-feiras das 10:00 as 12:00 hs Sala do
Computador E/S, Memória, Barramento do sistema e CPU Onde a CPU Registradores, ULA, Interconexão interna da CPU e Unidade de controle.
Introdução Os principais elementos de um sistema de computação são a unidade central de processamento (central processing unit CPU), a memória principal, o subsistema de E/S (entrada e saída) e os mecanismos
Aula 4 Estatística Conceitos básicos
Aula 4 Estatística Conceitos básicos Plano de Aula Amostra e universo Média Variância / desvio-padrão / erro-padrão Intervalo de confiança Teste de hipótese Amostra e Universo A estatística nos ajuda a
ANALISE COMBINATORIA Um pouco de probabilidade
ANALISE COMBINATORIA Um pouco de probabilidade Programa Pró-Ciência Fapesp/IME-USP-setembro de 1999 Antônio L. Pereira -IME USP (s. 234A) tel 818 6214 email:[email protected] 1 Um carro e dois bodes
0,999... OU COMO COLOCAR UM BLOCO QUADRADO EM UM BURACO REDONDO Pablo Emanuel
Nível Intermediário 0,999... OU COMO COLOCAR UM BLOCO QUADRADO EM UM BURACO REDONDO Pablo Emanuel Quando um jovem estudante de matemática começa a estudar os números reais, é difícil não sentir certo desconforto
Consumidor e produtor devem estar
A produção científica tem um produtor e um consumidor e, evidentemente, todo produtor é também um consumidor: quanto melhor consumidor ele for, melhor será como produtor. Há pesquisas em psicologia que
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL 1 Ramo da computação que procura permitir uma máquina simular comportamento inteligente, através de algoritmos e técnicas que simulem situações consideradas específicamente humanas,
Computador Digital Circuitos de um computador (Hardware)
Computador Digital SIS17 - Arquitetura de Computadores (Parte I) Máquina que pode resolver problemas executando uma série de instruções que lhe são fornecidas. Executa Programas conjunto de instruções
PESQUISA EM INFORMÁTICA -ESTILOS DE PESQUISA EM COMPUTAÇÃO. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.
PESQUISA EM INFORMÁTICA -ESTILOS DE PESQUISA EM COMPUTAÇÃO Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. O TRABALHO DE CONCLUSÃO Introdução O texto que segue resume os Capítulo 2 e 8, do livro Metodologia de Pesquisa
Lógica Computacional
Lógica Computacional Nelma Moreira: T, PL02,PL03 Rogério Reis: PL01,PL04 Departamento de Ciência de Computadores da FCUP Lógica Computacional Aula 1 www.dcc.fc.up.pt/~nam/web/teaching/lc16/index.html Cursos:
Introdução ao Paradigma Orientado a Objetos. Principais conceitos
Introdução ao Paradigma Orientado a Objetos Principais conceitos Paradigmas de Programação PROGRAMAÇÃO ESTRUTURADA X PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS Paradigma Programação estruturada Na programação estrutura
Pedro Ribeiro 2014/2015
Programação Dinâmica Pedro Ribeiro DCC/FCUP 2014/2015 Pedro Ribeiro (DCC/FCUP) Programação Dinâmica 2014/2015 1 / 56 Números de Fibonacci Sequência de números muito famosa definida por Leonardo Fibonacci
Violações das regras do ordenamento do território Habitação não licenciada num parque natural. 11-07-2011 EFA S13 Pedro Pires
Violações das regras do ordenamento do território Habitação não licenciada num parque natural 11-07-2011 EFA S13 Pedro Pires CLC UFCD6 Pedro Pires Processo nº21359 EFA S13 Violações das regras do ordenamento
Lógica Formal. Lógica Proposicional. Lógica Proposicional. Enigma motivador. Visão geral do estudo da Lógica
Enigma motivador Lógica Formal Lógica Proposicional UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Lógica, Informática e Comunicação Prof. Rômulo Nunes de Oliveira O Sr. Justino, apesar de trabalhador, não estava indo
Disciplina de Informática. Profª. Me. Valéria Espíndola Lessa [email protected] [email protected]
Disciplina de Informática Profª. Me. Valéria Espíndola Lessa [email protected] [email protected] 1 O que é Informática? Informática A Informática nasceu da ideia de auxiliar o homem nos trabalhos
Bases Computacionais da Ciência
BC-0005 Bases Computacionais da Ciência Aula 02 Sumário - Ciência, aplicação e computação - A evolução da tecnologia e conceito de computação - Exemplo de modelagem - Projeto final Conhecimento da natureza
Qualidades. Atributos de Qualidade. Atributos de Qualidade. Categorias de Qualidades. Arquitecturas de Software
Arquitecturas de Software Atributos de Qualidade António Rito Silva [email protected] Qualidades Nenhuma qualidade pode ser maximizada num sistema sem sacrificar uma outra qualidade ou qualidades
REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade
REPRESENTAÇÃO DE DADOS EM SISTEMAS DE COMPUTAÇÃO AULA 03 Arquitetura de Computadores Gil Eduardo de Andrade O conteúdo deste documento é baseado no livro Princípios Básicos de Arquitetura e Organização
Prog A B C A e B A e C B e C A,B e C Nenhum Pref 100 150 200 20 30 40 10 130
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Combinatória - Nível 2 Prof. Bruno Holanda Aula 2 Lógica II Quando lemos um problema de matemática imediatamente podemos ver que ele está dividido em duas partes:
EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS E JOVENS PROJETO É TEMPO...
EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS E JOVENS PROJETO É TEMPO... O que se pensava que era o século XXI Os carros voam por estradas àreas O teletransporte é comum Fazem-se excursões a Marte A economia é sempre
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1
ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES MÓDULO 1 Índice 1. Introdução...3 1.1. O que é um Computador?... 3 1.2. Máquinas Multiníveis... 3 2 1. INTRODUÇÃO 1.1 O QUE É UM COMPUTADOR? Para estudarmos como um computador
Os Computadores estão em todo o lado
Os Computadores estão em todo o lado => Os computadores na administração pública O governo dos Estados Unidos foi um dos primeiros utilizadores dos computadores durante a segunda Guerra Mundial e com a
Técnico/a de Refrigeração e Climatização
Técnico/a de Refrigeração e Climatização 1315 Eletricidade e eletrónica - programação de autómatos 2013/ 2014 Gamboa 1 Introdução Automação, estudo dos métodos e procedimentos que permitem a substituição
Marxismo e Ideologia
Rita Vaz Afonso 1 FBAUL, 2010 Marxismo e Ideologia 1 [email protected]. O trabalho responde à disciplina semestral de Cultura Visual I do primeiro ano da Faculdade de Belas Artes da Universidade
UNIDADE I OS PRIMEIROS PASSOS PARA O SURGIMENTO DO PENSAMENTO FILOSÓFICO.
UNIDADE I OS PRIMEIROS PASSOS PARA O SURGIMENTO DO PENSAMENTO FILOSÓFICO. PARTE 1 O QUE É FILOSOFIA? não é possível aprender qualquer filosofia; só é possível aprender a filosofar. Kant Toda às vezes que
Implementando uma Classe e Criando Objetos a partir dela
Análise e Desenvolvimento de Sistemas ADS Programação Orientada a Obejeto POO 3º Semestre AULA 04 - INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO (POO) Parte: 2 Prof. Cristóvão Cunha Implementando uma Classe
Informações e instruções para os candidatos
A preencher pelo candidato: Nome: N.º inscrição: Documento de identificação: N.º: Local de realização da prova: A preencher pelo avaliador: Classificação final: Ass: Informações e instruções para os candidatos
GASTOS VARIÁVEIS, FIXOS E SEMI-VARIÁVEIS (alguns conhecimentos indispensáveis para quem trabalha com análises econômicas e financeiras) ASSOCIADOS
UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 45 GASTOS VARIÁVEIS, FIXOS E SEMI-VARIÁVEIS (alguns conhecimentos indispensáveis para quem trabalha com análises econômicas e financeiras)! Gasto variável se associa ao produto!
PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Assuntos Jurídicos. 10.6.2005 PE 360.003v01-00
PARLAMENTO EUROPEU 2004 ««««««««««««Comissão dos Assuntos Jurídicos 2009 10.6.2005 PE 360.003v01-00 ALTERAÇÕES 1-17 Projecto de recomendação para segunda leitura Michel Rocard Patenteabilidade das invenções
1. - Os engenhos calculadores
1. - Os engenhos calculadores O brilhante matemático inglês Charles Babbage (1791-1871) é conhecido como o Pai do Computador. Fig. 1 - Charles Babbage (1791-1871). Ele com os seus engenhos calculadores
CONCEITOS BÁSICOS PARA A CONSTRUÇÃO DE ALGORITMOS PARA COMPUTADORES. Isac Aguiar isacaguiar.com.br [email protected]
CONCEITOS BÁSICOS PARA A CONSTRUÇÃO DE ALGORITMOS PARA COMPUTADORES Isac Aguiar isacaguiar.com.br [email protected] Objetivos Compreender os conceitos de lógica de programação e de algoritmos. Conhecer
A importância da certificação para os laboratórios de meio ambiente A importância da certificação para os laboratórios de meio ambiente
A importância da certificação para os laboratórios de meio ambiente Prof. Quilici A importância A da importância certificação para da certificação os laboratórios para de meio ambiente os laboratórios
Programação em papel quadriculado
4 NOME DA AULA: Programação em papel quadriculado Tempo de aula: 45 60 minutos Tempo de preparação: 10 minutos Objetivo principal: ajudar os alunos a entender como a codificação funciona. RESUMO Ao "programar"
Notas de Cálculo Numérico
Notas de Cálculo Numérico Túlio Carvalho 6 de novembro de 2002 2 Cálculo Numérico Capítulo 1 Elementos sobre erros numéricos Neste primeiro capítulo, vamos falar de uma limitação importante do cálculo
