ALINHADOR DIGITAL A LASER

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1 MANUAL DE OPERAÇÃO ALINHADOR DIGITAL A LASER PRATIC LASER REVISÃO 00.1

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3 ADENDO AO MANUAL ALINHADOR PRATIC LASER Alguns dos dispositivos mostrados neste manual são opcionais podendo não ser entregues como parte do equipamento. O cliente é quem descreve que tipo de medição deseja fazer e em que tipo de veículo, tornando certas peças necessárias ou desnecessárias. Como lista de peças para conferência, sugerimos consultar a proposta comercial que resultou na compra do produto. Reservamo-nos o direito de alterar o conteúdo deste manual sem prévio aviso. Atenciosamente, Departamento de Treinamento e Assistência Técnica TRUCK CENTER EQUIPAMENTOS AUTOMOTIVOS LTDA. I

4 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS DEFINIÇÃO DOS ÂNGULOS CARACTERÍSTICOS PRINCIPAIS PRÉ-REQUISITOS PARA MEDIÇÕES CORRETAS NIVELAR OS PONTOS DE APOIO DO VEÍCULO POSICIONAMENTO PARALELO DO LASER EM RELAÇÃO AO PLANO DE ROTAÇÃO DA RODA COMPENSAÇÃO DA DEFORMAÇÃO DE FIXAÇÃO DA GARRA MEDIÇÕES CKC PRÉ-REQUISITOS PARA LEITURAS LEITURA DA CAMBAGEM LEITURA DO CASTER E KPI MEDIÇÕES DE CONVERGÊNCIA MEDIÇÃO DA CONVERGÊNCIA DIANTEIRA DE AUTOMÓVEIS MEDIÇÃO DO SET BACK - RECUO (DIANTEIRA DE AUTOMÓVEIS) MEDIÇÃO DA CONVERGÊNCIA TRASEIRA DE AUTOMÓVEIS MEDIÇÃO DA CONVERGÊNCIA DIANTEIRA DE CAMINHÕES OU ÔNIBUS MEDIÇÃO DO SET BACK RECUO (DIANTEIRA DE CAMINHÕES OU ÔNIBUS) MEDIÇÃO DA CONVERGÊNCIA TOTAL E ALINHAMENTO DO EIXO TRATIVO OU AUXILIAR MEDIÇÃO DA CONVERGÊNCIA INDIVIDUAL DAS EXTREMIDADES DO EIXO TRATIVO OU AUXILIAR CONVERGÊNCIA TOTAI E INDIVIDUAL DAS RODAS EM EIXOS TRATIVOS OU AUXILIARES II

5 7. CHECAGEM RÁPIDA EQUIVALÊNCIA AO TRUCK LASER VERIFICAÇÃO DA RETILINIDADE DO CHASSI AFERIÇÕES AFERIÇÃO DA CAMBAGEM AFERIÇÃO DO LASER TRANSVERSAL AFERIÇÃO DO PERPENDICULARISMO DO LASER EM RELAÇÃO AO EIXO DE ROTAÇÃO DO PROJETOR LASER LONGITUDINAL AFERIÇÃO DO EXTENSOR (LINHA PESADA) AFERIÇÃO DA GARRA FLASH A AFERIÇÃO DA GARRA FLASH P AFERIÇÃO DA RÉGUA AUTO-CENTRANTE...28 III

6 1. INTRODUÇÃO Com o máximo de figuras e o menor número de palavras possível, nosso objetivo o presente manual, foi o de tornar bastante fácil a aferição dos ângulos característicos dos eixos e entre-eixos dos veículos. Caso ocorram dúvidas ou questões referentes ao uso do equipamento, nosso departamento técnico estará a vossa inteira disposição para maiores esclarecimentos. Sugerimos contudo que: Este manual esteja sempre ao alcance do operador. operador consulte o manual sempre que for executar seu trabalho ou quando houver dúvidas sobre os procedimentos corretos. O operador tenha em mãos os dados do fabricante do veículo contidos no manual do proprietário e/ou em nosso MANUAL DE VALORES PARA O ALINHAMENTO DE RODAS que acompanha o equipamento. 2. INFORMAÇÕES GERAIS O aparelho PRATIC LASER, permite a aferição dos ângulos característicos de todas as rodas e/ou eixos de caminhões, ônibus, automóveis e camionetes. 1. Baseia as medições em longa distância utilizando um LINHA PERFEITA NO ESPAÇO. 2. Projetores em ESTADO SÓLIDO de alta intensidade e de baixa potência (5mW), não apresentando perigo para os olhos desde que não haja exposição direta e prolongada conforme normas norte americanas de proteção à saúde. Os circuitos dos projetores a laser são tipo TIMER ENERGY SAVER, sem fios e alimentados por pilhas alcalinas com autonomia de 100 horas ou dois mil ciclos mínimos. Cada ciclo pode ser ajustado entre dois e cinco minutos pelo toque em um botão. Terminado este tempo o projetor se desliga automaticamente economizando a energia das pilhas. 3. O laser proporciona ótima visualização mesma em ambientes amplamente iluminados e a pequena dimensão do ponto ou da linha permite a medição em escala de GRANDEZA REAL EM MILÍMETROS. 4. Garras autocentrantes com ajustes que permitem a compensação da deformação antes das medições. 5. Garras Flash que permitem executar as medições de uma maneira fácil e rápida. 6. Os recursos do raio laser permitem aferir todos os dispositivos mecânicos utilizados no aparelho. 7. Dispositivo CKC que permite a medição direta e rápida dos Ângulos característicos: CAMBER, KPI E CASTER. 8. Prático gabinete móvel que permite acondicionar todo o aparelho. 4

7 3. DEFINIÇÃO DOS ÂNGULOS CARACTERÍSTICOS PRINCIPAIS CAMBER É o ângulo formado entre a vertical e o ângulo da roda. Este ângulo poderá ter convencionalmente três valores como mostra a Figura 1. Positivo: Quando a parte superior da roda se encontra mais afastada do centro do veículo do que a inferior. Negativo: Quando a parte superior da roda se encontra mais próximo do centro do veículo do que a inferior. Neutro ou zero: Quando a roda se encontra na vertical. CASTER É o ângulo formado pelo inclinação da coluna do amortecedor no sentido longitudinal, em relação ao plano de apoio do veículo (fig. 2). (Figura 2) (Figura 1) KPI É o ângulo formado pela inclinação da linha imaginária que passa pelos centros da coluna do amortecedor e do terminal da suspensão (pivô), em relação ao plano de apoio do veículo (fig. 3). (Figura 3) (Figura 4) CONVERGÊNCIA É o fechamento das rodas em sua parte dianteira (fig. 4). DIVERGÊNCIA É a abertura das rodas em sua parte dianteira (fig. 4). 5

8 4. PRÉ-REQUISITOS PARA MEDIÇÕES CORRETAS 4.1. NIVELAR OS PONTOS DE APOIO DO VEÍCULO A Vala de Alvenaria, projeto TRUCK CENTER para linhas leve e pesada, a Rampa Pneumática, para linha leve e os Cavaletes Móveis, para linha leve (fig. 5), deverão ser pré-nivelados utilizando-se uma mangueira transparente com água. Figura POSICIONAMENTO PARALELO DO LASER EM RELAÇÃO AO PLANO DE ROTAÇÃO DA RODA Antes de qualquer medição, este paralelismo deverá ser obtido e é o que fazemos ao compensar a deformação de fixação da garra. OBS: No exemplo da figura 6, utilizamos a escala triangular, mas qualquer outra escala poderá ser utilizada de acordo com a preferência do operador. Quanto maior for a distância entre o projetor e a escala, maior será a precisão na compensação da deformação. 6

9 4.3. COMPENSAÇÃO DA DEFORMAÇÃO DE FIXAÇÃO DA GARRA Deverá ser efetuada quando o operador utilizar garras do tipo Auto-Centrante. Sempre que removê-la da roda e repô-la, deverá novamente compensar a deformação (fig. 6). Garras em modelos FLASH A e P não requerem necessariamente que se compense a deformação. Figura Colocar os manípulos na posição indicada ao lado e o ponto laser do projetor em uma posição qualquer (no exemplo colocamos nº 10). 2 - Girando 180º se o ponto laser deslocar para o efetuar a correção no manípulo escuro para metade do deslocamento inicial (no exemplo puxar para o 8). 4 - Voltando 90º, se o ponto laser deslocar para puxá-lo novamente para 8, usando metade do deslocamento para cada manípulo claro. 6 - Para conferir se a deformação foi compensada, girar a roda 360º. O ponto não deverá se deslocar do 8. Caso contrário repetir os 5 passos anteriores. 7

10 5. MEDIÇÕES CKC 5.1. PRÉ-REQUISITOS PARA LEITURAS 1 - Instale o PRATIC LASER e compense a deformação 2 - Após compensar a deformação, abaixe a roda sobre a plataforma graduada e nivele o eixo, conforme a figura abaixo: NIVELAMENTO DO EIXO Em veículos leves, as suspensões geralmente são independentes e considera-se que o nivelamento seja baseado através dos pontos de apoio do veículo. Em veículos pesados, onde as suspensões geralmente são dependentes, o operador deverá verificar o nivelamento do eixo. 8

11 5.2. LEITURA DA CAMBAGEM 1 - Com o aparelho PRATIC LASER no pino da garra, nivelar a bolha do braço e apertar o manípulo de fixação do aparelho para não haver movimento relativo entre ambos. 2 - Posicione o disco do CAMBER no zero conforme o detalhe DET Caso haja cambagem diferente de zero, a bolha se posicionará fora de nível como mostra o detalhe DET 1. Rotacionar o disco de CAMBER até que a bolha se posicione entre as marcas. 4 - Ler diretamente no disco o valor da cambagem (DET 2). 9

12 5.3. LEITURA DO KPI E CASTER 1 - Com o aparelho PRATIC LASER já posicionado e as rodas na posição retafrente, esterçar a roda para fora 20º. Em seguida posicionar os discos do KPI e do caster no 0 (zero) respectivamente, e também posicione as bolhas dos níveis, atuando nas manípulos MK e MC (figura abaixo) Feito isto, acionar o freio do veículo e girar a roa 40º,no sentido para dentro. 2 - Girar os discos até que as bolhas dos níveis fiquem novamente entre a marca. Ler os valores diretamente nos discos. 10

13 6. MEDIÇÕES DE CONVERGÊNCIA 6.1. MEDIÇÃO DA CONVERGÊNCIA DIANTEIRA DE AUTOMÓVEIS 1 - Fixar as garras e os cabeçotes a laser e efetuar a compensação da deformação. 2 - Nivelar os cabeçotes através dos níveis referenciais A e B, lendo o valor individual da roda A na escala do cabeçote B, e o da roda B na escala do cabeçote A. A convergência é obtida através da soma dos dois valores das convergências individuais, considerando os seus respectivos sinais, conforme exemplo: A=2 B=-3 2+ (-3)= -1 mm (divergente) 11

14 MEDIÇÃO DO SET BACK - RECUO (DIANTEIRA DE AUTOMÓVEIS) 1 - Esterçar as rodas até conseguir colocar dois números iguais nas escalas referenciais traseiras (reta-frente). No exemplo, este número corresponde ao nº 10. Após a leitura da convergência total (passo 1 e 2),posicionar o indicador IM em uma das escalas no valor correspondente à metade da convergência total lida (no exemplo, temos 0.5 ) e com a régua auxiliar medir a distância da linha laser até o IM, obtendo assim o valor do recuo ou avanço da roda. Na figura, temos a roda B avançada em relação a roda A, 13 mm reais, ou expressando esse recuo (set back) em valor angular, seria equivalente a 20, considerando que a distância entre os braços dos cabeçotes de medição é de 2,2m, conforme uma tabela de conversão que há no verso da régua auxiliar. Para facilidade de raciocínio, vinculamos sempre o indicador móvel IM à posição da roda em que ele está fixado, podendo assim ocorrer duas possibilidades: a) Se o marcador IM estiver posicionado para trás do raio laser transversal, significa que a roda correspondente está atrasada em relação à roda da outra extremidade do eixo. b) Se o marcador IM estiver posicionado para frente do raio laser transversal, significa que a roda correspondente está avançada em relação à roda da outra extremidade do eixo (caso do exemplo da figura anterior). OBS: Na medição da convergência total e/ou set back, quando o raio laser transversal não tiver passagem livre sob o veículo, temos o recurso de rebaixar o pino de fixação do projetor (este dispositivo é móvel). Nessa condição de trabalho, para leitura correta do set back, o posicionamento da garra deverá ser o mais vertical possível (de preferência nivelado), como no desenho abaixo: 12

15 6.2. MEDIÇÃO DA CONVERGÊNCIA TRASEIRA E CAMBAGENS DE AUTOMÓVEIS 1 - Fixar as garras e os cabeçotes a laser e efetuar a compensação da deformação. 2 - Nivelar os cabeçotes através dos níveis referenciais A e B e medir a convergência total que é obtida através da soma dos dois valores das convergências individuais, considerando os seus respectivos sinais, conforme exemplo: -2+4=2mm (convergente) 3 - Para termos esta convergência igualmente dividida, (ângulo de impulso igual a zero) os raios laser de ambos os projetores deverão apontar dois números iguais, nas escalas referenciais posicionadas nas rodas dianteiras. No exemplo, temos o laser apontado para os números 6 e 10 nas respectivas escalas. Este eixo estará alinhado quando posicionados os pontos laser em dois valores iguais nas escalas referenciais citadas nas rodas dianteiras. No exemplo acima, se colocarmos o ponto laser no número 8 (que é a média) manteremos a mesma 13

16 convergência total igual a 4, se desejarmos aumentar a convergência total para 6 deveremos posicionar os pontos laser nos números 7 das escalas referenciais, se desejarmos diminuir a convergência total para 2 devemos posicionar o ponto laser no número 9 das escalas referenciais dianteiras, e assim por diante, isto é feito manipulando dispositivos de regulagens e/ou colocando calços nas rodas traseiras. 4 - Para leitura da cambagem proceder como no item B MEDIÇÃO DA CONVERGÊNCIA DIANTEIRA DE CAMINHÕES OU ÔNIBUS 1 - Fixar as garras e os cabeçotes a laser e efetuar a compensação da deformação. 2 - Nivelar os cabeçotes através dos níveis referenciais A e B e medir a convergência total que é obtida através da soma dos dois valores das convergências individuais, considerando os seus respectivos sinais exemplo: -1+5 = 4mm (convergente) 14

17 MEDIÇÃO DO SET BACK RECUO (DIANTEIRA DE CAMINHÕES OU ÔNIBUS) 1 - Esterçar as rodas dianteiras até conseguir colocar dois números iguais nas escalas referenciais traseiras (reta-frente). No exemplo, este número corresponde a média, ( ) / 2= 250. Após a leitura da convergência total (passo 1 e 2), posicionar o indicador IM em uma das escalas no valor correspondente à metade da convergência total lida (no exemplo, temos + 2) e com a régua auxiliar medir a distância da linha laser até o IM. Obtendo assim o valor do recuo ou avanço da roda. Na figura, temos a roda B avançada em relação a roda A, 15min reais, ou expressando esse recuo (set back) em valor angular, seria equivalente a 5mm/m, considerando que a distância entre os braços dos cabeçotes de medição é de 3m, conforme uma tabela de conversão que há no verso da régua auxiliar. Para facilidade de raciocínio, vinculamos sempre o indicador móvel IM à posição da roda em que ele está fixado, podendo assim ocorrer duas possibilidades: a) Se o marcador IM estiver posicionado para frente do raio laser transversal, significa que a roda correspondente está atrasada em relação à roda da outra extremidade do eixo (caso do exemplo da figura anterior). b) Se o marcador IM estiver posicionado para frente do raio laser transversal, significa que a roda correspondente está avançada em relação à roda da outra extremidade do eixo. OBS: Aqui também são válidas as observações contidas na página 13. Para os veículos pesados (ônibus), se o rebaixamento do pino de fixação da garra não for suficiente para proporcionar a passagem do raio laser transversal sob o veículo, devemos utilizar as extensões (vide a figura abaixo) que nos possibilitarão solucionar este problema operacional. IMPORTANTE em todas as medições do recuo, (set back) fazê-lo sempre nivelado a extensão através de seu nível de referência. 15

18 6.4. MEDIÇÃO DA CONVERGÊNCIA TOTAL E ALINHAMENTO DO EIXO TRATIVO OU AUXILIAR 1 - Fixar as garras e os cabeçotes a laser e efetuar a compensação da deformação. 2 - Nivelar os cabeçotes através dos níveis referenciais A e B e medir a convergência total, que é obtida através da soma dos dois valores das convergências individuais, considerando seus respectivos sinais, conforme exemplo: 0 +(-0,5)= -0,5mm (divergente) 3 - Para termos esta convergência igualmente dividida, os raios laser de ambos projetores deverão apontar dois números iguais, nas escalas referenciais posicionadas nas rodas dianteiras. No exemplo, temos o laser apontando para os números 200 a 300 nas respectivas escalas. Este eixo estará alinhado quando posicionados os pontos pontos laser no valor médio nas duas escalas ou seja, no número 250. Fazemos isto rotacionando o eixo como mostra na figura, utilizando nos de barras extensoras, tirantes, calços ou qualquer outra regulagem fornecida pelo fabricante do veículo. 16

19 6.5. MEDIÇÃO DA CONVERGÊNCIA INDIVIDUAL DAS EXTREMIDADES DO EIXO TRATIVO OU AUXILIAR 1 - Posicionar os cabeçotes de medição no eixo que desejamos medir as convergências individuais. 2 - Nivelar os cabeçotes e projetar a linha laser transversal sobre a escala da convergência. Na figura temos a linha laser sobre o nº 2 (dois) e o nº 4 (quatro). 3 - Atuando no manípulo preto da garra A ou B, fazer com que a linha laser se desloque dos números 2 (dois) e 4 (quatro) ao nº 0 (zero). OBS: Esses valores não são reais, pois ainda não foi compensada a deformação. 4 - Projetando os raios laser longitudinais sobre as escalas 0-400, posicionadas nas rodas dianteiras, vamos ler os números 200 e 400 respectivamente. 5 - O ponto de convergência 0 (zero) corresponde a média dos dois valores acima citados, ou seja: = /2= Posicionar o centro das escalas trapezoidais sobre o ponto de convergência ZERO (no exemplo o nº300), e após compensar a deformação, projetar os raios laser longitudinais sobre estas escalas, na linha dos 7m. Ler diretamente nas bases dos trapézios os valores das convergências individuais, que são medidos em mm/m. 17

20 Nos exemplos temos: Extremidade esquerda: 7mm/m (convergente) Extremidade direita: 1mm/m (divergente) Total : 6mm/m convergente CONVERGÊNCIA TOTAL E INDIVIDUAL DAS RODAS EM EIXOS TRATIVOS OU AUXILIARES Figura 16 CASO A Roda esquerda: - 6 mm/m (divergente) Roda direita: + 6 mm/m (convergente) Convergência Total: = zero (0) Figura 17 CASO B Roda esquerda: + 6 mm/m (convergente) Roda direita: + 6 mm/m (convergente) Convergência Total: = 12 mm/m (convergente) Figura 18 CASO C Roda esquerda: - 6 mm/m (divergente) Roda direita: - 3 mm/m (divergente) Convergência Total: = - 9 mm/m (divergente) OBS: Como se pode observar no exemplo acima, a Convergência Total é a resultante das duas convergências individuais. 18

21 7. CHECAGEM RÁPIDA Todos os eixos de extremidades fixas (eixos trativos e/ou auxiliares) poderão ser alinhados tomando por base somente à medição do Set Back (recuo). Neste processo não é necessário levantar e girar as rodas, o que torna esta medição (checagem) extremamente rápida. 8. EQUIVALÊNCIA AO TRUCK LASER Se ao PRATIC LASER, acrescentarmos alguns dispositivos usados no Truck Laser (opcionais no Pratic Laser) estaremos adicionando ao Pratic Laser, também os recursos de medição inerentes ao Truck Laser. Explicando de outra forma: Pratic Laser + Opcionais = Pratic Laser + Truck Laser. Nestes casos poderemos utilizar todas as instruções contidas no manual do Truck Laser. 19

22 9. VERIFICAÇÃO DA RETILINIDADE DO CHASSI 1 - Posicionar os cabeçotes de medição e a régua auto-centrante conforme figura acima, não havendo necessidade de compensar a deformação. 2 - Atuando no manípulo preto da garra A e da garra B, zerar as convergências. 3 - Ler os números apontados pelo laser longitudinal, sobre as escalas da régua auto-centrante. No exemplo temos 300 e Atuando nos manípulos pretos das garras A e B respectivamente, direcionar o laser longitudinal para a média entre os números anteriormente apontados, ou seja: = /2=250 Com o procedimento descrito nos 04 passos anteriores, direcionamos o raio laser longitudinal paralelamente à linha central de referência (LCR). 20

23 5 - Deslocando a régua auto-centrante da posição 01, sucessivamente para as posições 02 e 03, conforme figura, veremos o nº apontado pelo laser sobre a escala, variando e assumindo os valores 250,260 e 275 respectivamente. Dividindo o valor da variação pela distância em que cada escala se deslocou, teremos o desvio da retilinidade do chassi medido em mm/m, ou seja: Posição 02-10mm/1m=10mm/m Posição 03-25mm/2.5m=10mm/m 10. AFERIÇÕES AFERIÇÃO DA CAMBAGEM 1 - Nivelar o pino de fixação da garra, atuando nos manípulos de regulagem (vide a figura abaixo) 2 - Acoplar o projetor a este pino de fixação que foi pré-nivelado. Atuar no parafuso de ajuste A (vide figura abaixo), fazendo com que a bolha do disco de CAMBER do medidor fique posicionado no centro das marcas. 21

24 10.2. AFERIÇÃO DO LASER TRANSVERSAL 1 - Instalar os cabeçotes na Barra de Aferição, não havendo necessidade de compensar a deformação. Após nivelar os cabeçotes, projetar a linha laser transversal sobre a escala do projetor B. No exemplo da FIG. 01, alinha laser está indicando o nº 3.5 (três e meio). 2 - Atuando no manípulo preto da extremidade A, fazer a linha laser se deslocar do 3,5 (três e meio) para o 0 (zero). 3 - Girar os cabeçotes 180º ou virá-los de costas, nivelando-os como mostra a FIG.02. Projetando a linha laser novamente sobre a escala do projetor B, vamos observála agora sobre o nº4 (quatro). 4 - A regulagem consiste em atuar no parafuso de ajuste do canhão laser transversal, e fazer com que a linha laser se desloque para média entre os números 4 (quatro) e o 0(zero), ou seja, para o nº2 (dois). 22

25 10.3. AFERIÇÃO DO PERPENDICULARISMO DO PONTO LASER E RELAÇÃO AO EIXO DE ROTAÇÃO DO PROJETOR-LASER LONGITUDINAL ponto laser longitudinal para o projetor direito e projetor esquerdo, deverá coincidir no mesmo número de referência. Caso isto não ocorra, o ponto laser deverá ser ajustado em seu parafuso de regulagem B, coma a chave allen longa, para a metade da diferença entre os dois posicionamentos. 23

26 CHECAGEM PARA VER SE O LASER TRANSVERSAL JÁ ESTÁ PERFEITAMENTE REGULADO Fazer o procedimento inverso aos quatros passos anteriores, ou seja: 5 - Atuando no manípulo preto da extremidade A, fazer com que a linha laser transversal vá do nº2 (dois) novamente para o 0 (zero), conforme a FIG Agora com os cabeçotes novamente no ponto de partida, a linha laser observada sobre a escala do projetor B, deverá permanecer apontado o 0(zero) do passo anterior, conforme a FIG.04. Se o sucesso não for pleno nesta tentativa, repetir os seis passos anteriores descritos. Para o outro projetor, repetir o mesmo processo dos deis anteriores. CHECAGEM SIMULTÂNEA DA AFERIÇÃO DOS CABEÇOTES Na posição da FIG.01, atuar nos manípulos pretos das extremidades A e B, respectivamente, e posicionar as linhas laser nos dois ZEROS das escalas de ambos os cabeçotes. Nas posições das FIG.01 e FIG.02, as duas linhas laser transversais, A e B, deverão permanecer respectivamente nos ZEROS das duas escalas citadas. 24

27 10.4. AFERIÇÃO DO EXTENSOR 1 - Atuando nos manípulos da garra, nivelar o pino de fixação do projetor, ajustando a cambagem no valor zero. 2 - Executar as etapas a seguir: Na FIG.01, temos o ponto laser do projetor fixado na extensão para cima, indicando o nº 220. Na FIG.02, temos o ponto laser do projetor fixado na extensão para baixo, indicado o nº 200. REGULAGEM Soltar os parafusos de regulagem e reapertá-lo novamente, com o ponto laser posicionado no nº210, que é a média das duas indicações anteriores. TESTE FINAL Nos dois posicionamentos, o ponto laser deverá apontar o mesmo nº. No exemplo, temos o nº 210 tanto na FIG.03 (para cima), como na FIG.04 (para baixo). 25

28 10.5. AFERIÇÃO DA GARRA FLASH A 1 - Instalar a garra no dispositivo de aferição. 2 - Ajustar a altura dos 3 apalpadores, fazendo-os passar com a mesma distância pelo braço do dispositivo de aferição. Concluída esta parte do processo de aferição, instalar no pino da garra um projetor laser e colocar em sua frente uma escala à uma distância mínima de 3 metros. 3 - Posicionar a garra de forma que o parafuso de regulagem do pino em cor cinza fique voltado para a escala. Projetar o laser na escala e zerar. 4 - Girar a garra 180º e observar na escala o valor encontrado. Se existir diferença da posição inicial zero, marcar metade da diferença na escala e a outra metade regular no parafuso de cor cinza para a posição zero. 5 - Girar a garra 90º, notando que os parafusos pretos ficarão na horizontal. Após observar o valor encontrado, caso sejam diferentes do zero, regular metade no 1º parafuso preto e a outra metade no 2º parafuso preto. OBS: Repetir a operação a partir do passo 3, até obter a centralização do ponto laser sempre no mesmo local. Igualmente para a(s) outra(s) garra(s). 26

29 10.6. AFERIÇÃO DA GARRA FLASH P 1 - Retirar os dois engates (braços de sustentação) da garra. 2 - Colocar o pino trava entre os braços da garra. 3 - Instalar a garra no dispositivo de aferição. 4 - Ajustar a altura dos 3 apalpadores, fazendo-os passar com a mesma distância pelo braço do dispositivo de aferição. Concluída esta parte do processo de aferição, instalar no pino da garra um projetor laser e colocar em sua frente uma escala à uma distância mínima de 3 metros. 5 - Posicionar a garra de forma que o parafuso de regulagem do pino em cor cinza fique voltado para a escala. Projetar o laser na escala e zerar. 6 - Girar a garra 180º e observar na escala o valor encontrado. Se existir diferença da posição inicial zero, marcar metade da diferença na escala e a outra metade regular no parafuso de cor cinza para a posição zero. 7 - Girar a garra 90º, notando que os parafusos pretos ficarão na horizontal. Após observar o valor encontrado, caso sejam diferentes do zero, regular metade no 1º parafuso preto e a outra metade no 2º parafuso preto. OBS: Repetir a operação a partir do passo 3, até obter a centralização do ponto laser sempre no mesmo local. Igualmente para a(s) outra(s) garra(s). 27

30 1.7. AFERIÇÃO DA RÉGUA AUTOCENTRANTE 1 - Colocar a régua autocentrante no chassi e posicionar o laser em um nº qualquer No exemplo, como mostra a figura acima, temos o nº Retirar a régua autocentrante e girá-la 180º, posicionando-a em seguida no memo pondo de apoio. Agora, sem mudar o laser de posição, o nº apontado decerá ser igual ao anterior, observando que a tolerância poderá ser de até 2mm. Sendo assim, se o laser apontado os números 198,200 ou 202, nesta 2ª posição, significa que a régua autocentrante está aferida. 28

31 CERTIFICADO DE GARANTIA Garantimos o Alinhador Laser PRATIC LASER por um período de 1 (um) ano a partir da data de compra do produto, contra defeitos de fabricação, excluindo-se todos os problemas decorrentes do mau uso do equipamento, ou da não observância dos procedimentos corretos de funcionamento, segurança e manutenção dispostos neste manual. Também não estão cobertos pela garantia problemas advindos da ligação do equipamento em tensão incorreta, de sobrecarga da rede elétrica, uso em condições diferentes das especificadas neste manual, ou de qualquer irregularidade proveniente de equívoco por parte do usuário ou de seus contratados na ligação do equipamento. IMPORTANTE : Para efeitos de GARANTIA, será considerada a condição de o OPERADOR estar devidamente TREINADO e CERTIFICADO em nosso CDP (Centro de Desenvolvimento Profissional) da Fabrica, em Araucária PR. Agenda prévia para treinamento através do fone: (41) e ou [email protected] Para fazer uso da garantia, solicitamos guardar, além deste certificado, sua Nota Fiscal de Compra para ser apresentada como comprovação do período de garantia. Para qualquer dúvida a respeito do uso do equipamento, bem como para eventuais necessidades de manutenção, contatar diretamente a TRUCK CENTER no telefone abaixo, para um atendimento direto ou para a indicação de Assistente Técnico. N de série do equipamento: TRUCK CENTER EQUIPAMENTOS AUTOMOTIVOS LTDA. CNPJ: / Rua Luiz Franceschi, 1345 Bairro Thomaz Coelho Araucária PR Fone/Fax: Fone/Fax Internacional: site:

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