Monitoramento em tempo real
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- David Carlos Fonseca
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1 Período de 1//2 a 7//2 No presente relatório são apresentados os dados do monitoramento em tempo real do período de 1// a 7//, bem como os resultados dos perfis diários no rio Madeira e nos tributários Teotônio (TEO), Jatuarana I (JAT I) e Jaci-Paraná (JAC.1). Foram apresentados também os perfis do igarapé Ceará (CEA e CEA.1), realizado no dia 7//. Monitoramento em tempo real O monitoramento em tempo real está sendo realizado continuamente em duas estações: uma a montante do eixo da barragem da UHE Santo Antônio e uma a jusante, na margem esquerda. Os resultados das variáveis avaliadas são apresentados de forma descritiva, com resultados mínimos e máximos, e representados em forma de gráficos de acordo com as estações de monitoramento. Os dados são apresentados brutos, ou seja, sem o tratamento para a remoção dos outliers. Na estação de montante a temperatura média da água foi de 2, ±, C, (média ± DP), com mínima de 2,8 C no dia 1//2 e máxima de 27,4 C em //2. Na estação de jusante a temperatura média da água foi de 27, ±,11 C, (média ± DP), com mínima de 2, C no dia 1//2 e máxima de 27, C em 7//2. A condutividade da estação de montante variou entre µs/cm e 7 µs/cm, enquanto na estação de jusante variou entre 7 µs/cm e 7 µs/cm. A média das estações foi semelhante, sendo de 7,1 ± 1,77 (média ± DP) na estação de jusante esquerda e 8, ± 1, (média ± DP) na estação de montante. A partir do dia 2// o ph foi um pouco maior na estação de jusante. Na estação de montante, o ph variou de, (//2) a,7 (7//2), com média de,74 ±,2 (média ± DP). Na estação de jusante da margem esquerda, o ph apresentou-se levemente básico. A média para todo o período foi de,8 ±,1 (média ± DP), variando entre, (1//2) e
2 7,1 (7//2). A Resolução CONAMA 7/2 determina que os valores de ph estejam entre e em corpos de água doce de Classe 2, como é o caso. A média da turbidez na estação de montante foi de 28,14 ± 2,4 NTU, com mínima de 21,1 NTU observada em 7//2 e máxima de 1,8 NTU em 4//2, ao passo que a turbidez média na estação de jusante da margem esquerda foi de 11,2± 2,7 NTU, com mínima de 2 NTU, observada em 7//2, e máxima de 78, NTU, observada em 4//2. A Resolução CONAMA 7/2 determina uma turbidez máxima de 1 NTU para corpos de água doce de Classe 2. Todas as medições foram superiores a esse limite. O rio Madeira é naturalmente muito túrbido, como já constatado pelo Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e pelo Programa de Monitoramento Limnológico da UHE Santo Antônio, de modo que somente em períodos de águas baixas, ocasionalmente, são registrados valores de turbidez inferiores a 1 NTU. No período de águas altas do rio Madeira, a turbidez tende a ser mais elevada, como é o caso. Na estação de montante a concentração média do oxigênio foi de 7,14 ±,22 mg/l, variando entre,84 mg/l (//2) e 7,7 mg/l (7//2). O oxigênio dissolvido médio da estação de jusante esquerda foi de,4 ±,11 mg/l, com mínima de,27 mg/l observada em //2 e máxima de,71 mg/l em 1//2. Os altos valores observados nessa estação são resultados do fluxo da água após a passagem pelos vertedouros, o que força a difusão de oxigênio para a água. A Resolução CONAMA 7/2 determina uma concentração mínima de mg/l de oxigênio dissolvido para corpos de água doce de Classe 2. Todas as medições foram superiores a esse valor mínimo. As concentrações de sólidos totais dissolvidos (TDS) das estações foram semelhantes, com média de,4 g/l, mínima de,42 g/l e máxima de,4 g/l a montante. A jusante da barragem a média foi de, g/l, mínima de,4 g/l e máxima de,48 g/l. A Resolução CONAMA 7/2 determina uma concentração máxima de TDS de, g/l para corpos de água doce de Classe 2. Todas as medições foram inferiores a esse limite. 2
3 MONTANTE/JUSANTE 2 ) 28 ( C ra tu 27 ra e p m T e 2 2 1/ 2/ / 4/ / / 7/ MON JUS ESQ 8 ) 7 S / c m (u e d a7 id tiv u d n o C 1/ 2/ / 4/ / / 7/ MON JUS ESQ 8, 8 7, H p 7,, 1/ 2/ / 4/ / / 7/ MON JUS ESQ
4 MONTANTE/JUSANTE ) U T4 (N z e id rb 2 T u 1/ 2/ / 4/ / / 7/ MON JUS ESQ g / L ) (m o id lv iso d io n ê x ig O / 2/ / 4/ / / 7/ MON JUS ESQ,, / L ) (g S D T,4,4, 1/ 2/ / 4/ / / 7/ MON JUS ESQ 4
5 Perfis diários da coluna d água A seguir são apresentados os perfis diários realizados nas estações no rio Madeira (MON.1) e nos tributários Teotônio (TEO), Jatuarana I (JAT I) e Jaci-Paraná (JAC.1), entre os dias 1// e 7//. O igarapé Ceará (CEA e CEA.1) foi amostrado no dia 7//. Foi utilizada sonda multiparâmetro, modelo YSI2 v2-2, para medições de temperatura da água, potencial hidrogeniônico (ph), condutividade elétrica, turbidez e concentração de oxigênio dissolvido a cada cm de profundidade no eixo vertical da coluna d água. A transparência da água foi obtida com disco de Secchi. Os limites preconizados para corpos de água doce da Classe 2 da Resolução CONAMA 7/2 foram usados como referência para classificação dos corpos d água amostrados. A referida resolução determina uma concentração mínima de oxigênio dissolvido de mg/l, um intervalo de ph de a e uma turbidez máxima de 1 NTU. Na estação JAC.1, o oxigênio dissolvido apresentou leve decréscimo em direção ao fundo nos dias amostrados. As concentrações de oxigênio foram inferiores ao limite de mg/l preconizado pela Resolução CONAMA 7/2 em alguns dias amostrados, mas não foram registrados valores inferiores a mg/l, valor de corte estabelecido para essa estação durante o enchimento e estabilização. O ph, apresentou-se levemente ácido, estando em alguns dias abaixo de, portanto, fora do intervalo de a. À exceção dos dias 1, 2 e 4/, a coluna d água nesta estação não apresentou estratificação térmica. Nos dias amostrados houve pequena variação em relação a condutividade. A turbidez apresentou pouca variação no período amostrado, atendendo ao limite preconizado pela Resolução CONAMA 7/2 de 1 NTU. A estação TEO apresentou leve padrão de estratificação térmica e química na coluna d água, para alguns dias amostrados. A água encontrada nessa estação tende a ter características semelhantes à de MON.1, indicando que parte da água é proveniente do rio Madeira. O ph esteve dentro do intervalo de a preconizado pela Resolução CONAMA 7/2. Por outro lado, a turbidez foi superior ao limite de 1 NTU preconizado pela referida resolução, o que é esperado uma vez que essas águas apresentaram características similares às do rio Madeira, que é muito turvo. A condutividade, no igarapé Teotônio apresentou pequena variação ao longo dos dias monitorados. A estação JAT I apresentou concentrações de oxigênio dissolvido superiores ao limite de mg/l, preconizado pela Resolução CONAMA 7/2 em todos os dias monitorados. Nos dias, 4 e /, apresentaram uma pequena faixa com valores abaixo de mg/l, voltando a aumentar após 4m de profundidade. Os dias 2 e /, mostraram valores abaixo do mencionado, entre 1,7 a 7,17m. Adicionalmente, os valores foram superiores a mg/l (valor de corte estabelecido para esta estação no período de enchimento e estabilização) nas camadas superficiais. A temperatura decresceu em direção ao fundo, evidenciando a ocorrência de estratificação térmica neste período avaliado. A turbidez apresentou valores inferiores a 1 NTU nas camadas
6 superficiais, exceto no dia 7/. Entretanto nas camadas mais profundas foram encontrados valores mais elevados, acima do preconizado pela legislação. A condutividade apresentou pequena variação nos dias amostrados. O ph esteve dentro do intervalo de a preconizado pela Resolução CONAMA 7/2, tendendo a diminuir em direção ao fundo. Na estação TEO as concentrações de oxigênio dissolvido foram superiores a mg/l, valor estabelecido pela Resolução CONAMA 7/2, exceto dia 4/ que registrou 4, mg/l. Na estação JAT I, os valores de oxigênio, no período avaliado, variaram entre,7 mg/l (min.) a 7,7 mg/l (max.), sendo a média de, ±,72 mg/l (média ± DP). Na estação MON.1, localizada próxima à barragem do reservatório, houve leve diminuição do oxigênio dissolvido em direção ao fundo. As concentrações foram superiores a mg/l, portanto, estando de acordo com o valor de corte de 4 mg/l, estabelecido para esta estação no período de enchimento e estabilização, e respeitando o limite estabelecido pela Resolução CONAMA 7/2 em toda a coluna d água. A coluna d água manteve-se homogênea com leve tendência de estratificação térmica no dia /. O ph tendeu a reduzir-se em direção ao fundo, porém sempre atendendo ao limite de a, previsto pela resolução supracitada. A condutividade variou pouco no perfil vertical. Já a turbidez apresentou-se maior, ao longo do gradiente vertical. O rio Madeira é naturalmente turvo e, desta forma, o limite de 1 NTU preconizado pela Resolução CONAMA 7/2 não foi atendido em nenhuma ocasião. A estação CEA não apresentou estratificação térmica e química. As concentrações de oxigênio dissolvido nessa estação no dia amostrado estiveram acima mg/l, variando de 7,77 (fundo) a 7,4 mg/l (superfície). A condutividade não apresentou variação em direção ao fundo. O ph demonstrou pequena variação no perfil vertical, tendo estado no intervalo de a preconizado pela referida resolução. A turbidez apresentou pouca variação ao longo da coluna d água, com valores superiores a 1 NTU. A água encontrada nessa estação está com característica semelhante à de MON.1, indicando que parte da água neste ponto está sofrendo influência do rio Madeira. A estação CEA.1 apresentou coluna d água homogênea, com leve decréscimo a partir dos,17 m. Essa dinâmica também foi observada para o oxigênio dissolvido, o qual apresentou valores inferiores a mg/l em toda coluna d agua, não atendendo ao limite mínimo preconizado pela CONAMA 7/2. O ph tendeu a diminuir em direção ao fundo, sendo levemente ácido, atendendo o intervalo estabelecido pela resolução competente. Em ecossistemas amazônicos, durante o período de enchente e águas altas é comum o alagamento de áreas cobertas por vegetação e o aumento na entrada de matéria orgânica. Este fato pode ser uma característica
7 semelhante à encontrada em períodos anteriores ao enchimento neste igarapé, porém também associada à formação do reservatório. JAC.1 Oxigênio dissolvido (mg/l), 4 4,, Temperatura (ºC) ph,, Condutividade (µs/cm) Turbidez (NTU) Transparência (cm) 4 8 1/ 2/ / 4/ / / 7/ 1//2 2//2 //2 4//2 //2 //2 7//2
8 JAT I Oxigênio dissolvido (mg/l) ph, 7 7, Temperatura (ºC) Condutividade (µs/cm) Turbidez (NTU) Transparência (cm) / 2/ / 4/ / / 7/ 1//2 2//2 //2 4//2 //2 //2 7//2 8
9 TEO Oxigênio dissolvido (mg/l) 4 7 Temperatura (ºC) ph, 7 7, Condutividade (µs/cm) Turbidez (NTU) 2 4 Tranparênca (cm) 1 1 1/ 2/ / 4/ / / 7/ 1//2 2//2 //2 4//2 //2 //2 7//2
10 MON.1 Oxigênio dissolvido (mg/l) ph, 7 7, Temperatura (ºC) Condutividade (µs/cm) Turbidez (NTU) / 2/ / 4/ / / 7/ 1//2 2//2 //2 4//2 //2 //2 7//2 1
11 CEA P ro fu n d id a d e (m ) Oxigênio dissolvido (mg/l) Temperatura (ºC) P ro fu n d id a d e (m ) ph,, 7, 8, Condutividade (us/cm) Turbidez (NTU) P ro fu n d id a d e (m ) 7//2 Transparência (cm ) 1
12 CEA.1 Oxigênio dissolvido (mg/l) Temperatura (ºC) ph,, 7 7, Condutividade (µs/cm) 1 Turbidez (NTU) Transparência (cm) 2 4 7//2
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