MICOSES SUBCUTÂNEAS E PROFUNDAS. Prof. Benedito Corrêa ICB/USP

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1 MICOSES SUBCUTÂNEAS E PROFUNDAS Prof. Benedito Corrêa ICB/USP

2 ESPOROTRICOSE SPOROTHRIX SCHENCKII SCHENCK, 1898 EUA SMITH, 1910 EUA Sporotrichum HEKTOEN & PERKINS, 1910m Absesso subcutâneo semelhante ao narrado por Schenck. Denominação: Spototrichum schenckii. BEURMANN, 1916 Paris Hospital Sanint Louis 36 nódulos. AFRICA DO SUL, casos. HCFMUSP, : 104 casos da doença (0,5%) em relação as demais dermatoses. Rio de Janeiro (1998 a 2009) casos em humanos e em gatos São Paulo grande número de casos na Zona Leste da cidade.

3 Etiologia Sporothrix schenckii S. brasiliensis S. globosa S. mexicana S. luriei

4 EPIDEMIOLOGIA DA ESPOROTRICOSE O AGENTE FUNGO UBIQUITÁRIO REAÇÃO INTRADÉRMICA Reservatório Natural SOLO VEGETAIS PORTA DE ENTRADA VIA DIRETA VIA INDIRETA

5 POPULAÇÃO DE RISCO CAÇADORES MANIPULADORES DE PLANTAS ATIVIDADES RECREATIVAS INCIDÊNCIA Sexo Idade

6 CONTÁGIO POR INOCULAÇÃO (ESPOROTRICOSE)

7 ESPOROTRICOSE Agente: Sporothrix schenckii Fungo Dimórfico 25 o C Forma filamentosa (bolor) 37 O C Forma Leveduriforme Reservatórios Naturais: solo e vegetais Formas Clínicas: Linfocutânea Cutânea Fixa Extra-cutânea Pulmonar primária Disseminada

8 ESPOROTRICOSE: FORMA LINFOCUTÂNEA

9 ESPOROTRICOSE: FORMA LINFOCUTÂNEA

10 ESPOROTRICOSE: FORMA LINFOCUTÂNEA

11 ESPOROTRICOSE:FORMA CUTÂNEA LOCALIZADA

12 ESPOROTRICOSE: FORMA LINFOCUTÂNEA

13 Sporothrix schenckii: Exame direto

14 Sporothrix schenckii : Cultivo a 25 o C

15 Sporothrix schenckii MICROSCOPIA DE CULTIVO A 25 o C Fase filamentosa

16 Sporothrix schenckii: Fase Y (LEVEDURIFORME)

17 MICOSES SISTÊMICAS Prof. Benedito Corrêa ICB/USP

18 Fungos causadores de micoses sistêmicas apresentam uma série de características em comum Distribuição geográfica definida Agentes são encontrados no solo e em dejetos de animais A principal porta de entrada são as vias aéreas superiores

19 HISTOPLASMOSE HISTÓRICO: SAMUEL TAYLOR DARLING 1905 ROCHA LIMA 1913 DeMOMBREUM 1934 EUA Histoplasmose infecção INTRADERMORREAÇÃO AGENTE: Histoplasma capsulatum HABITAT: solo úmido, ph levemente ácido enriquecido com fezes de morcego, pombos, galinhas CONTÁGIO: INALAÇÃO POPULAÇÃO DE RISCO:

20 HISTOPLASMOSE: CONTÁGIO

21

22 DIMORFISMO TÉRMICO 25ºC 37ºC

23 Evolução dos esporos de Histoplasma capsulatum

24 O Histoplasma capsulatum se multiplica ativamente nas células ganglionares do fígado e do baço

25 Histoplasma capsulatum: Cultivo a 25ºC

26 H. capsulatum: Microconídios e macroconídios ornamentados (Estalagmósporos)

27 H. capsulatum: macroconídios ornamentados

28

29 H. Capsulatum: cultivo a 37ºC

30 H. capsulatum: células leveduriformes (Fase Y)

31 H. capsulatum: parasitismo intracelular

32 H. capsulatum: parasitismo intracelular

33 As lesões buco-faríngeas (lingua e palato) são as exteriorizações mais frequentes da Histoplasmose

34 HISTOPLASMOSE

35 COCCIDIOIDOMICOSE Etiologia: Coccidioides immitis Coccidioides posadasii Habitat: solo de áreas desérticas e semidesérticas

36 COCCIDIOIDOMICOSE: HISTOPATOLÓGICO

37 VIDA SAPROFÍTICA 25º C- Aspecto Macroscópico: Colônias brancas Aspecto microscópico: Artroconídios 37º C- Esférulas e hifas

38

39 PARACOCCIDIOIDOMOCOSE HISTÓRICO: 1908 LUTZ 1912 SPLENDORE (Zymonema brasiliensis) 1930 ALMEIDA (Paracoccidioides brasiliensis) RIBEIRO (Sulfanilamida) 1953 FAVA NETTO (Imunologia) 1958 LACAZ - SAMPAIO (Anfotericina B) 1971 Nome da moléstia (Paracoccidioidomicose) DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA: MÉXICO ARGENTINA BRASIL > COLÔMBIA > VENEZUELA SÃO PAULO >>CASOS

40 Paracoccidioides brasiliensis e Paracoccidioides lutzii

41 EPIDEMIOLOGIA HABITAT DO FUNGO: SOLO E VEGETAIS FORMA S DE CONTÁGIO: INALAÇÃO FERIMENTOS INQUÉRITO EPIDEMIOLÓGICO: PARACOCCIDIOIDINA

42 Epidemiologia Isolado do solo (4 vezes) Primeira vez ocorreu na Venezuela a partir de solo de plantação de café. Países que apresentam maior incidência da doença têm tradição cafeeira. Detecção molecular de genes relacionados ao P. brasiliensis em órgãos de animais silvestres atropelados nas estradas do interior do Estado de São Paulo: Trato digestivo de alguns animais. Tatu suspeita-se que possa ser um reservatório do fungo na natureza e a sua distribuição geográfica coincide com a da paracoccidioidomicose. Tatu Cobaia Porco-espinho Quati Furão

43 Epidemiologia Distribui-se pelas regiões tropicais e subtropicais da América Latina. Não foram registrados casos no Chile, Nicarágua, El Salvador, Guiana, Suriname e algunas ilhas do caribe.

44 Paracoccidioidomicose Doença Aguda ou sub aguda (tipo juvenil Crônica (adulto) -3 a 5 % dos casos -Unifocal ou multifocal -Rápida disseminação dos fungos -Acomete indivíduo jovem -Pode levar meses ou anos para se tornar aparente -Representa 90 % dos casos --Forma mais grave e de -Mais frequente em indivíduos do pior diagnóstico sexo masculino faixa etária de 30 a 40 anos

45 PARACOCCIDIOIDOMICOSE

46 P. brasiliensis: Exame microscópico direto

47

48 Características Macro/Microscópicas a 25 o C Colônias brancas lisas, produzindo micélio aéreo curto. Microscopicamente observa-se hifas septadas, poucos conídios, alguns clamidoconídios.

49 Micélio de Paracoccidioides spp.

50 Características Macro/Microscópicas a 37 o C Colônias cerebriformes e brilhantes. Microscopicamente observase células arredondadas, com brotamentos, semelhantes às estruturas verificadas em parasitismo.

51 P. brasiliensis: Histopatológico Gomori- Grocott

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