Pecuária Intensiva: Construções e Ambiência
|
|
|
- Samuel Meneses
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Pecuária Intensiva: Construções e Ambiência Instalações para Bovinocultura Carla Cristina da Silva Catariny Fontana Nicoli Diego José Fernandes Gabriel do Carmo Azevedo Pedro Henrique da Silva Regislaine Meneguci
2 Tópicos: Introdução Pecuária de Corte no Brasil Ambiência Setores do sistema - Setor de Criação - Setor de Terminação - Setor de Alimentação - Setor de Condicionamento - Setor de Despoluição
3 Introdução A nível mundial - Países que se destacam na bovinocultura de corte: Índia, China, Estados Unidos, União Soviética, Brasil, Austrália e Argentina; No Brasil se destacam - Região Centro-Oeste, o estado de São Paulo e Paraná; Características favoráveis - Extensão territorial; - Clima tropical; - Variedade de espécies forrageiras.
4 Introdução Os criadores vêm intensificando suas técnicas de manejo Sistema extensivo Sistema Intensivo São necessárias várias instalações: - Menor custo de manutenção; - Durabilidade e segurança; - Amenizar as adversidades climáticas inerentes ao meio ambiente;
5 Introdução - Otimizar a mão-de-obra; - Permitir a estocagem de alimentos abundantes na estação das águas; - Higiene; - Utilizar materiais e técnicas construtivas seguras; - População maior de animais por área; - Possibilidade de expansão.
6 Introdução A propriedade onde se pretende implantar o projeto deve apresentar infraestrutura básica que contemple boas vias de acesso, instalações elétricas e disponibilidade de água, inclusive com reservatório que possa abastecer o confinamento por período de quatro a cinco dias no mínimo. Problemas enfrentados pelo produtor - Política desorganizada; - Falta de planejamento para estoque alimentar no período seco; - Aspectos tecnológicos (manejo do solo, equipamentos, alimentação, melhoramento genético, sanidade, construções).
7 Introdução As instalações devem ser construídas de forma a proporcionar conforto aos animais; Expressando todo o potencial dado pelo patrimônio genético para ganho de peso, facilitar o manejo, e ainda serem econômicas. É de grande importância ressaltar que a produção de carne de acordo com critérios que promovam o bem estar animal e o respeito ao meio ambiente tem sido uma cobrança por parte dos consumidores.
8 Pecuária de corte no Brasil Pasto x Confinamento
9 Pecuária de corte no Brasil A literatura destaca que o estresse ambiental pode produzir prejuízos significativos sobre o desempenho animal, com redução no ganho em peso e piorando a conversão alimentar. O Brasil é um país de extensão continental, apresentando regiões com as mais variadas condições climáticas e, portanto, a observância dessas particularidades deve fazer parte do rol de prioridades durante as decisões para garantir a ambiência adequada aos animais.
10 O que é Ambiência? Ambiência é o espaço constituído por um meio físico e, ao mesmo tempo, por um meio psicológico preparado para o exercício das atividades dos animais que nele vivem. (PARANHOS DA COSTA, 2000)
11 O que é Ambiência? A ambiência é um dos principais fatores que interferem no bem estar do animal - Saúde dos animais; - Eficiência produtiva; - Efeito sobre a qualidade dos produtos; - É uma demanda da sociedade. É de grande importância ressaltar que a produção de carne de acordo com os critérios que promovem o bem estar animal e o respeito ai meio ambiente tem sido uma cobrança por parte dos consumidores
12 Setores do Sistema Bovinocultura de corte - Setor de criação; - Setor de terminação; - Setor de condicionamento; - Setor de alimentação; - Setor de despoluição.
13 Setor de Criação Reprodução e o crescimento até a desmama - Creep-feeding. Planta baixa do sistema Creep-feeding.
14 Setor de Criação Reprodução e o crescimento até a desmama - Preferencialmente móvel.
15 Setor de Terminação Compreende a área de terminação ou engorda - É aquela em que os animais confinados permanecerão a maior parte do tempo.
16 Setor de Terminação Quanto a área de terminação, os tipos mais comuns e recomendados são: - Piquetes com área de alimentação e descanso descobertas; - Piquetes com área de alimentação coberta e descanso descoberta; - Apresentam menor custo de investimento e facilidade de construção; - Normalmente, as instalações se restringem a: cochos, bebedouros, cercas, corredores de alimentação e de serviço e currais de engorda.
17 Setor de Terminação Cochos: - Pŕe-moldados; - Plástico; - Madeira; - Fibra de vidro.
18 Setor de Terminação Cochos: - Cobertos e Descobertos.
19 Setor de Terminação O dimensionamento dos cochos devem atender a um requisito básico: - Volume de alimento a ser distribuído; - Altura do cocho; - Conforto para a alimentação, sem cantos nas partes internas. A largura no topo deve ficar entre 70 e 80 cm; A largura na base entre 45 e 60 cm; A profundidade deve ser de 50 cm e a borda superior deve estar a 70 cm do solo.
20 Setor de Terminação Bebedouros - A distância adequada é de pelo menos 10 metros dos cochos, para evitar a contaminação com o alimento.
21 Setor de Terminação Bebedouros - Alvenaria, revestidos de cimento liso, plástico; - Se localizam na linha divisórias dos currais, permitindo duplo acesso; - Disponibilidade de água para todos os animais.
22 Setor de Terminação Cercas - As cercas são destinadas a garantir a contenção dos animais no interior do curral; - Podem ser construídas de moirões de madeira ou de cimento; - Arame liso (6 a 7 fios) ou arame farpado.
23 Setor de Terminação Cercas - Compõem-se de lances (vãos), constituídos de palanques e réguas; - Palanques: Geralmente madeira bem resistente. ex: aroeira; - Réguas: são peças utilizadas para enchimento das cercas do curral. Ex: Ipê
24 Setor de Terminação Cercas Detalhes de uma cerca interna. Detalhe de uma cerca externa.
25 Setor de Terminação Corredores: - Corredores de alimentação e serviço: - É recomendado que os corredores de alimentação sejam separados dos corredores de serviço; - Corredores de serviço geralmente ficam juntamente ao fundo do curral; - Corredores de alimentação ficam frente aos cochos.
26 Setor de Terminação Corredores: - Os corredores de alimentação devem ter largura de 4 a 12 m, dependendo do tamanho do confinamento;
27 Setor de Terminação Currais de engorda - Em geral, os currais são construídos para abrigar entre 50 e 200 cabeças; - Usualmente os currais com menor número de animais para as categorias mais pesadas, e os currais maiores para animais mais jovens (leves); - A profundidade dos currais que não deve exceder 65 metros;
28 Setor de Terminação Piso - Não revestido, de chão batido; - Revestido com cascalho; - Revestido com concreto.
29 Setor de Terminação Piso - Declividade do terreno.
30 Setor de Terminação Piso - Declividade do terreno.
31 Setor de Alimentação Área de alimentação - A área de alimentação compreende todas as instalações e os equipamentos utilizados para armazenamento, preparo e distribuição dos alimentos; - A infraestrutura mínima para que possamos ter condições adequadas para alimentação dos animais deve conter: silos; galpões para armazenamento de alimentos e máquinas, farmácia veterinária e escritório.
32 Setor de Condicionamento Destinado à recepção e preparo dos animais e é constituído por - Galpão; - Brete; - Tronco de contenção; - Apartadouro; - Embarcadouro; - Seringa; - Baias para enfermaria.
33 Setor de Condicionamento Galpão - Destina-se ao abrigo o brete, tronco de contenção e apartador. - Deve ser do tipo aberto em duas águas, com cobertura de chapas onduladas de cimento-amianto, telhas cerâmicas, chapas de alumínio ou outro material. - Os esteios do galpão devem ser, preferencialmente, de madeira de lei de alta durabilidade. Ex: Aroeira
34 Setor de Condicionamento Galpão
35 Setor de Condicionamento Telhados: - Cerâmicas; - Amianto; - Metálicas.
36 Setor de Condicionamento Galpão - Piso - Pavimentado com material de média resistência; - Concreto (0,05 m de espessura) com acabamento de cimento rústico; - Pode ter pequena inclinação para as laterais (2%), para facilitar a limpeza.
37 Setor de Condicionamento Galpão - Piso - O piso do corredor central do brete, do tronco de contenção e do apartador devem ser preferencialmente de concreto com aproximadamente 0,08 m de espessura e superfície dotada de agarradeiras. Outros materiais, como pedra (paralelepípedos) ou mesmo madeira, podem ser utilizados, embora apresentem menor durabilidade.
38 Setor de Condicionamento Brete - Destina-se ao encaminhamento individual dos animais ao tronco de contenção; - No final do brete, antes do tronco de contenção, intercala-se um lance separado por portão corrediço, destinado à separação individual dos animais.
39 Setor de Condicionamento Tronco de contenção - Montado na parte final do brete; - Destina-se a conter os animais, facilitando os tratos a que os mesmos são submetidos rotineiramente; - As principais características desejáveis para o tronco são a resistência, durabilidade, possibilidade de conter bovinos de porte variado, além da facilidade de manipular o animal quando no seu interior.
40 Setor de Condicionamento Tronco de contenção
41 Setor de Condicionamento Apartador - Situa-se também na parte final do brete, após o tronco de contenção; - Destina-se à separação dos animais; - Composto de portas de acesso aos currais, comandadas lateralmente de cima de uma plataforma.
42 Setor de Condicionamento Apartador
43 Setor de Condicionamento Embarcador - Conjunto formado por um corredor estreito (0,70 m) e rampa de embarque; - Permite a carga e descarga de animais em gaiolas boiadeiras, utilizadas no transporte rodoviário.
44 Setor de Despoluição Manejo dos resíduos - Canais coletores para drenagem devem ser construídos externamente às cercas dos fundos dos currais visando captar as águas servidas para os tanques de retenção. - Tais canais devem ser projetados para conduzir sólidos em suspensão; - Os drenos para captação de efluentes líquidos devem ser localizados fora do curral no sentido oposto aos cochos, e a drenagem é fundamental para manter as boas condições dos currais.
45 Setor de Despoluição Manejo de resíduos
46
QUINTA e MEIA, AULA DE CONSTRUÇÕES RURAIS INSTALAÇÕES PARA GADO DE CORTE
QUINTA e MEIA, AULA DE CONSTRUÇÕES RURAIS INSTALAÇÕES PARA GADO DE CORTE INSTALAÇÕES PARA GADO DE CORTE INSTALAÇÕES PARA GADO DE CORTE Devido as grandes áreas territoriais, a exploração de gado de corte
Instalações para caprinos e ovinos
Instalações para caprinos e ovinos Professor: Aparecido Porto da Costa Disciplina: Caprinovinocultura E-mail: [email protected] Introdução As instalações e equipamentos são de fundamental importância
INSTALAÇÕES PARA GADO DE CORTE
INSTALAÇÕES PARA GADO DE CORTE I. INTRODUÇÃO Considerando-se o efetivo do rebanho, taxa de abate e índices de exportação, os países que se destacam na bovinocultura de corte são Índia, China, Estados Unidos,
INSTALAÇÕES PROPRIEDADE LEITEIRA
INSTALAÇÕES PROPRIEDADE LEITEIRA Prof. Me.: Whelerson Luiz Vitro Disciplina de Bovinocultura FEA ANDRADINA 30/05/2015 OBJETIVO DA ATIVIDADE LEITEIRA BEA; conforto térmico; Facilidade ao manejar os animais;
Introdução. Introdução
Introdução Introdução Equipamentos e Instalações para caprinos Bruno Biagioli [email protected] www.fcav.unesp.br/kresende Aula Semana Dia Horas/Aula Assunto Teórica Prática T/P 1 19/2 Integração
AULA 03 SISTEMA E REGIME DE CRIAÇÃO
AULA 03 SISTEMA E REGIME DE CRIAÇÃO III.1 - SISTEMA EXTENSIVO DE CRIAÇÃO DE SUÍNOS 1. Não há preocupação com a produtividade, os animais não são identificados; 2. Não existe controle reprodutivo; 3. Suínos
Criação de Bovinos de Corte no Estado do Paráedc
Criação de Bovinos de Corte no Estado do Paráedc Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro de Pesquisa Agroflorestal da Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento J
Princípios básicos. Instalações, ambiência e equipamentos. Para implantação. Para implantação. Água e Efluentes. Para implantação
Universidade Federal do Paraná AZ-044 Suinocultura Instalações, ambiência e equipamentos Prof. Marson Bruck Warpechowski Princípios básicos Mais simples possível: conforto e manejo adequado (higiene, funcionalidade
Ambiência e sua influência na produção animal e vegetal
Ambiência e sua influência na produção animal e vegetal ENG 05259 CONSTRUÇÕES RURAIS Allison Queiroz de Oliveira Daniela Couto Bestete Geyse de Oliveira Costa Jordanna da Gripa Moreira Alegre, 2018 Mateus
Catálogo de Produtos. Família, Paixão e Tradição!
Catálogo de Produtos 2018 Família, Paixão e Tradição! Conheça nossa linha de produtos! Exercitadores de Equinos, Bretes de Contenção, Rastel de Pista, Baias Móveis, Porta Selas, Feneiras, etc. 01 Exercitador
COCHO DE BOMBONAS OPÇÃO PRÁTICA E BARATA PARA O SEMICONFINAMENTO
COCHO DE BOMBONAS OPÇÃO PRÁTICA E BARATA PARA O SEMICONFINAMENTO O semiconfinamento é um sistema de engorda em pastagens que permite atingir o ponto de terminação dos animais em um período curto de tempo
Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S.
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIDADE ACADÊMICA DE GARANHUNS Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S. Email: [email protected] www.vigoderis.hol.es Permitir possível expansão Evitar obstrução
IV SEMINÁRIO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM CUNICULTURA SISTEMAS DE CRIAÇÃO DE COELHOS
SISTEMAS DE CRIAÇÃO DE COELHOS Claudio Scapinello 1, Ivan Graça Araújo 3, Yuri De Gennaro Jaruche 2, Bruna Ponciano Neto 3 1- Professor Titular do Departamento de Zootecnia- UEM- Maringá-PR. 2- Mestrando
Instalações para Avicultura de postura
Universidade Federal do Espírito Santo CCAE - Centro de Ciências Agrárias e Engenharias Disciplina: Construções Rurais Instalações para Avicultura de postura Ana Caroline,Filipe, Glauco, Hortência, Hugo,Mayara
ZOOTECNIA II. Sistemas de produção de bovinos de corte. Sistemas de produção de bovinos de corte. Caracterização da pecuária de corte
ZOOTECNIA II Sistema de produção: Gado de corte Prof. Me. Renata de Freitas Ferreira Mohallem E-mail: [email protected] Sistemas de produção de bovinos de corte 1. Quanto à finalidade ou objetivo
Prof. Marcelo Nogueira Reis UNITRI
Prof. Marcelo Nogueira Reis UNITRI Sistemas de Produção Sistema extensivo Este sistema apresenta baixa produção por animal (Kg de leite/vaca/ano) e produtividade por área (litros de leite/ha/ano, UA/ha/ano),
Profa. Dra. Alda Lúcia Gomes Monteiro Disciplina de Ovinocultura 2013
INSTALAÇÕES PARA OVINOS Profa. Dra. Alda Lúcia Gomes Monteiro Disciplina de Ovinocultura 2013 Temperaturas e ZCT Cordeiros TCI 6oC ; TCS 34oC ; ZCT 25 a 30oC (Baêta e Souza,1997) Ovinos adultos TCI -20
Orientações para instalação. domiciliar do sistema de FOSSA E SUMIDOURO
Orientações para instalação domiciliar do sistema de Introdução Este manual destina-se a fornecer informações sobre construção e dimensionamento de sistema individual de tratamento de esgotos, especialmente
Sistemas de produção de suínos
Sistemas de produção de suínos Sistemas de produção de suínos Produtor; Genética; Nutrição; Manejo alimentar; Sanidade; Instalações; Mão-de-obra. Sistemas de produção de suínos Objetivos da produção: Atividade
ZOOTECNIA I (Suínos) Sistemas de produção de suínos. Sistemas de produção de suínos 01/04/2014
UNIVESIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Campus de Jaboticabal Faculdade de ciências Agrárias e Veterinárias ZOOTECNIA I (Suínos) Prof.Luciano Hauschild Departamento de Zootecnia [email protected]
TELHADOS COBERTURAS. Elementos e tipos para se definir a Planta de Cobertura. Profª Dayane Cristina Alves Ferreira
TELHADOS COBERTURAS Elementos e tipos para se definir a Planta de Cobertura. Profª Dayane Cristina Alves Ferreira [email protected] Cobertura O TELHADO é uma categoria de COBERTURA, em geral caracterizado
FICHA TÉCNICA. Caixa Coletora Quadrada com Grelha de Alumínio 300 x 300 mm. Função: Escoar o excesso de água que se acumula em determinados locais.
Caixa Coletora Quadrada com Grelha de Alumínio 300 x 300 mm Função: Escoar o excesso de água que se acumula em determinados locais. Aplicação: Indicada para captação e drenagem de águas pluviais em calçadas
Construção de um "silo secador
Construção de um "silo secador Ao decidir por finalizar a secagem durante o armazenamento ou secagem em silo e que a construção seja realizada na fazenda, um passo muito importante é a escolha do local.
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIDADE ACADÊMICA DE GARANHUNS AGRONOMIA CURSO DE CONSTRUÇÕES RURAIS E AMBIÊNCIA
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DE PERNAMBUCO UNIDADE ACADÊMICA DE GARANHUNS AGRONOMIA CURSO DE CONSTRUÇÕES RURAIS E AMBIÊNCIA Prof. Ricardo Brauer Vigoderis, D.S. email: [email protected] website: www.vigoderis.tk
DÉCIMA SEGUNDA AULA DE CONSTRUÇÕES RURAIS INSTALAÇÕES PARA CAPRINOS DE LEITE E DE CORTE
DÉCIMA SEGUNDA AULA DE CONSTRUÇÕES RURAIS INSTALAÇÕES PARA CAPRINOS DE LEITE E DE CORTE INTRODUÇÃO Com o preparo certo, criar cabras pode ser uma das mais agradáveis experiências agrícolas. A importância
UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE AGRONOMIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONHA E MUCURI FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE AGRONOMIA PROJETO FINAL CURRAL DE MANOBRAS 1000 ANIMAIS Trabalho apresentado como parte dos requisitos
TERMINAÇÃO. Sistemas de produção de carne no Brasil Sistema de 2010 (x 1000) 2010 (%) Sistemas de Produção 11/03/2015
TERMINAÇÃO Sistemas de produção de carne no Brasil Sistema de 2010 (x 1000) 2010 (%) produção Confinamento 3.047 7,39 Semiconfinamento Pastagens inverno 2.583 6,27 822 1,99 Pastagem sem 34.748 84,35 definição
Sistemas de produção de
Sistemas de produção de leite Prof. Sandra Gesteira Coelho Departamento Zootecnia Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais [email protected] Sistema extensivo- gado mantido
CANTEIRO DE OBRA 1. ESPECIFICAÇOES TECNICAS DOS SERVIÇOS
CANTEIRO DE OBRA 1. ESPECIFICAÇOES TECNICAS DOS SERVIÇOS 1.1- FUNDAÇÕES Blocos em concreto simples 0.45mx0,40mx0,24m 1.4- COBERTURA Em telhas recicladas de tetra pack e alumínio. Uma cobertura ecologicamente
ESCADAS VERTICAIS ACESSO
ESCADAS VERTICAIS ACESSO NORMA: 4 CONFORME AS NORMAS E > 0001 ESCADA DE ACESSO Equipamentos Acesso Profissionais Aplicação em Edifícios (Manutenção) Escadas até 10,0 m - Sem
INFRAESTRUTURA DE LABORATÓRIOS DA EMBRAPA
INFRAESTRUTURA DE LABORATÓRIOS DA EMBRAPA Para atender os requisitos (BPL/ISO 17025) o projeto deve levar em conta: Dimensões. Detalhes construtivos. Localização/separação efetiva das diferentes atividades
Telhas ArcelorMittal
Telhas ArcelorMittal Apresentação As telhas de aço ArcelorMittal são produzidas a partir de bobinas de aço revestido que passam por perfiladeiras, assumindo formato trapezoidal ou ondulado. Os tipos de
COBERTURAS. Professoras: Natália e Verônica
COBERTURAS Professoras: Natália e Verônica DEFINIÇÃO A cobertura de uma estrutura tem a múltipla função de proteger a construção contra agentes externos, definir os aspectos arquitetônicos da estrutura
CONFINAMENTO DE BOVINOS DE CORTE Luís Fernando G. de Menezes
CONFINAMENTO DE BOVINOS DE CORTE Luís Fernando G. de Menezes LUCROS DO CONFINAMENTO GANHO DO PRODUTOR Valorizaçãodo boi magro Peso de abate (logisticae produtividadepormatriz) Manejoda Pastagem e Recria
Plano de aula. ZOOTECNIA I (Suínos) MATERNIDADE Aula Passada 30/03/2016. Manejo de suínos do desmame ao abate. Maternidade (Aula Passada) Creche
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO Campus de Jaboticabal Faculdade de ciências Agrárias e Veterinárias ZOOTECNIA I (Suínos) 1 Plano de aula Maternidade (Aula Passada) Creche Msc. Fabrício
Instalações para Bovinos de Corte. Profa. Dra. Letícia Ane Sizuki Nociti
Instalações para Bovinos de Corte Profa. Dra. Letícia Ane Sizuki Nociti Aspectos gerais As instalações adequadas facilitam o bom manejo do rebanho, devendo ser bem planejadas, projetadas e construídas,
Telhados. ConsTrução Civil i engenharia Civil fucamp 2017/I. Professor yuri mendes
Telhados Professor yuri mendes ConsTrução Civil i engenharia Civil fucamp 2017/I Telhado É possível dividir o telhado em três partes, sendo elas: 1. A estrutura 2. A cobertura 3. A captação de águas pluviais
Disciplina: Criação e Exploração de Aves Prof. Msc. Alício José Corbucci Moreira
Produção de Ovos Comerciais Disciplina: Criação e Exploração de Aves Prof. Msc. Alício José Corbucci Moreira Objetivos Identificar e compreender as peculiaridades da produção de ovos comerciais, assim
Instalações para bovinos de leite. Professor: Leonardo Assis Dutra Disciplina: Bovinocultura de leite
Instalações para bovinos de leite Professor: Leonardo Assis Dutra Disciplina: Bovinocultura de leite E-mail: [email protected] Introdução Ponto fundamental na produção animal (leite) Devem ser amplas,
Unidade: Instalações prediais de coleta e condução de águas. Unidade I: pluviais
Unidade: Instalações prediais de coleta e condução de águas Unidade I: pluviais 0 Unidade: Instalações prediais de coleta e condução de águas pluviais 1.1 Terminologia Área de contribuição: é a área somada
Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST
Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO PADRÃO PARA QUADRA POLIESPORTIVA COM VESTIÁRIOS
Laudo de Avaliação Fazenda Santo Antônio do Cadete
fls. 33 Este documento é copia do original assinado digitalmente por ELAINE CRISTINA RODRIGUES DE FIGUEIREDO BARROS. Liberado nos autos digitais por Elaine Cristina Rodrigues de Figueiredo Barros, em 20/11/2013
Orçamento: RESIDENCIA - ANDRE CONGONHAS
Orçamento: RESIDENCIA - ANDRE CONGONHAS Orçamento parcial nº 1 SERVIÇOS PRELIMINARES 1.1 m2 Corte de capoeira fina a foice 900,000 0,19 171,00 1.2 m2 Raspagem e limpeza manual de terreno 900,000 0,63 567,00
INDUSTRIAL AND LOGISTIC PARK. São José dos Pinhais PORTAL EMPREENDIMENTOS
INDUSTRIAL AND LOGISTIC PARK São José dos Pinhais PORTAL EMPREENDIMENTOS LOCALIZAÇÃO LOCAL DISTÂNCIA DURAÇÃO (CARRO) km mi min BR 376 0.8 5 2 Aeroporto Afonso Pena 3.0 1.8 4 Contorno Leste 5.6 3.4 7 BR
PORTARIA N. 711/1995
PORTARIA N. 711/1995 A aprova as normas técnicas de instalações e equipamentos para abate e industrialização de suínos. Abaixo, a sequência de estudos dessa portaria: Capítulo IX parte geral (itens 1 3);
FICHA TÉCNICA. Painel Solar PremiumSun FKT-2S.
Departamento Comercial e Assistência Técnica: Av. Infante D. Henrique, lotes 2E-3E - 1800-220 LISBOA * Tel.: +351. 218 500 300 Agosto 2014 www.vulcano.pt FICHA TÉCNICA Painel Solar PremiumSun FKT-2S FICHA
índice Fases básicas da obra 3 Importância da estrutura .4 Mapa estrutural 5 Alvenaria 7 Cobertura 8 Acabamento 9 Como escolher o cimento
índice Fases básicas da obra...3 Importância da estrutura...4 Mapa estrutural...5 Alvenaria...7 Cobertura...8 Acabamento...9 Como escolher o cimento...10 Portfólio...12 Dicas...14 Uma obra passa por dezenas
PUC GOIÁS ESCOLA E ARTES E ARQUITETURA ESCOLA EDGAR ALBUQUERQUE GRAEFF CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA:CONSTRUÇÃO I AULA 1
PUC GOIÁS ESCOLA E ARTES E ARQUITETURA ESCOLA EDGAR ALBUQUERQUE GRAEFF CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DISCIPLINA:CONSTRUÇÃO I AULA 1 PROF. ENG. CIVIL GUSTAVO REIS CAMPOS ESTRUTURA E ARQUITETURA Fases
SISTEMA DE TRATAMENTO INDIVIDUAL DE ESGOTO SANITÁRIO
Universidade Federal do Paraná Setor de Tecnologia Departamento de Hidráulica e Saneamento Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: TH053 Saneamento Urbano II SISTEMA DE TRATAMENTO INDIVIDUAL DE ESGOTO
PRECON GOIÁS É CERTEZA DE QUALIDADE.
1 PRECON GOIÁS É CERTEZA DE QUALIDADE. Na hora de construir ou reformar, o Brasil pode contar com a experiência, a qualidade e o respeito ao seu bolso que a Precon Goiás demonstra em cada produto. São
PAVILHÕES PARA INDÚSTRIA E AGRICULTURA. Sistemas em aço para apoio e armazenamento. Catálogo Geral XFRAME
PAVILHÕES PARA INDÚSTRIA E AGRICULTURA Sistemas em aço para apoio e armazenamento Catálogo Geral 016.01 XFRAME 0 XFRAME PAVILHÕES CHAVE NA MÃO SOLUÇÃO INTEGRAL Solução desenvolvida e industrializada para
LINHA VITRO Roque Frizzo
LINHA VITRO Roque Frizzo LINHA VITRO Roque Frizzo CONCEITO Madeira, couro, vidro e conceito. Madeiras laminadas com toque natural de acabamentos encerados. Vidros coloridos de alta qualidade e durabilidade.
G O V E R N O F E D E R A L P A Í S R I C O É P A Í S S E M P O B R E Z A QUADRA ESCOLAR 02 CGEST - C Geral de Infraestrutura Educacional PLANTA BAIXA, CORTE A-B e DETALHES EST FORMATO A1 (841 X 594) R.01
Memorial Projeto Preventivo de Incêndio
2 Memorial Projeto Preventivo de Incêndio 1 Caracterização da Edificação: A edificação estudada possui área total de 194,54 m² constituída de 02 pavimentos sendo estes classificados da seguinte forma:
COMPOSITES SANEAMENTO
PORTFÓLIO CALHA PARSHALL CALHA DE TRANSPORTE CESTOS E GRADES COMPORTAS DIVISOR DE FLUXO GRADE GUINDASTE PLACA PLACA DEFLETORA TAMPAS TANQUES VERTEDOR ESCADA GUARDA CORPO GRADE PISO RESERVATORIO STOP LOG
ÍTEM SINAPI DISCRIMINAÇÃO UNID.
INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA BAIANO. CAMPUS BOM JESUS DA LAPA- BA OBRA: INSTALAÇÃO DE CURRAL DE MANEJO PARA BOVINOS LOCAL DOS SERVIÇOS: PERIMETRO IRRIGADO FORMOSO, LOTE 1194 BR
PAVILHÕES PARA INDÚSTRIA E AGRICULTURA. Sistemas em aço para apoio e armazenamento. Catálogo Geral XFRAME
PAVILHÕES PARA INDÚSTRIA E AGRICULTURA Sistemas em aço para apoio e armazenamento Catálogo Geral 016.01 0 PAVILHÕES CHAVE NA MÃO SOLUÇÃO INTEGRAL Solução desenvolvida e industrializada de forma a ser facilmente
Construção e M anejo de Tanques em Piscicultura. Z ootec. M S c. Daniel M ontagner
Construção e M anejo de Tanques em Piscicultura Z ootec. M S c. Daniel M ontagner Principais f atores determinantes Planejamento: ações e etapas de implantação do empreendimento. Avaliação e seleção das
SOLUÇÕES EM GALPÕES MODULARES
SOLUÇÕES EM GALPÕES MODULARES ARMAZENAR É ESSENCIAL PA R A O C R E S C I M E N TO DE TODAS AS EMPRESAS OS GALPÕES MODULARES TÓ P I CO S Ã O A S M E L H O R E S O P Ç Õ E S D E C U S TO - B E N E F Í C
TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES I AULA 02
TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES I AULA 02 UNIDADE 04 [2018/2] PROFESSORA: MOEMA CASTRO DISCIPLINA: TECON I IFBA FEIRA DE SANTANA MATERIAL DE APOIO BORGES, ALBERTO DE CAMPOS. PRÁTICAS DAS PEQUENAS CONSTRUÇÕES,
FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo. ACESSOS DE EDIFÍCIOS E CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas. Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios
FATEC - SP Faculdade de Tecnologia de São Paulo ACESSOS DE EDIFÍCIOS E CIRCULAÇÕES VERTICAIS - escadas Prof. Manuel Vitor Curso - Edifícios Normas pertinentes - NBR 9077/1993-2001 (Saídas de Emergência
EFEITOS AMBIENTAIS NO BEM-ESTAR ANIMAL: EXEMPLO NA BOVINOCULTURA LEITEIRA. Em que devemos pensar???
EFEITOS AMBIENTAIS NO BEM-ESTAR ANIMAL: EXEMPLO NA BOVINOCULTURA LEITEIRA Em que devemos pensar??? Clima Instalação Manejo Animal Foto: Internet 1 REGIÃO INTERTROPICAL Trópico de Câncer Trópico de Capricórnio
ÍNDICE. Principais Vantagens. Informações Técnicas
PLACA CIMENTÍCIA ÍNDICE Apresentação Placa Cimentícia Imbralit Principais Vantagens 01 01 Informações Técnicas Recomendações do Sistema Manuseio Aplicação Aplicação do produto - imagens Aplicação do produto
TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Aula 15 Instalações Prediais de Esgoto Sanitário Profª Heloise G. Knapik 1 Instalações prediais de esgotamento
TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES AULA 03 MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO
TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES AULA 03 MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO Prof. Msc. Anderson Alencar Edificações - IFPA INTRODUÇÃO Materiais de construção são todos os utilizados nas obras (construção de casas, prédios
Telhas GraviColor. Beleza e modernidade para o seu projeto.
Telhas GraviColor Beleza e modernidade para o seu projeto. Telhas GraviColor Estilo, inovação e qualidade. As Telhas GraviColor chegam ao mercado trazendo o rústico com design inovador, dando um toque
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE VETERINÁRIA DISCIPLINA DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO BOVINOS DE CORTE
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE VETERINÁRIA DISCIPLINA DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO BOVINOS DE CORTE Acadêmica: Claudia Faccio Demarco Pelotas, Junho de 2012.
PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE FOZ DO IGUAÇU CARTÓRIO DISTRIBUIDOR PÚBLICO E ANEXOS AVENIDA PEDRO BASSO, 1001 JARDIM PÓLO CENTRO CEP: 85.
PODER JUDICIÁRIO COMARCA DE FOZ DO IGUAÇU CARTÓRIO DISTRIBUIDOR PÚBLICO E ANEXOS AVENIDA PEDRO BASSO, 1001 JARDIM PÓLO CENTRO CEP: 85.863-756 LAUDO DE AVALIAÇÃO A Avaliadora Judicial infra-assinada, em
Lote 01 Mobiliário para o Centro Administrativo Municipal
ANEXO I TERMO DE REFERÊNCIA E objeto de aquisição deste edital os itens relacionados na tabela abaixo: Lote 01 Mobiliário para o Centro Administrativo Municipal ITEM 01 SALA DE COMPRAS E LICITAÇÕES 01
SISTEMA INTENSIVO DE SUÍNOS CRIADOS AO AR LIVRE - SISCAL: DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA
ISSN 0100-8862 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves Ministerio da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Caixa Postal, 89700-000, Concórdia, SC Telefone:
ACERVO DAS TRADIÇÕES. Projeto de mobiliário
ACERVO DAS TRADIÇÕES Projeto de mobiliário CAVILHAS DE COMPENSADO d= 20 MM PARAFUSOS alinhar pelo eixo central da cavilha 10, 4 10, BANCO Nº 01 PRANCHA 01 / 18 3 cm VISTA DE TOPO VISTA DE FRENTE VISTA
SISTEMAS DE AQUECIMENTO PARA PISOS TECNOFLOOR. INDICE O que é? Potência e Temperatura Instalação dos cabos. 04 Detalhes construtivos
SISTEMAS DE AQUECIMENTO PARA PISOS TECNOFLOOR INDICE O que é? Potência e Temperatura 02 03 Instalação dos cabos 04 Detalhes construtivos 06 Medidas de precaução 08 Montagem elétrica para colocação do termostatos
Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST
Ministério da Educação Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Coordenação Geral de Infraestrutural Educacional CGEST MEMORIAL DESCRITIVO PROJETO PADRÃO PARA COBERTURA DE QUADRA POLIESPORTIVA
Pecuária na fronteira agrícola A pecuária é considerada a pecuária é ativ considerada a
Pecuária na fronteira agrícola A pecuária é considerada a atividade agrícola menos onerosa e mais eficiente para ocupar áreas e assegurar a posse da terra Moacyr Bernardino Dias-Filho Embrapa Amazônia
Aula 01:Instalações Prediais- Esgotos Sanitários- Introdução. Professora: Msc. Maria Cleide Oliveira Lima
Aula 01:Instalações Prediais- Esgotos Sanitários- Introdução Professora: Msc. Maria Cleide Oliveira Lima E-mail: [email protected] Introdução Introdução INTRODUÇÃO INSTALAÇÃO PREDIAL DE ESGOTO
MEMORIAL DESCRITIVO DE REFORMA DA USF CORNÉLIA DA CONCEIÇÃO BOM SUCESSO
ANEXO X MEMORIAL DESCRITIVO REFORMA DO USF CORNÉLIA DA CONCEIÇÃO - BOMSUCESSO 1. Histórico A unidade de Saúde Familiar Cornélia da Conceição do Bairro Bom Sucesso atende cerca de 70 usuários por dia, abrangendo
Guia Prático Telhas Top Line
Guia Prático Telhas Top Line MODELOS MODELO COLONIAL MODELO MINIONDA Comprimento: 2,30m Largura: (+/- 0,02) 0,88m Comprimento: 2,40m Largura: 0,91m * Disponibilizamos outras medidas sob consulta * Disponibilizamos
14 Filtros biológicos
14 Filtros biológicos h 0,90 a 3,0 m para o leito de pedras (usual 1,80 m) peças plásticas: pode atingir até 12 m, Taxa de Aplicação Hidráulica (TAH): baixa taxa: TAH de 1,0 a 4,0 m 3 /(m 2.dia) média
Bovinocultura de Leite e Meio Ambiente. Henrique Bartels, Eng. Agr., DSc
Bovinocultura de Leite e Meio Ambiente Henrique Bartels, Eng. Agr., DSc TENDÊNCIAS AMBIENTAIS A relação entre produção animal e ambiente sempre foram assuntos de abordagem delicada em todas as regiões
TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA NA PECUÁRIA INTENSIVA. Cleandro Pazinato Dias
TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO MAIS LIMPA NA PECUÁRIA INTENSIVA Cleandro Pazinato Dias Apresentação Introdução: Tecnologias de produção mais limpa Sistemas produtivos da Pecuária Intensiva Bovinos de leite: Free
Normas Técnicas -RCD
Mestrado em Engenharia Civil NORMAS TÉCNICAS DE RCD Profa. Stela Fucale Normas Técnicas -RCD NBR15.112/04 Resíduosdeconstruçãoeresíduosvolumosos Áreasde transbordo e triagem Diretrizes para projeto, implantação
ESTRUTURA TUBULAR EM AÇO COM PINTURA EPÓXI. SISTEMA DE TRAVA COM MOLA BRANCO - PRETO - MARROM LARGURA: 80CM X ALTURA: 85CM TAMANHO
PET PORTÃO CLÁSSICO Para vãos a partir de 70 centímetros de largura; Disponíveis nas cores branco, preto e marrom. Seguro; Fácil instalação; Resistente; Largura ajustável; Estrutura tubular em aço com
Agrícola. Abrigos Agrícolas Reservatórios
Agrícola Abrigos Agrícolas Reservatórios FAÇA VOCÊ MESMO! Deixe a estrutura connosco, a montagem é consigo... Com o objetivo de fornecer soluções adaptadas às necessidades do setor agrícola, a Constálica
TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO II CÓDIGO: IT837 CRÉDITOS: T2-P2 INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO
TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO II CÓDIGO: IT837 CRÉDITOS: T2-P2 INSTITUTO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ARQUITETURA E URBANISMO OBJETIVO DA DISCIPLINA: Fornecer ao aluno as informações necessárias sobre a constituição,
AVALIAÇÃO MERCADOLÓGICA DE BEM IMÓVEL
AVALIAÇÃO MERCADOLÓGICA DE BEM IMÓVEL Bem imóvel objeto: Um imóvel rural, matricula n 19925, com área total de 43.060,00 m², registrado no Oficio de Registro de Imóveis de Caçador, situado no município
EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS EM AÇO
CONSTRUÇÃO CIVIL III TC 038 EXECUÇÃO DE ESTRUTURAS EM AÇO PROF. ANA PAULA BRANDÃO CAPRARO 10/04 12/04 17/04 19/04 24/04 26/04 03/05 08/05 HISTÓRICO ESTRUTURAS METÁLICAS DETALHES CONSTRU. ESTRUTURAS METÁLICAS
INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA PROJETOS DE CONSTRUÇÕES RURAIS
Universidade Federal de Viçosa Centro de Ciências Agrárias Departamento de Engenharia Agrícola Área de Construções Rurais e Ambiência INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA PROJETOS DE CONSTRUÇÕES RURAIS (Unidade 2)
A PESQUISA EM MELHORAMENTO GENÉTICO ANIMAL DA EMBRAPA PECUÁRIA SUDESTE
A PESQUISA EM MELHORAMENTO GENÉTICO ANIMAL DA EMBRAPA PECUÁRIA SUDESTE A Embrapa Pecuária Sudeste foi estabelecida em 1975, em São Carlos, Estado de São Paulo, Brasil, sucedendo a Fazenda de Criação de
Boas Práticas de Higiene no manuseio de Alimentos visando a obtenção de alimentos seguros
Boas Práticas de Higiene no manuseio de Alimentos visando a obtenção de alimentos seguros O Vigilante Sanitário http://ovigilanatesanitario.wordpress.com E mail : [email protected] Cada segmento
TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil TH 030- Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Aula 25 Sistema Predial de Águas Pluviais Profª Heloise G. Knapik 1 Instalações prediais de águas pluviais
TABELA DE VALORES DOS EQUIPAMENTOS AVALIADOS SANTA ROSA UNIDADE CAMPOERE - SC VALOR UNITÁRIO (R$)
LOCALIZAÇÃO C0BERTURA BALANÇA OFICINA DEPÓSITO DE SEMENTE DEPÓSITO DE SEMENTE TABELA DE VALORES DOS EQUIPAMENTOS AVALIADOS SANTA ROSA UNIDADE CAMPOERE - SC DESCRIÇÃO VALOR UNITÁRIO (R$) QUANTIDADE VALOR
