PROJETO RENEST: ARRANJO & TUBULAÇÃO
|
|
|
- Ana Clara de Abreu Antunes
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Departamento de Engenharia Mecânica Coordenadoria de Estágio do Curso de Engenharia Mecânica CEP Florianópolis SC - BRASIL [email protected] RELATÓRIO DE ESTÁGIO 1/3 (primeiro de três) Período: 14/07/2008 a 25/09/2007 PROJETO RENEST: ARRANJO & TUBULAÇÃO chemtech - A Siemens Company Nome do aluno: Agaci Junio Lavor Pereira Nome do supervisor: Cesar Augustus Coelho Tavares Professor orientador: Antonio Carlos Ribeiro Nogueira Rio de Janeiro, 25 de setembro de 2008.
2 Índice 1. A Empresa O Projeto Renest Área de atuação na Empresa Desenvolvimento Introdução Proposta de atividade Metodologia Atividades realizadas Levantamento de Quantitativos de Projeto: Visão Geral Quantitativos Off-Site tubulação Lista de Materiais Verificação de inconsistências do banco de dados do PDMS Discussões e Considerações Finais Bibliografias e Referências...15
3 1. A Empresa Fundada em 1989 com capital 100% nacional, a Chemtech é uma empresa de consultoria e prestação de serviços em engenharia e TI que alia um profundo conhecimento de processo ao domínio das mais modernas soluções tecnológicas, garantindo ao cliente sempre a melhor solução. A empresa acredita na engenharia nacional e nos profissionais brasileiros e quer, cada vez mais, contribuir para o desenvolvimento sustentável e o crescimento do Brasil. Hoje a Chemtech é líder brasileira no fornecimento de soluções de otimização para as indústrias de processos, atuando em diversos países, como Alemanha, Estados Unidos, Rússia, Japão, Cingapura, Tailândia, Arábia Saudita, França, África do Sul, Canadá e Espanha. Em 2001, passou a fazer parte do grupo Siemens, mantendo sua liderança, padrão mundial de qualidade, marketing share definido, linha de soluções e gestão independente. Tudo isso aliando sua agilidade à solidez do grande grupo econômico Siemens. Em junho de 2008 a Chemtech ganhou o prêmio de Melhor Empresa para se Trabalhar na América Latina; em julho foi reconhecida como melhor empresa para se trabalhar no Brasil TI e Telecom; em agosto foi eleita a melhor empresa para se trabalhar no Rio de Janeiro e conquistou o bicampeonato ao ser eleita pela Revista ÉPOCA a Melhor Empresa para se Trabalhar no Brasil por duas vezes consecutivas ( ). Hoje são mais de 1000 funcionários na Chemtech que contam com uma excelente infra-estrutura espacial e de equipamentos para desenvolvermos de seus trabalhos. Mas nem sempre foi assim. Para chegar até aqui, muitos obstáculos foram superados. E a motivação teve três fios condutores: a vontade de crescer, a certeza de que tudo daria certo e a persistência para não desistir nas primeiras dificuldades. Dessa forma, o que era o sonho de três engenheiros químicos recém-formados pelo IME (Instituto Militar de Engenharia) tornou-se realidade. Foi assim que Rubião, Geraldo e João fundaram em outubro de 1989, dois anos depois de formados, a Chemtech. 1
4 2. O Projeto Renest A Chemtech está participando de um dos maiores projetos de engenharia realizado na história do país, a construção da Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco. A Rnest será construída no município de Ipojuca, a 45 km de Recife, no estado de Pernambuco, no Complexo Industrial e Portuário de Suape, onde foram realizados grandes investimentos de infra-estrutura. A obra é uma parceria entre Brasil e Venezuela e será construída numa área total de m² por uma empresa binacional, tendo a Petrobras 60% de participação acionária na empresa. Os 40% restantes serão da estatal venezuelana PDVSA. O empreendimento tem o início da operação prevista para o segundo semestre de 2010 e vai processar mais de 200 mil barris de petróleo por dia (33 milhões de litros). Esta será a primeira unidade no Brasil capaz de refinar 100% de petróleo pesado, que representa cerca de 80% de todo o petróleo produzido no Brasil. Além disso, o óleo pesado custa cerca de quinze dólares a menos que o óleo Brent, padrão de petróleo leve com preço tabelado na Grã-Bretanha, o que garantirá vantagens econômicas consideráveis ao Brasil, já que a refinaria venderá diesel, derivado de maior rentabilidade no país. A Chemtech será responsável pelas fases de FEED (Front-End Engineering Design) e Detalhamento do projeto, além de fornecer assistência técnica à 2
5 construção e montagem da refinaria. A empresa ainda fará a emissão das requisições de compra de equipamentos não-críticos e a elaboração de pareceres técnicos. Hoje são quase 400 funcionários envolvidos diretamente no projeto, ocupando 6 andares do prédio da Chemtech. No ápice, estima-se que cerca de 500 profissionais estarão trabalhando no projeto, que é o maior já realizado na história da empresa. CEMPES Projeto Básico UOP HALDOR TOPSUE Renest Pré-detalhamento (FEED) CHEMTECH Detalhamento CHEMTECH Divisão de trabalho do projeto A equipe do projeto é dividida em diversas disciplinas de engenharia como elétrica, instrumentação, telecom, civil, automação, SMS, mecânica, arranjo & tubulação, segurança, processo, qualidade, planejamento e suprimento, que atuam de forma integrada. O desafio da equipe da Chemtech é identificar inconsistências na documentação dos projetos básicos e elaborar um projeto de pré-detalhamento que possibilite o levantamento mais apurado dos quantitativos de materiais, equipamentos, sistemas e serviços técnicos a serem desenvolvidos nas fases seguintes. O próximo passo será elaborar um projeto 3
6 detalhado para aquisição de equipamentos e de sistemas a serem adquiridos antecipadamente pela Petrobras. 3. Área de atuação na Empresa A área de atuação do estágio é na disciplina de arranjo & tubulação, cuja finalidade é o estudo de arranjo de tubulação; levantamento de materiais; plantas de arranjo e dimensões gerais de "Pipe-racks", estruturas e tubovias; diagramas de cargas de tubulações em pipe-racks, tubovias e estruturas; definição dos sistemas de pintura e do isolamento para todas as tubulações. 4. Desenvolvimento 4.1. Introdução Este trabalho tem por finalidade descrever as principais atividades realizadas durante o estágio curricular, disciplina obrigatória do curso de Engenharia Mecânica da Universidade Federal de Santa Catarina, de acordo com as atividades propostas pela área de atuação, procurando aplicar no ambiente de trabalho tanto os conhecimentos adquiridos na universidade como os adquiridos dentro da própria empresa Proposta de atividade O estagiário trabalhará no projeto Renest na disciplina de Arranjo & Tubulação. O levantamento de quantitativos de materiais como: válvulas, flanges, conexões, tubos, etc.; a elaboração de listas de materiais; a utilização do software PDMS para modelagem de componentes estruturais, equipamentos, linhas de tubulação; elaboração de isométricos e especificação de componentes; fazem parte de suas atividades Metodologia A metodologia utilizada no projeto segue os passos do FEED (Front-End Engineering Design), ou pré-detalhamento que representa um grande avanço em todo o processo. O FEED desenvolve o projeto básico, antes de chegar ao detalhamento e fornece 4
7 uma estimativa mais precisa do valor do empreendimento. De um modo geral o FEED tem os seguintes objetivos: 1. Identificar inconsistências na documentação do projeto básico; 2. Elaborar projeto básico complementar; 3. Elaborar projeto de pré-detalhamento que possibilite o levantamento mais apurado dos quantitativos de materiais, equipamentos, sistemas e serviços técnicos a serem desenvolvidos nas fases seguintes; 4. Elaborar projeto detalhado para aquisição dos equipamentos e de sistemas a serem adquiridos antecipadamente. 5. Atividades realizadas 5.1. Levantamento de Quantitativos de Projeto: Visão Geral Os quantitativos de equipamentos, matérias e serviços devem ser feitos o mais cedo possível. Isso permite uma estimativa mais precisa do valor dos componentes do projeto e a antecipação dos pedidos de compra, que é sempre um processo demorado, principalmente quando esses componentes forem de difícil fornecimento. Os quantitativos são baseados na documentação fornecida no projeto básico e para o projeto RNEST são organizados por unidades que pertencem aos sistemas On- Site e Off-site. Para a disciplina de tubulação o On-Site é composto por tubulações que interligam sistemas de tubulações ou equipamentos no espaço físico definidos pelas unidades de processo, normalmente delimitadas pelo limite da bateria. O Off-Site por tubulações que interligam sistemas de tubulações ou equipamentos no espaço físico fora das unidades de processo. Sistemas On-Site -Torre de Resfriamento; -Destilação Atmosférica; (1) -Áreas de Produtos Químicos; -Coqueamento Retardado; (2) -Sistema de Tratamento de Condensado; -Hidrotratamento de Diesel; (3) -Sistema de Vapor; -Hidrotratamento de Nafta Petroquímica; (4) -Sistema de Ar Comprimido; -Unidade de Geração de Hidrogênio. (5) -Subestações das áreas de Tancagem e Sistemas Off-Site Transferência; -Interligações; -Sistema de Tocha; -Tancagem; -Sistema de Segurança. 5
8 Figura 1: Localização das Unidades On-Site Quantitativos Off-Site tubulação A realização deste quantitativo, bem como o de todos de outras unidades, foram realizados com base nos seguintes passos: 1. Levantamento de isométricos; 2. Leitura dos isométricos; 3. Preenchimento de planilhas. 6
9 O levantamento de isométricos foi realizado por projetistas experientes tendo como referência o projeto básico. Nos isométricos encontramos informações como: comprimento dos tubos; número de conexões (pipe fittings), flanges, válvulas, parafusos, juntas, etc. e especificação de material através do TAG da linha 1. A especificação de material é fundamental para o levantamento de quantitativo, pois são normas específicas que detalham todos os materiais para as tubulações das diversas classes de serviços, onde cada classe é caracterizada principalmente por um determinado fluido, em determinadas condições de pressão e de temperatura. As especificações devem conter pelo menos as seguintes informações. 1. Sigla indicativa da especificação. 2. Classes de fluidos a que se destina a especificação. 3. Faixas de variação de pressão e de temperatura. 4. Materiais das tubulações. 5. Margem para corrosão adotada (ou revestimento). 6. Tubos: especificações de material, processos de fabricação, espessuras adotadas para os diversos diâmetros, sistemas de ligação adotados. 7. Válvulas: tipos empregados para bloqueio (gaveta, macho, esfera, etc.); para regulagem (globo, agulha, diafragma, etc.); para retenção; com indicações completas dos materiais de construção, da carcaça e do mecanismo interno; processos de fabricação; tipos de extremidades; classe de pressão nominal; tipos de castelo; de movimentação de haste; tipo de mecanismo interno; etc. 8. Flanges e conexões flangeados: tipo, especificação de material, processos de fabricação aceitáveis, classe de pressão nominal e faceamento. 9. Conexões para solda ou rosqueadas: tipo, especificação de material, processo de fabricação, classe de pressão nominal, espessura e tipo de extremidades. 10. Parafusos ou estojos e porcas: tipo e especificação de material. 11. Juntas: tipo, espessura e especificação de material. 1 O TAG da linha é um conjunto de valores que trazem as seguintes informações: diâmetro nominal, tipo de fluido, área, número da linha, especificação de material e, quando necessário, tipo de isolamento e espessura do isolamento. Ex: 10 -HC Ba (diâmetro nominal fluido área - nº da linha - especificação de material). 7
10 A N-0076 Materiais de Tubulação para Tubulações de Refino e Transporte, de propriedade da Petrobras, padroniza os materiais para tubulações metálicas nas classes de pressão 125, 150, 250, 300, 600, 900, 1500 e 2500, tubulações de PVC da classe 15 e tubulações de PEAD na classe PN-16. Está foi a norma utilizada para a especificação dos componentes. Com os isométricos feitos os seguintes itens foram levantados para o preenchimento das planilhas: Válvula Globo Válvula Esfera Válvula Retenção Válvula Gaveta Curva 90 Curva 45 Tê Tampão (CAP) Redução concêntrica Redução excêntrica Flange de Pescoço Flange de orifício Flange sego 8
11 Modelo de planilha de quantitativo: LINHA CLASSE MATERIAL DIÂM. SCH COMPR. MPOL UNIT. TUBO FLANGES CLASSE PRESSAO UNIT. FLANGES CURVAS 90 0 UNIT. NÚMERO LINHA ASTM pol LINHA m kg/m kg un PSI kg kg un kg kg un kg kg un kg kg un kg kg un kg kg CURVAS 90 0 TÊS UNIT. TÊS REDUÇÕES UNIT. REDUÇÃO CURVAS 45 0 UNIT. CURVAS 45 0 TAMPÕES UNIT. Tampões Exemplo de aplicação: Isométrico: Linhas (TAG): 3"-HC Bc 3"-HC Bd 9
12 Do isométrico acima retiramos as seguintes informações: Linha 1 Linha 2 TAG da linha: 3"-HC Bc TAG da linha: 3"-HC Bd Comprimento linha: mm Comprimento linha: 5830 mm Diâmetro da linha: 3 Diâmetro da linha: 3 Flanges Pescoço: 3 Flanges Pescoço: 3 Tês: 1 Tês: 0 Reduções: 1 Reduções: 1 Curva 90: 1 Curva 90: 2 Curva 45: 2 Curva 45: 0 Tampão (CAP): 0 Tampão (CAP): 0 No TAG da linha temos a sigla indicativa da especificação de material (as duas letras no final) e, utilizando a N-0076, retiramos as informações para a especificação dos componentes levantados para cada linha. Assim temos: Linha 1 Linha 2 Classe do tubo: 150 psi Classe do tubo: 150 psi Material do tubo: API 5L Gr B PSL 1 Material do tubo: API 5L Gr B PSL 1 Schedule: 40 Schedule: 160 Peso* tubo: 11,28 kg/m Peso tubo: 21,32 kg/m Classe do Flange: 150 psi Classe do Flange: 150 psi Peso do Flange: 4,6 kg Peso do Flange: 4,6 kg Peso Tês: 3,07 kg Peso Tês: 6,28 kg Peso Redução: 1,02 kg Peso Redução: 20,7 kg Peso curva 90: 1,85 kg Peso curva 90: 3,78 kg Peso curva 45: 0,92 kg Peso curva 45: 1,89 kg Peso Tampão (CAP): 0,68 kg Peso Tampão (CAP): 1,74 kg * Os pesos foram retirados do Software PipeData Pro Assim com essas informações levantadas o preenchimento da planilha estará completo. 10
13 5.2. Lista de Materiais Após o levantamento de quantitativos do Off-Site uma Lista de Materiais foi elaborada com informações mais detalhadas sobre os componentes. Estes foram agrupados por material conforme suas especificações técnicas. Por exemplo: Para tubos. DESCRIÇÃO DO MATERIAL: TUBO EM AÇO CARBONO API 5L Gr. B, C/C OU S/C, DIMENSÕES CONFORME ANSI/ASME B Diâmetro Tipo Quantidade (m) 6 SCH 40 - PC ESP 0,375" - PC 5000 Para Flanges. DESCRIÇÃO DO MATERIAL: FLANGES PESCOÇO EM AÇO CARBONO, ASTM A105, PADRÃO ANSI/ASME B16.5. Diâmetro Tipo Quantidade (unidades) 6 150# - SCH # - SCH Para Curva 90. DESCRIÇÃO DO MATERIAL: CURVA 90 EM AÇO CARBONO, ASTM A 197 GALVANIZADO, CONFORME ANSI/ASME Diâmetro Tipo Quantidade (unidades) 4 CURVA 90 -SCH CURVA 90 -SCH A lista de materiais permite quantificar de forma mais precisa o valor dos componentes, auxiliando assim na estimativa de custo de projeto. 11
14 5.3. Verificação de inconsistências do banco de dados do PDMS O projeto Renest utiliza o software PDMS que é um sistema com ambiente totalmente integrado, que permite o gerenciamento automático tanto da parte gráfica do projeto quanto dos dados. Por se tratar de uma base de dados centralizada, possibilita que usuários atuem apenas em sua área de interesse, garantindo assim a consistência e integridade de todos os dados do projeto. Em tubulação uma poderosa seleção de ferramentas permite auxiliar na criação, análise e documentação de redes de tubulação logicamente interconectadas. As aplicações do PDMS são desenvolvidas para utilizar dados de especificação durante a seleção dos componentes da tubulação, a partir de um banco de dados do Catálogo, de forma a garantir a consistência e conformidade do projeto aos padrões estabelecidos. É importante, portanto, que os bancos de dados do Catálogo da Tubulação sejam mantidos de forma adequada, bem estruturada e correta. Com o objetivo de manter essa consistência um conjunto de especificações de componentes de tubulação foram analisados e corrigidos. Exemplo de correções: 1º. ERRADO: BOCA DE LOBO COM REFORCO ESP 0.438" CORRETO: BOCA DE LOBO COM REFORÇO SCH 60 2º. ERRADO: CURVA 45 GRAUS RL ESP 0.438" PC AC ASTM A234 WPB CONF ASME B16.9 CORRETO: C45 RAIO LONGO,, 0.375", PC, ASTM A106 GR B, (SEM REVEST), ASME B º. ERRADO: TUBO PL SC SCH 160 AC ASTM A106 B CONF ASME B36.10 CORRETO: TUBO XXS, PC, ASTM A672 GR. B60 CL 22, (SEM REVEST), CC, ASME B 36.10, 12
15 Nos três exemplos o valor das espessuras dos componentes estão erradas, além disso, no 2º e 3º a norma para fabricação é a ASME B As correções foram feitas com o auxílio de normas específicas que detalham todos os materiais para as tubulações das diversas classes de serviços. 13
16 6. Discussões e Considerações Finais Os quantitativos permitem uma estimativa dos custos dos equipamentos, materiais e serviços do projeto e; devem ser realizados o mais cedo possível para que o pedido de compra dos componentes ou materiais de difícil obtenção sejam feitos com antecedência. Assim, atrasos no início da montagem são evitados. É importante salientar que os isométricos utilizados para o levantamento de quantitativos sejam feitos por projetistas experientes, isto garante maior confiabilidade nos dados obtidos. Concomitante ao levantamento de quantitativos, o uso de softwares especializados para a representação gráfica (3D) do projeto permite uma série de benefícios. Entre eles temos: - Maior consistência dos dados do próprio projeto e das interfaces desse projeto com os projetos parciais, resultando em um produto final com menor margem de erros. - Maior facilidade e velocidade para a realização de revisões no projeto, com maior garantia de consistência nas alterações de todos os dados afetados pela revisão. - Menor prazo para a execução do projeto, devido à redução no tempo de duração de cada uma de suas etapas, bem como devido à maior facilidade de tratamento das interfaces entre os diversos projetos parciais. - Permite uma excelente visualização da instalação antes mesmo de ela existir fisicamente. Essa visualização possibilita a eliminação de eventuais interferências físicas entre os diversos componentes da instalação, bem como a prévia correção de falhas e introdução de melhorias no arranjo de instalação. 14
17 7. Bibliografias e Referências Telles, P. C. S. Tubulações Industriais - Materiais, Projeto e Montagem. Editora LTC, 10ª Edição. Telles, P. C. S. Tabelas & Gráficos. Editora LTC, 6ª Edição. AMERICAN NATIONAL STANDARD INSTITUTE (ANSI). ANSI B CONFORJA Normas Petrobras N-0076 Materiais de Tubulação para Tubulações de Refino e Transporte. N-0075 Abreviaturas para os Projetos Industriais. N-2668 Válvulas Industriais. N-2793 Tubos de Condução para Refino e Transporte. N-2794 Conexões de Tubulação para Instalações de Refino e Transporte. N-2795 Flanges de Tubulação para Instalações de Refino e Transporte. N-2796 Estojos e Porcas para Flanges de Tubulação para Instalações de Refino e Transporte. 15
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 6000-000-000-200-001
ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ET 6000-000-000-200-001 1 de 13 : DATA: 08/02/08 GEPRO GERENCIA DE PROJETOS Nº do Contrato: RESP. TÉCNICO/ CREA: ÍNDICE DE REVISÕES REV. E/OU FOLHAS ATINGIDAS 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Í N D I C E D E R E V I S Õ E S
USUÁRIO: CEGÁS 1 de 4 OBJETO: AMPLIAÇÃO DA RE DISTRIBUIÇÃO GÁS NATURAL RAMAL DISTRIBUIÇÃO PARA ATENDIMENTO A CLIENTES MATERIAL TUBULAÇÃO EM AÇO CARBONO PARA GASODUTO DISTRIBUIÇÃO E INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS
TUBULAÇÕES JOSÉ AERTON ROCHA
TUBULAÇÕES JOSÉ AERTON ROCHA Tubulações Industriais Tubulações industriais são um conjunto de tubos e seus diversos acessórios, que tem por objetivo o transporte de fluidos do seu ponto de armazenamento
MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS
MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS Ligações rosqueadas; Ligações soldadas; Ligações flangeadas; Ligações de ponta e bolsa; Outras Ligações: - Ligações de compressão; - Ligações patenteadas. 1 Fatores que influenciam
Tubos Redondos 11 22070781
1 Tubos Redondos 11 22070781 Bitola (D) Bitola (D) Espessura Teórico Bitola (D) Bitola (D) Espessura Teórico Bitola (D) Bitola (D) Espessura Teórico Bitola (D) Bitola (D) Espessura Teórico da parede barra
QUALIDADE DE SOFTWARE
DOCENTE PROFESSOR CELSO CANDIDO QUALIDADE DE SOFTWARE Formação: o Bacharel em Sistemas de Informações (SI); o MBA em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). Conhecimentos: o Web Designer; o Arquitetura
Professor Felipe Técnico de Operações P-27 Petrobras
Professor Felipe Técnico de Operações P-27 Petrobras Contatos [email protected] www.professorfelipecardoso.blogspot.com skype para aula particular online: felipedasilvacardoso Tubulações, válvulas
A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO DO PROJETO NOS CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL, FRENTE À NOVA REALIDADE DO SETOR EM BUSCA DA QUALIDADE
A NECESSIDADE DE UMA NOVA VISÃO DO PROJETO NOS CURSOS DE ENGENHARIA CIVIL, FRENTE À NOVA REALIDADE DO SETOR EM BUSCA DA QUALIDADE ULRICH, Helen Departamento de Engenharia de Produção - Escola de Engenharia
Rua Murta do Campo, 533, Vila Alpina São Paulo - SP CEP 03210-010 Telefone: +55 11 2024-6000 www.centurytubos.com.br
Rua Murta do Campo, 533, Vila Alpina São Paulo - SP CEP 03210-010 Telefone: +55 11 2024-6000 www.centurytubos.com.br Garantia de sempre receber produtos certificados Localizada na Vila Prudente, zona leste
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE BIBLIOTECONOMIA ALINE DÉBORA DA SILVA ROSILENE MARIA DIAS MACHADO TICIANA COSTA PROJETO
Para que o trabalho no canteiro de obras flua, a conexão com a área de suprimentos é fundamental. Veja como é possível fazer gestão de suprimentos
Para que o trabalho no canteiro de obras flua, a conexão com a área de suprimentos é fundamental. Veja como é possível fazer gestão de suprimentos estratégica e conectada ao canteiro na construção civil.
ADMINISTRAÇÃO I. Família Pai, mãe, filhos. Criar condições para a perpetuação da espécie
1 INTRODUÇÃO 1.1 ORGANIZAÇÃO E PROCESSOS A administração está diretamente ligada às organizações e aos processos existentes nas mesmas. Portanto, para a melhor compreensão da Administração e sua importância
Divisão Elétrica/Hidráulica
Divisão Elétrica/Hidráulica CARBINOX. O Brasil passa por aqui. Elétrica/Hidráulica A Carbinox é uma empresa que atua há 30 anos fornecendo soluções sob medida para impulsionar o desenvolvimento da economia.
Introdução Ciclo de vida tradicional de desenvolvimento Prototipagem Pacotes de software Desenvolvimento de 4ª geração Terceirização
Prof. Ricardo José Pfitscher Material elaborado com base em: José Luiz Mendes Gerson Volney Lagemann Introdução Ciclo de vida tradicional de desenvolvimento Prototipagem Pacotes de software Desenvolvimento
Meter run Modelo FLC-MR
Medição de vazão Meter run Modelo FLC-MR WIKA folha de dados FL 10.02 Aplicações Geração de energia Produção de óleo e refino Tratamento e distribuição de água Processamento e transmissão de gases Indústria
Figura 1.1 Utilização de colunas de aço estaiada e protendida durante a montagem do Palco Mundo do Rock in Rio III.
1 Introdução A busca contínua de sistemas estruturais eficientes como solução para grandes vãos tem sido um dos maiores desafios enfrentados por engenheiros estruturais. Por outro lado, sistemas estruturais
Aula 2 Revisão 1. Ciclo de Vida. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW. Processo de Desenvolvimento de SW
Ciclo de Vida Aula 2 Revisão 1 Processo de Desenvolvimento de Software 1 O Processo de desenvolvimento de software é um conjunto de atividades, parcialmente ordenadas, com a finalidade de obter um produto
MILLS, UMA HISTÓRIA ENTRELAÇADA AO DESENVOLVIMENTO DO BRASIL.
MILLS, UMA HISTÓRIA ENTRELAÇADA AO DESENVOLVIMENTO DO BRASIL. CONSTRUÇÃO SERVIÇOS INDUSTRIAIS JAHU RENTAL Fundada em 1952, a Mills tornou-se líder na prestação de serviços e soluções de engenharia nas
Balanço Energético Nacional 2012. Manual do Sistema de Coleta de Dados para o BEN 2012
Balanço Energético Nacional 2012 Manual do Sistema de Coleta de Dados para o BEN 2012 Fevereiro de 2012 Apresentação O Balanço Energético Nacional BEN é o documento tradicional do setor energético brasileiro,
AULA 2 CONTEÚDO: Capítulo 3. Capítulo 5. Capítulo 6. Volume I do Livro Texto. Meios de Ligação de Tubos. Conexões de Tubulação. Juntas de Expansão
AULA 2 Volume I do Livro Texto CONTEÚDO: Capítulo 3 Capítulo 5 Capítulo 6 Meios de Ligação de Tubos. Conexões de Tubulação. Juntas de Expansão 1 MEIOS DE LIGAÇÃO DE TUBOS PRINCIPAIS MEIOS LIGAÇÕES ROSQUEADAS
Cálculo de resistência para poços de proteção
Informação técnica Cálculo de resistência para poços de proteção WIKA folha de dados IN 00.15 Aplicações O cálculo de resistência em um poço de proteção é uma prova matemática da capacidade do mesmo em
Regulamentação da utilização de raquetes e "Figuras 8" para liberação segura de equipamento para serviços de manutenção
Regulamentação da utilização de raquetes e "Figuras 8" para liberação segura de equipamento para serviços de manutenção Objetivos Determinar práticas de raqueteamento de liberação de unidades de processo
FIGURA 63 - a) TUBULAÇÕES DE RETORNO DIRETO b) TUBULAÇÕES DE RETORNO INVERSO
82 7 DISTRIBUIÇÃO DE ÁGUA Os sistemas de distribuição de água podem ser classificados como: - Sem Recirculação: A água flui através do sistema sem reaproveitamento. - Recirculação Aberta: A água é bombeada
Gestão de Ambientes de Saúde
Gestão de Ambientes de Saúde É sempre tempo de melhorar a performance do seu ambiente de saúde Não adianta você ter um avião rápido e seguro se não dispõe de um piloto capacitado para viajar. O mesmo ocorre
UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA COMPUTAÇÃO
1 UNIVERSIDADE PAULISTA UNIP INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA CURSO DE ENGENHARIA COMPUTAÇÃO ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS (Orientações para a realização das APS dos Cursos de Engenharia
Sistema de aquecimento solar Bosch. Tecnologia de alta eficiência para aquecimento de água.
Sistema de aquecimento solar Bosch. Tecnologia de alta eficiência para aquecimento de água. 2 Sistema Solar Bosch Aquecimento solar com a confiabilidade da marca Bosch O Grupo Bosch há mais de 100 anos
CONCURSO: AS MELHORES PRÁTICAS DE ESTÁGIO NA PMSP.
CONCURSO: AS MELHORES PRÁTICAS DE ESTÁGIO NA PMSP. A Prefeitura do Município de São Paulo - PMSP, por meio da Secretaria Municipal de Gestão - SMG, mantém o Sistema Municipal de Estágios, que é coordenado
FACÇÃO TECIDO PLANO. 1 - Introdução. 2- Mercado
FACÇÃO TECIDO PLANO 1 - Introdução Nesta apresentação o empreendedor encontra indicações dos conhecimentos que aumentam e melhoram suas chances de sucesso, desde a identificação da oportunidade, riscos
Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios. Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios.
Empreenda! 9ª Edição Roteiro de Apoio ao Plano de Negócios Caro (a) aluno (a), Preparamos este roteiro para ajudá-lo (a) a desenvolver o seu Plano de Negócios. O Plano de Negócios deverá ter no máximo
Fina Flor Cosméticos obtém grande melhoria nos processos e informações com suporte SAP Business One
Fina Flor Cosméticos obtém grande melhoria nos processos e informações com suporte SAP Business One Geral Executiva Nome da Fina Flor Cosméticos Indústria Cosméticos Produtos e Serviços Desenvolve, fabrica
06.06-PORB. Adaptadores Vic-Flange. Nº. Sistema Enviado por Seção Espec. Parágr. Local Data Aprovado Data TUBO DE AÇO-CARBONO ACOPLAMENTOS RANHURADOS
PARA MAIS DETALHES CONSULTE A PUBLICAÇÃO VICTAULIC 10.01 Modelo 741 O adaptador Modelo 741 é desenhado para incorporar diretamente componentes flangeados com padrões de orifício do parafuso ANSI CL. 125
Introdução. Gerência de Projetos de Software. Sumário. Sistemas de Informação para Processos Produtivos
Sumário Sistemas de Informação para Processos Produtivos 1. Gerência de 2. Agentes principais e seus papéis 3. Ciclo de vida do gerenciamento de projetos M. Sc. Luiz Alberto [email protected] Módulo 6
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS Engenharia Mecânica 9ª Série Fabricação Assistida por Computador A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de
SISTEMA DE GESTÃO DE MANUTENÇÃO APLICADO NO IFRN CAMPUS MOSSORÓ
SISTEMA DE GESTÃO DE MANUTENÇÃO APLICADO NO IFRN CAMPUS MOSSORÓ Dayse Duarte Tenorio Diretoria Acadêmica de Eletrotécnica IFRN Campus Mossoró E-mail: [email protected] Lucas Duarte Almeida Departamento
Público alvo: Profissionais envolvidos com as tarefas de integridade estrutural e extensão de vida útil de equipamentos.
ISO 9001 : 2008 Integridade Estrutural de Equipamentos De 28/11/2011 a 02/12/2011 Local: Hotel a definir RJ Carga Horária: 40 horas Horário: 8h30min às 17h30min Objetivo: Apresentar critérios de avaliação
Consórcio Ipojuca Interligações - Consórcio CII -
Consórcio Ipojuca Interligações - Consórcio CII - Refinaria do Nordeste Abreu e Lima S.A. - RNEST I N T E R L I G A Ç Õ E S ÍNDICE 1)CONSÓRCIO: Perfil 2)EMPREENDIMENTO: Escopo Contratual - Fornecimentos
4 EJETORES E SISTEMAS DE VÁCUO
4 EJETORES E SISTEMAS DE VÁCUO Sistema sub vácuo é qualquer sistema com pressão absoluta abaixo da pressão atmosférica local. Na prática esses sistemas estão sujeitos à entrada de ar devido a imperfeições
Automação de back-office Estratégia e gestão financeira Melhoria de processos e indicadores
Automação de back-office Estratégia e gestão financeira Melhoria de processos e indicadores 01 A Inside foi fundada com o objetivo de levar fundamentos de estratégia e gestão às empresas que buscam crescer
Óleo Combustível. Informações Técnicas
Informações Técnicas 1. Definição e composição... 3 2. Principais aplicações... 3 2.1. Sistemas de combustão de óleo combustível... 3 3. Tipos de óleos combustíveis... 4 4. Requisitos de qualidade e especificação...
MODELAGEM DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
Unidade III MODELAGEM DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Daniel Arthur Gennari Junior Sobre esta aula Ciclo de Vida de Sistemas Engenharia de Software Aplicações de Software Diagramação de Software Ciclo
"Caminho Crítico é um termo criado para designar um conjunto de tarefas vinculadas a uma ou mais tarefas que não têm margem de atraso.
Conceituação básica: Caminho Crítico x Corrente Crítica Publicado originalmente em 08/2008 em http://www.spiderproject.com.br/exemplos/problemabasico01.htm Caminho crítico Origem: Wikipédia, a enciclopédia
UM SISTEMA WEB PARA GERÊNCIA DE CAMPEONATOS DE VOLEIBOL
UM SISTEMA WEB PARA GERÊNCIA DE CAMPEONATOS DE VOLEIBOL Caroline Paião dos Santos 1 NIPETI 2 - Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), Campus Nova Andradina [email protected] Claudio Zarate
PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP
PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 16 AS QUATRO FASES DO PCP Índice 1. As quatro fases do PCP...3 1.1. Projeto de produção... 3 1.2. Coleta de informações... 5 1.3. Relação despesas/vendas...
Regulamento Técnico do Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional de Sistemas Submarinos. Proposição PETROBRAS
Regulamento Técnico do Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional de Sistemas Submarinos Proposição PETROBRAS PRINCIPAIS CONTRIBUIÇÕES 1. INTERFACE COM OUTROS REGULAMENTOS 2. ABRANGÊNCIA DO REGULAMENTO
PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL. Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03
PROJETO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL Diretrizes e Estratégias para Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil Projeto 914 BRA5065 - PRODOC-MTC/UNESCO DOCUMENTO TÉCNICO Nº 03 RELATÓRIO TÉCNICO CONCLUSIVO
1.1. Viagens com GPS. Princípios básicos de funcionamento de um GPS de modo a obter a posição de um ponto na Terra.
1.1. Viagens com GPS Princípios básicos de funcionamento de um GPS de modo a obter a posição de um ponto na Terra. O que é o GPS? Como funciona o GPS? Qual é a precisão do GPS? O sistema de satélites do
ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAL PARA TUBOS
ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAL PARA TUBOS ESPECIFICAÇÕES DE MATERIAL COMPOSICÃO QUÍMICA PROCESSO DE FABRICAÇÃO PROPRIEDADES MECÂNICAS ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA CONTROLE DE QUALIDADE TENSÕES ADMISSÍVEIS EMPREGO
Sistemas informatizados de gestão operacional para transporte urbano
Sistemas informatizados de gestão operacional para transporte urbano Wan Yu Chih Wplex Software Florianópolis SC http://www.wplex.com.br Objetivo O objetivo deste documento é fornecer informações sobre
Análise e Projeto de Sistemas
Análise e Projeto de Sistemas Gerenciamento de Projetos Conteúdo: Introdução Aula: I Prof.: Eude Lacerda E-mail: [email protected] Apresentação Introdução ao gerenciamento de projetos de software
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA E INFORMÁTICA BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RAPID APPLICATION DEVELOPMENT
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO DEPARTAMENTO DE ESTATÍSTICA E INFORMÁTICA BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RAPID APPLICATION DEVELOPMENT Disciplina: Modelagem a Programação Orientada a Objetos
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS
ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 1ª Série Empreendedorismo Administração A Atividade Prática Supervisionada (ATPS) é um procedimento metodológico de ensino-aprendizagem desenvolvido por meio de etapas,
Pesquisa & Desenvolvimento
Pesquisa & Desenvolvimento O Programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) na AES Uruguaiana é uma importante ferramenta para a companhia promover melhorias contínuas na prestação do serviço, com a qualidade
E-mail: [email protected] Site: www.unicompbrasil.com.br
UNICOMP COM. DE EQUIPAMENTOS PNEUMÁTICOS LTDA. Rua Leopoldo de Passos Lima, 238 Jardim Santa Fé. CEP.: 05271-000 São Paulo SP. Telefones: (11) 3911-4665 / 4682 E-mail: [email protected] Site:
Eng Civil Washington Peres Núñez Dr. em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul
PESQUISA ANÁLISE DE CARACTERÍSTICAS DE QUALIDADE DE MISTURAS ASFÁLTICAS PRODUZIDAS NA ATUALIDADE NO SUL DO BRASIL E IMPACTOS NO DESEMPENHO DE PAVIMENTOS FLEXÍVEIS. MANUAL DE OPERAÇÃO DO BANCO DE DADOS
1 Introdução simulação numérica termoacumulação
22 1 Introdução Atualmente o custo da energia é um dos fatores mais importantes no projeto, administração e manutenção de sistemas energéticos. Sendo assim, a economia de energia está recebendo maior atenção
PROVA BRASIL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
PROVA BRASIL E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Josiane Bernz Siqueira (FURB) 1 [email protected] Ana Paula Poffo (FURB) 2 [email protected] Jéssica Sabel (FURB) 2 [email protected]
tubos trefilados caldeiraria Um mundo de soluções para você. Catálogo
tubos trefilados caldeiraria Um mundo de soluções para você. Catálogo Tubos Condutores Conte com o mundo de soluções da Tubos Ipiranga Com matriz localizada em Ribeirão Pires SP, sete filiais, uma unidade
Cinco restrições de desenvolvimento/teste que afetam a velocidade, o custo e a qualidade dos seus aplicativos
Série de ebooks sobre desenvolvimento em paralelo ágil: Capítulo 2 Cinco restrições de desenvolvimento/teste que afetam a velocidade, o custo e a qualidade dos seus aplicativos Novas pressões, mais restrições
Linha. nossa linha de produtos. Tubos e Conexões
Linha ConectAR Schulz Conheça nossa linha de produtos Tubos e Conexões Tubos e Conexões com Qualidade Schulz O constante crescimento da indústria, dos processos tecnológicos e o forte impulso da automação
Consultoria e Gerenciadora
Consultoria e Gerenciadora Revolutia Consultoria e Gerenciadora Distribuição livre desde que mantida fonte e originalidade Sumário Por onde começar? Problemas e Soluções Dicas dos Campeões 2 3 O que impede
PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCO ESTUDO DE CASO: GASODUTO PILAR-IPOJUCA. IPOJUCA. Prof. Eduardo Lucena C. de Amorim
PLANO DE GERENCIAMENTO DE RISCO ESTUDO DE CASO: GASODUTO PILAR-IPOJUCA. IPOJUCA. Prof. Eduardo Lucena C. de Amorim Dutos Onshore Gasoduto Pilar - Ipojuca 2 Gasoduto Pilar - Ipojuca Este duto tem origem
UMC Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Componentes gráficos de uma cota: Linha de cota Linha de chamada Setas de cota
1 UMC Engenharia Mecânica Expressão Gráfica 2 Prof.: Jorge Luis Bazan. Desenho Básico Cotas em desenho técnico (Módulo 2) Em desenho técnico damos o nome de cota ao conjunto de elementos gráficos introduzidos
Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS
Disciplina: Técnicas de Racionalização de Processos Líder da Disciplina: Rosely Gaeta NOTA DE AULA 04 O PROJETO DE MELHORIA DOS PROCESSOS 3.4 O PROJETO DE MELHORIA DE PROCESSOS 3.4.1 - CONCEITO DE PROJETO
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR
SP CEP: 12236-660 www.unianhanguera.edu.br ADMINISTRAÇÃO Colaborativa Disciplina: DPP Prof º. Tutor Presencial Trabalho, emprego e empregabilidade Área de atuação pesquisada 1. Engenheiro Petroquímico
Equívocos cometidos em tubulações de gás combustível. No dimensionamento das tubulações, são encontrados freqüentemente os seguintes equívocos:
Equívocos cometidos em tubulações de gás combustível Houve, no Brasil, uma lacuna na normalização de Instalações Internas de Gás Combustível durante um grande período, pois a norma brasileira que tratava
SISTEMA DE PROGRAMAÇÃO E PLANEJAMENTO DE INSPEÇÃO DE
SISTEMA DE PROGRAMAÇÃO E PLANEJAMENTO DE INSPEÇÃO DE TUBULAÇÃO Romildo Rudek Junior Petrobras S.A. UN-REPAR Tadeu dos Santos Bastos Petrobras S.A. UN-REVAP Rui Fernando Costacurta Petrobras S.A. UN-REPAR
Todos nossos cursos são preparados por mestres e profissionais reconhecidos no mercado, com larga e comprovada experiência em suas áreas de atuação.
Curso Formação Efetiva de Analístas de Processos Curso Gerenciamento da Qualidade Curso Como implantar um sistema de Gestão de Qualidade ISO 9001 Formação Profissional em Auditoria de Qualidade 24 horas
IERGS PÓS-GRADUAÇÃO MANUAL DE ESTÁGIO PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL 2010
IERGS PÓS-GRADUAÇÃO MANUAL DE ESTÁGIO PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL 2010 APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO O presente Manual de Estágio apresenta as orientações básicas para o desenvolvimento das atividades
3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software
3. Fase de Planejamento dos Ciclos de Construção do Software A tarefa de planejar os ciclos de construção do software pode partir de diretrizes básicas. Estas diretrizes visam orientar que os ciclos de
Abaixo segue a demonstração dos resultados da empresa.
Exercício de Acompanhamento II A NAS Car produz acessórios esportivos personalizados para automóveis. Ela se especializou em manoplas de câmbio, tendo desenvolvida uma linha padronizada em alumínio polido
PROCEDIMENTOS PARA ORGANIZAÇÃO E ENTREGA DE DOCUMENTOS NOVOS
PROCEDIMENTOS PARA ORGANIZAÇÃO E ENTREGA DE DOCUMENTOS NOVOS Este manual foi elaborado para orientar o Cliente, Órgão/Entidade, sobre os procedimentos necessários a serem seguidos com relação à preparação
A REGULAMENTAÇÃO DA EAD E O REFLEXO NA OFERTA DE CURSOS PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
A REGULAMENTAÇÃO DA EAD E O REFLEXO NA OFERTA DE CURSOS PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Autor(a): Alessandra Barbara Santos de Almeida Coautor(es): Alessandra Barbara Santos de Almeida, Gliner Dias Alencar,
Administração Financeira
Administração Financeira MÓDULO 6: DECISÕES DE FINANCIAMENTO A CURTO PRAZO Nossa experiência, após centenas de demonstrações financeiras examinadas, sinaliza que as empresas entram num cenário de dificuldades
Especificação Operacional.
Especificação Operacional. Para muitos sistemas, a incerteza acerca dos requisitos leva a mudanças e problemas mais tarde no desenvolvimento de software. Zave (1984) sugere um modelo de processo que permite
Energia Elétrica: Previsão da Carga dos Sistemas Interligados 2 a Revisão Quadrimestral de 2004
Energia Elétrica: Previsão da Carga dos Sistemas Interligados 2 a Revisão Quadrimestral de 2004 Período 2004/2008 INFORME TÉCNICO PREPARADO POR: Departamento de Estudos Energéticos e Mercado, da Eletrobrás
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO RESOLUÇÃO Nº 16/2015
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO RESOLUÇÃO Nº 16/2015 Ementa: Estabelece procedimentos para autorização de funcionamento de cursos técnicos e de
Gerenciamento de Projetos. Faculdade Unisaber 2º Sem 2009
Semana de Tecnologia Gerenciamento de Projetos Faculdade Unisaber 2º Sem 2009 [email protected] O que é um Projeto? Projeto é um "esforço temporário empreendido para criar um produto, serviço
PLANEJAMENTO E PROJETO: AS FERRAMENTAS ESSENCIAIS PARA CONSTRUIR UM BRASIL MELHOR
PLANEJAMENTO E PROJETO: AS FERRAMENTAS ESSENCIAIS PARA CONSTRUIR UM BRASIL MELHOR Contribuições da Arquitetura e da Engenharia de Projetos para os candidatos ao Governo Federal Agosto de 2010 O Brasil
Balanço de energia útil no Brasil Eficiência Energética no setor de transportes
13 1. INTRODUÇÃO Em estudo do Banco Mundial elaborado consta que, no Brasil, os custos logísticos representam, em média, 20% do valor do Produto Interno Bruto (PIB). Essa participação é uma das mais elevadas
WMS e TMS. A integração entre os sistemas de gerenciamento de armazéns e transportes é fundamental para a otimização dos fluxos de trabalho
WMS e TMS A integração entre os sistemas de gerenciamento de armazéns e transportes é fundamental para a otimização dos fluxos de trabalho O que um jogador de futebol e uma bailarina profissional têm em
Estruturando o Pré Projeto
1 Estruturando o Pré Projeto Deve ter uma capa padrão, como nome da UNESP na parte superior, o título da pesquisa centralizado no meio da página, a cidade e o ano no rodapé da página e entre o título no
Unidade IV GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello
Unidade IV GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI - Tecnologia da informação SI - Tecnologia da informação Com a evolução tecnológica surgiram vários setores onde se tem informatização,
Apresentação de Dados em Tabelas e Gráficos
Apresentação de Dados em Tabelas e Gráficos Os dados devem ser apresentados em tabelas construídas de acordo com as normas técnicas ditadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
JULHO 2012. www.tectubo.com.br
JULHO 2012 www.tectubo.com.br Coberturas que respeitam você e o meio ambiente. Telhas de PVC Coberturas com durabilidade, segurança e beleza. Dê mais modernidade a sua casa com o mais novo sistema de coberturas
Consultoria Acústica Industrial e Urbana
Consultoria Acústica Industrial e Urbana A LCS Consultoria Acústica foi criada com a finalidade específica de prestar um serviço especializado em assuntos relacionados com o ruído industrial e urbano.
Guia de utilização da notação BPMN
1 Guia de utilização da notação BPMN Agosto 2011 2 Sumário de Informações do Documento Documento: Guia_de_utilização_da_notação_BPMN.odt Número de páginas: 31 Versão Data Mudanças Autor 1.0 15/09/11 Criação
1. Introdução. Avaliação de Usabilidade Página 1
1. Introdução Avaliação de Usabilidade Página 1 Os procedimentos da Avaliação Heurística correspondem às quatro fases abaixo e no final é apresentado como resultado, uma lista de problemas de usabilidade,
Termômetro à expansão de gás Modelo 73, série em aço inoxidável
Medição mecânica de temperatura Termômetro à expansão de gás Modelo 73, série em aço inoxidável WIKA folha de dados TM 73.01 outras aprovações veja página 15 Aplicações Instrumentação geral de s nas indústrias
INDICADORES EM ENGENHARIA DE CONFIABILIDADE PARA A CADEIA PRODUTIVA DE GÁS NATURAL
INDICADORES EM ENGENHARIA DE CONFIABILIDADE PARA A CADEIA PRODUTIVA DE GÁS NATURAL Pedro Duarte Filho 1 José Marta Filho 2 Resumo O setor energético de gás natural vem crescendo rapidamente e tornando-se
Introdução à. Engenharia de Software. Givanaldo Rocha de Souza [email protected] http://docente.ifrn.edu.
"Antes de imprimir pense em sua responsabilidade e compromisso com o MEIO AMBIENTE." Engenharia de Software Introdução à Engenharia de Software Givanaldo Rocha de Souza [email protected] http://docente.ifrn.edu.br/givanaldorocha
ASPECTOS CONCEITUAIS OBJETIVOS planejamento tomada de decisão
FACULDADES INTEGRADAS DO TAPAJÓS DISCIPLINA: CONTABILIDADE GERENCIAL PROFESSOR: JOSÉ DE JESUS PINHEIRO NETO ASSUNTO: REVISÃO CONCEITUAL EM CONTABILIDADE DE CUSTOS ASPECTOS CONCEITUAIS A Contabilidade de
CÓDIGO CRÉDITOS PERÍODO PRÉ-REQUISITO TURMA ANO INTRODUÇÃO
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS ESCOLA DE GESTÃO E NEGÓCIOS CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS, ADMINISTRAÇÃO E ECONOMIA DISCIPLINA: ESTRUTURA E ANÁLISE DE CUSTO CÓDIGO CRÉDITOS PERÍODO PRÉ-REQUISITO
METROLOGIA E ENSAIOS
METROLOGIA E ENSAIOS Requisitos de Calibração e Ensaios Prof. Alexandre Pedott [email protected] Requisitos de Calibração OBRIGAÇÃO DA ISO (PAPELADA) X REDUÇÃO DA VARIAÇÃO (QUALIDADE DO PRODUTO)
Cálculo de resistência para poços de proteção
Informação técnica Cálculo de resistência para poços de proteção WIKA folha de dados IN 00.15 Aplicações O cálculo de resistência para um poço de proteção é uma prova matemática da capacidade do mesmo
Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos. Planejamento do Gerenciamento de Riscos
SENAC Pós-Graduação em Segurança da Informação: Análise de Riscos Parte 2 Leandro Loss, Dr. Eng. [email protected] http://www.gsigma.ufsc.br/~loss Roteiro Introdução Conceitos básicos Riscos Tipos de
Materiais de Construção Civil
Materiais de Construção Civil DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL Prof. Esp. Benedito Ribeiro E-mail: [email protected] Importância e História dos Materiais de Construção É de grande
