INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL"

Transcrição

1 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL 1 Ramo da computação que procura permitir uma máquina simular comportamento inteligente, através de algoritmos e técnicas que simulem situações consideradas específicamente humanas, tais como: Compreensão de linguagem natural Reconhecimento de padrões Jogos de estratégia Demonstração automática de teoremas Otimização de sistemas de recuperação Programação automática Robótica Sistemas de consulta especializados O que é comportamento inteligente? O conceito de ser inteligente é bastante impreciso, mesmo entre os seres humanos.

2 Comportamento Inteligente... Aprendizado 2 O pássaro... (1-2) Ataca e come borboleta de sabor agradável... (3) Ataca uma de sabor desagradável... (4-5) Come apenas parte do espécime... (6) Reage ao mau gosto da borboleta... (7-8) Vomita, bebe água e vomita novamente... (9) Se recupera... e daí em diante passa a rejeitar exemplares de sabor desagradável Fonte: Amabis Martho e Mizuguchi, Biologia. volume 3 Genética, evolução e ecologia São Paulo, Ed. Moderna, 1979

3 Teste de Turing 3 Se o operador humano A faz perguntas de qualquer natureza - ao operador humano B e ao Computador com software inteligente e, pelo padrão de respostas recebido, NUNCA sabe quem é o operador humano e quem é a máquina. Neste caso Turing considera a máquina inteligente

4 O filósofo John Searle e a Sala Chinesa (contra-argumento ao Teste de Turing) 4 Um humano que compreende inglês permanece numa sala isolada. Este humano não fala/compreende nada de chinês (nem mesmo os ideogramas) Na sala existe apenas uma interface de entrada (input) com o exterior da sala por onde se passa, em ideogramas chineses, uma história e perguntas sobre a história. Na sala existe um dispositivo (output) para saída em papel das respostas escritas a mão pelo humano Na sala existe um conjunto de instruções (rule ledger), escritas em inglês, sobre os procedimentos a serem adotados para cada tipo de dados apresentado através da interface de entrada (input) Perguntas: O humano é inteligente? O sistema [ Humano + input + rule ledger + output ] é inteligente? O observador externo acredita que o humano sabe chinês... É verdade ou não?

5 Dos anos 60 aos 90 5 Desde os anos 50, uma grande dose de otimismo original com IA foi perdida, tendo sido substituída por uma dose de realismo O objetivo do estudo da IA não é mais criar um robô tão inteligente quanto um humano, mas em vez disso usar algoritmos, heurísticas e metodologias baseadas nos modos pelas quais o cérebro humano soluciona problemas.

6 componentes da IA fraca... ou apenas IA... 6

7 Pesquisa Heurística X Algoritmica 7

8 Pesquisa Heurística X Algoritmica 8 Problema: procurar uma vaga perto da universidade Se você fosse o motorista arriscaria tentar uma vaga melhor (mais próxima à universidade)?

9 Definição de PROBLEMA para IA 9 PROBLEMA em IA Uma busca em um espaço de estados com o objetivo de partir de um estado inicial e se chegar a um estado-meta (estado final). O processo de busca pelo espaço de estados ocorre, de modo geral, por regras que causam movimentação de uma configuração de espaço de estados para outra configuração de espaço de estados

10 PROBLEMA para IA Exemplo 1 10 Problema = Jogar Xadrez Estruturas de dados: Configuração inicial das peças no tabuleiro Configuração final das peças no tabuleiro Descrever todas as regras de movimento legal das peças Como descrever cada uma das possíveis posições no tabuleiro nas regras? Problema de Jogar Xadrez: movimentação dentro de um espaço de estados onde cada estado é uma configuração legal

11 PROBLEMA para IA Exemplo 2 11 Problema das 8 rainhas

12 PROBLEMA para IA Exemplo 2 12 Problema das 8 rainhas

13 PROBLEMA para IA Exemplo 3 13 Problema das jarras de água Definição: Tem-se duas jarras de água, uma de 4 litros e uma de 3 litros. Nenhuma delas tem qualquer marcação de medidas. Há uma torneira que pode ser usada para encher as jarras com água. Problema: como proceder para encher a jarra de 4 litros com exatamente 2 litros de água? Estruturas de dados: Par ordenado (x,y) onde x = 0, 1, 2, 3 ou 4 e y = 0, 1, 2 ou 3 representa o espaço de estados do problema Configuração inicial : (0,0) Configuração final : (2,0)

14 PROBLEMA para IA Exemplo 3 14 Problema das jarras de água Árvore de possibilidades para resolução do problema

15 PROBLEMA para IA Exemplo 4 15 Problema: Quebra-cabeça dos 8

16 PROBLEMA para IA Exemplo 5 16 Problema do caixeiro viajante Definição: Um vendedor tem uma lista de clientes que precisa visitar exatamente uma vez. Há estradas diretas entre cada par de clientes da lista. Problema: Encontre a rota que o vendedor deverá seguir para que a viagem seja a menor possível, e que comece e termine na loja de origem do vendedor. Primeira tentativa de solução: Combinatória de possibilidades de ordem de visitação considerando n clientes. Por exemplo, tendo-se como ponto de partida a loja S do vendedor e sendo necessário visitar os clientes A, B, C e D temos: n = 4 clientes a serem combinados (A, B, C e D) P n = n! = 4! = 24 possíveis combinações Rota: S S

17 PROBLEMA para IA Exemplo 5 17 Problema do caixeiro viajante

18 PROBLEMA para IA Exemplo 5 18 Problema do caixeiro viajante Supondo que o tempo gasto para geração e cálculo do custo de cada rota numa máquina hipotética seja da ordem de 1 µs (10-6 segundos). Assim, considerando-se n clientes a visitar temos: Esse tempo envolve a execução das instruções de controle do programa, de acesso aos dados, cálculo das distâncias, comparações, chamadas a subrotinas, etc.

19 IA Técnicas de busca 19 Em princípio, as técnicas de busca da solução para PROBLEMA em IA envolvem a navegação pelos ramos das árvores de possibilidade até que se encontre a solução Mas, se a árvore de possibilidades for grande, a busca da solução ótima pode se tornar inviável computacionalmente falando... Usam-se então técnicas heurísticas onde a solução é obtida em tempo computacional aceitável e cuja solução espera-se seja próxima da solução ótima.

20 IA Representação de conhecimento Usando lógica matemática Lógica proposicional Conectivos: E - OU - NÃO - Se...Então... - Se e somente se 20 Exemplos: p = João é médico q = João é estudioso p q, p q, p q, p q, q Lógica de predicados (1 a ordem) Conectivos:,,,, Quantificadores: - Para todo - Existe ao menos um Exemplo: Predicados H - (...) ser humano M - (...) ser mortal V - (...) ser vegetal G - (...) gosta de (...) Objeto: s Sócrates x(hx Mx) Todo humano é mortal Hs Sócrates é humano x y (Hx Vy Gxy) Todo humano gosta de vegetal Hs xmx Se Sócrates é humano, então existe ao menos um objeto que é mortal

21 21

22 IA Representação de conhecimento Usando lógica matemática 22

23 IA Representação de conhecimento Usando regras de produção Regras de produção Representam relações Atributo- Valor (A-V) ou Objeto-Atributo-Valor (O-A-V) 23

24 IA Representação de conhecimento Usando redes semânticas 24 Estrutura de GRAFO NÓS e ARCOS Tríade Objeto-Atributo-Valor (O-A-V) Ex.: Todo carro é um veículo Todo carro tem rodas, e um veículo é um meio de transporte

25 IA Representação de conhecimento Usando redes semânticas 25

26 IA Representação de conhecimento 26 Usando redes semânticas

27 IA Técnicas de busca 27 Podemos dizer, de modo geral, que as técnicas de busca para a solução de problemas em IA são análogas à situação acima onde Johnnie Walker tem que procurar o vale mais profundo. As técnicas de IA (heurísticas) na maioria das vezes acharão soluções de mínimo local que, contudo são próximas da solução ótima do problema

28 IA Técnicas de busca 28 Quais os ramos corretos a serem percorridos para se chegar ao resultado ótimo? Se forem muitos ramos, somente usando alguma heurística é que se achará uma solução próxima da solução ótima.

29 IA Técnicas de busca 29

30 IA Técnicas de busca 30 /* */ /* Base de Conhecimento */ /* */ clauses /*--> Fatos <--*/ cachorro(pluto). gato(tom). humano(socrates). humano(mane). vegetal(abacateiro). vegetal(limoeiro). vegetal(mamoeiro). /*--> Regras <--*/ mortal(x) :- mamifero(x). mortal(x) :- faz_fotossintese(x). mamifero(x) :- humano(x). mamifero(x) :- cachorro(x). mamifero(x) :- gato(x). faz_fotossintese(x) :- vegetal(x). tem_raiz(x) :- vegetal(x). Consulta : o mamoeiro é mortal? mortal(mamoeiro)

31 IA Técnicas de busca 31 Heurística é qualquer método ou técnica criada, ou desenvolvida, para resolver um determinado tipo de problema. Meta-Heurísticas são consideradas heurísticas de uso geral ou uma heurística das heurísticas. Os métodos utilizados para resolver problemas de otimização combinatória (excluindo os algoritmos exponenciais) podem ser assim classificados: Heurísticas: (a) Míopes ou gulosas, (b) Locais e (c) Partição ou agrupamento Métodos enumerativos: não exaustivos, do tipo Branchand-Bound e Programação Dinâmica Métodos de Programação Linear e Não-Linear: Simplex, Pontos Interiores, Algoritmo dos Elipsóides, etc. Métodos Estocásticos: Simulated Annealing, Tabu Search, etc Métodos Analógicos: Redes Neurais e Algoritmos Genéticos.

32 IA Alguns exemplos 32 IA base Pesquisa Operacional - Otimização combinatória Probabilidade e Estatística Matemática - Álgebra linear entre outras... *** FIM ***

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL 1 INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL 2 Ramo da computação que procura permitir uma máquina simular comportamento inteligente, através de algoritmos e técnicas que simulem situações consideradas

Leia mais

Solução de problemas por meio de busca (com Python) Luis Martí DEE/PUC-Rio http://lmarti.com

Solução de problemas por meio de busca (com Python) Luis Martí DEE/PUC-Rio http://lmarti.com Solução de problemas por meio de busca (com Python) Luis Martí DEE/PUC-Rio http://lmarti.com Python e AI (Re)-introdução ao Python. Problemas de busca e principais abordagens. Exemplos em Python Por que

Leia mais

Planificação de. Aplicações Informáticas B

Planificação de. Aplicações Informáticas B Escola básica e secundária de Velas Planificação de Aplicações Informáticas B Ano letivo 2011/2012 1- Introdução à Programação Planificação de Aplicações Informáticas B Unidade Sub-Unidades Objetivos Conteúdos

Leia mais

Resolução de Problemas

Resolução de Problemas Resolução de Problemas Aula 2 - Inteligência Artificial Resolução de Problemas (Introdução) A resolução de um problema é composta por três passos: Definir o problema com precisão. (situações inicial e

Leia mais

ALGORITMOS E FLUXOGRAMAS

ALGORITMOS E FLUXOGRAMAS ALGORITMOS E FLUXOGRAMAS Prof. André Backes INTRODUÇÃO Computadores = cérebros eletrônicos? Computadores são máquinas e, por si sós, não podem ser inteligentes. Alguém as projetou e deu a ela todas as

Leia mais

Projeto e Análise de Algoritmos

Projeto e Análise de Algoritmos Projeto e Análise de Algoritmos Aula 10 Distâncias Mínimas Edirlei Soares de Lima Distâncias Mínimas Dado um grafo ponderado G = (V, E), um vértice s e um vértice g, obter o caminho

Leia mais

7 - Análise de redes Pesquisa Operacional CAPÍTULO 7 ANÁLISE DE REDES. 4 c. Figura 7.1 - Exemplo de um grafo linear.

7 - Análise de redes Pesquisa Operacional CAPÍTULO 7 ANÁLISE DE REDES. 4 c. Figura 7.1 - Exemplo de um grafo linear. CAPÍTULO 7 7 ANÁLISE DE REDES 7.1 Conceitos Básicos em Teoria dos Grafos Diversos problemas de programação linear, inclusive os problemas de transporte, podem ser modelados como problemas de fluxo de redes.

Leia mais

Problemas onde a busca da solução depende da avaliação de diversas combinações (ORDEM) dos elementos considerados

Problemas onde a busca da solução depende da avaliação de diversas combinações (ORDEM) dos elementos considerados GA em Otimização Combinatorial Problemas onde a busca da solução depende da avaliação de diversas combinações (ORDEM) dos elementos considerados Problem a do Caixeiro Viajante Problem as de Planejamento

Leia mais

Inteligência Computacional: resolvendo problemas difíceis da vida real

Inteligência Computacional: resolvendo problemas difíceis da vida real Instituto de Computação Semana Nacional da Ciência e Tecnologia Escola Agrotécnica Federal de Inconfidentes Inteligência Computacional: resolvendo problemas difíceis da vida real Carlos Eduardo de Andrade

Leia mais

Evolução da cooperação em populações modeladas por autômatos celulares com o uso de teoria de jogos

Evolução da cooperação em populações modeladas por autômatos celulares com o uso de teoria de jogos Geração de modelos de redes com verificação dos parâmetros topológicos Prof. Pedro Schimit - [email protected] Muitas coisas podem ser modeladas a partir de modelos de redes (ou grafos). A maneira como

Leia mais

Sistemas Híbridos Inteligentes

Sistemas Híbridos Inteligentes Sistemas Híbridos Inteligentes Congresso da SBC - ENIA 99 Autores: Prof. Dr. Fernando Osório Prof.ª Dr.ª Renata Vieira Rio de Janeiro - Julho 1999 UNISINOS - Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas -

Leia mais

Utilização da programação de computadores em Estatística

Utilização da programação de computadores em Estatística Universidade Federal de Minas Gerais Luana Sílvia dos Santos Utilização da programação de computadores em Estatística Belo Horizonte Dezembro, 2012 O computador tem desempenhado um papel muito importante

Leia mais

Relatório Trabalho Prático 2 : Colônia de Formigas para Otimização e Agrupamento

Relatório Trabalho Prático 2 : Colônia de Formigas para Otimização e Agrupamento Relatório Trabalho Prático 2 : Colônia de Formigas para Otimização e Agrupamento Ramon Pereira Lopes Rangel Silva Oliveira 31 de outubro de 2011 1 Introdução O presente documento refere-se ao relatório

Leia mais

Inteligência Artificial

Inteligência Artificial Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Pós-Graduação em Ciência da Computação Inteligência Artificial Representação do Conhecimento (Parte II) Prof.

Leia mais

Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Introdução. Prof. Humberto Brandão [email protected]

Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Introdução. Prof. Humberto Brandão humberto@dcc.ufmg.br Projeto e Análise de Algoritmos Projeto de Algoritmos Introdução Prof. Humberto Brandão [email protected] aula disponível no site: http://www.bcc.unifal-mg.edu.br/~humberto/ Universidade Federal de

Leia mais

ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE APOIO ÀS PMEs NO BRASIL Resumo Executivo PARA BAIXAR A AVALIAÇÃO COMPLETA: WWW.IADB.

ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE APOIO ÀS PMEs NO BRASIL Resumo Executivo PARA BAIXAR A AVALIAÇÃO COMPLETA: WWW.IADB. ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE APOIO ÀS PMEs NO BRASIL Resumo Executivo PARA BAIXAR A AVALIAÇÃO COMPLETA: WWW.IADB.ORG/EVALUATION ANÁLISE DOS RESULTADOS DOS PROGRAMAS DE APOIO ÀS PMEs NO BRASIL

Leia mais

Faculdade de Computação

Faculdade de Computação UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Faculdade de Computação Disciplina : Teoria da Computação Professora : Sandra Aparecida de Amo Lista de Exercícios n o 2 Exercícios sobre Modelos de Máquinas de Turing

Leia mais

Matemática SSA 2 REVISÃO GERAL 1

Matemática SSA 2 REVISÃO GERAL 1 1. REVISÃO 01 Matemática SSA REVISÃO GERAL 1. Um recipiente com a forma de um cone circular reto de eixo vertical recebe água na razão constante de 1 cm s. A altura do cone mede cm, e o raio de sua base

Leia mais

2-Introdução e Conceitos Básicos das TIC

2-Introdução e Conceitos Básicos das TIC Agrupamento de escolas de Pevidém 2-Introdução e Conceitos Básicos das TIC Conhecer e adotar regras de ergonomia e exploração de diferentes tipos de software Prof.: Alexandra Matias Sumário Conhecer as

Leia mais

Prefeitura Municipal de Águas Lindas de Goiás GO ANEXO IV CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL E SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA

Prefeitura Municipal de Águas Lindas de Goiás GO ANEXO IV CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL E SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA ANEXO IV CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL E SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRÔNICA ANEXO IV. CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL E SISTEMA DE BILHETAGEM ELETRONICA CENTRO DE CONTROLE OPERACIONAL 1. INTRODUÇÃO - CCO

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO A disciplina aborda o estudo da área de Informática como um todo, e dos conceitos fundamentais,

Leia mais

IA: Introdução. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI [email protected]

IA: Introdução. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br IA: Introdução Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI [email protected] Sumário O que é Inteligência Artificial? IA forte e IA fraca Métodos fortes e Métodos fracos De Aristóteles a Babbage Alan Turing e

Leia mais

Exercícios Teóricos Resolvidos

Exercícios Teóricos Resolvidos Universidade Federal de Minas Gerais Instituto de Ciências Exatas Departamento de Matemática Exercícios Teóricos Resolvidos O propósito deste texto é tentar mostrar aos alunos várias maneiras de raciocinar

Leia mais

O princípio multiplicativo

O princípio multiplicativo A UA UL L A O princípio multiplicativo Introdução A palavra Matemática, para um adulto ou uma criança, está diretamente relacionada com atividades e técnicas para contagem do número de elementos de algum

Leia mais

CAP5: Amostragem e Distribuição Amostral

CAP5: Amostragem e Distribuição Amostral CAP5: Amostragem e Distribuição Amostral O que é uma amostra? É um subconjunto de um universo (população). Ex: Amostra de sangue; amostra de pessoas, amostra de objetos, etc O que se espera de uma amostra?

Leia mais

Prof. Bruno Holanda - Semana Oĺımpica 2011 - Nível 1. Teoria dos Grafos

Prof. Bruno Holanda - Semana Oĺımpica 2011 - Nível 1. Teoria dos Grafos Prof. Bruno Holanda - Semana Oĺımpica 0 - Nível Teoria dos Grafos O que é um grafo? Se você nunca ouviu falar nisso antes, esta é certamente uma pergunta que você deve estar se fazendo. Vamos tentar matar

Leia mais

Assunto 9 : Tecnologias de Inteligência Artificial nos Negócios

Assunto 9 : Tecnologias de Inteligência Artificial nos Negócios Assunto 9 : Tecnologias de Inteligência Artificial nos Negócios Empresas e outras organizações estão ampliando significativamente suas tentativas para auxiliar a inteligência e a produtividade de seus

Leia mais

TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com

TRANSMISSÃO DE DADOS Prof. Ricardo Rodrigues Barcelar http://www.ricardobarcelar.com - Aula 3-1. A CAMADA DE REDE (Parte 1) A camada de Rede está relacionada à transferência de pacotes da origem para o destino. No entanto, chegar ao destino pode envolver vários saltos em roteadores intermediários.

Leia mais

Ementas Disciplinas Eletivas

Ementas Disciplinas Eletivas Ementas Disciplinas Eletivas INFORMÁTICA Administração de Redes CH: 60 h Créditos: 2.1.0 Pré-requisito(s): Redes de Computadores II Conceitos e políticas de administração de redes. Gerência de redes e

Leia mais

1. Explicando Roteamento um exemplo prático. Através da análise de uns exemplos simples será possível compreender como o roteamento funciona.

1. Explicando Roteamento um exemplo prático. Através da análise de uns exemplos simples será possível compreender como o roteamento funciona. Aula 14 Redes de Computadores 24/10/07 Universidade do Contestado UnC/Mafra Sistemas de Informação Prof. Carlos Guerber ROTEAMENTO EM UMA REDE DE COMPUTADORES A máscara de sub-rede é utilizada para determinar

Leia mais

Introdução aos Conceitos de Problemas de Transporte e Roteamento de Veículos

Introdução aos Conceitos de Problemas de Transporte e Roteamento de Veículos Introdução aos Conceitos de Problemas de Transporte e Roteamento de Veículos Alexandre da Costa 1 1 Acadêmico do Curso de Matemática - Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas da Universidade Estadual

Leia mais

TÍTULO: COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE BUSCA EM ESPAÇOS DE ESTADOS E O ALGORITMO DE DIJKSTRA

TÍTULO: COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE BUSCA EM ESPAÇOS DE ESTADOS E O ALGORITMO DE DIJKSTRA TÍTULO: OMPRÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE US EM ESPÇOS DE ESTDOS E O LGORITMO DE DIJKSTR TEGORI: ONLUÍDO ÁRE: IÊNIS EXTS E D TERR SUÁRE: OMPUTÇÃO E INFORMÁTI INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDDE DE SORO UTOR(ES): PEDRO

Leia mais

O MÉTODO HÚNGARO PARA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO

O MÉTODO HÚNGARO PARA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO O MÉTODO HÚNGARO PARA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS DE OTIMIZAÇÃO João Cesar Guirado Universidade Estadual de Maringá E-mail: [email protected] Márcio Roberto da Rocha Universidade Estadual de Maringá E-mail:

Leia mais

Avaliação de Desempenho de Sistemas

Avaliação de Desempenho de Sistemas Avaliação de Desempenho de Sistemas Introdução a Avaliação de Desempenho de Sistemas Prof. Othon M. N. Batista [email protected] Roteiro Definição de Sistema Exemplo de Sistema: Agência Bancária Questões

Leia mais

IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROTÓTIPO PARA INFORMATIZAÇÃO DE PROCESSO DE ADEQUAÇÃO DE FÉRIAS

IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROTÓTIPO PARA INFORMATIZAÇÃO DE PROCESSO DE ADEQUAÇÃO DE FÉRIAS 1 IMPLEMENTAÇÃO DE UM PROTÓTIPO PARA INFORMATIZAÇÃO DE PROCESSO DE ADEQUAÇÃO DE FÉRIAS Autor: Petrus Adriano Neto* [email protected] RESUMO: A informatização das empresas é um caminho sem volta na

Leia mais

Faculdade Alagoana de Administração FAA Ciência da Computação. (Resolução de Problemas em) Espaço de Estados

Faculdade Alagoana de Administração FAA Ciência da Computação. (Resolução de Problemas em) Espaço de Estados Faculdade Alagoana de Administração FAA Ciência da Computação (Resolução de Problemas em) Espaço de Estados (Adaptado de O.B. Coelho & G. Bittencourt & C. Moraes) Maria Aparecida Amorim Sibaldo [email protected]

Leia mais

Jorge Figueiredo, DSC/UFCG. Análise e Técnicas de Algoritmos 2005.1. Jorge Figueiredo, DSC/UFCG. Análise e Técnicas de Algoritmos 2005.

Jorge Figueiredo, DSC/UFCG. Análise e Técnicas de Algoritmos 2005.1. Jorge Figueiredo, DSC/UFCG. Análise e Técnicas de Algoritmos 2005. Agenda Análise e Técnicas de Algoritmos Jorge Figueiredo Problemas de de otimização Conceitos ásicos O Problema da da Mochila Fracionária Template Genérico xemplos: Código de de Huffman Algoritmos Gulosos

Leia mais

Atuadores: Atuadores: Atuadores:

Atuadores: Atuadores: Atuadores: Ministério da Educação Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sudeste de Minas Gerais - Campus Rio Pomba Bacharelado em Ciência da Computação Inteligência Artificial (Lista 1) Prof. Alex F.

Leia mais

Agentes Inteligentes. Inteligência Artificial. Exemplos. Agentes Inteligentes. Prof. Ms. Luiz Alberto Contato: [email protected]

Agentes Inteligentes. Inteligência Artificial. Exemplos. Agentes Inteligentes. Prof. Ms. Luiz Alberto Contato: lasf.bel@gmail.com Agentes Inteligentes Inteligência Artificial Um agente é algo capaz de perceber seu ambiente por meio de sensores e de agir sobre esse ambiente por meio de atuadores. Agente Prof. Ms. Luiz Alberto Contato:

Leia mais

TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO

TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO (Adaptado do texto do prof. Adair Santa Catarina) ALGORITMOS COM QUALIDADE MÁXIMAS DE PROGRAMAÇÃO 1) Algoritmos devem ser feitos para serem lidos por seres humanos: Tenha em mente

Leia mais

SIG. Uma plataforma para introdução de técnicas emergentes no planejamento urbano, regional e de transportes

SIG. Uma plataforma para introdução de técnicas emergentes no planejamento urbano, regional e de transportes SIG Uma plataforma para introdução de técnicas emergentes no planejamento urbano, regional e de transportes SIG Uma plataforma para introdução de técnicas emergentes no planejamento urbano, regional e

Leia mais

MD Sequências e Indução Matemática 1

MD Sequências e Indução Matemática 1 Sequências Indução Matemática Renato Martins Assunção [email protected] Antonio Alfredo Ferreira Loureiro [email protected] MD Sequências e Indução Matemática 1 Introdução Uma das tarefas mais importantes

Leia mais

SOCIEDADE BRASILEIRA DE MATEMÁTICA MESTRADO PROFISSIONAL EM REDE NACIONAL PROFMAT

SOCIEDADE BRASILEIRA DE MATEMÁTICA MESTRADO PROFISSIONAL EM REDE NACIONAL PROFMAT SOCIEDADE BRASILEIRA DE MATEMÁTICA MESTRADO PROFISSIONAL EM REDE NACIONAL PROFMAT GABARITO da 3 a Avaliação Nacional de Aritmética - MA14-21/12/2013 Questão 1. (pontuação: 2) (1,0) a) Enuncie e demonstre

Leia mais

Automação. Industrial. Prof. Alexandre Landim

Automação. Industrial. Prof. Alexandre Landim Automação Industrial Prof. Alexandre Landim Automação Industrial Controladores Lógicos Programáveis Parte 1 1. Introdução O Controlador Lógico Programável, ou simplesmente CLP, tem revolucionado os comandos

Leia mais

A Propriedade Intelectual e as ICTs. Jorge de P. C. Avila São José dos Campos, 06 de julho de 2006

A Propriedade Intelectual e as ICTs. Jorge de P. C. Avila São José dos Campos, 06 de julho de 2006 A Propriedade Intelectual e as ICTs Jorge de P. C. Avila São José dos Campos, 06 de julho de 2006 1.Contexto: a economia do conhecimento Comportamentos típicos Global outsourcing Obter insumos de maior

Leia mais

Princípio da contagem e Probabilidade: conceito

Princípio da contagem e Probabilidade: conceito Princípio da contagem e Probabilidade: conceito característica do que é provável perspectiva favorável de que algo venha a ocorrer; possibilidade, chance. Ex.: há pouca possibilidade de chuva grau de segurança

Leia mais

AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE ll

AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE ll AMOSTRAGEM ESTATÍSTICA EM AUDITORIA PARTE ll! Os parâmetros para decisão do auditor.! Tipos de planos de amostragem estatística em auditoria. Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas

Leia mais

Manual do Usuário Nokia Mapas

Manual do Usuário Nokia Mapas Manual do Usuário Nokia Mapas Edição 1 2 Conteúdo Conteúdo Sobre o Nokia Mapas 3 Ver sua localização e navegar no mapa 3 Encontrar um local 4 Descobrir lugares nas proximidades 5 Adicionar uma foto a um

Leia mais

Matemática Discreta para Computação e Informática

Matemática Discreta para Computação e Informática Matemática Discreta para Computação e Informática P. Blauth Menezes [email protected] Departamento de Informática Teórica Instituto de Informática / UFRGS Matemática Discreta para Computação e Informática

Leia mais

Trabalho Computacional

Trabalho Computacional Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Informática Profª Claudia Boeres Teoria dos Grafos - 2014/2 Trabalho Computacional 1. Objetivo Estudo e implementação de algoritmos para resolução

Leia mais

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA DISCUSSÃO DOS EXERCÍCIOS E CONSTRUÇÃO DE PROGRAMAS SEQUENCIAIS. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA DISCUSSÃO DOS EXERCÍCIOS E CONSTRUÇÃO DE PROGRAMAS SEQUENCIAIS. Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA DISCUSSÃO DOS EXERCÍCIOS E CONSTRUÇÃO DE PROGRAMAS SEQUENCIAIS Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-1 Objetivos Apresentar as soluções para os exercícios propostos Exercitar

Leia mais

CURRÍCULO 1º ANO do ENSINO UNDAMENTAL LINGUAGEM

CURRÍCULO 1º ANO do ENSINO UNDAMENTAL LINGUAGEM CURRÍCULO do ENSINO UNDAMENTAL LINGUAGEM ORALIDADE Formar frases com seqüência e sentido. Relacionar palavras que iniciam com vogais. Associar primeira letra/som em palavras iniciadas por vogal. Falar

Leia mais

Engenharia de Software III

Engenharia de Software III Departamento de Informática Programa de Pós Graduação em Ciência da Computação Laboratório de Desenvolvimento Distribuído de Software Estágio de Docência Cronograma e Método de Avaliação Datas Atividades

Leia mais

Trabalho de Implementação Jogo Reversi

Trabalho de Implementação Jogo Reversi Trabalho de Implementação Jogo Reversi Paulo Afonso Parreira Júnior {[email protected]} Rilson Machado de Olivera {[email protected]} Universidade Federal de Lavras UFLA Departamento de Ciência da

Leia mais

4. Metodologia. Capítulo 4 - Metodologia

4. Metodologia. Capítulo 4 - Metodologia Capítulo 4 - Metodologia 4. Metodologia Neste capítulo é apresentada a metodologia utilizada na modelagem, estando dividida em duas seções: uma referente às tábuas de múltiplos decrementos, e outra referente

Leia mais

Planificação. Apreender conceitos sobre a lógica de programação. Aplicar instruções e sequências lógicas na resolução de problemas

Planificação. Apreender conceitos sobre a lógica de programação. Aplicar instruções e sequências lógicas na resolução de problemas MÓDULO 1 INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO E ALGORITMIA 1. Introdução à Lógica de Programação 1.1. Lógica 1.2. Sequência Lógica 1.3. Instruções 1.4. Algoritmos 2. Desenvolvimento de Algoritmos 2.1. Pseudocódigo

Leia mais

Renata de Freitas e Petrucio Viana. IME, UFF 12 de março de 2015

Renata de Freitas e Petrucio Viana. IME, UFF 12 de março de 2015 Definições por indução e por recursão Renata de Freitas e Petrucio Viana IME, UFF 12 de março de 2015 Sumário Lógica formal e principais sistemas lógicos Definições indutivas Definições recursivas Exercícios

Leia mais

Análise e Projeto Orientados a Objeto

Análise e Projeto Orientados a Objeto Análise e Projeto Orientados a Objeto Objetivos Comparar e contrastar Análise e Projeto Definir O que vamos fazer na disciplina? Saber uma linguagem de programação orientada a objeto (OO) não é suficiente

Leia mais

Figura 5.1.Modelo não linear de um neurônio j da camada k+1. Fonte: HAYKIN, 2001

Figura 5.1.Modelo não linear de um neurônio j da camada k+1. Fonte: HAYKIN, 2001 47 5 Redes Neurais O trabalho em redes neurais artificiais, usualmente denominadas redes neurais ou RNA, tem sido motivado desde o começo pelo reconhecimento de que o cérebro humano processa informações

Leia mais

Ambiente de Simulação Virtual para Capacitação e Treinamento na Manutenção de. Disjuntores de Subestações de Energia Elétrica,

Ambiente de Simulação Virtual para Capacitação e Treinamento na Manutenção de. Disjuntores de Subestações de Energia Elétrica, Ambiente de Simulação Virtual para Capacitação e Treinamento na Manutenção de Disjuntores de Subestações de Energia Elétrica Prof. Dr. Lineu Belico dos Reis EPUSP Resumo: O informe técnico apresenta a

Leia mais

Banco de Dados Orientado a Objetos

Banco de Dados Orientado a Objetos Banco de Dados Orientado a Objetos MODELAGEM, ANÁLISE, PROJETO e CLASSIFICAÇÃO Interação combinando lógica, através de objetos que contém os dados. Estes divididos conforme seus tipos e métodos (classe),

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Conceitos básicos sobre E.S: Ambiência Caracterização do software Fases de desenvolvimento 1 Introdução Aspectos Introdutórios Crise do Software Definição de Engenharia do Software 2 Crise do Software

Leia mais

Diagrama de Estrutura Composta

Diagrama de Estrutura Composta Diagramas da UML Diagrama de Estrutura Composta Diagrama de Casos de Uso Indicação: Análise de Requisitos Permite descobrir os requisitos funcionais do sistema Fornece uma descrição clara e consistente

Leia mais

PESQUISA OPERACIONAL -INTRODUÇÃO. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc.

PESQUISA OPERACIONAL -INTRODUÇÃO. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. PESQUISA OPERACIONAL -INTRODUÇÃO Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. ROTEIRO Introdução Origem Conceitos Objetivos Aplicações da P. O. INTRODUÇÃO A P. O. e o Processo de Tomada de Decisão Tomar decisões

Leia mais

FGV-EAESP PROVA DE RACIOCÍNIO MATEMÁTICO CURSO DE GRADUAÇÃO AGOSTO/2004

FGV-EAESP PROVA DE RACIOCÍNIO MATEMÁTICO CURSO DE GRADUAÇÃO AGOSTO/2004 QUESTÃO 1. Numa cidade do interior do estado de São Paulo, uma prévia eleitoral entre 2.000 filiados revelou as seguintes informações a respeito de três candidatos A, B, e C, do Partido da Esperança (PE)

Leia mais

INTERNET E EDUCAÇÃO. Tâmara Barros. Tâmara Barros é estatística e analista de pesquisas da Futura 3235-5440 [email protected]

INTERNET E EDUCAÇÃO. Tâmara Barros. Tâmara Barros é estatística e analista de pesquisas da Futura 3235-5440 tamara@futuranet.ws INTERNET E EDUCAÇÃO Tâmara Barros A internet propiciou um novo ambiente de comunicação online e instantâneo, eliminando distâncias e permitindo trocas de informações a um custo acessível. Com a popularização

Leia mais

3 - CONJUNTO DOS NÚMEROS RACIONAIS

3 - CONJUNTO DOS NÚMEROS RACIONAIS 3 - CONJUNTO DOS NÚMEROS RACIONAIS Introdução É o conjunto de todos os números que estão ou podem ser colocados em forma de fração. Fração Quando dividimos um todo em partes iguais e queremos representar

Leia mais

PROVA BRASIL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

PROVA BRASIL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PROVA BRASIL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Josiane Bernz Siqueira (FURB) 1 [email protected] Ana Paula Poffo (FURB) 2 [email protected] Jéssica Sabel (FURB) 2 [email protected]

Leia mais

Contagem. Prof. Dr. Leandro Balby Marinho. Matemática Discreta. Fundamentos Inclusão/Exclusão Princípio da Casa dos Pombos Permutações Combinações

Contagem. Prof. Dr. Leandro Balby Marinho. Matemática Discreta. Fundamentos Inclusão/Exclusão Princípio da Casa dos Pombos Permutações Combinações Contagem Prof. Dr. Leandro Balby Marinho Matemática Discreta Prof. Dr. Leandro Balby Marinho 1 / 39 UFCG CEEI Motivação Contagem e combinatória são partes importantes da matemática discreta. Se resumem

Leia mais

Casos de uso Objetivo:

Casos de uso Objetivo: Casos de uso Objetivo: Auxiliar a comunicação entre os analistas e o cliente. Descreve um cenário que mostra as funcionalidades do sistema do ponto de vista do usuário. O cliente deve ver no diagrama de

Leia mais

Aula 4 Estatística Conceitos básicos

Aula 4 Estatística Conceitos básicos Aula 4 Estatística Conceitos básicos Plano de Aula Amostra e universo Média Variância / desvio-padrão / erro-padrão Intervalo de confiança Teste de hipótese Amostra e Universo A estatística nos ajuda a

Leia mais

Arquitetura de Rede de Computadores

Arquitetura de Rede de Computadores TCP/IP Roteamento Arquitetura de Rede de Prof. Pedro Neto Aracaju Sergipe - 2011 Ementa da Disciplina 4. Roteamento i. Máscara de Rede ii. Sub-Redes iii. Números Binários e Máscara de Sub-Rede iv. O Roteador

Leia mais

As respostas devem ser assinadalas na Folha de Resposta, a qual deverá ser entregue ao Fiscal de Sala Itapetininga, 04 de Dezembro de 2015

As respostas devem ser assinadalas na Folha de Resposta, a qual deverá ser entregue ao Fiscal de Sala Itapetininga, 04 de Dezembro de 2015 As respostas devem ser assinadalas na Folha de Resposta, a qual deverá ser entregue ao Fiscal de Sala Itapetininga, 04 de Dezembro de 2015 1) Moraes (2014) apresenta em seu texto Tecnologias digitais e

Leia mais

COMPUTAÇÃO APLICADA. Porém, é necessário considerar que ninguém ensina ninguém a pensar, pois todas as pessoas normais tem este dom.

COMPUTAÇÃO APLICADA. Porém, é necessário considerar que ninguém ensina ninguém a pensar, pois todas as pessoas normais tem este dom. 1- LÓGICA A maioria das pessoas gostam de falar ou julgar que possuem e sabem usar o raciocínio lógico, porém, quando questionadas direta ou indiretamente, perdem essa linha de raciocínio, pois ele depende

Leia mais

2 Fundamentação Conceitual

2 Fundamentação Conceitual 2 Fundamentação Conceitual 2.1 Computação Pervasiva Mark Weiser define pela primeira vez o termo Computação Ubíqua ou Computação Pervasiva (Ubiquitous Computing) em (10). O autor inicia o trabalho com

Leia mais

Reconhecimento de Padrões. Reconhecimento de Padrões

Reconhecimento de Padrões. Reconhecimento de Padrões Reconhecimento de Padrões 0.9 0.8 0.7 0.6 0.5 0.4 0.3 0.2 0.1 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 Escola Superior de Tecnologia Engenharia Informática Reconhecimento de Padrões Prof. João Ascenso e Prof.

Leia mais

White-box test: Também conhecido como teste estrutural, tem por objetivo validar os dados derivados das funções do sistema.

White-box test: Também conhecido como teste estrutural, tem por objetivo validar os dados derivados das funções do sistema. 22. Planejamento, Especificação e Execução dos Testes A implantação de um sistema de boa qualidade, dentro de um prazo específico, pode ser seriamente prejudicada caso uma etapa extremamente importante

Leia mais

Resolução de sistemas lineares

Resolução de sistemas lineares Resolução de sistemas lineares J M Martínez A Friedlander 1 Alguns exemplos Comecemos mostrando alguns exemplos de sistemas lineares: 3x + 2y = 5 x 2y = 1 (1) 045x 1 2x 2 + 6x 3 x 4 = 10 x 2 x 5 = 0 (2)

Leia mais

-Problemas de pesquisa: comprovação de uma hipótese. Ex: Hipótese do CFC

-Problemas de pesquisa: comprovação de uma hipótese. Ex: Hipótese do CFC SOLUCIONANDO PROBLEMAS NA ENGENHARIA Descrição sobre o livro: Apresenta conceitos fundamentais de engenharia a estudantes do primeiro ano de cursos de graduação em engenharia. Seu objetivo principal é

Leia mais

Simulado Informática Concurso Correios - IDEAL INFO

Simulado Informática Concurso Correios - IDEAL INFO Simulado Informática Concurso Correios - IDEAL INFO Esta prova de informática é composta por 20 (vinte) questões de múltipla escolha seguindo o molde adotado pela UnB/CESPE. O tempo para a realização deste

Leia mais

CI165 Introdução. André Vignatti. 31 de julho de 2014

CI165 Introdução. André Vignatti. 31 de julho de 2014 Introdução 31 de julho de 2014 Antes de mais nada... Os slides de 6 aulas (introdução, insertion sort, mergesort, quicksort, recorrências e limitantes de ordenação) foram originalmente feitos pelos Profs.

Leia mais

Exercícios sobre Jess

Exercícios sobre Jess Exercícios sobre Jess Na página da cadeira, anexo a esta lista de exercícios, encontra ficheiros com código Jess que corresponde à resolução das alíneas aqui assinaladas com **. Deverá estender esse código

Leia mais

Sistemas de Representação e Raciocínio

Sistemas de Representação e Raciocínio Sistemas de Representação e Raciocínio Introdução à Inteligência Artificial Profa. Josiane Baseado no material de David Poole, Alan Mackworth e Randy Goebel Abril/2007 Inteligência Artificial Objetivo

Leia mais

MODELIX SYSTEM SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO DE ROBÔS

MODELIX SYSTEM SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO DE ROBÔS MODELIX SYSTEM SOFTWARE DE PROGRAMAÇÃO DE ROBÔS A Modelix Robotics é pioneira dentre as empresas nacionais no segmento de robótica educacional (uso acadêmico e educação tecnológica) e robótica para usuário

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Assuntos Jurídicos. 10.6.2005 PE 360.003v01-00

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Assuntos Jurídicos. 10.6.2005 PE 360.003v01-00 PARLAMENTO EUROPEU 2004 ««««««««««««Comissão dos Assuntos Jurídicos 2009 10.6.2005 PE 360.003v01-00 ALTERAÇÕES 1-17 Projecto de recomendação para segunda leitura Michel Rocard Patenteabilidade das invenções

Leia mais

Curvas de nível homotópicas a um ponto

Curvas de nível homotópicas a um ponto Curvas de nível homotópicas a um ponto Praciano-Pereira, T Sobral Matemática 6 de agosto de 2011 [email protected] pré-prints da Sobral Matemática no. 2011.03 Editor Tarcisio Praciano-Pereira, [email protected]

Leia mais

a) Suponha que na amostra de 20 declarações foram encontrados 15 com dados incorrectos. Construa um

a) Suponha que na amostra de 20 declarações foram encontrados 15 com dados incorrectos. Construa um Escola Superior de Tecnologia de Viseu Probabilidades e Estatística 2007/2008 Ficha nº 7 1. O director comercial de uma cadeia de lojas pretende comparar duas técnicas de vendas, A e B, para o mesmo produto.

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM REPOSITÓRIO DE DADOS DO FUTEBOL BRASILEIRO

DESENVOLVIMENTO DE UM REPOSITÓRIO DE DADOS DO FUTEBOL BRASILEIRO Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas - ICEB Departamento de Computação - DECOM DESENVOLVIMENTO DE UM REPOSITÓRIO DE DADOS DO FUTEBOL BRASILEIRO Aluno: Rafael

Leia mais

Introdução. Uso do disco Vantagens Desvantagens Baixo custo, facilidade de manutenção do software e do hardware, simetria e flexibilidade

Introdução. Uso do disco Vantagens Desvantagens Baixo custo, facilidade de manutenção do software e do hardware, simetria e flexibilidade Introdução É sabido que os processos rodam em processadores. Nos sistemas tradicionais existe somente um único processador, de forma que não há dúvida a respeito de como ele deve ser usado. Em um sistema

Leia mais

Banco de Dados. MER Estendido. Profa. Flávia Cristina Bernardini

Banco de Dados. MER Estendido. Profa. Flávia Cristina Bernardini Banco de Dados MER Estendido Profa. Flávia Cristina Bernardini * Slides Baseados no material elaborado pelos professores Eduardo R. Hruschka, Cristina D. A. Ciferri e Elaine Parros Machado MER Estendido

Leia mais

c. Técnica de Estrutura de Controle Teste do Caminho Básico

c. Técnica de Estrutura de Controle Teste do Caminho Básico 1) Defina: a. Fluxo de controle A análise de fluxo de controle é a técnica estática em que o fluxo de controle através de um programa é analisado, quer com um gráfico, quer com uma ferramenta de fluxo

Leia mais

Representação do Conhecimento

Representação do Conhecimento Representação do Conhecimento Representação do Conhecimento Qual a importância de representar um mundo real no computador? 2 Representação do Conhecimento Qual a importância de representar um mundo real

Leia mais

Especialização em Engenharia de Software e Banco de Dados

Especialização em Engenharia de Software e Banco de Dados Especialização em Engenharia de Software e Banco de Dados Disciplina: Engenharia de Software Tópico: Introdução Prof. Rodolfo Miranda de Barros [email protected] Grandes verdades sobre o desenvolvimento e

Leia mais

Plano de Aula de Matemática. Competência 3: Aplicar os conhecimentos, adquiridos, adequando-os à sua realidade.

Plano de Aula de Matemática. Competência 3: Aplicar os conhecimentos, adquiridos, adequando-os à sua realidade. Plano de Aula de Matemática Competência 3: Aplicar os conhecimentos, adquiridos, adequando-os à sua realidade. Habilidade: H27. Resolver situações-problema de adição ou subtração envolvendo medidas ou

Leia mais

Implementando uma Classe e Criando Objetos a partir dela

Implementando uma Classe e Criando Objetos a partir dela Análise e Desenvolvimento de Sistemas ADS Programação Orientada a Obejeto POO 3º Semestre AULA 04 - INTRODUÇÃO À PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETO (POO) Parte: 2 Prof. Cristóvão Cunha Implementando uma Classe

Leia mais

Ementas Disciplinas Obrigatórias

Ementas Disciplinas Obrigatórias Ementas Disciplinas Obrigatórias INFORMÁTICA Algoritmos I Resolução de problemas e desenvolvimento de algoritmos: análise do problema, estratégias de solução e representação. Estruturação e modularização.

Leia mais