CRITÉTIOS DE AVALIAÇÃO DA CAPES
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- Maria dos Santos Gomes Meneses
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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI MINAS GERAIS PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO PROFISSIONAL TECNOLOGIA, AMBIENTE E SOCIEDADE (PPGTAS) CRITÉTIOS DE AVALIAÇÃO DA CAPES MESTRADOS PROFISSIONAIS Quesitos/ Itens Peso Avaliação 1-Proposta do Programa 0% 1.1. Coerência, consistência, abrangência e atualização da(s) área(s) de concentração, linha(s) de atuação, projetos em andamento, proposta curricular com os objetivos do Programa Coerência, consistência e abrangência dos mecanismos de interação efetiva com outras instituições, atendendo a demandas sociais, organizacionais ou profissionais Infraestrutura para ensino, pesquisa e administração 40% Neste item verificou-se a adequação do Programa às diretrizes de interdisciplinaridade. Avaliou-se como o Programa incorpora a interdisciplinaridade como método de produção e formação de recursos humanos, sua exequibilidade e potencial de consolidação. Verifica-se a adequação, coerência, consistência, abrangência e atualização da estrutura curricular, das linhas de atuação e projetos e das áreas de concentração, a integração e articulação entre as mesmas e destas com os objetivos do Programa. Devem estar claros os objetivos, o perfil do público-alvo, a demanda de mercado e a atuação do egresso. O conjunto de atividades, áreas de concentração, linhas e atuação, projetos, disciplinas e ementas, devem atender às características do campo profissional e aos objetivos da modalidade Mestrado Profissional. qualitativa e comparativa entre ps MPs. 20% Examina-se o conjunto de mecanismos de interação com outras instituições e as atividades previstas junto aos respectivos campos profissionais e se estes são efetivos e coerentes para o desenvolvimento desses campos/setores e se estão em consonância com a qualificação do corpo docente. qualitativa. 20% Examina-se a adequação da infraestrutura para a formação profissional interdisciplinar, para o ensino, a pesquisa, a administração, as condições laboratoriais ou de pesquisa de campo, áreas de informática e a biblioteca disponível para o Programa. Atribui-se conceito Muito bom, Bom, Regular,
2 1.4. Planejamento do Programa visando ao atendimento de demandas atuais ou futuras de desenvolvimento nacional, regional ou local, por meio da formação de profissionais capacitados para a solução de problemas e práticas de forma inovadora. 2. Corpo Docente 15% 2.1. Perfil do corpo docente, considerando experiência como pesquisador e/ou profissional, titulação e sua adequação à Proposta do Programa Adequação da dimensão, composição e dedicação dos docentes permanentes para o desenvolvimento das atividades de pesquisa e formação do Programa. qualitativa 20% Este item constitui uma síntese de como o programa se vê, aprecia seu passado e projeta seu futuro. Avalia-se as perspectivas do Programa com vistas a seu desenvolvimento, contemplando os desafios da área na produção e aplicação do conhecimento, seus propósitos na melhor formação de seus alunos, suas metas quanto à inserção sócia e profissional mais rica dos seus egressos conforme os parâmetros da área. qualitativa e comparativa entre os MPs 50% O programa deveria apresentar, de forma equilibrada, corpo docente integrado por doutores, profissionais e técnicos com experiência em pesquisa aplicada ao desenvolvimento e à inovação (conforme o estabelecido no art. 7º da Portaria Normativa MEC nº 17/2009). Foram observados a atuação do Corpo Docente em pesquisa, desenvolvimento e inovação das áreas de concentração do Mestrado Profissional; a experiência em orientação, estabilidade, integração e maturidade técnico-científica da equipe; a distribuição do corpo docente pelas linhas de atuação, estrutura curricular e pelas áreas disciplinares, compatibilidade e integração do corpo docente com a Proposta do Programa. Seguindo o determinado pela Portaria CAPES nº 01/2012, as modificações na composição do corpo docente (definida na Portaria CAPES nº 02/2012), decorrentes dos processos de credenciamento e descredenciamento, deveriam ser apresentadas e justificadas no quesito Proposta do Programa, pois foram objeto de avaliação. Os docentes permanentes não-doutore, com comprovada e pertinente experiência profissional têm sua atuação definida pela Portaria CAPES 17/ % As categorias de docentes no programa devem respeitar as definições estabelecida pela Portaria CAPES nº 02/2012. Observa-se o equilíbrio na composição e na distribuição pelas categorias permanentes, colaboradores e visitantes. A Área recomenda que os programas sejam compostos com um mínimo de 12 docentes permanentes, que as demais categorias, colaboradores e visitantes, não
3 2.3. Distribuição das atividades de pesquisa, projetos e desenvolvimento e inovação e de formação entre os docentes do Programa. 3. Corpo Discente e Trabalhos de Conclusão 3.1. Quantidade de trabalhos de conclusão (MP) aprovados no período e sua distribuição em relação ao corpo discente titulado e ao corpo de superem, juntas, 30% do quadro de docentes permanentes. Os docentes permanentes devem ter majoritariamente, de acordo com as Portarias CAPES nº 01/2012, regime dedicação de 40 horas semanais de trabalho na instituição. Respeitada as exceções previstas na Portaria CAPES nº 01/2012, ao menos 50% do tempo de contrato dos docentes permanentes devem ser dedicados às atividades do programa. A Área recomenda que o corpo docente permanente, tenha, no mínimo, 20 horas de dedicação às atividades de Pós-graduação, que incluem ensino, pesquisa e orientação. A Área recomenda que o número máximo de orientandos por docente permanente não seja superior a oito considerando todos os programas em que participa. Atuação docente foi avaliada levando em consideração a liderança em projetos temáticos; a obtenção de financiamentos; a existência de projetos integradores com participação de docentes de diferentes áreas de origem que atendam a interdisciplinaridade proposta; a relevância da pesquisa nos níveis regional, nacional e internacional, bem como seu impacto na formação de recursos humanos. Examina-se a participação de docentes em projetos de pesquisa científicos e tecnológicos financiados pelo setor industrial ou pela área de política social correspondente. É também considerada a capacidade do corpo docente permanente em estabelecer colaborações técnicos científicas e intercâmbios entre grupos de P, D & I. 30% É validada a distribuição das atividades de ensino, pesquisa, desenvolvimento e orientação entre os docentes permanentes. Considera-se, na distribuição, o envolvimento em atividades de graduação, se pertinente. 30% 30% É verificado se a proporção de trabalhos de conclusão aprovados é adequada e se indicam atuação efetiva do corpo docente na orientação. São tradados de forma diferenciada Programas com turmas intermitentes. Verifica-se a relação entre o número de trabalhos (conforme preconizado no art. 10º da
4 docente do programa Qualidade dos trabalhos de conclusão produzidos por discentes e egressos. Portaria Normativa MEC nº 17/2009) concluídos e o número de docentes do programa. Atribui-se concento Muito Bom, Bom, Regular, 50% Examina-se as publicações em revistas, livros e outros meios de divulgação científica ou técnica. Examina-se também a produção técnica que não foi objeto de publicação dos alunos e egressos. É esperado que o trabalho de conclusão gere produção intelectual ou técnica, com efetiva participação do discente. No caso de situações de sigilo envolvidas do trabalho de conclusão, recomenda-se o fornecimento dessas informações na parte textual do relatório coleta- CAPES. Destaca-se a importância da divulgação e disseminação de conhecimento e inovação resultante da produção científica. Toma-se como ponto de partida os índices de autoria (IndAut: Figura-1) e de participação discente (IndDis: Figura-2) na produção qualificada do programa.
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6 3.3. Aplicabilidade dos trabalhos produzidos. 4. Produção Intelectual 30% 4.1. Publicações qualificadas do Programa por Docente permanente. egressos na produção do programa. A Portaria Normativa MEC Nº 17/2009, permite que o trabalho final de conclusão dos MPs possa ter formato diferente dos tradicionais. Em alguns MPs o discente é um profissional já no mercado de trabalho e o principal resultado é a aplicação, em seu ambiente, do conhecimento adquirido. Assim, a Área avalia qualitativamente o quesito 2 da Ficha dos MPs, buscando a informação não só nos cadernos e planilhas de produção de discentes e egressos, mas também na parte textual da proposta, na página do programa e nos bancos de seus trabalhos finais. Os índices IndAut e IndDis são indicadores quantitativos de apoio na avaliação deste item. A Atribuição final do conceito: Muito Bom, Bom, Regular, Fraco ou Deficiente, é feita com base em análise qualitativa global e comparação entre os MPs. 20% Examina-se a aplicabilidade do trabalho de mestrado desenvolvido junto à empresas, a órgãos públicos ou privados, etc. É importante que o trabalho de conclusão gere aplicação dos seus resultados. Devem ser informados na parte textual do relatório-coleta os principais impactos produzidos, recomendando-se fortemente a utilização de indicadores quantitativos ou qualitativos, tipo antes/depois. Recomenda-se que informações sobre os trabalhos de conclusão e sobre a atuação do egresso, durante pelo menos três anos após sua titulação, sejam disponibilizadas na parte textual do relatório, de maneira objetiva, destacando-se em que condições ele foi aplicado. Deve ser dito com clareza qual o diagnóstico do problema e quais as soluções apontadas, se foram ou não implementadas, por quê, e com que resultados. Atribui-se conceito Muito Bom, Bom, Regular ou Deficiente, com base em análise qualitativa e comparativa entre os MPs. 40% A média anual da produção intelectual do programa em periódicos é calculada tendo como referência o Sistema Qualis da Área Interdisciplinar. São determinados dois índices: 1) no IndArtProg é calculada a média anual do número de artigos publicados em periódicos pelos docentes permanentes; 2) no IndArtDP é calculada a média anual da produção dos docentes permanentes em artigos utilizando o número de autoriais. Os índices IndArtProg e IndArtDP são obtifos pela
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8 INDPROD = IndArtProg + IndLiv + IndCap Os índices IndArtProg, IndLiv e IndCap por programa são apresentados na planilha Dados de Produção Intelectual dos Programas. As produções técnica e tecnológica (IndTec) e em trabalhos completos em eventos (IndEve) foram analisadas qualitativamente caso a caso, considerando os objetivos e linhas de atuaçõa dos programas. As produções artísticas foram avaliadas empregando o Qualis da Área de Artes/Música. A produção do programa veiculada em livros e capítulos e capítulos de livros é baseada na avaliação física dos mesmos, realizada pelos consultores da Área, que classificam livros nos estratos L1 a L4 e capítulos nos estratos C1 e C4. O roteiro de classificação e a pontuação correspondente e a pontuação correspondente a cada estrato são definidos no Documento de Área. O índice de produção médio anual em livros do programa, publicados por docente permanentemente, é dado por: IndLiv = (2,0*L4+1,5*L3+1,0*L2+0,5*L1) / (número de docentes permanentes) Onde L4, L3, L2, L1 correspondem ao número de livros publicados nestes estratos, que é multiplicado pelos pesos dos respectivos estratos. O índice de produção médio anual em capítulos do programa, publicados pelos docentes permanentes, é dado por: IndCap = (1,00*C4+0,75/C3+0,5*C2+0,25*C1) / (número de docentes permanentes) Onde C4, C3, C2, C1 correspondem ao número de capítulos publicados, respectivamente, em livros classificados nos estratos L4, L3, L2, L1, que é multiplicado pelos pesos respectivos. No cálculo do IndCap, a pontuação total dos capítulos em um mesmo livro não ultrapassa a pontuação que receberia a obra completa.
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10 4.2. Produção artística, técnica, patentes, inovações e outras produções consideradas relevantes. linhas de pesquisa do programa na Área. Foram desconsideradas, por determinação do CTC-ES, publicações nas revistas excluídas dos JCR. Em todos esses casos, comentários a respeito foram feitos nas respectivas fichas de avaliação. 20% Nesse item são avaliadas as produções artísticas, técnica, patentes, inovações e outras produções consideradas relevantes, que incluem: publicações técnicas para organismos internacionais, nacionais, estaduais ou municipais (livros); artigos publicados em periódicos técnicos; participação em comitês técnicos internacionais, nacionais, estaduais ou municipais; editoria de periódicos técnicos como editor científico, associado ou revisor; elaboração de protocolos, normas ou programas, consultoria ou assessoria técnica; produtos técnicos; protótipos; patentes; cursos de aperfeiçoamento; capacitação ou especialização para profissionais da área. Considera-se o vínculo com a Proposta do Programa, com suas Áreas de Concentração, Linhas de Pesquisa ou Atuação e Projetos, e a coautoria discente (teses e dissertações que geraram esses produtos). A Área considerada que a avaliação da produção técnica deve enfatizar o benefício que a mesma está trazendo para a formação de recursos humanos no nível de pós-graduação, no contexto do programa, bem como seu impacto social. O índice de produção técnica médio anual dos docentes permanentes, calculado para os MPs na Figura-4, é dodo por: IndTec = (2,0*T4+1,5*T3+1,0*T2+0,5*T1) / (número de docentes permanentes) 4.3. Distribuição da produção científica e técnica ou artística em relação ao corpo docente permanente em que cada produto dessa natureza em cada estrato vem multiplicado pelo peso respectivo. Programas profissionais que enviaram informações adicionais sobre produção técnica ou tecnológica tiveram essa produção avaliada em detalhe e, quando pertinente, pontuada se condizente com objetivos e atuação do programa. Admitiu-se pontuação no estrato inferior até o limite de 40% do INPROD. quali/quantitativa e comparativa entre os Mps. 20% A produção qualificada do programa, contabilizada no INPROD, e a produção geral analisada no item 4.2, devem estar distribuídas equitativamente por pelo meno 50% do quadro docente permanente.
11 do programa 4.4. Articulação da produção artística, técnica e científica entre si e com a proposta do programa. 5. Inserção Social 25% qualitativa e comparativa entre os programas. Programas com produção qualificada concentrada em menos de 50% dos docentes permanentes recebem conceito Fraco ou Deficiente nesse item. 20% Considera-se a articulação entre a produção artística, técnica e a publicação científica qualificada com a Proposta do Programa, objetivos, Áreas de Concentração, Linhas de Pesquisa e Projetos. qualitativa e comparativa entre os Mps. 5.1.Impacto do Programa. 40% É avaliado se a formação de recursos humanos qualificados para a sociedade busca atender os objetivos definidos para a modalidade Mestrado Profissional, contribuindo para o desenvolvimento dos discentes envolvidos no projeto, das organizações públicas ou privadas e da sociedade. É aferido o atendimento obrigatório de uma ou mais dimensões de impacto (social, educacional, ambiental, cultural, artístico e legal, entre outras), nos níveis local, regional ou nacional. Não se espera que os Programas atendam a todos eles, cada um tendo sua própria especificidade. Entretanto, a inserção e interação com o respectivo setor externo / social é indispensável no caso de um Programa Profissional, e deve produzir resultados relevantes que possam ser objetivamente descritos e apreciados. a) Impacto social: formação de recursos humanos qualificados para a Administração Pública ou a sociedade que possam contribuir para o aprimoramento gestão pública e a redução da dívida social, ou para a formação de um público que faça uso dos recursos da ciência e do conhecimento do melhoramento das condições de vida da população e na resolução dos mais importantes problemas sociais do Brasil. b) Impacto educacional: contribuição para a melhoria da educação básica e superior, o ensino técnico/profissional e para o desenvolvimento de propostas inovadoras de ensino. c) Impacto tecnológico: contribuição para o desenvolvimento loca, regional e/ou nacional destacando os avanços gerados no setor empresarial; disseminação de técnicas e de conhecimentos. d) Impacto econômico: contribuição para maior
12 5.2. Integração e cooperação com outros Cursos/Programas com vistas ao desenvolvimento da pós-graduação Integração e cooperação com organizações e/ou eficiência nas organizações públicas ou privadas, tanto de forma direta como indireta. e) Impacto sanitário: contribuição para formação de recursos humanos para a gestão sanitária bem como na formulação de políticas específicas da área da Saúde. f) Impacto cultural: contribuição para a formação de recursos humanos qualificados para o desenvolvimento cultural, formulando políticas culturais e ampliando o acesso à cultura e ao conhecimento. g) Impacto artístico: contribuição para a formação de recursos humanos qualificados para o desenvolvimento artístico, formulando propostas e produtos inovadores. h) Impacto profissional: contribuição para a formação de profissionais que possam introduzir mudanças na forma como vem sendo exercida a profissão, com avanços reconhecidos pela categoria profissional. i) Impacto legal: contribuição para a formação de profissionais que possam aprimorar procedimentos e a normatização na área jurídica, em particular entre os operadores do Direito com resultados aplicáveis na pática forense. j) Outros impactos considerados pertinentes pela Área: poderão ser incluídas outras dimensões de impacto consideradas relevantes e pertinentes, respeitando suas especificidades e dinamismos, e que não foram contempladas na lista acima. 20% Avalia-se a participação em projetos de cooperação e intercâmbio com outros programas, dentro das modalidades de Profissional. Considera-se, particularmente, a participação em projetos de cooperação entre Cursos/Programas com níveis de consolidação diferentes, voltados para a inovação, pesquisa, desenvolvimento da pós-graduação ou desenvolvimento econômico, tecnológico e/ou social, particularmente em locais com menor capacitação científica ou tecnológica. qualitativa e comparativa entre os Mps. 20% Avalia-se a participação em convênios ou programas de cooperação com organizações, conselhos, corporações profissionais e instituições setoriais,
13 instituições setoriais relacionados à área de conhecimento do Programa, com vistas ao desenvolvimento de novas soluções, práticas, produtos ou serviços nos ambientes profissional e/ou acadêmico Divulgação e transparência das atividades e da atuação do Programa. voltadas para a inovação na pesquisa, o avanço da pós-graduação ou desenvolvimento tecnológico, econômico e/ou social no respectivo setor ou região; a abrangência e quantidade de organizações/instituições a que estão vinculados os alunos; a introdução de novos produtos ou serviços (educacionais, tecnológicos, diagnósticos, etc.), no âmbito do Curso, que contribuam para o desenvolvimento local, regional ou nacional. 20% A divulgação sistemática do Curso, atualizada, poderá ser realizada de diversas formas, com ênfase na manutenção de página na internet. Entre outros itens, é importante a descrição pública de objetivos, estrutura curricular, critérios de seleção de alunos, corpo docente, produção técnica, científica ou artística dos docentes e alunos, financiamentos recebidos de agências públicas de fomento e de entidades privadas, parceiras institucionais, difusão do conhecimento relevante e de boas práticas profissionais, entre outros. A procura de candidatos pelo Curso pode ser considerada desde que relativizada pelas especificidades regionais e de campo de atuação. Examina-se a divulgação dos trabalhos finais, resguardadas as situações em que o sigilo deve ser preservado (Art. 2º da Portaria CAPES nº 13/2006).
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