UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO CURSO DE MESTRADO EM ORTODONTIA ANÁLISE METALOGRÁFICA DA ESTRUTURA INTERNA DE MINI-IMPLANTES ORTODÔNTICOS RUBÉN PATRICIO VÁSQUEZ PERALTA Dissertação apresentada à Universidade Cidade de São Paulo, como parte dos requisitos para a obtenção do título de Mestre em Ortodontia. São Paulo 2009

2 UNIVERSIDADE CIDADE DE SÃO PAULO CURSO DE MESTRADO EM ORTODONTIA ANÁLISE METALOGRÁFICA DA ESTRUTURA INTERNA DE MINI-IMPLANTES ORTODÔNTICOS RUBÉN PATRICIO VÁSQUEZ PERALTA Dissertação apresentada à Universidade Cidade de São Paulo, como parte dos requisitos para a obtenção do título de Mestre em Ortodontia. Prof. Dr. Flávio Augusto Cotrim-Ferreira São Paulo 2009

3 Ficha Elaborada pela Biblioteca Prof. Lúcio de Souza. UNICID P426a Peralta, Rubén Patricio Vásquez. Análise metalográfica da estrutura interna de miniimplantes ortodônticos / Rubén Patricio Vásquez Peralta. São Paulo, p.; anexos. Bibliografia Dissertação (Mestrado) Universidade Cidade de São Paulo. Orientador: Prof. Dr. Flávio Augusto Cotrim- Ferreira 1. Implantes dentários. 2. Procedimentos de ancoragem ortodôntica. 3. Ortodontia I. Cotrim-Ferreira, Flávio Augusto. BLACK. D726 AUTORIZO A REPRODUÇÃO E DIVULGAÇÃO TOTAL OU PARCIAL DESTE TRABALHO, POR QUALQUER MEIO CONVENCIONAL OU ELETRÔNICO, PARA FINS DE ESTUDO E PESQUISA, DESDE QUE CITADA A FONTE E COMUNICADA AO AUTOR A REFERÊNCIA DA CITAÇÃO. São Paulo, / / Assinatura: [email protected]

4 FOLHA DE APROVAÇÃO Peralta, R. P. V. Análise metalográfica da estrutura interna de mini-implantes ortodônticos [Dissertação de Mestrado]. São Paulo: Universidade Cidade de São Paulo; São Paulo, / / Banca Examinadora 1)... Julgamento:... Assinatura:... 2)... Julgamento:... Assinatura:... 3)... Julgamento:... Assinatura:... Resultado:...

5 Dedicatória À minha esposa Maria Isabel e às minhas duas lindas filhas Valentina e Catalina, pela paciência e, por compreenderem a minha ausência, por tantos meses, meus sinceros agradecimentos. À Deus, por ser o criador do mundo e de todas as suas maravilhas. Agradeço pela minha vida, cercada de pessoas e oportunidades maravilhosas. Aos meus pais, Rubén e Norma que tanto amo. A eles devo tudo o que sou e o que tenho. Esta é mais uma etapa vencida com grande apoio de vocês. Agradeço pela pureza dos seus sentimentos, pela presença em todos os momentos e pelos valores que vocês me ensinaram. Ao Prof. Dr. Flávio Cotrim-Ferreira, orientador e grande mestre. Sempre de bem com a vida, tranqüilo e dinâmico. Obrigado por seus ensinamentos, não somente em Ortodontia, mas também pelo seu exemplo de vida.

6 Agradecimentos Especiais Ao Prof. Dr. Flávio Vellini-Ferreira, coordenador do Curso de Mestrado, por proporcionar o meu aprendizado em Ortodontia com professores altamente capacitados. A todos os professores que contribuíram para o meu crescimento profissional e pessoal, em especial ao Prof. Dr. Hélio Scavone Jr., Prof. Dr. Paulo Eduardo Guedes Carvalho, Profª. Drª. Daniela Gamba Garib, Profª. Drª. Ana Carla Raphaelli Nahás, Profª. Drª. Karyna Martins Valle-Corotti, Profª.Drª. Rívea Inês Ferreira. Às empresas Conexão e SIN, pela doação dos mini-implantes de suas respectivas marcas, facilitando sobremaneira este trabalho. Ao Eng. Leopoldo Rosalin Oliveira, do Laboratório Tork Controle Tecnológico de Materiais Ltda,,pelo apoio oferecido nas análises realizadas para este trabalho. Ao Eng. Emanoel Ribeiro de Almeida, coordenador de qualidade assegurada da empresa Dental Morelli Ltda, pessoa de excelente qualidade humana, muito obrigado por sua consultoria para esta pesquisa. Aos funcionários e colaboradores da pós-graduação e da clínica de Odontologia da UNICID, especialmente à Sra. Arlinda, por toda a sua dedicação e paciência com alunos e pacientes.

7 Peralta, R. P. V. Análise metalográfica da estrutura interna de mini-implantes ortodônticos [Dissertação de Mestrado]. São Paulo: Universidade Cidade de São Paulo; RESUMO A ancoragem absoluta pode ser obtida em Ortodontia por mini-implantes, isto é, parafusos entre 1 e 1,8 mm de diâmetro e 6 até 12 mm de comprimento, que são inseridos nos ossos maxilares. Os mini-implantes são fabricados com Titânio grau V, uma liga constituída de Ti-6Al-4V. O objetivo deste trabalho foi analisar, por meio de microscopia óptica, a estrutura interna de mini-implantes ortodônticos. Foram então adquiridos 6 exemplares de mini-implantes da marca DEWIMED, fabricados na Alemanha e outros 6 das marcas SIN e CONEXÃO, fabricadas no Brasil. As amostras foram embutidas a frio em polímero de metil metacrilato, seccionados longitudinalmente (3 amostras de cada marca) e transversalmente (outros 3 parafusos) e lixados sucessivamente com abrasivos de granulações decrescentes. Após o polimento, foi realizado um ataque químico, para o contraste da microestrutura do parafuso. Depois dessas etapas, a amostra foi submetida à analise metalográfica pela observação em microscópio óptico com ampliações de até 2000 vezes, com o objetivo de detectar a conformação da estrutura metálica, verificando possíveis descontinuidades, desde a superfície até o núcleo do parafuso. Os resultados mostraram que os mini-implantes analisados não apresentavam qualquer tipo de defeito no seu interior, tais como fraturas, descontinuidades ou bolhas tanto no corte longitudinal como transversal. Além disso, evidenciou-se, no corte transversal, que todas as amostras avaliadas apresentam fase globular Alfa+Beta, portanto atendendo aos requisitos das normas internacionais. Palavras-chave: Mini-implantes ortodônticos; Ortodontia, Ancoragem

8 Peralta, R. P. V. Metallographic analysis of the internal structure of orthodontic miniimplants [Dissertação de Mestrado]. São Paulo: Universidade Cidade de São Paulo; ABSTRACT A thorough anchorage in Orthodontics may be obtained through mini-implants, that is, with screws between 1 and 1.8mm in diameter and from 6 to 12mm in length, which are inserted into the maxillary bones. The mini-implants are manufactured with Titanium grade V, an alloy made up of Ti-6Al-4V. The objective of this project was that of analyzing, by means of optic microscopy, the internal structure of orthodontic mini-implants. Subsequently, 6 samples of mini-implants, brand DEWIMED, manufactured in Germany, and 6 more samples, brands SIN and CONEXÃO, manufactured in Brazil, were obtained. The samples were cold embedded in metal metacrilate polymer, longitudinally sectioned (3 samples from every brand) and cross sectioned (the other 3 screws) and successively sanded down with decreasing abrasive grains. After the polishing, a chemical attack was performed, for the contrast of the microstructure of the screw. Once those stages were finished, the sample was observed under an optic microscope with a zoom of up to 2000X, with the objective of detecting the composition of the metal structure, thus verifying possible discontinuities from the surface to the core of the screw. The results showed that the mini-implants which were analyzed did not present any sort of defect on its interior, such as fractures, discontinuities or bubbles, neither on the longitudinal nor on the cross sections. Moreover, it was evident that, on the cross section, all samples assessed presented an Alpha+Beta globular phase, thus fulfilling the requirements of international standards. Key words: Orthodontic mini-implants, Orthodontics, Anchor

9 LISTA DE FIGURAS Figura Radiografia periapical do implante osseointegrado com coroa provisional e braquete orto-dôntico,do livro: Ortodoncia e Microimplante, Pablo Echarri et al. (2007)... 6 Figura Colocação de Onplant, instalação da supraestrutura, do livro: Ortodoncia e Microimplantes,de Pablo Echarri et al, (2007)... 7 Figura Intrusão com miniimplantes e tração elástica, do livro Ortodoncia e Microimplantes,de Pablo Echarri et al, (2007)... 8 Figura Corpos de prova embutidos em resina acrílica Figura Amostra após o polimento final Figura Núcleo do parafuso com ampliação de 400x da marca DEWIMED Figura Roscas do parafuso com ampliação de 50x. da marca DEWIMED Figura Rosca do parafuso com ampliação de 400x da marca DEWIMED Figura Núcleo do parafuso com ampliação de 400x da marca SIN Figura Roscas do parafuso com ampliação de 50x da marca SIN Figura Roscas do parafuso com ampliação de 400x da marca SIN Figura Núcleo do parafuso com ampliação de 400x da marca CONEXÃO.. 35 Figura Roscas do parafuso com ampliação de 50x da marca CONEXÃO Figura Roscas do parafuso com ampliação de 400x da marca CONEXÃO. 35 Figura Imagens micrográficas dos cortes transversais dos mini-implantes das marcas DEWIMED (esquerda) SIN (centro) e CONEXÃO (direita) com ampliação de 200x Figura 6.1- Estrutura cristalográfica do titânio comercialmente puro p.

10 SUMÁRIO p. 1 INTRODUÇÃO REVISÃO DE LITERATURA Utilização dos implantes osseointegrados na ortodontia Mini-implantes ortodônticos A estrutura interna dos mini-implantes PROPOSIÇÃO MATERIAL E MÉTODOS Material Método Divisão dos grupos experimentais Preparo da Amostra Ataque Químico Análise Metalográfica RESULTADOS Avaliação dos cortes longitudinais Mini-implantes da marca DEWIMED Mini-implante da marca SIN Mini-implantes da marca CONEXÃO Avaliação dos cortes transversais DISCUSSÃO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 49

11 1 INTRODUÇÃO

12 2 1 INTRODUÇÃO Em muitas ocasiões clínicas surge a necesidade, por parte dos ortodontistas, de se criar uma ancoragem completamente estável para o movimento dental. Essa ancoragem dita absoluta, foi inicialmente obtida às custas de implantes osseointegrados (GAINSFORTH e HIGLEY, 1945; ROBERTS et al 1989). Contudo, os implantes convencionais de titânio, utilizados originariamente para repor dentes perdidos, teriam uso limitado para ancoragem ortodôntica, por ocuparem muito espaço e não poderem ser instalados em locais com limitação de osso alveolar, ou seja, somente em áreas edêntulas ou na região retromolar. Outra limitação seria a direção da aplicação da força, pelo fato do implante convencional ser muito grande para a realização de tração ortodôntica horizontal. Além disso, necessitariam de uma cirurgia extensa para a sua instalação, gerando desconforto ao paciente, devido ao período de cicatrização inicial e dificuldade na higiene bucal Em virtude dessas limitações, surgiram os mini-implantes, que podem ser instalados em diversos sítios ósseos dos maxilares. Os mini-implantes apresentam diversas vantagens em comparação aos implantes convencionais: baixo custo, simples instalação e remoção, possibilitando a aplicação de uma carga imediata, além de possuírem pequenas dimensões e proporcionarem menor irritação ao tecido gengival (LABOISSIÈRE JR et al.,2005; PARK et al., 2004; RITTO e KYUNG, 2004). O procedimento de inserção dos mini-implantes requer uma técnica muito simples, podendo ser colocados pelo próprio ortodontista, com mínima prática cirúrgica. Os mini-implantes são fáceis de inserir e remover, já que não produzem osseointegração completa, por apresentarem polimento em suas superfícies, diferentemente dos implantes convencionais, que são jateados nas suas superfícies

13 Introdução 3 para proporcionar a osseointegração.. Isso é importante porque os mini-implantes são removidos após concluida sua função durante o tratamento ortodôntico. Por serem resistentes às forças ortodônticas usuais (de 50 a 400 gramas), as mesmas podem ser aplicadas imediatamente após a colocação do mini-implante. Os estudos não têm apresentado diferenças entre aplicações de força imediata ou mediata, pois a estabilidade dos mini-implantes se faz principalmente por retenção mecânica (AKIN-NERGIZ et al.,1998) Graças a essas vantagens, os mini-implantes podem ser utilizados nos movimentos ortodônticos de intrusão anterior ou posterior, retrusão da bateria anterior, mesialização dos dentes posteriores, tração de dentes inclusos e verticalização de molares, dentre outras aplicações. Contudo, as propriedades mecânicas dos mini-implantes usualmente empregados no Brasil são desconhecidas, em virtude da carência de estudos desse tema. Pretende-se assim, nesta pesquisa, analisar a estrutura micrográfica interna dos mini-implantes ortodônticos, contribuindo assim com o conhecimento desse importante recurso ortodôntico.

14 2 REVISÃO DE LITERATURA

15 5 2 REVISÃO DE LITERATURA 2.1 Utilização dos implantes osseointegrados na ortodontia Em 1945, Gainsforth e Higley testaram em mandíbulas de cães, pela primeira vez, a utilização de parafusos de vitalium como ancoragem ortodôntica. Contudo, não obtiveram sucesso, pois os parafusos só se mantiveram estáveis por, no máximo, um mês após a aplicação da força. Mesmo assim, esses registros serviram para que outros profissionais e pesquisadores estudassem maneiras de contornar as deficiências e, então, demostrassem a possibilidade real de se conseguir ancoragem por meio de implantes. Com a descoberta, por Branemark na década de 60, das propriedades de osteointegração de metais em superfícies ósseas, e a consequente utilização do titânio como material para confecção de pinos e parafusos, é que foi possível obter altas taxas de sucesso com o implante dental.(branemark 1969) Os implantes osteointegráveis foram utilizados com sucesso para substituição de dentes perdidos com o objetivo de restabelecer a função mastigatória, além de terem proporcionado uma melhora psicossocial dos pacientes reabilitados com próteses convencionais (ADELL et al., 1981). Estudando os implantes de titânio, Roberts et al. (1984) investigaram uma técnica cirúrgica para a preparação do local de inserção dos implantes na cortical óssea, avaliando a biocompatibilidade óssea, os períodos de cicatrização, a modelação e remodelação óssea após a aplicação de carga e assim, determinaram parâmetros para a remodelação da cortical óssea em 14 coelhos de 3 a 6 meses de idade. Para tanto, foram colocados 2 implantes de titânio no fêmur de cada animal e após 6, 8 e 12 semanas de cicatrização foi realizada a cirurgia de reabertura dos implantes e colocadas molas de aço inoxidável com 100g de força entre os implantes, os quais permaneceram por 4 a 8 semanas. Os autores verificaram que os implantes de titânio desenvolveram uma rígida interface óssea e que o período de

16 Revisão de literatura 6 6 semanas seria o mais adequado para a cicatrização. Observaram que se uma carga contínua fosse aplicada sobre os implantes, os mesmos se manteriam estáveis dentro da base óssea. Além disso, em locais de compressão, foi observada formação óssea. Os autores concluíram então que os implantes endósseos seriam recursos potenciais para ancoragem óssea rígida na Ortodontia e na Ortopedia Facial. Com o propósito de investigar implantes de titânio endósseos, Turley et al. (1988), utilizaram técnicas de marcadores ósseos vitais, histológicos e radiográficos. Com esse propósito, foram colocados 42 implantes de titânio em 5 locais da mandíbula de 6 cachorros adultos. Após 8 semanas da realização da cirurgia de colocação dos implantes, foi realizada a cirurgia de reabertura dos mesmos. Após 20 semanas a mobilidade dos implantes foi checada, sendo que apenas 24 permaneceram estáveis. Foi aplicada carga em 8 dos 24 implantes utilizando-se um segmento de fio 0,016 x 0,022 contendo uma mola helicoidal fechada ou aberta entre o implante e o segundo pré-molar. Foi feita uma ativação do aparelho para manter uma força de aproximadamente 300g, semanalmente, por um período de 9 semanas. Os autores concluíram que todos os 8 implantes que receberam carga permaneceram estáveis durante o período de ativação de força, confirmando o seu potencial de unidade de ancoragem ortodôntica e ortopédica. Figura Radiografia periapical do implante osseointegrado com coroa provisional e braquete ortodôntico,do livro: Ortodoncia e Microimplante, Pablo Echarri et al. (2007)

17 Revisão de literatura 7 Vários métodos alternativos de implantes para ancoragem óssea foram utilizados pelos pesquisadores e descritos na literatura técnica, tais como: parafusos vitallium, fibra de carbono, implantes revestidos por óxido de aluminio, placas e parafusos de aço inoxidável, implantes Branemark, implantes retromolares, onplants, implantes zigomáticos, implantes palatinos, mini-placas e mini-implantes (KANOMI,1997). Figura Colocação de Onplant, instalação da supraestrutura, do livro: Ortodoncia e Microim-plantes, de Pablo Echarri et al, (2007) Favero, Brollo e Bressan (2002) fizeram uma revisão de literatura, relatando os maiores estudos publicados entre 1970 e 2000, relacionados ao uso de implante para ancoragem ortodôntica. A análise da literatura foi dividida em tópicos específicos como materiais, tamanhos e formas dos dispositivos, biomecânica, tempo de cicatrização, aplicação de força, nível de força, procedimento cirúrgico e critérios para o sucesso. Os implantes foram considerados uma excelente alternativa para possibilitar a ancoragem ortodôntica, principalmente quando a ancoragem máxima fosse requerida e o uso dos aparelhos extra-bucais se tornassem impraticáveis (CHENG et al., 2004).

18 Revisão de literatura 8 Uma revisão de implantes dentais para ancoragem ortodôntica foi feita por Huang, Shortwell e Wang, em 2005, abordando as indicações, tipos, tamanhos, materiais, cirurgia, tempo de cicatrização, força e biomecânica, tempo de aplicação da força, considerações pós-tratamento e desvantagens, de forma concisa e esquemática. 2.2 Mini-implantes ortodônticos Creekmore e Eklund em 1983 fizeram o relato de um caso clínico em que foi inserido um mini-implante abaixo da espinha nasal anterior e realizada a intrusão dos incisivos de um paciente que apresentava mordida profunda e sorriso gengival, obtendo excelentes resultados e ausência de mobilidade do implante após um ano de tratamento. Figura Intrusão com miniimplantes e tração elástica, do livro Ortodoncia e Microimplantes,de Pablo Echarri et al, (2007) A descrição de um mini-implante especificamente desenhado para uso ortodôntico foi feita por Kanomi em O autor preconizou a utilização de parafusos com 1,2 mm de diâmetro e 6,0 mm de comprimento, pequenos o suficiente para serem usados entre as raízes dos molares. Relatou também que os

19 Revisão de literatura 9 recursos de ancoragem ortodôntica abriram um novo horizonte dentro da Ortodontia, pois eles proporcionariam resultados clínicos mais previsíveis e seriam de fácil utilização pelo profissional. Além disso, os mini-implantes seriam pequenos o suficiente para serem aplicados nos mais variados locais, inclusive entre os ápices radiculares. O procedimento cirúrgico seria simples e, com o advento dos novos sistemas de mini-parafusos auto-perfurantes, a técnica tornou-se mais fácil. A sua remoção seria outro procedimento de fácil realização e sem complicações. Costa e Raffini, em 1998, desenvolveram um mini-implante ortodôntico que apresentava uma extremidade externa simulando o encaixe de um braquete com dimensões de 2 mm de diâmetro e 9 mm de comprimento. Esse dispositivo, de acordo com os autores, teria colocação e remoção simplificada, além da possibilidade da aplicação de força poder ser realizada imediatamente após a sua inserção. Contudo, a sua estabilidade seria limitada quando uma força de torção fosse aplicada ao dispositivo durante o período de ativação. Com o intuito de avaliar a osseointegração dos mini-implantes antes, durante e após a aplicação de força ortodôntica, Melsen e Lang (2001) realizaram uma análise histomorfométrica da reação tecidual que ocorreu em volta de implantes de titânio endo-ósseos inseridos na mandibula de macacos. Os implantes foram submetidos a um sistema de força ortodôntica bem definida. A análise foi feita em cortes de secções descalcificadas, de forma perpendicular ao longo eixo do implante. O grau de osseointegração, densidade óssea e a reabsorção e formação de osso alveolar adjacente à interface osso-implante foram avaliados. A remodelação óssea e a densidade do osso alveolar se mostraram maiores em regiões adjacentes aos implantes que receberam força, quando comparados com os que não receberam carga. Entretanto, até mesmo os implantes não submetidos à

20 Revisão de literatura 10 carga demonstraram um aumento significativo na resposta óssea e aumento de densidade, comparando-se com o osso de regiões mais distantes ao implante. Concluíram que a presença de implantes, principalmente os que são submetidos à forças seriam benéficas para a manutenção do processo alveolar. Assim, o processo de remodelação óssea na adaptação às funções do implante, seria influenciado pela força aplicada. Ainda, os implantes orais osseointegráveis poderiam promover uma ancoragem estável em tratamentos ortodônticos. Em 2002, Bae et al. descreveram um caso clínico em que o paciente apresentava sorriso gengival e relação de caninos de Classe II. Os mini-implantes foram instalados para proporcionar ancoragem para corrigir a má-oclusão com intrusão e retração dos dentes anteriores. Park, Hyung e Sung em 2002, descreveram um método simplificado para verticalização de molares com a aplicação clínica dos mini-implantes. De acordo com os autores, os segundos molares superiores e inferiores poderiam ser verticalizados sem efeitos colaterais para os dentes anteriores e sem o uso de braquetes. Fávero, Brollo e Bressan, em 2002, relataram que a carga máxima a ser aplicada deve ser proporcional à área de superfície de contato entre o implante e o tecido ósseo. Essa força deve ser determinada pelo comprimento, diâmetro e forma do implante Foi relatado por Kyung et al., em 2003, que o grande desenvolvimento dos mini-implantes ortodônticos para ancoragem intra-bucal se deu em função de suas características positivas, tais como sua simplicidade de instalação e remoção, aliada ao baixo custo e alta flexibilidade de uso clinico. Estes fatos predispõem a uma grande aceitação e conforto por parte do paciente, tornando a mecânica ortodôntica

21 Revisão de literatura 11 mais segura, desde que fossem bem selecionados os modelos dos mini-implantes, os sítios de inserção, o procedimento de colocação e a atenção quanto aos cuidados cirúrgicos. O sucesso dos mini-implantes dependeria também de diversos fatores como a habilidade do cirurgião, as condições físicas do paciente, além de uma adequada higiene bucal. Também foi notado que poucas falhas foram observadas quando os mini-implantes foram colocados em áreas de gengiva inserida se comparadas com áreas de gengiva marginal ou livre.. Segundo Park em 2003, as lesões causadas por perfurações radiculares intencionalmente geradas em animais, durante a cirugia de instalação de miniimplantes, recuperaram-se completamente sem gerar maiores danos à vitalidade pulpar dos dentes lesados. Os fatores relacionados à estabilidade dos mini-implantes instalados na região posterior para ancoragem ortodôntica foram estudados por Miyawaki et al. em Os autores analisaram a estabilidade de mini-implantes com diferentes diâmetros e constataram que a ocorrência de mobilidade de implantes instalados na cortical vestibular estaria relacionada com diâmetros menores ou iguais a 1mm, cortical óssea delgada, presente nos pacientes com plano mandibular elevado e inflamação do tecido periimplantar. Não foi observada correlação positiva entre taxa de sucesso e o comprimento do mini-implante, tipo de cirurgia,carga imediata de até 2N, local de instalação, idade e gênero. Kyung et al. (2004) afirmaram que os mini-implantes suportariam cargas de até 450g, considerando que em Ortodontia as forças intrabucais desejadas para movimentação dentária não ultrapassariam 300g. Entretanto, relataram que, na literatura técnica, seria encontrada uma grande variedade de intensidades de força, entre 50 e 400g, descritas nos trabalhos de diversos pesquisadores e clínicos. Essas

22 Revisão de literatura 12 forças, quando aplicadas aos mini-implantes, não comprometeriam a estabilidade dos mesmos. A seleção de dispositivos, extra e intra-bucais, para ancoragem mínima, moderada, máxima ou absoluta, consistiria em uma importante etapa do planejamento ortodôntico. A efetividade da ancoragem dependeria do caso clínico e da fase do tratamento ortodôntico. (VILELA, 2004). A utilização de mini-implantes para correção de mordida aberta anterior severa de um paciente, do gênero feminino, de 33 anos de idade foi descrita por Kuroda, Katayama e Takano-Yamamoto em De acordo com os resultados o mento retruído e o perfil convexo do paciente foram melhorados por uma rotação anti-horária da mandíbula. Os mini-implantes foram úteis para a intrusão de molares e assim, possibilitariam a conseqüente resolução de casos severos de mordida aberta anterior. O tratamento da mordida aberta anterior com o uso de mini-implantes foi feito também por Park, Kwon e Kwon, em um caso clínico, descrito em Foram utilizados mini-implantes nas regiões vestibular e mesial dos primeiros molares superiores, nas faces distal e vestibular dos primeiros molares inferiores e realizouse a extração de quatro pré-molares. Os mini-implantes superiores permitiram a ancoragem para a intrusão dos dentes posteriores e para a retração dos dentes anteriores. Os mini-implantes inferiores foram usados para aplicar forças intrusivas distais aos primeiros molares inferiores e para prevenir o movimento mesial dos dentes posteriores durante o fechamento do espaço. O nivelamento do plano mandibular após intrusão dos dentes posteriores superiores e o movimento mesial de corpo dos dentes posteriores inferiores contribuíram para a melhora no perfil facial.

23 Revisão de literatura 13 Casos clínicos foram descritos por Park, Kwon e Sung em 2004, demonstrando a aplicação de mini-implantes na verticalização de segundos molares que se apresentavam em mordida cruzada. Essas más-posições dentárias foram corrigidas por meio de elásticos intermaxilares apoiados em mini-implantes instalados na região vestibular do arco inferior e na porção palatina do arco superior. Teixeira e Escossia Jr. em 2004 publicaram o relato de um caso descrevendo a eficiência na verticalização de molares inferiores com o uso dos mini-implantes na região retro-molar do ramo da mandíbula. Liou, Pai e Lin, em 2004, procuraram avaliar por meio da sobreposição de telerradiografias, se os mini-implantes sofreriam movimentação quando submetidos a forças ortodônticas. Os resultados obtidos demonstraram que os mini-implantes poderiam ser considerados um método de ancoragem estável, contudo não permaneceriam absolutamente imóveis. Os mini-implantes inclinaram significativamente para frente, em média 0,4mm, na cabeça do mini-implante. Os autores ainda recomendaram que a instalação fosse realizada com uma margem de segurança de 2mm entre o mini-implante e a raiz do dente. Carano et al. (2004) testaram a resistência mecânica dos mini-implantes. Os resultados obtidos demonstraram que o valor médio da resistência à torção dos miniimplantes de 1,5mm foi de 48,7 Ncm e para os de 1,3mm foi de 23,4 Ncm. Já a resistência à flexão para os de 1,5mm e de 1,3mm foram de 120,4 Ncm e de 63,7 Ncm, respectivamente. Segundo Schnelle et al. (2004), que analisaram radiografias panorâmicas prétratamento ortodôntico, verificaram que poucos espaços interdentários teriam dimensões suficientes para acomodar mini-implantes, com exceção das regiões mais apicais, as quais provavelmente estariam em área de mucosa livre. Nas

24 Revisão de literatura 14 radiografias pós-tratamento, porém, houve aumento considerável desses espaços. Os autores então sugeriram, a partir dessas observações, a necessidade de um alinhamento dentário inicial, em alguns casos, antes da instalação de mini-implantes. O mini-implante poderia ser classificado em auto-rosqueante ou autoperfurante. O primeiro, devido ao poder de corte presente, após a osteotomia inicial (perfuração da mucosa gengival e cortical ossea com uma fresa), criaria seu caminho de entrada no osso.o segundo, por não necessitar de fresagem óssea, teria o processo operatório mais simples e rápido. Acreditou-se que os autoperfurantes apresentariam maior estabilidade primária e ofereceriam maior resistência á aplicação de carga ortodôntica imediata (KIM,AHN,e CHANG, 2005; PARK, KWON e SUNG, 2004 ). Apesar dos diferentes desenhos, formas e medidas, de acordo com a marca comercial, seria possível dividirmos a constituição dos mini-implantes em três partes distintas: cabeça, perfil transmucoso e ponta ativa (BEZERRA et al.2004) Uma pesquisa, feita por Huja et al. em 2005, teve como intenção investigar em cães se a resistência à tração dos mini-implantes monocorticais variavam de acordo com o local de instalação, na maxila e mandíbula. Os autores acreditavam que a diferença de espessura da cortical óssea poderia influenciar no potencial de falha desses dispositivos. Os resultados obtidos demonstraram que a resistência à tração diferiu significativamente nas diferentes localizações na mandíbula e na maxila, sendo muito maior na região posterior dos maxilares. Houve uma fraca, mas significante correlação entre resistência à tração e espessura da cortical óssea. Chegou-se a conclusão que a resistência à tração dos mini-implantes corticais seria suficiente para suportar cargas ortodônticas.

25 Revisão de literatura 15 No ano de 2005, Cope apresentou um artigo definindo e classificando os dispositivos temporários de ancoragem ortodôntica, cobrindo o seu desenvolvimento histórico, os parâmetros biológicos básicos para o seu uso e as questões que necessitam de maiores pesquisas experimentais, para os mini-implantes se tornarem incorporados à prática diária e rotineira. Como exemplo de questões a serem solucionadas, o autor sugeriu pesquisas mais acuradas quanto à força máxima que poderia ser aplicada a um mini-implante e quanto ao uso de mini-implantes para tratamentos ortopédicos. De acordo com Melsen, e Verna (2005), as aplicações clínicas dos miniimplantes foram descritas como alternativas aos métodos de ancoragem convencionais. A maioria descreveu casos de pacientes que apresentavam ausências dentárias para aplicação de ancoragem convencional, quando a força da unidade reativa pudesse gerar efeitos colaterais desagradáveis, quando havia a necessidade de movimentação dentária assimétrica em todos os planos do espaço e como alternativa à cirurgia ortognática. Marassi et al. (2005) avaliaram 190 mini-implantes instalados sem retalho e com aplicação de força ortodôntica imediata (ou no máximo em 30 dias) e obtiveram um índice de sucesso de 91%, enquanto que a maioria dos estudos anteriores indicou índices gerais de sucesso entre 84% e 93%. Os índices de sucesso seriam obtidos logicamente se fossem seguidos adequadamente todos os procedimentos de planejamento e técnica cirúrgica, de modo a proporcionar uma estabilidade primária dos mini-implantes. Outrossim, a escolha do local de instalação, o tipo de mini-implante e o nível de força aplicada seriam importantes. Os autores também aconselharam evitar cirurgias traumáticas, utilizando contra-ângulo de redução, bem como irrigação adequada para não haver aquecimento do osso durante a

26 Revisão de literatura 16 perfuração. Quanto ao local de instalação, dever-se-ia evitar a região de mucosa alveolar. Em relação ao tipo de mini-implante, os mais espessos estariam indicados para pacientes dolicofaciais ou com corticais delgadas. Os autores ainda sugeriram evitar força excessiva sobre os mini-implantes durante o tratamento e fornecer orientações pós-operatórias aos pacientes, instruindo sobre a correta higiene oral ao redor dos dispositivos. Melsen e Verna (2005) relatou que apesar de altos índices de sucesso, as complicações relacionadas aos mini-implantes seriam freqüentes e algumas vezes poderiam ser creditadas às características físicas do parafuso. Esse poderia, por exemplo, sofrer fratura quando sua dimensão transversal fosse muito estreita ou quando a área do pescoço não fosse suficientemente resistente para suportar a tensão do procedimento de remoção. A infecção ao redor dos mini-implantes poderia se desenvolver se a sua porção transmucosa não fosse inteiramente polida; nessas situações se um sistema de mini-implante com comprimento variável de pescoço fosse usado, o clínico poderia selecionar aquele que melhor se adaptasse à área de implantação. Os problemas relacionados ao operador iriam desde a aplicação de excessiva pressão durante a inserção de um mini-implante auto-perfurante (podendo levar à fratura da ponta do mini-implante) até o tremor da chave do mini-implante quando fosse feita a torção. Quanto aos problemas relacionados ao paciente, haveria limitações quando a cortical óssea fosse mais fina que 0,5mm e quando a densidade do trabeculado ósseo fosse baixa. Já em pacientes com mucosa espessa, a distância entre o ponto de aplicação da força e o centro da resistência do mini-implante seria muito maior que o normal, gerando assim um grande momento quando a força fosse aplicada. Segundo o autor, os mini-implantes seriam contra-

27 Revisão de literatura 17 indicados em pacientes com alterações sistêmicas do metabolismo ósseo causadas por doenças, medicações e tabagismo exagerado. De acordo com Carano (2005), a resistência dos mini-implantes superou a maioria das forças ortodônticas, não sendo a fratura um risco muito relevante durante a ativação, mas sim durante os procedimentos de inserção e remoção. A fratura poderia ocorrer durante a cirugia de instalação, o que seria mais freqüente, ou na remoção dos mini-implantes. Usualmente estaria relacionada ao excesso de pressão aplicada à chave longa de inserção manual ou á utilização de contra-ângulo com torque superior a 10 Ncm. (MARASSI et al., 2005) Mah e Bergstrand em 2005 produziram um relatório sobre a condição atual dos dispositivos de ancoragem temporária e o impacto que isso teria proporcionado ao planejamento à execução dos tratamentos ortodônticos. Relataram que as falhas e complicações foram dramaticamente reduzidas por meio dos novos desenhos e das novas técnicas de inserção dos mini-implantes, permitindo um grande aumento nos índices de sucesso. Observou-se que os resultados foram mais satisfatórios nos maxilares que nas mandíbulas e mais em adultos, que em crianças Em 2005, Melsen e Verna classificaram as complicações relacionadas ao uso dos mini-implantes. Entre essas, os autores citaram complicações durante a inserção, onde a falta de estabilidade inicial poderia ser devido à espessura inadequada da cortical óssea, devendo então ser selecionada uma nova localização. Também citaram a inserção do mini-implante no ligamento periodontal ou na raiz do dente e, nesses casos, dever-se-ia remover e eleger um novo sítio. As complicações durante o período da aplicação de força, quando o mini-implante poderia apresentar mobilidade, o profissional não deveria esperar a estabilização, mas sim remover e reposicionar. A hipertrofia da mucosa poderia acontecer na região adjacente ao mini-

28 Revisão de literatura 18 implante e geralmente estaria associada a uma deficiência na higiene oral. Quanto ao momento de remoção, o mini-implante poderia não ser retirado facilmente, entretanto, alguns dias após a primeira tentativa de remoção, isso se resolveria naturalmente, pois o dispositivo tenderia a se tornar móvel. Os autores alertaram também para o risco dos mini-implantes fraturarem durante a remoção. Tido como um dos maiores avanços da Ortodontia contemporânea, e sendo alvo de grande atenção em pesquisas, os mini-implantes ortodônticos estariam disponíveis em titânio, com diferentes graus de pureza e tratamento de superficie, podendo variar entre 4 a 12 mm de comprimento por 1,2 a 2 mm de diâmetro (NASCIMENTO, ARAÚJO e BEZERRA, 2006) O índice de sucesso na aplicação clinica dos mini-implantes foram estudados extensivamente. Visando examinar as taxas de sucesso e os fatores que poderiam afetar o indice de sucesso clínico dos mini-implantes utilizados como ancoragem ortodôntica, (PARK, JEONG, e KWON, 2006) colocaram 227 mini-implantes em 87 pacientes. Os mini-implantes foram instalados de forma a ficarem com angulações de 30º a 40º em relação ao longo eixo dos dentes superiores, de 10º a 20º em relação aos inferiores e a 90º na região retromolar e na região distovestibular dos segundos molares inferiores. Os seguintes fatores foram avaliados: tipo, comprimento e diâmetro dos mini-implantes, idade e sexo dos pacientes, local que os mini-implantes foram instalados, ângulo de inserção, método e duração da aplicação de força, ligadura utilizada, exposição da cabeça do mini-implante e, ainda, a higiene oral e a presença de inflamação em torno do mini-implante. O tempo médio de aplicação de carga sobre os mini-implantes foi de 15 meses. Em relação ao sexo e idade, não foram encontradas diferenças estatísticamente significantes. Quanto ao local de inserção, os mini-implantes colocados na maxila

29 Revisão de literatura 19 tiveram um índice de sucesso maior do que aqueles colocados na mandíbula e os mini-implantes colocados do lado esquerdo tiveram maior sucesso do que aqueles colocados do lado direito, podendo ser devido a facilidade de higiene do lado esquerdo pelos pacientes destros. Não houve diferença estatisticamente significante em relação aos implantes que ficaram com a cabeça exposta em relação aos que tiveram a cabeça coberta por tecido mole, apesar desses últimos terem apresentado maior sucesso clínico. Não houve correlação entre a taxa de sucesso e o método de aplicação de força ou ângulo de inserção dos mini-implantes. Na presença de inflamação e/ou mobilidade, os mini-implantes apresentaram um índice de sucesso significativamente menor. Os autores alcançaram um sucesso de 91% no total da amostra e alertaram que, para minimizar as possíveis falhas, os profissionais deveriam ter cuidados em relação à orientação de higiene, à inflamação ao redor do mini-implante e com a instalação de mini-implantes colocados na mandíbula. Segundo Motoyoshi em 2006, a intensidade média de torque na colocação de mini-implantes ortodônticos variou de 7,2 Ncm a 13,5 Ncm, dependendo da localização do implante. A densidade óssea aliada à subperfuração poderia influenciar na resistência ao torque de inserção, potencializando o risco de fratura da região próxima à cabeça do parafuso. Kuroda et al. (2007) compararam os resultados clínicos obtidos em pacientes que apresentavam mordida aberta anterior severa. O estudo foi realizado com uma amostra de 23 pacientes de 16 a 46 anos de idade em que o crescimento ósseo já havia finalizado. Os pacientes apresentavam no mínimo 3mm de mordida aberta e apresentavam Classe I ou Classe II esquelética. Do total da amostra, 10 pacientes foram tratados com intrusão de molares com ancoragem esquelética e os 13 restantes foram tratados com tratamento ortodôntico combinado com cirurgia

30 Revisão de literatura 20 ortognática. Os autores verificaram que a intrusão de molares por meio da ancoragem esquelética ocorreu de forma mais simples e se mostrou mais eficaz no tratamento da mordida aberta anterior. Xun, Zeng, Wang (2007), relataram o tratamento ortodôntico de 12 pacientes que tinham entre 14,3 e 27,2 anos de idade e apresentavam mordida aberta esquelética. No maxilar superior, os autores utilizaram mini-implantes na linha média palatina associados a uma barra transpalatina e, na mandíbula, mini-implantes vestibulares com um arco ou barra lingual. A força de intrusão empregada foi de 150 gramas. Os resultados mostraram que a correção foi feita em um tempo médio de 6,8 meses. O trespasse vertical aumentou 4,2 mm em média, os molares superiores foram intruídos 1,8 mm e os molares inferiores 1,2mm, em média. O ângulo do plano mandibular diminuiu em média 2,3º (anti-rotação mandibular) e a altura facial anterior diminuiu 1,8 mm em média. Assim, concluíram que correção da mordida aberta anterior por meio da intrusão de molares com mini-implantes seria um procedimento por invasivo, muito efetivo e que necessitaria de pouca colaboração por parte do paciente. O propósito do artigo escrito por Lee et al foi verificar as expectativas do paciente, a aceitação e experiência da dor durante a cirurgia de instalação de mini-implantes para ancoragem ortodôntica. Além disso, comparar com o desconforto sentido em outros procedimentos ortodônticos, tais como a extração dental sob anestesia local, a colocação de separadores de 2,1mm de diâmetro e o alinhamento inicial com arcos de 0,016 de Ni-Ti. Neste estudo foi utilizada uma amostra 78 mini-implantes instalados em 37 pacientes, sendo 24 mulheres e 13 homens, com idade média de 23,5 e desvio-padrão de 10,9 anos. Os mini-implantes utilizados foram de 1,3 a 1,4mm de diâmetro e 7mm de comprimento. Em todos os

31 Revisão de literatura 21 pacientes, 0,5ml de anestesia local, foi administrada. Para quantificar o desconforto, os pacientes utilizaram uma escada visual analógica, sendo 0 (nenhum desconforto) e 100 (dor insuportável). Os pacientes deveriam quantificar a dor que tinham percebido durante e nos sete dias seguintes após os procedimentos realizados. Após um mês com os mini-implantes, os pacientes preencheram um formulário explicando os sintomas experimentados e o seu grau de satisfação. Os resultados mostraram que o desconforto na cirurgia de colocação dos mini-implantes foi menor que o experimentado durante o alinhamento dental inicial ortodôntico. 2.3 A estrutura interna dos mini-implantes O principal elemento presente na liga dos mini-implantes é o titânio. De cor cinza, o titânio consiste num metal largamente encontrado no meio ambiente, extremamente resistente á corrosão e, na forma de pó, altamente inflamável e explosivo. Segundo a Organização Mundial de Saúde, WHO (do inglês World Health Organization, 1982) o titânio seria pouco absorvido pelo trato gastrointestinal. Estimou-se que a sua absorção fosse de aproximadamente 3%. O pulmão seria considerado o orgão-alvo primário de deposição do titânio em humanos, embora não fossem encontradas mudanças fibrogênicas nos pulmões de trabalhadores expostos ao pó do titânio. Por ser um metal altamente biocompativel, tornou-se atrativo nas ciências da saúde (WHO, 1982). O titânio não é de fácil obtenção, pois reage facilmente com o ar, oxigênio, níquel, carbono e hidrogênio, em temperaturas elevadas. Em contato com baixas temperaturas é inerte, em conseqüência da formação de uma película de óxido em sua superfície, o óxido de titânio, que se apresenta em estequiometrias variadas,

32 Revisão de literatura 22 como Ti 3 O, Ti 2 O, Ti 3 O 2, TiO, Ti 2 O 3 e Ti 3 O 5, sendo o mais estável TiO 2 (Dióxido de titânio). Em temperatura ambiente, não é afetado por substâncias ácidas ou alcalinas, sendo assim ideal como composto de implantes no corpo humano (LEE, 1980). Os metais e ligas metálicas em uso corrente na prática cirúrgica e ortopédicas podem ser subdivididos em três categorias: o do aço inoxidável (AISI 316L e ASTM F- 138), a de liga à base de cromo-cobalto (vitallium) e as ligas de titânio compostas de 90% de Ti, 6% de Al e 4% de V ou 92,5% de Ti, 5% de Al e 2,5% de Fe (COHEN, 1983) O titânio e suas ligas são amplamente empregados na Implantodontia e os resultados das experiências clínicas comprovaram que esses materiais apresentam excelente biocompatibilidade. Contudo existem ainda dúvidas quanto às propriedades físicas dos implantes de titânio para se obter uma biofixação adequada (BRANEMARK, ZARB e ALBREKTSSON, 1985) O implante de titânio também pode ser preparado como revestimento poroso, oferecendo maior potencia para a fixação biológica, pois promove o incremento de área de material de implante em contato com o tecido adjacente (COOK et al.,1988). Os elementos de liga para o titânio podem ser divididos em três categorias: (1) Alfa estabilizadores, tais como, Al, O, N, C; (2) Beta estabilizadores, como, Mo, V, Nb, Ta, Fe, W, Cr, Si, Co, Mn, H; (3) neutros, como, Zr. As ligas Alfa e Próximas de Alfa são geralmente não tratadas termicamente e soldáveis, apresentam superior resistência à corrosão, boa tenacidade ao dobramento e boa resistência ao escoamento em altas temperaturas. Por outros

33 Revisão de literatura 23 lado as ligas Alfa + Beta não possuem boa resistência ao escoamento em altas temperaturas, mas possuem boas propriedades para a conformação plástica. São tratadas termicamente para um moderado acréscimo de resistência mecânica. As ligas Beta possuem um baixo módulo elástico e uma superior resistência a corrosão, Bania P.J., in: D. Eylon, R.R. Boyer, D.A. Koss 1993, e Schutz,R.W. in: D. Eylon, R.R. Boyer, D.A.Koss 1993 Segundo Azevedo (1996), dentre as ligas metálicas utilizadas como implante cirúrgico, a demanda para o titânio e suas ligas vem crescendo desde sua introdução, em 1947, e estima-se que mais de mil toneladas de componentes de titânio sejam implantadas anualmente em pacientes nas áreas de ortopedia, implantes dentários e cirugias buço-maxilo-faciais. As ligas de titânio comerciais para biomateriais podem ser classificadas, em termos da microestrutura,como: Alfa, Alfa+Beta e Beta e apresentam uma maior relação entre resistência e peso do que os seus competidores, além de oferecer elevada biocompatibilidade e alta resistência á corrosão. A gama de propiedades mecânicas vai da liga de Ti comercialmente puro, de alta ductilidade, até ligas tratadas termicamente com limite de resistência acima de 900 Mpa. O titânio seria geralmente visto como uma substância pouco reativa, com efeitos colaterais mínimos (LUGOWSKI et al., 2000). A liga de titânio mais utilizada seria a Ti-6Al-4V (Titânio tetra-vanádio hexaaluminio) e corresponderia a 50% de todo titânio utilizado. Uma das suas principais aplicações foram realizadas na Medicina e na Odontologia, pela sua biocompatibilidade, sendo utilizada em próteses parciais e totais de quadril, joelho, ombro, cotovelo, dedos e em parafusos de fixação óssea na maxila e mandibula. Essa liga apresenta alta resistência específica, que seria a proporção entre

34 Revisão de literatura 24 resistência e densidade, além de possuir boa resistência à corrosão (KUPHASUK et al.,2001). Segundo Shaeffer (2001). as ligas de titânio são classificadas de acordo com as fases presentes em sua microestrutura em temperatura ambiente. A liga de titânio mais utilizada comercialmente é a liga alfa+beta, Ti-6Al-4V, esta liga contém 6% de Al que estabiliza a fase alfa,aumentando a temperatura de transformação alfa+beta-- -beta, além disso, a presença de alumínio nesta liga aumenta a resistência mecânica a altas temperaturas A liga de titânio Ti-6Al-4V teria alumínio em sua composição, com o objetivo de aumentar a resistência à fadiga e à corrosão dessas ligas. O alumínio seria um dos elementos mais abundantes na crosta terrestre na forma de óxido de alumínio (Al 2 O 3 ) e seria um dos poucos elementos na natureza que não apresentaram nenhuma função biológica significativa. Talvez por isso tenha sido considerado inofensivo, entretanto, a exposição a altas concentrações poderia causar problemas de saúde, principalmente na forma de íons, quando solúvel em água. Embora existam controvérsias, a ingestão prolongada do alumínio, em altas concentrações poderia levar a sérios problemas de saúde como: demência, danos ao sistema nervoso central, perda de memória, câncer de pulmão, Mal de Alzheimer e fortes tremores. Algumas pessoas poderiam ainda manifestar alergia ao alumínio, sofrendo dermatites de contato, inclusive desordens digestivas ao ingerir alimentos cozidos em recipientes de alumínio (LUCKEY; VENUGOPAL, 1997; KAWAHARA, 2005) Também com o objetivo de aumentar a resistência à fadiga e á corrosão das ligas de titânio, o vanádio foi acrescido à liga Ti-6Al-4V (titânio tetra-vanádio hexaaluminado). Considerado um elemento relativamente tóxico, os sinais de toxicidade variam tanto em espécie quanto em dosagem. A maior fração do vanädio ingerida

35 Revisão de literatura 25 não seria absorvida pelo organismo, sendo excretada com as fezes. A parcela absorvida do elemento pelos rins, ossos e fígado seria de aproximadamente 5%. O vanádio sérico consistiria num bom indicador de elevada ingestão de vanádio na dieta, sendo que valores acima de 1,0 ng/mg poderiam indicar exposição excessiva. Uma série de substâncias, inclusive o EDTA(Ácido etilenodiamenatetracético), o ácido ascórbico, cromo, proteína, íon ferroso, cloro e hidróxido de aluminio, poderiam reduzir a toxicidade do vanádio. ( O titânio possui duas formas cristalográficas. Quando em temperatura ambiente, o titânio comercialmente puro tem forma hexagonal densamente agrupada (hcp), que corresponde a estrutura cristalina da fase Alfa. Acima da temperatura de 883 C o titânio passa para forma cúbica de corpo centrado (ccc) conhecida como fase Beta. Ela pode ser prontamente soldada, forjada e usinada, e é disponível em uma ampla variedade de produtos fabricados. A presença de duas fases (Alfa + Beta) provoca, um aumento considerável do limite de ruptura desta liga, que se apresenta duplicado em relação ao titânio puro. (JACHINOSKI, AND SILVA, 2005).

36 3 PROPOSIÇÃO

37 27 3 PROPOSIÇÃO Esta pesquisa teve o intuito de realizar uma análise metalográfica da microestrutura interna de 12 mini-implantes ortodônticos, divididos em 3 grupos, de acordo com a marca comercial. Foram utilizados dispositivos das marcas SIN e Conexão, fabricados no Brasil, e da marca Dewimed, fabricada na Alemanha.

38 4 MATERIAL E MÉTODOS

39 29 4 MATERIAL E MÉTODOS A metodologia empregada nesta pesquisa baseia-se nas normas ASTM E3 ed. 01 (Standard Guide for Preparation of Metallographic Specimens); ASTM E7, ed. 03 (Standard Terminology Relating to Metallography); ASTM E407, ed. 99 (Standard Practice for Microetching Metals and Alloys). Essas normas são descritas pela ASTM International, originalmente conhecida como American Society for Testing and Materials (ASTM), entidade que produz normas técnicas para análise de materiais, produtos, sistemas e serviços. Também foi empregada a norma ISO (Implants for surgery - Metallic materials Part 3), determinada pela "International Organization for Standardization", que diz respeito às ligas de Titânio hexa-alumina tetra-vanádio (Ti-6Al-4V). 4.1 Material Foram utilizados nesta pesquisa 18 mini-implantes ortodônticos, autoperfurantes, fabricados com ligas de titânio, sendo: 6 mini-implantes ortodônticos autoperfurantes da marca DEWIMED (Tuttlingen, Alemanha), nas seguintes dimensões: 1,6mm de largura, 2,5mm de perfil transmucoso e 9,0mm de comprimento, obtidos de dois lotes distintos. 6 mini-implantes ortodônticos autoperfurantes da marca SIN (São Paulo, Brasil), tipo High Utility, nas medidas: 1,4 mm de largura, 1,0 mm de perfil transmucoso e 8,0 mm de comprimento, obtidos de dois lotes distintos.

40 Material e métodos 30 6 mini-implantes ortodônticos autoperfurantes da marca CONEXÃO (São Paulo, Brasil), nas medidas de 1,5mm de largura, 1,0 de perfil transmucoso e 9mm de comprimento, obtidos de dois lotes distintos. amostras: Além disso, foram empregados os seguintes materiais no preparo das Resina acrílica (Polímero de Metil Metacrilato) Serra circular de mesa da marca Arotec com disco cortante da marca Norton Lixadeira circular de mesa Lixas d água números: 150, 220, 320, 400 e 600 Abrasivo de pasta de diamante com granulação de 6µm, 3µm e 1µm na politriz Reativo Kroll s, que contém em sua composição: 10ml HF, 5ml HNO3, 85ml H2O Microscópio óptico da marca Union Optical Co. (Tókio, Japão), modelo Neomet, Nº de serie: 84139, com aumento de até 2000 vezes. 4.2 Métodos Divisão dos grupos experimentais Os grupos experimentais foram divididos em três, denominados: Grupo 1 : composto por mini-implantes da marca Dewimed; Grupo 2 : composto por mini-implantes da marca Sin; Grupo 3 : composto por mini-implantes da marca Conexão.

41 Material e métodos Preparo da Amostra: Devido às dimensões dos mini-implantes e a dificuldade de manuseio, a amostra foi embutida, a frio, em resina acrílica (Polímero de Metil Metacrilato), como mostra a Figura 4.1. Figura Corpos de prova embutidos em resina acrílica Os corpos de prova foram então seccionados, com o auxílio de uma serra circular de mesa. Em cada um dos grupos (1, 2 e 3), três mini-implantes foram seccionados transversalmente e três unidades foram seccionadas longitudinalmente. Em seguida, os corpos de prova foram lixados sucessivamente com lixas d água de granulações 150, 220, 320, 400 e 600 em lixadeira circular de mesa, sempre lubrificado com água de modo a obter uma superficie plana e homogênea. Após o acabamento na lixa 600, a amostra foi polida utilizando-se como abrasivo a pasta de diamante de 6µm. Em seguida empregou-se a pasta abrasiva de 3µm e o acabamento final foi obtido com o emprego da pasta de diamante de 1µm (Figura 4.2). SIN DEWIMED CONEXÃO Figura Amostra após o polimento final

42 Material e métodos Ataque Químico Após o polimento dos mini-implantes, foi realizado o ataque químico para o contraste da microestrutura do parafuso. O ataque químico para a observação longitudinal dos parafusos foi realizado com reativo Kroll s, composto por 10mL HF, 5mL HNO 3 e 85mL H 2 O. Já para a observação dos cortes transversais dos miniimplantes empregou-se, para o ataque químico, a solução composta por 6g de NaOH, 60 ml de H 2 O e 10 ml de H 2 O 2. Esse líquido agiu por contato durante 20 segundos. Logo em seguida, os corpos de prova foram secos com jato de ar quente. Este processo revelou a microestrutura da amostra, propiciando um bom contraste das fases Alfa e Beta sob a observação em microscópio óptico Análise Metalográfica Após as etapas de preparação e ataque ácido das amostras, procedeu-se a observação das mesmas em um microscópio óptico. O objetivo de uma análise metalográfica é o de revelar as fases globulares, assim como a estrutura interna de um metal ou de ligas metálicas.

43 5 RESULTADOS

44 34 5 RESULTADOS Todas as análises foram realizadas em um laboratório, especializado na caracterização e testes de materiais, denominado TORK Controle Tecnológico de Materiais Ltda., localizado em São Paulo, S.P. Estão dispostos abaixo os resultados obtidos na avaliação dos cortes longitudinais e nos cortes transversais dos mini-implantes ortodônticos. Os cortes longitudinais foram analisados visualmente para a detecção de bolhas, fraturas e fissuras na estrutura interna dos mini-implantes. Os cortes transversais foram avaliados e comparados com manual de normas técnicas européias ETTC Avaliação dos cortes longitudinais Mini-implantes da marca Dewimed Figura Núcleo do parafuso com ampliação de 400x da marca DEWIMED Figura Rosca do para-fuso com ampliação de 50x da marca DEWIMED Figura Rosca do para-fuso com ampliação de 400x da marca DEWIMED Mini-implante da marca SIN Figura Núcleo do parafuso com ampliação de 400x da marca SIN Figura Roscas do parafuso com ampliação de 50x da marca SIN Figura Roscas do parafuso com ampliação de 400x da marca SIN

45 Resultados Mini-implantes da marca CONEXÃO Figura Núcleo do parafuso com ampliação de 400x da marca CONEXÃO Figura Roscas do parafuso com ampliação de 50x da marca CONEXÃO Figura Roscas do parafuso com ampliação de 400x da marca CONEXÃO Segundo o relatório de ensaio MESP, datado de 20 de junho de 2007 e assinado por Leopoldo Rosalin de Oliveira, engenheiro responsável pelo Laboratório Tork, foram observadas microestruturas homogêneas e livres de descontinuidades. Também não foram detectados defeitos, tanto no núcleo como nas roscas dos mini-implantes de todas as marcas avaliadas, 5.2 Avaliação dos cortes transversais A análise metalográfica dos cortes transversais dos mini-implantes realizou-se com base na norma ISO (Implants for surgery - Metallic materials - Part 3), determinada pela "International Organization for Standardization". As investigações da estrutura interna das ligas de titânio devem seguir as normas do manual ETTC2. Neste manual constam microfotografias, que na série A, variam de A1 até A24 e representam barras de titânio hexa-alumina tetra-vanádio (Ti-6Al-4V) em cortes transversais avaliados por microscopia óptica com aumento de 200 vezes. Estas imagens, de A1 até A24, estão representadas no capítulo Apêndice.

46 Resultados 36 Observa-se, na constituição interna das ligas com suas fases globulares, que estas são compostas pelo arranjo microestrutural das fases Alfa e Beta. O titânio fase Alfa mostra-se em cor clara, enquanto que o titânio fase Beta apresenta-se em cor escura. Ressalta-se que somente os padrões A1 até A10 são aceitos pela ETTC-2 como adequados para a confecção de mini-implantes ortodônticos, uma vez que são aqueles que apresentam nítida distinção entre as fases globulares, grânulos de tamanho reduzido em ambas as fases e equilíbrio no percentual de Alfa e Beta, fatores estes que evidenciam uma alta qualidade de sua estrutura interna. Figura Imagens micrográficas dos cortes transversais dos mini-implantes das marcas DEWIMED (esquerda) SIN (centro) e CONEXÃO (direita) com ampliação de 200x. O relatório do ensaio MESP, assinado por Leopoldo Rosalin de Oliveira, engenheiro responsável pelo Laboratório Tork, datado de 10 de setembro de 2008, informou que as três marcas de mini-implantes apresentaram microestrutura bimodal, com fases Alfa e Beta cuja proporção variou entre A1 e A9, conforme o descrito na ETTC-2. Atendem, portanto às normas estabelecidas pelo Technical Committee of European Titanium Producers.

47 Resultados 37 O relatório informa ainda que na análise das microestruturas dos miniimplantes, os corpos de prova da marca DEWIMED e da marca SIN foram classificados como do tipo A1. Já os mini-implantes de marca CONEXÃO apresentaram classificação A9, segundo o documento ETTC-2.

48 6 DISCUSSÃO

49 39 6 DISCUSSÃO A década de oitenta marcou o início do uso generalizado de implantes dentais na odontolgia, com o objetivo de substituir dentes perdidos e restabelecer a função mastigatória (ADELL, 1981; ROBERTS, 1884). Os ortodontistas perceberam, logo de início, a grande utilidade dos implantes dentais como recurso adicional de ancoragem nos tratamentos corretivos (TURLEY et al., 1988; FÁVERO, BOLLO e BRESSAN, 2002; CHENG,et al 2004; HUANG, SHORWELL e WANG, 2005). Os sucessores dos implantes dentais como recurso de ancoragem em ortodontia foram os mini-implantes, que pelo fato de possuírem estrutura menor que os implantes dentais, simplificaram a técnica de inserção, sem contudo perder estabilidade nos movimentos dentais (COSTA e RAFFINI, 1998; MIYAWAKI, 2003; VILELA, 2004; LIOU, PAI e LIN, 2004; CARANO et al., 2004; KIM, AHN, e CHANG, 2005; PARK, KWON e SUNG, 2004; HUJA et al., 2005; COPE, 2005; MARASSI et al., 2005; NASCIMENTO, ARAÚJO e BEZERRA, 2006). Estes dispositivos mostraram, sob análise histológica em animais, segurança em seu uso (MELSEN e LANG, 2001; PARK, 2003). Os mini-implantes beneficiaram todos os movimentos ortodônticos usualmente realizados em tratamentos corretivos, uma vez que propiciavam ancoragem adequada para a correção de mordidas abertas ou profundas, verticalização de molares, distalizações e mesializações dentais. (CREEKMORE e EKLUND, 1983; BAE, 2002; KURODA, KATAYAMA e TAKANO-YAMAMOTO, 2004; PARK, KWON e KWON, 2004; PARK, KWON e SUNG, 2004; TEIXEIRA e ESCÓSSIA JR., 2004; XUNG, 2007)

50 Discussão 40 Notamos, ao revisar a literatura, a inexistência de pesquisas que realizassem análises mais detalhadas da estrutura interna dos mini-implantes e isto nos entusiasmou em desenvolver este trabalho, com avaliação micrográfica dos miniimplantes ortodônticos. O objetivo de uma análise metalográfica é revelar as fases, assim como a estrutura de metais e suas ligas, por meio de avaliação em microscópio. Para atingir este intento, são necessárias diversas etapas de preparação das amostras, conforme descritas no capítulo Material e Métodos. Estes procedimentos dependem do tipo de material a ser analisado, assim como da especificidade do problema a ser avaliado. Por este motivo as amostras dos mini-implantes foram seccionadas no sentido longitudinal e transversal. O primeiro corte visa identificar a presença de descontinuidades, tais como bolhas, fissuras ou falhas na estrutura interna dos miniimplantes, problemas estes que poderiam induzir a fraturas durante os processos de inserção ou remoção das peças. Já o corte transversal tem como objetivo avaliar a composição das fases da liga de Titânio empregada na fabricação dos miniimplantes. Para explicar melhor, dizemos que a liga de Titânio é composta da fusão das fases Alfa e Beta. A fase Alfa, que existe até 883ºC, apresenta estrutura hexagonal e compacta. É uma liga mole, que apresenta boa resistência mecânica e tenacidade, mas possui pouca ductibilidade. Já a fase Beta, com grade cristalina cúbica de corpo centrado, possui boa formabilidade, boa resistência à fadiga a frio e a quente, porém apresenta grande vulnerabilidade à contaminação pela atmosfera (JACHINOSKI e SILVA, 2005).

51 Discussão 41 Por este motivo utilizam-se comercialmente ligas que reúnem as fases Alfa+Beta, uma vez que apresentam uma combinação das duas fases em sua microestrutura, o que confere boa formabilidade e boa resistência à fadiga à frio(jachinoski e SILVA, 2005). A liga de titânio mais utilizada comercialmente é a liga Alfa + Beta denominada Titânio hexa-alumina tetra-vanádio (Ti-6Al-4V). Esta liga contém 6% de Al que estabiliza a fase Alfa, aumentando a temperatura de transformação de Alfa+Beta para Beta. Além disso, a presença de alumínio nesta liga incrementa a resistência mecânica em altas temperaturas. A adição de 4% de vanádio aumenta a resistência mecânica por dois mecanismos: por solução sólida e por estabilizar a fase Beta na temperatura ambiente (SHAEFFER, 2001). Os metais e as ligas metálicas freqüentemente utilizadas na prática cirúrgica e ortopédica podem ser subdivididos em três categorias: o aço inoxidável, as ligas a base de cromo-cobalto e as ligas de Titânio compostas, em geral, por 90% Ti, 6% Al e 4% V (COHEN, 1983) O Titânio não é de fácil obtenção, pois reage facilmente com o ar, oxigênio, níquel, carbono e hidrogênio, em temperaturas elevadas. A baixas temperaturas é inerte, em conseqüência da formação de uma película de óxido em sua superfície. O óxido de titânio se apresenta como Ti 3 O, Ti 2 O, Ti 3 O 2, TiO, Ti 2 O 3 e Ti 3 O 5, sendo o mais estável TiO 2 (dióxido de titânio). O Titânio, em temperatura ambiente, não é afetado por substâncias ácidas ou alcalinas, sendo assim ideal como composto de implantes no corpo humano (LEE, 1980). Além disso, o implante de Titânio apresenta-se com os tecidos adjacentes bem vascularizados, confirmando sua alta bioatividade, maior flexibilidade, isto é, um menor módulo de elasticidade, quando comparado com outros metais. Estes fatores

52 Discussão 42 associados podem melhorar a osseointegração e a fixação mecânica. (CHRISTENSEN et al 2000). O Titânio possui duas formas cristalográficas. Quando em temperatura ambiente, o Titânio comercialmente puro tem forma hexagonal densamente agrupada (hcp), que corresponde a estrutura cristalina da fase Alfa. Acima da temperatura de 883 C o titânio passa para forma cúbica de corpo centrado (ccc) conhecida como fase Beta. Estas estruturas estão esquematicamente representadas a seguir. Figura Estrutura cristalográfica do titânio comercialmente puro Os elementos que compõem as ligas de Titânio podem ser divididos em três categorias: (1) Alfa estabilizadores, tais como, Al, O, N, C; (2) Beta estabilizadores, como, Mo, V, Nb, Ta, Fe, W, Cr, Si, Co, Mn, H; (3) neutros, como, Zr. As ligas Alfa são geralmente não tratadas termicamente e soldáveis, apresentam superior resistência à corrosão, boa tenacidade ao dobramento e boa resistência ao escoamento em altas temperaturas. Por outro lado, as ligas Alfa + Beta não possuem boa resistência ao escoamento em altas temperaturas, mas

53 Discussão 43 possuem boas propriedades para a conformação plástica. São tratadas termicamente para um moderado acréscimo de resistência mecânica. Já as ligas Beta, possuem um baixo módulo elástico e uma superior resistência a corrosão (BANIA, 1993; SCHUTZ, 1993 ). De todas as ligas citadas, as mais importantes e amplamente utilizadas são as ligas Alfa + Beta, e dentre elas ocupando 60% do mercado está a liga Titânio hexa-alumina tetra-vanádio (Ti-6Al-4V). Essa classe de ligas de titânio contém um ou mais elementos Beta-estabilizantes em quantidade suficiente para permitir a retenção de porções consideráveis de fase Beta em temperatura ambiente, resultando em uma estrutura Alfa + Beta. Ela pode ser prontamente soldada, forjada e usinada, e é disponível em uma ampla variedade de produtos fabricados. A presença de duas fases (Alfa + Beta) provoca um aumento considerável do limite de ruptura desta liga (JACHINOSKI e SILVA, 2005) Os implantes são submetidos, via de regra, a condições de trabalhos agressivas e suas falhas prematuras podem ser influenciadas por diversos fatores, que incluem falhas de projeto, de manufaturas, no procedimento de instalação e no uso clínico (AZEVEDO, 1996) Os mini-implantes ortodônticos inauguraram uma nova era da mecânica do movimento dental, uma vez que são dispositivos altamente estáveis para ancoragem ortodôntica, permitindo planejamentos e movimentações dentárias complexas e de difícil execução. A evolução tecnológica destes acessórios iniciou-se com parafusos utilizados para enxerto ósseos, passou por placas de osteossíntese, implantes dentais e culminou nos parafusos autoperfurantes, produzidos hoje em dia pela

54 Discussão 44 maioria das empresas do setor (GAINSFORTH e HIGLEY, 1945; ROBERTS et al, 1989; e KANOMI, 1997 Utilizados com freqüência crescente na clinica ortodôntica, os mini-implantes podem apresentar, em alguns casos, falhas tais como a fratura da peça durante a inserção ou remoção no osso alveolar. Apesar de diversos artigos consultados na literatura apresentarem relatos clínicos acerca destas falhas como o de Melsen e Verna em 2005 e o de Azevedo em 1996, poucas informações estão disponíveis sobre as características físicas dos mini-implantes, informações estas importantes para a determinação da qualidade mecânica destes produtos (CARANO et al., 2004; CARANO et al., 2005; KYUNG, 2003; KYUNG, 2004) Todos os miniimplantes são do tipo autoperfurante, uma vez que estes, por dispensarem o uso de micromotor, aumentam a sensibilidade do operador e reduzem o risco de perfuração de alguma raiz próxima ao local da inserção (KANOMI, 1997; KYUNG, 2003). O comprimento dos mini-implantes selecionados para esta pesquisa, entre 8 e 12mm de comprimento, são aceitaveis, no sentido que possuem dimensão suficiente para uma boa estabilidade inicial e para receber cargas de até 400 gramas (PARK e KWON, 2004; KYUNG et al., 2004) O diâmetro das amostras selecionadas para a pesquisa (entre 1,4 e 1,8mm) é considerado clinicamente adequado, pois os parafusos são espessos o suficiente para não se fraturarem quando recebem as cargas de inserção, tração ortodôntica e remoção do osso, e ao mesmo tempo são delicados o suficiente para não induzirem a riscos de perfurações nas raízes vizinhas (KANOMI, 1997).

55 Discussão 45 Na observação dos cortes longitudinais dos mini-implantes em microscópio, percebeu-se que as três marcas avaliadas (DEWIMED, SIN e CONEXÃO) apresentam homogenidade da estrutura interna, sem a presença de qualquer defeito, tal como descontinuidades, bolhas, fissuras ou falhas. Este fato leva a crer que as marcas avaliadas não apresentam risco de fratura por defeitos internos da estrutura metálica dos mini-implantes. Na análise metalográfica dos cortes transversais, nota-se que as três marcas de mini-implantes apresentam microestrutura bimodal, com fases Alfa e Beta, cuja proporção varia entre os modelos A1 e A9, conforme o descrito na ETTC-2. Desta forma, os mini-implantes das marcas DEWIMED, SIN e CONEXÃO atendem às normas estabelecidas pelo Technical Committee of European Titanium Producers, quanto ao arranjo metalográfico. Como aspecto de distinção das diferentes marcas comerciais de miniimplantes, notamos que os corpos de prova da marca CONEXÃO, quando analisados em seu aspecto transversal, apresentaram aspecto micrográfico denominado A9 segundo a classificação da ETTC-2. Nesta classe de ligas de Titânio estão aquelas nas quais há uma maior quantidade de fase Beta, em relação à fase Alfa. Este fato é facilmente observado, já que a fase mais escura, correspondente ao Titânio Beta, predomina em relação à fase mais clara, que corresponde ao Titânio Alfa. Já as microestruturas dos mini-implantes das marcas DEWIMED e SIN, mostram arranjo metalográfico do tipo A1, com predominância de fase Alfa (mais clara), em relação à fase Beta (mais escura). Poderíamos supor, em função da composição metalográfica, que o miniimplante da marca CONEXÃO apresenta distinção em relação aos parafusos das

56 Discussão 46 marcas DEWIMED e SIN quanto ao comportamento mecânico, uma vez que as fases Alfa e Beta agem de maneira distinta quanto à tenacidade ao dobramento, à resistência ao escoamento e ao módulo elástico. Contudo são inúmeros os fatores que influenciam nas propriedades mecânicas dos mini-implantes, incluindo neste quesito as dimensões transversais do núcleo, a geometria da parte ativa, o desenho e a dimensão das roscas etc. Assim, serão necessários novos estudos acerca das características físicas dos mini-implantes, como aquelas pesquisas que vêm sendo desenvolvidas no Curso de Mestrado em Ortodontia da Universidade Cidade de São Paulo (GADELHA, 2007; ANDRADE ROSA, 2007; SCHEMANN-MIGUEL, 2008), para melhor caracterizar as propriedades mecânicas destes importantes dispositivos ortodônticos.

57 7 CONCLUSÃO

58 48 7 CONCLUSÃO Segundo a metodologia empregada, e analisando a qualidade física interna de mini-implantes ortodônticos das marcas Dewimed, Sin e Conexão, podemos concluir que: 7.1 A análise metalográfica da microestrutura interna dos mini-implantes das três marcas comerciais, após corte no sentido longitudinal, demonstrou que não foram detectados defeitos, tais como falhas, fissuras ou bolhas, tanto no núcleo, como nas roscas dos parafusos. Isto indica que todas as peças estudadas apresentaram microestruturas homogêneas e livres de descontinuidades. 7.2 Nos cortes em sentido transversal, notou-se que microestrutura interna dos mini-implantes, das três marcas comerciais, apresentaram microestrutura bimodal, com fases Alfa e Beta, cuja proporção variou entre A1 e A9. Atendem, portanto, à norma ETTC-2 estabelecida pelo Technical Committee of European Titanium Producers. 7.3 Ao comparar as três marcas de mini-implantes, notou-se que após análise metalográfica dos cortes transversais, os corpos de prova da marca DEWIMED e da marca SIN foram classificados como possuidores de microestrutura bimodal do tipo A1. Já os mini-implantes de marca CONEXÃO apresentaram classificação A9, segundo o documento ETTC-2.

59 REFERÊNCIAS

60 50 REFERÊNCIAS 1 Adell R, Lekholm U, Rockler B, Branemark PI. A 15-year study of osseointegrated implants in the treatment of edentulous jaw. Int J Oral Surg, 1981;10: Akin-Nergiz N, Nergiz I, Shulz A, Arpak N, Niedermeier W. Reactions of peri-implant tissuesnto continuous loading of osseointegrated implants. Am J Orthod Dentofacial Orthop 1998; 114; Andrade Rosa, Danielle. Avaliação in vitro da liberação de íons e das alterações de superfície de mini-implantes ortodônticos Dissertação (Mestrado em Ortodontia) - Universidade Cidade de São Paulo Azevedo.CRF. Phase diagram and phase transformations in Ti-Al-Si system. PhD Thesis. Imperial College of Science, Tecnology and Medicine. London, 1996 Bae et al. Clinical application of micro-implant anchorage. J Clin Orthod Orthop May; Bania PJ in: D. Eylon, R.R.Boyer, D.A. Koss (Eds), Titanium Alloys in the 1990 s, The Mineral, Metals & Materials Society, Warrendale, PA, pp 3-14 (1993) Bezerra F et al. Ancoragem absoluta utilizando microparafusos ortodônticos de titânio. Planejamento e protocolo cirurgico( Trilogía- parte I ). Implant News, São Paulo, v 1, n.6, p , nov/dez Branemark PI, Breine U, Adell R. Intraosseous anchorage of dental prostheses.experimental studies.scand J.Plast Reconstr Surg, 1969;3: Branemark PI. Introduction to osseointegration In : Branemark, P.I.; Zarb, G.A ; Albrektsson, T. tissue integrate protheses. Chicago, Quintessence,p , (1985) Carano A et al. Clinical Applications of the Mini-Screw-Anchorage-System ( M.A.S.) in the maxillary bone.prog. Orthod.2004 ;5 (2): Carano A et al. Clinical Applications of the miniscrew anchorage system. J. Clin. Orthod., Boulder,v39,no1,p.9-42.jan Cheng SJ, Tseng IY, Lee JJ, Kok SH. A prospective study of risk factors associated with failure of mini-implants used for orthodontic anchorage. Int Oral Maxilofac Implants, 2004;19: Cohen J. Metal Implants: Historical background and biological response to implantation. St. Louis (1983) Cook SD, Thongpreda N, Anderson RC, Haddad Jr. RJ. The effect of post-sintering heat tretement on the fatigue properties of porous coated Ti-6Al-4V alloys Journal of Biomechanical Materials Research. V. 22, p , De acordo com o estilo Vancouver. Abreviatura de periódicos segundo Bases de Dados MEDLINE.

61 Referências 51 Cope JB. Temporary anchorage devices in orthodontics: a paradigm shift.semin Orthod 2005; 11: 3-9. Costa A, Raffaini M, Melsen B. mini screws as orthodontic anchorage: a preliminary report.int.j.adult.orthod.orthognath Surg.1998 ; 13: Creekmore TD,Eklund MK. Possibility of skeletal anchorage.j Clin Orthod. 1983;17: Favero L, Brollo P, Bressan E. Orthodontic anchorage with specific fixtures;related study analysis. Am J orthod dentofacial Orthop Jul; 122 (1): Gadelha, Flávio Paiva. Avaliação das dimensões transversais e análise da resistência à fratura de mini-implantes ortodônticos fabricados no Brasil Dissertação (Mestrado em Ortodontia) Universidade Cidade de São Paulo. Gainsforth BL, Higley LB. A study of orthodontic anchorage possibilities in basal bone. Am J Orthod Oral Surg. 1945; 31: Huang L, Shortwell JL e Wang H. Dental implants for orthodontic anchorage. Am J Orthod Dentofacial Orthop 2005; 127: Huja S et al. Pull-out strength of monocortical screws placed in the maxillaries and mandibules of dogs. Am j orthod. Dentofacial Orthop.2005Mar;127 (3): Jachinoski AC & Silva JC. Formação de ligas de Titano. Seminario Disciplina de Formação de Ligas. UFPP (2005) Kanomi R. Mini-Implant for Orthodontic Anchorage. J Clin Orthod, 1997;31: Kawahara M. Effects of aluminum on the nervous system and its possible link with neurodegenerative diseases. J Alzheimers Dis Nov;8(2): Kim JH, Ahn SJ, Chang YI. Histomorfometric and mechanical analyses of the drillfree screw as orthodontic anchorage. Am J Orthod Dentofacial Orthop, St Louis, v. 128, No. 5, p , Aug 2005 Kuroda S, Katayama A e Takama-Yamamoto T. Severe anterior open-bite case treated using Titanium screw anchorage, Angle orthod 2004; 74: kuroda S, Sakai Y, Tamamura N, Degucgi T, Takano-Yamamoto T. Treatment of severe anterior open bite with skeletal anchorage in adults: comparison with orthognathic surgery outcomes. Am J Orthod Dentofacial Orthop. 2007;132: Kuphasuk C, Oshida Y, Andres CJ, Hovijitra ST, Barco MT, Brown DT. Eletrichemical corrosion of titanium an titanium based alloys. J Prosthet Dent 2001 Feb; 85(2): Kyung HM. Development of orthodontic micro-implants for intraoral anchorage. J Clin Orthod, v. 37, n. 6, p , 2003.

62 Referências 52 Kyung HM et al. handbook for the Absoranchor Orthodontics Micro-implants 3rd, ed, (S.I.:sn) Laboissière Jr. M, Villela H, Bezerra F, Laboissière M, Diaz L. Ancoragem absoluta utilizando microparafusos ortodônticos. Protocolo para aplicação clínica. Implant News 2005b Jan; 2(1): Lee JD. Química inorgânica: un novo contexto conciso. Trad.MAAR JH. São Paulo: Edgard Blucher. (1980) Lee TCK, McGrath CPJ, Wong RWK, Rabie ABM. Patients perceptions regarding microimplant as Anchorage in orthodontics, Angle Orthod, 2008;78(2): Liou EJW, Pai BCJ, Lin JCY. Do miniscrew remain stacionary under orthodontic forces? Am J Orthod Dentofacial Orthop, St.Louis, v. 126, nº.1 p , july 2004 Lugowski S, Smith DC, Bonek H, Deporter D, Watson P, McHugh A. Systemic metal ion levels in dental implant patients after five years. Actualites en Biomateriaux, Paris, France: Romillat, 2000; Luckey TD, Venugopal B. Metal toxity in mammals: physiologic and chemical basis for metal toxity. New York: Plenum Press, 1977.v.1 Mah J, Bergstrand F. Temporary anchorage devices: a status report. J. Clin. Orthod, Boulder, v39, no3,p ,mar Marassi C et al. O uso de mini-implantes como auxiliaries do Tratamento ortodôntico.ortodontia SPO, 2005, jul-set; 38 (3): Melsen B, Lang N. Biological reactions of alveolar bone to orthodontic loading of oral implants. Clin Oral Impl Res, 2001, 12( 2), Melsen B, Verna C. Miniscrew implant:the Aarthus Anchorage system. Sem orthod 2005;11: Miyawaki S et al. Factors associated with the stability of titanium screws placed in the posterior region for orthodontic anchorage. Am J orthod dentofacial Orthop.2003 Oct;124 ( 4 ) : Motoyoshi M et al. Recommended Placementtorque when tightening an orthodontic mini-implant.cil.oral impl.res.17,2006;p Nascimento MHA, Araújo TM, Bezerra F. Microparafusos ortodônticos: instalação e protocolo de higiene periimplantar. R Clin Ortodon Dental Press, Maringá, v 5, n. 1,. Fev/mar, p 24-43, 2006 Park HS, Kyung H e Sung J. A simple method of molar uprighting with micro-implant anchorage. J Clin Orthod Dentofacial Orthop 2002 Oct; 36 (10 ): Park HS. Intrusión molar con anclaje de microimplante (MIA,Micro-Implant Anchorage). Ortodoncia Clinica. Buenos Aires, v. 6,n. 1, p , 2003

63 Referências 53 Park HS, Kwon TG e Kwon OW. Treatment of open-bite with microscrew implant anchorage. Am Orthod Dentofacial Orthop 2004 Nov; 126 ( 5 ): Park HS, Kwon OW e Sung JH. Uprighting second molars with microimplant anchorage. J Clin Orthod 2004 Feb;38 ( 2 ) : Park HS, Kwon TG. Sliding mechanics with microscrew implant anchorage. Angle Orthod, Appleton, v. 74, Nº 5, p , Oct Park HS, Jeong SH, Kwon OW. Factors affecting the clinical success of screw implants used as orthodontic anchorage. Am J Orthod Dentofacial Orthop Jul;130(1): Ritto AK, Kyung HM. Slolutions with microimplantes. Ortodontia Journal 2004 a; 8: 6-13 Roberts,WE et al. Osseous adaptation to continuous loading of rigid endosseous implants. Am J Orthod Aug; 86(2): Roberts WE, Helm FR, Marshall KJ, Gongloff RK. Rigid endosseous implants for orthodontic and orthopedic anchorage. Angle Orthod Winter;59(4): Schutz RW. in: D. Eylon, RR Boyer, DA Koss (Eds), Beta Titanium Alloys in the 1990 s, The Mineral,Metals & Materials Society, Warrendale, PA, pp (1993 Schaeffer L. Forjamento Introdução ao Processo. Editora imprensa livre.porto Alegre Schemann-Miguel, Fábio. Estudo comparativo da resistência à torção de miniimplantes ortodônticos, submetidos à reinserção óssea Dissertação (Mestrado em Ortodontia) - Universidade Cidade de São Paulo Schnelle MA et.al. A radiographic evaluation of the availability of bone for placement of miniscrews. Angle Orthod, Appleton. v.74, Nº 6, p , 2004 Teixeira PAL, Escossia Jr. j. Uso de mini-implantes como recurso de ancoragem ortodôntica:relato de caso.j Brás Ortd Ortp Facial 2004; 9 (54 ): Turley PK. Orthodontic force application to titanium endosseous implants. Angle Orthod Apr;58(2): Villela H et al. Utilização de mini-implantes para ancoragem ortodôntica direta. Innovations Journal. 2004; 8(1):5-12. Xun C, Zeng X, Wang W. Microscrew in skeletal anterior open bite tretment. Angle Orthod 2007;77:47-56

64 ANEXOS

65 Anexos 55

66 Anexos 56 RETATÓRIO DE ENSAIO N : MESP Fl. 1/3 Empresa interessada : PATRÍCIO VASQUEZ PERALTA UNICID Universidade Cidade de São Paulo Pedido de ensaio : Natureza do trabalho : EXAME METALOGRÁFICO Indicações fornecidas pelo interessado sobre o material ensaiado: AMOSTRA RECEBIDA...: Micro implante marca DEWIMED MATERIAL...: Micro parafuso ortodôntico auto perfurante rosca 2,5 x 1,6 x 9,0mm IDENTIFICAÇÃO...: REF LOT ) PREPARAÇÃO DA AMOSTRA: Devido às dimensões do parafuso e a dificuldade de manuseio a amostra foi embutida a frio em resina acrílica (Fig 1). O corpo de prova foi seccionado longitudinalmente com o objetivo de se revelar possíveis variações estruturais da parte externa para o núcleo. O corpo de prova foi lixado sucessivamente com lixas d água 150, 220, 320, 400, 600, em lixadeira circular de mesa, sempre lubrificado com água de modo a obter uma superfície plana e homogênea. Após o acabamento na lixa 600 a amostra foi polida inicialmente utilizando como abrasivo pasta de diamante de 6µm em seguida com 3µm e o acabamento final com pasta de diamante de 1µm. Fig 2 Amostra após o polimento final ampliação: 10x Fig 1 - Corpo de prova embutido Os resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente ao objeto ensaiado ou calibrado. A sua reprodução, total ou parcial, só poderá ser feita mediante prévia autorização do laboratório emitente. RP-EM5 - Rev.2 WA

67 Anexos 57 RELATÓRIO DE ENSAIO N : MESP Fl. 2/3 1. ATAQUE QUÍMICO : Após o polimento da amostra foi realizado o ataque químico para o contraste da microestrutura do parafuso. O ataque foi realizado com reativo Kroll s (10ml HF, 5ml HNO 3, 85ml H 2 O) por contato durante cerca de 20 segundos logo em seguida o corpo de prova foi seco com jato de ar quente. 2. ANÁLISE METALOGRÁFICA Após as etapas de preparação e ataque a amostra foi observada em microscópio óptico com ampliações de até 2000 vezes com o objetivo de detectar possíveis descontinuidades deste a superfície até o núcleo do parafuso. Núcleo do parafuso Fig 3 Fotomicrografia Ataque com Kroll s Ampliação 400x Observa-se uma microestrutura homogênea livre de descontinuidades. Os resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente ao objeto ensaiado ou calibrado. A sua reprodução, total ou parcial, só poderá ser feita mediante prévia autorização do laboratório emitente. RP-EM5 - Rev.2 WA

68 Anexos 58 RELATÓRIO DE ENSAIO N : MESP Fl. 3/3 Fig 3.1 Fotomicrografia Rosca Ataque com Kroll s Ampliação 50x Ataque com Kroll s Ampliação 400x Microestrutura homogênea semelhante ao núcleo. Não foram detectados defeitos. Determinações realizadas de acordo com ASTM E3, ed01 / ASTM E7, ed03 / ASTM E407, ed99. Procedimentos Tork: P-501, P-502, P-504, P-507, P-508 Local e Data dos Ensaios: São Paulo, 20 de Junho de 2007 Emissão do Relatório: São Paulo, 21 de Junho de 2007 Eng. Leopoldo Rosalin de Oliveira - CREA Engenheiro Responsável pelo Laboratório Tork Os resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente ao objeto ensaiado ou calibrado. A sua reprodução, total ou parcial, só poderá ser feita mediante prévia autorização do laboratório emitente. RP-EM5 - Rev.2 WA

69 Anexos 59 RELATÓRIO DE ENSAIO N : MESP / Rev.1 Fl. 1/3 Empresa interessada : PATRÍCIO VASQUEZ PERALTA UNICID Universidade Cidade de São Paulo Pedido de ensaio : Natureza do trabalho : EXAME METALOGRÁFICO Indicações fornecidas pelo interessado sobre o material ensaiado: AMOSTRA RECEBIDA...: Micro implante marca SIN MATERIAL...: Micro parafuso ortodôntico auto perfurante rosca 1,4 x 8,0mm perfil Transmucoso curto IDENTIFICAÇÃO...: REF. POT 1418 LOT E9256 1) Preparação da amostra: Devido às dimensões do parafuso e a dificuldade de manuseio a amostra foi embutida a frio em resina acrílica (Fig 1). O corpo de prova foi seccionado longitudinalmente com o objetivo de se revelar possíveis variações estruturais da parte externa para o núcleo. O corpo de prova foi lixado sucessivamente com lixas d água 150, 220, 320, 400, 600, em lixadeira circular de mesa, sempre lubrificado com água de modo a obter uma superfície plana e homogênea. Após o acabamento na lixa 600 a amostra foi polida inicialmente utilizando como abrasivo pasta de diamante de 6µm em seguida com 3µm e o acabamento final com pasta de diamante de 1µm. Fig 1 - Corpo de prova embutido Fig 2 Amostra após o polimento final ampliação: 10x Os resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente ao objeto ensaiado ou calibrado. A sua reprodução, total ou parcial, só poderá ser feita mediante prévia autorização do laboratório emitente. RP-EM5 - Rev.2 FA

70 Anexos 60 RELATÓRIO DE ENSAIO N : MESP / Rev.1 Fl. 2/3 2. Ataque químico: Após o polimento da amostra foi realizado o ataque químico para o contraste da microestrutura do parafuso. O ataque foi realizado com reativo Kroll s (10ml HF, 5ml HNO 3, 85ml H 2 O) por contato durante cerca de 20 segundos logo em seguida o corpo de prova foi seco com jato de ar quente. 3. Analise metalográfica Após as etapas de preparação e ataque a amostra foi observada em microscópio óptico com ampliações de até 2000 vezes com o objetivo de detectar possíveis descontinuidades deste a superfície até o núcleo do parafuso. Núcleo do parafuso Fig 3 Fotomicrografia Ataque com Kroll s Ampliação 400x Observa-se uma microestrutura homogênea livre de descontinuidades. Os resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente ao objeto ensaiado ou calibrado. A sua reprodução, total ou parcial, só poderá ser feita mediante prévia autorização do laboratório emitente. RP-EM5 - Rev.2 FA

71 Anexos 61 RELATÓRIO DE ENSAIO N : MESP / Rev.1 Fl. 3/3 Fig 3.1 Fotomicrografia Rosca Ataque com Kroll s Ampliação 50x Ataque com Kroll s Ampliação 400x Microestrutura homogênea semelhante ao núcleo. Não foram detectados defeitos. Determinações realizadas de acordo com ASTM E3, ed01 / ASTM E7, ed03 / ASTM E407, ed99. Procedimentos Tork: P-501, P-502, P-504, P-507, P-508 Local e Data dos Ensaios: São Paulo, 15 de Dezembro de Emissão do Relatório: São Paulo, 26 de Abril de Eng. Leopoldo Rosalin de Oliveira - CREA Engenheiro Responsável pelo Laboratório Tork Os resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente ao objeto ensaiado ou calibrado. A sua reprodução, total ou parcial, só poderá ser feita mediante prévia autorização do laboratório emitente. RP-EM5 - Rev.2

72 Anexos 62 RELATÓRIO DE ENSAIO N : MESP Fl. 1/3 Empresa interessada : PATRÍCIO VASQUEZ PERALTA UNICID Universidade Cidade de São Paulo Pedido de ensaio : Natureza do trabalho : EXAME METALOGRÁFICO Indicações fornecidas pelo interessado sobre o material ensaiado: AMOSTRA RECEBIDA...: Microimplante marca Conexão MATERIAL...: Micro parafuso ortodôntico auto perfurante ( Ø 1,5 x 9,0 x 1)mm 1) Preparação da amostra: Devido às dimensões do parafuso e a dificuldade de manuseio a amostra foi embutida a frio em resina acrílica (Fig 1). O corpo de prova foi seccionado longitudinalmente com o objetivo de se revelar possíveis variações estruturais da parte externa para o núcleo. O corpo de prova foi lixado sucessivamente com lixas d água 150, 220, 320, 400, 600, em lixadeira circular de mesa, sempre lubrificado com água de modo a obter uma superfície plana e homogênea. Após o acabamento na lixa 600 a amostra foi polida inicialmente utilizando como abrasivo pasta de diamante de 6µm em seguida com 3µm e o acabamento final com pasta de diamante de 1µm. Fig 1 - Corpo de prova embutido Fig 2 Amostra após o polimento final ampliação: 10x Os resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente ao objeto ensaiado ou calibrado. A sua reprodução, total ou parcial, só poderá ser feita mediante prévia autorização do laboratório emitente. RP-EM5 - Rev.2 FA

73 Anexos 63 RELATÓRIO DE ENSAIO N : MESP Fl. 2/3 3. Ataque químico: Após o polimento da amostra foi realizado o ataque químico para o contraste da microestrutura do parafuso. O ataque foi realizado com reativo Kroll s (10ml HF, 5ml HNO 3, 85ml H 2 O) por contato durante cerca de 20 segundos logo em seguida o corpo de prova foi seco com jato de ar quente. 4. Analise metalográfica: Após as etapas de preparação e ataque a amostra foi observada em microscópio óptico com ampliações de até 2000 vezes com o objetivo de detectar possíveis descontinuidades deste a superfície até o núcleo do parafuso. Núcleo do parafuso Fig 3 Fotomicrografia Ataque com Kroll s Ampliação 400x Observa-se uma microestrutura homogênea livre de descontinuidades. Os resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente ao objeto ensaiado ou calibrado. A sua reprodução, total ou parcial, só poderá ser feita mediante prévia autorização do laboratório emitente. RP-EM5 - Rev.2

74 Anexos 64 Fig 3.1 Fotomicrografia RELATÓRIO DE ENSAIO N : MESP Fl. 3/3 Rosca Ataque com Kroll s Ampliação 50x Ataque com Kroll s Ampliação 400x Microestrutura homogênea semelhante ao núcleo. Não foram detectados defeitos. Determinações realizadas de acordo com ASTM E3, ed01 / ASTM E7, ed03 / ASTM E407, ed99. Procedimentos Tork: P-501, P-502, P-504, P-507, P-508 Local e Data dos Ensaios: São Paulo, 26 de Abril de Emissão do Relatório: São Paulo, 26 de Abril de Eng. Leopoldo Rosalin de Oliveira - CREA Engenheiro Responsável pelo Laboratório Tork Os resultados apresentados no presente documento têm significação restrita e se aplicam somente ao objeto ensaiado ou calibrado. A sua reprodução, total ou parcial, só poderá ser feita mediante prévia autorização do laboratório emitente. RP-EM5 - Rev.2 FA

75 Anexos 65 MICROSTRUCTURAL STANDARDS FOR TITANIUM ALLOY BARS EDITION 2 Prepared by the Technical Committee of European Titanium Producers

76 Anexos 66

77 Anexos 67

78 Anexos 68

79 Anexos 69

Como a palavra mesmo sugere, osteointegração é fazer parte de, ou harmônico com os tecidos biológicos.

Como a palavra mesmo sugere, osteointegração é fazer parte de, ou harmônico com os tecidos biológicos. PRINCIPAIS PERGUNTAS SOBRE IMPLANTES DENTÁRIOS. O que são implantes osseointegrados? É uma nova geração de implantes, introduzidos a partir da década de 60, mas que só agora atingem um grau de aceitabilidade

Leia mais

FECHAMENTO DE ESPAÇOS

FECHAMENTO DE ESPAÇOS FECHAMENTO DE ESPAÇOS Rua 144, n 77 - Setor Marista - Goiânia (GO) - CEP 74170-030 - PABX: (62) 278-4123 - 1 - Introdução Podemos definir essa etapa do tratamento ortodôntico como aquela onde o principal

Leia mais

Implantes Dentários. Qualquer paciente pode receber implantes?

Implantes Dentários. Qualquer paciente pode receber implantes? Implantes Dentários O que são implantes ósseos integrados? São uma nova geração de implantes, introduzidos a partir da década de 6O, mas que só agora atingem um grau de aceitabilidade pela comunidade científica

Leia mais

Prof Dr.Avelino Veit Mestre Ortodontia Doutor Implantodontia Fundador projetos socio-ambientais Natal Azul e Salve o Planeta Azul

Prof Dr.Avelino Veit Mestre Ortodontia Doutor Implantodontia Fundador projetos socio-ambientais Natal Azul e Salve o Planeta Azul Prof Dr.Avelino Veit Mestre Ortodontia Doutor Implantodontia Fundador projetos socio-ambientais Natal Azul e Salve o Planeta Azul Reabilitação oral e estética Amamos reconstruir sorrisos Protocolo Branemark

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DO PERIODONTO ESTUDAR COM ATENÇÃO AMPLIAR AS IMAGENS PARA OBSERVAR OS DETALHES O periodonto (peri= em redor de; odontos = dente) compreende a gengiva, o ligamento periodontal,

Leia mais

BOARD BRASILEIRO DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL

BOARD BRASILEIRO DE ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL Montagem das Pastas As pastas devem estar organizadas na seguinte ordem: I- Externo Página Título: colocar na capa frontal da pasta (a capa tem um envelope plástico para esta finalidade). BOARD BRASILEIRO

Leia mais

5 Discussão dos Resultados

5 Discussão dos Resultados 87 5 Discussão dos Resultados No procedimento de análises das imagens gráficas obtidas nas simulações pelo método de elementos finitos, comparou-se a distribuição das tensões nas restaurações com material

Leia mais

Resistência mecânica e aplicações clínicas de mini-implantes ortodônticos

Resistência mecânica e aplicações clínicas de mini-implantes ortodônticos ARTIGO ORIGINAL Resistência mecânica e aplicações clínicas de mini-implantes ortodônticos Mechanical resistance and clinical application of orthodontic mini-implants Carlos Nelson Elias Doutorado em Ciências

Leia mais

CIRURGIAS ORTOGNÁTICAS

CIRURGIAS ORTOGNÁTICAS CIRURGIAS ORTOGNÁTICAS Informações ao paciente Contém: 1. Explicação geral sobre cirurgias ortognáticas, 2. Perguntas e respostas, A cirurgia ortognática, também chamada de ortodontia cirúrgica, é um tipo

Leia mais

ANÁLISE DA DENTIÇÃO MISTA

ANÁLISE DA DENTIÇÃO MISTA 1 ANÁLISE DA DENTIÇÃO MISTA INTRODUÇÃO O período da dentição mista inicia-se por volta dos 6 anos de idade com a erupção dos primeiros molares permanentes, e termina ao redor dos 12 anos de idade, com

Leia mais

IMPLANTES OSSEOINTEGRADOS MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO PACIENTE DR. MARCOLINO ANTONIO PELLICANO DR. BENEDITO UMBERTO BUENO

IMPLANTES OSSEOINTEGRADOS MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO PACIENTE DR. MARCOLINO ANTONIO PELLICANO DR. BENEDITO UMBERTO BUENO IMPLANTES OSSEOINTEGRADOS MANUAL DE ORIENTAÇÃO DO PACIENTE DR. MARCOLINO ANTONIO PELLICANO DR. BENEDITO UMBERTO BUENO 1 IMPLANTES OSSEOINTEGRADOS PORQUE PODEM SER COLOCADOS QUANDO PODEM SER COLOCADOS COMO

Leia mais

Excelência estética obtida com diagnóstico, planejamento e tratamento integrados

Excelência estética obtida com diagnóstico, planejamento e tratamento integrados Caso Selecionado Excelência estética obtida com diagnóstico, planejamento e tratamento integrados Carlos Eduardo Francischone O caso clínico apresentado mostra resultados estéticos e funcionais excelentes,

Leia mais

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL. radiográficas da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de

ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL. radiográficas da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de ASPECTO RADIOGRÁFICO DAS ALTERAÇÕES DA RAIZ DENTAL Neste tópico vamos descrever as principais alterações das imagens radiográficas da raiz dental. As ocorrências, em sua maioria, são provenientes de causas

Leia mais

EME405 Resistência dos Materiais I Laboratório Prof. José Célio

EME405 Resistência dos Materiais I Laboratório Prof. José Célio Universidade Federal de Itajubá Instituto de Engenharia Mecânica EME405 Resistência dos Materiais I Laboratório Prof. José Célio Ensaio 01 Impacto Matrícula: 14551 Nome: Cid Henrique Otoni de Carvalho

Leia mais

AÇOS ESTRUTURAIS. Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1

AÇOS ESTRUTURAIS. Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1 ESTRUTURAIS Fabio Domingos Pannoni, M.Sc., Ph.D. 1 INTRODUÇÃO Dentre os materiais encontrados no nosso dia-a-dia, muitos são reconhecidos como sendo metais, embora, em quase sua totalidade, eles sejam,

Leia mais

Breve Panorama Histórico

Breve Panorama Histórico Análise Facial Breve Panorama Histórico Norman Kingsley Kingsley (final do séc.xix): s a articulação dos dentes secundária à aparência facial. Breve Panorama Histórico Edward Angle (in (início séc. s XX)

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos NOÇÕES DE OHSAS 18001:2007 CONCEITOS ELEMENTARES SISTEMA DE GESTÃO DE SSO OHSAS 18001:2007? FERRAMENTA ELEMENTAR CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE CRÍTICA 4.3 PLANEJAMENTO A P C D 4.5 VERIFICAÇÃO

Leia mais

Aparelho Arco E-1886E. Partes do aparelho

Aparelho Arco E-1886E. Partes do aparelho BRÁQUETES Aparelho Arco E-1886E Partes do aparelho Aparelho Arco E -1886 APARELHO PINO E TUBO - 1912 Arco Cinta -1915 Aparelho Edgewise - 1925 Braquete original Os primeiros bráquetes eram.022 de uma liga

Leia mais

Capa (esse texto não será impresso) Dr. Celso Rios Dr. Renato Cabral. Manual de Orientação ao Paciente de IMPLANTES DENTÁRIOS

Capa (esse texto não será impresso) Dr. Celso Rios Dr. Renato Cabral. Manual de Orientação ao Paciente de IMPLANTES DENTÁRIOS Capa (esse texto não será impresso) Dr. Celso Rios Dr. Renato Cabral Manual de Orientação ao Paciente de IMPLANTES DENTÁRIOS Página propositalmente em branco Este foi o melhor investimento que fiz em toda

Leia mais

APRESENTAÇÃO DAS BANDAS TIPOS:

APRESENTAÇÃO DAS BANDAS TIPOS: 1 2 BANDAS ORTODÔNTICAS Introdução Para entendermos a real importância destes componentes de um aparelho ortodôntico, devemos inicialmente compreender qual a função da bandagem frente à um complexo sistema

Leia mais

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE UNP-130408 1 de 6 INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS A vida útil das correntes transportadoras e elevadoras está diretamente ligada aos cuidados com a instalação, lubrificação

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE

FERRAMENTAS DA QUALIDADE FERRAMENTAS DA QUALIDADE Docente: Dr. José Carlos Marques Discentes: Estêvão Andrade N.º 2089206 Maria da Luz Abreu N.º 2405797 Teodoto Silva N.º 2094306 Vitalina Cunha N.º 2010607 FERRAMENTAS DA QUALIDADE

Leia mais

Linha 1: Resposta biológica nas terapias em Odontologia.

Linha 1: Resposta biológica nas terapias em Odontologia. Linha 1: Resposta biológica nas terapias em Odontologia. Descrição. O entendimento dos processos fisiológicos, celulares e moleculares associados com o uso de diversos materiais, medicamentos e demais

Leia mais

Monitoria como instrumento para a melhoria da qualidade do ensino em Farmacotécnica

Monitoria como instrumento para a melhoria da qualidade do ensino em Farmacotécnica Monitoria como instrumento para a melhoria da qualidade do ensino em Farmacotécnica MORAIS, W. A. 1 ; SOARES, D. S. 2 ; BARBOZA, I. R. 3 ; CARDOSO, K. O. A 4 ; MORAES, D. A. 5 ; SOUZA, F. V. A 6. Resumo

Leia mais

Série Aparelhos Ortodônticos

Série Aparelhos Ortodônticos Série Aparelhos Ortodônticos Em geral, o protocolo de tratamento nos casos de Classe III, principalmente naqueles com deficiência maxilar, tem sido a disjunção, seguida pela protração da ma-xila. De acordo

Leia mais

POR QUE FAZER ENGENHARIA FÍSICA NO BRASIL? QUEM ESTÁ CURSANDO ENGENHARIA FÍSICA NA UFSCAR?

POR QUE FAZER ENGENHARIA FÍSICA NO BRASIL? QUEM ESTÁ CURSANDO ENGENHARIA FÍSICA NA UFSCAR? POR QUE FAZER ENGENHARIA FÍSICA NO BRASIL? QUEM ESTÁ CURSANDO ENGENHARIA FÍSICA NA UFSCAR? Póvoa, J. M, Ducinei Garcia Departamento de Física - Universidade Federal de São Carlos Via Washington Luiz, Km

Leia mais

Processo CFO-8015/2005 Processo CRO-MG Nº. Parecer Nº 412/2005

Processo CFO-8015/2005 Processo CRO-MG Nº. Parecer Nº 412/2005 412/2005 Interessado(a): Conselho Regional de Odontologia do Distrito Federal Assunto: Solicita parecer a respeito de piercing e tatuagem dental. Conselheiro-Relator: RUBENS CÔRTE REAL DE CARVALHO, CD

Leia mais

Técnicas radiográficas. Técnicas Radiográficas Intraorais em Odontologia. Técnicas Radiográficas Intraorais. Técnicas Radiográficas

Técnicas radiográficas. Técnicas Radiográficas Intraorais em Odontologia. Técnicas Radiográficas Intraorais. Técnicas Radiográficas Técnicas Radiográficas Intraorais em Odontologia Técnicas radiográficas Divididas em dois grandes grupos: Técnicas Intraorais Profª Paula Christensen Técnicas Radiográficas Técnicas Extraorais Técnicas

Leia mais

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CONE BEAM HIGH DEFINITION PARA AVALIAÇÃO PERIODONTAL

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CONE BEAM HIGH DEFINITION PARA AVALIAÇÃO PERIODONTAL TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DO CONE BEAM HIGH DEFINITION PARA AVALIAÇÃO PERIODONTAL Autora: Nelma Maria de Freitas Agradecimentos: Imagem Radiologia de Itajaí, Dr. Élio Giácomo Papaiz (in memorian). Dr.

Leia mais

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte

A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte A CIÊNCIA DOS PEQUENOS JOGOS Fedato Esportes Consultoria em Ciências do Esporte Prof. Antonio Carlos Fedato Filho Prof. Guilherme Augusto de Melo Rodrigues Monitorando e conhecendo melhor os trabalhos

Leia mais

O QUE É A TÃO FALADA CARGA IMEDIATA?

O QUE É A TÃO FALADA CARGA IMEDIATA? 1 O QUE É A TÃO FALADA CARGA IMEDIATA? A descoberta da Osseointegração pelo professor Brånemark, na década de 50, revolucionou a reabilitação dos pacientes com ausências dentárias, com a utilização dos

Leia mais

Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução

Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução Considerações sobre redimensionamento de motores elétricos de indução Artigo publicado na revista Lumiere Electric edição nº 166 Aplicações de investimentos dentro das empresas sempre são questionadas

Leia mais

Métodos de Apreciação de Riscos de Máquinas e Equipamentos Usados no Brasil

Métodos de Apreciação de Riscos de Máquinas e Equipamentos Usados no Brasil Métodos de Apreciação de Riscos de Máquinas e Equipamentos Usados no Brasil 30 de outubro de 2014 Brasília - DF Eng João Baptista Beck Pinto Metodologias de Apreciação de Riscos ELEMENTOS DO RISCO Risco

Leia mais

Os Atletas e os Medicamentos Perguntas e Respostas

Os Atletas e os Medicamentos Perguntas e Respostas Os Atletas e os Medicamentos Perguntas e Respostas O que posso fazer para evitar um caso positivo motivado pela utilização de um medicamento? Existem duas formas de obter um medicamento: através de uma

Leia mais

5 Considerações finais

5 Considerações finais 5 Considerações finais A dissertação traz, como foco central, as relações que destacam os diferentes efeitos de estratégias de marca no valor dos ativos intangíveis de empresa, examinando criticamente

Leia mais

Administração da Produção I

Administração da Produção I Administração da Produção I Manutenção Manutenção Manutenção: Termo usado para abordar a forma pela qual organizações tentam evitar as falhas cuidando de suas instalações físicas. É uma parte importante

Leia mais

Título do Case: Diversidades que renovam, transformando novas realidades

Título do Case: Diversidades que renovam, transformando novas realidades Título do Case: Diversidades que renovam, transformando novas realidades Categoria: Práticas Internas. Temática: Pessoas. Resumo: A motivação dos funcionários é importante para incentivar o trabalho e

Leia mais

Pedus. Técnica Cirúrgica

Pedus. Técnica Cirúrgica Técnica Cirúrgica com cunha 1. Características do produto Estabilidade angular. Orifícios de combinação. Isto torna possível usar parafusos com e sem estabilidade angular. Parafusos e placas de titânio.

Leia mais

UNEMAT SISTEMA DE INFORMAÇÃO (SI) Professora: Priscila Pelegrini [email protected]

UNEMAT SISTEMA DE INFORMAÇÃO (SI) Professora: Priscila Pelegrini priscila_pelegrini@unemat-net.br UNEMAT SISTEMA DE INFORMAÇÃO (SI) Professora: Priscila Pelegrini [email protected] SINOP MT 2015-1 COMO SÃO DESENVOLVIDOS OS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO? São desenvolvimento como uma estrutura

Leia mais

Crescimento guiado para correção de joelhos unidos e pernas arqueadas em crianças

Crescimento guiado para correção de joelhos unidos e pernas arqueadas em crianças INFORMAÇÃO AO PACIENTE Crescimento guiado para correção de joelhos unidos e pernas arqueadas em crianças O sistema de crescimento guiado eight-plate quad-plate INTRODUÇÃO As crianças necessitam de orientação

Leia mais

AULA 6 Esquemas Elétricos Básicos das Subestações Elétricas

AULA 6 Esquemas Elétricos Básicos das Subestações Elétricas CONSIDERAÇÕES INICIAIS AULA 6 Esquemas Elétricos Básicos das Subestações Elétricas Quando planejamos construir uma subestação, o aspecto de maior importância está na escolha (e, conseqüentemente, da definição)

Leia mais

9 Como o aluno (pré)adolescente vê o livro didático de inglês

9 Como o aluno (pré)adolescente vê o livro didático de inglês Cap. 9 Como o aluno (pré)adolescente vê o livro didático de inglês 92 9 Como o aluno (pré)adolescente vê o livro didático de inglês Nesta parte do trabalho, analisarei alguns resultados da análise dos

Leia mais

Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico Leandro Nicolao Buzatta

Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico Leandro Nicolao Buzatta Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico Leandro Nicolao Buzatta Resistência mecânica de mini-implantes instalados em diferentes angulações. CURITIBA 2010 2 Leandro Nicolao Buzatta

Leia mais

DISLEXIA PERGUNTAS E RESPOSTAS

DISLEXIA PERGUNTAS E RESPOSTAS Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira DISLEXIA PERGUNTAS E RESPOSTAS A avaliação é importante? Muito importante. Ela é fundamental para

Leia mais

INSTRUÇÃO DE USO IMPLANTES TITAOSS MAX TITAOSS MAX. Este modelo de instrução de uso se aplica para os seguintes implantes:

INSTRUÇÃO DE USO IMPLANTES TITAOSS MAX TITAOSS MAX. Este modelo de instrução de uso se aplica para os seguintes implantes: INSTRUÇÃO DE USO IMPLANTES TITAOSS MAX Este modelo de instrução de uso se aplica para os seguintes implantes: TITAOSS MAX CÓDIGO DESCRIÇÃO 701.001 Implante Titaoss Max CMC Ø 3.5 X 7mm 701.002 Implante

Leia mais

AQUECEDOR SOLAR A VÁCUO

AQUECEDOR SOLAR A VÁCUO AQUECEDOR SOLAR A VÁCUO Aquecedor Solar a vácuo utiliza o que existe de mais avançado em tecnologia de aquecimento solar de água. Esse sistema de aquecimento utiliza a circulação natural da água, também

Leia mais

Anti-Slippery Mouraria. Relatório

Anti-Slippery Mouraria. Relatório Anti-Slippery Mouraria Relatório 75833 Mário Afonso Silvestre Macias Mendes Pelicano 76329 Francisco de Lemos Cabral Granadeiro Martins 77043 Daniel Runa Soares Esteves Resumo: Após um breve estudo sobre

Leia mais

INSTRUÇÕES DE USO. Nome técnico: IMPLANTES DENTÁRIOS (OSSEOINTEGRÁVEL) Nome comercial: IMPLANTE DENTÁRIO Modelo comercial: Ver lista abaixo.

INSTRUÇÕES DE USO. Nome técnico: IMPLANTES DENTÁRIOS (OSSEOINTEGRÁVEL) Nome comercial: IMPLANTE DENTÁRIO Modelo comercial: Ver lista abaixo. INSTRUÇÕES DE USO Produto: Nome técnico: IMPLANTES DENTÁRIOS (OSSEOINTEGRÁVEL) Nome comercial: IMPLANTE DENTÁRIO Modelo comercial: Ver lista abaixo. PROSS CILÍNDRICO HE SS Ø5,0 PROSS CILÍNDRICO HE Ø5,0

Leia mais

2 Sistema de Lajes com Forma de Aço Incorporado

2 Sistema de Lajes com Forma de Aço Incorporado 2 Sistema de Lajes com Forma de Aço Incorporado 2.1. Generalidades As vantagens de utilização de sistemas construtivos em aço são associadas à: redução do tempo de construção, racionalização no uso de

Leia mais

Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos

Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos Variável: Infra estrutura precária Máquinas e Equipamentos Participantes do Aprofundamento da Variável: Coordenador: Mário Vinícius Bueno Cerâmica Betel - Uruaçu-Go Colaboradores: Juarez Rodrigues dos

Leia mais

5 Considerações finais

5 Considerações finais 5 Considerações finais 5.1. Conclusões A presente dissertação teve o objetivo principal de investigar a visão dos alunos que se formam em Administração sobre RSC e o seu ensino. Para alcançar esse objetivo,

Leia mais

Por que optar por produtos Látex Free?

Por que optar por produtos Látex Free? Por que optar por produtos Látex Free? A alergia ao látex tornou-se um problema de grande preocupação médica, sendo no ano de 1.979 reconhecida como problema médico. Alguns pacientes representam grupo

Leia mais

6 A coleta de dados: métodos e técnicas utilizadas na pesquisa

6 A coleta de dados: métodos e técnicas utilizadas na pesquisa A coleta de dados: métodos e técnicas utilizadas na pesquisa 110 6 A coleta de dados: métodos e técnicas utilizadas na pesquisa 6.1. Introdução Neste capítulo pretende-se apresentar os métodos e as técnicas

Leia mais

Apresentar, através da configuração eletrônica, propriedades físicas e químicas dos elementos químicos.

Apresentar, através da configuração eletrônica, propriedades físicas e químicas dos elementos químicos. CLASSIFICAÇÃO PERIÓDICA DOS ELEMENTOS (I) META Apresentar, através da configuração eletrônica, propriedades físicas e químicas dos elementos químicos. OBJETIVOS Ao final desta aula, o aluno deverá: reconhecer

Leia mais

ITIL v3 - Operação de Serviço - Parte 1

ITIL v3 - Operação de Serviço - Parte 1 ITIL v3 - Operação de Serviço - Parte 1 É na Operação de Serviço que se coordena e realiza as atividades e processos necessários para fornecer e gerenciar serviços em níveis acordados com o usuário e clientes

Leia mais

Fazendo de seu sorriso nossa obra de arte

Fazendo de seu sorriso nossa obra de arte TRATAMENTO ENDODÔNTICO Fazendo de seu sorriso nossa obra de arte O D O N T O LO G I A E S T É T I C A R E S TAU R A D O R A O que é tratamento endodôntico? É a remoção do tecido mole que se encontra na

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DA INICIATIVA

DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DA INICIATIVA DESCRIÇÃO DAS PRÁTICAS DE GESTÃO DA INICIATIVA Como é sabido existe um consenso de que é necessário imprimir qualidade nas ações realizadas pela administração pública. Para alcançar esse objetivo, pressupõe-se

Leia mais

TRAUMATISMO DENTÁRIO EM DENTIÇÃO DECÍDUA UM CASO CLÍNICO DE TRAÇÃO ORTODÔNTICA

TRAUMATISMO DENTÁRIO EM DENTIÇÃO DECÍDUA UM CASO CLÍNICO DE TRAÇÃO ORTODÔNTICA Prémio Ortodontia 2015 TRAUMATISMO DENTÁRIO EM DENTIÇÃO DECÍDUA UM CASO CLÍNICO DE TRAÇÃO ORTODÔNTICA ARTIGO VENCEDOR RESUMO Os traumatismos em dentição decídua poderão afetar a dentição permanente, afetando

Leia mais

RECUPERADORES DE ESPAÇO

RECUPERADORES DE ESPAÇO RECUPERADORES DE ESPAÇO Conceito Recuperadores de espaço são usados para recuperar o espaço perdido nas arcadas dentárias. Eles verticalizam os dentes que inclinaram, depois que outros foram perdidos.

Leia mais

1 - Considerações gerais 03 A - Introdução 03 A1 - Direitos 03 A2 - Garantia 04 A3 - Uso apropriado 04. 2 - Início de trabalho 05 A - Testes 05

1 - Considerações gerais 03 A - Introdução 03 A1 - Direitos 03 A2 - Garantia 04 A3 - Uso apropriado 04. 2 - Início de trabalho 05 A - Testes 05 Sumário 1 - Considerações gerais 03 A - Introdução 03 A1 - Direitos 03 A2 - Garantia 04 A3 - Uso apropriado 04 2 - Início de trabalho 05 A - Testes 05 3 - Características do produto 06 4 - Funcionamento

Leia mais

O FORNO A VÁCUO TIPOS E TENDÊNCIA 1

O FORNO A VÁCUO TIPOS E TENDÊNCIA 1 O FORNO A VÁCUO TIPOS E TENDÊNCIA 1 João Carmo Vendramim 2 Marco Antonio Manz 3 Thomas Heiliger 4 RESUMO O tratamento térmico de ligas ferrosas de média e alta liga já utiliza há muitos anos a tecnologia

Leia mais

Úmero Proximal. Sistema de Placa Úmero Proximal

Úmero Proximal. Sistema de Placa Úmero Proximal Indicações Fraturas de 2, 3 e 4 fragmentos. Fraturas reconstituíveis da cabeça do úmero. Fraturas Patológicas. Indicações especiais tais como Pseudo-artroses e Osteotomias de correção. 1 Propriedades do

Leia mais

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto Processos de gerenciamento de projetos em um projeto O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos.

Leia mais

Calgaro. Mais de 40 anos criando resultados surpreendentes.

Calgaro. Mais de 40 anos criando resultados surpreendentes. O Laboratório Calgaro conhece bem o poder transformador de um sorriso e sabe que só é possível mudar a vida das pessoas com muita dedicação e profissionalismo. É por isso que o Calgaro é o parceiro ideal

Leia mais

CONSIDERAÇÕES DE QC PARA TESTES POINT-OF-CARE Tradução literal *Sarah Kee

CONSIDERAÇÕES DE QC PARA TESTES POINT-OF-CARE Tradução literal *Sarah Kee CONSIDERAÇÕES DE QC PARA TESTES POINT-OF-CARE Tradução literal *Sarah Kee O teste para o paciente está cada vez mais sendo realizado no de cabeceira. Na verdade, a disponibilidade de testes point-of-care

Leia mais

O QUE É ATIVO INTANGÍVEL?

O QUE É ATIVO INTANGÍVEL? O QUE É ATIVO INTANGÍVEL?! Quais as características do Ativo Intangível?! O problema da mensuração dos Ativos Intangíveis.! O problema da duração dos Ativos Intangíveis. Francisco Cavalcante([email protected])

Leia mais

Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva

Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva Orientação para pacientes com Hérnia Inguinal. O que é uma hérnia abdominal? Hérnia é a protrusão (saliência ou abaulamento) de uma víscera ou órgão através de

Leia mais

DESENHO TÉCNICO. Aula 03

DESENHO TÉCNICO. Aula 03 FACULDADE DE TECNOLOGIA SHUNJI NISHIMURA POMPÉIA - SP DESENHO TÉCNICO Aula 03 Prof. Me. Dario de A. Jané DESENHO TÉCNICO 1. PRINCÍPIOS BÁSICOS DE DESENHO TÉCNICO Normas Instrumentos Folhas (dobra, moldura,

Leia mais

Aparelhos Ortodônticos Removíveis com Alta Retenção

Aparelhos Ortodônticos Removíveis com Alta Retenção Aparelhos Ortodônticos Removíveis com Alta Retenção Um novo conceito de ver e atuar com os aparelhos ortodônticos removíveis José Roberto Ramos Na maioria dos casos, o emprego dos aparelhos ortodônticos

Leia mais

Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico. Giuliano Teixeira Pacher

Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico. Giuliano Teixeira Pacher Instituto Latino Americano de Pesquisa e Ensino Odontológico Giuliano Teixeira Pacher Avaliação clínica de métodos de ancoragem esquelética temporária para intrusão de molares superiores CURITIBA 2011

Leia mais

OLIMPIADAS DE MATEMÁTICA E O DESPERTAR PELO PRAZER DE ESTUDAR MATEMÁTICA

OLIMPIADAS DE MATEMÁTICA E O DESPERTAR PELO PRAZER DE ESTUDAR MATEMÁTICA OLIMPIADAS DE MATEMÁTICA E O DESPERTAR PELO PRAZER DE ESTUDAR MATEMÁTICA Luiz Cleber Soares Padilha Secretaria Municipal de Educação de Campo Grande [email protected] Resumo: Neste relato apresentaremos

Leia mais

Não. A Sabesprev tem dinheiro em caixa suficiente para garantir o pagamento aos beneficiários pelos próximos anos. O que existe é um déficit atuarial.

Não. A Sabesprev tem dinheiro em caixa suficiente para garantir o pagamento aos beneficiários pelos próximos anos. O que existe é um déficit atuarial. PRINCIPAIS DÚVIDAS SOBRE O SABESPREV MAIS. 1. A Sabesprev está em dificuldades financeiras? Não. A Sabesprev tem dinheiro em caixa suficiente para garantir o pagamento aos beneficiários pelos próximos

Leia mais

Neste início de século observamos no mundo uma economia

Neste início de século observamos no mundo uma economia Nutrição, Prevenção e Qualidade de Vida DRA. CHRISTIANNE DE VASCONCELOS AFFONSO 1 INTRODUÇÃO Neste início de século observamos no mundo uma economia de interdependência, denominada globalização, caracterizada

Leia mais

A Propaganda de Medicamentos no Brasil

A Propaganda de Medicamentos no Brasil A Propaganda de Medicamentos no Brasil As principais propagandas de medicamentos no Brasil tiveram início ainda na década de 80 do século XIX. Desde então, o que se constatou foi um crescimento contínuo

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

Medição tridimensional

Medição tridimensional A U A UL LA Medição tridimensional Um problema O controle de qualidade dimensional é tão antigo quanto a própria indústria, mas somente nas últimas décadas vem ocupando a importante posição que lhe cabe.

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE TEMPERATURA TERMÔMETROS DE RESISTÊNCIA

INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE TEMPERATURA TERMÔMETROS DE RESISTÊNCIA INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLE DE PROCESSOS MEDIÇÃO DE TEMPERATURA TERMÔMETROS DE RESISTÊNCIA Introdução O uso de termômetros de resistência esta se difundindo rapidamente devido a sua precisão e simplicidade

Leia mais

Segurança e Saúde dos Trabalhadores

Segurança e Saúde dos Trabalhadores Segurança e Saúde dos Trabalhadores [1]CONVENÇÃO N. 155 I Aprovada na 67ª reunião da Conferência Internacional do Trabalho (Genebra 1981), entrou em vigor no plano internacional em 11.8.83. II Dados referentes

Leia mais

Manual Técnico. Transformadores de Potência. Versão: 5

Manual Técnico. Transformadores de Potência. Versão: 5 Manual Técnico Transformadores de Potência Versão: 5 Índice 2 8 Página 1 1 INTRODUÇÃO Este manual fornece instruções referentes ao recebimento, instalação e manutenção dos transformadores de potência a

Leia mais

Planejamento Cirúrgico

Planejamento Cirúrgico Planejamento Cirúrgico Embora existam aspectos inerentes ao procedimento cirúrgico, a inter-relação entre esta etapa e a confecção da prótese consiste em um fator preponderante para o sucesso da reabilitação.

Leia mais

4 Experimentos Computacionais

4 Experimentos Computacionais 33 4 Experimentos Computacionais O programa desenvolvido neste trabalho foi todo implementado na linguagem de programação C/C++. Dentre as bibliotecas utilizadas, destacamos: o OpenCV [23], para processamento

Leia mais

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009

PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 PMBoK Comentários das Provas TRE-PR 2009 Comentário geral: As provas apresentaram grau de dificuldade médio. Não houve uma preocupação da banca em aprofundar os conceitos ou dificultar a interpretação

Leia mais

DESENVOLVENDO COMPETÊNCIAS MATEMÁTICAS Marineusa Gazzetta *

DESENVOLVENDO COMPETÊNCIAS MATEMÁTICAS Marineusa Gazzetta * DESENVOLVENDO COMPETÊNCIAS MATEMÁTICAS Marineusa Gazzetta * RESUMO: Neste texto apresento algumas considerações sobre as competências e habilidades matemáticas a serem desenvolvidas no Ensino Fundamental,

Leia mais

Tolerância geométrica de forma

Tolerância geométrica de forma Tolerância geométrica de forma A UU L AL A Apesar do alto nível de desenvolvimento tecnológico, ainda é impossível obter superfícies perfeitamente exatas. Por isso, sempre se mantém um limite de tolerância

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PRODAF

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PRODAF TERMO DE REFERÊNCIA PARA A AUDITORIA DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS DO PRODAF Introdução 1. O Estado do Piauí celebrou com o Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID, em 22 de outubro de 2010, o Contrato

Leia mais

DESENHO TÉCNICO. Aula 03

DESENHO TÉCNICO. Aula 03 FACULDADE DE TECNOLOGIA SHUNJI NISHIMURA POMPÉIA - SP DESENHO TÉCNICO Aula 03 Prof. Me. Dario de A. Jané DESENHO TÉCNICO 1. PRINCÍPIOS BÁSICOS DE DESENHO TÉCNICO Normas Instrumentos Folhas (dobra, moldura,

Leia mais

Ambientes acessíveis

Ambientes acessíveis Fotos: Sônia Belizário Ambientes acessíveis É FUNDAMENTAL A ATENÇÃO AO DESENHO E A CONCEPÇÃO DOS PROJETOS, PRINCIPALMENTE NOS ESPAÇOS PÚBLICOS,PARA ATENDER ÀS NECESSIDADES E LIMITAÇÕES DO MAIOR NÚMERO

Leia mais

I - PROCESSO DO DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA. Os primeiros passos da equipe devem ser dados para a obtenção de informações sobre o que determina a

I - PROCESSO DO DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA. Os primeiros passos da equipe devem ser dados para a obtenção de informações sobre o que determina a A aplicação de uma competente estratégia pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento de um programa de proteção contra quedas, bem como justificar o tempo investido em sua elaboração e administração.

Leia mais

SIMULADO DO TESTE DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS

SIMULADO DO TESTE DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS SIMULADO DO TESTE DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS PROPOSTA Este simulado é um material de apoio para você se preparar para o Teste de Resolução de Problemas, com o objetivo de: 1. Compartilhar dicas e normas

Leia mais

C A T Á L O G O D E P R O D U T O S FIXADORES EXTERNOS

C A T Á L O G O D E P R O D U T O S FIXADORES EXTERNOS C A T Á L O G O D E P R O D U T O S FIXADORES EXTERNOS A CPMH A empresa CPMH foi fundada 2010 e está entre as empresas especializadas que oferecem pesquisa, desenvolvimento e fabricação de instrumental

Leia mais

Anexo I Conclusões científicas e fundamentos para a alteração aos termos das autorizações de introdução no mercado

Anexo I Conclusões científicas e fundamentos para a alteração aos termos das autorizações de introdução no mercado Anexo I Conclusões científicas e fundamentos para a alteração aos termos das autorizações de introdução no mercado Conclusões científicas Tendo em conta o relatório de avaliação do PRAC sobre o RPS para

Leia mais

Prof. Fernando Lopes. Unidade II. Administração de Cargos e

Prof. Fernando Lopes. Unidade II. Administração de Cargos e Prof. Fernando Lopes Unidade II Administração de Cargos e Salários Conforme Chiavenato (2004, p. 267), a avaliação de cargos visa a obtenção de dados que permitirão uma conclusão acerca do valor interno

Leia mais

Cotagem de dimensões básicas

Cotagem de dimensões básicas Cotagem de dimensões básicas Introdução Observe as vistas ortográficas a seguir. Com toda certeza, você já sabe interpretar as formas da peça representada neste desenho. E, você já deve ser capaz de imaginar

Leia mais

6. Pronunciamento Técnico CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro

6. Pronunciamento Técnico CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro TÍTULO : PLANO CONTÁBIL DAS INSTITUIÇÕES DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - COSIF 1 6. Pronunciamento Técnico CPC 23 Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro 1. Aplicação 1- As instituições

Leia mais

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA

NPT 015 CONTROLE DE FUMAÇA PARTE 8 18 ASPECTOS DE SEGURANÇA DO PROJETO DE SISTEMA DE CONTROLE DE FUMAÇA Janeiro 2012 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 015 Controle de fumaça Parte 8 Aspectos de segurança CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 02 Norma de Procedimento Técnico 6 páginas SUMÁRIO 18 Aspectos de segurança

Leia mais

MANUAL PARA PREENCHIMENTO DAS FICHAS

MANUAL PARA PREENCHIMENTO DAS FICHAS MANUAL PARA PREENCHIMENTO DAS FICHAS OBJETIVO Este manual foi elaborado para orientar o usuário quanto ao preenchimento das fichas de Coleta de Dados Simplificados (CDS). Esse documento visa descrever

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL

IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL IMPLANTAÇÃO DA FERRAMENTA LINHA DE BALANÇO EM UMA OBRA INDUSTRIAL Vanessa Lira Angelim (1); Luiz Fernando Mählmann Heineck (2) (1) Integral Engenharia e-mail: [email protected] (2) Departamento

Leia mais

3 Metodologia 3.1. Tipo de pesquisa

3 Metodologia 3.1. Tipo de pesquisa 3 Metodologia 3.1. Tipo de pesquisa Escolher o tipo de pesquisa a ser utilizado é um passo fundamental para se chegar a conclusões claras e responder os objetivos do trabalho. Como existem vários tipos

Leia mais

CARTILHA SOBRE DIREITO À APOSENTADORIA ESPECIAL APÓS A DECISÃO DO STF NO MANDADO DE INJUNÇÃO Nº 880 ORIENTAÇÕES DA ASSESSORIA JURIDICA DA FENASPS

CARTILHA SOBRE DIREITO À APOSENTADORIA ESPECIAL APÓS A DECISÃO DO STF NO MANDADO DE INJUNÇÃO Nº 880 ORIENTAÇÕES DA ASSESSORIA JURIDICA DA FENASPS CARTILHA SOBRE DIREITO À APOSENTADORIA ESPECIAL APÓS A DECISÃO DO STF NO MANDADO DE INJUNÇÃO Nº 880 ORIENTAÇÕES DA ASSESSORIA JURIDICA DA FENASPS 1. Que entidades conseguiram no Supremo Tribunal Federal

Leia mais