DISCIPLINA: GCS 104 1ª AULA PRÁTICA DECLIVIDADE DE TERRENOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DISCIPLINA: GCS 104 1ª AULA PRÁTICA DECLIVIDADE DE TERRENOS"

Transcrição

1 DISCIPLINA: GCS 104 1ª AULA PRÁTICA DECLIVIDADE DE TERRENOS Professor Geraldo C. de Oliveira Professor Jose M. de Lima II SEMESTRE/2011

2 N PRÁTICA 1ª Apresentação do conteúdo prático de Conservação do Solo e da Água. Determinação da declividade, apresentação de equipamentos, importância da determinação e exercícios em sala de aula 2ª Determinação da declividade prática de campo 3ª Práticas mecânicas de controle da erosão: terraceamento espaçamento entre terraços 4ª Locação de terraços em nível e em gradiente simulação em sala de aula 5ª Locação de terraços em nível e em gradiente prática de campo 6ª Estimativa do volume de enxurrada e dimensionamento de canais de terraços em nível. Conservação de estradas rurais. 7ª Estimativa do volume de enxurrada e dimensionamento de canais de terraços em gradiente 8ª Classificação de Terras no Sistema de Capacidade de Uso - exercícios

3 Materiais para a

4 Agenda a 1 ª Aula Introdução Classificação de relevo e relação com erosão Determinação da Declividade de glebas de terras Princípios Aparelhos utilizados Exercícios Discussão sobre tema atual que depende do conhecimento adquirido

5 CLASSIFICAÇAO DE RELEVO RELEVO DECLIVIDADE % PLANO 0 3 SUAVE ONDULADO 3 8 ONDULADO 8 20 FORTE ONDULADO MONTANHOSO ESCARPADO > 75 OBS - procurar na internet imagens que relacionam declividade, relevo, classe de solo, manejo de solo e erosão. Fonte EMBRAPA SISTEMA BRASILEIR0 DE CLASSIFICAÇAO DE SOLOS, PAG. 307.

6 DECLIVIDADE DO TERRENO EH D = EV/EH a EV D (%) = (EV/EH) * 100 tan a = EV/EH D (%) = tan a * 100

7 Equipamentos utilizados na determinação da declividade

8 1,8 a 2 m Níveis tipo pé-de-galinha 4 m Nível de borracha 10 a 20 m CSO-105: AULA PRÁTICA 1/2 - PROF. JOSÉ LIMA 2

9 EV 1 EV 2 EV = EV 1 + EV 2 + EV 3 + EV 4 EV 3 EV 4 EV = L 1 L 2 L 1 L 2 EH CSO-105: AULA PRÁTICA 1/2 - PROF. JOSÉ LIMA 3

10 Aparelhos para Determinação da Declividade Clinômetro tipo Abney Clinômetro tipo Bússola Nível Ótico CSO-105: AULA PRÁTICA 1/2 - PROF. JOSÉ LIMA 4 Nível Laser

11 altura do olho do observador D = 7% D = CSO-105: AULA PRÁTICA 1/2 - PROF. JOSÉ LIMA 5

12 SS SM SI d a c b h D A B C S D/d = S/h D = S d/h d/h = K = 100 S = SS-SI D = (SS - SI) 100 S M I S MI CSO-105: AULA PRÁTICA 1/2 - PROF. JOSÉ LIMA 6

13 Exercícios sobre Determinação da Declividade 1 - Calcular a declividade de um terreno para 6 leituras com nível pé-de-galinha, com as leituras de EV (parciais) 35, 32, 26, 28, 29 e 31 cm, sendo o comprimento do pe- de-galinha igual a 3 metros. 2 - Calcular a declividade de um terreno onde as leituras inferior e superior do nível ótico foram 50 e 60 cm (para o ponto 1) e 250 e 374 cm ( para o ponto 2), com o aparelho entre os dois pontos de leitura. 3 - Transformar a inclinação de 25 graus em % de declive. 4 - A declividade avaliada com nível de borracha foi de 8%. Sendo o nível de borracha de comprimento igual a 12 metros, qual é a diferença de nível entre um ponto e outro no terreno. CSO-105: AULA PRÁTICA 1/2 - PROF. JOSÉ LIMA 7

14 Tema atual relacionado com os conhecimentos adquiridos

15 LEGISLAÇAO Código Florestal Brasileiro: áreas em topos de morros ou com inclinação acima dos 45º devem ser preservadas. Os dispositivos da Resolução que tratam de APP de 'topo de morro' e 'linha de cumeada' são: Art. 2 Para os efeitos desta Resolução, são adotadas as seguintes definições: [...] IV - morro: elevação do terreno com cota do topo em relação a base entre cinqüenta e trezentos metros e encostas com declividade superior a trinta por cento (aproximadamente dezessete graus) na linha de maior declividade; V - montanha: elevação do terreno com cota em relação a base superior a trezentos metros; Boa discussao

16 Art. 3 Constitui Área de Preservação Permanente a área situada: [...] V - no topo de morros e montanhas, em áreas delimitadas a partir da curva de nível correspondente a dois terços da altura mínima da elevação em relação a base; VI - nas linhas de cumeada, em área delimitada a partir da curva de nível correspondente a dois terços da altura, em relação à base, do pico mais baixo da cumeada, fixando-se a curva de nível para cada segmento da linha de cumeada equivalente a mil metros;

17

18

19 FONTE: SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE DE SP 6_Agua%20e%20Floresta/20063_DelimitacaoAPP.pdf

20 Como calcular declividade do terreno usando mapa planialtimetrico OBS - Informações detalhadas em sala de aula pratica

21 Fonte -

22

RESOLUÇÃO Nº 303, DE 20 DE MARÇO DE 2002. (D.O.U. de 13/05/02) Dispõe sobre parâmetros, definições e limites de Áreas de Preservação Permanente.

RESOLUÇÃO Nº 303, DE 20 DE MARÇO DE 2002. (D.O.U. de 13/05/02) Dispõe sobre parâmetros, definições e limites de Áreas de Preservação Permanente. RESOLUÇÃO Nº 303, DE 20 DE MARÇO DE 2002 (D.O.U. de 13/05/02) Dispõe sobre parâmetros, definições e limites de Áreas de Preservação Permanente. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

Apps de Topo de Morro. Ministério Público de São Paulo CAO Cível e de Tutela Coletiva

Apps de Topo de Morro. Ministério Público de São Paulo CAO Cível e de Tutela Coletiva Apps de Topo de Morro Ministério Público de São Paulo CAO Cível e de Tutela Coletiva Funções Ambientais das Áreas de Preservação Permanente (espaço territorial especialmente protegido: art.225 CF; Lei

Leia mais

Análise Topo de Morro Área de estudo 2. Dennis Bernardi AMS Associação Mineira de Silvicultura CENIBRA Celulose Nipo-Brasileira S/A

Análise Topo de Morro Área de estudo 2. Dennis Bernardi AMS Associação Mineira de Silvicultura CENIBRA Celulose Nipo-Brasileira S/A Análise Topo de Morro Área de estudo 2 Dennis Bernardi AMS Associação Mineira de Silvicultura CENIBRA Celulose Nipo-Brasileira S/A Área de Estudo Coordenadas: 38 49'0"W / 4 15'0"S 38 55'0"W / 4 20'0"S

Leia mais

TOPO DE MORRO NA RESOLUÇÃO CONAMA Nº 303

TOPO DE MORRO NA RESOLUÇÃO CONAMA Nº 303 TOPO DE MORRO NA RESOLUÇÃO CONAMA Nº 303 Sérgio Cortizo 1 5 de agosto de 2.007 RESUMO: É apresentada uma interpretação matemática da Resolução CONAMA nº 303 no que diz respeito à demarcação das Áreas de

Leia mais

Prof. Charles Alessandro Mendes de Castro

Prof. Charles Alessandro Mendes de Castro ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE -NOVO CÓDIGO FLORESTAL MINEIRO LEI 20922/13 Prof. Charles Alessandro Mendes de Castro ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE(APPs) ART. 8º - São aquelas cobertas ou não por vegetação

Leia mais

BR 116/RS Gestão Ambiental. Oficina para Capacitação em Gestão Ambiental

BR 116/RS Gestão Ambiental. Oficina para Capacitação em Gestão Ambiental BR 116/RS Gestão Ambiental Programa de Apoio às Prefeituras Municipais Oficina para Capacitação em Gestão Ambiental Novo Código Florestal Inovações e aspectos práticos STE Serviços Técnicos de Engenharia

Leia mais

O Código Florestal, Mudanças Climáticas e Desastres Naturais em Ambientes Urbanos

O Código Florestal, Mudanças Climáticas e Desastres Naturais em Ambientes Urbanos O Código Florestal, Mudanças Climáticas e Desastres Naturais em Ambientes Urbanos Carlos A. Nobre Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento - SEPED Ministério de Ciência, Tecnologia

Leia mais

Avaliação da ocupação e uso do solo na Região Metropolitana de Goiânia GO.

Avaliação da ocupação e uso do solo na Região Metropolitana de Goiânia GO. Avaliação da ocupação e uso do solo na Região Metropolitana de Goiânia GO. Marcos Vinícius Alexandre da SILVA Instituto de Estudos Sócio-Ambientais - IESA/UFG Mestrando em Geografia [email protected]

Leia mais

NOVO CÓDIGO FLORESTAL: IMPLICAÇÕES E MUDANÇAS PARA A REALIDADE DO PRODUTOR DE LEITE BRASILEIRO

NOVO CÓDIGO FLORESTAL: IMPLICAÇÕES E MUDANÇAS PARA A REALIDADE DO PRODUTOR DE LEITE BRASILEIRO NOVO CÓDIGO FLORESTAL: IMPLICAÇÕES E MUDANÇAS PARA A REALIDADE DO PRODUTOR DE LEITE BRASILEIRO Enio Resende de Souza Eng. Agr. M.Sc. Manejo Ambiental / Coordenador Técnico / Meio Ambiente Gestão do Produto

Leia mais

REPRESENTAÇÃO TOPOGRÁFICA DO TERRENO

REPRESENTAÇÃO TOPOGRÁFICA DO TERRENO REPRESENTÇÃO TOPOGRÁFIC DO TERRENO GEOMÁTIC - 5ª aula Representação do relevo por curvas de nível Medição de distâncias, áreas e volumes em cartas REPRESENTÇÃO DO RELEVO POR CURVS DE NÍVEL E = 0 m E =

Leia mais

Horário de Aulas Fundamental II

Horário de Aulas Fundamental II Infantil - Fundamental - Médio Horário de Aulas Fundamental II 1ª AULA 7H10 ÀS 8H 2ª AULA 8H ÀS 8H50 3ª AULA 8H50 ÀS 9H40 INTERVALO 9H40 ÀS 10H 4ª AULA 10H ÀS 10H50 5ª AULA 10H50 ÀS 11H40 6ª AULA 11H40

Leia mais

HIDROLOGIA AULA 02. 5 semestre - Engenharia Civil. Profª. Priscila Pini [email protected]

HIDROLOGIA AULA 02. 5 semestre - Engenharia Civil. Profª. Priscila Pini prof.priscila@feitep.edu.br HIDROLOGIA AULA 02 5 semestre - Engenharia Civil Profª. Priscila Pini [email protected] 1. Bacia hidrográfica DEFINIÇÃO É a área de captação natural dos fluxos de água originados a partir da

Leia mais

ORIENTAÇÃO. Para a orientação recorremos a certas referências. A mais utilizada é a dos pontos cardeais: Norte Sul Este Oeste

ORIENTAÇÃO. Para a orientação recorremos a certas referências. A mais utilizada é a dos pontos cardeais: Norte Sul Este Oeste 1 ORIENTAÇÃO A orientação é o processo que permite determinar a nossa posição na superfície terrestre e a direcção a tomar para atingirmos um local para onde nos queiramos dirigir. Para a orientação recorremos

Leia mais

Projeto de Revitalização da Microbacia do Rio Abóboras Bacia Hidrográfica São Lamberto

Projeto de Revitalização da Microbacia do Rio Abóboras Bacia Hidrográfica São Lamberto Projeto de Revitalização da Microbacia do Rio Abóboras Bacia Hidrográfica São Lamberto Autores: Emílio Rodrigues Versiani Junior 1 Geraldo Aristides Rabelo Nuzzi Andréa Rodrigues Fróes Resumo O Projeto

Leia mais

Disciplina: Topografia II

Disciplina: Topografia II Curso de Graduação em Engenharia Civil Prof. Guilherme Dantas Fevereiro/2014 Disciplina: Topografia II O relevo da superfície terrestre é uma feição contínua e tridimensional. Existem diversas maneiras

Leia mais

Protocolo de Instalação de Parcelas Terrestres

Protocolo de Instalação de Parcelas Terrestres MATERIAL NECESSÁRIO GPS Clinômetro Barbante plástico Vara para suporte do clinômetro e vara alvo (Figura 1) Cano para apoiar bússola Jogo de marcador alfa-numérico Trena de 10 metros Tubos de PVC ½ marrom

Leia mais

CAPÍTULO 1 PLANO DE MANEJO FLORESTAL

CAPÍTULO 1 PLANO DE MANEJO FLORESTAL CAPÍTULO 1 PLANO DE MANEJO FLORESTAL 2 Manual para Produção de Madeira na Amazônia APRESENTAÇÃO O plano de manejo pode ser organizado em três etapas. 1 Na primeira, faz-se o zoneamento ou divisão da propriedade

Leia mais

LEVANTAMENTO AMBIENTAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO DE REDES RURAIS

LEVANTAMENTO AMBIENTAL PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE EXTENSÃO DE REDES RURAIS Página 1 de 6 Treinamento Recomendado: - formal - leitura (sem necessidade de manter em registro) Controle de Revisão Revisão Data Item Descrição das Alterações - 27/02/2004 - Emissão inicial A 20/05/2005

Leia mais

ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - APP -

ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - APP - ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE - APP - Área de Preservação Permanente - APP (definição do Código Florestal-Lei 4771/65) Área protegida nos termos dos arts. 2º e 3º desta Lei, COBERTA OU NÃO POR VEGETAÇÃO

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 368, DE 2012

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 368, DE 2012 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 368, DE 2012 Altera a Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, para dispor sobre as Áreas de Preservação Permanentes em áreas urbanas. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Leia mais

Experimento. Guia do professor. Curvas de nível. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação

Experimento. Guia do professor. Curvas de nível. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação geometria e medidas Guia do professor Experimento Curvas de nível Objetivos da unidade 1. Desenvolver experimentalmente a ideia de projeção ortogonal; 2. Aprimorar a capacidade de visualização e associação

Leia mais

-essa definição irá abranger mais de 90% das propriedades rurais brasileiras, as quais serão desobrigadas de restaurar as suas Reservas Legais.

-essa definição irá abranger mais de 90% das propriedades rurais brasileiras, as quais serão desobrigadas de restaurar as suas Reservas Legais. Tabela As mudanças mais sérias propostas pelo projeto de lei (PLC 30/2011) que visa alterar o Código Florestal atual, aprovadas em dezembro de 2011 pelo Senado Federal, e suas consequências comentadas.

Leia mais

E qual é a nossa realidade???

E qual é a nossa realidade??? E qual é a nossa realidade??? Área urbana invadindo a beira de rio MUNIC 2012 - Dos 366 municípios que declararam sofrer problemas de deslizamento de terra, 25% também declararam ter como causa da degradação

Leia mais

Cadastro Ambiental Rural e Programa de Regularização Ambiental

Cadastro Ambiental Rural e Programa de Regularização Ambiental Cadastro Ambiental Rural e Programa de Regularização Ambiental Segundo a Lei Federal 12.651/2012 e Decreto Federal 7.830/2012 ESALQ Março/Abril de 2014 Caroline Vigo Cogueto Centro de Monitoramento e Avaliação

Leia mais

Bacia Hidrográfica Precipitação Infiltração Escoamento

Bacia Hidrográfica Precipitação Infiltração Escoamento UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL Bacia Hidrográfica Precipitação Infiltração Escoamento Rávila Marques de Souza Mestranda em Engenharia do Meio Ambiente Setembro 2012 Bacia Hidrográfica

Leia mais

Módulo fiscal em Hectares 20 10 16 12

Módulo fiscal em Hectares 20 10 16 12 CÓDIGO FLORESTAL COMO SE REGULARIZAR O QUE É CÓDIGO FLORESTAL? O Código é uma lei que estabelece limites e obrigações no uso da propriedade,, que deve respeitar a vegetação existente na terra, considerada

Leia mais

Planeamento de uma Linha Eléctrica

Planeamento de uma Linha Eléctrica Introdução aos Computadores e à Programação 006/007, º Semestre 1º Trabalho de OCTAVE Planeamento de uma Linha Eléctrica Introdução Pretende-se instalar uma linha eléctrica entre as localidades de Aldeia

Leia mais

Levantamento. Levantamento altimétrico:

Levantamento. Levantamento altimétrico: Levantamento planimétrico trico: projeção plana que não traz informações acerca do relevo do terreno levantado; somente acerca de informações relativas à medições feitas na horizontal. Levantamento altimétrico:

Leia mais

Encargos Financeiros 2016. Program a de Pó s - Gr adu ação La to Se ns u da FGV DIREIT O SP ( GV law)

Encargos Financeiros 2016. Program a de Pó s - Gr adu ação La to Se ns u da FGV DIREIT O SP ( GV law) Encargos Financeiros 2016 Programa de Pós-Graduação Lato Sensu da DIREITO GV (GVlaw) Valores dos cursos de 32 horas (para ingressantes no 1º semestre de 2016): R$ 3.045,00 (três mil e quarenta e cinco

Leia mais

Lei 12.651/2012. Prof. Dr. Rafaelo Balbinot Departamento. de Eng. Florestal UFSM Frederico Westphalen

Lei 12.651/2012. Prof. Dr. Rafaelo Balbinot Departamento. de Eng. Florestal UFSM Frederico Westphalen Lei 12.651/2012 Prof. Dr. Rafaelo Balbinot Departamento. de Eng. Florestal UFSM Frederico Westphalen Considerações Padrão Legal X Padrão de Qualidade Capacitação para aplicação da lei Análise individual

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA. II Seminário Estadual de Saneamento Ambiental

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA. II Seminário Estadual de Saneamento Ambiental MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SANTA CATARINA II Seminário Estadual de Saneamento Ambiental Regularização fundiária em áreas de preservação permanente APPs em zona urbana: uma proposta de gestão ALEXANDRE

Leia mais

BACIA HIDROGRÁFICA OU BACIA DE DRENAGEM

BACIA HIDROGRÁFICA OU BACIA DE DRENAGEM BACIA HIDROGRÁFICA OU BACIA DE DRENAGEM Constituída pelo conjunto de superfícies que, através de canais e tributários, drenam a água da chuva, sedimentos e substâncias dissolvidas para um canal principal

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS - ESALQ / USP LEB 340 - Topografia e Geoprocessamento I Prof. Rubens Angulo Filho 1º Semestre de 2015

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE BIOSSISTEMAS - ESALQ / USP LEB 340 - Topografia e Geoprocessamento I Prof. Rubens Angulo Filho 1º Semestre de 2015 Trabalho prático nº 01: Levantamento à Trena 1) Material: a) trena de 20,0m; b) 3 balizas; c) 4 fichas; d) GPS de navegação 2) Método: A medição dos alinhamentos, no campo, será executada por 3 balizeiros

Leia mais

MENSURAÇÃO DO VALOR JUSTO NBC TG 46. Como implementá-lo nas empresas?

MENSURAÇÃO DO VALOR JUSTO NBC TG 46. Como implementá-lo nas empresas? MENSURAÇÃO DO VALOR JUSTO NBC TG 46 Como implementá-lo nas empresas? DETERMINAÇÃO DO VALOR JUSTO É o valor, baseado no mercado, que seria recebido pela venda de um ativo ou que seria pago pela transferência

Leia mais

Cadastro Ambiental Rural CAR

Cadastro Ambiental Rural CAR Cadastro Ambiental Rural CAR LEGISLAÇÃO Lei Federal nº 12.651/2012 Código Florestal Brasileiro; Lei Estadual n.º 20.922/2013 - Dispõe sobre as políticas florestal e de proteção à biodiversidade no Estado

Leia mais

Componente curricular: Topografia e Cartografia. Curso: Técnico em Agroecologia Professor: Janice Regina Gmach Bortoli

Componente curricular: Topografia e Cartografia. Curso: Técnico em Agroecologia Professor: Janice Regina Gmach Bortoli Componente curricular: Topografia e Cartografia Curso: Técnico em Agroecologia Professor: Janice Regina Gmach Bortoli 1. Introdução a Topografia. 1.1. Definição. Como seria uma cidade se os donos de propriedades

Leia mais

LISTA DE MATERIAL 1º ANO 2012. 1 estojo com 2 (dois) lápis pretos; 1 (uma) borracha, 1 (um) apontador, lápis de cor e uma régua de

LISTA DE MATERIAL 1º ANO 2012. 1 estojo com 2 (dois) lápis pretos; 1 (uma) borracha, 1 (um) apontador, lápis de cor e uma régua de LISTA DE MATERIAL 1º ANO 2012 1 pasta com elástico Inglês 1 estojo com 2 (dois) lápis pretos; 1 (uma) borracha, 1 (um) apontador, lápis de cor e uma régua de 15 cm 1 caderno de desenho grande (espiral

Leia mais

ÓPTICA GEOMÉTRICA ÓPTICA REFLEXÃO MEIOS DE PROPAGAÇÃO DA LUZ CORPOS TRANSPARENTES CORPOS TRANSLÚCIDOS CORPOS OPACOS

ÓPTICA GEOMÉTRICA ÓPTICA REFLEXÃO MEIOS DE PROPAGAÇÃO DA LUZ CORPOS TRANSPARENTES CORPOS TRANSLÚCIDOS CORPOS OPACOS 12. Num calorímetro de capacidade térmica 8,0 cal/ o C inicialmente a 10º C são colocados 200g de um líquido de calor específico 0,40 cal/g. o C. Verifica-se que o equilíbrio térmico se estabelece a 50º

Leia mais

Embasamento técnico de projetos de conservação do solo para atendimento da legislação. Isabella Clerici De Maria Instituto Agronômico

Embasamento técnico de projetos de conservação do solo para atendimento da legislação. Isabella Clerici De Maria Instituto Agronômico Embasamento técnico de projetos de conservação do solo para atendimento da legislação Isabella Clerici De Maria Instituto Agronômico Áreas Agrícolas Diferentes situações Aspectos que devem ser vistos em

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS IFSULDEMINAS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUL DE MINAS GERAIS IFSULDEMINAS HORÁRIO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO - 2 PERÍODO 2015/2º SEMESTRE 13:00 13:45 13:45 14:30 14:30 15:15 15:15 15:30 15:30 16:15 16:15 17:00 As aulas de sexta-feira começam às 12h30 e terminam às 16h30.

Leia mais

LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 003/2007

LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 003/2007 LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 003/2007 DISPÕE SOBRE O PLANO VIÁRIO DO MUNICÍPIO DE GOIOERÊ EM CONFORMIDADE COM A LEI MUNICIPAL COMPLEMENTAR Nº 001/2007 LEI DO PLANO DIRETOR, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A

Leia mais

AQUISIÇÃO DE DADOS. Topografia. Prof. Luciene Delazari Grupo de Pesquisa em Cartografia e SIG da UFPR SIG aplicado ao Meio Ambiente 2011

AQUISIÇÃO DE DADOS. Topografia. Prof. Luciene Delazari Grupo de Pesquisa em Cartografia e SIG da UFPR SIG aplicado ao Meio Ambiente 2011 AQUISIÇÃO DE DADOS Prof. Luciene Delazari Grupo de Pesquisa em Cartografia e SIG da UFPR SIG aplicado ao Meio Ambiente 2011 Topografia 1.1. Conceitos 1.2. Elementos da Planta Topográfica 1.3. Estudo das

Leia mais

ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LEB 1440 HIDROLOGIA E DRENAGEM Prof. Fernando Campos Mendonça

ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LEB 1440 HIDROLOGIA E DRENAGEM Prof. Fernando Campos Mendonça Hidrologia e Drenagem Aula 2 1 ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ ESALQ/USP LEB 1440 HIDROLOGIA E DRENAGEM Prof. Fernando Campos Mendonça SISTEMA DE DRENAGEM E PRECIPITAÇÕES (PARTE 1) 1) Sistema

Leia mais

decreto n.56.500, de 09.12.2010

decreto n.56.500, de 09.12.2010 Page 1 of 5 DECRETO Nº 56.500, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2010 Cria o Parque Estadual Restinga de Bertioga e dá providências correlatas ALBERTO GOLDMAN, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições

Leia mais

DELIMITAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE, POR MEIO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS (SIG)

DELIMITAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE, POR MEIO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS (SIG) DELIMITAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE, POR MEIO DE UM SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS (SIG) Thomaz Corrêa e Castro da Costa 1 Marília Gonçalves de Souza 1 Ricardo Seixas Brites

Leia mais

Aula 6 Derivadas Direcionais e o Vetor Gradiente

Aula 6 Derivadas Direcionais e o Vetor Gradiente Aula 6 Derivadas Direcionais e o Vetor Gradiente MA211 - Cálculo II Marcos Eduardo Valle Departamento de Matemática Aplicada Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica Universidade Estadual

Leia mais

Aula 18 PERFIL TOPOGRÁFICO: TIPOS DE RELEVO. Antônio Carlos Campos

Aula 18 PERFIL TOPOGRÁFICO: TIPOS DE RELEVO. Antônio Carlos Campos Aula 18 PERFIL TOPOGRÁFICO: TIPOS DE RELEVO META Apresentar perfis topográficos, mostrando as principais formas geomorfológicas. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: identificar os principais

Leia mais

APÊNDICE H-DIAGNÓSTICO FÍSICO- CONSERVACIONISTA

APÊNDICE H-DIAGNÓSTICO FÍSICO- CONSERVACIONISTA APÊNDICE H-DIAGNÓSTICO FÍSICO- CONSERVACIONISTA O DFC tem por objetivo determinar o estado de deterioração ou de conservação de uma região. É levado a efeito, correlacionando-se uma série de parâmetros

Leia mais

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados Projeto e Dimensionamento de de Estruturas metálicas e mistas de de aço e concreto MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados 1 nas Estruturas segundo a NBR

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS ESUDA Associação Recifense de Educação e Cultura

FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS ESUDA Associação Recifense de Educação e Cultura EDITAL CURSO DE FÉRIAS 2015.1 O Diretor da FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS ESUDA, no uso de suas atribuições, torna público as normas e o calendário para inscrição e realização do Curso de Férias 2º / 2014.

Leia mais

TOPOGRAFIA INTRODUÇÃO

TOPOGRAFIA INTRODUÇÃO TOPOGRAFIA INTRODUÇÃO Prof. Dr. Daniel Caetano 2013-1 Objetivos Conhecer o professor e o curso Importância do ENADE Iniciação Científica Importância da Topografia Conhecer mais sobre a Terra O que é topografia

Leia mais

PCS 502 CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA PROF. MARX LEANDRO NAVES SILVA

PCS 502 CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA PROF. MARX LEANDRO NAVES SILVA PCS 502 CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA Aula 8 - DECLIVIDADE DO SOLO. - CONCEITOS E DEFINIÇÕES DE TERRAÇOS. - CÁLCULO DO ESPAÇAMENTO ENTRE TERRAÇOS. - LOCAÇÃO DE TERRAÇOS. - CONSTRUÇÃO DE TERRAÇOS. PROF.

Leia mais

Código da Disciplina CCE0047. e-mail: [email protected] http://cleliamonasterio.blogspot.com/

Código da Disciplina CCE0047. e-mail: prof.clelia.fic@gmail.com http://cleliamonasterio.blogspot.com/ Código da Disciplina CCE0047 e-mail: [email protected] http://cleliamonasterio.blogspot.com/ AULA 4 PLANTA BAIXA Representação de projetos de arquitetura NBR- 6492: REPRESENTAÇÃO DE ELEMENTOS CONSTRUTIVOS:

Leia mais

LAUDO DE VISTORIA TÉCNICA DO PORTO DO CHIBATÃO MANAUS - AM

LAUDO DE VISTORIA TÉCNICA DO PORTO DO CHIBATÃO MANAUS - AM LAUDO DE VISTORIA TÉCNICA DO PORTO DO CHIBATÃO MANAUS - AM Manaus 28 de Outubro de 2010 LAUDO DE VISTORIA TÉCNICA DO PORTO CHIBATÃO MANAUS (AM) 1. INTRODUÇÃO Por solicitação do Ministério Público do Estado

Leia mais

Formas de representação:

Formas de representação: 1 Formas de representação: Curvas de Nível Perfil Topográfico Carta Hipsométrica Maquete de Relevo 2 CURVAS DE NÍVEL São isolinhas de altitude, ou seja linhas que representam todos os pontos de igual altitude

Leia mais

ZONEAMENTO DA SUSCETIBILIDADE À INSTALAÇÃO DE ATERRO SANITÁRIO NO MUNICÍPIO DE ITAGUAÇU-ES COM BASE EM CRITÉRIOS DE MEIO FÍSICO DADOS PRELIMINARES

ZONEAMENTO DA SUSCETIBILIDADE À INSTALAÇÃO DE ATERRO SANITÁRIO NO MUNICÍPIO DE ITAGUAÇU-ES COM BASE EM CRITÉRIOS DE MEIO FÍSICO DADOS PRELIMINARES Outras Produções e Destinação de Resíduos ZONEAMENTO DA SUSCETIBILIDADE À INSTALAÇÃO DE ATERRO SANITÁRIO NO MUNICÍPIO DE ITAGUAÇU-ES COM BASE EM CRITÉRIOS DE MEIO FÍSICO DADOS PRELIMINARES Carolline Tressmann

Leia mais

Prof. Pedro Brancalion

Prof. Pedro Brancalion Prof. Pedro Brancalion Decreto Federal 23793/34: Institui o Código Florestal Brasileiro (Getúlio Vargas) Art. 1º As florestas existentes no territorio nacional, consideradas em conjuncto, constituem

Leia mais

PRÁTICAS MECÂNICAS DE CONTROLE DA EROSÃO

PRÁTICAS MECÂNICAS DE CONTROLE DA EROSÃO DISCIPLINA: GCS 104 PRÁTICAS MECÂNICAS DE CONTROLE DA EROSÃO 3ª AULA PRÁTICA II SEMESTRE/2010 TERRAÇO: Canal e CAMALHÃO CANAL CAMALHÃO Classificação dos terraços: Quanto a função: Terraço em nível ou de

Leia mais

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo

Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Licenciamento Ambiental no Estado de São Paulo Aspectos relacionados com a Legislação Florestal / Mineração LEI FEDERAL 12651/12 Engª Amb. Adriana Maira Rocha Goulart Divisão de Apoio e Gestão dos Recursos

Leia mais

Metodologia para Elaboração dos PIPs. Bruno Magalhães Roncisvale Eng. Agrônomo EMATER-DF

Metodologia para Elaboração dos PIPs. Bruno Magalhães Roncisvale Eng. Agrônomo EMATER-DF Metodologia para Elaboração dos PIPs Bruno Magalhães Roncisvale Eng. Agrônomo EMATER-DF Participação no Programa: Etapas 1) Formalização do interesse em participar do programa junto às unidades da EMATER-DF

Leia mais

Experimento. O experimento. Curvas de nível. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação

Experimento. O experimento. Curvas de nível. Secretaria de Educação a Distância. Ministério da Ciência e Tecnologia. Ministério da Educação Geometria e medidas O experimento Experimento Curvas de nível 1. 2. 3. Objetivos da unidade Desenvolver experimentalmente a ideia de projeção ortogonal; Aprimorar a capacidade de visualização e associação

Leia mais

Modelação do relevo. Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Aula 9 Modelação do relevo. Criação de modelos do relevo

Modelação do relevo. Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Aula 9 Modelação do relevo. Criação de modelos do relevo Introdução aos Sistemas de Informação Geográfica Aula 9 Modelação do relevo Alexandre Gonçalves DECivil - IST [email protected] Modelação do relevo. Modelos Digitais do Terreno. Representação

Leia mais

Definições dos Parâmetros úteis para o uso de V e E

Definições dos Parâmetros úteis para o uso de V e E Anexo 1 Definições dos Parâmetros úteis para o uso de V e E 133 134 Definições dos parâmetros úteis para o uso de V e E Definição das situações a, b, c, e d da construção a construções situadas no interior

Leia mais

EN 81-20 e EN 81-50 - impactos na instalação

EN 81-20 e EN 81-50 - impactos na instalação EN 81-20 e EN 81-50 - impactos na instalação Rui Dias Auditório IPQ, Caparica 15 junho 2015 ThyssenKrupp Elevadores Aspectos analisados Os impactos na interface com o edifício. Questões dimensionais. Questões

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA Procedência: 4 a reunião do GT topo de morro e linha de cumeada Data: 20 e 21 de novembro de 2008 Processo n 02000.001147/2007-27 Assunto:

Leia mais

Curso de Engenharia Ambiental - FAJ Manejo de Solos - Aula Prática Descrição de trincheiras

Curso de Engenharia Ambiental - FAJ Manejo de Solos - Aula Prática Descrição de trincheiras Curso de Engenharia Ambiental - FAJ Manejo de Solos - Aula Prática Descrição de trincheiras 1. Objetivo: Reconhecer, em campo, as feições morfológicas e físicas do solo, como suporte ao entendimento de

Leia mais

CAPÍTULO 6 NOVO CÓDIGO FLORESTALBRASILEIRO (LEI 12.651/2012)

CAPÍTULO 6 NOVO CÓDIGO FLORESTALBRASILEIRO (LEI 12.651/2012) MANUAL DE DIREITO AMBIENTAL ROMEU THOMÉ ATUALIZAÇÃO DA 2ª PARA A 3ª EDIÇÃO CAPÍTULO 6 NOVO CÓDIGO BRASILEIRO (LEI 12.651/2012) NA PÁGINA 304: Onde se lê: Já em 25 de maio de 2012, e após intensos debates

Leia mais

MAPEAMENTO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PAJEÚ-PE. Carlos Tiago Amâncio Rodrigues¹, André Quintão de Almeida²

MAPEAMENTO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PAJEÚ-PE. Carlos Tiago Amâncio Rodrigues¹, André Quintão de Almeida² MAPEAMENTO DAS ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PAJEÚ-PE Carlos Tiago Amâncio Rodrigues¹, André Quintão de Almeida² ¹Graduando em Agronomia, UAST, UFRPE,Serra Talhada-PE, [email protected]

Leia mais

Definiu-se como área de estudo a sub-bacia do Ribeirão Fortaleza na área urbana de Blumenau e um trecho urbano do rio Itajaí-açú (Figura 01).

Definiu-se como área de estudo a sub-bacia do Ribeirão Fortaleza na área urbana de Blumenau e um trecho urbano do rio Itajaí-açú (Figura 01). Relatório Trimestral 1 RELATÓRIO TRIMESTRAL BOLSISTA/PESQUISADOR: LUCAS DA SILVA RUDOLPHO 1. APRESENTAÇÃO As atividades apresentadas a seguir foram desenvolvidas como etapas do projeto: DEFINIÇÃO DE CRITÉRIOS

Leia mais

Desenhando perspectiva isométrica

Desenhando perspectiva isométrica Desenhando perspectiva isométrica A UU L AL A Quando olhamos para um objeto, temos a sensação de profundidade e relevo. As partes que estão mais próximas de nós parecem maiores e as partes mais distantes

Leia mais

ESCALAS Luana Sloboda, M.Eng. [email protected]

ESCALAS Luana Sloboda, M.Eng. luana@ippuc.org.br ESCALAS Luana Sloboda, M.Eng. [email protected] ESCALA: É a relação matemática entre o comprimento ou a distância medida sobre um mapa e a sua medida real na superfície terrestre. Esta razão é adimensional

Leia mais

Engenharia de Avaliações Aplicada às Áreas de Preservação Permanente (APP)

Engenharia de Avaliações Aplicada às Áreas de Preservação Permanente (APP) Engenharia de Avaliações Aplicada Às Áreas de Preservação Permanente (APP). Engenharia de Avaliações Aplicada às Áreas de Preservação Permanente (APP) 1. Fundamento Legal das APPs: Constituição Federal

Leia mais

Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios

Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios Página 1 de 5 Noções de Topografia Para Projetos Rodoviarios Capitulos 01 - Requisitos 02 - Etaqpas 03 - Traçado 04 - Trafego e Clssificação 05 - Geometria 06 - Caracteristicas Técnicas 07 - Distancia

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EMENTA EIXO TECNOLÓGICO: Recursos Naturais MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO CURSO: Técnico Meio Ambiente FORMA/GRAU:( )integrado ( X )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura

Leia mais

Quadro 4.3 - Relação de chuvas de diferentes durações. Valor Médio Obtido pelo DNOS. 5 min / 30 min 0,34 1 h / 24 h 0,42

Quadro 4.3 - Relação de chuvas de diferentes durações. Valor Médio Obtido pelo DNOS. 5 min / 30 min 0,34 1 h / 24 h 0,42 Determinação da Intensidade de Chuva Para obtenção das intensidades de chuvas de curta duração, em função de diversos tempos de recorrência, aplicaram-se procedimentos a seguir descritos: Primeiramente

Leia mais

12 - MAPA DE DISTÂNCIA

12 - MAPA DE DISTÂNCIA 12 - MAPA DE DISTÂNCIA Para fazer uso da ferramenta Mapa de Distancia do SPRING, a titulo de exemplo, vamos considerar a Área de Preservação Permanente APP de um rio. Desta forma, é importante conhecer

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DO RELEVO

REPRESENTAÇÃO DO RELEVO REPRESENTAÇÃO DO RELEVO Nas cartas topográficas o relevo é representado através de curvas de níveis e pontos cotados com altitudes referidas ao nível médio do mar (datum vertical) Ponto Cotado - é a projeção

Leia mais

Solução. a) Qual deve ser o preço de venda de cada versão, de modo que a quantidade de livros vendida seja a maior possível?

Solução. a) Qual deve ser o preço de venda de cada versão, de modo que a quantidade de livros vendida seja a maior possível? 1 A Editora Progresso decidiu promover o lançamento do livro Descobrindo o Pantanal em uma Feira Internacional de Livros, em 01. Uma pesquisa feita pelo departamento de Marketing estimou a quantidade de

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 10 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÃO 31 As projeções do lado do polígono, com rumo no 4 o quadrante, sobre os eixos x e y são, respectivamente: a) positiva e positiva b) positiva e negativa c)

Leia mais

Bairros Cota na Serra do

Bairros Cota na Serra do Geotecnia Ambiental Bairros Cota na Serra do Mar em Cubatão riscos em ebulição e planos de ação em andamento Os bairros localizados nas encostas da Serra do Mar, na cidade de Cubatão, passam por um processo

Leia mais

Prefeitura INEPAC IPHAN Resumo. 0,5-0,5 0,5 3 pavim. Altura máxima de 13m. 8,5m 15% - - 15% Das Disposições Gerais (IPHAN)

Prefeitura INEPAC IPHAN Resumo. 0,5-0,5 0,5 3 pavim. Altura máxima de 13m. 8,5m 15% - - 15% Das Disposições Gerais (IPHAN) Logradouro: Rua Francisco Manoel, 10 1ª Categoria Terreno: 1400m² Observações: PMP: SIP3 INEPAC: Conjunto XI / 3 IPHAN: 1ª categoria, tipo V Prefeitura INEPAC IPHAN Resumo Taxa de ocupação 30% - 30% 30%

Leia mais

PLANEJAMENTO DA EXPLORAÇÃO

PLANEJAMENTO DA EXPLORAÇÃO CAPÍTULO 4 PLANEJAMENTO DA EXPLORAÇÃO Planejamento da Exploração 43 APRESENTAÇÃO A localização e o tamanho dos pátios de estocagem, a posição dos ramais de arraste e a direção de queda das árvores são

Leia mais

24/Abril/2013 Aula 19. Equação de Schrödinger. Aplicações: 1º partícula numa caixa de potencial. 22/Abr/2013 Aula 18

24/Abril/2013 Aula 19. Equação de Schrödinger. Aplicações: 1º partícula numa caixa de potencial. 22/Abr/2013 Aula 18 /Abr/013 Aula 18 Princípio de Incerteza de Heisenberg. Probabilidade de encontrar uma partícula numa certa região. Posição média de uma partícula. Partícula numa caixa de potencial: funções de onda e níveis

Leia mais

Aula 8 : Desenho Topográfico

Aula 8 : Desenho Topográfico Aula 8 : Desenho Topográfico Topografia, do grego topos (lugar) e graphein (descrever), é a ciência aplicada que representa, no papel, a configuração (contorno,dimensão e posição relativa) de um porção

Leia mais

Palavras chaves Diagnóstico, fitofisionomia, uso da terra. Introdução

Palavras chaves Diagnóstico, fitofisionomia, uso da terra. Introdução Diagnóstico do uso e ocupação da terra da Gleba Cavalcante como fator transformador da paisagem Lourivaldo Amâncio de CASTRO 1 ; Fabiano Rodrigues de MELO 1 ; Amintas Nazaré ROSSETE 2 1 Universidade Federal

Leia mais

residencial SANGIOVESE no Pantanal administração: Empreendimento à Preço de Custo Grupo Fechado (SPE)

residencial SANGIOVESE no Pantanal administração: Empreendimento à Preço de Custo Grupo Fechado (SPE) residencial SANGIOVESE no Pantanal administração: Empreendimento à Preço de Custo Grupo Fechado (SPE) Administração A NOVA atua em todas as etapas da cadeia de valor do empreendimento: captação do terreno,

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DO USO E COBERTURA DA TERRA POR DOMÍNIOS GEOMORFOLÓGICOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SÃO JOÃO - RIO DE JANEIRO

DISTRIBUIÇÃO DO USO E COBERTURA DA TERRA POR DOMÍNIOS GEOMORFOLÓGICOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SÃO JOÃO - RIO DE JANEIRO DISTRIBUIÇÃO DO USO E COBERTURA DA TERRA POR DOMÍNIOS GEOMORFOLÓGICOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SÃO JOÃO - RIO Oliveira, P.M.F. 1 ; Silveira, J.L.C. 2 ; Seabra, V.S. 3 ; 1 UERJ-FFP Email:[email protected];

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOLA

CLASSIFICAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOLA 3 CASSIICAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOA O enquadramento das terras em classes de aptidão resulta da interação de suas condições agrícolas, do nível de manejo considerado e das exigências dos diversos tipos de

Leia mais

Avaliação Mensal Geografia 6ºB FAF *Obrigatório

Avaliação Mensal Geografia 6ºB FAF *Obrigatório 09/06/2015 AvaliaçãoMensal Geografia6ºBFAF AvaliaçãoMensal Geografia6ºBFAF *Obrigatório 1. NomeCompleto* 2. Número:* 3. 1 Sãoáreasplanasquegeralmenteestãoassociadasaprocessosde sedimentação,istoé,sãoáreasdedeposiçãodesedimentos.*

Leia mais

Escola Secundária de São João da Talha Geologia 2º Período. Trabalho realizado por: Joana Pires e Ludmila 12ºB

Escola Secundária de São João da Talha Geologia 2º Período. Trabalho realizado por: Joana Pires e Ludmila 12ºB Escola Secundária de São João da Talha Geologia 2º Período Trabalho realizado por: Joana Pires e Ludmila 12ºB Estabeleça a diferença entre carta topográfica e carta geológico. A carta topográfica é uma

Leia mais

Gabarito de Matemática do 7º ano do E.F.

Gabarito de Matemática do 7º ano do E.F. Gabarito de Matemática do 7º ano do E.F. Lista de Exercícios (L10) a Colocarei aqui algumas explicações e exemplos de exercícios para que você possa fazer todos com segurança e tranquilidade, no entanto,

Leia mais

UNINOVE Universidade Nove de Julho. Aula 07 Tubulões Prof: João Henrique

UNINOVE Universidade Nove de Julho. Aula 07 Tubulões Prof: João Henrique 1 Aula 07 Tubulões Prof: João Henrique Sumário Tubulões... 1 Definições... 1 Tubulões a ar comprimido... 1 Generalidades... 2 Dimensionamento... 3 Atividade 1... 6 Atividade 2... 7 Atividade 3... 8 Tubulões

Leia mais

Exercícios de Java Aula 13

Exercícios de Java Aula 13 Exercícios de Java Aula 13 Link do curso: http://www.loiane.com/2013/10/curso-java-basico-java-se-gratuito/ 1. Faça um Programa que mostre a mensagem "Alo mundo" na tela. 2. Faça um Programa que peça um

Leia mais

0,6. Disciplina de Matemática Professora Valéria Espíndola Lessa

0,6. Disciplina de Matemática Professora Valéria Espíndola Lessa Disciplina de Matemática Professora Valéria Espíndola Lessa Valor total da compra () Valor total da compra () Valor total da compra () 2,00, acrescida de 3,00 por ora pela utilização da máquina. O gráfico

Leia mais

Lei 11.666, de 9 de dezembro de 1994

Lei 11.666, de 9 de dezembro de 1994 Lei 11.666, de 9 de dezembro de 1994 Estabelece normas para facilitar o acesso dos portadores de deficiência física aos edifícios de uso público, de acordo com o estabelecido no art. 227 da Constituição

Leia mais