TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS DE EXPLOSÕES
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- Derek da Mota
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1 II SEMINÁRIO PREVENÇÃO & PROTEÇÃO CONTRA EXPLOSÃO NA INDÚSTRIA TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS DE EXPLOSÕES Palestrante: Dr. Anthony Brown RISIKO Análise de Segurança 18 de Abril
2 ESTUDOS DE RISCOS PREVENÇÃO ANÁLISE DE RISCO PROTEÇÃO CORREÇÃO
3 ANÁLISE DE RISCO Conceito: RISCO = f ( PROBABILIDADE OCORRÊNCIA vs SEVERIDADE DAS CONSEQUÊNCIAS)
4 EXPLOSÃO Liberação instantânea e violenta de ENERGIA, associada a uma expansão muito rápida r de gás. g
5 Consequências da EXPLOSÃO: Danos Materiais e Estruturais Danos Físicos F às s Pessoas Danos à Imagem da Empresa INCÊNDIO EMISSÃO TÓXICAT EFLUENTES
6 Critérios rios de Danos à EXPLOSÃO EFEITOS FISIOLÓGICOS SOBREPRESSÕES (bar) Limite de ruptura dos tímpanos 0,35 Limite de danos ao pulmão 0,70-0,85 50% de probabilidade de ruptura dos tímpanos 1,05-1,40 Limite de mortalidade 2,11-2,95 Dose letal 50% 2,95-4,0 Dose letal 100% 4,0-5,63 EFEITOS MATERIAIS SOBREPRESSÕES (bar) Quebra de vidros 0,025-0,05 Deslocamento de placas ou paredes de galpão 0,070-0,15 Deslocamento de batentes de madeira 0,17-0,25 Esmagamento de tanques metálicos 0,20-0,30 Ruptura de estruturas de madeira 0,35-0,50 Tombamento de veículos ou vagões de trem/metrô 0,50-0,80 Destruição de prédios com andares 0,60-0,90 Ruptura de paredes de concreto com pouca armação 0,70-2,0 Ruptura de paredes de concreto com quantidade normal de 1,50-3,50 ferragem
7 FASES DE AVALIAÇÃO : CLASSIFICAÇÃO DO PERIGO HISTÓRICO DE ACIDENTES IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS VULNERABILIDADES ESTIMATIVA DE RISCOS AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DE RISCOS ANÁLISE DE MITIGAÇÃO DE RISCOS
8 Critério rio CETESB para Estudos de Avaliação de Riscos: Se dp < ds Se dp > ds Estudo de Análise de Riscos (EAR) Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) d p distância da população d s distância segura
9 Tipos de Técnicas T adotadas em Prevenção de EXPLOSÕES: Qualitativas Semi Quantitativas Quantitativas Custo Benefício
10 TÉCNICAS IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS DE EXPLOSÃO APP HAZOP (HAZ( HAZard & OPerability) FMEA What If AAF / AAE
11 Técnicas Qualitativas: Análise Preliminar de Perigos APP What-If ou E SE Check Lists de Segurança An.. de Modos de Falhas e Efeitos FMEA An.. de Conformidade de Segurança
12 Técnicas Semi Quantitativas: Análise Estatística stica de Acidentes Análise Árvore de Eventos AAE Análise Árvore de Falhas - AAF Análise Determinística - modelos
13 Técnicas Quantitativas: Análise Árvore de Falhas Quantv. AAF Análise de Árvore de Eventos Quantv. Cálculo de Vulnerabilidades Estimativa de Riscos Social & Individual
14 Custo Benefício de Riscos de Explosão: Modelos Integrados de Probabilidade, Consequências e Dados Econômicos. CBRE visa: Determinar nível n ÓTIMO de Redução de Potencial de Explosão, aplicando-se em Prevenção + Proteção.
15 Potenciais analisados nas Técnicas: T Tipo de Perigo Causas Consequências Detecção Classificação de Risco (MATRIZ) Medidas Mitigadoras (existentes + propostas) Acompanhamento da implantação das MM
16 MATRIZ DE RISCO IV Categoria de Consequencias Critico III II I A B C D E Probabilidade de Ocorrencia Insignificante Baixo Moderado Serio Catastrófico
17 APP & What-If : CAUSA CONSEQUENCIA NIVEIS RISCO ou SEVERIDADE SALVAGUARDAS AÇÕES Nível de Risco ou Severidade: MATRIZ. Ideal para área de estocagem (APP).
18 HAZOP DESVIOS CAUSAS CONSEQUENCIAS NIVEL RISCO PROTEÇÕES AÇÕES Desvios de Processo: Ex: P + -;; T + -;; N + -;; Q + -;; OCO Ideal para Processos com > P & T
19 FMEA: COMPONENTE MODO DE FALHA EFEITOS DETECÇÃO AÇÕES Não analisa Falha de Modo Comum
20 Árvore de Eventos Quantitativa
21 Árvore de Falhas Quantitativa ABERTURA DA PSV DA TUBULAÇÃO DE H2 COM 3 DE DIÂMETRO 1,0 E-4 OC/ANO + FALHA ESPÚRIA DA PSV (70 bar) 2 E-5 INCÊNDIO SOBREPRESSÃO EXTERNO 1 E-6 8 E-5. FALHA SISTEMA DE SEGURANÇA 3,8 E-4 FALHA NA VÁLVULA REGULADORA DE PRESSÃO 2,1E-1
22 Análises de Consequências / Vulnerabilidade para Explosões Consequências: : Aplicativos de computador PHAST, CHEMS Plus,, SUPERCHEMS, SAFETY, CFD, FLACS Vulnerabilidade: Pessoas & Materiais Probits de EISENBERG
23 CONSEQUÊNCIAS EXPLOSÃO TANQUE DE ÁLCOOL HIDRATADO Dados do tanque: Diâmetro:13,4 m H = 12,2 m Capac.: m 3 Vapores confinados no Vapores confinados no tq.. = 10% Nível de Danos da Explosão de Vapores: Distâncias de Segurança: a: 51 m 0,05 bar possível quedas 25 m 0,17 bar 1% ruptura tímpanost 15 m 0,45 bar 50% ruptura tímpanost 8 m 1,00 bar 1% fatalidade e ou 95% ruptura tímpanost
24 CONSEQUÊNCIAS EXPLOSÃO TANQUE DE ÁLCOOL ANIDRO Dados do tanque: Diâmetro:11,5 m H = 12,2 m Capac.: m 3 Vapores confinados no Vapores confinados no tq.. = 10% Nível de Danos da Explosão de Vapores: Distâncias de Segurança: a: 45 m 0,05 bar possível quedas 20 m 0,17 bar 1% ruptura tímpanost 12 m 0,45 bar 50% ruptura tímpanost 7 m 1,00 bar 1% fatalidade e ou 95% ruptura tímpanost
25 CONSEQUÊNCIAS EXPLOSÃO TANQUES DE GASOLINA / DIESEL Dados dos tanques: Diâmetro:13,4 m H = 17,1 m Capac.: m 3 Vapores confinados no Vapores confinados no tq.. = 10% Nível de Danos da Explosão de Vapores: Distâncias de Segurança: a: 80 m 0,05 bar possível quedas 35 m 0,17 bar 1% ruptura tímpanost 20 m 0,45 bar 50% ruptura tímpanost 11 m 1,00 bar 1% fatalidade e ou 95% ruptura tímpanost
26 Estimativa Quantitativa de Riscos vs Aceitabilidade de Riscos Risco Social & Individual Aceitabilidade: 10-4 / ano (CETESB)
27 ANÁLISE DE RISCO Aceitável ALARP Intolerável ALARP as low as reasonable practicle
28 ESTUDOS DE RISCOS O sucesso dos Estudos de Avaliação de Riscos de EXPLOSÃO depende: CULTURA (Política de SHMA) Conscientização da Diretoria / Gerência Treinamento
29 ESTUDOS DE RISCOS Contato: Tel: : [email protected] [email protected] Site: Site:
30 ESTUDOS DE RISCOS OBRIGADO pela PARTICIPAÇÃO.
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