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1 Fotografia da Estação arqueológica de Campangombe Velho, dirigida por Dr. Miguel Ramos, Escavação financiada pela Junta de Investigações do Ultramar e Instituto de Investigação Científica de Angola. A informática ao serviço da Préhistória: um novo olhar Programa Interministerial Tratamento e Divulgação do Património do IICT /Arquivo Científico Tropical

2 Pré-história e Arqueologia Fotografia da Estação arqueológica de Campangombe Velho, dirigida por Dr. Miguel Ramos, Escavação financiada pela Junta de Investigações do Ultramar e Instituto de Investigação Científica de Angola.

3 Fotografia da Estação arqueológica de Campangombe Velho, dirigida por Dr. Miguel Ramos, Escavação financiada pela Junta de Investigações do Ultramar e Instituto de Investigação Científica de Angola. Quatro anos à descoberta do património: A colecção Arqueológica de Angola

4 Colecção Arqueológica de Angola Ponta bifacial Quif-1/1 Já parcialmente organizada e inventariada em suporte de papel; Artefactos essencialmente líticos, provenientes de recolhas de superfície levadas a cabo pela Missão Antropológica de Angola, chefiada pelo Professor António de Almeida nos anos 50; Escavações Arqueológicas levadas a cabo pelo Dr. Miguel Ramos nos anos 60.

5 nº da Carta Arqueológica n.º da Estação Arqueológica Machado /850 Constatou-se que esta Colecção se encontra ordenada por sítios arqueológicos. Cada Sítio Arqueológico possui um código de Estação numérico. Estação Arqueológica de Campangombe Velho Este código é composto pelo número da carta arqueológica e pelo número da Estação.

6 Reserva de materiais líticos da Colecção Arqueológica de Angola do IICT Esta colecção encontra-se disposta por estantes de metal, tabuleiros de madeira numerados e caixas de cartão;

7 Pesquisa bibliográfica Houve necessidade de uma pesquisa bibliográfica aprofundada, de forma a nos contextualizarmos, uma vez que a realidade arqueológica de Angola difere da realidade europeia: Como exemplo: Os períodos cronológicos não acontecem em simultâneo e têm terminologias diferentes.

8 A informatização da colecção Lítica 2 fases: BD Access: Inventário geral da Colecção; BD MATRIZ: Inventário individual de peças.

9 2ª Fase Inventário individual de peças BD: MATRIZ: Programa de inventário e gestão de Colecções Museológicas, promovido pelo Instituto dos Museus e da Conservação em uso nas Instituições Museológicas sob sua tutela;

10 OBJECTOS LÍTICOS DA COLECÇÃO ARQUEOLÓGICA DE ANGOLA DO IICT Raspador 33-1/58 Biface /352 Ponta 398-3/196 Ponta 33-1/47 Ponta 374-5/3 Ponta 334-9/6

11 1. Escolha da Estação Arqueológica a inventariar, segundo o critério: rio: ordem crescente de representatividade dentro da colecção Arqueológica de Angola; Limpeza de Artefactos; Marcação de peças, caso estas não possuam número n de inventário; Identificação das peças, materiais e função; Selecção de peças mais significativas dentro do conjunto, segundo os critérios: rios: função, material, representatividade dentro do período cronológico, técnica t e beleza.

12 Estação Arqueológica de Campangombe 2. Contextualização da Estação ão: : pesquisa do historial da Estação, o modo de Incorporação, datação; Estudo da peça: : identificação, função, informação técnica, t medição e pesagem, descrição; Registo e tratamento de imagem: : inserção de fotografias do Sítio S Arqueológico, da peça a e desenhos relacionados.

13 3. Carregamento de todos estes dados na ficha individual de inventário MATRIZ; Novo acondicionamento das peças, caso se justifique.

14 MatrizWeb Interface Internet do Matriz

15 BD: MATRIZ Possibilita: a uniformização das Colecções Arqueológicas; o carregamento de fichas individuais de inventário; uma constante actualização da informação; a rápida r visualização de um objecto e seu contexto; Através s do Módulo M MatrizWeb as fichas de inventário encontram-se acessíveis a todo o público.

16 Os númerosn Colecção Arqueológica de Angola: peças; Organizadas: artefactos; Seleccionadas e inseridas no MATRIZ: peças e cerca de 7152 fotografias digitais principais e c. de 730 imagens digitalizadas; Disponibilizadas no módulo m MatrizWeb: peças. Medição de objecto lítico com craveira

17 Um especial agradecimento às investigadoras Dr.ª Lívia Ferrão, Doutora Ana Cristina Roque e Doutora Conceição Rodrigues pela total disponibilidade em ceder informação e pelo apoio ao trabalho desenvolvido!

18 Trabalho e Apresentação desenvolvidos pelas bolseiras: Ana Coelho Paula Fonseca Janeiro de 2009

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