setor sucroalcooleiro

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "setor sucroalcooleiro"

Transcrição

1 Análise de Riscos de Acidentes Industriais i para o setor sucroalcooleiro Dennys Spencer de Maio Gerente Geral de Operações Planeta Ambiental S/A 1

2 PLANO DA APRESENTAÇÃO I. A Problemática II. Conceitos Básicos III. Análise de Riscos de Acidentes Industriais: a. Plantas Industriais a. Área de Produção e Estocagem b. Planos de Emergência (Contingência e Atendimento Emergencial) c. Treinamentos e Simulados b. Transportes Terceirizados a. Auditoria Invisível

3 A PROBLEMÁTICA Acidentes em Plantas Industriais Incêndio em usina consumiu 8 milhões de litros de álcool e durou 15 horas. (O Globo 29/09/2007) Acidentes de trabalho em usinas superam o da construção civil. (Folha de São Paulo 29/04/2008). /2008) Incêndio em Usina de Álcool dura 11 horas. (Diário da Manhã 05/09/2009)

4 A PROBLEMÁTICA Acidentes e Roubos de Carga de Álcool no Transporte Caminhão carregado com álcool l tomba e pega fogo em Paulínia. ( 24/01/2008) Explosão causa morte e pânico na BR-101. ( 19/02/2009). Desvio de álcool chega a R$ 2 milhões em Perobal. (Tribuna de Cianorte 16/10/2009)

5 A PROBLEMÁTICA Estatística de Acidentes do Estado de São Paulo Período: 1978 até setembro de 2008 Total de acidentes: 7497 Armazenamento 2,5% Descarte 5,2% Industria - Produção 7,1% Mancha Órfã 1,6% Nada Constatado 9,3% Não Identificada 5,1% Outras 11,5% Postos e Sistemas Retalhistas de Combustíveis 9% Transporte Ferroviário 1,1% Transporte Marítimo 4,8% Transporte por Duto 2,6% Transporte Rodoviário 40,2% FONTE: CETESB (2008)

6 CONCEITOS BÁSICOS SOCIEDADE MODERNA QUESTÃO AMBIENTAL DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL x BOA QUALIDADE AMBIENTAL PRECAUÇÃO RESPONSABILIDADE PREVENÇÃO POLUIDOR - PAGADOR EQUILÍBRIO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL LIMITE DEMOCRATICO PRINCÍPIOS DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

7 CONCEITOS BÁSICOS Fenô ômen os Fenômeno Perigoso x Acidente Intensidade Sem vítimas Acidente Fenômeno Perigoso Presença de alvos Consequências de gravidade

8 CONCEITOS BÁSICOS PERIGO Propriedade intrínseca a uma substância, a um processo/sistema técnico, a um organismo de natureza a trazer um impacto negativo sobre um elemento vulnerável. RISCO A combinação da probabilidade de ocorrência de um evento perigosos (incidente ou acidente) e a gravidade de suas consequências sobre os elementos vulneráveis.

9 CONCEITOS BÁSICOS PREVENÇÃO INTERVENÇÃO RECUPERAÇÃO

10 PREVENÇÃO PREVENÇÃO

11 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS O QUE É? O Risco Industrial Ambiental é um evento acidental que se produz sobre uma planta industrial com base nos produtos e processos perigosos colocando em risco os funcionários, o patrimônio e o meio ambiente. LEIS E NORMAS O emprego predominante do estudo de análise de risco acontece durante o licenciamento ambiental de fontes potencialmente geradoras de acidentes ambientais. Lei Nº Política Nacional do Meio Ambiente; Resolução CONAMA N 237 Licenciamento Ambiental; Normas ABNT; e Norma Cetesb P4.261.

12 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS OBJETIVOS DA ANÁLISE DE RISCOS DE ACIDENTES Bases para decisões Implementar medidas de segurança e planos de gerenciamento de riscos e de emergência Licenciar a instalação e a operação da planta industrial Definir o uso de solo ao redor para proteger a população : Plano de uso de ocupação do solo Meio de produzir um conhecimento útil para o gerenciamento do risco Identificar as fontes de perigo Identificar os cenários dos acidentes: causas e conseqüências Definir as funções e medidas de segurança Medir o risco

13 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS PLANO DE TRABALHO Norma CETESB P Caracterização Ambiental da Planta Industrial 2. Detalhamento da planta industrial 3. Identificação dos produtos manipulados e processos industriais (PID) 4. Análise Preliminar de Perigos (APP) 5. Estudo de Análise de Riscos (EAR) 6. Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) 7. Cartografia dos Riscos 8. Plano de Atendimento de Emergência (PAE)

14 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS 1. CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL DA PLANTA INDUSTRIAL Área de Proteção Ambiental Área Industrial Área Urbana Corpo hí drico

15 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS 2. DESCRIÇÃO E FUNCIONAMENTO DA INSTALAÇÃO Canal de Navegação Via férrea Ponto de descarregamento Propano (C3H8) Estocagem de Álcool Escritório Produção Sala de contrôle Estrada Cloro (Cl) Vizinho

16 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS 2. DESCRIÇÃO E FUNCIONAMENTO DA INSTALAÇÃO Ponto de descarregamento Estocagem de Álcool

17 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS 3. ANÁLISE DOS PROCESSOS INDUSTRIAIS - PID

18 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS 4 e 5. Estudo de Análise de Riscos Evento Inicial EI e EI Céna ario EI EI EI no Evento Central EC EC Fenômenos Perigosos FP1 FP2 EI EI no EC APP; AMDEC; HAZOP; etc

19 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS 4 e 5. QUANTIFICAÇÃO Q DOS RISCOS Evento Inicial 10 ² Evento Central Fenômenos Perigosos EI EI EI NC 1 10 ³ 10 ³ no EC FP1 FP2 E D C B A loga(a.b) = logaa + logab

20 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS Risco = Probabilidade Intensidade Vulnerabilidade Fenômeno Consequências F(Eventos iniciadores) Cultura do risco Eficiência do gerenciamento Eficiência das Medidas de segurança Características dos Eventos principais = Substância envolvida, quantidade, vazão Número e características dos elementos potencialmente expostos Probabilidade (frequência) Intensidade Vulnerabilidade

21 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS 6. PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DOS RISCOS - PGR Nivel de consequencia V. Desastroso Nível de probabilidade E D C B A 11, 12, 13, 14, IV. Catrastrófico III. Importante 7 1 II. Sério 5, 6, 8, 9, 10, 2, 3 I. Moderado 4 MMR RANG 1 MMR RANG 2 Não

22 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS 7. CARTOGRAFIA DOS Riscos

23 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS 7. CARTOGRAFIA DOS Riscos

24 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS 7. MODELAGEM DOS Riscos

25 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS 7. MODELAGEM DOS Riscos

26 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS INDUSTRIAIS 8. PLANO DE EMERGÊNCIA Plano de Contingência - PC Plano de Atendimento de Emergências - PAE

27 SOLUÇÕES: PREVENÇÃO PREVENÇÃO

28 PREVENÇÃO: TREINAMENTOS E SIMULADOS

29 PREVENÇÃO: TREINAMENTOS E SIMULADOS

30 SOLUÇÕES: PREVENÇÃO PREVENÇÃO

31 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS DE TRANSPORTES Por onde passam os PRODUTOS? - Rotogramas Área de Proteção Ambiental Área Rural Corpo hídrico Área Urbana Área Industrial

32 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS DE TRANSPORTES AUDITORIA INVISÍVEL 1. Rotograma 2. Auditoria Invisível Equipe de Campo Veículos rastreados Controle de velocidade Check List Documentação Fotográfica Filmagem Ranking - Transportadoras

33 PREVENÇÃO: ANÁLISE DE RISCOS DE TRANSPORTES

34 OBRIGADO

ANÁLISE DE RISCO DE ORIGEM TECNOLÓGICA NO ESTADO DE SÃO PAULO. Sandro Roberto Tomaz Setor de Riscos Tecnológicos

ANÁLISE DE RISCO DE ORIGEM TECNOLÓGICA NO ESTADO DE SÃO PAULO. Sandro Roberto Tomaz Setor de Riscos Tecnológicos ANÁLISE DE RISCO DE ORIGEM TECNOLÓGICA NO ESTADO DE SÃO PAULO Sandro Roberto Tomaz [email protected] Setor de Riscos Tecnológicos CONTEÚDO Papel da CETESB Norma CETESB P4.261 Estudo de Análise de Risco

Leia mais

Gestão Integrada: Saúde, MA e Segurança

Gestão Integrada: Saúde, MA e Segurança : Saúde, MA e Segurança Análise e Gerenciamento de Riscos - Qual nível garante a segurança? - O que garante que uma atividade seja segura? - Quais medidas irão garantir a segurança dos envolvidos? seguro?

Leia mais

PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS

PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS Curso de Auto-aprendizagem PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS Estudos de análise de risco em instalações com produtos perigosos José Carlos de Moura Xavier CETESB Análise

Leia mais

PLANOS DE CONTINGÊNCIA, PROGRAMA DE ALERTA E PREPARAÇÃO DE COMUNIDADES PARA EMERGÊNCIAS LOCAIS

PLANOS DE CONTINGÊNCIA, PROGRAMA DE ALERTA E PREPARAÇÃO DE COMUNIDADES PARA EMERGÊNCIAS LOCAIS PLANOS DE CONTINGÊNCIA, PROGRAMA DE ALERTA E PREPARAÇÃO DE COMUNIDADES PARA EMERGÊNCIAS LOCAIS Eduardo Lucena C. de Amorim 1 - INTRODUÇÃO IMPACTOS AMBIENTAIS O impacto ambiental é um desequilíbrio provocado

Leia mais

SUMÁRIO DE REVISÕES. Rev. Data DESCRIÇÃO E/OU ITENS REVISADOS 01 25/02/2014 Modificação do Modelo de APP Análise preliminar de Perigo.

SUMÁRIO DE REVISÕES. Rev. Data DESCRIÇÃO E/OU ITENS REVISADOS 01 25/02/2014 Modificação do Modelo de APP Análise preliminar de Perigo. PROCEDIMENTO PARA ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGO Página: 1 / 8 SUMÁRIO DE REVISÕES Rev. Data DESCRIÇÃO E/OU ITENS REVISADOS 01 25/02/2014 Modificação do Modelo de APP Análise preliminar de Perigo. 02 26/02/2014

Leia mais

Gestão de Riscos Transporte e Armazenamento de Petróleo, Derivados e Gás Natural

Gestão de Riscos Transporte e Armazenamento de Petróleo, Derivados e Gás Natural Aon Risk Solutions Gestão de Riscos Transporte e Armazenamento de Petróleo, Derivados e Gás Natural Risk. Reinsurance. Human Resources. Integração de riscos de processo, projetos, governança e seguros

Leia mais

uma gestão de emergência eficaz

uma gestão de emergência eficaz Estudo de Análise de Risco, a base para uma gestão de emergência eficaz Jacqueline Annita Dadian São Paulo, 6 de outubro de 2016 Conteúdo Contextualização Conceitos básicos Metodologia Case: Trecho Sul

Leia mais

Definição - Plano de Emergência

Definição - Plano de Emergência 1 Definição - Plano de Emergência É um conjunto de procedimentos que visa minimizar as consequências de um evento indesejado. 2 O que temos no Brasil -Leis Federais Decreto nº 2.648, de 1º de julho de

Leia mais

TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS DE EXPLOSÕES

TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS DE EXPLOSÕES II SEMINÁRIO PREVENÇÃO & PROTEÇÃO CONTRA EXPLOSÃO NA INDÚSTRIA TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DE RISCOS DE EXPLOSÕES Palestrante: Dr. Anthony Brown RISIKO Análise de Segurança 18 de Abril 2006 1 ESTUDOS DE RISCOS

Leia mais

O ABC do Combate Eficiente de Princípios de Incêndio

O ABC do Combate Eficiente de Princípios de Incêndio O ABC do Combate Eficiente de Princípios de Incêndio 19/09/2017 Luiz Rebouças Risk Engineer Definição Histórico Principais objetivos dos planos emergências Proteger a vida dos ocupantes das edificações

Leia mais

Engª Quim. Fabiani P. Vitt FEPAM -RS

Engª Quim. Fabiani P. Vitt FEPAM -RS Engª Quim. Fabiani P. Vitt FEPAM -RS MANUAL DE ANALISE DE RISCOS - FEPAM Versões: MAR/2001 e FEV/2016 Avaliação do risco possibilidade de decidir sobre a viabilidade ambiental de um empreendimento. Objetivo:

Leia mais

CASMET ENGENHARIA E CONSULTORIA LTDA Rua Dr. Gilberto Studart, 55, Sala Torre Sul, Cocó, Fortaleza - Ceará (85)

CASMET ENGENHARIA E CONSULTORIA LTDA Rua Dr. Gilberto Studart, 55, Sala Torre Sul, Cocó, Fortaleza - Ceará (85) CASMET ENGENHARIA E CONSULTORIA LTDA Rua Dr. Gilberto Studart, 55, Sala 708 - Torre Sul, Cocó, Fortaleza - Ceará (85) 3032-8045 [email protected] [email protected] www.casmetconsultoria.com.br

Leia mais

PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS

PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS Curso de Auto-aprendizagem PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS Emergências e desastres químicos: Responsabilidade compartilhada Dr. Diego González Machín OPAS/OMS TRABALHO

Leia mais

Itens mínimos de um Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos PGIRS

Itens mínimos de um Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos PGIRS Itens mínimos de um Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos PGIRS 1. Dados gerais 1.1 do empreendedor Razão social Nome fantasia CNPJ Alvará Tipo de atividade Número de licença ambiental (se

Leia mais

Avaliação de riscos em saúde ambiental: caso de acidentes industriais severos

Avaliação de riscos em saúde ambiental: caso de acidentes industriais severos Avaliação de riscos em saúde ambiental: caso de acidentes industriais severos Profa. Adelaide Cassia Nardocci Departamento de Saúde Ambiental FSP/USP AVALIAÇÃO DE RISCOS DE ACIDENTES EM INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS

Leia mais

Tratamento Térmico de Resíduos. Uma Opção para a Destinação do Resíduo: Tratamento Térmico

Tratamento Térmico de Resíduos. Uma Opção para a Destinação do Resíduo: Tratamento Térmico Uma Opção para a Destinação do Resíduo: Tratamento Térmico Florianópolis, 21 de outubro de 2013 Assuntos: Plano de Consultoria do Teste de Queima; Diagnóstico Inicial; Plano do Teste de Queima; Plano de

Leia mais

PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS

PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS Curso de Auto-aprendizagem PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS Gerenciamento de risco Químico Edson Haddad CETESB Gerenciamento de risco Propósito do PGR Programa de Gerenciamento

Leia mais

RELATORIO DE ATENDIMENTO TELEFONE:

RELATORIO DE ATENDIMENTO TELEFONE: DATA / HORA DA OCORRÊNCIA: 10 / 2014 DATA / HORA ACIONAMENTO: 31 / 03 / 2015 às 11h RAZÃO SOCIAL / NOME: DIRETORIA DE INFORMAÇÃO, MONITORAMENTO E FISCALIZAÇÃO - DIMFIS CENTRO DE INFORMAÇÃO DE EMERGÊNCIAS

Leia mais

COMO ELABORAR UM PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS PRE PARA ATENDER AS EXIGÊNCIAS DA NOVA NR-20

COMO ELABORAR UM PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS PRE PARA ATENDER AS EXIGÊNCIAS DA NOVA NR-20 COMO ELABORAR UM PLANO DE RESPOSTA A EMERGÊNCIAS PRE PARA ATENDER AS EXIGÊNCIAS DA NOVA NR-20 A nova Norma Regulamentadora NR-20, em seu item 20.14.2, determina que a empresa deve elaborar o plano de resposta

Leia mais

MUNICÍPIO: CAMPOS DOS GOYTACAZES INSCRIÇÃO ESTADUAL: PROCESSO INEA:

MUNICÍPIO: CAMPOS DOS GOYTACAZES INSCRIÇÃO ESTADUAL: PROCESSO INEA: DATA / HORA DA OCORRÊNCIA: 27 / 03 / 2013 às 11h50 DATA / HORA ACIONAMENTO: DIRETORIA DE INFORMAÇÃO, MONITORAMENTO E FISCALIZAÇÃO - DIMFIS CENTRO DE INFORMAÇÃO DE EMERGÊNCIAS AMBIENTAIS - CIEM SERVIÇO

Leia mais

RELATORIO DE ATENDIMENTO

RELATORIO DE ATENDIMENTO DATA / HORA DA OCORRÊNCIA: 18 / 04 / 2015 às 10h15 DATA / HORA ACIONAMENTO: DIRETORIA DE INFORMAÇÃO, MONITORAMENTO E FISCALIZAÇÃO - DIMFIS CENTRO DE INFORMAÇÃO DE EMERGÊNCIAS AMBIENTAIS - CIEM SERVIÇO

Leia mais

Sumário. Abreviaturas Utilizadas nas Referências e nos Comentários CAPÍTULO I Princípios Fundamentais do Direito Ambiental...

Sumário. Abreviaturas Utilizadas nas Referências e nos Comentários CAPÍTULO I Princípios Fundamentais do Direito Ambiental... Abreviaturas Utilizadas nas Referências e nos Comentários... 19 CAPÍTULO I Princípios Fundamentais do Direito Ambiental... 21 I. Introdução... 21 II. Princípio do desenvolvimento sustentável... 24 III.

Leia mais

ESTRUTURAS GEOTÉCNIAS NA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA

ESTRUTURAS GEOTÉCNIAS NA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA ESTRUTURAS GEOTÉCNIAS NA LEGISLAÇÃO BRASILEIRA Ricardo Carneiro NECESSIDADE DE MELHORIA NA GESTÃO PÚBLICA X INCERTEZAS E INSEGURANÇA JURÍDICA + DESLEGALIZAÇÃO CRESCENTE DO DIREITO ASPECTOS AMBIENTAIS

Leia mais

Guia de Análise de Vulnerabilidades e Medidas de Proteção a Instalações Industriais Químicas

Guia de Análise de Vulnerabilidades e Medidas de Proteção a Instalações Industriais Químicas Guia de Análise de Vulnerabilidades e Medidas de Proteção a Instalações Industriais Químicas III Seminário de Proteção Empresarial São Paulo, 27 de junho de 2007 Agenda Safety x Security Guias de Proteção

Leia mais

PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS

PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS Curso de Auto-aprendizagem PREVENÇÃO, PREPARAÇÃO E RESPOSTA À EMERGÊNCIAS E DESASTRES QUÍMICOS A informação como ferramenta de gestão integral de emergências químicas Dr. Diego González Machín OPAS/OMS

Leia mais

ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO EM INSTALAÇÕES COM PRODUTOS QUÍMICOS

ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO EM INSTALAÇÕES COM PRODUTOS QUÍMICOS 1. Introdução ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO EM INSTALAÇÕES COM PRODUTOS QUÍMICOS Por Ricardo Rodrigues Serpa, Colaborador CETESB, Brasil A evolução da indústria química no mundo, principalmente depois da

Leia mais

EDITAL DELICITAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO N.º 05/2019 DIRETRIZES DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE PARA CONTRATOS ANEXO Q12

EDITAL DELICITAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO N.º 05/2019 DIRETRIZES DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE PARA CONTRATOS ANEXO Q12 1. OBJETIVO 1.1. Estabelecer os requisitos mínimos de Segurança, Meio Ambiente e Saúde no Trabalho, a serem cumpridos pelo CONTRATADO durante a vigência do Contrato, visando evitar a ocorrência de acidentes

Leia mais

Toda pessoa está sujeita a três modalidades de risco:

Toda pessoa está sujeita a três modalidades de risco: Toda pessoa está sujeita a três modalidades de risco: risco genérico a que se expõem todas as pessoas; Exemplo: acidentes de trânsito, na viagem de ida de casa para o trabalho, e vice-versa; risco especifico

Leia mais

Gestão da Prevenção e Combate a Incêndios nas áreas da empresa Vallourec

Gestão da Prevenção e Combate a Incêndios nas áreas da empresa Vallourec Gestão da Prevenção e Combate a Incêndios nas áreas da empresa Vallourec IX ENCONTRO SOBRE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIOS FLORESTAIS Photo 1 Photo 2 Photo 3 A Vallourec no Mundo Presente em mais de 20

Leia mais

REFERÊNCIAS DE SERVIÇOS EXECUTADOS

REFERÊNCIAS DE SERVIÇOS EXECUTADOS REFERÊNCIAS DE SERVIÇOS EXECUTADOS REV 4 - AGOSTO/2012 Engenharia & Sistemas Versão em Português - BR RAIZEN 2012 RAIZEN 2012 UNIB Butadieno-2 2012 Elaboração do Plano de Gerenciamento de Riscos da unidade

Leia mais

DEFESA CIVIL NOÇÕES GERAIS

DEFESA CIVIL NOÇÕES GERAIS DEFESA CIVIL NOÇÕES GERAIS O conceito primário de defesa civil, confunde-se com o estabelecimento da sociedade como conhecemos, pois está ligado à autoproteção exercida pela mesma contra qualquer ameaça.

Leia mais

2.1. Todas as atividades realizadas no escopo do SGI da ABCZ.

2.1. Todas as atividades realizadas no escopo do SGI da ABCZ. 1. OBJETIVO Sistematizar em toda a Empresa a forma de identificar o potencial e de atender a acidentes e situações de emergência, bem como para prevenir e mitigar os impactos ambientais que possam estar

Leia mais

ANÁLISE DE RISCOS PARA TÚNEIS RODOVIÁRIOS

ANÁLISE DE RISCOS PARA TÚNEIS RODOVIÁRIOS ANÁLISE DE RISCOS PARA TÚNEIS RODOVIÁRIOS André Luiz Gonçalves Scabbia - Pesquisador IPT Antônio Carlos Canale - Docente da EESC/USP Douglas Barreto - Pesquisador IPT ANDRÉ SCABBIA FORMAÇÃO Engenheiro

Leia mais

ENCONTRO TÉCNICO SOBRE LOGÍSTICA REVERSA DE ÓLEOS LUBRIFICANTES. Diretrizes para o Licenciamento Ambiental das Atividades Ligadas ao Óleo Lubrificante

ENCONTRO TÉCNICO SOBRE LOGÍSTICA REVERSA DE ÓLEOS LUBRIFICANTES. Diretrizes para o Licenciamento Ambiental das Atividades Ligadas ao Óleo Lubrificante ENCONTRO TÉCNICO SOBRE LOGÍSTICA REVERSA DE ÓLEOS LUBRIFICANTES Lei Federal 12.305/2010 PNRS e Resolução Conama 362/2005 Cuiabá MT 27.ago.2014 Diretrizes para o Licenciamento Ambiental das Atividades Ligadas

Leia mais

nº 08/2016 PMAS - Pense no Meio Ambiente SIRTEC Tema: PREO

nº 08/2016 PMAS - Pense no Meio Ambiente SIRTEC Tema: PREO nº 08/2016 PMAS - Pense no Meio Ambiente SIRTEC Tema: PREO POLÍTICA INTEGRADA DE SEGURANÇA, SAÚDE E MEIO AMBIENTE POLÍTICA INTEGRADA Disponíveis nos murais e no site da empresa PRINCÍPIOS REQUISITOS LEGAIS:

Leia mais

Proteção Civil e o Ordenamento do Território

Proteção Civil e o Ordenamento do Território Proteção Civil e o Ordenamento do Território Carlos Cruz Proteção Civil e o Ordenamento do Território A proteção civil é a atividade desenvolvida pelo Estado, Regiões Autónomas e Autarquias Locais, pelos

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MANOEL GUEDES Escola Técnica Dr. Gualter Nunes Habilitação Profissional de Técnico em Farmácia. Prevenção e Segurança no Trabalho

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MANOEL GUEDES Escola Técnica Dr. Gualter Nunes Habilitação Profissional de Técnico em Farmácia. Prevenção e Segurança no Trabalho Prevencionismo Prevencionismo "... O prevencionismo em seu mais amplo sentido evoluiu de uma maneira crescente, englobando um número cada vez maior de fatores e atividades, desde as precoces ações de reparação

Leia mais

DuPont, sua Cultura de Segurança e PSM

DuPont, sua Cultura de Segurança e PSM DuPont, sua Cultura de Segurança e PSM Eduardo Francisco Gerente Corporativo SSMA Líder PSM América Latina A Cultura DuPont em Segurança, Saúde e Meio Ambiente 1802 Início das operações fábrica de pólvora

Leia mais

11. Qualidade, Ambiente e Segurança. As ferramentas do Engenheiro. Introdução à Engenharia

11. Qualidade, Ambiente e Segurança. As ferramentas do Engenheiro. Introdução à Engenharia 11. Qualidade, Ambiente e Segurança Leonor Norton Brandão - 2009 As ferramentas do Engenheiro Matemática Física Química / Biologia Legislação Metrologia Planeamento Gestão Qualidade Ambiente EMPRESA Segurança

Leia mais

ECOWAY TECNOLOGIA SUSTENTÁVEL

ECOWAY TECNOLOGIA SUSTENTÁVEL 1 FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS. No. do Documento: EC 00001 Data da Publicação: 11-03-2013 Versão: 1.20 Estado Documento:PUBLICADO 1 - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA E DO PRODUTO. ECOWAY

Leia mais

DL 254/2007 Distâncias de Segurança a Instalações Seveso A perspectiva do operador Solvay Portugal, S.A.

DL 254/2007 Distâncias de Segurança a Instalações Seveso A perspectiva do operador Solvay Portugal, S.A. DL 254/2007 Distâncias de Segurança a Instalações Seveso A perspectiva do operador Solvay Portugal, S.A. Célia Duarte HSE Manager Enquadramento e Objectivo O operador Solvay Portugal e o seu enquadramento

Leia mais

Panorama histórico de poluição por óleo no litoral paulista e ações de contingência

Panorama histórico de poluição por óleo no litoral paulista e ações de contingência Panorama histórico de poluição por óleo no litoral paulista e ações de contingência Biól. Íris Regina Fernandes Poffo (DSc) Setor de Atendimento a Emergência CETESB/SMA TEMAS A SEREM ABORDADOS Marcos históricos,

Leia mais

CURSO INTERNACIONAL SOBRE DESASTRES, SAÚDE E DESENVOLVIMENTO EXPOSIÇÃO: EMERGÊNCIAS QUÍMICAS ANDERSON PIOLI

CURSO INTERNACIONAL SOBRE DESASTRES, SAÚDE E DESENVOLVIMENTO EXPOSIÇÃO: EMERGÊNCIAS QUÍMICAS ANDERSON PIOLI CURSO INTERNACIONAL SOBRE DESASTRES, SAÚDE E DESENVOLVIMENTO EXPOSIÇÃO: EMERGÊNCIAS QUÍMICAS ANDERSON PIOLI CETESB A CETESB - Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental é a agência do Governo do Estado

Leia mais

INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL

INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL INSTRUMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL CONTEXTO GLOBALIZADO Avanço de atitudes pró-ativas das empresas que começaram a vislumbrar, através da introdução de mecanismos de gestão ambiental, oportunidades de mercado,

Leia mais

MANUSEIO, ACONDICIONAMENTO, ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Profa. Margarita María Dueñas Orozco

MANUSEIO, ACONDICIONAMENTO, ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Profa. Margarita María Dueñas Orozco MANUSEIO, ACONDICIONAMENTO, ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS Profa. Margarita María Dueñas Orozco [email protected] RESÍDUOS PERIGOSOS Ponto de geração Destino final FASE INTERNA

Leia mais

2.1.2 Resolução CONAMA nº 283, de 12 de julho de Dispõe sobre o tratamento e a destinação final dos resíduos dos serviços de saúde.

2.1.2 Resolução CONAMA nº 283, de 12 de julho de Dispõe sobre o tratamento e a destinação final dos resíduos dos serviços de saúde. IT-1318.R-2 - INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA REQUERIMENTO DE LICENÇAS PARA UNIDADES DE RECICLAGEM E COMPOSTAGEM Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 4.225, de 21 de novembro de 2002. Publicada no DOERJ de

Leia mais

Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00

Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00 Armazenagem Responsável Sistema de Gestão Outubro 2016 rev. 00 Brasil: uma vocação natural para a indústria química País rico em petróleo, gás, biodiversidade, minerais e terras raras Objetivo Desenvolver

Leia mais

Brigada de incêndio. 10ª Edição Outubro / 2016

Brigada de incêndio. 10ª Edição Outubro / 2016 Brigada de incêndio A brigada de incêndio é composta de funcionários treinados para realizar tarefas específicas antes, durante e depois de uma emergência, podendo minimizar perdas potenciais de patrimônio

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Ambientais Aula 3

Gerenciamento de Riscos Ambientais Aula 3 Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão, Auditoria e Perícia Ambiental Gerenciamento de Riscos Ambientais Aula 3 Alexandre Martins Fernandes [email protected] Sorocaba Agosto 2010 Identificação

Leia mais

Todos os Nossos Combos São Ajustáveis às Necessidades de Sua Empresa.

Todos os Nossos Combos São Ajustáveis às Necessidades de Sua Empresa. Todos os Nossos Combos São Ajustáveis às Necessidades de Sua Empresa. A Bee Assessoria & Consultoria, fundada em julho de 2015, oferece soluções integradas e abrangentes de Gestão Responsável para Sustentabilidade,

Leia mais

RELATORIO DE ATENDIMENTO

RELATORIO DE ATENDIMENTO DATA / HORA DA OCORRÊNCIA: 22 / 05 / 2014 às 14h40 DATA / HORA ACIONAMENTO: DIRETORIA DE INFORMAÇÃO, MONITORAMENTO E FISCALIZAÇÃO - DIMFIS CENTRO DE INFORMAÇÃO DE EMERGÊNCIAS AMBIENTAIS - CIEM SERVIÇO

Leia mais

PLANO DE EMERGÊNCIA. Responsável Técnico: Executante: Portador/ Ponto de Uso: Recursos Necessários:

PLANO DE EMERGÊNCIA. Responsável Técnico: Executante: Portador/ Ponto de Uso: Recursos Necessários: TÍTULO: PLANO DE EMERGÊNCIA N.º PRO- -DECG Pág.: 1 de 5 Responsável Técnico: Executante: Portador/ Ponto de Uso: Recursos Necessários: PLANO DE EMERGÊNCIA TÍTULO: PLANO DE EMERGÊNCIA N.º PRO- -DECG Pág.:

Leia mais

LEGISLAÇÃO PERTINENTE EM SAÚDE DO TRABALHADOR POSTOS DE GASOLINA

LEGISLAÇÃO PERTINENTE EM SAÚDE DO TRABALHADOR POSTOS DE GASOLINA LEGISLAÇÃO PERTINENTE EM SAÚDE DO TRABALHADOR POSTOS DE GASOLINA RESOLUÇÃO CONAMA nº 273, de 29 de novembro de 2000 Publicada no DOU nº 5, de 8 de janeiro de 2001, Seção 1, páginas 20-23 Correlações: Alterada

Leia mais

SEMINÁRIO SUL-BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS

SEMINÁRIO SUL-BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS SEMINÁRIO SUL-BRASILEIRO DE GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS A SITUAÇÃO ATUAL DO GERENCIAMENTO DE ÁREAS CONTAMINADAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL FRENTE A RESOLUÇÃO CONAMA nº420/2009 Eng. Quím. Mário

Leia mais

Fundamentos da Gestão de Riscos

Fundamentos da Gestão de Riscos BUSINESS ASSURANCE Fundamentos da Gestão de Riscos Gestão de riscos ambientais Felipe Antunes e Deodato dos Santos SAFER, SMARTER, GREENER DNV GL Fundaçãodatadade 1864 400+ escritórios 100+ países 16.500

Leia mais

TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E ESGOTAMENTO.

TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E ESGOTAMENTO. Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A TÍTULO: DESENVOLVIMENTO DE PLANO DE CONTINGÊNCIA PARA SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E ESGOTAMENTO. TEMA: IV RECURSOS HÍDRICOS NOME DOS AUTORES: Engª Adriana

Leia mais

PROCEDIMENTOS EM CASO DE ACIDENTE COM PRODUTOS QUÍMICOS

PROCEDIMENTOS EM CASO DE ACIDENTE COM PRODUTOS QUÍMICOS 1. Objetivo PROCEDIMENTOS EM CASO DE ACIDENTE COM PRODUTOS QUÍMICOS Este procedimento estabelece os requisitos mínimos para orientar as ações básicas a serem adotadas pelas empresas envolvidas direta ou

Leia mais

Segurança na utilização de explosivos na construção

Segurança na utilização de explosivos na construção Jornadas de Higiene e Segurança no Trabalho Segurança na utilização de explosivos na construção [email protected] Ribeira Grande 13 de Outubro 2016 DESDE 1976 COM ORGULHO! O que fazemos há

Leia mais

11. ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO PRINCIPAIS RESULTADOS DO ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO

11. ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO PRINCIPAIS RESULTADOS DO ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO 11. ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCO 11.1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS O Estudo de Análise de Risco EAR do empreendimento foi elaborado pela empresa GEOCONSULT Consultoria, Geologia & Meio Ambiente Ltda., tendo como

Leia mais

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL

OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL OHSAS 18001:2007 SAÚDE E SEGURANÇA OCUPACIONAL Requisitos gerais, política para SSO, identificação de perigos, análise de riscos, determinação de controles. CICLO DE PDCA (OHSAS 18001:2007) 4.6 ANÁLISE

Leia mais

O Programa AR e o Gerenciamento de Riscos

O Programa AR e o Gerenciamento de Riscos O Programa AR e o Gerenciamento de Riscos Os ganhos com o AR George Tonini Oxiteno ÍNDICE 1. Gestão em HSE 2. Gerenciamento de Riscos 3. Conclusão A Gestão em HSE A Gestão em HSE (Health, Safety and Environment)

Leia mais

Licenciamento Ambiental. Conservação da Biodiversidade 2015

Licenciamento Ambiental. Conservação da Biodiversidade 2015 Licenciamento Ambiental Conservação da Biodiversidade 2015 O que é o licenciamento ambiental? MMA - O licenciamento ambiental é uma obrigação legal prévia à instalação de qualquer empreendimento ou atividade

Leia mais

Análise e Gerenciamento de Risco

Análise e Gerenciamento de Risco Análise e Gerenciamento de Risco Introdução APR HAZOP Árvores Versão: Setembro de 2015 Risco Risco Risco Risco f (frequência, severidade) Risco f (frequência, severidade) Frequência Seguros Probabilidade

Leia mais

MUNICÍPIO: DUQUE DE CAXIAS INSCRIÇÃO ESTADUAL: PROCESSO INEA:

MUNICÍPIO: DUQUE DE CAXIAS INSCRIÇÃO ESTADUAL: PROCESSO INEA: DATA / HORA DA OCORRÊNCIA: 05 / 02 / 2013 às --:--h DIRETORIA DE INFORMAÇÃO, MONITORAMENTO E FISCALIZAÇÃO - DIMFIS CENTRO DE INFORMAÇÃO DE EMERGÊNCIAS AMBIENTAIS - CIEM SERVIÇO DE OPERAÇÕES EM EMERGÊNCIAS

Leia mais

Plano de Gerenciamento de resíduos da construção civil

Plano de Gerenciamento de resíduos da construção civil 1 Plano de Gerenciamento de resíduos da construção civil 2 Definição PGRS é parte integrante da Lei 12.305, de 2010, que instituiu o PNRS Plano Nacional de Resíduos Sólidos; PGRCC é um documento que aponta

Leia mais

RELATORIO DE ATENDIMENTO

RELATORIO DE ATENDIMENTO DATA / HORA DA OCORRÊNCIA: 19 / 01 / 2015 às 14h DIRETORIA DE INFORMAÇÃO, MONITORAMENTO E FISCALIZAÇÃO - DIMFIS CENTRO DE INFORMAÇÃO DE EMERGÊNCIAS AMBIENTAIS - CIEM SERVIÇO DE OPERAÇÕES EM EMERGÊNCIAS

Leia mais

RISCOS. Riscos de origem elétrica. Riscos de queda. Riscos no transporte e com equipamentos. Riscos de ataques de insetos

RISCOS. Riscos de origem elétrica. Riscos de queda. Riscos no transporte e com equipamentos. Riscos de ataques de insetos RISCOS Os riscos à segurança e saúde dos trabalhadores no setor de energia elétrica são, via de regra elevados, podendo levar a lesões de grande gravidade e são específicos a cada tipo de atividade. Contudo,

Leia mais

Correlações: Artigo 4 e Anexo II alterados pela Resolução CONAMA nº 381/06

Correlações: Artigo 4 e Anexo II alterados pela Resolução CONAMA nº 381/06 RESOLUÇÃO CONAMA nº 306, de 5 de julho de 2002 Publicada no DOU n o 138, de 19 de julho de 2002, Seção 1, páginas 75-76 Correlações: Artigo 4 e Anexo II alterados pela Resolução CONAMA nº 381/06 Estabelece

Leia mais

ACIDENTES INDUSTRIAIS AMPLIADOS

ACIDENTES INDUSTRIAIS AMPLIADOS HSA3110-2017 ACIDENTES INDUSTRIAIS AMPLIADOS Profa. Adelaide C. Nardocci FSP/USP 1 Desastres Naturais por continente 2 Desastres Tecnológicos por continente Eventos marcantes 3 Flixborough, Inglaterra

Leia mais