Pecuária Intensiva: Construções e Ambiência

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1 Pecuária Intensiva: Construções e Ambiência Instalações para Bovinocultura Carla Cristina da Silva Catariny Fontana Nicoli Diego José Fernandes Gabriel do Carmo Azevedo Pedro Henrique da Silva Regislaine Meneguci

2 Tópicos: Introdução Pecuária de Corte no Brasil Ambiência Setores do sistema - Setor de Criação - Setor de Terminação - Setor de Alimentação - Setor de Condicionamento - Setor de Despoluição

3 Introdução A nível mundial - Países que se destacam na bovinocultura de corte: Índia, China, Estados Unidos, União Soviética, Brasil, Austrália e Argentina; No Brasil se destacam - Região Centro-Oeste, o estado de São Paulo e Paraná; Características favoráveis - Extensão territorial; - Clima tropical; - Variedade de espécies forrageiras.

4 Introdução Os criadores vêm intensificando suas técnicas de manejo Sistema extensivo Sistema Intensivo São necessárias várias instalações: - Menor custo de manutenção; - Durabilidade e segurança; - Amenizar as adversidades climáticas inerentes ao meio ambiente;

5 Introdução - Otimizar a mão-de-obra; - Permitir a estocagem de alimentos abundantes na estação das águas; - Higiene; - Utilizar materiais e técnicas construtivas seguras; - População maior de animais por área; - Possibilidade de expansão.

6 Introdução A propriedade onde se pretende implantar o projeto deve apresentar infraestrutura básica que contemple boas vias de acesso, instalações elétricas e disponibilidade de água, inclusive com reservatório que possa abastecer o confinamento por período de quatro a cinco dias no mínimo. Problemas enfrentados pelo produtor - Política desorganizada; - Falta de planejamento para estoque alimentar no período seco; - Aspectos tecnológicos (manejo do solo, equipamentos, alimentação, melhoramento genético, sanidade, construções).

7 Introdução As instalações devem ser construídas de forma a proporcionar conforto aos animais; Expressando todo o potencial dado pelo patrimônio genético para ganho de peso, facilitar o manejo, e ainda serem econômicas. É de grande importância ressaltar que a produção de carne de acordo com critérios que promovam o bem estar animal e o respeito ao meio ambiente tem sido uma cobrança por parte dos consumidores.

8 Pecuária de corte no Brasil Pasto x Confinamento

9 Pecuária de corte no Brasil A literatura destaca que o estresse ambiental pode produzir prejuízos significativos sobre o desempenho animal, com redução no ganho em peso e piorando a conversão alimentar. O Brasil é um país de extensão continental, apresentando regiões com as mais variadas condições climáticas e, portanto, a observância dessas particularidades deve fazer parte do rol de prioridades durante as decisões para garantir a ambiência adequada aos animais.

10 O que é Ambiência? Ambiência é o espaço constituído por um meio físico e, ao mesmo tempo, por um meio psicológico preparado para o exercício das atividades dos animais que nele vivem. (PARANHOS DA COSTA, 2000)

11 O que é Ambiência? A ambiência é um dos principais fatores que interferem no bem estar do animal - Saúde dos animais; - Eficiência produtiva; - Efeito sobre a qualidade dos produtos; - É uma demanda da sociedade. É de grande importância ressaltar que a produção de carne de acordo com os critérios que promovem o bem estar animal e o respeito ai meio ambiente tem sido uma cobrança por parte dos consumidores

12 Setores do Sistema Bovinocultura de corte - Setor de criação; - Setor de terminação; - Setor de condicionamento; - Setor de alimentação; - Setor de despoluição.

13 Setor de Criação Reprodução e o crescimento até a desmama - Creep-feeding. Planta baixa do sistema Creep-feeding.

14 Setor de Criação Reprodução e o crescimento até a desmama - Preferencialmente móvel.

15 Setor de Terminação Compreende a área de terminação ou engorda - É aquela em que os animais confinados permanecerão a maior parte do tempo.

16 Setor de Terminação Quanto a área de terminação, os tipos mais comuns e recomendados são: - Piquetes com área de alimentação e descanso descobertas; - Piquetes com área de alimentação coberta e descanso descoberta; - Apresentam menor custo de investimento e facilidade de construção; - Normalmente, as instalações se restringem a: cochos, bebedouros, cercas, corredores de alimentação e de serviço e currais de engorda.

17 Setor de Terminação Cochos: - Pŕe-moldados; - Plástico; - Madeira; - Fibra de vidro.

18 Setor de Terminação Cochos: - Cobertos e Descobertos.

19 Setor de Terminação O dimensionamento dos cochos devem atender a um requisito básico: - Volume de alimento a ser distribuído; - Altura do cocho; - Conforto para a alimentação, sem cantos nas partes internas. A largura no topo deve ficar entre 70 e 80 cm; A largura na base entre 45 e 60 cm; A profundidade deve ser de 50 cm e a borda superior deve estar a 70 cm do solo.

20 Setor de Terminação Bebedouros - A distância adequada é de pelo menos 10 metros dos cochos, para evitar a contaminação com o alimento.

21 Setor de Terminação Bebedouros - Alvenaria, revestidos de cimento liso, plástico; - Se localizam na linha divisórias dos currais, permitindo duplo acesso; - Disponibilidade de água para todos os animais.

22 Setor de Terminação Cercas - As cercas são destinadas a garantir a contenção dos animais no interior do curral; - Podem ser construídas de moirões de madeira ou de cimento; - Arame liso (6 a 7 fios) ou arame farpado.

23 Setor de Terminação Cercas - Compõem-se de lances (vãos), constituídos de palanques e réguas; - Palanques: Geralmente madeira bem resistente. ex: aroeira; - Réguas: são peças utilizadas para enchimento das cercas do curral. Ex: Ipê

24 Setor de Terminação Cercas Detalhes de uma cerca interna. Detalhe de uma cerca externa.

25 Setor de Terminação Corredores: - Corredores de alimentação e serviço: - É recomendado que os corredores de alimentação sejam separados dos corredores de serviço; - Corredores de serviço geralmente ficam juntamente ao fundo do curral; - Corredores de alimentação ficam frente aos cochos.

26 Setor de Terminação Corredores: - Os corredores de alimentação devem ter largura de 4 a 12 m, dependendo do tamanho do confinamento;

27 Setor de Terminação Currais de engorda - Em geral, os currais são construídos para abrigar entre 50 e 200 cabeças; - Usualmente os currais com menor número de animais para as categorias mais pesadas, e os currais maiores para animais mais jovens (leves); - A profundidade dos currais que não deve exceder 65 metros;

28 Setor de Terminação Piso - Não revestido, de chão batido; - Revestido com cascalho; - Revestido com concreto.

29 Setor de Terminação Piso - Declividade do terreno.

30 Setor de Terminação Piso - Declividade do terreno.

31 Setor de Alimentação Área de alimentação - A área de alimentação compreende todas as instalações e os equipamentos utilizados para armazenamento, preparo e distribuição dos alimentos; - A infraestrutura mínima para que possamos ter condições adequadas para alimentação dos animais deve conter: silos; galpões para armazenamento de alimentos e máquinas, farmácia veterinária e escritório.

32 Setor de Condicionamento Destinado à recepção e preparo dos animais e é constituído por - Galpão; - Brete; - Tronco de contenção; - Apartadouro; - Embarcadouro; - Seringa; - Baias para enfermaria.

33 Setor de Condicionamento Galpão - Destina-se ao abrigo o brete, tronco de contenção e apartador. - Deve ser do tipo aberto em duas águas, com cobertura de chapas onduladas de cimento-amianto, telhas cerâmicas, chapas de alumínio ou outro material. - Os esteios do galpão devem ser, preferencialmente, de madeira de lei de alta durabilidade. Ex: Aroeira

34 Setor de Condicionamento Galpão

35 Setor de Condicionamento Telhados: - Cerâmicas; - Amianto; - Metálicas.

36 Setor de Condicionamento Galpão - Piso - Pavimentado com material de média resistência; - Concreto (0,05 m de espessura) com acabamento de cimento rústico; - Pode ter pequena inclinação para as laterais (2%), para facilitar a limpeza.

37 Setor de Condicionamento Galpão - Piso - O piso do corredor central do brete, do tronco de contenção e do apartador devem ser preferencialmente de concreto com aproximadamente 0,08 m de espessura e superfície dotada de agarradeiras. Outros materiais, como pedra (paralelepípedos) ou mesmo madeira, podem ser utilizados, embora apresentem menor durabilidade.

38 Setor de Condicionamento Brete - Destina-se ao encaminhamento individual dos animais ao tronco de contenção; - No final do brete, antes do tronco de contenção, intercala-se um lance separado por portão corrediço, destinado à separação individual dos animais.

39 Setor de Condicionamento Tronco de contenção - Montado na parte final do brete; - Destina-se a conter os animais, facilitando os tratos a que os mesmos são submetidos rotineiramente; - As principais características desejáveis para o tronco são a resistência, durabilidade, possibilidade de conter bovinos de porte variado, além da facilidade de manipular o animal quando no seu interior.

40 Setor de Condicionamento Tronco de contenção

41 Setor de Condicionamento Apartador - Situa-se também na parte final do brete, após o tronco de contenção; - Destina-se à separação dos animais; - Composto de portas de acesso aos currais, comandadas lateralmente de cima de uma plataforma.

42 Setor de Condicionamento Apartador

43 Setor de Condicionamento Embarcador - Conjunto formado por um corredor estreito (0,70 m) e rampa de embarque; - Permite a carga e descarga de animais em gaiolas boiadeiras, utilizadas no transporte rodoviário.

44 Setor de Despoluição Manejo dos resíduos - Canais coletores para drenagem devem ser construídos externamente às cercas dos fundos dos currais visando captar as águas servidas para os tanques de retenção. - Tais canais devem ser projetados para conduzir sólidos em suspensão; - Os drenos para captação de efluentes líquidos devem ser localizados fora do curral no sentido oposto aos cochos, e a drenagem é fundamental para manter as boas condições dos currais.

45 Setor de Despoluição Manejo de resíduos

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