CENTROS DE RECONDICIONAMENTO DE COMPUTADORES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CENTROS DE RECONDICIONAMENTO DE COMPUTADORES"

Transcrição

1 Ministério das Comunicações Secretaria de Inclusão Digital CENTROS DE RECONDICIONAMENTO DE COMPUTADORES Documento de Referência Versão 2015

2 SUMÁRIO 1. Introdução 4 2. Princípios 5 3. Objetivos 6 4. Participantes (destinatários da política) Público-alvo das capacitações Destinação dos equipamentos recondicionados 7 5. Diretrizes pedagógicas Capacitação profissionalizante e educação para a cidadania Protagonismo juvenil Saber compartilhado e articulação em rede Flexibilidade da organização, dos tempos e espaços de aprendizagem Respeito à diversidade regional e sociocultural Consciência ambiental e sustentabilidade. 9 FIGURA 1 CRCs - PRINCIPAIS PROCESSOS 10 Anexo I - Modelo Institucional para Manutenção de Centros de Recondicionamento de Computadores Forma jurídica e inserção institucional Critérios para habilitação de instituição como hospedeira de CRC Captação e aceitação de doações Logística Seleção de Pontos de Inclusão Digital participantes Objetivos dos CRCs Estrutura e funcionamento dos CRCs Processos do recondicionamento nos CRCs Recepção, triagem e teste Recondicionamento, adaptação ou desmanche Empacotamento e entrega Processos administrativos dos CRCs Controle e inventário Manejo de resíduos Infraestrutura dos CRCs 19 2

3 Anexo II Glossário 22 Anexo III Modelo de Termo de Doação 24 3

4 1. Introdução O apoio do Governo Federal aos CRCs teve sua execução iniciada em 2006 pela Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (SLTI/MP), com o objetivo de promover a política de Inclusão Digital do Governo Federal por meio do processo de desfazimento de equipamentos de informática dos órgãos públicos da esfera federal. A partir do apoio para a criação ou manutenção de Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), selecionados por meio de editais de chamamento público, o Governo Federal tem promovido a formação de jovens em situação de vulnerabilidade social no uso profissional das tecnologias da informação e comunicação, por meio dos processos de recepção, triagem, recondicionamento, estoque, descarte e entrega de equipamentos. Além do reaproveitamento de equipamentos, que depois de recondicionados são doados para pontos de inclusão digital (PIDs), tais como telecentros, escolas e bibliotecas públicas dentre outros, os CRCs oferecem formação cidadã e ambiental, ensinando os jovens a realizar o descarte correto do lixo eletrônico e a cuidar do meio ambiente, combinando capacitações em gestão ambiental com a participação cidadã em sua comunidade. No período de 2006 (inauguração do primeiro CRC) a 2010, sob coordenação da SLTI/MP, diversos pontos de inclusão digital foram apoiados em todo o território nacional, distribuindo mais de 11 mil equipamentos de informática recondicionados e capacitando mais de jovens. Com a criação da Secretaria de Inclusão Digital (SID) dentro da estrutura organizacional do Ministério das Comunicações (MC), por meio do Decreto Nº 7.462, de 19 de abril de 2011, as ações de inclusão digital que eram de responsabilidade da SLTI/MP lhe foram transferidas. Assim, desde a migração das ações de apoio aos CRCs para o MC em 2011, até o mês de dezembro de 2014, foram capacitados mais de 3 mil jovens nos CRCs parceiros, e foram recondicionados aproximadamente 7 mil equipamentos de informática. Em cada CRC, além de desenvolverem habilidades técnicas na recuperação dos computadores, os jovens cursistas se apropriam das TICs de maneira eticamente responsável e emancipatória, sendo estimulados a refletir sobre cidadania, consumo consciente e responsabilidade socioambiental. Além da capacidade técnica e intelectual 4

5 dos jovens, estas atividades contribuem para aumentar sua consciência em relação aos resíduos de equipamentos eletroeletrônicos e à necessidade de seu correto manejo e disposição final. Vale ressaltar que desde 2003 o Governo Federal, estados e municípios vêm implementando diversas iniciativas de Inclusão Digital, dentre as quais se destacam os telecentros e outros espaços públicos de acesso às tecnologias de informação e comunicação. No entanto, apesar dos esforços governamentais, parte significativa desses espaços foi descontinuada ou encontra-se com equipamentos defasados ou inoperantes, necessitando de revitalização. Diante do desafio de revitalizar os PIDs no país, os CRCs contribuirão com a política de inclusão digital, fornecendo equipamentos recondicionados e disseminando novas tecnologias de reutilização e reciclagem de resíduos e componentes eletroeletrônicos, gerando novo valor e difundindo conhecimentos. 2. Princípios A ação de apoio aos CRCs envolve a administração federal e seus parceiros num esforço conjunto para a oferta de equipamentos de informática recondicionados, em plenas condições operacionais, para apoiar a disseminação de pontos de inclusão digital, tais como telecentros, laboratórios de informática, escolas e bibliotecas públicas, dentre outros. Para a obtenção de resultados positivos nesta ação, faz-se necessário adotar os seguintes princípios: a) A produção e a troca de conhecimentos livres, a cultura do compartilhamento e da solidariedade; b) A capacitação profissional por meio de atividades práticas, sem prejuízo do acúmulo teórico; c) A formação cidadã com consciência socioambiental; d) A promoção da participação social e comunitária; e) A articulação com as políticas públicas de distribuição de renda e de combate às desigualdades sociais para o desenvolvimento local; f) A visão territorial como norteadora da atuação em rede dos CRCs na relação com os PIDs; 5

6 g) A garantia de destinação ambientalmente adequada de equipamentos de informática; h) A utilização de software e hardware livres; e i) A adoção de práticas de governança compartilhada, democrática e transversal. 3. Objetivos A ação de apoio aos CRCs tem como principal objetivo promover a oferta de equipamentos eletroeletrônicos recondicionados para a revitalização de pontos de inclusão digital nas diversas regiões do país. No que concerne aos objetivos específicos, destacam-se duas grandes frentes de ação: 1. Revitalização dos PIDs 1.1. Participar da política nacional de desfazimento e recondicionamento de equipamentos eletroeletrônicos; 1.2. Promover a distribuição de equipamentos recondicionados aos PIDs no território. 2. Formação 2.1. Criar oportunidades de formação profissionalizante e cidadã para a população em situação de vulnerabilidade social e para outros beneficiários dos Programas de Inclusão Digital do Governo Federal, tendo em vista a geração de emprego e renda por meio do conhecimento das tecnologias da informação e comunicação; 2.2. Promover formação cidadã orientada para participação social e comunitária; 2.3. Desenvolver e aprimorar atividades educacionais e de sensibilização em temáticas relacionadas à gestão e destinação ambientalmente adequada de equipamentos eletroeletrônicos; 2.4. Fomentar o funcionamento em rede dos CRCs para o aprimoramento dos conteúdos, recursos didático-pedagógicos e metodologias relacionadas à manutenção e configuração de computadores. 6

7 É desejável, sempre que possível, que o treinamento profissional realizado pelos CRCs possa conferir certificação ocupacional ao jovem beneficiário, ampliando suas possibilidades de inserção no mundo o trabalho após a experiência formativa. Além disso, as entidades responsáveis pela manutenção dos CRCs podem constituir parcerias para viabilizar estágios ou contratação de egressos, ampliando as oportunidades de trabalho bem como estimulando o empreendorismo juvenil para formação de pequenos negócios e o estímulo à economia popular e solidária. 4. Participantes (destinatários da política) 4.1. Público-alvo das capacitações A formação ofertada pelos C R C s possui como público-alvo prioritário jovens em situação de vulnerabilidade social. Também podem ser atendidos outros públicos considerados prioritários pela política de inclusão digital, de acordo com critérios estabelecidos conjuntamente com a SID/MC e a disponibilidade de recursos pactuados Destinação dos equipamentos recondicionados Quanto ao destino dos equipamentos recondicionados nas oficinas dos CRCs, devem ser direcionados a PIDs relacionados com a política pública de inclusão digital, mediante autorização ou delegação pela SID. Os PIDs que desejarem receber equipamentos recondicionados pelos CRCs de sua região/ território deverão encaminhar projetos e documentação para seleção conforme processos públicos e transparentes, de acordo com procedimentos definidos pela SID e divulgados por meio do site do MC. Nestes locais de destino, os CRCs poderão inclusive promover oficinas de recuperação de equipamentos, visando à apropriação das tecnologias pelas pessoas que serão responsáveis pela gestão e uso dos espaços. Desta forma, os CRCs poderão disseminar o conhecimento técnico e promover o sentido de pertencimento e autonomia desses participantes em relação aos equipamentos, compartilhando a experiência formativa e criando redes de apoio entre pessoas e instituições. 5. Diretrizes pedagógicas 7

8 A definição das diretrizes pedagógicas implica numa reflexão sobre os objetivos e sobre a intencionalidade político-pedagógica das ações de caráter formativo no Programa CI. Não há intenção de criar limites ou de engessar o processo de ensino-aprendizagem, mas garantir que o sentido de inclusão social não seja ofuscado por outras buscas no processo de planejamento ou na execução das atividades. 5.1 Capacitação profissionalizante e educação para a cidadania As entidades responsáveis pela manutenção dos CRCs devem ofertar cursos, oficinas e treinamentos que permitam aos jovens apropriarem-se de saberes que os qualifiquem profissionalmente e promovam inserção no mundo do trabalho, dirigidos às TICs e à gestão ambiental. Os cursos ofertados devem também contribuir para a formação cidadã dos jovens em situação de vulnerabilidade social, possibilitando o contato com temas e abordagens que promovam a ética, democracia, participação social e comunitária, a defesa dos direitos humanos, entre outros. 5.2 Protagonismo juvenil O movimento pedagógico desejado deve construir uma educação inclusiva para os jovens em situação de vulnerabilidade social, que direcione os esforços para a aprendizagem, atribuindo aos jovens o papel ativo, de protagonistas, no processo de construção de conhecimentos e de preparação para uma vida adulta autônoma, promovendo os direitos de cidadania. 5.3 Saber compartilhado e articulação em rede As entidades responsáveis pela manutenção dos CRCs possuem autonomia para formular os seus respectivos projetos pedagógicos e planos de curso, mas devem fazê-lo de forma articulada e solidária, estimulando a troca de saberes e enfatizando o caráter comunitário e coletivo do processo educacional, fundada numa forma responsável de interagir. Esta abordagem prevê a articulação em rede entre CRCs e outros programas de formação para inclusão digital conduzido pela SID/MC. Neste sentido, os valores de compartilhamento de saberes e de ética da cooperação devem estar presentes nas atividades, de modo que as equipes pedagógicas dos CRCs estejam abertas a produzir e 8

9 disseminar conhecimentos e saberes de maneira colaborativa ao conjunto de instituições envolvidas. 5.4 Flexibilidade da organização, dos tempos e espaços de aprendizagem Os CRCs possuem liberdade para subdividir os cursos em módulos de ensino de menor duração, facilitando a reinserção no processo de aprendizagem dos jovens que têm dificuldades de frequentar cursos que se estendem por todo um semestre ou ano, minimizando assim efeitos negativos da evasão, ao longo das atividades formativas. O tempo curricular não deve se resumir às experiências nos laboratórios de informática ou oficinas. Os projetos pedagógicos devem organizar o tempo de formação com flexibilidade, buscando promover experiências e oportunidades diversificadas. 5.5 Respeito à diversidade regional e sociocultural A diversidade sociocultural, incluindo aspectos relacionados a gênero, geração, etnia, vivência e origem rural ou urbana, deve ser respeitada na concepção e execução das atividades educacionais e formativas. Os CRCs deverão promover um ambiente em que a tolerância e o diálogo estejam presentes ao lado do respeito à expressão das diferenças de identidade. A compreensão da diversidade como produto de uma construção histórica que ocorre a partir das relações sociais e políticas e de padrões culturais instituídos por grupos humanos permite o convívio pacífico e a inclusão social. 5.6 Consciência ambiental e sustentabilidade. O conhecimento para a consciência e gestão ambiental e a sustentabilidade, necessário para a formação dos CRCs, deve incluir preceitos básicos do tratamento ambientalmente sustentável de equipamentos de informática, em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). O consumo consciente, a extensão do uso, a reutilização de equipamentos e o descarte responsável são fundamentais para se entender a cadeia de uso de materiais eletroeletrônicos, permitindo a apropriação crítica das tecnologias e a compreensão da relação intrínseca entre sustentabilidade e tecnologias em código aberto. 9

10 No que se refere à sustentabilidade dos CRCs, orienta-se que as entidades responsáveis pela manutenção destes Centros desenvolvam e apresentem à SID/MC um plano de desenvolvimento organizacional para a sustentabilidade político institucional e financeira. Além de firmar novas parcerias estratégicas, sugere-se que as entidades promovam atividades de apoio e estímulo à organização e desenvolvimento institucional, orientadas por princípios de empreendedorismo e de autosustentabilidade, buscando minimizar custos, otimizar processos e potencializar seus resultados. FIGURA 1 CRCs - PRINCIPAIS PROCESSOS 10

11 Anexo I - Modelo Institucional para Manutenção de Centros de Recondicionamento de Computadores 1. Forma jurídica e inserção institucional A ação de apoio aos CRCs está inserida na estrutura da Secretaria de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, sob responsabilidade do Departamento de Articulação e Formação. Ressalta-se que esta ação também pode dispor de dotação orçamentária oriunda de outros órgãos públicos. Tendo em vista a realização dos objetivos de Inclusão Digital, sobretudo no que concerne ao processo de revitalização dos pontos de inclusão digital, a SID/MC apoia a manutenção de Centros de Recondicionamento de Computadores CRC. Para a formalização de parcerias para apoio aos CRCs, no caso de unidades operadas por entidades privadas sem fins lucrativos, estas deverão ser qualificadas como Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs), conforme a Lei nº 9.790, de 23 de março de 1999, ou como de Utilidade Pública em Nível Federal, conforme a Lei nº 91, de 28 de agosto de 1935, regulamentada pelo Decreto , de 2 de maio de 1961, com atribuição estatutária compatível com o desenvolvimento das atividades previstas neste documento. Os CRCs são oficinas com estrutura de gerência, pessoal técnico e instalações, para a realização das atividades de formação teórica e prática de jovens, incluindo tarefas de recepção, triagem, recondicionamento, estoque, descarte e entrega de equipamentos. A vinculação formal da equipe, do patrimônio, dos equipamentos e materiais recebidos em doação ou adquiridos dá-se com a entidade responsável pela manutenção do CRC. A gestão pode envolver transferências de recursos da União e demais parceiros, receitas eventualmente arrecadadas ou recebidas em doação, celebração de contratos ou convênios. A qualificação da entidade não governamental parceira como OSCIP ou de Utilidade Pública reconhecida em nível Federal permite que o CRC receba bens de informática, suas partes e peças, oriundos do processo de desfazimento da Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional, nos termos do Decreto Nº /1990 e suas alterações posteriores, em especial o Decreto Nº 6.087/2007, que outorga à 11

12 SLTI/MP a responsabilidade de indicar a entidade receptora destes bens em consonância com os Programas de Inclusão Digital do Governo Federal. 1.1 Critérios para habilitação de instituição como hospedeira de CRC Cada CRC pode ser operado por uma única instituição ou por um conjunto de entidades, desde que atendam aos seguintes requisitos: a) Experiência mínima comprovada de 3 (três) anos em formação de jovens no uso e apropriação de tecnologias da informação e da comunicação, com ênfase nas áreas de manutenção/ recondicionamento de equipamentos, formação profissionalizante, inclusão social, inclusão digital, desenvolvimento de tecnologias, e/ou produção e divulgação de informações e conhecimentos técnicos e científicos; b) Espaço físico adequado aos processos de recondicionamento e estoque, em local de logística facilitada para recepção e distribuição de equipamentos. A aprovação do espaço pode implicar em visita in loco da equipe técnica da SID/MC, para verificação; c) Comprovação de que o espaço encontra-se em imóvel próprio, alugado ou cedido, com respectiva documentação, preferencialmente localizado em comunidade de baixo Índice de Desenvolvimento Humano IDH, oferecendo oportunidade de participação à população do entorno; d) Capacidade administrativa de prover o custeio de água, eletricidade, telefone, conexão à Internet, limpeza, segurança, entre outros, arcando com seus custos total ou parcialmente; e) Capacidade de operar adequações necessárias ao espaço para manutenção do CRC, arcando com seus custos total ou parcialmente; f) Histórico de envolvimento da(s) entidade(s) parceira(s) com a comunidade do entorno do espaço em que está o CRC, na perspectiva do desenvolvimento local participativo; g) Capacidade de prover formação profissionalizante aos jovens no CRC; h) Documentação formal que habilite o CRC a receber os equipamentos usados em doação para recondicionamento e sua doação posterior aos Pontos de Inclusão Digital selecionados; i) Capacidade operacional de organização e gerenciamento dos processos e da estrutura física de funcionamento do CRC; 12

13 j) No caso de demandar transferência voluntária da União para funcionamento do CRC, capacidade de execução de recursos segundo a legislação, o que inclui: certidões de comprovação de regularidade junto aos fiscos das três esferas da administração pública, bem como à seguridade social e trabalhista; estatuto e regimento interno; ato de nomeação do representante legal, acompanhado de respectivo RG e CPF; declaração de adimplência; comprovante de regularidade do mandato da diretoria; relação nominal de dirigentes com correspondente nº de CPF; comprovação do exercício pleno de uso do imóvel; declaração de que os recursos referentes à contrapartida para complementar o objeto estão devidamente assegurados; capacidade de aquisição de bens e serviços a partir das regras de transferências voluntárias da União; seleção, gerenciamento e remuneração da equipe técnica do CRC; experiência no gerenciamento de convênios por meio do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse SICONV; apresentação de prestação de contas segundo as normas da legislação vigente; e k) Concordância formal às diretrizes sistematizadas neste documento. A formalização da adesão se dá por meio de assinatura de Termo de Convênio, o qual estabelecerá as responsabilidades entre os partícipes. As instituições interessadas em manter CRCs devem observar a abertura do Programa denominado Manutenção de Centro de Recondicionamento de Computadores no Sistema de Gestão de Convênio e Contratos de Repasse SICONV, e enviar proposta dentro do prazo previsto por meio do referido sistema, conforme Plano de Trabalho Padrão anexo a este Documento de Referência. A avaliação das propostas é realizada pela equipe técnica da SID/MC, que encaminha os procedimentos posteriores em diálogo permanente com as entidades selecionadas. l) Declaração formal de que irá promover o descarte ou eventual venda dos resíduos de equipamentos eletroeletrônicos de forma ambientalmente correta, por meio de empresas certificadas, de acordo com a Lei nº /2010, que Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; Lei 6.938/81 que dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, regulamentada pelo Decreto /1990 e alterações posteriores. 1.2 Captação e aceitação de doações O público-alvo visado para a captação de doações de equipamentos eletroeletrônicos é constituído preferencialmente por instituições públicas e privadas que 13

14 possuam equipamentos de informática. A política adotada procura concentrar doações em quantitativos e horizontes de tempo que permitam o planejamento em escala nacional, abrangendo a rede de parceiros. Ao mesmo tempo, pretende contribuir para a disseminação de uma cultura de renovação planejada e ecologicamente sustentável do parque de equipamentos. As doações podem ser estações de trabalho completas, incluindo CPU, teclado, monitor, mouse entre outros equipamentos eletroeletrônicos. A transferência de propriedade dá-se em nome da entidade responsável pelo CRC que recebe a doação. Fica a critério dos CRCs estabelecer campanhas de coletas de equipamentos eletroeletrônicos que venham atender ao propósito desta parceria. 1.3 Logística Sempre que possível, a doação é negociada com cronograma de entrega dos equipamentos, levando em conta a capacidade operacional da rede e a localização dos lotes para retirada. Os equipamentos doados aos CRCs para recondicionamento deverão, sempre que possível, ser transportados por meio de parceiros logísticos, e, na sua impossibilidade, mediante recursos orçamentários alocados para transporte. As mesmas diretrizes se aplicam à entrega dos equipamentos já recondicionados pelos CRCs aos Pontos de Inclusão Digital destinatários finais da doação. Espera-se que cada CRC otimize seus roteiros de entrega de equipamentos, minimizando o custo de transporte, de acordo com a logística de sua região. 1.4 Seleção de Pontos de Inclusão Digital participantes Cabe à SID/MC e a cada uma das entidades responsáveis pela manutenção dos CRCs a seleção dos Pontos de Inclusão Digital realizada no contexto desta parceria. Esta seleção é realizada no âmbito de políticas públicas de maior escala, buscando modelos de gestão que permitam o acompanhamento do uso dos bens doados. A seleção de PIDs participantes deve seguir critérios objetivos e procedimentos transparentes de inscrição, avaliação e aprovação, dando-se publicidade aos resultados. Para participar da seleção, é necessário ser um ponto de inclusão digital e apresentar uma proposta por meio de um projeto de desenvolvimento comunitário, cujo modelo será divulgado por meio do site do MC. 14

15 2. Objetivos dos CRCs Numa perspectiva ampliada da política de inclusão digital, os CRCs têm como objetivo principal contribuir na estruturação e funcionamento da rede de pontos de inclusão digital de sua região ou território, por meio do processo de recondicionamento e doação de equipamentos. São objetivos específicos dos CRCs: Promover a revitalização dos espaços públicos de acesso às TICs; Captar doações, receber, armazenar, recondicionar e doar os equipamentos de informática para os PIDs selecionados; Separar e preparar para reciclagem ou descarte ambientalmente adequado equipamentos de informática inservíveis; Proporcionar oportunidades de formação profissional, educacional e de trabalho para jovens em situação de vulnerabilidade social, buscando parcerias para sua inserção no mundo do trabalho, e a outros públicos prioritários da política pública de inclusão digital; Desenvolver atividades educacionais e de sensibilização em temáticas relacionadas à conscientização e gestão ambiental e ao lixo eletrônico. 3. Estrutura e funcionamento dos CRCs O funcionamento do CRC demanda profissionais de perfil pedagógico, técnico e administrativo em funções de coordenação e gerência, e de educadores e assistentes para apoio às atividades. É recomendável a adoção de uma estrutura simples e flexível, sem prejuízo de clara atribuição de funções. Os jovens participantes dos cursos oferecidos são selecionados a partir de critérios socioeconômicos, sendo desejável a articulação com programas de apoio à qualificação deste público tais como a Lei da Aprendizagem, Jovem ou Adolescente Aprendiz, ProJovem, entre outros. É obrigatória a adoção de sistemas abertos (softwares livres) nos equipamentos recondicionados no âmbito desta política pública. Estes softwares promovem a melhoria de desempenho operacional mesmo em equipamentos com configuração de menor capacidade, além de permitir compartilhamento de soluções e disseminação sem pagamento de licenças de uso. 15

16 A triagem e classificação dada a cada equipamento recebido em doação pelo CRC podem levá-los a ser encaminhados para os seguintes procedimentos operacionais: Recondicionamento: limpeza de memória, teste e substituição e/ou acréscimo de componentes da CPU para melhoria de configuração do equipamento; Adaptação: limpeza de memória e teste, mantida a configuração do equipamento; e Desmanche: desmontagem do equipamento para seleção e aproveitamento de componentes para recondicionamento, para reciclagem de materiais ou descarte ambientalmente correto. A fixação de padrões para aceitação de equipamentos em doação visa assegurar condições tecnológicas e econômicas mínimas para fins de recondicionamento ou desmanche com aproveitamento de componentes. Isso envolve custos compatíveis para a aquisição de componentes requeridos ao recondicionamento e a viabilidade técnica de seu reaproveitamento no caso de desmanche. Assim, sugere-se que os CRCs estabeleçam padrões para os equipamentos de informática recebidos em doação, de forma a garantir a maximização do reaproveitamento de componentes no recondicionamento de outros equipamentos, a partir do desmanche das partes e peças. O estabelecimento e aperfeiçoamento contínuo desses padrões facilitam a captação de doações e a organização dos processos operacionais em âmbito nacional, conforme diretrizes e modelo delineado. Os padrões devem considerar a conveniência de direcionar o fluxo de doações para equipamentos com configurações adequadas à utilização, priorizando grandes volumes e distribuição regional. A aceitação de doações de pessoa física e/ou pequenas quantidades é definida por cada CRC. 4. Processos do recondicionamento nos CRCs Os processos operacionais típicos do recondicionamento de computadores devem ser elaborados pelas entidades mantenedoras dos CRCs de acordo com as diretrizes descritas neste documento e como parte do processo de formação dos jovens participantes dos cursos, oficinas e treinamentos ofertados. Nesse sentido, recomenda-se que haja as seguintes fases: 16

17 4.1 Recepção, triagem e teste O equipamento é recebido e submetido à avaliação preliminar, sendo descartados os danificados ou com especificações inferiores ao padrão estabelecido pelo CRC para recondicionamento ou desmanche. Os recondicionáveis ou que exijam somente adaptação recebem identificação. 4.2 Recondicionamento, adaptação ou desmanche Os equipamentos destinados ao recondicionamento ou adaptação são então submetidos à revisão, limpeza e teste. No caso dos equipamentos encaminhados para recondicionamento, são instalados novos componentes da CPU conforme os padrões definidos pelo CRC. Em seguida, os equipamentos recondicionados e os encaminhados para adaptação são submetidos à limpeza de memórias e instalação de softwares. A CPU é então testada com teclados e monitores. Os equipamentos encaminhados para descarte são desmanchados com a separação de componentes reaproveitáveis para estoque de partes e peças, ou por tipo de material, para envio à reciclagem e descarte ambientalmente correto. O desmanche de monitores só ocorre em CRCs que disponham de procedimento específico. 4.3 Empacotamento e entrega Esta fase contempla a limpeza e teste final de cada equipamento com o subsequente empacotamento, o qual deve atender aos requisitos do meio de transporte a ser utilizado. O instrumento utilizado para formalizar a disponibilização dos equipamentos recondicionados a cada entidade beneficiária cabe a cada CRC. O transporte é realizado por parceiros ou mediante contratação, conforme acordado conjuntamente entre o CRC e a SID/MC. 5. Processos administrativos dos CRCs Os processos administrativos típicos de um CRC compreendem essencialmente a gestão pedagógica e a de meios: finanças, equipe, manutenção predial e de equipamentos, logística e armazenamento. O modelo institucional delineado prevê a manutenção do CRC apoiada por entidade privada sem fins lucrativos, qualificada como OSCIP ou Utilidade Pública, 17

18 atuando como hospedeira e/ou responsável pela gestão do centro, com possibilidade de envolvimento de parceiros governamentais e não governamentais. 5.1 Controle e inventário O monitoramento do recebimento, do processamento e da entrega dos equipamentos recondicionados é atribuição de cada CRC, visando possibilitar o controle, prestação de contas e gerenciamento de resultados. A alimentação com dados de acompanhamento no sistema de acompanhamento é de responsabilidade das entidades mantenedoras dos CRCs. Além disso, poderão ser realizadas visitas técnicas aos CRCs para observar os processos de formação dos jovens e de fluxo dos equipamentos. O sistema de acompanhamento constitui importante instrumento para a averiguação do cumprimento dos objetivos e diretrizes estabelecidos. A partir dele, o CRC deverá informar a quantidade de equipamentos recebidos em doação; a quantidade de lotes de equipamentos transportados, juntamente com a data e origem do recurso utilizado; o nome do PID, a quantidade de equipamentos que cada um recebeu em doação do CRC e a data da doação, de acordo com o modelo de termo de doação do anexo III. O sistema para acompanhamento da formação, que gerencia dados sobre os jovens matriculados, fornecerá dados quantitativos e qualitativos sobre o perfil socioeconômico dos alunos e qual a repercussão da capacitação sobre sua vida; além conter espaços para observações, melhorias e críticas a serem feitas. 5.2 Manejo de resíduos O manejo de resíduos envolve cuidados logísticos, devido às exigências ambientais relativas a certos tipos de materiais utilizados na fabricação dos componentes. A qualidade do equipamento recebido para doação determina o volume de resíduos gerados, sendo esse volume entre duas a nove vezes superior ao de computadores recondicionáveis. É necessário planejar a retirada periódica dos resíduos a fim de evitar o congestionamento das áreas de armazenamento, aumentando os riscos para a equipe de trabalho do CRC. Os equipamentos não aproveitados são desmanchados e seus componentes destinados ao recondicionamento de outros equipamentos ou ao descarte. A gestão dos 18

19 resíduos inservíveis deve ser aperfeiçoada continuamente, de modo a evitar o acúmulo de material. Recomenda-se que a entidade mantenedora do CRC realize descarte periódico dos equipamentos, partes e peças não aproveitáveis, encaminhando-os a outras iniciativas de reutilização, tais como robótica e metarreciclagem, ou a instituições ambientalmente certificadas em destinação final de resíduos sólidos. 6. Infraestrutura dos CRCs A infraestrutura física e de instalações e equipamentos recomendada para um Centro de Recondicionamento de Computadores é apresentada, em linhas gerais, nesse item, respeitando-se as peculiaridades de cada projeto. O local deve estar em condições adequadas para as atividades e permitir fácil limpeza, além de boa iluminação e ventilação. Recomenda-se o piso liso durável e resistente a cargas pesadas, especialmente nas áreas de armazenamento e nos corredores. Como os equipamentos geram calor, a área de trabalho pode necessitar de sistemas de refrigeração com ar-condicionado. É necessário ainda sistema elétrico com potência adequada e múltiplas tomadas instaladas em cada posto de trabalho, para servir ao teste de equipamentos e ao conjunto de atividades de recondicionamento. A oficina também poderá valer-se de rede lógica para facilitar o processo de produção e configuração de equipamentos, bem como de conexão à Internet em banda larga para atualização dos pacotes de software e comunicação entre o CRC, seus parceiros, o Ministério das Comunicações e os projetos dos PIDs. É importante levar em conta a disposição dos equipamentos por ocasião de sua instalação, evitando áreas de cruzamento ou obstruídas. A entrada de material e sua saída devem ser realizadas em áreas de carga e de descarga, preferencialmente separada de áreas de circulação de pessoas. As instalações devem ser adequadas ao manejo dos equipamentos com eficiência e sem riscos. Recomenda-se que o CRC disponha de: Porta nivelada com o piso, suficientemente larga para movimentação dos equipamentos e materiais; 19

20 Plataforma de carga ou rampa ajustável para descarregar equipamentos que poderão ser trazidos em veículos de diversas dimensões; Carrinhos para carga, descarga e movimentação de material e dispositivos monta-cargas de elevação; Racks com rodas, para movimentação de materiais entre postos de trabalho, dentro da área da oficina. Sugere-se que as oficinas sejam instaladas em um só pavimento ou disponham de rampas ou elevadores para a movimentação de equipamentos mais volumosos ou pesados. As mesas de trabalho devem estar solidamente construídas, com pernas bem niveladas e estáveis sendo, se possível, dotadas de ajuste de altura. O depósito deve dispor de estantes e de estruturas com resistência adequada ao peso dos equipamentos. O armazenamento deve ser seguro, particularmente no caso de componentes novos adquiridos como peças de reposição, tais como processadores, memória, placas e unidades de disco rígido. Como medida de proteção à saúde, evitando descargas elétricas ou quedas de equipamentos, podem ser utilizados tapetes de borracha nos postos de trabalho. Recomenda-se que toda a equipe de trabalho da oficina use equipamentos de proteção. Alguns processos de retirada de peças e reparo demandam uso de óculos e luvas. A reparação de monitores deverá ser realizada somente por técnicos capacitados, considerando o risco de descargas de alta voltagem e de rompimento do tubo de vidro no caso daqueles de tecnologia CRT, podendo ser espalhados materiais tóxicos à saúde e ao meio ambiente. Da mesma forma, o armazenamento de materiais deve ser realizado de maneira adequada, mediante uso de carrinhos e observando correta disposição dos bens. É desejável, ainda, que as instalações estejam protegidas por sistema de segurança, de forma a evitar furtos e roubos. Recomenda-se que as instalações físicas dos CRCs atendam critérios de acessibilidade, de modo a permitir que pessoas com deficiência participem de suas atividades de formação, assegurando sua inclusão com segurança, autonomia e em igualdade de condições com os demais. Do mesmo modo, orienta-se que as instalações físicas dos CRCs utilizem, sempre que possível, materiais e soluções tecnológicas inteligentes, que promovam a redução da 20

21 poluição, o uso racional de água e energia e o conforto de seus usuários, aplicando na prática as diretrizes de consciência ambiental e sustentabilidade. 21

22 Anexo II Glossário Desmanche: desmontagem do equipamento para seleção e aproveitamento de componentes para recondicionamento, para reciclagem de materiais ou descarte ambientalmente correto. Destinação ambientalmente adequada: de acordo com o Ministério do Meio Ambiente, é a distribuição ordenada de rejeitos em aterros, observando normas operacionais específicas de modo a evitar danos ou riscos à saúde pública e à segurança e a minimizar os impactos ambientais adversos. Gestão ambiental: refere-se ao processo de articulação entre diferentes ações e agentes sociais em determinado espaço ou território, buscando a adequação dos meios de exploração dos recursos naturais, econômicos e socioculturais às especificidades do meio ambiente, visando garantir a sustentabilidade. Lixo eletroeletrônico: é todo e qualquer tipo de material produzido a partir do descarte de equipamentos eletrônicos, como eletroeletrônicos (computadores, celulares, tablets e etc) e eletrodomésticos (geladeiras, fogões, microondas e etc). Metareciclagem: é o reaproveitamento das peças e componentes eletroeletrônicos na criação de novos objetos e tecnologias. Feita de forma a difundir as tecnologias existentes e promover a inclusão digital, computadores são reaproveitados e doados. Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OCIPs): pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos, desde que os respectivos objetivos sociais e normas estatutárias atendam aos requisitos instituídos pela lei Nº 9.790, de 23 de março de Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS): dispõe sobre seus princípios, objetivos e instrumentos, bem como sobre as diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento de resíduos sólidos, incluídos os perigosos, às responsabilidades dos geradores e do poder público e aos instrumentos econômicos aplicáveis, de acordo com a lei Nº , de 2 de agosto de Pontos de inclusão Digital (PID): podem ser considerados Pontos de Inclusão Digital os telecentros, infocentros, centros de inclusão digital, salas e laboratórios de informática, bibliotecas híbridas, entre outros pontos comunitários de promoção do acesso gratuito às tecnologias da informação e comunicação. 22

23 Recondicionamento: limpeza de memória, teste e substituição e/ou acréscimo de componentes da CPU para melhoria de configuração do equipamento. Resíduos de equipamentos eletroeletrônicos: são os resíduos dos equipamentos cujo funcionamento depende do uso de corrente elétrica ou de campos eletromagnéticos. Ao fim de sua vida útil, esses produtos passam a ser considerados Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos (REEE). Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse SICONV: ferramenta eletrônica que reúne e processa informações sobre as transferências de recursos do Governo Federal para órgãos públicos e privados sem fins lucrativos. Esse repasse acontece por meio de contratos e convênios destinados à execução de programas, projetos e ações de interesse comum. Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs): são consideradas como sinônimo das tecnologias da informação (TI). Contudo, é um termo geral que frisa o papel da comunicação (seja por fios, cabos, ou sem fio) de tecnologia da informação. Entende-se que TIC consistem de todos os meios técnicos usados para tratar a informação e auxiliar na comunicação, o que inclui o hardware de computadores, rede, celulares, bem como todo software necessário. 23

24 Anexo III Modelo de Termo de Doação TERMO DE DOAÇÃO DE BENS DE INFORMÁTICA QUE ENTRE SI CELEBRAM A (NOME DA ENTIDADE DOADORA) E A (NOME DO PONTO DE INCLUSÃO DIGITAL). DOADORA: Nome: Termo de Doação N º XXX/XXX CRC/XXXXX/XX CNPJ: Fone: ( ) Fax: ( ) Endereço Completo: Município: Estado: CEP: Responsável Legal: Cargo: CPF: RG: Órgão Expedidor: SSP - XX Data de Expedição: Tel.: ( ) Fax: DONATÁRIA: Nome: CNPJ: Fone: ( ) Ramal: Endereço: Bairro: Cidade: Estado: CEP: Responsável Legal: Cargo: CPF: RG: Órgão Expedidor: Data de Expedição: Fone: ( ) Ramal: Pelo presente instrumento particular e na melhor forma de direito, as partes anteriormente individuadas e devidamente qualificadas, resolvem celebrar o presente TERMO DE DOAÇÃO, onde a (NOME DA ENTIDADE DOADORA), na qualidade de DOADORA, declara que, de acordo com as diretrizes do Projeto Computadores para Inclusão do Governo Federal, do qual é parceira conforme Termo de Convênio assinado em XXXXX publicado no D.O.U. recondicionou os bens de informática descritos e caracterizados no anexo I, parte integrante deste TERMO, e que por sua livre e espontânea vontade, transfere a propriedade desses bens, sem quaisquer encargos, em regime de DOAÇÃO a (NOME DO PONTO DE INCLUSÃO DIGITAL) compromete-se a: a) Utilizar todos os bens doados exclusivamente na realização dos objetivos sociais propostos à Coordenação Nacional do Projeto Computadores para Inclusão, e de acordo com as diretrizes de Inclusão Digital consignadas pelo Comitê Executivo de Governo Eletrônico do Governo Federal; 24

25 b) Adequar a infraestrutura necessária ao funcionamento pleno dos equipamentos, tais como capacidade elétrica, interligação dos computadores em rede, mobiliário, iluminação e ventilação adequada; c) Manter os equipamentos conectados à Internet; d) Permitir ao público uso livre dos equipamentos, independentemente de cursos ou outras atividades programadas; e) Garantir acesso a todo cidadão, ou pelo menos àqueles da comunidade do entorno do espaço; f) Realizar a manutenção do local, incluindo limpeza, segurança e custeio; g) Manter recursos humanos dedicados a orientar o público no uso dos computadores; h) Promover a acessibilidade física e o atendimento a pessoas com necessidades especiais; i) Não cobrar da comunidade o acesso à internet; j) Manter o sistema operacional livre (Linux) no uso dos equipamentos O não cumprimento dessas obrigações volve os bens doados à NOME DA ENTIDADE DOADORA, para que possa doá-los a outra entidade. Os bens serão doados com garantia de troca pela DOADORA na sede do Centro de Recondicionamento de Computadores CRC de sua responsabilidade, comprometendo-se a DONATÁRIA a arcar com os ônus e riscos decorrentes do transporte desses bens, a partir da efetiva disponibilização dos mesmos. A DONATÁRIA assume inteira responsabilidade por sua guarda, manuseio e manutenção. Nome da Cidade, de de 20xx. Nome Responsável: RG xxxxxxxxxxxxxxxx - SSP/XX (NOME DA ENTIDADE DOADORA) Nome Responsável: RG xxxxxxxxxxxxxxxxxx - SSP/XX (NOME DO PID) 25

26 Documento anexo ao Termo de Doação Nº XXX/20XX celebrado entre a (NOME DA ENTIDADE DOADORA) E A (NOME DO PONTO DE INCLUSÃO DIGITAL) Item Quantidade Descrição (incluir tipo, marca, modelo, e demais dados de identificação do bem) Nome Responsável: RG xxxxxxxxxxxxxxxx - SSP/XX (NOME DA ENTIDADE DOADORA) Nome Responsável: RG xxxxxxxxxxxxxxxxxx - SSP/XX (NOME DO PID) 26

Programa Computadores para Inclusão

Programa Computadores para Inclusão Ministério das Comunicações Secretaria de Inclusão Digital Programa Computadores para Inclusão Documento de Referência Versão 2015 SUMÁRIO 1. Introdução 4 2. Princípios 5 3. Objetivos 6 4. Participantes

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A MONTAGEM DOS KITS NOS TELECENTROS APOIADOS PELO PROGRAMA

ORIENTAÇÕES PARA A MONTAGEM DOS KITS NOS TELECENTROS APOIADOS PELO PROGRAMA ORIENTAÇÕES PARA A MONTAGEM DOS KITS NOS TELECENTROS APOIADOS PELO PROGRAMA Versão 2013 1 SUMÁRIO 1. Introdução 2. Condições 3. Diretrizes 4. Fundamentação Legal 5. Contrapartidas 5.1. Espaço Físico 5.2.

Leia mais

ANEXO II PROJETO PEDAGÓGICO

ANEXO II PROJETO PEDAGÓGICO ANEXO II PROJETO PEDAGÓGICO 1 IDENTIFICAÇÃO 1.1 DA INSTITUIÇÃO FEDERAL: Nome da instituição: CNPJ: Nome do Reitor(a) ou do Diretor(a)-Geral do CEFET: Endereço da reitoria ou unidade sede: Telefones (comercial

Leia mais

TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS:

TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS: TEXTO RETIRADO DO REGIMENTO INTERNO DA ESCOLA APAE DE PASSOS: Art. 3º - A Escola oferece os seguintes níveis de ensino: I. Educação Infantil: de 0 a 05 anos de idade. Educação Precoce de 0 a 03 anos Educação

Leia mais

PORTARIA Nº 2.662, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014

PORTARIA Nº 2.662, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2.662, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, tendo

Leia mais

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP

REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA FACULDADE DE APUCARANA FAP Regulamento do Curricular Supervisionado do Curso de Graduação em Pedagogia - Licenciatura Faculdade de

Leia mais

1. DA AUTORIZAÇÃO 2. DO OBJETO

1. DA AUTORIZAÇÃO 2. DO OBJETO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES SECRETARIA DE INCLUSÃO DIGITAL AVISO DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 02, DE 4 DE OUTUBRO DE 2012 PROGRAMA COMPUTADORES PARA INCLUSÃO A União, por intermédio da Secretaria de Inclusão

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ FACULDADE DE TECNOLOGIA DE GRAVATAÍ REGIMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Atualização do Regimento de 2012 Porto Alegre, março de 2015 Faculdade de Tecnologia de Porto Alegre Av. Julio de Castilhos,

Leia mais

DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014

DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014 Secretaria de Documentação Equipe de Documentação do Legislativo DECRETO Nº 55.461, DE 29 DE AGOSTO DE 2014 Institui a Política Municipal de Estímulo à Inovação e ao Desenvolvimento de Startups na Cidade

Leia mais

NORMAS DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO

NORMAS DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS ANEXO À DELIBERAÇÃO Nº 125, DE 06 DE JULHO DE 2006. NORMAS DE ATIVIDADES DE EXTENSÃO

Leia mais

Regulamento Interno da Farmácia Escola de Dispensação de Medicamentos do Curso de Bacharelado em Farmácia da Faculdade Asces

Regulamento Interno da Farmácia Escola de Dispensação de Medicamentos do Curso de Bacharelado em Farmácia da Faculdade Asces Regulamento Interno da Farmácia Escola de Dispensação de Medicamentos do Curso de Bacharelado em Farmácia da Faculdade Asces Caruaru-PE 2014 REGULAMENTO INTERNO DA FARMÁCIA ESCOLA DE DISPENSAÇÃO DE MEDICAMENTOS

Leia mais

PROJETO ESCOLA DE FÁBRICA

PROJETO ESCOLA DE FÁBRICA PROJETO APRESENTAÇÃO O projeto Escola de Fábrica é uma iniciativa do Governo Federal, através do e da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica, que pretende possibilitar a inclusão social de jovens

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2015

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2015 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 1, DE 6 DE JANEIRO DE 2015 (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação

Leia mais

Fórum Estadual de Educação PR Plano Nacional de Educação PNE 2011/2020

Fórum Estadual de Educação PR Plano Nacional de Educação PNE 2011/2020 Fórum Estadual de Educação PR Plano Nacional de Educação PNE 2011/2020 Sessão de Debate Regional Sudoeste, 01/07/2011 UTFPR Campus Pato Branco Região: Sudoeste Cidade: Pato Branco Data do debate: 01-07-2011

Leia mais

EDITAL N O 01/2012 1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. A proposta de Acordo Setorial a ser apresentada deverá obedecer aos seguintes.

EDITAL N O 01/2012 1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. A proposta de Acordo Setorial a ser apresentada deverá obedecer aos seguintes. CHAMAMENTO PARA A ELABORAÇÃO DE ACORDO SETORIAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA DE LÂMPADAS FLUORESCENTES, DE VAPOR DE SÓDIO E MERCÚRIO E DE LUZ MISTA. EDITAL N O 01/2012 O MINISTÉRIO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO ACADÊMICO DE PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 01/2014

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO ACADÊMICO DE PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 01/2014 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO ACADÊMICO DE PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 01/2014 Estabelece as normas para o reconhecimento e funcionamento de

Leia mais

PROJETO CURSO ALUNO INTEGRADO / 2013

PROJETO CURSO ALUNO INTEGRADO / 2013 PROJETO CURSO ALUNO INTEGRADO / 2013 INSTITUIÇÃO PROPONENTE: Ministério da Educação CNPJ: 00.394.445/0124-52 SETOR RESPONSÁVEL PELO PROJETO: Secretaria de Educação Básica(SEB) ENDEREÇO: Esplanada dos Ministérios,

Leia mais

CURSO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR. Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais

CURSO: EDUCAR PARA TRANSFORMAR. Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Fundação Carmelitana Mário Palmério Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Educação de Qualidade ao seu alcance EDUCAR PARA TRANSFORMAR O CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS CURSO: LICENCIATURA

Leia mais

Art. 1º Definir o ensino de graduação na UNIVILLE e estabelecer diretrizes e normas para o seu funcionamento. DA NATUREZA

Art. 1º Definir o ensino de graduação na UNIVILLE e estabelecer diretrizes e normas para o seu funcionamento. DA NATUREZA UNIVERSIDADE DA REGIÃO DE JOINVILLE UNIVILLE CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 07/04 Define o ensino de graduação na UNIVILLE e estabelece diretrizes e normas para seu funcionamento.

Leia mais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais

CÓPIA MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais Fl. 2 MINISTÉRIO DA FAZENDA Conselho Administrativo de Recursos Fiscais PORTARIA CARF Nº 64, DE 18 DE NOVEMBRO DE 2015. Dispõe sobre a Política de Gestão de Riscos do Conselho Administrativo de Recursos

Leia mais

EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2014

EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2014 EDITAL PARA SELEÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 2014 1. DO OBJETO 1.1. O presente edital tem por objeto realizar uma chamada pública nacional para seleção de projetos sociais. O edital destina-se às organizações

Leia mais

PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX

PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX PROGRAMA DE EXTENSÃO PROEX INTRODUÇÃO A extensão universitária é, na realidade, uma forma de interação que deve existir permanentemente entre a universidade e os diversos setores da sociedade. Assim, a

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 063 CONSUPER/2013

RESOLUÇÃO Nº 063 CONSUPER/2013 RESOLUÇÃO Nº 063 CONSUPER/2013 Dispõe sobre a regulamentação de Curso de Formação Inicial e Continuada ou Qualificação Profissional do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Catarinense. O

Leia mais

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO INSTITUCIONAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente regulamento da Faculdade Católica do Tocantins (Facto), mantida

Leia mais

TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES CAPÍTULO I DA NATUREZA. PARÁGRAFO ÚNICO Atividade curricular com ênfase exclusiva didático-pedagógica:

TÍTULO I DA NATUREZA, DAS FINALIDADES CAPÍTULO I DA NATUREZA. PARÁGRAFO ÚNICO Atividade curricular com ênfase exclusiva didático-pedagógica: REGULAMENTO GERAL PARA REALIZAÇÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS DO IFRR N A regulamentação geral de estágio tem por objetivo estabelecer normas e diretrizes gerais que definam uma política

Leia mais

Estrutura do PDI 2014-2018

Estrutura do PDI 2014-2018 APRESENTAÇÃO O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Minas Gerais (IFMG) além de constituir um requisito legal, tal como previsto no Artigo

Leia mais

ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado)

ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado) ANTEPROJETO DE DECRETO (OU LEI) (A ser Publicado no Diário Oficial do Município/Estado) Considerando: 1) A importância dos mananciais e nascentes do Município para o equilíbrio e a qualidade ambiental,

Leia mais

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA. IFSP Campus São Paulo AS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS

LICENCIATURA EM MATEMÁTICA. IFSP Campus São Paulo AS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS LICENCIATURA EM MATEMÁTICA IFSP Campus São Paulo AS ATIVIDADES ACADÊMICO-CIENTÍFICO-CULTURAIS O componente curricular denominado Atividades Acadêmico-Científico- Culturais foi introduzido nos currículos

Leia mais

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda.

Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Micro-Química Produtos para Laboratórios Ltda. Resumo Com a globalização e os avanços tecnológicos, as empresas estão operando num ambiente altamente competitivo e dinâmico. As organizações que quiserem

Leia mais

Novas Formas de Aprender e Empreender

Novas Formas de Aprender e Empreender Novas Formas de Aprender e Empreender DÚVIDAS FREQUENTES 1. Sobre o Prêmio Instituto Claro, Novas Formas de Aprender e Empreender 1.1. O que é o Prêmio? O Prêmio Instituto Claro Novas Formas de Aprender

Leia mais

ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR

ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR ANEXO 1 PROJETO BÁSICO PROGRAMA DE CAPACITAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL E ORGANIZACIONAL DE ENTIDADES CIVIS DE DEFESA DO CONSUMIDOR I - OBJETIVO GERAL Realização de Módulos do programa de capacitação

Leia mais

A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei:

A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 3.477 DATA: 14 de agosto de 2008. SÚMULA: Altera e acresce dispositivos da Lei nº 3.025, de 18 de janeiro de 2005, alterada pela Lei nº 3.264, de 19 de setembro de 2006, que Dispõe sobre a reestruturação

Leia mais

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 522, DE 2014

COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 522, DE 2014 COMISSÃO DIRETORA PARECER Nº 522, DE 2014 Redação do vencido, para o turno suplementar, do Substitutivo do Senado ao Projeto de Lei da Câmara nº 90, de 2013 (nº 757, de 2011, na Casa de origem). A Comissão

Leia mais

Edital de seleção para formação em gestão de Organizações da Sociedade Civil Fundação Tide Setubal 2011

Edital de seleção para formação em gestão de Organizações da Sociedade Civil Fundação Tide Setubal 2011 Edital de seleção para formação em gestão de Organizações da Sociedade Civil Fundação Tide Setubal 2011 INTRODUÇÃO A Fundação Tide Setubal nasce em 2005 para ressignificar e inovar o trabalho pioneiro

Leia mais

Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011.

Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro de 2011. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA CONSELHO SUPERIOR Resolução nº 30/CONSUP/IFRO, de 03 de outubro

Leia mais

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-ALVO: Os Cursos Técnicos são destinados a todos que estão cursando o 2º ano ou já completaram o Ensino Médio e que desejam aprender uma profissão, entrar no mercado de trabalho ou buscar uma melhor

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002 (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002 (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002 (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 13 de abril de 2012

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 13 de abril de 2012 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 4, 13 de abril de 2012 Institui a Infraestrutura Nacional de Dados Abertos INDA. O SECRETÁRIO DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO,

Leia mais

TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE

TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE TEXTO PRODUZIDO PELA GERÊNCIA DE ENSINO FUNDAMENTAL COMO CONTRIBUIÇÃO PARA O DEBATE Avaliação institucional: potencialização do processo ensino e aprendizagem A avaliação institucional é uma prática recente

Leia mais

Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel

Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Instituto de Informática Síntese do Projeto Pedagógico do Curso de Sistemas de Informação PUC Minas/São Gabriel Belo Horizonte - MG Outubro/2007 Síntese

Leia mais

ESTÁGIO SUPERVISIONADO

ESTÁGIO SUPERVISIONADO FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA MISSÃO: FORMAR PROFISSIONAIS CAPACITADOS, SOCIALMENTE RESPONSÁVEIS E APTOS A PROMOVEREM AS TRANSFORMAÇÕES FUTURAS. ESTÁGIO SUPERVISIONADO LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA ELABORAÇÃO DE PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO DOS MUNICÍPIOS DE BRASIL NOVO, MEDICILÂNDIA, URUARÁ E PLACAS PROJETO042/2014

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 GABINETE DO PREFEITO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PILÕES CNPJ: 08.148.488/0001-00 CEP: 59.5960-000 GABINETE DO PREFEITO LEI Nº. 277/2007. CEP: 5.50-000 Institui o Programa Casa da Família e dá outras providências. A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito do Município de Pilões, sanciono e promulgo a seguinte lei: Art.

Leia mais

A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros. Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS

A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros. Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS A Sustentabilidade e a Inovação na formação dos Engenheiros Brasileiros Prof.Dr. Marco Antônio Dias CEETEPS O PAPEL DA FORMAÇÃO ACADÊMICA Segundo diversos autores que dominam e escrevem a respeito do tema,

Leia mais

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AGUARDANDO HOMOLOGAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação/Câmara de Educação UF: DF Superior ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais para

Leia mais

O SUAS e rede privada na oferta de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais

O SUAS e rede privada na oferta de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais O SUAS e rede privada na oferta de serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais Departamento da Rede Socioassistencial Privada do SUAS. Secretaria Nacional de Assistencia Social. DADOS

Leia mais

Proposta de Curso de Especialização em Gestão e Avaliação da Educação Profissional

Proposta de Curso de Especialização em Gestão e Avaliação da Educação Profissional Proposta de Curso de Especialização em Gestão e Avaliação da Educação Profissional A Educação Profissional analisada sob a ótica de sua gestão e de sua avaliação de modo a instrumentalizar gestores educacionais

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES DO CURSO

CAPÍTULO I DAS DIRETRIZES DO CURSO RESOLUÇÃO CAS Nº 07 / 2007 De 05 de agosto de 2007 Reformula o Projeto Político Pedagógico do Curso de Licenciatura em Pedagogia, a ser implantado a partir do 2º semestre do ano letivo de 2007. CONSIDERANDO

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO - PGR DATASUS Maio 2013 Arquivo: Política de Gestão de Riscos Modelo: DOC-PGR Pág.: 1/12 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO...3 1.1. Justificativa...3 1.2. Objetivo...3 1.3. Aplicabilidade...4

Leia mais

Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional

Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Regulamento do Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional Capítulo I Objetivos Artigo 1º - O Mestrado Profissional em Administração Pública em Rede Nacional (PROFIAP) tem como objetivo

Leia mais

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência

Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência Projeto de Gestão pela Qualidade Rumo à Excelência Introdução O panorama que se descortina para os próximos anos revela um quadro de grandes desafios para as empresas. Fatores como novas exigências dos

Leia mais

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE

LISTA DE VERIFICAÇAO DO SISTEMA DE GESTAO DA QUALIDADE Questionamento a alta direção: 1. Quais os objetivos e metas da organização? 2. quais os principais Produtos e/ou serviços da organização? 3. Qual o escopo da certificação? 4. qual é a Visão e Missão?

Leia mais

Orientações Gerais. Acordo de Cooperação Técnica

Orientações Gerais. Acordo de Cooperação Técnica Orientações Gerais Acordo de Cooperação Técnica Está disponível neste Portal SIASS uma nova minuta que visa orientar os órgãos e os GT's de Implantação das Unidades do SIASS quanto à elaboração do documento

Leia mais

NORMAS REGIMENTAIS BÁSICAS PARA AS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL

NORMAS REGIMENTAIS BÁSICAS PARA AS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL CONSELHO MUNICIPAL Conselho Municipal de Educação de Praia Grande DELIBERAÇÃO Nº 02/2001 Normas regimentais básicas para as Escolas de Educação Infantil. NORMAS REGIMENTAIS BÁSICAS PARA AS ESCOLAS DE EDUCAÇÃO

Leia mais

ANEXO 8 RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. (*)

ANEXO 8 RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) ANEXO 8 RESOLUÇÃO CNE/CP 1, DE 18 DE FEVEREIRO DE 2002. (*) Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CÂMPUS CURITIBA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CÂMPUS CURITIBA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ CÂMPUS CURITIBA Pró-Reitoria de Extensão, Pesquisa e Inovação Diretoria de Extensão e Políticas de Inclusão

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ- BREVES FACULDADE DE LETRAS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ- BREVES FACULDADE DE LETRAS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CAMPUS UNIVERSITÁRIO DO MARAJÓ- BREVES FACULDADE DE LETRAS REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS/PORTUGUÊS INTRODUÇÃO

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS Introdução Independentemente do nível de experiência da proponente na elaboração de projetos, o Instituto Cooperforte empresta apoio, orientação e subsídios às Instituições

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO ABILUMI

MINUTA DE RESOLUÇÃO ABILUMI MINUTA DE RESOLUÇÃO ABILUMI O CONSELHO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE - CONAMA, no uso de suas atribuições e competências que lhe foram concedidas pela Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, regulamentadas

Leia mais

Política de desenvolvimento do acervo DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE - FACISABH

Política de desenvolvimento do acervo DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE - FACISABH Política de desenvolvimento do acervo DA BIBLIOTECA DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE - FACISABH Belo Horizonte 2014 POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 08/03-COUN

RESOLUÇÃO Nº 08/03-COUN RESOLUÇÃO Nº 08/03-COUN Estabelece o Regimento Interno do Núcleo de Educação a Distância (NEAD) da Universidade Federal do Paraná. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Paraná, no uso de

Leia mais

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ACESSIBILIDADE. - Não seja portador de Preconceito -

POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ACESSIBILIDADE. - Não seja portador de Preconceito - POLÍTICAS INSTITUCIONAIS DE ACESSIBILIDADE - Não seja portador de Preconceito - 2014 1 OBJETO As Políticas Institucionais de Acessibilidade Não seja portador de preconceito tem como objetivo promover ações

Leia mais

9. EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA

9. EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA 9. EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA 9.1 ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO INDÍGENA 9.1.1 Objetivos gerais A Constituição Federal assegura às comunidades indígenas o direito de uma educação escolar diferenciada e a utilização

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

Projeto Inovaeduc Perguntas Frequentes

Projeto Inovaeduc Perguntas Frequentes Projeto Inovaeduc Perguntas Frequentes 1) O que é o projeto Inovaeduc? O projeto Inovaeduc é um projeto pedagógico / educacional que contempla um conjunto de soluções tecnológicas educacionais que objetivam

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À INCLUSÃO DIGITAL NAS COMUNIDADES - TELECENTROS.BR REDE NACIONAL DE FORMAÇÃO PARA INCLUSÃO DIGITAL

PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À INCLUSÃO DIGITAL NAS COMUNIDADES - TELECENTROS.BR REDE NACIONAL DE FORMAÇÃO PARA INCLUSÃO DIGITAL PROGRAMA NACIONAL DE APOIO À INCLUSÃO DIGITAL NAS COMUNIDADES - TELECENTROS.BR REDE NACIONAL DE FORMAÇÃO PARA INCLUSÃO DIGITAL PROGRAMANDO O FUTURO - POLO REGIONAL CENTRO-OESTE DA REDE NACIONAL DE FORMAÇÃO

Leia mais

DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CAPÍTULO I DA DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E SEUS FINS

DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CAPÍTULO I DA DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E SEUS FINS DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CAPÍTULO I DA DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E SEUS FINS Art. 1º A Diretoria de Gestão de Tecnologia da Informação da Universidade Federal

Leia mais

REGIMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO

REGIMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO REGIMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR PARA OS CURSOS DE GRADUAÇÃO DA FACULDADE DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E URBANISMO Res. CONSUN nº 49/03, 10/12/03 Art. 1 o O presente documento objetiva fornecer as orientações

Leia mais

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1

Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial e aos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial - 1 Carta de Adesão à Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial e à sua agenda de trabalho expressa nos 10 Compromissos da Empresa com a Promoção da Igualdade Racial 1. Considerando que a promoção da igualdade

Leia mais

Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA

Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA Mestrado Profissional em Ensino de Biologia em Rede Nacional - PROFBIO PROPOSTA Considerando que o Ensino Médio é para a maioria dos cidadãos a última oportunidade de uma educação formal em Biologia, a

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de INFORMÁTICA II - FERRAMENTAS PARA ESCRITÓRIO. Parte 1 (Solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC de INFORMÁTICA II - FERRAMENTAS PARA ESCRITÓRIO. Parte 1 (Solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 18/2014/CONEPE Aprova criação do Programa de Pós-Graduação em Administração

Leia mais

Pedagogia Estácio FAMAP

Pedagogia Estácio FAMAP Pedagogia Estácio FAMAP # Objetivos Gerais: O Curso de Graduação em Pedagogia da Estácio FAMAP tem por objetivo geral a formação de profissionais preparados para responder às diferenciadas demandas educativas

Leia mais

Indicador(es) Órgão(s) 26 - Ministério da Educação

Indicador(es) Órgão(s) 26 - Ministério da Educação Programa úmero de Ações 13 1060 Brasil Alfabetizado e Educação de Jovens e Adultos Objetivo Indicador(es) Garantir acesso e permanência de jovens e adultos a programas educacionais que visam atender as

Leia mais

Casa da Árvore Projetos Sociais Projeto Telinha de Cinema - Tecnologia, Arte e Educação

Casa da Árvore Projetos Sociais Projeto Telinha de Cinema - Tecnologia, Arte e Educação Casa da Árvore Projetos Sociais Projeto Telinha de Cinema - Tecnologia, Arte e Educação EDITAL 003/2011 1º. Circuito de Residências de Arte, Tecnologia e Educação Telinha de Cinema #ResTelinha# 1. Objeto

Leia mais

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL

POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL Outubro de 2008 1 INTRODUÇÃO A Política de Desenvolvimento Social formaliza e orienta o compromisso da PUCRS com o desenvolvimento social. Coerente com os valores e princípios

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 433/2015 CAPÍTULO I DOS CONCEITOS

PROJETO DE LEI Nº 433/2015 CAPÍTULO I DOS CONCEITOS PROJETO DE LEI Nº 433/2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. CAPÍTULO I DOS CONCEITOS Art. 1º Esta Lei institui a Política Municipal de estímulo à Produção

Leia mais

AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: instrumento norteador efetivo de investimentos da IES

AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: instrumento norteador efetivo de investimentos da IES 152 AUTO-AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL: instrumento norteador efetivo de investimentos da IES Silvana Alves Macedo 1 Reginaldo de Oliveira Nunes 2 RESUMO O processo da Auto-Avaliação Institucional ainda é um

Leia mais

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum

Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum 1. O direito constitucional à educação é concretizado, primeiramente, com uma trajetória regular do estudante, isto é, acesso das crianças e jovens a

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA PARCEIROS EM AÇÃO

REGULAMENTO PROGRAMA PARCEIROS EM AÇÃO REGULAMENTO PROGRAMA PARCEIROS EM AÇÃO 1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1. As presentes disposições visam regulamentar o Programa Parceiros em Ação, instituído pela Área de Responsabilidade Social do BANCO

Leia mais

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE O Futuro da Educação a Distância na Educação Básica Francisco Aparecido Cordão [email protected] Dispositivos da LDB e DECRETOS

Leia mais

PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SMAC Conselho Municipal de Meio Ambiente - CONSEMAC

PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SMAC Conselho Municipal de Meio Ambiente - CONSEMAC PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SMAC Conselho Municipal de Meio Ambiente - CONSEMAC Indicação CONSEMAC nº 031/2013, de 19 de abril de 2013. Dispõe sobre a

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Política de Gerenciamento de Risco Operacional Política de Gerenciamento de Risco Operacional Departamento Controles Internos e Compliance Fevereiro/2011 Versão 4.0 Conteúdo 1. Introdução... 3 2. Definição de Risco Operacional... 3 3. Estrutura de

Leia mais

PATRULHA JUVENIL DE GARÇA

PATRULHA JUVENIL DE GARÇA Rua Baden Powell, 451 Telefone: (14) 3471-1630 / 3471-1816 CEP 17400-000 Garça - S P Fundada em 26 de Setembro de 1972 CNPJ 47.645.809/0001-34 Isenta de Contribuições Sociais conforme Decreto nº 3.048

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTOS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES

CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTOS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE PEDAGOGIA REGULAMENTOS DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES 1 ANEXO II REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Artigo 1º - As Atividades Complementares

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS EDUCACIONAIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS EDUCACIONAIS UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DO PARÁ PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO DIRETORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE PROJETOS EDUCACIONAIS EDITAL Nº 001/14 PROEN/DE, de 17 de fevereiro de 2014. PROGRAMA

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 11.730, DE 9 DE JANEIRO DE 2002. (publicada no DOE nº 007, de 10 de janeiro de 2002) Dispõe sobre a Educação

Leia mais

11. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

11. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 11. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL A educação profissional no Brasil já assumiu diferentes funções no decorrer de toda a história educacional brasileira. Até a promulgação da atual LDBEN, a educação profissional

Leia mais

3.1 Ampliar o número de escolas de Ensino Médio de forma a atender a demanda dos bairros.

3.1 Ampliar o número de escolas de Ensino Médio de forma a atender a demanda dos bairros. Meta 1 - Universalizar, até 2016, o atendimento escolar da população de quatro e cinco anos, e ampliar, até 2025, a oferta de Educação Infantil de forma a atender a 50% da população de até 3 anos. Estratégias:

Leia mais

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei:

O Prefeito do Município de João Pessoa, Estado da Paraíba, faço saber que o Poder Legislativo decreta e eu sanciono a seguinte lei: www.leismunicipais.com.br LEI Nº 12.211, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO DA ECONOMIA POPULAR EMPREENDEDORA E SOLIDÁRIA DO MUNICÍPIO DE JOÃO PESSOA

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) DISCUSSÃO PARA REESTRUTURAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) DISCUSSÃO PARA REESTRUTURAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL (PPI) DISCUSSÃO PARA REESTRUTURAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL APRESENTAÇÃO O presente texto tem por finalidade apresentar os resultados obtidos

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 27 DE SETEMBRO DE

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 27 DE SETEMBRO DE Ministério da Educação CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 2, DE 27 DE SETEMBRO DE 2013 Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais do curso de graduação em Relações

Leia mais

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015]

Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Correntes de Participação e Critérios da Aliança Global Wycliffe [Versão de 9 de maio de 2015] Introdução As Organizações da Aliança Global Wycliffe desejam expressar a unidade e a diversidade do Corpo

Leia mais

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA REGULAMENTO PARA PARTICIPAÇÃO NO CURSO DE FORMAÇÃO TÉCNICA EM TESTES DE SOFTWARE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA 1. APRESENTAÇÃO Este regulamento apresenta as regras e os critérios estabelecidos pelo Núcleo

Leia mais