Inteligibilidade em Voz Sintetizada
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- Cristiana Farinha Sanches
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1 Synthetic Speech Intelligibility João Miguel Ferreira 1, 2 Marina Vigário 2 Fábio Fernandes 1 Fernanda Belchior 1 Susana Azevedo 1 Ana Rita Neca 1 1 Escola Superior de Saúde Instituto Politécnico de Setubal 2 Laboratório de Fonética do Centro de Linguistica da Universidade de Lisboa Lisboa 2014
2 Porquê estudar Inteligibilidade em Fala Sintetizada? Diversas patologias impedem o uso funcional da fala/voz, pelo que a fala/voz sintetizada é a alternativa mais funcional. A qualidade da mesma é fundamental para a eficácia comunicativa, sendo que a inteligibilidade é uma das medidas de qualidade. A qualidade da fala/voz sintetizada é ainda fundamental para o desenvolvimento linguístico dos utilizadores, tendo em consideração ser o modelo de aprendizagem dos mesmos.
3 Inteligibilidade em Fala Sintetizada Braga, Freitas, & Barros, (2002) referem-se à inteligibilidade da fala sintetizada como sendo um grau de compreensão de fala, sendo que a inteligibilidade demonstra a capacidade que o ouvinte tem de identificar palavras ou frases sintetizadas. Esta identificação refere-se a palavras e frases apresentadas isoladamente sem contexto linguístico (Ralston, Pisoni & Mullennix, 1989, citados por Koul & Clapsaddle, 2006).
4 Inteligibilidade em Fala Sintetizada O estudo de Logan, Greene & Pisoni ( 1989 cit. por Winters & Pisoni, 2004) revelou resultados bastante semelhantes entre a fala natural e sintetizadores de fala de alta qualidade (DECTalk) quando se usava a resposta fechada, e significativamente piores quando utilizavam a versão de resposta aberta. Quando se utilizavam sintetizadores de baixa qualidade a diferença era bastante significativa em ambos os estudos Um estudo para o PE utilizado a versão portuguesa do Dynamic Rhyme Test (DRT), comparando resultados entre jovens adulto e idosos, com voz sintetizada (voz Célia Acapela), apontava para taxas de acerto na ordem dos 90% (Ferreira; Laranjeira; Perpétua; 2012).
5 Inteligibilidade em Fala Sintetizada O DRT é aceite como um dos standards para avaliação da inteligibilidade, utilizando pares de palavras. O DRT ou o Modified Rhyme Test (MRT) apesar de apresentarem diversas vantagens como a fiabilidade, facilidade de aplicação em participantes inexperientes e facilidade de cotação (Logan, Pisoni Greeene 1985 cit por Koul, 2003), bem como as suas versões portuguesas, não têm em consideração a estrutura silábica do PE, nem o acento, nem o tamanho das palavras.
6 Experiência Inteligibilidade Tendo em consideração as fragilidades dos instrumentos utilizados, dada a sua não adequação ao PE, elaborou-se um novo instrumento, pensado para o PE, que será descrito mais à frente. Dada a falta de investigação relativa à qualidade dos SSF que suportam estas vozes, optamos por iniciar uma investigação a diversos aspetos das mesmas. Numa primeira fase a avaliação centra-se na Inteligibilidade, sendo que posteriormente nos focaremos em aspetos suprassegmentais (prosódia).
7 Experiência Inteligibilidade Comparar 3 vozes sintetizadas* entre si e com uma voz natural, relativamente a taxas de acerto e tempos de reação Hipótese Dado a voz eletrónica utilizada ser uma voz de alta qualidade, não é esperada diferença significativa na inteligibilidade. *As 3 vozes foram escolhidas por serem as que são mais utilizadas nos SSF do PE, em software de CAA respetivamente Voz Célia (Acapela Group, GRID II), Voz Joana (Nuance, Nuance Vocalizer) e Voz Madalena ( Nuance, Software Comunicar com Símbolos) ( Ferreira 2013)
8 Objetivos Contribuir para a melhoria da inteligibilidade dos sistemas de voz sintetizada. Comparando as vozes dos sistemas de síntese de fala para o Português Europeu, entre si e com uma voz natural Averiguar se o tipo de voz tem influência na taxa de acertos e tempos de reação
9 Experiência Inteligibilidade Instrumento de Avaliação Teve-se por base o modelo dos testes standard de avaliação da inteligibilidade de síntese de fala. Elaborou-se um novo instrumento tendo em conta o tamanho da palavras (nº de silabas), estrutura silábica e e distribuição de acento do PE. Não é tida em consideração a frequência dos segmentos no PE. Consulta da base de dados FrePOP 1.0 (Frota; Vigário; Martins & Cruz 2010) para as frequências de ocorrência no PE. Utilização da ferramenta FreP (Martins ; Vigário& Frota ;2011) para verificação das frequências no instrumento.
10 Instrumento de Avaliação Localização do Acento Número de Sílabas Tipos Silábicos 157 pseudopalavras 157 palavras prosódicas 358 silabas
11 Metodologia Nº de sujeitos= anos PE língua materna S/ alterações auditivas (despiste auditivo prévio) 4 grupos de 20 sujeitos distribuídos pelas 4 vozes 4 vozes 3 de síntese de fala Célia, Madalena e Joana 1 voz natural (feminina) Cada grupo sujeito a uma só condição experimental Apresentação da experiência em SuperLab 4.5
12 Metodologia Foi pedido aos participantes que ouvissem os estímulos (pseudopalavras) e que imediatamente a seguir as escrevessem o mais adequadamente possível, na caixa de texto reservada para o efeito. Os estímulos eram apresentados pelo SuperLab, através de headphones e os participantes digitaram as respostas no computador.
13 Variáveis Participantes Sistemas de Síntese de Fala (SSF) /Vozes Taxa de Acerto Global (totais entre vozes) Tempo de Reação por tipo de SSF Taxas de Acerto Nº Sílabas por tipo de SSF Taxas de Acerto Acento por tipo de SSF
14 100,0 90,0 80,0 70,0 Taxa de Acerto Global Resultados 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 64,3 49,4 52,2 59,7 Mad Joan Cel Nat 10,0 0,0 Mad Joan Cel Nat Vozes
15 Taxa de Acerto por padrão acentual 100,00 Resultados 90,00 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 0, MAD JOAN CEL NAT Vozes mon gr ag esd
16 100,0 Acerto por Nº de Sílabas 90,0 Resultados 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 88,3 62,5 54,6 44,3 73,6 45,6 39,2 36,8 79,0 51,0 41,5 27,3 66,7 57,6 57,5 58, ,0 0,0 MAD JOAN CEL NAT Vozes
17 Tempo reação ms Inteligibilidade em Voz Sintetizada 800,00 700,00 600,00 500, Tempos de Reação Resultados 400,00 300,00 200, ,00 0,00 Mad Joan Cel Nat Média e Mediana
18 Discussão Resultados Discussão Podemos verificar que a voz Madalena apresenta resultados globais superiores às outras vozes e inclusive à voz Natural. Estes resultados, contrariam a maioria dos estudos realizados para outras línguas. A voz Natural apresenta resultados muito consistentes e sempre acima dos 55%, independentemente do tamanho dos estímulos apresentados. Ainda relativamente ao tamanho dos estímulos, nas pseudopalavras monossilábicas, todas as vozes sintetizadas conseguem taxas de acerto superiores às da voz natural, o que poderá indicar que segmentalmente as vozes sintetizadas apresentam uma qualidade muito boa.
19 Discussão A voz Natural apresenta um tempo de reação mais baixo do que qualquer uma das vozes sintetizadas, sendo que este resultado era esperado e verificado em estudos para outras línguas (Rajinder Koul & Dembowski, 2010) Resultados Discussão
20 Resultados Discussão Conclusões Conclusões As vozes sintetizadas apresentaram resultados bastante próximos da voz natural ( e em alguns casos superiores), pelo que se pode considerar que estas vozes apresentam uma qualidade bastante satisfatória. Os dados preliminares da análise qualitativa do tipo de erro parecem indicar que o acento é o principal fator de erro, com por exemplo as palavras esdrúxulas com uma taxa de erro muito alta. Tendo isto em consideração, o acento será alvo de avaliação mais detalhada em estudos futuros. Poderá haver diferença entre perceção/identificação do local do acento e a correta marcação ortográfica do acento
21 Resultados Discussão Conclusões Em todos os SSF/vozes a taxa de acerto vai reduzindo conforme aumenta o número de sílabas, o que não sucede com a voz natural. Nos polissílabos isto é notório, sendo que o facto de estes representarem somente cerca de 13% das ocorrências no PE (FrePOP), poderá ter influência nos resultados. Os resultados deste estudos, parecem indicar que a tarefa é mais complexa do que a tarefa utilizada (resposta aberta vs resposta fechada) em estudos anteriores para o PE e mesmo em estudos semelhantes para o Inglês (Ferreira, Laranjeira & Perpétua; 2012)
22 O instrumento da inteligibilidade de avaliação ainda carece de um estudo mais aprofundado, nomeadamente quanto a valores normativos, pelo que a utilização de mais vozes naturais será um fator a considerar Resultados Discussão Conclusões
23 Resultados Discussão Conclusões Bibliografia Bibliografia Braga, D., Freitas, D., & Barros, M. J. (2003). A DRT approach for subjective evaluation of intelligibility in European Portuguese synthetic speech. WSEAS Transactions on Computers, 2(2), Ferreira, J., Laranjeira, M., & Perpétua, P. (2012). Inteligibilidade da Fala Sintetizada no Português Europeu. Unpublished, 39. Ferreira, J, (2013) Inquérito online à utilização de Sistemas de Síntese de Fala para o Português Europeu em pessoas com Necessidades Complexas de Comunicação, unpublished Frota, S., Vigário, M., Martins, F., & Cruz, M. (2010). FrePOP Database- Frequency of Phonological Objects of Portuguese. Laboratório de Fonética- FLUL- CLUL. Koul, R. (2003). Synthetic Speech Perception in Individuals With and Without Disabilities. Augmentative and Alternative Communication, 19(1), doi: / Koul, R., & Clapsaddle, K. C. (2006). Effects of repeated listening experiences on the perception of synthetic speech by individuals with mild-to-moderate intellectual disabilities. Augmentative and alternative communication (Baltimore, Md. : 1985), 22(2), doi: / Martins, F., Vigário, M., & Frota, S. (2011). FreP- Frequency in Portuguese. Winters, S. J., & Pisoni, D. B. (2004). Perception and Comprehension of Synthetic Speech - Progress Report n o 26 (Vol. 26, pp ).
24 Agradecimentos À Susana Correia pela ajuda inicial na montagem da experiência no SuperLab Resultados Aos participantes no estudo Discussão Conclusões Bibliografia
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