MUSEUS E PAISAGENS CULTURAIS
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- Maria do Mar Botelho Fraga
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1 O acesso ao material Bibliográfico está disponível apenas para consulta local. O Boletim Cenedom é destinado à difusão regular do acervo e das atividades do Cenedom, como estudos, pesquisas e publicações sobre museologia e sobre o campo museal. Dúvidas ou sugestões, envie um para [email protected] MUSEUS E PAISAGENS CULTURAIS Nº 41/ Dezembro 2015 A Semana de Museus evento promovido pelo Ibram durante a semana em que se comemora o Dia Internacional dos Museus (18 de maio), traz em sua 14ª edição o tema paisagem cultural, que evoca várias leituras e interpretações talvez por fomentar o diálogo entre áreas que há pouco eram vistas e entendidas de maneira dicotômica: patrimônio cultural e patrimônio natural. Somente em 1992 as paisagens culturais foram incorporadas ao rol de categorias de reconhecimento dos bens culturais pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (UNESCO), refletindo justamente uma valorização da relação do homem com o meio ambiente. No Brasil, o conceito foi adotado a partir de um instrumento de salvaguarda, denominado Chancela da Paisagem Cultural Brasileira, estabelecido pela Portaria nº 127 de 2009, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN. Conforme o art. 1 da referida Portaria, Paisagem Cultural Brasileira é definida como uma porção peculiar do território nacional, representativa do processo de interação do homem com o meio natural, à qual a vida e a ciência humana imprimiram marcas ou atribuíram valores. Cabe destacar que a chancela, todavia, difere-se de outros instrumentos de preservação amplamente conhecidos como o tombamento, destinado à salvaguarda do patrimônio material, e o registro, destinado à salvaguarda do patrimônio imaterial, por não ser de caráter restritivo. Trata-se de um mecanismo legal recente, que carece de ações de monitoramento e levantamento de informações para avaliar sua real eficácia para deter ou barrar as descaracterizações dos bens aos quais visa proteger. Entendendo também os museus como ferramenta de preservação de memórias e de bens nascidos das nossas marcas e valores no mundo em citação direta à definição da Portaria nº 127, espera-se que as leituras propostas no presente Boletim Cenedom sejam um passo inicial para a elucidação de aspectos, imbricamentos e talvez conflitos existentes na relação entre Museus e Paisagens Culturais. Boa leitura!
2 DESTAQUE PAISAGEM CULTURAL E PATRIMÔNIO RIBEIRO, Rafael W. Paisagem Cultural e Patrimônio. Rio de Janeiro: IPHAN/COPEDOC, A paisagem cultural é um tema novo a ser explorado, e sua abrangência e desenvolvimento se dão paulatinamente em relação a outros conceitos referentes ao patrimônio cultural. O termo abarca a paisagem natural e a paisagem construída pelo homem, apresentando a intervenção humana arquitetônico-urbanística e seu entrelaçamento com a paisagem natural, valorizando-a. A presente publicação discute a relação paisagem/patrimônio, recuperando experiências internacionais ao analisar a construção do conceito de paisagem cultural e sua adoção como categoria de preservação. Seu autor procura compreender estratégias de atuação relacionadas a paisagens no contexto brasileiro, constituídas no campo da identificação e da preservação do patrimônio cultural. O livro colabora com a noção de que o conceito de paisagem cultural pode trazer novos horizontes de atuação e orientar novas práticas de preservação patrimonial, uma vez que seu escopo parte do reconhecimento das relações entre homem e meio ambiente numa perspectiva integradora, capaz de considerar as múltiplas relações tecidas ao longo do tempo entre essas duas esferas. Por isso, conduz à reflexão sobre as implicações que o museu, enquanto instituição de preservação de memórias, pode trazer e contribuir para a consolidação e o uso do conceito de paisagem cultural. CONHEÇA + CIRCUITO DAS CASAS-TELA, CAMINHOS DE VIDA NO MUSEU DA FAVELA SILVA, Carlos Esquivel Gomes da; PINTO, Rita de Cássia Santos e LOUREIRO, Katia Afonso Silva (Orgs.). Circuito das casas-tela, caminhos de vida no Museu da Favela. Rio de Janeiro: Museu da Favela, O Circuito das Casas-Tela é uma exposição permanente a céu aberto apresentada nessa obra de caráter coletivo, em que uma paisagem cultural, lato sensu, carioca, alinha-se a um processo museal de forma criativa. Intervenções de arte grafitti compõem parte de um território em que as protagonistas são as próprias pessoas residentes das comunidades Pavão, Pavãozinho e Cantagalo, situadas nos morros de Copacabana e Ipanema, porções integrantes da cidade do Rio de Janeiro. Além dos depoimentos que cumprem a missão de comprovar o processo interativo de elaboração das intervenções artísticas com a comunidade, a obra revela sua proposta de modelo pactuado de gestão desse território musealizado. Estratégica, essa gestão considera aspectos ambientais, econômicos, museológicos e culturais como indissociáveis, enriquecendo o cotidiano de residentes com a presença de visitantes externos que passam a frequentar esses lugares como verdadeiros espaços expositivos/museais. A partir desse pertencimento e da relação de valores de sítio urbano e de paisagem é que a publicação nos remete ao entendimento do Circuito das Casas-Tela como um exemplo da estreita conexão entre espaço museal e paisagem cultural.
3 COMUNIDADE, PATRIMÔNIO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL / MUSEOLOGIA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL II Encontro Internacional de Ecomuseus / IX ICOFOM LAM. Comunidade, Patrimônio e Desenvolvimento Sustentável / Museologia e Desenvolvimento Sustentável. Rio de Janeiro: Tacnet Cultural Ltda., Disponível em: As paisagens culturais, entendidas como porções do território dotadas de conexões singulares entre diversos elementos, se encontram entre os bens considerados de natureza complexa, pois sua preservação depende de novas práticas e instrumentos jurídicos. Preservar uma paisagem cultural pressupõe uma mudança de direção nos paradigmas a cerca do patrimônio, reconhecendo o território e as representações possíveis para a natureza como matrizes de uma identidade cultural, incorporando novas funções para a preservação, sobretudo no que tange aos conceitos de desenvolvimento sustentável e produção do espaço. Assim, as discussões sobre as práticas culturais e as narrativas identitárias, bem como a compreensão delas, devem constituir-se como uma das formas de preservação de um dado modo de vida e de uma paisagem não apenas natural, mas essencialmente cultural, visto que funde essas características, levando, consequentemente, à sua valorização. É nesses termos que se estabelece um dos pontos de maior proximidade entre os assuntos que compõem o tema desta edição do Boletim museus e paisagens culturais: os ecomuseus e os museus de território. Este livro, por meio dos seus vários artigos (apresentados no II Encontro Internacional de Ecomuseus), descreve como os ecomuseus têm a comunidade local como parte indissociável do processo de preservação da sua memória coletiva e de afirmação da sua própria identidade, procurando definir a relação entre os habitantes e o meio. Estes, assim como os museus de território, seriam expressões literais de paisagens culturais aplicadas ao contexto da Museologia.
4 ONDAS DO PENSAMENTO MUSEOLÓGICO BRASILEIRO CÂNDIDO, Manuelina Maria Duarte. Ondas do pensamento museológico brasileiro. Cadernos de sociomuseologia, v. 20, nº20, Disponível em: _pensamento_brasileiro.pdf. Os Cadernos de Sociomuseologia são publicados semestralmente pelo Centro de Estudos Interdisciplinares em Educação e Desenvolvimento (CeiED) da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT), tendo por objetivo o intercâmbio de trabalhos com outras instituições e o apoio à formação e investigação no âmbito dos programas de Mestrado e de Doutoramento em Museologia da referida Universidade. Nesta publicação, buscou-se fazer um levantamento crítico e sistematização do pensamento museológico a respeito de transformações pelas quais a Museologia passou e vem passando, notadamente desde Mesa Redonda de Santiago, de Esta Mesa Redonda, assim como muitos eventos que a sucederam, levantaram discussões com fins de conceituar o que viria a ser ecomuseu. A publicação traz o pensamento de alguns museólogos brasileiros que contribuem para a discussão desta edição do Boletim, como Waldisa Russio, Maria Cristina Bruno, Maria Célia Santos, Mario Chagas, Teresa Scheiner e Heloisa Barbuy. Esta última, ao apontar a concepção de objeto no âmbito dos ecomuseus, afirma que O acervo (...) é ampliado, tanto no sentido de sua natureza como no de seu significado, abrangendo bens imóveis e territórios inteiros, além de espécimes vivos e de bens imateriais. A noção de que estes museus são voltados para o ambiente no qual estão inseridos leva ao entendimento de que o território, os indivíduos (como população), o tempo e o patrimônio se interrelacionam, ligando-se de maneira praticamente intrínseca aos significados da cultura ali desenvolvida. Fica então clara a conexão entre os museus sejam ecomuseus ou outros modelos e a paisagem cultural, como lugar e reflexo do homem que nela vive e interage, configurando seus modos de ser no espaço.
5 ARTIGO PAISAGEM DELPHIM, Carlos Fernando de Moura. Paisagem. In: CARVALHO, Claudia S. Rodrigues de, GRANATO, M., BEZERRA, Rafael Z. e BENCHETRIT, Sarah F. Um olhar contemporâneo sobre a preservação do patrimônio cultural material. Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, Em que pese o entendimento quase imediato de paisagem que cada um de nós possa ter, também ela apresenta plasticidade histórica, por ser inerente a significados atribuídos e continuamente reformulados por culturas, e por desenvolver saberes e fazeres, no dizer do autor, pretéritos, atuais e futuros. Panorâmico e erudito, o presente ensaio do arquiteto paisagista Delphim, reconhecido por sua contribuição no setor de Patrimônio Natural do IPHAN, coloca em perspectiva as inúmeras definições e percepções de paisagem. Formulada nas sistemáticas observações das ciências e nas subjetividades das artes, plásticas e sonoras, a paisagem se configura como uma complexa unidade de estudo. Uma vez eleita, ela conforma-se na e à fluidez das expressões literárias, ao mesmo tempo em que se vê normatizada pela legislação, desde a ambiental à cultural, cuja proteção executada por instituições públicas, pactuada com a sociedade, busca um único e humano fim: sua preservação face às degradações e aos danos que essa mesma sociedade pode lhe causar.
6 CATÁLOGO RIO CIDADE-PAISAGEM BIBLIOTECA NACIONAL (Brasil). Rio Cidade-Paisagem. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, Museus podem ser percebidos como instrumentos fundamentais para os estudos urbanos contemporâneos, permitindo a investigação e a pesquisa da dinamicidade entre território, diversidades culturais estabelecidas no local e topografia. A depender do acervo, como os museus que preservam fotografias, pinturas, mapas e desenhos da cidade, é possível averiguar a integração entre paisagem natural e paisagem humanizada do ponto de vista da evolução histórica desses elementos. Pode-se analisar e constatar a relação entre transformações da natureza e da zona urbana não apenas diante da perspectiva histórica, como também, de um ponto de vista sociológico, passa a ser factível a compreensão das causas das transformações das paisagens culturais. Ou seja, a perspectiva histórica sobre as imagens facilita o apontamento de fenômenos, mas a análise sociológica sobre esses elementos pode ajudar a explicar o advento das transformações sobre o espaço urbano, apontando a interação natureza e zona urbana como predominantemente determinada pela ação social. Diante disso, é possível cruzar informações a respeito da paisagem física e suas mudanças com o desenvolvimento sócio-histórico regional dos costumes, dos valores, dos hábitos culturais e urbanos como o lazer, a diversão, a locomoção, os espaços de interação, da culinária, da arquitetura, etc. A presente obra Rio Cidade-Paisagem traz um registro extenso de mapas, desenhos, fotos, pinturas e outras publicações que fazem parte do acervo da Biblioteca Nacional e que compuseram a exposição que intitula a publicação, demonstrando as transformações paisagísticas e culturais pelas quais a cidade do Rio de Janeiro passou desde sua fundação, em As paisagens e informações trazidas nesse catálogo revelam que a mudança física na relação natureza/construção humana na cidade do Rio é fruto de muitas relações dinâmicas de fluxos, forças e agentes. INFORMAÇÕES O acesso ao material bibliográfico está disponível apenas para consulta local. Dúvidas ou sugestões, envie um para [email protected] Endereço: SBN Q. 2 Lt. 08, Bl. N - Ed. CNC III 1º Subsolo (61) [email protected] Horário de Funcionamento: Segunda: das 13:00 às 18:00 De terça a sexta: das 09:00 às 18:00
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