Disposições Preliminares do DIREITO DO IDOSO
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- Aníbal Barros de Almada
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1 Disposições Preliminares do DIREITO DO IDOSO LESSA CURSOS PREPARATÓRIOS
2 CAPÍTULO 1 O ESTATUTO DO IDOSO O Estatuto do Idoso - Lei /2003, é o diploma legal que tutela e protege, através de um conjunto de medidas multidisciplinares, as pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos. Idoso é toda pessoa que possui idade igual ou superior a 60 anos (art. 1º da Lei /03): Art. 1 o É instituído o Estatuto do Idoso, destinado a regular os direitos assegurados às pessoas com idade igual ou superior a 60 (sessenta) anos.
3 É bom saber Idoso Nem toda pessoa com idade igual ou superior a 60 anos, recebe todas as medidas de proteção existentes. Em alguns casos são necessários outros requisitos, colocados em diferentes diplomas legais, que integram o quadro protetivo. É o caso do art. 203 da Constituição Federal, em seu inciso V, que aponta o benefício de um salário mínimo mensal ao Idoso que não possua sustento próprio e nem ajuda da família. A Assistência Social, em sua Lei Orgânica, revela que a idade mínima para recebimento do benefício é 65 anos e a comprovação da hipossuficiência financeira do idoso é requisito (art. 34 do Estatuto do Idoso). A lei escolheu a idade (critério cronológico) como forma de amparar os indivíduos que necessitam de atenção específica por parte da família, do poder público e da sociedade. A dignidade e a proteção à velhice são o enfoque do conjunto de normas que estamos estudando nesta disciplina, normas estas de ordem pública, que privilegiam juridicamente os idosos, reconhecendo-os como parte mais fraca na relação jurídica e social. Assim, a determinação do Estatuto do Idoso não pode ser alterada pelas partes. Além do Estatuto do Idoso, a Política Nacional do Idoso (Lei 8.842/94) também insere um significativo número de princípios e diretrizes, cujos objetivos visam assegurar os direitos sociais na velhice, criando condições para promover autonomia, integração e participação efetiva na sociedade, aos maiores de 60 anos. 2
4 CAPÍTULO 2 PROTEÇÃO CONSTITUCIONAL A Constituição Federal ampara o direito dos indivíduos como um todo, mas apresenta menções especiais também ao idoso. Vejamos os artigos que ditam princípios de proteção à velhice e à dignidade da pessoa humana... Evolução População de Idosos (no Brasil, em milhões) Dignidade (inclusive ao idoso) Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: III - a dignidade da pessoa humana Bem estar (inclusive ao idoso) Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. 11, Idosos 14, População Total fonte:ibge Vejamos mais alguns princípios de proteção previstos em nossa Constituição Federal...
5 3. Vedação à discriminação no trabalho (ao idoso) Art. 7º São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social: XXX - proibição de diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil Assistência Social (na velhice) Art A assistência social será prestada a quem dela necessitar, independentemente de contribuição à seguridade social, e tem por objetivos: I - a proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência e à velhice; V - a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família, conforme dispuser a lei. 5. Amparo do indivíduo pela família, sociedade e Estado Art Os pais têm o dever de assistir, criar e educar os filhos menores, e os filhos maiores têm o dever de ajudar e amparar os pais na velhice, carência ou enfermidade. Art A família, a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas, assegurando sua participação na comunidade, defendendo sua dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à vida. 1º - Os programas de amparo aos idosos serão executados preferencialmente em seus lares. 2º - Aos maiores de sessenta e cinco anos é garantida a gratuidade dos transportes coletivos urbanos. Antes da Constituição Federal de 1988, as Constituições de 1934, 1937, 1946, 1967 e 1969 possibilitavam a proteção na velhice pela previdência social, papel hoje assumido pela Assistência Social (Lei 8.742/93), como um de seus objetivos. 4
6 CAPÍTULO 3 O IDOSO NO DIREITO INTERNACIONAL Nossa legislação reconhece e ratifica os tratados internacionais de proteção a minorias e a direitos humanos. A Declaração Universal dos Direitos Humanos evidencia em seu preâmbulo que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e seus direitos de iguais e inalienáveis é o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo. A Declaração Universal dos Direitos Humanos é a Constituição de todos os povos. Foi aprovada pela Resolução 217, na Assembléia Geral da ONU em Paris, na data de 10/12/1948, depois dos horrores da segunda guerra mundial. Desde esta época reconhece que as pessoas nascem livres e iguais e que possuem direitos que não podem ser vendidos ou cedidos (direitos inalienáveis). Este preâmbulo inspirou o art. 2 o do Estatuto do Idoso, já que não pode haver diferença entre pessoas, seja em importância, idade ou em dignidade. A Assembléia das Nações Unidas, através de sua Resolução N o 46, de 16 de dezembro de 1991, expressou o amparo especial ao idoso nos Princípios das Nações Unidas para os Idosos, vamos conhecer melhor esses princípios...
7 Princípios das Nações Unidas para o Idoso Resolução 46/91 Aprovada na Assembléia Geral das Nações Unidas 16/12/1991 INDEPENDÊNCIA Ter acesso à alimentação, água, moradia, a vestuário, à saúde, ter apoio familiar e comunitário. Ter oportunidade de trabalhar ou ter acesso a outras formas de geração de renda. Poder determinar em que momento deverá afastar-se do mercado de trabalho. Ter acesso à educação permanente e a programas de qualificação e requalificação profissional. Poder viver em ambientes seguros adaptáveis à sua preferência pessoal, que sejam passíveis de mudanças. Poder viver em sua casa pelo tempo que for viável. PARTICIPAÇÃO Permanecer integrado à sociedade, participar ativamente na formulação e implementação de políticas que afetam diretamente seu bem-estar e transmitir aos mais jovens conhecimentos e habilidades. Aproveitar as oportunidades para prestar serviços à comunidade, trabalhando como voluntário, de acordo com seus interesses e capacidades. Poder formar movimentos ou associações de idosos. ASSISTÊNCIA Beneficiar-se da assistência e proteção da família e da comunidade, de acordo com os valores culturais da sociedade. Ter acesso à assistência da saúde para manter ou adquirir o bem-estar físico, mental e emocional, prevenindo-se da incidência de doenças. 6
8 Ter acesso a meios apropriados de atenção institucional que lhe proporcionem proteção, reabilitação, estimulação mental e desenvolvimento social, em um ambiente humano e seguro. Ter acesso a serviços sociais e jurídicos que lhe assegurem melhores níveis de autonomia, proteção e assistência. Desfrutar os direitos e liberdades fundamentais, quando residente em instituições que lhe proporcionem os cuidados necessários, respeitandose sua dignidade, crença e intimidade. Deve desfrutar ainda o direito de tomar decisões quanto à assistência prestada pela instituição e à qualidade de sua vida. AUTO-REALIZAÇÃO Aproveitar as oportunidades para total desenvolvimento de suas potencialidades. DIGNIDADE Poder viver com dignidade e segurança, sem ser objeto de exploração e maus-tratos físicos e/ou mentais. Ser tratado com justiça, independente da idade, sexo, raça, etnia, deficiências, condições econômicas ou outros fatores. Permanecer integrado à sociedade, participar ativamente na formulação e implementação de políticas que afetam diretamente seu bem-estar e transmitir aos mais jovens conhecimentos e habilidades. Aproveitar as oportunidades para prestar serviços à comunidade, trabalhando como voluntário, de acordo com seus interesses e capacidades. Poder formar movimentos ou associações de idosos. Ter acesso aos recursos educacionais, culturais, espirituais e de lazer da sociedade. 7
9 CAPÍTULO 4 EFETIVIDADE DE DIREITOS De nada adiantaria a colocação dos direitos do idoso em normas específicas se elas se mostrassem inócuas, sem efeitos no cotidiano dos indivíduos. Assim, o Estatuto do Idoso buscou garantir a efetivação e cumprimento das medidas de prioridade aos idosos. Uma das primeiras afirmações da Lei /03 é o entendimento de que a idade avançada é inerente à natureza humana. Assim, o indivíduo de idade avançada é também titular dos direitos fundamentais da pessoa humana. Estes direitos fundamentais (vistos acima sob a nomenclatura de princípios) são os requisitos mínimos para a sobrevivência de qualquer pessoa com dignidade e respeito. São direitos com características especiais, que podemos apontar como: Não podem ser objeto de venda e cessão (inalienáveis); Não podem ser objeto de transmissão a outros (intransmissíveis); Não se perdem com o tempo (imprescritíveis); Deles não se pode abrir mão (irrenunciáveis). Art. 2 o O idoso goza de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurandose-lhe, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, para preservação de sua saúde física e mental e seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade.
10 Norberto Bobbio e Paulo Bonavides, entre outros estudiosos, reiteraram que direitos fundamentais são equiparados à base da Revolução Francesa, nos ideais da liberdade, igualdade e fraternidade. (Pinheiro, Naide Maria. Estatuto do Idoso Comentado. Campinas, SP: Servanda Editora, 2008, p. 40). LIBERDADE! É a primeira dimensão dos direitos, entendida sob o prisma individual. Ela consiste na garantia de manutenção dos direitos políticos e civis das pessoas e na não intervenção do Estado na vida particular do indivíduo (ao poder público é destinado apenas fazer aquilo que está na lei). IGUALDADE! A Igualdade nos revela a segunda dimensão dos direitos, ou seja, direitos sociais, culturais e econômicos, destacando-se, no caso do nosso estudo, a atuação e amparo à velhice como obrigação do poder público e da sociedade. A Fraternidade ou Solidariedade nos remete aos direitos difusos, da sociedade como um todo, terceira dimensão dos direitos. FRATERNIDADE! 9
11 Além da tríade das dimensões tratadas, hoje há quem defenda o direito das futuras gerações quarta e quinta dimensões (na garantia de preservação ambiental e de espécies, biotecnologia e na dimensão da informação, inclusive realidade virtual). Porém tais dimensões são apenas didáticas, uma vez que os direitos fundamentais são indissociáveis. Portanto a questão da implementação dos direitos fundamentais, em particular, do idoso é medida imprescindível para concretizar sua inserção social. FIM Lessa Cursos Preparatórios, 2012 Todos os direitos reservados. A reprodução total ou parcial desta obra, bem como sua apropriação ou comercialização são proibidos, sem prévia autorização dos detentores dos direitos. 10
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