Estágio Opcional em Anestesia Fora do Bloco Operatório
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- Amália Manoela Godoi Valente
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1 Estágio Opcional em Anestesia Fora do Bloco Operatório Serviço de Anestesiologia Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra José Pedro Alves Ribeiro Coordenação Assistente Graduado do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra
2 Documento para ser submetido á aprovação o Colégio de Anestesiologia da Ordem do Médicos segundo a Portaria nº 49/2011 de 26 de Janeiro, publicada em Diário da República,1ª Serie- nª18-26 de Janeiro de 2011,no âmbito dos Estudos Avançados em Anestesiologia. Página 2
3 I. Introdução Tendo em vista a aquisição de uma mais- valia na formação do Internato Complementar de Anestesiologia, o Serviço de Anestesiologia do C.H.U.C., propõe ao Colégio de Especialidade de Anestesiologia, a criação de um estágio opcional, na valência de ANESTESIA FORA DO BLOCO. As razões que fundamentam esta candidatura, prendem- se com: a. Idoneidade do Serviço de Anestesiologia do C.H.U.C. e com capacidade formativa para todo o Internato. b. Característica multifacetada desta valência de Anestesia (ANESTESIA FORA DO BLOCO), que incide em várias especialidades médicas e cirúrgicas (em adultos e pediatria), permitindo a realização de inúmeros exames complementares de diagnóstico, que cada vez mais, se tornam terapêuticos. Neste Centro Hospitalar esta valência abrange as especialidades de Gastrenterologia, Pneumologia, Imagiologia de Intervenção, Medicina Nuclear, Cardiologia de Intervenção, Oncologia, Psiquiatria, Estomatologia e Medicina da Reprodução,. Todos os dias da semana se realizam procedimentos anestésicos em várias especialidades. Muitos destes exames sob anestesia são solicitados por vários hospitais do país, e com características de ambulatório. A especificidade de alguns, e a diferenciação dos procedimentos anestésicos, tem permitido também, mostrar o elevado grau de inovação deste Centro Hospitalar e Universitário, com maior relevo na Imagiologia de Intervenção, Cardiologia de Intervenção, Gastrenterologia e Estomatologia. c. Número significativo de procedimentos anestésicos, e em constante crescendo nos últimos anos (dados dos últimos três anos: 3098 em 2011; 3278 em 2012 e 3766 em 2013). d. Recurso a elevada percentagem de técnicas de sedação profunda, sem intubação orotraqueal, em detrimento de técnicas de anestesia geral nos exames efectuados. e. Reconhecimento desta valência, na medida em que, num passado recente, internos de anestesiologia de outros hospitais, (antigo Centro Hospitalar de Coimbra, Hospital de S to André- Leiria, Hospital de S. Teotónio- Leiria, Hospital Página 3
4 Distrital do Funchal, ou ainda Hospital da Vila da Feira) solicitaram estágios nesta área, para complemento da sua formação anestésica. II. Elaboração do projecto de candidatura 1. Área de estágio opcional - ANESTESIA FORA DO BLOCO OPERATÓRIO. 2. Duração deste estágio opcional - três (3) meses. 3. Local - Serviço de Anestesiologia do C.H.U.C. 4. Responsável Dr. José Pedro Alves Ribeiro. 5. Objectivos a atingir Confirmar a disponibilidade de todo o equipamento necessário à realização do exame sob anestesia. Conhecer e saber lidar com todo o equipamento de anestesia e reanimação existente em todas as salas de exames complementares de diagnóstico, bem como saber localizar todas as drogas de emergência disponíveis. Conhecer as guidelines para anestesia e cirurgia do ambulatório. Conhecer a farmacologia dos agentes anestésicos frequentemente utilizados em processos de analgesia/sedação. Definir os poucos e pontuais procedimentos, que serão proibitivos de serem realizados fora do bloco operatório. Estar familiarizado com técnicas de ressuscitação (suporte básico e avançado de vida). Confirmar junto dos doentes, as orientações que terão sido transmitidas em consulta de anestesia. Definir os diferentes tipos de sedação/analgesia, sedação profunda, ou anestesia geral. Página 4
5 Identificar sinais de depressão respiratória e sinais clínicos precoces de hipercapnia. Diferenciar clinicamente sinais de depressão respiratória, de obstrução respiratória, bem como saber proceder para a sua rápida resolução. Conhecer as considerações especiais para a população pediátrica, nomeadamente pré- medicação, jejum pré- operatório e analgesia pós- operatória. 6. Capacidade formativa - dois (2) elementos por trimestre. 7. Estruturação do estágio a) Passagem obrigatória por todas as especialidades médicas e cirúrgicas atrás referenciadas. Serão contempladas as necessidades curriculares do interno do complementar, tendo em conta os programas agendados para cada dia da semana. b) Sessões mensais com o responsável pelo estágio, com discussão teórica de casos relevantes e de interesse para a sua formação. c) Apresentação voluntária de trabalho, que poderá ser de investigação. d) Apresentação de um relatório, onde constem as actividades por si realizadas, e onde exprima a sua opinião sobre os conhecimentos e experiência adquirida, bem como comentários críticos. e) A avaliação será contínua e incidirá sobre: i. Grau de consecução dos objectivos especificados no ponto 5 ii. Relacionamento inter pares iii. Empenho profissional iv. Capacidade para técnicas inovadoras v. Apresentação do trabalho vi. Discussão do relatório Página 5
6 8. Selecção de candidatos 8.1 A candidatura requer informação sobre: a) Período que pretende realizar o estágio b) A data prevista da realização do exame final da especialidade 8.2 Critérios de selecção: A selecção será feita mediante apresentação de proposta por escrito, que deverá incluir o interesse, motivação e objetivos. 9. Endereços para esclarecimentos e para candidaturas: Dr. Pedro Ribeiro Serviço de Anestesiologia dos CHUC Telefone: E- mail: [email protected] saude.pt Página 6
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