NOTA TÉCNICA DE PESQUISA
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- João Pedro Delgado Casado
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1 Desenvolvimento de espécies nativas em gradiente ambiental em Área de Preservação Permanente de rio na Caatinga (CAA15) / Avaliação de técnicas de restauração florestal na caatinga em área de mata ciliar (CAA16) Por Maria da Penha Moreira Gonçalves Recife / Julho Contextualização NOTA TÉCNICA DE PESQUISA O Projeto Biomas está em andamento desde 2010 no País e tem por objetivo viabilizar soluções com árvores para a proteção, recuperação e o uso sustentável de propriedades rurais nos diferentes biomas brasileiros. Nesse contexto está inserido o Projeto Biomas Caatinga, que realiza pesquisas em área do semiárido Brasileiro. Esse projeto tem suas ações desenvolvidas em área experimental da Fazenda Triunfo, localizada no município de Ibaretama, Ceará. No Projeto Biomas Caatinga está sendo desenvolvidos dois subprojetos em Área de Preservação Permanente do Rio Pirangi. O primeiro subprojeto, de código CAA 15, é intitulado: Desenvolvimento de espécies nativas em gradiente ambiental em Área de Preservação Permanente de rio na Caatinga. O segundo subprojeto, CAA 16, é intitulado: Avaliação de técnicas de restauração florestal na caatinga em área de mata ciliar. De acordo com o exposto esse documento objetiva descrever de forma sucinta o andamento das atividades dos dois subprojetos supracitados.
2 2. Subprojeto CAA 15 - Desenvolvimento de espécies nativas em gradiente ambiental em Área de Preservação Permanente de rio na Caatinga O subprojeto CAA 15 possui como objetivo Caracterizar e avaliar a influencia do gradiente ambiental ocorrente em margem de rio na caatinga no desenvolvimento inicial de espécies nativas. As atividades de implantação desse subprojeto iniciaram dia 05 de abril de 2014, com a limpeza efetiva das três áreas, sendo dia 9 de abril iniciado o plantio. Figura 1. Plantio das mudas com detalhe do uso do hidrogel antes do plantio.
3 Estão sendo testadas 6 espécies nativas da caatinga em 3 tipos de solo, em um gradiente edáfico que vai desde a margem do Rio Pirangi até o interior da propriedade. Os solos trabalhados nessa seqüência são: Solo 1= Planossolo Háplico Eutrófico solódico vertissólico; Solo 2 = Vertissolo Hidromórfico Sódico salino, e Solo 3 = Neossolo FlúvicoTa Eutrófico vertissólico. As espécies testadas em cada tipo de solo foram: coronha (Vachellia farnesiana (L.) Wight & Arn.); ingá bravo (Lonchocarpus sericeus (Poir.) Kunthex DC.), mutamba (Guazuma ulmifolia Lam.); sabonete (Sapindus saponária L.) sabiá (Mimosa caesalpiniifolia Benth) e trapiá (Crataeva tapia L.). As espécies foram plantadas em espaçamento 2 x 2 m, sendo disposta em 8 parcelas por tipo de solo e cada parcela composta por 36 plantas (6 indivíduos por espécie). Para isso foi utilizada 1300 m² de área experimental por tipo de solo. No total foram plantadas 864 mudas nas três áreas. Nas mesmas parcelas foi ainda testado o efeito do hidrogel na sobrevivência e desenvolvimento das espécies, sendo esse usado em metade das parcelas para fins de comparação (4 parcelas), conforme Figura 2. Figura 2. Croqui de distribuição das mudas em cada tipo de solo.
4 Mensalmente tem sido coletado dados de sobrevivência e desenvolvimento das mudas (diâmetro do colo e altura), além do teor de umidade do solo, que é determinado a partir de coleta de solo de 0-20cm e 20-40cm (Figura 3). Figura 3. Coleta de solo para determinação da umidade e coleta de diâmetro do colo e altura em diferentes tipos de solo. Apesar das mudas terem sido plantada em ano de estiagem atípica, com precipitação após plantio das mudas entorno de 260 mm, optou-se por não realizar irrigação artificial das mudas após cessado o período chuvoso, já que faz parte do objetivo da pesquisa verificar a sobrevivência das espécies nos diferentes ambientes de forma natural, ou seja conforme a situação de estiagem ocorrida e que possa gerar resultados passíveis de ser usados em trabalhos posteriores em outras propriedades da caatinga. Até a presente data foram coletados dados de 3 meses.
5 O banco de sementes do solo de cada tipo de solo foi também coletado no tempo 0, no primeiro mês de plantio, esse foi coletado em gabarito de 20x20cm e a profundidade de 5 cm. No total foram coletadas 12 amostras. As amostras foram levadas para o viveiro da Universidade Federal Rural de Pernambuco e acondicionadas em bandejas plásticas. As bandejas contendo solo estão sendo irrigadas quando necessário, de modo a manter as condições de umidade adequadas à germinação (Figura 4). A germinação do banco de sementes será acompanhada durante 12 semanas, sempre se retirando das bandejas os indivíduos já identificados. Os indivíduos jovens, cuja identificação permanecer duvidosa, será transplantado para recipientes maiores, até desenvolverem-se a ponto de possibilitar o seu reconhecimento. Ao final das 12 semanas será cessada a irrigação por dois meses quando o solo será revolvido e, novamente, irrigado por mais 12 semanas, a fim de promover a germinação de sementes que eventualmente fiquem sem condições de germinar. A identificação das espécies está sendo feita por consulta à bibliografia específica, por comparação com o material do Herbário da Universidade Federal Rural de Pernambuco e do Instituto de Pesquisas do Pernambuco IPA. Figura 4. Banco de semente do solo em análise no viveiro da UFRPE. As espécies herbáceas presentes em cada tipo de solo também foram coletadas para identificação, assim como foi realizado levantamento
6 florístico do fragmento florestal próximo a área experimental, visando facilitar a identificação do material germinado no banco de sementes do solo e material coletado nos coletores da chuva de sementes do subprojeto CAA16, a ser detalhado posteriormente. Devido à grande heterogeneidade de manchas de solo observada em internamente em cada área experimental, foram coletados amostras de solo de cada tipo de solo para realizar análise química e física. Em cada tipo de solo foram coletadas 8 amostras de 0-20cm e 8 amostras de 20-40cm, tendo sido essas compostas por 5 sub amostras coletadas em cada parcela. No total foram coletadas 48 amostras de solo. Tais amostras foram encaminhadas para análise no laboratório de química do solo da Universidade Federal Rural de Pernambuco. 3. Subprojeto CAA 16 - Avaliação de técnicas de restauração florestal na caatinga em área de mata ciliar O objetivo desse subprojeto é avaliar o efeito de diferentes modelos de restauração ecológica, no restabelecimento de área de mata ciliar. Os experimentos foram instalados em abril de 2014 e estão sendo testados a regeneração natural, nucleação com poleiros e plantio de mudas em 4 tratamentos, sendo esses os seguintes: Tratamento 1 = Regeneração natural Tratamento 2 = poleiros artificiais; Tratamento 3 = poleiros naturais e Tratamento 4 = plantio de mudas Para os tratamentos 1, 2 e 4 foi selecionada área de 1800 m² localizada no vertissolo hidromórfico das margens do Rio Pirangi, onde foram instaladas quatro parcelas de cada tratamento. Em relação ao tratamento 1, foram instalados três coletores de sementes de 1m² cada em cada parcela, onde será esse usado como tratamento controle da chuva de sementes dos tratamentos 2 e 3. No tratamento 2 foram instalados 24 poleiros artificiais, sendo cada poleiro composto por duas varetas de madeira com 1 m de comprimento
7 cada, fixadas em cruz no alto de um poste de madeira com 2 m de altura. Metade dos poleiros foram instalados coletores de sementes para verificar a dispersão de sementes nesses, onde serão coletados durante 12 meses. Nos poleiros que não foram instalados coletores foi realizada a coleta de banco de sementes do solo em baixo de cada poleiro no tempo 0 e será coletada novamente ao final de 12 meses sendo quantificada e monitorado por 12 meses a regeneração natural embaixo desses. Para o tratamento 3 foram selecionados 4 grupos de carnaúba ao longo da área de vertissolo hidromórfico. Cada grupo foi composto por 6 indivíduos de carnaúba, sendo em três desses monitorada a chuva de sementes por meio da instalação de coletores e os outros três coletado banco de sementes do solo. A chuva de sementes será monitorada por 12 meses e a regeneração natural em baixo das carnaúbas por mais 12 meses. Figura. Detalhe dos coletores instalados nos poleiros secos e vivos e coleta de chuva de sementes.
8 No tratamento 4 está sendo usada para fins de comparação as mesmas mudas plantadas no vertissolo avaliada no sub-projeto CAA15, conforme metodologia já descrita.
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