Ana Maria Be encourt 1
|
|
|
- Mirella Fragoso de Sequeira
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 ABERTURA
2
3 Ana Maria Be encourt 1 Senhor Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Senhor Embaixador Presidente da Comissão Nacional da UNESCO, Senhora Secretária Regional da Educação e Formação dos Açores, Senhor Secretário Regional da Educação da Madeira, senhoras e senhores representantes de instituições e associações convidadas, senhoras e senhores professores e investigadores, senhoras e senhores conselheiros, senhoras e senhores jornalistas, gostaria de os saudar e agradecer a vossa presença. Uma primeira palavra sobre o Conselho Nacional de Educação (CNE). O CNE é uma instituição independente cujo presidente é eleito pela Assembleia da República e que reúne no seu seio elementos provenientes de diferentes quadrantes: políticos, associativos, empresariais e culturais ligados à educação. Fazem parte do CNE professores, pais, estudantes, cientistas, autarcas, técnicos. O CNE produz pareceres e recomendações por solicitação do Governo ou da Assembleia da República e tem igualmente o direito de iniciativa própria. Uma nota sobre a origem deste seminário. O Ministério dos Negócios Estrangeiros solicitou, em 2009, um parecer ao CNE sobre a proposta de Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento, Do parecer emitido, destaca-se, como um dos aspetos positivos, o facto de vir ao encontro das responsabilidades internacionais de Portugal, constituindo um contributo para a concretização de compromissos assumidos e de recomendações, designadamente no quadro da Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável e sobre a importância da educação para a cidadania global. Para a consecução deste objetivo está a ser desenvolvido um plano operacional que o CNE tem vindo a acompanhar e no âmbito do qual propôs este seminário. Apreciámos muito esta colaboração com o Ministério dos 1 Presidente do Conselho Nacional de Educação 11
4 SEMINÁRIO Negócios Estrangeiros e com o Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, e agradeço ao senhor secretário de estado, João Gomes Cravinho, ter aceitado o desafio para esta cooperação e a sua presença aqui hoje. Entendo que o CNE deve abrir caminhos para novos desafios e áreas de trabalho, como a da Educação para o Desenvolvimento Sustentável (EDS). Caminhos que exigem contacto com os terrenos educativos, a sua análise e estudo, com vista à produção de conhecimento. Considero, pois, que devemos estar em contacto com as realidades e abrir caminhos adequados às mesmas. É por isso que agradecemos a participação das escolas e de outras instituições que apresentaram os interessantes trabalhos expostos na mostra de projetos. Este é um dos factos que nos permite ter esperança no futuro e num futuro diferente. Num futuro com mais conhecimento e mais envolvimento dos cidadãos na defesa do desenvolvimento sustentável. Estou certa de que muitos mais projetos existem e que é essencial que a sociedade os conheça e aprenda a olhar para eles. A escola está muito fechada, amiúde não sabemos o que se passa dentro dos seus muros. É importante que se abram e que a sociedade aprenda a olhar e a valorizar mais os seus projetos, exemplos reais que nos ajudam, por um lado, a compreender as dificuldades encontradas quando se pretende promover a EDS e, por outro, a abrir caminhos para a sua implementação. O tema que nos reúne aqui hoje constitui, porventura, um dos maiores desafios para o futuro do planeta e da humanidade. É um tema que interpela diretamente a educação que queremos dar aos jovens e o papel da escola, bem como a responsabilidade que nesse tema assumem os meios de educação não-formais. Os média, muito em especial, desempenham um papel de relevo. As autarquias têm igualmente um papel cada vez mais significativo. Vivemos num mundo de urgências que vão da fome e da pobreza no mundo aos conflitos armados e às catástrofes provocadas por inúmeros 12
5 Educação para o Desenvolvimento Sustentável fatores, muitos dos quais relacionados com o modo como interagimos uns com os outros e com o nosso planeta. Na situação em que nos encontramos, a formação das pessoas é talvez o principal determinante do desenvolvimento económico, social e da proteção do ambiente. Para que possamos compreender e intervir na evolução do mundo necessitamos de formação, ideias novas, conhecimento e investigação. A educação entendida num sentido lato é, portanto, a área que mais pode influenciar o nosso futuro comum, porque dela dependem o conhecimento e o diálogo entre povos e culturas, bem como a formação de cidadãos ativos na defesa do planeta e da humanidade. Não devemos cruzar os braços. É necessário acreditar na mudança e preparar as pessoas para a proteção do ambiente e, também, para a prevenção face aos riscos. E esta prevenção é uma dimensão importante do desenvolvimento sustentável, como veremos neste seminário. Com frequência centramo-nos na proteção do ambiente, esquecendonos de proteger a humanidade dos riscos que frequentemente o planeta nos traz. Tornou-se lendária a história da menina inglesa de férias na Tailândia que soube reconhecer, a partir do que tinha aprendido na escola, os sinais do maremoto. Importa saber que respostas poderemos nós dar em termos de uma educação formal e não-formal em matéria de risco, que exige novas competê fundadoras de uma cidadania mais ativa, participada e informada. Minhas senhoras e meus senhores Permitam-me agora algumas reflexões que me foram suscitadas a partir de atividades de pesquisa e de formação que temos desenvolvido em parceria com algumas escolas, com as quais muito temos aprendido. Decidimos que o símbolo deste seminário seria a marsilia azorica. Trata-se de uma espécie endémica que existe num pequeníssimo charco da Ilha Terceira, nos Açores. A ideia de um ser vivo que, segundo dados fornecidos 13
6 SEMINÁRIO pelos cientistas açorianos, existe 2 unicamente naquele local despertou num grupo de professores e alunos da Escola Tomás de Borba, na Ilha Terceira, um sentimento de orgulho por terem uma espécie única e a necessidade da sua proteção face a uma tão grande vulnerabilidade. Permitam que destaque ainda alguns aspetos do projeto Cidadania e Sustentabilidades para o séc. XXI. Caminhos para uma comunidade sustentável nos Açores, em que esta atividade se integra. É um projeto que visa, em parceria com a Universidade dos Açores, a Fundação Luso- -Americana para o Desenvolvimento, as escolas, as entidades regionais e as associações locais, promover a EDS. Partiu-se de alguns pressupostos, designadamente da necessidade de valorizar a biodiversidade e a geodiversidade dos Açores e da pertinência da integração destas temáticas no currículo regional. Saliente-se a importância de conhecer melhor o património regional e de descobrir trilhos e caminhos tradicionais, envolvendo os alunos e as suas famílias. A descoberta e o contacto com estes percursos na natureza parecem importantes para a valorização da experiência das comunidades e para a criação de estilos de vida saudáveis. A criação de estilos de vida saudáveis, a atração da juventude para a natureza, a promoção de atividades com as quais a escola pode contribuir para o desenvolvimento local, são componentes essenciais do projeto. Da pesquisa e debates realizados surgiu, por exemplo, a necessidade de alguns alunos intervirem na Assembleia Municipal, o que determinou que tivessem de conhecer a missão e o funcionamento daquele órgão. O conhecimento das estruturas políticas e o desenvolvimento de competências de intervenção constituem uma dimensão importante da formação cívica e da educação para a cidadania. A formação de professores e alunos em fotografia tem-se revelado pertinente, contribuindo para o despertar de novos olhares e para a 2 Algum tempo após a realização deste seminário a ideia de ser único foi contrariada por outros estudos científicos. 14
7 Educação para o Desenvolvimento Sustentável divulgação das ilhas, por exemplo, nas saídas de campo em percursos pouco conhecidos. As fotografias são objeto de exposições itinerantes. Considero que podemos afirmar sem grande margem de erro que, no trabalho de projeto em desenvolvimento, os alunos aprendem conteúdos científicos significativos e desenvolvem atitudes e competências fundamentais. No projeto em desenvolvimento, nos Açores, estão envolvidas todas as disciplinas. Uma parte significativa dos projetos, desenvolvidos de Norte a Sul do país, que se encontram ilustrados através de posters em exposição no CNE, aponta para estilos de vida mais saudáveis através de atividades na natureza, contribui para que se desenvolva o sentimento de pertença e para que se estabeleça uma relação sólida entre a pessoa e o seu meio; o que constituirá, também, uma motivação para a defesa desse meio. São projetos que contribuem para a aprendizagem da intervenção. Muitos deles permitem que a escola contribua para o desenvolvimento local, designadamente através da valorização das culturas locais, da descoberta e reabilitação de percursos de natureza. O trabalho em projeto, utilizado na maioria das situações, é uma metodologia que favorece o desenvolvimento de competências, de pesquisa, organização da informação e intervenção. E nestes projetos as parcerias são decisivas. Mas existem ainda muitos obstáculos à mudança nesta área. Quis dar uma nota de otimismo, mas temos de ser realistas e, de facto, o contacto com o terreno mostra-nos que existem muitos obstáculos. A prevalência na nossa escola de programas rígidos, espartilhados e extensos e de uma organização igualmente pouco flexível, ou vista como tal, conduz com frequência a atitudes de desvalorização daquilo que nos rodeia. Aos olhos dos alunos, a cultura que não encontra espaço na escola não é, muitas vezes, legitimada como saber. Se não se ensina na escola considera-se, com frequência, que não se trata de um verdadeiro saber, sendo pouco valorizada. É preciso que uma escola fechada ao mundo seja substituída por uma outra escola capaz de desenvolver nos alunos o sentimento de responsabilidade e de cidadania local e global. Grandes pedagogos do 15
8 SEMINÁRIO século XX pensaram nesta missão da escola, podendo referir como exemplo Freinet ou pedagogos da Primeira República, como Álvaro Viana de Lemos, Adolfo Lima ou ainda Rui Grácio. Também é importante ver que grande parte dos países europeus, com uma educação de qualidade, encontrou para as suas escolas processos organizativos e pedagógicos que lhes permitem apreender a realidade local e o mundo atual. Queria ainda assinalar a importância dos media, novos e clássicos, como fonte poderosa de aquisição de conhecimentos e capacidades exigidas para a compreensão do tempo em que vivemos. Também neste contexto necessitamos de uma escola flexível, capaz de incorporar os media como recurso, organizar projetos e suscitar aprendizagens sólidas a partir do que vemos e ouvimos. Fala-se, por vezes, da necessidade de criação de espaços e tempos na escola para gestão das emoções causadas pelo impacto das catástrofes. Vejamos, por exemplo, o impacto que teve nas crianças o 11 de Setembro, o terramoto do Haiti ou as enxurradas da Madeira. Os media têm um impacto enorme e é importante que a escola esteja disponível para tratar estas questões, porque através destas abordagens aprende-se muito. A escola sai pouco da escola para ter contacto com o mundo exterior, para promover o conhecimento e o gosto da natureza, para ensinar e preservar o ambiente e o património cultural, para formar cidadãos ativos e intervenientes e para desenvolver competências de observação essenciais na promoção da cultura científica. E para terminar, algumas questões. Como entender que seja tão difícil organizar projetos que permitem estar à escuta do mundo em que vivemos, sobretudo quando estes pressupõem saídas da escola? Como poderemos nós ultrapassar estes obstáculos, como poderemos educar para o risco? Qual o papel dos media? Como valorizar o papel das ONG? Que práticas educativas? E como valorizar aquilo que já se faz e conseguir que seja mais valorizado e mais visto? O CNE tem desenvolvido alguns projetos que permitem refletir sobre estas questões, e cito apenas o caso de um conjunto de seminários a que se deu o título Cá fora também se aprende, que foram 16
9 Educação para o Desenvolvimento Sustentável conduzidos pela conselheira Maria Emília Brederode Santos e que nos possibilitaram refletir sobre a ligação da escola ao meio, o desenvolvimento cultural e a educação para a literacia mediática. Acredito que é essencial que a escola promova a EDS, para que as crianças e os jovens adquiram novos hábitos e seduzam os pais para novas práticas. E todos nós sabemos o poder de sedução que as crianças têm nos pais. Acredito que estes alunos serão, no futuro, cidadãos críticos e ativos no combate a atropelos ambientais e sociais e na construção de um mundo mais sustentável e solidário. Muito obrigada pela vossa atenção. 17
10
11 Educação para o Desenvolvimento Sustentável João Gomes Cravinho 1 Muito obrigado, senhora presidente do Conselho Nacional de Educação e senhor presidente de mesa do Conselho Nacional de Educação, Professor Adriano Moreira e senhor Embaixador Andresen Guimarães, presidente da Comissão Nacional da UNESCO, senhora Secretária Regional da Educação e Formação dos Açores e senhor Secretário Regional da Educação da Madeira, senhoras e senhores conselheiros e caros participantes neste seminário. Em primeiro lugar uma palavra de agradecimento por me ter convidado a estar cá hoje e dizer que foi com grande satisfação que aceitei o convite. Aliás não podia deixar de estar cá, atendendo ao tema deste seminário. Em particular, eu queria saudar a senhora presidente do Conselho Nacional de Educação, a Professora Ana Maria Bettencourt, pelo empenho colocado nestas temáticas e, como aliás acabámos de ouvir na sua intervenção, pelo empenho na atenção especial que tem dedicado à evolução, ou à evolução necessária da relação entre a escola e a sociedade. Ora nós no Ministério dos Negócios Estrangeiros também temos procurado dedicar atenção a esta temática, à questão da educação para o desenvolvimento e o desenvolvimento sustentável, trabalhando em particular com a Comissão Nacional da UNESCO e com o Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento (IPAD). No âmbito do trabalho da Comissão Nacional da UNESCO temos a Década das Nações Unidas da Educação para o Desenvolvimento Sustentável, E neste enquadramento houve todo um trabalho feito aqui em Portugal com um plano de trabalho que talvez não seja muito conhecido, talvez não seja muito mediático, mas que tem um conjunto de realizações e de programações que penso serem bastante notáveis. 1 Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação 19
12 SEMINÁRIO Já tivemos o Ano Internacional do Planeta Terra, , o Ano Internacional da Biodiversidade em E temos, este ano, 2011 dedicado à EDS na Sociedade do Conhecimento, tema proposto pela UNESCO no âmbito da Década da EDS ( ). Os anos seguintes são dedicados, no seio da mesma década, aos temas: Participação Cívica e Boa Governação, 2012; Redução da Pobreza, 2013; Justiça e Ética Intergeracional, Portanto, um conjunto de temas da maior relevância internacional e que penso que deixará as suas marcas na consciência de todos aqueles que participam na vida das escolas, incluindo em primeiro lugar, obviamente, as crianças. Ora olhando mais concretamente para a área da educação para o desenvolvimento, esta foi uma temática assumida como prioritária pelo Governo, ou melhor, pelos governos a partir de É uma trave-mestra ou uma trave importante do documento orientador da cooperação portuguesa, a Visão Estratégica da Cooperação Portuguesa. E o IPAD tem desenvolvido um conjunto de iniciativas neste âmbito, incluindo uma que tem deixado frutos muito importantes, que é uma linha de cofinanciamento para projetos de educação para o desenvolvimento na ordem dos por ano. Já vai, creio eu, no quarto ou quinto ano, e portanto, ao longo destes anos, temos tido uma série de projetos neste domínio. E aquilo que vos posso dizer, aquilo que me dizem os técnicos do IPAD que analisam os projetos é salientar a muito elevada qualidade dos projetos que são apresentados, ou seja, temos na nossa sociedade instituições, organizações não-governamentais ou outras muito bem preparadas, com ideias criativas e com capacidade de execução nesta área da educação para o desenvolvimento. É também de salientar, julgo eu, o trabalho de equipa que foi feito entre uma diversidade grande de instituições para o desenvolvimento da Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (ENED). Mais do que qualquer outro documento de que eu tenha conhecimento ou em que tenha tido alguma participação direta enquanto membro do Governo, há seis anos, a ENED foi verdadeiramente um trabalho muito enriquecido pela interação que houve entre um conjunto muito alargado de instituições. 20
13 Educação para o Desenvolvimento Sustentável Portanto diria que foi um trabalho exemplar em termos do empenho de muitas instituições de natureza muito diferente. Deu muito trabalho mas foi muito gratificante, creio eu, para todos aqueles que participaram nesse processo e que resultou num documento muito sólido, muito substantivo. Ora esta estratégia foi apresentada faz agora um ano, no evento Dias do Desenvolvimento, quando fizemos uma cerimónia de assinatura pública da assinatura do plano de ação da ENED. Eu queria só citar uma frase logo do início da estratégia em que se explica que a estratégia, e cito, visa ser assumida como um instrumento essencial para permitir o acesso universal e de qualidade à educação para o desenvolvimento e assim contribuir para a consolidação do compromisso de todas as pessoas com a resposta necessária às desigualdades e injustiças que se apresentam ao nível local e global, fim de citação. Ora o que é que isto significa? Significa essencialmente que é um instrumento para superarmos uma dificuldade que todos nós temos em termos de governação que é o facto dos instrumentos da nossa cidadania serem instrumentos virados para o espaço nacional. Nós votamos em eleições para o espaço nacional, agora também para o Parlamento Europeu, desde há alguns anos. Mas as problemáticas com que nos confrontamos são cada vez mais amplas, isto é, escapam cada vez mais a esse enquadramento meramente nacional. E a ideia de cidadania global, a própria expressão é um pouco contraditória porque o nosso exercício de cidadania não é global, pelo menos no que toca, digamos, à parte formal é uma ideia que precisa de ser explorada, e por estes caminhos começamos a explorá-la. Sabemos de forma cada vez mais segura que esta tomada de consciência, de conhecimento quanto à necessidade de nos preocuparmos, de nos envolvermos, de participarmos em soluções para os problemas que escapam ao espaço nacional, que isto é fundamental para o futuro. Eu tenho duas crianças em casa e acredito que as crianças percebem isto com alguma facilidade e que a esmagadora maioria dos professores também percebe isto com muita facilidade. Eu creio que as instituições, os 21
14 SEMINÁRIO instrumentos que temos à nossa disposição é que estão atrasados em relação às necessidades da nossa sociedade. E portanto a ENED e toda a temática deste seminário, educação para o desenvolvimento sustentável, são passos importantes, no meu entender, para construirmos as respostas necessárias aos tempos que vivemos. Eu terminaria desejando-vos boa sorte no trabalho. E aqui estamos ajudados pela marsilia azorica que é o sinal por todos identificado com a ideia de boa sorte ou com a ideia de bem-aventurança. E acho que é um excelente símbolo para presidir aqui aos trabalhos deste seminário que eu reputo da maior importância. Portanto boa sorte aqui com a nossa marsilia azorica, fotografada pela Professora Ana Maria Bettencourt. Muito obrigado. 22
MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS
MINISTÉRIO DOS NEGÓCIOS ESTRANGEIROS Sessão Pública: Coerência das Políticas: O Desafio do Desenvolvimento Auditório Novo da Assembleia da República 19 de Janeiro de 2011 Apresentação Pública do Exame
OS DESAFIOS DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI
OS DESAFIOS DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI Maria de Lurdes Rodrigues Em matéria de educação, em quase todo o mundo, foram definidas regras que consagram o objetivo de proporcionar a todas as crianças
DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA, O PRIMEIRO MINISTRO
DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA, O PRIMEIRO MINISTRO Senhora D. Maria José Ritta, Presidente da Comissão Nacional para o Ano Internacional dos Voluntários, Ms. Sharon Capeling, Senhoras e Senhores congressistas
Díli, Timor-Leste. 14 a 17 de abril de 2015 SEMINÁRIO. «Plano Estratégico de Cooperação Multilateral no Domínio da Educação da CPLP (2015-2020)»
I Reunião Extraordinária de Ministros da Educação da CPLP Díli, Timor-Leste 14 a 17 de abril de 2015 SEMINÁRIO «Plano Estratégico de Cooperação Multilateral no Domínio da Educação da CPLP (2015-2020)»
Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum
Necessidade e construção de uma Base Nacional Comum 1. O direito constitucional à educação é concretizado, primeiramente, com uma trajetória regular do estudante, isto é, acesso das crianças e jovens a
INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino. Cerimónia de Abertura do WTPF-09
INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino Cerimónia de Abertura do WTPF-09 Centro de Congressos de Lisboa, 22 de Abril de 2009 (vale a versão
CÁTEDRA DE PORTUGUÊS LÍNGUA SEGUNDA E ESTRANGEIRA. FACULDADE DE LETRAS E CIÊNCIAS SOCIAIS (UEM) e INSTITUTO CAMÕES
CÁTEDRA DE PORTUGUÊS LÍNGUA SEGUNDA E ESTRANGEIRA FACULDADE DE LETRAS E CIÊNCIAS SOCIAIS (UEM) e INSTITUTO CAMÕES COLÓQUIO PORTUGUÊS EM CONTEXTO AFRICANO MULTILINGUE: EM BUSCA DE CONSENSOS SESSÃO DE ABERTURA
2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - 2.º CIHEL
2.º Congresso Internacional da Habitação no Espaço Lusófono - 2.º CIHEL Tópicos de Intervenção* *(Só faz fé o discurso efectivamente proferido) Embaixador Isaac Murade Murargy Secretário Executivo da Comunidade
Projecto de Lei n.º 54/X
Projecto de Lei n.º 54/X Regula a organização de atribuição de graus académicos no Ensino Superior, em conformidade com o Processo de Bolonha, incluindo o Sistema Europeu de Créditos. Exposição de motivos
PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL
PROPOSTA DE REVISÃO CURRICULAR APRESENTADA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA POSIÇÃO DA AMNISTIA INTERNACIONAL PORTUGAL A Amnistia Internacional Portugal defende a manutenção Formação Cívica nos 2.º
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 100 Discurso na cerimónia do dia
ÍNDICE PATRONATO DE SANTO ANTÓNIO INTRODUÇÃO... 2 I - OPÇÕES E PRIORIDADES... 3
ÍNDICE INTRODUÇÃO... 2 I - OPÇÕES E PRIORIDADES... 3 1.1. PRIORIDADES A NÍVEL DA ACTUAÇÃO EDUCATIVA... 4 1.2. PRIORIDADES A NÍVEL DO AMBIENTE EDUCATIVO... 4 II APRENDIZAGENS ESPECÍFICAS... 5 2.1. SENSIBILIZAÇÃO
SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA DEFESA NACIONAL. Tomada de posse dos órgãos sociais do Centro de Estudos EuroDefense-Portugal
INTERVENÇÃO DA SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA DEFESA NACIONAL BERTA DE MELO CABRAL Tomada de posse dos órgãos sociais do Centro de Estudos EuroDefense-Portugal Lisboa, Instituto de Defesa Nacional,
Ética no exercício da Profissão
Titulo: Ética no exercício da Profissão Caros Colegas, minhas Senhoras e meus Senhores, Dr. António Marques Dias ROC nº 562 A nossa Ordem tem como lema: Integridade. Independência. Competência. Embora
Plano de Atividades 2014
ADRA PORTUGAL Plano de Atividades 2014 Rua Ilha Terceira, 3 3º 100-171 LISBOA Telefone: 213580535 Fax: 213580536 E-Mail: [email protected] Internet: www.adra.org.pt Introdução A ADRA (Associação Adventista
Resolução de Vilnius: melhores escolas, escolas mais saudáveis - 17 de Junho de 2009
Resolução de Vilnius: melhores escolas, escolas mais saudáveis - 17 de Junho de 2009 Introdução Educação e Saúde partilham os mesmos objectivos. Objectivos comuns permitem que as escolas se transformem
Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal
Há cabo-verdianos a participar na vida política portuguesa - Nuno Sarmento Morais, ex-ministro da Presidência de Portugal À margem do Fórum promovido pela Associação Mais Portugal Cabo Verde, que o trouxe
A iniciação à fé cristã das crianças de hoje - da teologia à pedagogia
ONDE MORAS? Ilustração de Capa, Madalena Matoso, 2009 ONDE MORAS? UMA PROPOSTA Tópicos para a intervenção inicial Maria da Conceição Moita A iniciação à fé cristã das crianças de hoje - da teologia à pedagogia
D SCUR CU S R O O DE D SUA U A EXCE
DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, DR. RUI MARIA DE ARAÚJO, POR OCASIÃO DA ATRIBUIÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL DA CPLP A
DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTROMINISTRO DR. RUI MARIA DE ARAÚJO POR OCASIÃO DO 15º ANIVERSÁRIO DA POLÍCIA NACIONAL DE TIMOR-LESTE
DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTROMINISTRO DR. RUI MARIA DE ARAÚJO POR OCASIÃO DO 15º ANIVERSÁRIO DA POLÍCIA NACIONAL DE TIMOR-LESTE Centro de Formação da Polícia em Comoro, Díli 27 de Março
Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO
Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para
Programa de Português Nível A2 Ensino Português no Estrangeiro. Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, IP
Português A2 Programa de Português Nível A2 Ensino Português no Estrangeiro Camões, Instituto da Cooperação e da Língua, IP Direção de Serviços de Língua e Cultura Composição Gráfica: Centro Virtual Camões
CONFERÊNCIA DOS MINISTROS DO TRABALHO E SEGURANÇA SOCIAL E DOS ASSUNTOS SOCIAIS DA CPLP
CONFERÊNCIA DOS MINISTROS DO TRABALHO E SEGURANÇA SOCIAL E DOS ASSUNTOS SOCIAIS DA CPLP INTERVENÇÃO DO SENHOR EMBAIXADOR DOMINGOS DIAS PEREIRA MASCARENHAS, CHEFE DA DELEGAÇÃO, SOBRE O TEMA CENTRAL OS DESAFIOS
ESPAÇO(S) E COMPROMISSOS DA PROFISSÃO
ESPAÇO(S) E COMPROMISSOS DA PROFISSÃO 18 de Novembro de 2010 Teatro Municipal de Almada Senhora Presidente da Associação dos Profissionais de Serviços Social, Dr.ª Fernanda Rodrigues Senhoras e Senhores
Escola E.B. 2/3 Ciclos do Paul. Trabalho elaborado por: Frederico Matias 8ºA nº8 João Craveiro 8ºA nº5
Escola E.B. 2/3 Ciclos do Paul Trabalho elaborado por: Frederico Matias 8ºA nº8 João Craveiro 8ºA nº5 Introdução Este trabalho foi-nos proposto na aula de Área de Projecto pela Professora. Pretendemos
Seminário Energia e Cidadania 23 de Abril de 2009 Auditório CIUL
Seminário Energia e Cidadania 23 de Abril de 2009 Auditório CIUL Começo por agradecer a todos terem vindo a este seminário. Em especial à Senhora Secretária de Estado que muito nos honra com a sua presença
PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII
PROPOSTA DE LEI N.º 233/XII PLANO NACIONAL DE AÇÃO PARA OS DIREITOS DA CRIANÇA As crianças são encaradas como sujeitos de direitos, a partir do momento em que o seu bem-estar é concebido como uma consequência
JORNAL OFICIAL. Sumário REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA. Quarta-feira, 2 de julho de 2014. Série. Número 99
REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA JORNAL OFICIAL Quarta-feira, 2 de julho de 2014 Série Sumário ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DAMADEIRA Resolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira
Senhor Dr. João Amaral Tomaz, em representação do Senhor Governador do Banco de Portugal,
DISCURSO DE JOSÉ AZEVEDO RODRIGUES Senhora Ministra de Estado e das Finanças, Senhor Dr. João Amaral Tomaz, em representação do Senhor Governador do Banco de Portugal, Senhor Professor Dr. José Almaça,
PROJECTO DE RELATÓRIO
ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP-UE Comissão do Desenvolvimento Económico, das Finanças e do Comércio ACP-EU/101.516/B/13 18.08.2013 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a cooperação Sul-Sul e a cooperação
AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO.
AS CONTRIBUIÇÕES DAS VÍDEO AULAS NA FORMAÇÃO DO EDUCANDO. Autor: José Marcos da Silva Instituição: UFF/CMIDS E-mail: [email protected] RESUMO A presente pesquisa tem como proposta investigar a visão
Avaliação-Pibid-Metas
Bolsista ID: Claines kremer Avaliação-Pibid-Metas A Inserção Este ano o reingresso na escola foi diferente, pois já estávamos inseridas na mesma há praticamente um ano. Fomos bem recepcionadas por toda
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca Entrevista ao Jornalista Paulo Henrique
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 24 Discurso na solenidade de entrega
EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL
EMPREENDEDORISMO: O CONTEXTO NACIONAL Entrevista com Eng.º Victor Sá Carneiro N uma época de grandes transformações na economia dos países, em que a temática do Empreendedorismo assume uma grande relevância
Biodanza. Para Crianças e Jovens. Manuela Mestre Robert
Biodanza Para Crianças e Jovens Manuela Mestre Robert FICHA TÉCNICA: TÍTULO Biodanza para Crianças e Jovens AUTORIA Manuela Mestre Robert Manuela Mestre Robert, 2008 CAPA Crianças do 1º ciclo do Ensino
MENSAGEM DE NATAL PM
MENSAGEM DE NATAL PM Boa noite, Como todos sabemos, os últimos 3 anos foram fortemente marcados pela resposta ao colapso financeiro de 2011. Todos sentimos no nosso dia-a-dia as dificuldades e como nos
IX Colóquio Os Direitos Humanos na Ordem do Dia: Jovens e Desenvolvimento - Desafio Global. Grupo Parlamentar Português sobre População e
IX Colóquio Os Direitos Humanos na Ordem do Dia: Jovens e Desenvolvimento - Desafio Global Grupo Parlamentar Português sobre População e Cumprimentos: Desenvolvimento Assembleia da República 18 de Novembro
Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de assinatura de atos e declaração à imprensa
, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de assinatura de atos e declaração à imprensa Porto Príncipe-Haiti, 28 de maio de 2008 Meu caro amigo, presidente René Préval, presidente da República do
GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA. José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO
GESTÃO CURRICULAR LOCAL: FUNDAMENTO PARA A PROMOÇÃO DA LITERACIA CIENTÍFICA José Luís L. d`orey 1 José Carlos Bravo Nico 2 RESUMO Resumo A Reorganização Curricular formalmente estabelecida pelo Decreto-lei
Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância
Creche e Jardim de Infância O Jardim dos Palhacinhos Projeto Educativo de Creche e Jardim de Infância 1 Albufeira, Março 2014 Gerência: Índice Índice... 2 Introdução... 3 1. Caracterização da instituição...
SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL REGENERAÇÃO URBANA E RESPONSABILIDADE SOCIAL NA INTERNACIONALIZAÇÃO
SEMANA DA RESPONSABILIDADE SOCIAL REGENERAÇÃO URBANA E RESPONSABILIDADE SOCIAL NA INTERNACIONALIZAÇÃO Começo por saudar os presentes e agradecer a disponibilidade demonstrada pelos distintos oradores que
Indicamos inicialmente os números de cada item do questionário e, em seguida, apresentamos os dados com os comentários dos alunos.
Os dados e resultados abaixo se referem ao preenchimento do questionário Das Práticas de Ensino na percepção de estudantes de Licenciaturas da UFSJ por dez estudantes do curso de Licenciatura Plena em
EDIÇÃO : Reparação e substituição. de vidros para automóveis NESTA
Maio Junho 2016 7,5 82 Reparação e substituição de vidros para automóveis NESTA EDIÇÃO : Software para Veículos Inteligentes Sistemas de recuperação de energia Comércio no aftermarket Eletrónica flexível
20 ANOS DE UNESCO NO COLÉGIO BENJAMIN CONSTANT
20 ANOS DE UNESCO NO COLÉGIO BENJAMIN CONSTANT Fachada restaurada e preservada do Colégio Benjamin Constant (igual de 1924) Neste ano de 2012, o Colégio Benjamin Constant comemora 20 anos de associação
Entrevista ao Professor
Entrevista ao Professor Prof. Luís Carvalho - Matemática Colégio Valsassina - Lisboa Professor Luís Carvalho, agradecemos o tempo que nos concedeu para esta entrevista e a abertura que demonstrou ao aceitar
Sessão 2: Gestão da Asma Sintomática. Melhorar o controlo da asma na comunidade.]
Sessão 2: Gestão da Asma Sintomática Melhorar o controlo da asma na comunidade.] PROFESSOR VAN DER MOLEN: Que importância tem para os seus doentes que a sua asma esteja controlada? DR RUSSELL: É muito
Área de Intervenção IV: Qualidade de vida do idoso
Área de Intervenção IV: Qualidade de vida do idoso 64 ÁREA DE INTERVENÇÃO IV: QUALIDADE DE VIDA DO IDOSO 1 Síntese do Problemas Prioritários Antes de serem apresentadas as estratégias e objectivos para
DECLARAÇÃO POLÍTICA DESAFIOS DO FUTURO NO MAR DOS AÇORES BERTO MESSIAS LIDER PARLAMENTAR DO PS AÇORES
DECLARAÇÃO POLÍTICA DESAFIOS DO FUTURO NO MAR DOS AÇORES BERTO MESSIAS LIDER PARLAMENTAR DO PS AÇORES Sra. Presidente Sras. e Srs. Deputados Sr. Presidente do Governo Sra. e Srs. Membros do Governo Já
Objetivo principal: aprender como definir e chamar funções.
12 NOME DA AULA: Escrevendo músicas Duração da aula: 45 60 minutos de músicas durante vários dias) Preparação: 5 minutos (se possível com introduções Objetivo principal: aprender como definir e chamar
Profª. Maria Ivone Grilo [email protected]
Educação Inclusiva Direito à Diversidade O Ensino comum na perspectiva inclusiva: currículo, ensino, aprendizage m, conheciment o Educação Inclusiva Direito à Diversidade Profª. Maria Ivone Grilo [email protected]
Gênero no processo. construindo cidadania
Gênero no processo de educação: construindo cidadania Kátia Souto Jornalista e Executiva Nacional da União Brasileira de Mulheres A educação tem caráter permanente. Não há seres educados e não educados.
Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010
INTERVENÇÃO DO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS Dr. Isaltino Afonso Morais Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010 LOCAL: Figueirinha, Oeiras REALIZADO
As TIC em entrevista ao Doutor João Paiva, 2004/11/22
As TIC em entrevista ao Doutor João Paiva, 2004/11/22 (revista educação_texto editores) Nascido em Coimbra em 1966, João Carlos de Matos Paiva é Doutorado em Química (2000) pela Universidade de Aveiro.
Nº 13 AEC - Papel e Acção na Escola. e-revista ISSN 1645-9180
1 A Escola a Tempo Inteiro em Matosinhos: dos desafios estruturais à aposta na formação dos professores das AEC Actividades de Enriquecimento Curricular Correia Pinto (*) [email protected]
Seminário Ibero-americano e Lusófono de Jovens Líderes Inovação, Emprego e Empreendedorismo
Seminário Ibero-americano e Lusófono de Jovens Líderes Inovação, Emprego e Empreendedorismo 13 de Maio de 2013 Lisboa, Auditório da Direção Regional do IPDJ Intervenção Secretário Executivo da CPLP, Isaac
Proposta de reformulação da Pós-Graduação em Teatro e Comunidade ESMAE-IPP (aumento para 60 créditos)
Proposta de reformulação da Pós-Graduação em Teatro e Comunidade ESMAE-IPP (aumento para 60 créditos) Claire Binyon, Hugo Cruz e Sónia Passos 1. Evolução da Pós-Graduação em Teatro e Comunidade na ESMAE
20 perguntas para descobrir como APRENDER MELHOR
20 perguntas para descobrir como APRENDER MELHOR Resultados Processo de aprendizagem SENTIDOS (principal) Gosto de informações que eu posso verificar. Não há nada melhor para mim do que aprender junto
05/12/2006. Discurso do Presidente da República
, Luiz Inácio Lula da Silva, no encerramento da 20ª Reunião Ordinária do Pleno Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social Palácio do Planalto, 05 de dezembro de 2006 Eu acho que não cabe discurso aqui,
O Papel da Educação Patrimonial Carlos Henrique Rangel
O Papel da Educação Patrimonial Carlos Henrique Rangel O Patrimônio Cultural pode ser entendido como um conjunto de coisas de seres humanos. Coisas de gente, criadas para facilitar a vivência em grupo
Gestão de Instalações Desportivas
Gestão de Instalações Desportivas Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Módulo 10 sessão 1 Ambiente, Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho Objetivos de Aprendizagem 1. Participar ativamente
Atividades lúdicas na educação o Caminho de tijolos amarelos do aprendizado.
Atividades lúdicas na educação o Caminho de tijolos amarelos do aprendizado. Vania D'Angelo Dohme (Mackenzie) 1. Considerações iniciais Johan Huizinga foi um importante historiador alemão, que viveu entre
PRODUTO FINAL ASSOCIADA A DISSERTAÇÃO DE MESTRADO
PRODUTO FINAL ASSOCIADA A DISSERTAÇÃO DE MESTRADO Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciências Universidade Federal de Itajubá Título da dissertação: OS MANUAIS DOS PROFESSORES DOS LIVROS DIDÁTICOS
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação
Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 15 DE MARÇO DE 1977. IMPROVISO NO
ED WILSON ARAÚJO, THAÍSA BUENO, MARCO ANTÔNIO GEHLEN e LUCAS SANTIGO ARRAES REINO
Entrevista Cláudia Peixoto de Moura Nós da Comunicação tendemos a trabalhar com métodos qualitativos, porque, acredito, muitos pesquisadores desconhecem os procedimentos metodológicos quantitativos ED
Intervenção do Secretário Regional da Presidência Apresentação do projecto Incube = Incubadora de Empresas + Júnior Empresa.
Intervenção do Secretário Regional da Presidência Apresentação do projecto Incube = Incubadora de Empresas + Júnior Empresa. 17 de Março de 2011, Salão Nobre da Reitoria da Universidade dos Açores Magnífico
Educação para os Media e Cidadania
Educação para os Media e Cidadania Sara Pereira Instituto de Estudos da Criança Universidade do Minho Com este artigo procura-se reflectir sobre a educação para os media como uma forma e uma via de educar
ESTATÍSTICAS, O ABECEDÁRIO DO FUTURO
ESTATÍSTICAS, O ABECEDÁRIO DO FUTURO Maria João Valente Rosa Membro do Conselho Superior de Estatística; Professora Universitária da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/ Universidade Nova de Lisboa;
Cooperativa de Ensino A Colmeia. Projeto Curricular de Escola
Cooperativa de Ensino A Colmeia Projeto Curricular de Escola TRIÉNIO 2010-2013 É preciso que toda a sociedade se consciencialize que ambiente é o conjunto de tudo o que envolve o Homem, incluindo o próprio
coleção Conversas #9 - junho 2014 - m i o o Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça.
sou Eu Por do que coleção Conversas #9 - junho 2014 - Candomblé. tã estou sen d o o discri m i na da? Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora
Relatório de Investigação da Escola julho 2015
Microsoft Partners in Learning Relatório de Investigação da Escola julho 2015 Elaborado para julho 2015 Relatório do Estudo de Este relatório apresenta os resultados dos inquéritos à equipa diretiva e
1-O que é..4. 2-Contexto normativo..4. 3-Articulação com outros instrumentos..4. 4-Conteúdos do projeto educativo...5. 5-Diagnóstico estratégico..
2008/2010 2012/2014 ÍNDICE Introdução 1-O que é..4 2-Contexto normativo..4 3-Articulação com outros instrumentos..4 4-Conteúdos do projeto educativo....5 5-Diagnóstico estratégico..4 6 -Resultados vão
Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo.
Curso: Diagnóstico Comunitário Participativo. Material referente ao texto do Módulo 3: Ações Básicas de Mobilização. O conhecimento da realidade é a base fundamental ao desenvolvimento social, que visa
COMUNIDADE TRANSFORMADORA UM OLHAR PARA FRENTE
23 3 COMUNIDADE TRANSFORMADORA UM OLHAR PARA FRENTE Por que você deve dar este estudo Nas duas semanas anteriores, conversamos sobre dois aspectos de nossa missão comunitária que envolve: (a) olhar para
Educação Patrimonial Centro de Memória
Educação Patrimonial Centro de Memória O que é história? Para que serve? Ambas perguntas são aparentemente simples, mas carregam uma grande complexidade. É sobre isso que falarei agora. A primeira questão
DESENVOLVENDO COMPETÊNCIAS MATEMÁTICAS Marineusa Gazzetta *
DESENVOLVENDO COMPETÊNCIAS MATEMÁTICAS Marineusa Gazzetta * RESUMO: Neste texto apresento algumas considerações sobre as competências e habilidades matemáticas a serem desenvolvidas no Ensino Fundamental,
Conferência sobre a Nova Lei das Finanças Locais
Conferência sobre a Nova Lei das Finanças Locais Exmo. Sr. Bastonário da Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas, Dr. Domingues de Azevedo, Exmos. Senhores Presidentes de Câmaras Municipais, Demais Entidades,
Anexo F Grelha de Categorização da Entrevista à Educadora Cooperante
Anexo F Grelha de Categorização da Entrevista à Educadora Cooperante CATEGORIAS SUBCATEGORIAS INDICADORES 1.1. Tempo de serviço docente ( ) 29 anos (1) 1.2. Motivações pela vertente artística ( ) porque
Uma globalização consciente
Uma globalização consciente O apelo a uma globalização mais ética tornou se uma necessidade. Actores da globalização como as escolas, devem inspirar por estes valores às responsabilidades que lhes são
MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO
República de Angola MINISTÉRIO DA HOTELARIA E TURISMO DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA, DR. PAULINO BAPTISTA, SECRETÁRIO DE ESTADO PARA A HOTELARIA DA REPÚBLICA DE ANGOLA, DURANTE A VIII REUNIÃO DE MINISTROS
CURIOSOS E PESQUISADORES: POSSIBILIDADES NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA
CURIOSOS E PESQUISADORES: POSSIBILIDADES NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA Cíntia Nunes (PPGEdu/UFRGS) Apoio: CNPq Resumo: Este trabalho trata de investigar a curiosidade e a pesquisa escolar sob um ponto
TECNOLOGIA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES
TECNOLOGIA E FORMAÇÃO DE PROFESSORES Grupo de Estudo de Tecnologia e Educação Matemática - GETECMAT 15/09/2011 Camila de Oliveira da Silva Tópicos iniciais para discussão... Formação inicial do professor
INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA
INOVAÇÃO PORTUGAL PROPOSTA DE PROGRAMA FACTORES CRÍTICOS DE SUCESSO DE UMA POLÍTICA DE INTENSIFICAÇÃO DO PROCESSO DE INOVAÇÃO EMPRESARIAL EM PORTUGAL E POTENCIAÇÃO DOS SEUS RESULTADOS 0. EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
Meu nome é José Guilherme Monteiro Paixão. Nasci em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, Estado do Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 1957.
Rio de Janeiro, 5 de junho de 2008 IDENTIFICAÇÃO Meu nome é José Guilherme Monteiro Paixão. Nasci em Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, Estado do Rio de Janeiro, em 24 de agosto de 1957. FORMAÇÃO
Otimizada para Crescimento:
Quinta Pesquisa Anual de Mudança na Cadeia de Suprimentos RESUMO REGIONAL: AMÉRICA LATINA Otimizada para Crescimento: Executivos de alta tecnologia se adaptam para se adequar às demandas mundiais INTRODUÇÃO
O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISES E PERSPECTIVAS
O PROCESSO DE INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIAS NO MUNICÍPIO DE TRÊS LAGOAS, ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: ANÁLISES E PERSPECTIVAS Mirian Vieira Batista Dias Universidade Federal de São Carlos/Secretaria
Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/08/2009. Humanos aprimorados versus humanos comuns
VOCÊ ESTÁ PREPARADO PARA CONVIVER COM OS HUMANOS APRIMORADOS? http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=voce-esta-preparado-conviver-humanosaprimorados&id=010850090828 Redação do
INTERVENÇÃO DO SECRETÁRIO DE ESTADO ADJUNTO E DA DEFESA NACIONAL PAULO BRAGA LINO COMEMORAÇÕES DO DIA DO COMBATENTE, EM FRANÇA
INTERVENÇÃO DO SECRETÁRIO DE ESTADO ADJUNTO E DA DEFESA NACIONAL PAULO BRAGA LINO COMEMORAÇÕES DO DIA DO COMBATENTE, EM FRANÇA Richebourg/La Couture, 13 de abril de 2012 Monsieur le Préfet du Pas-de-Calais
O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA.
O LÚDICO COMO INSTRUMENTO TRANSFORMADOR NO ENSINO DE CIÊNCIAS PARA OS ALUNOS DA EDUCAÇÃO BÁSICA. Autor (1)Suzânia Maria Pereira de Araújo; Autor (2) Eleilde de Sousa Oliveira; Orientador (1)Denise Silva
Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias 2015
Projeto Pedagógico e de Animação Do Estremoz Férias 2015 Índice 1. Objetivos gerais:... 4 2. Objetivos específicos:... 5 3. Estratégias Educativas e Pedagógicas... 6 4. Atividades Sócio-Educativas... 7
