DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE
|
|
|
- Maria dos Santos Figueiredo Jardim
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 EM DISCUSSÃO PÚBLICA ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: Tratamento Primário do Cancro Invasivo do Colo do Útero Cancro do Colo do Útero Médicos do Sistema Nacional de Saúde Departamento da Qualidade na Saúde NÚMERO: 039/2012 DATA: 30/12/2012 Nos termos da alínea a) do nº 2 do artigo 2º do Decreto Regulamentar nº 14/2012, de 26 de janeiro, a Direção-Geral da Saúde, por proposta conjunta do Departamento da Qualidade na Saúde e da Ordem dos Médicos, emite a seguinte I NORMA 1. O tratamento é alicerçado no estadiamento, segundo os critérios da FIGO, na avaliação das condições gerais e específicas de cada doente, com destaque para a sua vontade livremente expressa no consentimento informado (Nível de Evidência C, Grau de Recomendação I). 2. O tratamento deve ser realizado em centro de referência da rede de referenciação oncológica (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). 3. O tratamento do carcinoma invasivo do colo do útero é decidido em reunião multidisciplinar de decisão terapêutica, com a presença de pelo menos um ginecologista oncológico, um oncologista médico e um radioterapeuta, exceto os tumores no estádio IA1 em peça de conização (Nível de Evidência C, Grau de Recomendação I). 4. A reunião multidisciplinar de decisão terapêutica deve realizar-se no prazo máximo de 15 dias úteis após o conhecimento do diagnóstico histológico no serviço de referência (Nível de Evidência C, Grau de Recomendação I). 5. O primeiro tratamento deve realizar-se até 20 dias úteis após a decisão terapêutica (Nível de Evidência C, Grau de Recomendação I). 6. O tratamento adjuvante deve realizar-se até 40 dias úteis após a cirurgia (Nível de Evidência C, Grau de Recomendação I). 7. Tratamento recomendado para o adenocarcinoma (AC) in situ (AIS) e carcinomas epidermóides (EP) no estádio IA1 sem invasão linfovascular e com condições cirúrgicas: a. Conização - quando a mulher pretende preservar a fertilidade (a 1ª ou 2ª peça de conização não pode ter lesões displásicas nas margens endocervical e laterais, e CIN 3 na margem exocervical (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE Alameda D. Afonso Henriques, Lisboa Tel: Fax: [email protected] 1/14
2 b. Histerectomia total com ou sem anexectomia bilateral nos casos não contemplados no ponto anterior (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). 8. Tratamento recomendado para o AIS e EP no estádio IA1 sem invasão linfovascular e sem condições cirúrgicas Braquiterapia (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). 9. Tratamento recomendado para o estádio IA1 com invasão linfovascular e estádio IA2 com condições cirúrgicas: a. Histerectomia radical modificada (Piver 2) com ou sem anexectomia bilateral e linfadenectomia pélvica (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). b. Traquelectomia radical com linfadenectomia pélvica em mulher que pretende preservar a fertilidade (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). 10. Tratamento recomendado para o estádio IA1 com invasão linfovascular e estádio IA2 sem condições cirúrgicas Radioterapia pélvica, com ou sem braquiterapia (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). 11. Tratamento recomendado para o estádio IB1 e IIA1 com condições cirúrgicas: a. Histerectomia Radical (Piver 3) com ou sem anexectomia, linfadenectomia pélvica e eventual biópsia seletiva dos gânglios para-aórticos (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). b. Traquelectomia radical com linfadenectomia pélvica em doente com tumor no estádio IB1 com < 2 cm, que pretende preservar a fertilidade (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). 12. Tratamento adjuvante após cirurgia radical: a. Gânglios negativos, margens cirúrgicas vaginais e paramétrios livres e infiltração em profundidade < 2/3 do colo Vigilância (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). b. Gânglios negativos e presença de dois dos seguintes fatores de prognóstico: tumores > 4 cm, invasão linfo-vascular e infiltração > 2/3 da espessura do colo Radioterapia pélvica, com ou sem braquiterapia (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). c. Gânglios pélvicos metastizados e ou paramétrios invadidos e ou margens cirúrgicas positivas radioquimioterapia pélvica, com ou sem braquiterapia (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). d. Gânglios para-aórticos metastizados - radioquimioterapia pélvica e para-aórtica, com ou sem braquiterapia (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). e. Margens cirúrgicas vaginais com <5mm Braquiterapia (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). Norma nº 039/2012 de 30/12/2012 2/14
3 13. Tratamento recomendado para os estádios IB1 e IIA1 sem condições cirúrgicas e sem metástases ganglionares para-aórticas - radioquimioterapia pélvica, com ou sem braquiterapia (Nível de Evidência C, Grau de Recomendação I). 14. Tratamento recomendado para os estádios IB1 e IIA1 sem condições cirúrgicas e com metástases ganglionares para-aórticas - radioquimioterapia pélvica e para-aórtica, com ou sem braquiterapia (Nível de Evidência C, Grau de Recomendação I). 15. Tratamento recomendado para os estadios IB2, IIA2, IIB, IIIA e IIIB sem metástases ganglionares para-aórticas - radioquimioterapia pélvica com ou sem braquiterapia (Nível de Evidência A, Grau de Recomendação I). 16. Tratamento recomendado para os estádios IB2, IIA2, IIB, IIIA e IIIB com metástases ganglionares para-aórticas - radioquimioterapia pélvica e para-aórtica com ou sem braquiterapia (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). 17. Sempre que houver gânglios para-aórticos suspeitos/positivos pode ser considerada a sua exérese por via extraperitoneal, antes de iniciar o tratamento com radioquimioterapia (radioterapia pélvica e para-aórtica), caso a TAC torácica não evidencie a existência de metástases (Nível de Evidência B, Grau de Recomendação I). 18. Tratamento recomendado para os estádios IVA e IVB é individualizado (Nível de Evidência C, Grau de Recomendação I). 19. As doentes que se apresentam com doença no estádio IVA central e com fístula vesicovaginal ou rectovaginal, sem sinais de doença fora da pelve, são candidatas à realização de exenteração pélvica como tratamento primário (Nível de Evidência C, Grau de Recomendação I). 20. O algoritmo clínico/árvore de decisão referente à presente Norma encontra-se em Anexo. 21. As exceções à presente Norma são fundamentadas clinicamente, com registo no processo clínico. 22. A atual versão da presente Norma poderá ser atualizada de acordo com os comentários recebidos durante a discussão pública. II CRITÉRIOS A. Esta norma aplica-se aos tipos histológicos mais comuns: carcinomas epidermóides (EP), adenocarcinomas (AC) e adenoescamosos (AE). B. A presente norma não se aplica a doentes com o diagnóstico de carcinoma invasivo em peças de histerectomia, em doentes grávidas ou doentes com recidiva. C. Os relatórios anatomopatológicos devem referir todos os elementos necessários à conduta terapêutica. D. A cirurgia é o tratamento de eleição dos tumores <IB1 e a radioterapia o tratamento alternativo, conforme consensos nacionais e internacionais. E. A cirurgia conservadora oferece bons resultados nos tumores no estádio <IB1 com < 2 cm. Norma nº 039/2012 de 30/12/2012 3/14
4 F. A traquelectomia radical com linfadenectomia pélvica deve ser centralizada no âmbito da rede de referenciação oncológica. G. A histerectomia radical deve ser efetuada por equipa que realize no mínimo 15 por ano. H. A linfadenectomia pélvica é considerada suficiente quando são excisados pelo menos 6 gânglios de cada lado. I. As margens cirúrgicas são consideradas suficientes quando são > 5 mm. J. O envolvimento ganglionar é o fator de prognóstico mais importante na avaliação pósoperatória destes doentes. K. O tamanho e profundidade de invasão da lesão, e a infiltração parametrial têm sido também considerados como fatores independentes na recidiva e sobrevivência. L. A terapêutica adjuvante com radioquimioterapia está indicada nas doentes com gânglios positivos, paramétrios invadidos ou margens cirúrgicas positivas, porque há evidência de melhoria na sobrevivência quando comparada com radioterapia isolada. M. A terapêutica adjuvante com radioterapia pélvica está indicada nas doentes com gânglios negativos e paramétrios livres mas com a presença de 2 ou mais fatores de prognósticos - tumores >4cm; invasão profunda do estroma (>2/3 da espessura), invasão linfo-vascular, margens cirúrgicas vaginais <5mm - porque reduz significativamente a recidiva. N. A radioquimioterapia é o tratamento de eleição dos tumores volumosos (estádios IB2 a IVA sem metástases ganglionares para-aórticas), conforme os resultados de vários ensaios clínicos aleatorizados, embora a cirurgia radical possa ter lugar nos tumores no estádio IB2. O. A opção cirúrgica deve ser ponderada sempre que haja situações clínicas que impeçam a realização de radioterapia em condições adequadas, nomeadamente doença inflamatória pélvica e tumor anexial. P. O regime preconizado de quimioterapia associado à radioterapia não é consensual, mas o emprego de um único agente, cisplatina semanal associado à radioterapia externa, é o tratamento realizado pela grande maioria dos centros. III AVALIAÇÃO A. A avaliação da implementação da presente Norma é contínua, executada a nível local, regional e nacional, através de processos de auditoria interna e externa. B. A parametrização dos sistemas de informação para a monitorização e avaliação da implementação e impacte da presente Norma é da responsabilidade das administrações regionais de saúde e das direções dos hospitais. C. A efetividade da implementação da presente Norma nos cuidados hospitalares e a emissão de diretivas e instruções para o seu cumprimento é da responsabilidade das direções clínicas dos hospitais. D. A Direção Geral da Saúde, através do Departamento da Qualidade na Saúde, elabora e divulga relatórios de progresso de monitorização. Norma nº 039/2012 de 30/12/2012 4/14
5 E. A implementação da presente Norma é monitorizada e avaliada através dos seguintes indicadores: i. % de mulheres com diagnóstico de cancro invasivo do colo do útero que iniciaram o primeiro tratamento até 20 dias após decisão terapêutica. (i) (ii) Numerador: Número de mulheres com diagnóstico de cancro invasivo do colo do útero que iniciaram o primeiro tratamento até 20 dias após decisão terapêutica, no período em análise (ano). Denominador: Número total de mulheres com diagnóstico de cancro invasivo do colo do útero, no período em análise. ii. Percentagem de mulheres que tiveram reunião multidisciplinar de decisão terapêutica após conhecimento do diagnóstico histológico no prazo de 15 dias. (i) (ii) Numerador: Número de mulheres que tiveram reunião multidisciplinar de decisão terapêutica até de 15 dias úteis após conhecimento do diagnóstico histológico, no período em análise Denominador: Número total de mulheres com diagnóstico de cancro invasivo do colo do útero, no período em análise IV FUNDAMENTAÇÃO A. O tratamento do cancro invasivo do colo do útero exige a colaboração articulada de meios técnicos e humanos altamente diferenciados, pelo que tem de ser efetuado em centros de referência da rede de referenciação oncológica. B. O objetivo do tratamento é atingir uma taxa de sobrevivência global e livre de doença compatíveis com os padrões internacionais para cada estádio, nomeadamente os publicados no Annual Report da FIGO. C. O tempo que medeia entre o diagnóstico e o tratamento do cancro do colo do útero é um elemento qualitativo relevante. D. A qualidade da cirurgia é elemento prognóstico relevante. E. O número de gânglios excisados, a extensão das margens cirúrgicas livres de lesão e as taxas de complicações são elementos indicadores da qualidade da cirurgia realizada. F. Os resultados são otimizados quando se cumprem os protocolos, com uma articulação correcta das várias modalidades terapêuticas - cirurgia, radioterapia e quimioterapia. V APOIO CIENTÍFICO A. A presente Norma foi elaborada pelo Departamento da Qualidade na Saúde da Direção-Geral da Saúde e pelo Conselho para Auditoria e Qualidade da Ordem dos Médicos, através dos seus Colégios de Especialidade, ao abrigo do protocolo entre a Direção-Geral da Saúde e a Ordem dos Médicos, no âmbito da melhoria da Qualidade no Sistema de Saúde. Norma nº 039/2012 de 30/12/2012 5/14
6 B. Carlos Manuel Domingues Freire de Oliveira (coordenação científica), Daniel Pereira da Silva (coordenação executiva), Ana Francisca Machado Jorge, Fernando Luís da Cruz Fernandes Mota, Filomena Imaculada Adriana Nogueira Trindade dos Santos, José Paulo Ribas Guimarães dos Santos, Luísa Margarida Coelho Teixeira de Carvalho Guedes Pinto, Maria Deolinda Paulino Sousa Pereira, Paulo Alexandre Afonso Figueiredo Cortes, Teresa Margarida Rodrigues Roque Proença e Cunha. C. Foram subscritas declarações de interesse de todos os peritos envolvidos na elaboração da presente Norma. D. Foi ouvido o Diretor do Programa Nacional para Doenças Oncológicas. E. Durante o período de discussão pública só serão aceites comentários inscritos em formulário próprio, disponível no site desta Direção-Geral, acompanhados das respetivas declarações de interesse. F. Os contributos recebidos das sociedades científicas e sociedade civil em geral, sobre o conteúdo da presente Norma, serão analisados pela Comissão Científica para as Boas Práticas Clínicas, criada por Despacho n.º 12422/2011 de 20 de setembro e atualizado por Despacho n.º 7584/2012 de 1 de junho. BIBLIOGRAFIA / REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Adcock LL, Potish RA, Julian TM, et al. Carcinoma of cervix FIGO Stage IB: treatment failures. Gynecol OncoI1984;18: Allen HH, Nisker JA, Anderson RJ. Primary surgical treatment in one hundred ninety-five cases of stage IB carcinoma of the cervix. Am J Obstet Gynecol 1982;143: Altgassen C, Hertel H, Brandstadt A, Kohler C. Multicenter validation study of the sentinel lymph node concept in cervical cancer: AGO Study Group. J Clin Oncol 2008;26: Averette HE, Nguyen HN, Donato DM et al. Radical hysterectomy for invasive cervical cancer: a 25-year prospective experience with the Miami technique. Cancer 1993;71: Caluwoerst S, Van Colsteren K, Merttens L. et al. Neoadjuvant chemotherapy followed by radical hysterectomy for invasive cervical cancer diagnosed during pregnancy:report a case and review of the literature. Int J Gynecol Cancer 2006; 16: Cervical Cancer Treatment 7. Chemoradiotherapy for Cervical Cancer Meta-Analysis Collaboration. Reducing uncertainties about the effects of chemoradiotherapy for cervical cancer: a systematic review and meta-analysis of individual patient data from 18 randomized trials. J Clin Oncol 2008; 26: Consenso sobre Cancro Ginecológico da Sociedade Portuguesa de Ginecologia. Out Delgado G, Bundy B, Zaino R et al. Prospective surgical-pathological study of disease-free interval in patients with stage IB squamous ceii carcinoma of the cervix: a Gynecologic Oncology Group study. Gynecol Oncol 1990;38: Eifel PJ, Burke TW, Delclos L, et al. Early stage I adenocarcinoma of the uterine cervix: treatment results in patients with tumors less than or equal to 4 cm in diameter. Gynecol Oncol1991; 41: Farley JH, Hickey KW, Carlson JW et al. Adenosquamous histology predicts a poor outcome for patients with advanced-stage, but not early-stage cervical carcinoma. Cancer 2003;97: Hacker NF, Wain GV, Nicklin JL. Resection of bulky positive Iymph nodes in patients with cervical cancer. lnt J Gynecol Cancer 1995;5: Norma nº 039/2012 de 30/12/2012 6/14
7 13. Haie-Meder C, Morice P, Castiglione M on behalf of the ESMO Guidelines Working Group. Cervical cancer: ESMO Clinical Practice Guidelines for diagnosis, treatment and follow-up. Annals of Oncology. 2010; 21 (Supplement 5): v37 v Long III,. Bundy BN, Grendys EC Jr, et al. Randomized phase III trial of cisplatin with or without topotecan in carcinoma of the uterine cervix: a Gynecologic Oncology Group Study. J Clin Oncol 2005;23: Hopkins MP, Morley GW. The prognosis and management of cervical cancer associated with pregnancy. Obstet Gynecol 1992, 80: Hunter MI, Tewari K, Monk BJ. Cervical neoplasia in pregnancy. Part 2: current treatment of invasive disease. Am J Obstet Gynecol 2008, 199: John H. Shepherd: Cervical cancer, Best Practice & Research Clinical Obstetrics and Gynaecology 2012, 26: Keys HM, Bundy BN, Stehman FB. Cisplatin, radiation, and adjuvant hysterectomy compared with radiation and adjuvant hysterectomy for bulky stage IB cervical carcinoma. N Engl J Med 1999;340: Kim SM, Choi HS, Byun JS. OveraII 5-year survival rate and prognostic factors in patients with stage IB and lia cervical cancer treated by radical hysterectomy and pelvic Iymph node dissection. lnt J Gynecol Cancer 2000;10: Koliopoulos G, Sotiriadis A, Kyrgiou M. Conservative surgical methods for FIGO stage IA squamous cervical carcinoma and their role in preserving women s fertility. Gynecol Oncol. 2004;93: Kovalic JJ, Grigsby PW, Perez CA, et al. Cervical stump carcinoma. Int J Radiat Oncol Biol Phys 1991, 20: Krebs HB, Helmkamp BF, Seven B-U et al. Recurrent cancer of the cervix following radical hysterectomy and pelvic node dissection. Obstet Gynecol 1982;59: Laggersseld LD, Creasman WT, Shingleton HM, Blessing JA. Results and complications of operating staging in cervical cancer experience of the Gynecology Oncology Group: Ginecol Oncol 1980;9: Lanciano RM, Won M, Hanks GE. A reappraisal of the International Federation of Gynecology and Obstetrics staging system for cervical cancer. A study of patterns of care. Cancer 1992, 69: Lea SJ, Lin KY. Cervical Cancer. Obstet Gynecol Clin North Am. 2012;39(2): Monk BJ, Montz FJ: Invasive cervical cancer complicating intrauterine pregnancy: treatment with radical hysterectomy. Obstet Gynecol 1992, 80: Monk Bj, Wang J, Im S. Rethinking the use of radiation and chemotherapy after radical hysterectomy: a clinicalpathologic analysis of a Gynecologic Oncology Group/Southwest Oncology Group/Radiation Therapy Oncology Group trial. Gynecol Oncol 2005; 96: Moore DH, Blessing JA, McQuellon RP et al. Phase III study of cisplatin with or without paclitaxel in stage IVB, recurrent or persistent squamous cell carcinoma of the cervix: a gynecologic oncology group study. J Clin Oncol 2004; 22: Morris M, Eifel PJ, Lu J et al. Pelvic radiation with concurrent chemotherapy compared with pelvic and paraaortic radiation for high-risk cervical cancer. N Engl J Med 1999, 340: NCCN Clinical Practice Guidelines in Oncology. Cervical Cancer. v Available at: Pearcey R, Brundage M, Drouin P et al. Phase III trial comparing radical radiotherapy with and without cisplatin chemotherapy in patients with advanced squamous cell cancer of the cervix. J Clin Oncol 2002, 20: Pecorelli S. Revised FIGO staging for carcinoma of the vulva, cervix, and endometrium. Int J Gynaecol Obstet. 2009; 105: Pecorelli S, Zigliani L, Odicino F: Revised FIGO staging for carcinoma of the cervix. Int J Gynaecol Obstet 2009; 105: Peters WA, 3 rd, Liu PY, Barrett RJ, 2 nd. Concurrent chemotherapy and pelvic radiation therapy compared with pelvic radiation therapy alone as adjuvant therapy after radical surgery in high-risk early-stage cancer of the cervix. J Clin Oncol. 2000;18: Plante M, Renaud Mc, Hoskins IA, Vaginal radical trachelectomy: a valuable fertility-preserving option in the management of early-stage cervical cancer. A series of 50 pregnancies and review of the literature. Gynecol Oncol 2005;98:3-10 Norma nº 039/2012 de 30/12/2012 7/14
8 36. Quinn MA, Benedet JL, Odicino F et al. Carcinoma of the cervix uteri. FIGO 26th Annual Report on the Results of Treatment in Gynecological Cancer. Int Gynaecol Obstet 2006, 95 Suppl 1:S Registo Oncológico Nacional Rose PG, Bundy B, Watkins EB et al. Concurrent cisplatin based radiotherapy and chemotherapy for locally advanced cervical cancer. N Engl J Med 1999; 340: Rose PG, Bundy BN: Chemoradiation for locally advanced cervical cancer: does it help? J Clin Oncol 2002, 20: Rotman M, Sedlis A, Piedmonte Mr et al. A phase III randomized trial of postoperative pelvic irradiation in Stage IB cervical carcinoma with poor prognostic features:follow-up of a gynecologic oncology group study. Int J Radiat Oncol Biol Phys 2006;65: Rubin SC, Brookland R, Mikuta JJ et al. Paraaortic nodal metastases in eariy cervical carcinoma: long term survival foilowing extended field radiotherapy. Gynecol Oncol 1984;18: Sartori E, Pasinetti B, Carrara L et al. Pattern of failure and value of follow-up procedures in endometrial and cervical cancer patients. Gynecol Oncol 2007; 107(1 Suppl 1): S Seddis A, Bundy BN, Rotman MZ. A randomized trial of pelvic radiation therapy versus no further therapy in selected patients with stage IB carcinoma of the cervix after radical hysterectomy and pelvic lymphadenectomy: A Gynecologic Oncology Group Study. Gynecol Oncol 1999; Shiromizu K, Kasamatsu T, Takahashi M et al. A clinicopathological study of postoperative pulmonary metastases of uterine cervical carcinomas. J Obstet Gynaecol Res 1999;25: Tewari K, Cappuccini F, Gambino A et al. Neoadjuvant chemotherapy in the treatment of locally advanced cervical carcinoma in pregnancy. Cancer 1998;82: Thomas GM, Dembo AJ, Black B et al. Concurrent radiation and chemotherapy for carcinoma of the cervix recurrent after radical surgery. Gynecol Oncol 1987;27: Thomas GM, Dembo AJ. Is there a role for adjuvant pelvic radiotherapy after radical hysterectomy in early stage cervical cancer? Int J Gynecol Cancer 1991;1: Thomas GM: Improved treatment for cervical cancer-concurrent chemotherapy and radiotherapy. N Engl J Med 1999, 340: Tsai C-S, Lai C-H, Wang C-C et ai. The prognostic factors for patients with eariy cervical cancer treated by radical hysterectomy and postoperative radiotherapy. Gynecol Oncol 1999;75: Van de Lande J, Torrenga B, Raijmakers PG. Sentinel lymph node detection in early stage uterine cervix carcinoma: a systematic review. Gynecol Oncol 2007;106: Whitney CW, Sause W, Bundy BN et al. Randomized comparison of fluorouracil plus cisplatin versus hydroxyurea as an adjunct to radiation therapy in stage IIB-IVA carcinoma of the cervix with negative para-aortic lymph nodes: a Gynecologic Oncology Group and Southwest Oncology Group study. J Clin Oncol 1999, 17 : Wright TC Jr, Massad LS, Dunton CJ et al consensus guidelines for the management of women with cervical intraepithelial neoplasia or adenocarcinoma in situ. Am J Obstet Gynecol 2007 : Francisco George Diretor-Geral da Saúde Norma nº 039/2012 de 30/12/2012 8/14
9 ANEXOS Anexo I: Algoritmo clínico/árvore de decisão Norma nº 039/2012 de 30/12/2012 9/14
10 Norma nº 039/2012 de 30/12/ /14
11 Norma nº 039/2012 de 30/12/ /14
12 Norma nº 039/2012 de 30/12/ /14
13 Norma nº 039/2012 de 30/12/ /14
14 Norma nº 039/2012 de 30/12/ /14
DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE
EM DISCUSSÃO PÚBLICA ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 015/2012 DATA: 19/12/2012 Seguimento das Doentes Tratadas por Cancro Invasivo do Colo do Útero Cancro do Colo do Útero Médicos do
DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE
EM DISCUSSÃO PÚBLICA ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 018/2012 DATA: 21/12/2012 Diagnóstico e Estadiamento do Cancro Invasivo do Colo do Útero Cancro do Colo do Útero Médicos do Sistema
OPERAÇÃO DE WERTHEIM-MEIGS EM CARCINOMA DO COLO DO ÚTERO E TRATAMENTO COMPLEMENTAR Análise Crítica de Cinco Anos
ARTIGO ORIGINAL Acta Med Port 2011; 24(S2): 557-564 OPERAÇÃO DE WERTHEIM-MEIGS EM CARCINOMA DO COLO DO ÚTERO E TRATAMENTO COMPLEMENTAR Análise Crítica de Cinco Anos Daniela FREITAS, Fedra RODRIGUES, Daniel
Histerectomia Radical Laparoscópica versus Aberta para tratamento de cancer de colo uterino inicial: epidemiologia e resultados cirúrgicos
Histerectomia Radical Laparoscópica versus Aberta para tratamento de cancer de colo uterino inicial: epidemiologia e resultados cirúrgicos Reitan R. 1, Bereza, B. 1, Foiato, T.F. 1, Luz, M.A. 1, Guerreiro,
Câncer de Colo Uterino Cervix Cancer
ONCOLOGIA BASEADA EM PROVAS / Oncology evidence-based Câncer de Colo Uterino Cervix Cancer Alexandra dos Santos Zimmer * Daniela Dornelles Rosa ** Resumo Revisão didática sobre o câncer de colo uterino,
Declaro não haver nenhum conflito de interesse.
Declaro não haver nenhum conflito de interesse. Faculdade de Medicina do ABC Disciplina de Ginecologia Serviço do Prof. Dr. César Eduardo Fernandes Setor de Mastologia IVO CARELLI FILHO Maior dilema da
Revisão da anatomia e definição dos volumes de tratamento: Câncer de estômago. Mariana Morsch Beier R2 Radioterapia - Hospital Santa Rita
Revisão da anatomia e definição dos volumes de tratamento: Câncer de estômago. Mariana Morsch Beier R2 Radioterapia - Hospital Santa Rita EPIDEMIOLOGIA A estimativa do biênio 2012-2013 para o Brasil é
Estadiamento dos cancros ginecológicos: FIGO 2009
A Estadiamento dos cancros ginecológicos: FGO 2009 Sofia Raposo e Carlos Freire de Oliveira O estadiamento dos cancros é preconizado com o intuito de permitir uma comparação válida dos resultados entre
VaIN II II e III há indicação para tratamentos não- excisionais?
Trocando Idéias XIV - 2009 VaIN II II e III há indicação para tratamentos não- excisionais? Walquíria Quida Salles Pereira Primo Doutorado e Mestrado UnB Professora da Pós-graduação UnB Unidade de Ginecologia
Cancro ginecológico. Consensos Nacionais 2013. Reunião de Consenso Nacional Coimbra 24 de novembro de 2012
Cancro ginecológico Consensos Nacionais 2013 Reunião de Consenso Nacional Coimbra 24 de novembro de 2012 Cancro ginecológico Consensos Nacionais 2013 Organização» Sociedade Portuguesa de Ginecologia Secção
André Luís Montagnini Disciplina de Cirurgia do Aparelho Digestivo - HC/FMUSP
PODE A RADIOQUIMIOTERAPIA SUBSTITUIR A DISSECÇÃO LINFONODAL ESTENDIDA NO CÂNCER GÁSTRICO? André Luís Montagnini Disciplina de Cirurgia do Aparelho Digestivo - HC/FMUSP http://www.cancerresearchuk.org/home/
Diretrizes Assistenciais
Diretrizes Assistenciais Câncer de Vias Biliares Versão eletrônica atualizada em Julho 2009 Os colangiocarcinomas e carcinomas de vesícula biliar são tumores originários do epitélio dos ductos biliares
Apoio e realização: II Congresso Brasileiro de Ginecologia Oncológica AGINON 2015 I Jornada Latino-Americana de Ginecologia Oncológica - LASGO
Apoio e realização: II Congresso Brasileiro de Ginecologia Oncológica AGINON 2015 I Jornada Latino-Americana de Ginecologia Oncológica - LASGO Local: Minas Centro, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil
S R E V R I V Ç I O D E E C IR I URGIA I A T O T RÁCIC I A
Neoadjuvância Julio Espinel R2 CIT Cristiano Feijó Andrade Outubro 2009 Importância Estadiamento linfonodal Unificar para discutir e poder propor modificações; Selecionar tratamento multimodais; Discordâncias
29/10/09. E4- Radiologia do abdome
Radiologia do abdome 29/10/09 Milton Cavalcanti E4- Radiologia do abdome INTRODUÇÃO O câncer de colo uterino é uma das maiores causas de morte entre mulheres, principalmente nos países em desenvolvimento.
CARCINOMA DO OVÁRIO EM MULHER JOVEM QUANDO CONSERVAR?
CARCINOMA DO OVÁRIO EM MULHER JOVEM QUANDO CONSERVAR? JP Coutinho Borges, A Santos, A Carvalho, J Mesquita, A Almeida, P Pinheiro Serviço de Ginecologia e Obstetrícia ULSAM Viana do Castelo OBJETIVO Apresentação
TRATAMENTO SISÊMICO NEOADJUVANTE SEGUIDO DE CITORREDUÇÃO DE INTERVALO. Eduardo Vieira da Motta
TRATAMENTO SISÊMICO NEOADJUVANTE SEGUIDO DE CITORREDUÇÃO DE INTERVALO Eduardo Vieira da Motta Sobrevida global por doença residual Fatos Citorredução é efetiva porque há quimioterapia Maior volume tumoral,
CÂNCER DE COLO DE ÚTERO OPERADO RADIOTERAPIA COMPLEMENTAR: INDICAÇÕES E RESULTADOS
CÂNCER DE COLO DE ÚTERO OPERADO RADIOTERAPIA COMPLEMENTAR: INDICAÇÕES E RESULTADOS Hospital Erasto Gaertner Serviço de Radioterapia Sílvia Pecoits Câncer de Colo Uterino 500.000 casos novos no mundo com
Nos países em desenvolvimento, o câncer de colo uterino
DOI: Laparoscopia 10.1590/0100-69912015005014 no câncer de colo uterino. Estado atual e revisão da literatura 345 Revisão Laparoscopia no câncer de colo uterino. Estado atual e revisão da literatura Laparoscopy
ABORDAGEM DO ADENOCARCINOMA IN SITU
Yara Furtado Professora Assistente da UNIRIO Chefe Ambulatório de Patologia Vulvar e Cervical do HUGG Comissão de Título de Qualificação ABPTGIC Descrito em 1952 (Hepler) Laudos citológicos Sistema Bethesda
QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DE ENDOMÉTRIO. QUANDO HÁ EVIDÊNCIAS E QUANDO COMBINÁ-LA COM A RADIOTERAPIA
QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE NO CÂNCER DE ENDOMÉTRIO. QUANDO HÁ EVIDÊNCIAS E QUANDO COMBINÁ-LA COM A RADIOTERAPIA Dr. Markus Gifoni Oncologista Clínico Instituto do Câncer do Ceará Fortaleza 01/06/2013 Informações
GineColÓGiCo. r e u n i ã o d e C o n s e n s o n a C i o n a l. C o i m b r a 1 6 d e o u t u b r o 2 0 1 0-1 1-2 7
CanCro GineColÓGiCo r e u n i ã o d e C o n s e n s o n a C i o n a l C o i m b r a 1 6 d e o u t u b r o 2 0 1 0-1 1-2 7 CanCro GineColÓGiCo r e u n i ã o d e C o n s e n s o n a C i o n a l cancro DO
CANCER DE COLO DE UTERO FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO
CANCER DE COLO DE UTERO FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO CANCER DE COLO DE UTERO O câncer de colo uterino é o câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, correspondendo a, aproximadamente,
PELE - MELANOMA PREVENÇÃO
PREVENÇÃO Use sempre um filtro solar com fator de proteção solar (FPS) igual ou superior a 15, aplicando-o generosamente pelo menos 20 minutos antes de se expor ao sol e sempre reaplicando-o após mergulhar
Podemos definir NIC II como lesão pré-neoplásica de colo?
IX S impós io de Atualização em Ginecologia Oncológica III S impós io de Genitos copia do DF ABPTGIC Capítulo DF 12-14 de Maio de 2011 Podemos definir NIC II como lesão pré-neoplásica de colo? Fábio Russomano
CÂNCER DO COLO DO ÚTERO AKNAR CALABRICH DANIELE XAVIER ASSAD ANDRÉIA CRISTINA DE MELO ANGÉLICA NOGUEIRA
CÂNCER DO COLO DO ÚTERO AKNAR CALABRICH DANIELE XAVIER ASSAD ANDRÉIA CRISTINA DE MELO ANGÉLICA NOGUEIRA OBSERVAÇÃO Esta diretriz é para tratamento do câncer de colo de útero com histologias escamosa, adenoescamosa
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR
RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO PRÉVIA DO MEDICAMENTO PARA USO HUMANO EM MEIO HOSPITALAR DCI gefitinib N.º Registo Nome Comercial Apresentação/Forma Farmacêutica/Dosagem PVH PVH com IVA Titular de AIM 30 comprimidos
Diretrizes Assistenciais
Diretrizes Assistenciais Protocolo de tratamento adjuvante e neoadjuvante do câncer de mama Versão eletrônica atualizada em Fevereiro 2009 Tratamento sistêmico adjuvante A seleção de tratamento sistêmico
Descritores: Recidiva; Neoplasias do colo do útero; Neoplasias Vulvares; Exenteração pélvica; Complicações pós-operatórias; Resultado de tratamento.
Exenteração pélvica total com vulvectomia radical para tratamento de extensa recidiva locorregional de câncer de colo uterino Total pelvic graft with radical vulvectomy for the treatment of extensive local
Terapia hormonal prévia e adjuvante à radioterapia externa no tratamento do câncer de próstata
Terapia hormonal prévia e adjuvante à radioterapia externa no tratamento do câncer de próstata N o 145 Março/2015 2015 Ministério da Saúde. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que
Resumo O interesse pelo diagnóstico do carcinoma microinvasivo do colo uterino,
Revisão Carcinoma de células escamosas microinvasivo do colo uterino. Qual a melhor conduta? Microinvasive squamous cells carcinoma of the uterine cervix. Which conduct is the best? Fabyola Jorge Cruz
ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA
ACADEMIA NACIONAL DE MEDICINA PESQUISA DE LINFONODO SENTINELA NA CIRURGIA DO CÂNCER GÁSTRICO PRECOCE Guilherme Pinto Bravo Neto, TCBC-RJ Prof. Adjunto Departamentoamento de Cirurgia FM UFRJ Coordenador
Editor: José Anacleto Dutra de Resende Júnior
Editor: José Anacleto Dutra de Resende Júnior Editores associados: Rodrigo Ribeiro Vieiralves Paulo Henrique Pereira Conte Acesse: http://www.sburj.org.br/cursos.php 1 Uro-Oncologia 3 Módulo XI: Pênis
Tratamento Sistêmico Câncer Gástrico
Tratamento Sistêmico Câncer Gástrico Hospital Israelita Albert Einstein Dr. Pedro Luiz S. Usón Jr Tópicos de discussão Câncer Gástrico operável - Quimioterapia perioperatória - Quimioterapia adjuvante
Rastreamento, diagnóstico e tratamento do Carcinoma do Colo do Útero
Rastreamento, diagnóstico e tratamento do Carcinoma do Colo do Útero Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Sociedade Brasileira de Cancerologia Elaboração Final: 16 de maio de
AGC sem especificação e AGC favorece neoplasia O que fazer? Yara Furtado
AGC sem especificação e AGC favorece neoplasia Yara Furtado Atipias de Células Glandulares Bethesda 1991 Bethesda 2001 Células Glandulares *Células endometriais, benignas, em mulheres na pós-menopausa
DIAGNÓSTICO MÉDICO DADOS EPIDEMIOLÓGICOS FATORES DE RISCO FATORES DE RISCO 01/05/2015
01/05/2015 CÂNCER UTERINO É o câncer que se forma no colo do útero. Nessa parte, há células que podem CÂNCER CERVICAL se modificar produzindo um câncer. Em geral, é um câncer de crescimento lento, e pode
Lesões Intraepiteliais de Alto Grau: Diagnóstico, conduta e seguimento.
Lesões Intraepiteliais de Alto Grau: Diagnóstico, conduta e seguimento. ABG-Cap RJ II Colpovix Vitória ES 16 e 17 de outubro de 2009 Fábio Russomano Linha de cuidado para prevenção do câncer do colo do
Rastreamento, Diagnóstico e Tratamento do Carcinoma do Colo do Útero
Rastreamento, Diagnóstico e Tratamento do Carcinoma do Colo do Útero Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia Sociedade Brasileira de Cancerologia Elaboração Final: 16 de maio de
Glanulectomia total no Cancro do Pénis Controlo oncológico e qualidade de vida
Acta Urológica 2008, 25; : 49-53 Artigos Originais 49 Glanulectomia total no Cancro do Pénis Controlo oncológico e qualidade de vida Bruno Graça, Eduardo Carrasquinho, Pedro Bargão, Manuel Ferreira Coelho,
Radioterapia de Intensidade Modulada (IMRT) no Tratamento do. Câncer de Cabeça e Pescoço. Contexto da Medicina Baseada em Evidências
CONGRESSO DE AUDITORIA - NATAL - 2015 Radioterapia de Intensidade Modulada (IMRT) no Tratamento do Câncer de Cabeça e Pescoço Contexto da Medicina Baseada em Evidências Tratamento do Câncer de Cabeça e
Câncer de colo uterino fatores de risco, prevenção, diagnóstico e tratamento
Seção Aprendendo Rev Med (São Paulo). 2009 jan.-mar.;88(1):7-15. Câncer de colo uterino fatores de risco, prevenção, diagnóstico e tratamento Carcinoma of the cervix risk factors, prevention, diagnosis
Resumo Objetivo: Realizou-se uma revisão da literatura sobre a preservação dos
revisão sistematizada Quando se deve preservar o(s) ovário(s) na cirurgia radical para câncer do colo do útero? When should the ovary be preserved in the uterine cervical cancer during the radical hysterectomy?
Atualidades na doença invasiva do colo uterino: Seguimento após tratamento. Fábio Russomano IFF/Fiocruz Trocando Idéias 29 a 31 de agosto de 2013
Atualidades na doença invasiva do colo uterino: Seguimento após tratamento Fábio Russomano IFF/Fiocruz Trocando Idéias 29 a 31 de agosto de 2013 Objetivos do seguimento após tratamento de Câncer Detecção
CONDUTA APÓS CITOLOGIA LESÃO INTRA-EPITELIAL DE ALTO GRAU MARIA INES DE MIRANDA LIMA
IVX CONGRESSO PAULISTA DE GINECOLOGIA E OBSTETRICIA CONDUTA APÓS CITOLOGIA LESÃO INTRA-EPITELIAL DE ALTO GRAU MARIA INES DE MIRANDA LIMA Lesão intra-epitelial de alto grau:hsil: Qual o significado? NIC
Cancro da trompa de Falópio
26 Cancro da trompa de Falópio Fernando Mota 1. INTRODUÇÃO O carcinoma da trompa de Falópio é uma das neoplasias ginecológicas mais raras, representando menos de 1% de todos os cancros do aparelho genital
XI Encontro do Câncer Ginecológico em Curitiba 17 de junho de 2010. Fábio Russomano
Rede colaborativa de Centros Qualificadores de Ginecologistas e Serviços de Referência para Atuação na Linha de Cuidado para a Assistência Secundária às Mulheres Portadoras de Lesão Intraepitelial Cervical
Citologia ou teste de HPV no rastreio primário?
UNICAMP Citologia ou teste de HPV no rastreio primário? Luiz Carlos Zeferino Professor Titular em Ginecologia Departamento de Tocoginecologia Faculdade de Ciências Médicas CAISM - UNICAMP Clique para editar
RASTREIO EM SITUAÇÕES ESPECIAIS
RASTREIO EM SITUAÇÕES ESPECIAIS Maria José de Camargo IFF / FIOCRUZ CERVIX www.cervixcolposcopia.com.br Gestantes Pós-menopausa Histerectomizadas Imunossuprimidas Adolescentes Mulheres sem história de
Unidades prestadores de cuidados de saúde do SNS. Departamento da Qualidade na Saúde ([email protected])
NÚMERO: 006/2015 DATA: 08/04/2015 ASSUNTO: Gestão Integrada da Obesidade Requisitos para Centros de Tratamento Cirúrgico de Obesidade PALAVRAS-CHAVE: Tratamento Cirúrgico de Obesidade, Obesidade PARA:
Câncer de bexiga músculo-invasivo. Limírio Leal da Fonseca Filho
Câncer de bexiga músculo-invasivo Limírio Leal da Fonseca Filho HSPE-SP HIAE Cistectomia radical + linfadenectomia pelvica é padrão ouro no tratamento dos tumores infiltrativos da bexiga Sobrevida 10 anos
Qual a importância do número de linfonodos pélvicos dissecados para o estadiamento locorregional do câncer de colo uterino?
ARTIGO ORIGINAL Qual a importância do número de linfonodos pélvicos dissecados para o estadiamento locorregional do câncer de colo uterino? How important is the number of pelvic lymph node retrieved to
Programa Nacional para as Doenças Oncológicas. Orientações Programáticas
Programa Nacional para as Doenças Oncológicas Orientações Programáticas 1 - Enquadramento O Programa Nacional para as Doenças Oncológicas é considerado prioritário e, à semelhança de outros sete programas,
CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO. Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto. Introdução
CAPÍTULO 2 CÂNCER DE MAMA: AVALIAÇÃO INICIAL E ACOMPANHAMENTO Ana Flavia Damasceno Luiz Gonzaga Porto Introdução É realizada a avaliação de um grupo de pacientes com relação a sua doença. E através dele
PRESERVAÇÃO FERTILIDADE HOMEM Recomendações. Alexandra Teixeira
PRESERVAÇÃO FERTILIDADE HOMEM Recomendações Alexandra Teixeira O número de adultos jovens "long survivors" tem crescido e a preocupação com os efeitos tardios relacionados com os tratamentos tem emergido,
TRATAMENTO PÓS OPERATÓRIO NO SEMINOMA E NÃO SEMINOMA DE ESTÁGIO I DE ALTO RISCO Daniel Fernandes Saragiotto
TRATAMENTO PÓS OPERATÓRIO NO SEMINOMA E NÃO SEMINOMA DE ESTÁGIO I DE ALTO RISCO Daniel Fernandes Saragiotto Médico Assistente do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) FMUSP Médico Titular
Parecer do Grupo de Avaliação de Tecnologias em Saúde GATS 25/07
Parecer do Grupo de Avaliação de Tecnologias em Saúde GATS 25/07 Tema: Linfonodo sentinela no câncer de mama I Data: 27/09/2007 II Grupo de Estudo: Izabel Cristina Alves Mendonça; Célia Maria da Silva;
INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RS PORTARIA 13/2014
PORTARIA 13/2014 Dispõe sobre os parâmetros do exame PET-CT Dedicado Oncológico. O DIRETOR-PRESIDENTE DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL-IPERGS, no uso de suas atribuições conferidas
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO PAULO Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem Adenocarcinoma de Pâncreas Bruno Sérgio de Souza Bernardes Sólidos: Tumores do Pâncreas Classificação
EZT- Histórico, indicações, resultados e complicações
EZT- Histórico, indicações, resultados e complicações Trocando Idéias XV Junho de 2010 Fábio Russomano 29 de agosto de 2008 Eletrocirurgia? cauterização de feridas e tumores 1847 1a exérese de tumor por
O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio. Maria de Fátima Dias Gaui CETHO
O Que solicitar no estadiamento estádio por estádio Maria de Fátima Dias Gaui CETHO Introdução Objetivo: Definir a extensão da doença: Estadiamento TNM (American Joint Committee on Cancer ). 1- Avaliação
Câncer de Ovário (Epitelial)
Câncer de Ovário (Epitelial) Ciclofosfamida + Carboplatina Ciclofosfamida: 600mg/m 2 IV D1 Carboplatina: 300mg/m 2 IV D1 a cada 28 dias X 6 ciclos Ref. (1) Ciclofosfamida + Cisplatina Ciclofosfamida: 600mg/m
TEMA: Temozolomida para tratamento de glioblastoma multiforme
NOTA TÉCNICA 2014 Solicitante Dr. Renato Martins Prates Juiz Federal da 8ª Vara Data: 19/02/2014 Medicamento X Material Procedimento Cobertura TEMA: Temozolomida para tratamento de glioblastoma multiforme
TUMOR DE HIPOFARINGE. Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço HUWC. Mário Sérgio R. Macêdo
TUMOR DE HIPOFARINGE Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço HUWC Mário Sérgio R. Macêdo Anatomia Epidemiologia, Quadro Clínico, Diagnóstico e Estadiamento Tratamento Anatomia Epidemiologia O sítio mais
Tema: Uso do pet scan em pacientes portadores de câncer
Data: 27/11/2012 Nota Técnica 23/2012 Medicamento Material Procedimento X Cobertura Solicitante: Bruna Luísa Costa de Mendonça Assessora do Juiz da 2ª Vara Cível Numeração Única: 052512020931-3 Tema: Uso
PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136
PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013 p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do
Gaudencio Barbosa R4 CCP HUWC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço 02-2012
Gaudencio Barbosa R4 CCP HUWC Serviço de Cirurgia de Cabeça e Pescoço 02-2012 Abordagens combinadas envolvendo parotidectomia e ressecção do osso temporal as vezes são necessárias como parte de ressecções
Carcinoma do pénis. La Fuente de Carvalho, Ph.D MD
Carcinoma do pénis La Fuente de Carvalho, Ph.D MD Epidemiologia - idade > 50 anos - 550 novos casos / ano (Reino Unido) - 1250 novos casos / ano (EUA) - Centro Registo California - entre 1988 2004 2.870
Efeitos celulares actínicos pós-radioterapia por câncer de colo uterino
Efeitos celulares actínicos pós-radioterapia por câncer de colo uterino C. M. L. Padilha 1,3,4,5 ; A. Bergmann 2 ; C. B. P. Chaves 2 ; L. C. S. Thuler 2 ; M. L. C. Araújo Junior 1 ; S. A. L. de Souza 5
TUMORES DO PÉNIS: Cirurgia Minimamente Invasiva. Pedro Eufrásio. Serviço de Urologia Centro Hospitalar Tondela-Viseu
TUMORES DO PÉNIS: Cirurgia Minimamente Invasiva Pedro Eufrásio Serviço de Urologia Centro Hospitalar Tondela-Viseu INTRODUÇÃO Tumor do pénis é raro. Variabilidade geográfica. 95% são carcinomas espinho-celulares.
Radioterapia para Metástases em Coluna Eduardo Weltman Hospital Israelita Albert Einstein Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Radioterapia para Metástases em Coluna Aspectos Clínicos Indicações
- Unidade de Saúde Familiar Vimaranes
CARTA DE COMPROMISSO - Unidade de Saúde Familiar Vimaranes Modelo A A Administração Regional de Saúde (ARS), IP do Norte, representada pelo seu Presidente, Dr. Alcindo Maciel Barbosa e a Unidade de Saúde
Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT. Segundo diretrizes ANS
Diretrizes ANS para realização do PET Scan / PET CT Segundo diretrizes ANS Referencia Bibliográfica: Site ANS: http://www.ans.gov.br/images/stories/a_ans/transparencia_institucional/consulta_despachos_poder_judiciari
Rastreio Citológico: Periodicidade e População-alvo UNICAMP. Agosto 2012. Luiz Carlos Zeferino Faculdade de Ciências Médicas - UNICAMP
Rastreio Citológico: UNICAMP Periodicidade e População-alvo Clique para editar o estilo do subtítulo mestre Agosto 2012 Luiz Carlos Zeferino Faculdade de Ciências Médicas - UNICAMP Rastreamento citológico
5-Fluorouracil + Radioterapia 5-Fluorouracil: 500 mg/m 2 /dia IV D1 a 3 e D29 a 31 seguido de 5-Fluorouracil semanal iniciando no D71 Ref.
Câncer de Pâncreas 5-Fluorouracil + Radioterapia 5-Fluorouracil: 500 mg/m 2 /dia IV D1 a 3 e D29 a 31 seguido de 5-Fluorouracil semanal iniciando no D71 Ref. (1) 5-Fluorouracil + Leucovorin 5-Fluorouracil:
EMENTA: Câncer urológico - Critérios de alta para pacientes com câncer CONSULTA
PARECER Nº 2422/2013 CRM-PR PROCESSO CONSULTA N.º 11/2013 PROTOCOLO N. º 10115/2013 ASSUNTO: CRITÉRIOS DE ALTA DE SERVIÇOS DE CANCEROLOGIA PARECERISTA: CONS. JOSÉ CLEMENTE LINHARES EMENTA: Câncer urológico
O teste do HPV contribui na triagem para a colposcopia?
Trocando Ideias XIX 06 de agosto de 2015 Lesão de Baixo Grau O teste do HPV contribui na triagem para a Clique para editar o estilo do subtítulo mestre colposcopia? Flávia de Miranda Corrêa Epidemiologia
Cancro do endométrio. Fernando Mota 1. INTRODUÇÃO
22 Cancro do endométrio Fernando Mota 1. INTRODUÇÃO O carcinoma do endométrio é a neoplasia ginecológica mais frequente nos países desenvolvidos. De entre todos os cancros que afectam a mulher é o quarto
RELATÓRIO PARA A. SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS
RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma versão resumida do relatório técnico
Linfoepitelioma Nasofaringe
Linfoepitelioma Nasofaringe Quimioterapia + Radioterapia Cisplatina: 100 mg/m 2 IV D1, 22 e 43 durante radioterapia Após o término da quimio e radioterapia a quimioterapia segue com o seguinte protocolo:
Métodos de Manutenção da Função Hormonal Ovariana de Pacientes em Pré Menopausa com Câncer de Colo Uterino
Métodos de Manutenção da Função Hormonal Ovariana de Pacientes em Pré Menopausa com Câncer de Colo Uterino Lívia Ferreira de Oliveira Rosamaria Cúgola Ventura Condé Anna Myrian Tamm Lannes Vieira Janaína
Câncer de Pulmão Estadiamento: o que mudou?
Câncer de Pulmão Estadiamento: o que mudou? Ilka Lopes Santoro EPM - Unifesp Conflito de Interesse Nada a declarar For myself I am an optimist it does not seem to be much use being anything else. Sir Winston
Estamos prontos para guiar o tratamento com base no status do HPV?
Controvérsias no Tratamento de Câncer de Cabeça e Pescoço Localmente Avançado Estamos prontos para guiar o tratamento com base no status do HPV? Igor A. Protzner Morbeck, MD, MSc Oncologista Clínico Onco-Vida,
13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 O PROJETO DE EXTENSÃO CEDTEC COMO GERADOR DE FERRAMENTAS PARA A PESQUISA EM CÂNCER DE MAMA
13. CONEX Pôster Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X ) SAÚDE ( ) TRABALHO
TROCANDO IDÉIAS XV MICROCARCINOMA CERVICAL HISTERECTOMIA SIMPLES? Gutemberg Almeida Instituto de Ginecologia - UFRJ ABG Capítulo RJ
TROCANDO IDÉIAS XV MICROCARCINOMA CERVICAL HISTERECTOMIA SIMPLES? Gutemberg Almeida Instituto de Ginecologia - UFRJ ABG Capítulo RJ Microcarcinoma do Colo Uterino Incidência: 7% dos cânceres de colo uterino
BRAQUITERAPIA DECABEÇA E PESCOÇO?
HÁ ESPAÇO PARA HÁ ESPAÇO PARA BRAQUITERAPIA DE CABEÇA E PESCOÇO? BRAQUITERAPIA DECABEÇA E PESCOÇO? Dra. Anne Karina S. Kiister R3 - Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE-SP) Braquiterapia Da palavra
NÚMERO: 006/2011 DATA: 27/01/2011 Diagnóstico Sistemático e Tratamento da Retinopatia Diabética
ASSUNTO: PALAVRAS-CHAVE: PARA: CONTACTOS: NÚMERO: 006/2011 DATA: 27/01/2011 Diagnóstico Sistemático e Tratamento da Retinopatia Diabética Retinopatia Diabética Conselhos Directivos das Administrações Regionais
1ª Edição do curso de formação em patologia e cirurgia mamária. Programa detalhado
15.6.2012 MÓDULO 1 - Mama normal; Patologia benigna; Patologia prémaligna; Estratégias de diminuição do risco de Cancro da Mama. 1 1 Introdução ao Programa de Formação 9:00 9:15 1 2 Embriologia, Anatomia
TRATAMENTO CONSERVADOR DO TUMOR DO PÉNIS Sociedade Portuguesa de Andrologia Lisboa 2013. Francisco E. Martins Serviço de Urologia, CHLN
TRATAMENTO CONSERVADOR DO TUMOR DO PÉNIS Sociedade Portuguesa de Andrologia Lisboa 2013 Francisco E. Martins Serviço de Urologia, CHLN INTRODUÇÃO TUMOR RARO! Europa e EUA: < 1: 100.000 (0,4% - 0,6%) Ásia,
Tratamento do câncer no SUS
94 Tratamento do câncer no SUS A abordagem integrada das modalidades terapêuticas aumenta a possibilidade de cura e a de preservação dos órgãos. O passo fundamental para o tratamento adequado do câncer
Hospital de Base do Distrito Federal - HBDF Unidade de Ginecologia Oncológica / UGON Estágio médico em Ginecologia Oncológica
1. Observações gerais: Estágio de capacitação em Ginecologia Oncológica da Unidade de Ginecologia Oncológica (UGON) do Hospital de Base do Distrito Federal: O estágio em Ginecologia Oncológica da Unidade
CÂnCER DE EnDOMéTRIO. Estados anovulatórios (ex: Síndrome dos ovários policísticos) Hiperadrenocortisolismo
CAPÍTULO 3 CÂnCER DE EnDOMéTRIO O Câncer de endométrio, nos Estados Unidos, é o câncer pélvico feminino mais comum. No Brasil, o câncer de corpo de útero perde em número de casos apenas para o câncer de
Atendimento odontológico ao paciente com câncer bucal na cidade de Goiânia*
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ODONTOLOGIA PROGRAMA DE EXTENSÃO E CULTURA Atendimento odontológico ao paciente com câncer bucal na cidade de Goiânia* VIEIRA,Denise Ferreira 1 ; SOARES,Mariana
