MINISTÉRIO DA FAZENDA
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- Eliza Lucinda Castelhano Soares
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1 137 CC02/C01 Fls. MINISTÉRIO DA FAZENDA SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES PRIMEIRA CÂMARA Processo nº /00-14 Recurso nº Matéria PIS Acórdão nº Sessão de 26 de abril de 2007 Recorrente Recorrida MAGGION INDÚSTRIA DE PNEUS E MÁQUINAS LTDA. DRJ em Campinas - SP Assunto: Contribuição para o PIS/Pasep Período de apuração: 01/04/1989 a 31/05/1989, 01/07/1989 a 31/07/1989, 30/11/1990 a 31/12/1990, 01/01/1991 a 30/04/1991, 01/06/1991 a 30/06/1991. Ementa: PRESCRIÇÃO. A despeito da posição pessoal contrária do relator, visando à celeridade processual, tendo em vista a posição predominante desta Câmara consubstanciada em reiterados acórdãos, considera-se que o prazo para pleitear restituição/compensação de valores pagos indevidamente em razão da inconstitucionalidade dos Decretos-Leis nºs e 2.449, ambos de 1988, prescreve em cinco anos contados da publicação da Resolução do Senado Federal nº 49/95. SEMESTRALIDADE. BASE DE CÁLCULO. COMPENSAÇÃO. Até fevereiro de 1996, a base de cálculo do PIS, nos termos do parágrafo único do art. 6º da LC nº 7/70, corresponde ao faturamento do sexto mês anterior ao da ocorrência do fato gerador, sem correção monetária, sendo a alíquota de 0,75%. O contribuinte tem direito de apurar o eventual indébito com base neste critério, ficando a homologação dos cálculos a cargo da autoridade administrativa competente. Recurso provido. Vistos, relatados e discutidos os presentes autos.
2 Processo n.º /00-14 Acórdão n.º Fls. ACORDAM os Membros da PRIMEIRA CÂMARA do SEGUNDO CONSELHO DE CONTRIBUINTES, JOSEFA MARIA COELHO MARQUES Presidente MAURÍCIO TAVEIRA E SILVA Relator Participaram, ainda, do presente julgamento, os Conselheiros Fernando Luiz da Gama Lobo D'Eça, Antônio Ricardo Accioly Campos, José Antonio Francisco, Cláudia de Souza Arzua (Suplente) e Gileno Gurjão Barreto.
3 Relatório MAGGION INDÚSTRIA DE PNEUS E MÁQUINAS LTDA., devidamente qualificada nos autos, recorre a este Colegiado, através do recurso de fls. 103/115, contra o Acórdão nº , de 24/08/2005, prolatado pela Delegacia da Receita Federal de Julgamento em Campinas - SP, fls. 96/99, que indeferiu solicitação de restituição/compensação do PIS (fl. 1), referente a períodos compreendidos entre abril/89 e junho/91 (fls. 2/12), num montante de R$ ,15, protocolizado em 13/09/2000. O pedido foi indeferido pela autoridade fiscal, fls. 66/68, sob a alegação de que o direito de a contribuinte pleitear a restituição ou compensação do indébito estaria extinto, uma vez que o prazo para repetição de indébitos, inclusive aqueles relativos a tributo ou contribuição pagos com base em lei posteriormente declarada inconstitucional pelo STF, seria de cinco anos, contados da data da extinção do crédito. A interessada protocolizou manifestação de inconformidade de fls. 71/77, apresentando os seguintes argumentos: 1. o pagamento efetivado por força de lei declarada inconstitucional não é indébito tributário, mas apenas indébito, razão pela qual deve ser aplicada a regra prevista no art. 1º do Decreto nº /32, pelo qual o prazo de cinco anos de toda e qualquer ação contra a Fazenda Pública prescreve em cinco anos da data do ato ou fato do qual se originarem; 2. assim, aduz que a contagem do prazo para se pleitear a restituição inicia-se, na verdade, em 10/10/1995, com a publicação da Resolução nº 49 do Senado Federal, momento em que os Decretos-Leis nºs 2.445/88 e 2.449/88 deixaram de produzir efeitos a todos os contribuintes; e 3. o entendimento do Superior Tribunal de Justiça é no sentido de que a extinção do crédito tributário opera-se com a homologação do lançamento, o que na prática resulta num prazo de dez anos: cinco para a homologação tácita e mais cinco para o exercício do direito à restituição de recolhimento indevido. Ao final, requereu o deferimento de seu pedido de restituição e a validação das compensações efetivadas. ementa: A DRJ em Campinas - SP indeferiu a solicitação, tendo o Acórdão a seguinte Assunto: Normas Gerais de Direito Tributário Período de apuração: 01/04/1989 a 30/06/1991 Ementa: PIS. RESTITUIÇÃO DE INDÉBITO. EXTINÇÃO DO DIREITO. AD SRF 96/99. VINCULAÇÃO. Consoante Ato Declaratório SRF 96/99, que vincula este órgão, o direito de o contribuinte pleitear a restituição de tributo ou contribuição pago indevidamente extingue-se após o transcurso do prazo de cinco anos, contados da data do pagamento, inclusive nos casos de tributos sujeito à homologação ou de declaração de inconstitucionalidade. Solicitação Indeferida.
4 A contribuinte encaminhou, via Sedex, tempestivamente, em 28/10/2005, recurso voluntário de fls. 103/115, baseando sua defesa nos mesmos argumentos anteriormente aduzidos. Ao final, requer seja acolhido o recurso, julgando-o inteiramente procedente, anulando a decisão de primeira instância e reconhecendo o direito à restituição das importâncias de PIS pagas a maior, para efeitos de compensação de tais valores. É o Relatório.
5 Voto Conselheiro MAURÍCIO TAVEIRA E SILVA, Relator O recurso é tempestivo, atende aos requisitos de admissibilidade previstos em lei, razão pela qual dele se conhece. Quanto ao tema prescrição, concordo com a decisão recorrida ao considerar prescritos os créditos, após decorridos cinco anos do seu pagamento. Diferente do que aduz a recorrente, trata-se de um indébito tributário, o qual se rege pelo art. 168, I, do CTN, que fixa o prazo de cinco anos para pleitear restituição, da data da extinção do crédito tributário, caracterizado pelo pagamento indevido. Nem a declaração de inconstitucionalidade no controle concentrado, nem a Resolução do Senado Federal no controle difuso, e tampouco um ato de caráter geral do Executivo que reconheça a inconstitucionalidade, têm o condão de ressuscitar direitos patrimoniais prescritos segundo as regras do CTN. Apesar de controversa, esta questão ficou sanada com a edição da Lei Complementar nº 118, de 09/02/2005, posto que o seu art. 3º esclarece a interpretação que deve ser dispensada ao caso: Art. 3 Para efeito de interpretação do inciso I do art. 168 da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de Código Tributário Nacional, a extinção do crédito tributário ocorre, no caso de tributo sujeito a lançamento por homologação, no momento do pagamento antecipado de que trata o 1 do art. 150 da referida Lei. À luz desse artigo, o início da contagem de prazo prescricional se verifica no momento do pagamento. Deste modo, tendo o pedido sido protocolizado em 13/09/2000, encontram-se com o direito de restituição/compensação extinto todos os recolhimentos efetuados, tendo em vista terem sido alcançados pelo instituto da prescrição. A despeito das considerações acima esposadas acerca do entendimento deste Relator quanto ao prazo prescricional, registre-se que esse não reflete a opinião predominante desta Câmara, cujo consenso converge no sentido de que o prazo qüinqüenal para apresentação de pedido de restituição de recolhimentos efetuados sob a vigência de norma inconstitucional inicia-se na data da publicação da resolução senatorial que a tenha afastado do ordenamento jurídico, em face da impossibilidade de apresentação de pedido de restituição anteriormente a essa data. Portanto, segundo o pensamento predominante desta Câmara, o contribuinte que tenha protocolizado sua solicitação de restituição até 10/10/2000, cinco anos da publicação da Resolução do Senado nº 49/95, tem direito à restituição de todos os recolhimentos efetuados anteriormente, objeto desta Resolução. Corroborando o exposto, traz-se à colação as seguintes ementas:
6 NORMAS PROCESSUAIS. PRESCRIÇÃO. INCONSTITUCIONALIDADE. RESOLUÇÃO DO SENADO FEDERAL. Na hipótese de suspensão da execução de lei por resolução do Senado Federal, o prazo de cinco anos para apresentação do pedido, relativamente aos recolhimentos efetuados sob a vigência da lei inconstitucional, inicia-se na data da publicação da resolução. PIS. SEMESTRALIDADE DA BASE DE CÁLCULO. Até anteriormente à vigência da MP nº 1.212, de 1995, a base de cálculo do PIS devido pelas empresas vendedoras de mercadorias ou mistas era o faturamento do sexto mês anterior ao da ocorrência do fato gerador. Recurso provido. (Acórdão nº ; Recurso nº ; relator José Antonio Francisco; Data da Sessão: 11/08/2005). PIS. PRESCRIÇÃO. O prazo para pleitear restituição/compensação de valores pagos indevidamente em razão da inconstitucionalidade dos Decretos-Leis nºs e 2.449, ambos de 1988, prescreve em cinco anos contados da publicação da Resolução do Senado Federal nº 49/95. SEMESTRALIDADE. Até fevereiro de 1996, a base de cálculo do PIS, nos termos do parágrafo único do art. 6 o da LC n o 7/70, corresponde ao faturamento do sexto mês anterior ao da ocorrência do fato gerador, sem correção monetária até a data do respectivo vencimento (Primeira Seção do STJ - Resp n o RS - e CSRF), sendo a alíquota de 0,75%. Recurso provido. (Acórdão nº ; Recurso nº ; relator Gustavo Vieira de Melo Monteiro; Data da Sessão: 01/12/2004). Desta forma, visando à celeridade processual, de modo a evitar a necessidade de designação de relator para o acórdão, após ter consignado o seu entendimento pessoal, este Relator rende-se aos seus pares e adota o entendimento majoritário desta Câmara, segundo o qual não ocorreu a prescrição, posto que o pedido de restituição foi protocolizado em 13/09/2000. Com relação ao próximo tema, há que se reconhecer assistir razão à recorrente quanto à semestralidade no cálculo do PIS, solicitada no pedido de compensação de fls. 13/16, como se demonstrará e consoante reiteradas decisões do STJ e da CSRF, conforme exposto. Com efeito, após a declaração de inconstitucionalidade dos Decretos-Leis nºs 2.445/88 e 2.449/88 pelo STF e a edição da Resolução do Senado Federal que suspendeu suas eficácias erga omnes, começaram a surgir interpretações, que visavam, na verdade, mitigar os efeitos da inconstitucionalidade daqueles dispositivos legais para valorar a base de cálculo da contribuição ao PIS, entre elas a de que a base de cálculo seria o mês anterior, no pressuposto de que as Leis nºs 7.691/88, 7.799/89 e 8.218/91, teriam revogado tacitamente o critério da semestralidade, até porque ditas leis não tratam de base de cálculo e sim de prazo de pagamento, sendo impossível se revogar tacitamente o que não se regula. Na verdade, a base de cálculo da contribuição para o PIS, eleita pela LC nº 7/70, art. 6º, parágrafo único, permaneceu incólume e em pleno vigor até a edição da MP nº 1.212/95, tendo em vista que toda a legislação editada entre os dois supracitados instrumentos normativos, não se reportou à base de cálculo da contribuição para o PIS.
7 Outrossim, a matéria já foi deveras debatida, inclusive no âmbito do STJ, de onde destaco a seguinte ementa: TRIBUTÁRIO E PROCESSUAL CIVIL - VIOLAÇÃO AO ART. 535 DO CPC - OMISSÃO QUANTO À ANÁLISE DE QUESTÃO CONSTITUCIONAL - SÚMULA 356/STF - PIS - SEMESTRALIDADE - FATO GERADOR - BASE DE CÁLCULO - CORREÇÃO MONETÁRIA. 1. Não cabe ao STJ, a pretexto de violação ao art. 535 do CPC, examinar omissão em torno de dispositivo constitucional, sob pena de usurpar a competência da Suprema Corte na análise do juízo de admissibilidade dos recursos extraordinários. Mudança de entendimento da Relatora em face da orientação traçada no EREsp /PR. 2. O PIS semestral, estabelecido na LC 07/70, diferentemente do PIS/REPIQUE - art. 3º, letra a da mesma lei - tem como fato gerador o faturamento mensal. 3. Em benefício do contribuinte, estabeleceu o legislador como base de cálculo, entendendo-se como tal a base numérica sobre a qual incide a alíquota do tributo, o faturamento de seis meses anteriores à ocorrência do fato gerador - art. 6º, parágrafo único da LC 07/ A incidência da correção monetária, segundo posição jurisprudencial, só pode ser calculada a partir do fato gerador. 5. Corrigir-se a base de cálculo do PIS é prática que não se alinha à previsão da lei e à posição da jurisprudência. 6. Recurso especial improvido. (REsp nº /RS, DJ de 30/06/2003, pg. 225, Min. Rel. Eliana Calmon). Este também tem sido o entendimento na esfera administrativa, cujas ementas inframencionadas da CSRF, assim o demonstram: PIS - Compensação de créditos de PIS/Semestralidade. A base de cálculo do PIS das empresas industriais e comerciais, até a edição da Medida Provisória nº 1.212/95, era o faturamento do sexto mês anterior ao da ocorrência do fato gerador, sem correção monetária. Os indébitos oriundos de recolhimentos efetuados nos moldes dos Decretos-Leis nºs 2.445/88 e 2.449/88, declarados inconstitucionais pelo STF, deverão ser calculados considerando essa sistemática de cálculo (semestralidade). A compensação dos créditos apurados na forma preconizado neste acórdão não enseja glosa por parte do órgão fazendário. (Acórdão CSRF/ ; Recurso nº ; relator Henrique Pinheiro Torres; Data da Sessão: 11/05/2004). PIS - SEMESTRALIDADE - BASE DE CÁLCULO - A base de cálculo do PIS, até o início da incidência da MP nº 1.212/95, em 01/03/1996, corresponde ao faturamento do sexto mês anterior ao da ocorrência do fato gerador, sem correção monetária (Primeira Seção STJ - Resp nº RS - e CSRF). (Acórdão CSRF/ ; Recurso nº ; relator Leonardo de Andrade Couto; Data da Sessão: 24/01/2005).
8 Desse modo, procede o pleito da recorrente no sentido de que seu possível indébito deve ser apurado em relação ao que seria devido pela LC nº 7/70, considerando-se o faturamento do sexto mês anterior ao do recolhimento, sem correção monetária. Registre-se que eventuais indébitos deverão ser corrigidos segundo as normas que regem a matéria, quais sejam: Lei nº 8.383/91, art. 66; IN SRF nº 22/96, e os índices oficiais constantes da tabela anexa à Norma de Execução Conjunta SRF/Cosit/Cosar nº 08, de 27/06/97, até 31/12/1995, sendo que a partir dessa data passa a incidir exclusivamente juros equivalentes à taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia - SELIC para títulos federais, acumulada mensalmente, até o mês anterior ao da compensação ou restituição e de 1% relativamente ao mês em que estiver sendo efetuada, por força do art. 39, 4º, da Lei nº 9.250/95. Assim procedendo, a administração tributária corrige de modo igualitário, tanto os indébitos quanto os seus créditos tributários, não havendo previsão legal para deferimento de correção integral incluindo os acréscimos de inflação expurgados nos planos de estabilização econômica. Ante o exposto, dou provimento ao recurso voluntário para reconhecer o direito à compensação de eventuais indébitos, corrigidos conforme supradito, e que o montante do crédito tributário seja apurado segundo o determinado pela Lei Complementar n o 7/70, ou seja, na alíquota de 0,75% aplicada sobre o faturamento do sexto mês anterior ao da ocorrência do fato gerador, sem correção monetária. Fica, entretanto, resguardado o direito à Secretaria da Receita Federal no tocante à conferência quanto à certeza e liquidez de tais créditos, visando a competente homologação dos cálculos e da compensação. Sala das Sessões, em 26 de abril de MAURÍCIO TAVEIRA E SILVA
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AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL Nº 202.733 - PR (2012/0144391-7) RELATOR AGRAVANTE ADVOGADOS AGRAVADO AGRAVADO AGRAVADO ADVOGADO : MINISTRO SIDNEI BENETI : BANCO BRADESCO S/A : MATILDE DUARTE GONÇALVES DANIEL
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MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA Nº 825/2013 - PGGB RECURSO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 31959/DF RECTE : VILMA MARTINS DE AZEVEDO RECDO : UNIÃO ADVOGADO: BRUNO DE ALBUQUERQUE BAPTISTA
Legislação e tributação comercial
6. CRÉDITO TRIBUTÁRIO 6.1 Conceito Na terminologia adotada pelo CTN, crédito tributário e obrigação tributária não se confundem. O crédito decorre da obrigação e tem a mesma natureza desta (CTN, 139).
CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ
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ACÓRDÃO Registro: 2013.0000251389 Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº 0128060-36.2010.8.26.0100, da Comarca de São Paulo, em que é apelante AGÊNCIA ESTADO LTDA, é apelado IGB ELETRÔNICA
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Recurso n.º : 301-121524 Matéria : DRAWBACK/ISENÇÃO Recorrente : FAZENDA NACIONAL Recorrida : 1ª CÂMARA DO TERCEIRO CONSELHO DE CONTRIBUINTES Interessada : COMPAQ COMPUTER BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.
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FLS.1/cl Apelante: R W Factoring Fomento Mercantil Ltda Apelado: Beauty Dental Clinic Ltda Apelado: Egberto Jose Hallais França Carneiro Junior RELATOR: DES. VALÉRIA DACHEUX APELAÇÃO CÍVEL. EMBARGOS À
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PUBLICADA A DECISÃO DO ACÓRDÃO No D.O. de 21 / 09 / 2010 Fls. 07 SECRETARIA DE ESTADO DE FAZENDA CONSELHO DE CONTRIBUINTES Sessão de 20 de julho de 2010 SEGUNDA CÂMARA RECURSO Nº - 35.357 ACORDÃO Nº 8.335
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PETIÇÃO INICIAL RECLAMAÇÃO CONSTITUCIONAL ASPECTOS JURÍDICOS E PROCESSUAIS DA RECLAMAÇÃO Trata-se de verdadeira AÇÃO CONSTITUCIONAL, a despeito da jurisprudência do STF a classificar como direito de petição
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COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 2.804, DE 2011 (Apenso: Projeto de Lei nº 3.768, de 2012) Altera o art. 103 da Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, que dispõe sobre os Planos
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PUBLICAÇÃO DA DECISÃO DO ACÓRDÃO No D.O. 04 / 12 / 2014 Fls.: 07 SERVIÇO PÚBLICO ESTADUAL Rubrica: ID:42833175 Sessão de 07 de outubro de 2014 SEGUNDA CÂMARA RECURSO Nº - 51.113 ACÓRDÃO Nº 12.374 C. P.
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1 ACÓRDÃO 001/2011 Processo: 11022 /2011 Requerente: Sbardecar Comercial Sbardelotto de Carros Ltda Assunto: Recurso Voluntário- ITBI Ementa: ITBI. Não incidência. Lapso temporal. Atividade preponderante.
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Ministério da Previdência Social Conselho de Recursos da Previdência Social 18ª Junta de Recursos Número do Processo: 44232.470324/2015-48 Unidade de Origem: AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL SÃO LEOPOLDO
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Número do 1.0024.10.148765-0/001 Númeração 1487650- Relator: Relator do Acordão: Data do Julgamento: Data da Publicação: Des.(a) Raimundo Messias Júnior Des.(a) Raimundo Messias Júnior 05/08/2014 19/08/2014
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COMPENSAÇÃO NO DIREITO TRIBUTÁRIO
COMPENSAÇÃO NO DIREITO TRIBUTÁRIO Rafael da Rocha Guazelli de Jesus * Sumário: 1. Introdução 2. O Instituto da Compensação 3. Algumas legislações que tratam da compensação 4. Restrições impostas pela Fazenda
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RECURSO ESPECIAL Nº 1.409.688 - SP (2013/0336707-5) RELATOR : MINISTRO HERMAN BENJAMIN RECORRENTE : FAZENDA NACIONAL ADVOGADO : PROCURADORIA-GERAL DA FAZENDA NACIONAL RECORRIDO : EDS ELECTRONIC DATA SYSTEMS
As hipóteses de extinção do crédito tributário estão no art. 156 do CTN. A forma mais comum de extinção é o pagamento.
RESUMO CONTINUAÇÃO DA AULA ANTERIOR DE PRESCRIÇÃO Prescrição aplicável ao contribuinte (ao sujeito passivo) Prazo que o contribuinte possui para pleitear a devolução de tributos 05 anos contados da extinção
CONSELHO DE CONTRIBUINTES DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Acórdão: 21.242/13/1ª Rito: Sumário PTA/AI: 15.000013787-06
Acórdão: 21.242/13/1ª Rito: Sumário PTA/AI: 15.000013787-06 Impugnação: Impugnante: Proc. S. Passivo: Origem: EMENTA 40.010134004-28, 40.010134005-92 (Coob.) Michele de Paula Assis CPF: 055.137.026-22
Vistos etc. Deferida a liminar, foi notificada a autoridade coatora, tendo esta prestado informações e juntado documentos.
COMARCA DE PORTO ALEGRE 3ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA DO FORO CENTRAL Rua Márcio Veras Vidor (antiga Rua Celeste Gobato), 10 Nº de Ordem: Processo nº: 001/1.10.0178772-3 (CNJ:.1787721-21.2010.8.21.0001) Natureza:
1. CABIMENTO DAS PEÇAS.
1. CABIMENTO DAS PEÇAS. Após o Nascimento do Tributo, mas antes do lançamento: Ação Declaratória de Inexistência da relação jurídica tributária; Mandado de Segurança Preventivo. Após a notificação do contribuinte
Preliminarmente à inscrição em dívida ativa, é necessário, sob pena de nulidade, a constituição do crédito tributário através do lançamento.
A intimação do contribuinte por edital e o protesto da dívida tributária à luz da A constituição da dívida ativa tributária e não tributária do Município pressupõe a inscrição do crédito tributário e não
PARECER Nº. 318/2013/GETRI/CRE/SEFIN
EMENTA: RECURSO EM PEDIDO DE ISENÇÃO DE ICMS DIFERENCIAL DE ALÍQUOTAS AQUISIÇÃO INTERESTADUAL DE PÁ-CARREGADEIRA ITEM 74 DA TABELA I DO ANEXO I DO RICMS/RO NULIDADE DECLARADA PELO DECRETO Nº 15.858/11
PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO CARTILHA DO ADVOGADO
PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO CARTILHA DO ADVOGADO ELABORAÇÃO: COMISSÃO DO CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO Presidente Antonio Augusto Silva Pereira de Carvalho Coordenador
GoVERNO DO EsTADO DO CEARÁ Secretaria da Fazenda CONTENCIOSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO - CONAT CONSELHO DE RECURSOS TRIBUTÁRIOS - CRT
U~. RESOLUÇÃO N 4 49 /2011 2 8 CÂMARA DE JULGAMENTO 134 8 SESSÃO ORDINÁRIA EM: 12/07/2011 PROCESSO N 1/0886/2007 AUTO DE INFRAÇÃO N 1/200700358 RECORRENTE: F. E. SANTOS DIAS RECORRIDA: CÉLULA DE JULGAMENTO
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DIREITO TRIBUTÁRIO I. Sistema Tributário Nacional e Limitações Constitucionais ao Poder de Tributar... 02 II. Tributos... 04 III. O Estado e o Poder de Tributar. Competência Tributária... 08 IV. Fontes
Nota Tributária do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais
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