Relatório de Ficha de Acompanhamento/Avaliação do Programa
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- Rayssa Salgado Vilalobos
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1 Período de Avaliação: 2007 a 2009 Etapa: Acompanhamento 2009 (Ano Base 2008) Área de Avaliação: 45 - INTERDISCIPLINAR IES: UNIJUÍ - UNIV. REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Programa: P0 - DESENVOLVIMENTO Modalidade: Acadêmico Curso Nível Ano Início DESENVOLVIMENTO DESENVOLVIMENTO, GESTÃO E CIDADANIA Dados Disponíveis na Coleta de Dados Curso Nível Ano Ano DESENVOLVIMENTO DESENVOLVIMENTO, GESTÃO E CIDADANIA PROPOSTA DO PROGRAMA 1.1 Coerência, consistência, abrangência e atualização das áreas de concentração, linhas de pesquisa, projetos em andamento e proposta curricular. 1.2 Planejamento do programa com vistas a seu desenvolvimento futuro, contemplando os desafios internacionais da área na produção do conhecimento, seus propósitos na melhor formação de seus alunos, suas metas quanto à inserção social mais rica dos seus egressos conforme os parâmetros da área. 1.3 Infra-estrutura para ensino, pesquisa e, se for o caso, extensão. A proposta do curso apresenta-se coerente e consistente tanto na relação das linhas de pesquisa (Direito, Cidadania e Desenvolvimento, Gestão de Organizações para o Desenvolvimento e Integração Regional e Desenvolvimento Local Sustentável) com a área de concentração (Gestão e Políticas de Desenvolvimento), como entre os projetos em andamento e as linhas de pesquisa. Fica evidente nos documentos que os projetos de pesquisas estão muito vinculados aos problemas regionais. O elenco das disciplinas, bem como seus conteúdos, está bem relacionado com a descrição da área de concentração e das linhas de pesquisa. O documento aponta para uma preocupação com o aprimoramento do processo de formação do corpo discente, objetivando de modo particular as formas de inserção social dos egressos.##### O Programa dispõe de boa infra-estrutura física (salas da coordenação, de aula, de permanência dos professores e dos alunos), distribuídos em diferentes espaços da IES. O acervo bibliográfico disponível mostra-se suficiente, em torno de 80 mil títulos nas áreas de Ciências Sociais Aplicadas, Ciências Humanas e Ciências Agrárias. O mesmo ocorre em relação à infra-estrutura de informática. #### CORPO DOCENTE 2.1 Perfil do corpo docente, consideradas titulação, diversificação na origem de formação, aprimoramento e experiência, e sua compatibilidade e adequação à Proposta do Programa. 2.2 Adequação e dedicação dos docentes permanentes em relação às atividades de pesquisa e de formação do programa. 2.3 Distribuição das atividades de pesquisa e de formação entre os docentes do programa. 2.4 Contribuição dos docentes para atividades de ensino e/ou de pesquisa na graduação, com atenção tanto à repercussão que este item pode ter na formação de futuros ingressantes na PG, quanto (conforme a área) na formação de profissionais mais capacitados no plano da graduação. Página 1 de 5
2 O corpo docente do curso é formado por 18 professores permanentes e dois colaboradores. Os permanentes têm contrato de 40 horas na Instituição. Trata-se de um corpo docente experiente, pois apenas cinco professores têm menos de cinco anos de titulação. As áreas de formação de origem dos mesmos guardam aderência com a proposta do curso.## A dimensão do corpo docente, considerando a entrada anual de alunos, mostra-se adequada para o bom desenvolvimento das atividades de pesquisa e de formação. Embora a política da IES seja de alocar os professores também na graduação, há a preocupação para que não sejam prejudicadas as atividades inerentes à pós-graduação. ## A quase totalidade dos docentes permanentes está inserida em projetos de pesquisa. Convém sublinhar que existe uma prática de constituição de grupos de pesquisa, que incluem professores e alunos do Programa. Verifica-se também uma boa distribuição dos docentes entre as atividades de formação (disciplinas e orientação de dissertação). e a prática de pesquisa em grupos, incluindo professores e alunos.## Verifica-se uma boa inserção do corpo docente nas atividades de graduação: a maioria dos professores tem vinculação com o ensino na graduação, alguns professores orientam trabalhos de conclusão de curso e orientam projetos de iniciação científica. Essa prática de inclusão de alunos da graduação nos projetos de pesquisa tem dado bons resultados, uma vez que tem permitido a preparação de futuros candidatos ao Programa.# CORPO DISCENTE, TESES E DISSERTAÇÕES 3.1 Quantidade de teses e dissertações defendidas no período de avaliação, em relação ao corpo docente permanente e à dimensão do corpo discente. 3.2 Distribuição das orientações das teses e dissertações defendidas no período de avaliação, em relação aos docentes do programa. 3.3 Qualidade das Teses e Dissertações e da produção de discentes autores da pós-graduação e da graduação (no caso de IES com curso de graduação na área) na produção científica do programa, aferida por publicações e outros indicadores pertinentes à área. 3.4 Eficiência do Programa na formação de mestres e doutores bolsistas: Tempo de formação de mestres e doutores e percentual de bolsistas titulados. O número de dissertações defendidas, em 2008, foi expressivo, sendo compatível quer em relação à dimensão do corpo docente, quer em relação ao fluxo de alunos. Há uma boa distribuição das orientações de dissertações entre o corpo docente. O maior número de orientação por docente verificado foi três, sendo poucos os professores que não orientaram no ano.## As temáticas exploradas pelas dissertações guardam forte aderência à realidade regional. O fato de haver um bom número de publicação de artigos de alunos em periódicos e em capítulos de livros, pode ser tomado como um indicador da qualidade da produção do corpo discente. De acordo com os documentos apresentados, dos "30 alunos regularmente matriculados da turma 2006 que concluíram o curso em 2008, apenas um não defendeu dissertação. O tempo médio de conclusão das dissertações dos 29 restantes foi de 28 meses." # PRODUÇÃO INTELECTUAL 4.3 Produção técnica, patentes e outras produções consideradas relevantes. 4.1 Publicações qualificadas do Programa por docente permanente. 4.4 Produção artística, nas áreas em que tal tipo de produção for pertinente. 4.2 Distribuição de publicações qualificadas em relação ao corpo docente permanente do Programa. A produção docente, em 2008, tanto em periódicos qualificados quanto em livros e capítulos de livros foi superior à registrada em Apesar do número de artigos publicados em periódicos pelo corpo docente permanente, constata-se um elevado número em periódicos classificados entre B3 e B5, bem como em periódicos classificados como C. O número de livros e de capítulos de livros é expressivo. Seria interessante que houvesse um esforço para veiculação de artigos em periódicos situados entre A1 e B2 do sistema Qualis.# Considerando o conjunto do biênio , não fica evidenciada uma concentração de produção entre os professores que Página 2 de 5
3 integram o corpo docente. No entanto, ao se considerar cada um dos anos em separado, constata-se que entre sete e oito professores não tiveram publicação em periódicos em cada um desses anos.## De acordo com os documentos analisados, a produção técnica está concentrada em apresentação de trabalhos e pareceres. São poucas as assessorias prestadas a órgãos públicos, a associações e a empresas.# INSERÇÃO SOCIAL 5.1 Inserção e impacto regional e (ou) nacional do programa. 5.2 Integração e cooperação com outros programas e centros de pesquisa e desenvolvimento profissional relacionados à área de conhecimento do programa, com vistas ao desenvolvimento da pesquisa e da pós-graduação. A inserção regional do Programa de em Desenvolvimento manifesta-se, principalmente, na realização de pesquisas sobre aspectos da realidade regional. Apesar de haver uma "forte e histórica interação da Universidade com cooperativas, empresas, associações, organizações não governamentais, prefeituras e órgãos públicos de outros níveis de governo" essa marca não fica explicitada na atuação do Programa, de acordo com documentação apresentada. ## Existe um esforço de articulação do Programa com instituições internacionais, destacando-se os intercâmbios com a Fachhochschule de Gelsenkirchen (FHGe) # Alemanha, com a Escola Superior de Administração da Université Pierre Mendes France de Grenoble/França e com a Federation des Écoles Supérieures d'agriculture (FESIA) da França. No âmbito nacional, são feitas referências às articulações com a EBAPE/FGV/Rio de Janeiro, com o Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Regional da UNISC, a participação em redes de pesquisa que envolvem pesquisadores de vários IES brasileiras e estrangeiras, bem como a participação de docentes em grupos de pesquisa coordenados por professores de outras IES. # Página 3 de 5
4 Qualidade dos Dados Quesitos PROPOSTA DO PROGRAMA CORPO DOCENTE CORPO DISCENTE, TESES E DISSERTAÇÕES PRODUÇÃO INTELECTUAL INSERÇÃO SOCIAL Qualidade Regular Comissão: Apreciação De um modo geral, os formulários estão bem preenchidos, poderia, no entanto, ter sido dada uma ênfase maior às formas de articulação dos docentes e discentes com as entidades regionais. Complementos Apreciações ou sugestões complementares sobre a situação ou desempenho do programa. O esforço iniciado de constituição de grupos de pesquisa, envolvendo docentes e discentes de várias áreas, para investigação de aspectos da realidade regional para ser um bom caminho para se avançar no processo de construção da interdisciplinaridade. Apesar do volume da produção registrada, o Programa deve estabelecer metas para melhorar os indicadores de produção acadêmica, particularmente a produção veiculada em periódicos situados no sistema Qualis. Recomendações da Comissão ao Programa. A CAPES deve promover visita de consultores ao Programa? Justificativa da recomendação de visita ao programa. Não A Comissão recomenda mudança de área de avaliação? Área Indicada: Justificativa da recomendação de mudança do programa Não Página 4 de 5
5 Comissão Responsável pela Avaliação: Sigla IES ARLINDO PHILIPPI JUNIOR Coordenador(a) da Area ACÁCIA ZENEIDA KUENZER Adriana Marques Rossetto AMÍLCAR BAIARDI ANDRE TOSI FURTADO ANDREA VIEIRA ZANELLA ANTÔNIA JESUÍTA DE LIMA ANTONIO JOSE DA SILVA NETO Arnaud Soares de Lima Junior AUGUSTO CESAR NORONHA RODRIGUES GALEÃO Carlos Alberto Cioce Sampaio CLAUDIA ANDRÉA LIMA CARDOSO Dinora Moraes de Fraga EDGAR NOBUO MAMIYA EDMILSON LOPES JUNIOR FRANCIS HENRIQUE RAMOS FRANCA GERMANO LAMBERT TORRES HORACIO HIDEKI YANASSE ISILIA APARECIDA SILVA IVAN TARGINO MOREIRA JOÃO EUSTÁQUIO DE LIMA JOÃO NILDO DE SOUZA VIANNA LILIANE BASSO BARICHELLO LUCIANO MENDES BEZERRA LUIZ ARMANDO CUNHA DE MARCO MARCELO JOSÉ BRAGA Márcia Maria Rios Ribeiro MARCIO FRANCISCO COLOMBO MARGARETE AXT MARIA CRISTINA CACCIAMALI MARIA CRISTINA VILLANOVA BIAZUS MARIA DO CARMO MARTINS SOBRAL Max de Menezes NEMESIO NEVES BATISTA SALVADOR PEDRO GERALDO PASCUTTI RENATO MARQUES RICARDO BENTES DE AZEVEDO ROBERTO CARLOS DOS SANTOS PACHECO ROSA MARIA VICARI SELMA SIMÕES DE CASTRO SERGIO ROBERTO MARTINS SONIA NAIR BAO Tadeu Fabricio Malheiros WAGNER COSTA RIBEIRO UFPR UNIVALI UFBA UNICAMP UFSC FUFPI UERJ UNEB LNCC FURB UEMS UNISINOS UFRN UNIFEI INPE UFPB/J.P. UFV UFMG UFV UFCG INC UFPE UESC UFSCAR UFRJ UFPR UFSC UFG NI Página 5 de 5
Ficha de Avaliação do Programa
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