LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS NO BRASIL:
|
|
|
- Paula Bonilha Farinha
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS NO BRASIL: contextualização, barreiras e perspectivas Teresa Villac
2 LICITAR É um instrumento para que o Estado possa exercer suas funções institucionais MEIO --- FINALIDADE É também um princípio constitucional FINALIDADE DE REGULAÇÃO SOCIAL DA LICITAÇÃO: Incentivar setores estratégicos Influir socialmente Fomentar a sustentabilidade
3 Compreendendo as licitações sustentáveis sob as perspectivas de política pública, jurídica e de gestão É uma política pública socioambiental Licitações sustentáveis na perspectiva de um processo dinâmico, envolvendo diversos atores sociais e setores. As contrações sustentáveis são um processo, onde as organizações atendem suas necessidades para produtos, serviços, obras e serviços públicos de uma maneira que atinge uma boa relação de custo-benefício em uma base de longo prazo, em termos de geração de benefícios não apenas para a organização, mas também para a sociedade e para a economia, enquanto minimiza os danos para o ambiente (UNEP 2011)
4 O processo de compras públicas Fonte: Marrakech Task Force on Sustainable Public Procurement led by Switzerland Activity Report May 2011
5 Atores do processo de Compras Públicas Sustentáveis: Elos que se completam. Fonte: Betiol et al. (2012).
6 as chamadas licitações sustentáveis constituem importante instrumento a ser adotado pelas entidades públicas para, utilizando seu significativo poder de compra, induzir o setor produtivo a adotar processos de produção ambientalmente mais sustentáveis" (TCU - AC /13-2. Segunda Câmara. Relatora: ANA ARRAES)
7 Política pública recente no cenário nacional Legalidade depende da conjugação da sustentabilidade com: princípios da Lei 8.666/93 princípios da Administração Pública (art. 37, CF) obtenção da proposta mais vantajosa vedação de restrição à competitividade
8 LICITAÇÃO SUSTENTÁVEL critérios socioambientais PRODUÇÃO CONSUMO DESCARTE Seu objetivo é reduzir os impactos nocivos à saúde humana, meio ambiente e coletividade no processo interno de escolha do bem a ser adquirido. na inserção de normatizações ambientais. na execução contratual na destinação dos resíduos/rejeitos decorrentes da contratação
9 Fundamentos jurídicos das licitações sustentáveis A viabilidade jurídica da inserção de critérios socioambientais nas contratações públicas fundamenta-se em três elementos: 1. Compromissos internacionais assumidos pelo Estado Brasileiro em favor do desenvolvimento e consumo sustentáveis. 2. Constituição Federal. 3. Legislação Federal.
10 Direitos Humanos fundamentais Direito ao desenvolvimento Declaração sobre o Direito ao Desenvolvimento Resolução n.º 41/128 da Assembléia Geral das Nações Unidas, 4/12/86 Direito ao meio ambiente sadio Desenvolvimento sustentável Protocolo de San Salvador ratificado pelo Brasil em 21/08/96 Direitos humanos: Conferência Mundial sobre os Direitos do Homem (Declaração de Viena 1993)
11 CONSTITUIÇÃO FEDERAL: Igualdade art. 5º Ppios da Adm Pública art 37 Art Meio ambiente equilibrado é um direito de todos. Art. 170, VI: a defesa do meio ambiente é um princípio da ordem econômica 225 meio ambiente CF , VI ordem econômica
12 Lei nº 6.938/81 LICITAÇÃO Art 2º - preservação, melhoria e recuperação da qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar, no País, condições ao desenvolvimento socioeconômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana, atendidos os seguintes princípios: I - ação governamental na manutenção do equilíbrio ecológico, considerando o meio ambiente como um patrimônio público a ser necessariamente assegurado e protegido, tendo em vista o uso coletivo;
13 Lei n /01 Estatuto das Cidades Art 2º (...) Diretriz de política urbana: VIII. A adoção de padrões de produção e consumo de bens e serviços e de expansão urbana compatíveis com os limites da sustentabilidade ambiental, social e econômica do Município e do território sob sua área de influência.
14 Lei n /09 compatibilizar o desenvolvimento econômico-social com a proteção do sistema climático (art. 4º, I). dispôs sobre o estabelecimento de critérios de preferência nas licitações para as propostas que propiciem maior economia de energia, água e outros recursos naturais e redução da emissão de gases de efeito estufa e de resíduos (art. 6º, XII).
15 Lei /10 Art. 7o São objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos: XI - prioridade, nas aquisições e contratações governamentais, para: a) produtos reciclados e recicláveis; b) bens, serviços e obras que considerem critérios compatíveis com padrões de consumo social e ambientalmente sustentáveis;
16 Lei n /93 ART. 3º - LICITAÇÃO: Isonomia Proposta mais vantajosa Promoção do desenvolvimento nacional sustentável Legalidade Impessoalidade, Moralidade Igualdade Publicidade Probidade administrativa Vinculação ao instrumento convocatório Julgamento objetivo
17 DECRETO 7.746/2012 DIRETRIZES DE SUSTENTABILIDADE I.menor impacto sobre recursos naturais como flora, fauna, ar, solo e água; II. preferência para materiais, tecnologias e matérias-primas de origem local; III.maior eficiência na utilização de recursos naturais como água e energia; IV.maior geração de empregos, preferencialmente com mão de obra local; V.maior vida útil e menor custo de manutenção do bem e da obra; VI.uso de inovações que reduzam a pressão sobre recursos naturais; e VII.origem ambientalmente regular dos recursos naturais utilizados nos bens, serviços e obras.
18 E o que diz o TCU?
19 ACÓRDÃO Nº 4529/2012 TCU 1ª Câmara Recomendar ao Núcleo Estadual do Ministério da Saúde no Estado do Maranhão que: institua e mantenha rotinas que permitam a inserção nos editais licitatórios de critérios de sustentabilidade da IN SLTI nº 1/2010 e Portaria nº 2/2010 da SLTI/MPOG; capacite membros da equipe de licitação da UJ de forma a permitir a aderência dos editais de licitação à IN SLTI nº 1/2010 e Portaria nº 2/2010 da SLTI/MPOG;
20 ACÓRDÃO Nº 8058/ TCU - 2ª Câmara 8.4. insira quesitos de sustentabilidade ambiental em aquisições de bens e serviços, em especial na parte referente aos projetos definidos nos arts. 6º. e 12 da Lei nº /1993, bem como agregue valores ambientais aos programas internos de capacitação, mobilização e motivação de servidores;
21 ACÓRDÃO 691/2013 TCU SEGUNDA CÂMARA 9.4. determinar à Secretaria Federal de Controle Interno que informe, nas próximas contas, o atendimento das recomendações constantes do Relatório de Auditoria de Gestão ; 15. RECOMENDAÇÃO DO CONTROLE INTERNO "Recomendação 1: Adote procedimentos administrativos com vistas a criar grupo de trabalho, com a participação da assessoria jurídica da Unidade, para estudar e propor formas de inserção dos critérios de sustentabilidade ambiental nas futuras aquisições de bens e serviços; Recomendação 2: Inclua, nos futuros editais, cláusula que estabeleça critérios de sustentabilidade ambiental, em atendimento aos artigos 1º e 5º, incisos I a IV da IN-SLTI n. 1/2010".
22 Quadro A.10.1 Aspectos da Gestão Ambiental Aspectos sobre a gestão ambiental e Licitações Sustentáveis 1. Sua unidade participa da Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P)? 2. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados, bem como sua destinação a associações e cooperativas de catadores, conforme dispõe o Decreto nº 5.940/2006? 3. As contratações realizadas pela unidade jurisdicionada observam os parâmetros estabelecidos no Decreto nº 7.746/2012? 4. A unidade possui plano de gestão de logística sustentável (PLS) de que trata o art. 16 do Decreto 7.746/2012? Caso a resposta seja positiva, responda os itens 5 a A Comissão gestora do PLS foi constituída na forma do art. 6º da IN SLTI/MPOG 10, de 12 de novembro de 2012? 6. O PLS está formalizado na forma do art. 9 da IN SLTI/MPOG 10/2012, atendendo a todos os tópicos nele estabelecidos? O PLS encontra-se publicado e disponível no site da unidade (art. 12 da IN SLTI/MPOG 10/2012)? 7. Caso positivo, indicar o endereço na Internet no qual o plano pode ser acessado. 8. Os resultados alcançados a partir da implementação das ações definidas no PLS são publicados semestralmente no sítio da unidade na Internet, apresentando as metas alcançadas e os resultados medidos pelos indicadores (art. 13 da IN SLTI/MPOG 10/2012)? Caso positivo, indicar o endereço na Internet no qual os resultados podem ser acessados. Considerações Gerais Avaliação Sim Não
23 IMPLEMENTAÇÃO 1. PLANEJAMENTO DA CONTRATAÇÃO 2. ELABORAÇÃO DAS MINUTAS 3. EXECUÇÃO CONTRATUAL 4. DESTINAÇÃO ADEQUADA DOS RESÍDUOS/ REJEITOS DECORRENTES DA CONTRATAÇÃO
24 Barreiras: inserção da sustentabilidade em gestão pública mito do menor preço O menor preço será sempre de acordo com as especificações do objeto a ser licitado e as necessidades da contratação pública motivação administrativa mercado valor especificações sustentáveis (CATMAT SUSTENTÁVEL) fiscalização contratual destinação dos resíduos e a Política Nacional de Resíduos Sólidos
25 21. Como consignado pela agravante, a defesa e preservação do meio ambiente ecologicamente equilibrado é dever do poder público. Contudo, tal dever não pode justificar exigência em procedimento licitatório que se mostre desarrazoada, ou, ainda mais grave, sequer se sustente em seus fundamentos. (TCU ACÓRDÃO 1311/2013 ATA 19 - PLENÁRIO Relator Benjamim Zymler)
26 Destinação dos resíduos e rejeitos PENSAR PREVIAMENTE: Gerar menos resíduos Conferir a destinação ambiental adequada DESAFIOS DA PNRS
27 Como fazer? Repensar o consumo estatal Papel Copo descartável substituição por tramitação eletrônica substituição do tipo de fonte utilizada (AGU: ecofont) impressão frente e verso substituição por caneca de uso pessoal ou material mais sustentável Embalagens A problemática do isopor
28 Não geração Redução Reutilização Tratamento Disposição
29 Setor produtivo Fornecedores Indústria da reciclagem Poder público Catadores Importadores Cidadão??? Democracia representativa Gestão de sustentabilidade na cadeia de suprimentos Fonte: Gonçalves-Dias, S.L.F, et al (2012).
30 Desafio da Articulação da PNRS com outras Políticas Públicas Socioambientais 1999 Lei 9795 PN Educação Ambiental 2010 Decreto Programa PróCatador 2007 Lei PN Saneamento 2009 Lei P N M Clima 12/10 Lei Consumo estatal sustentável 2001 Estatuto da Cidade Lei Decreto 5940 Coleta seletiva solidária 11/12 IN 10/12 SLTI MP Planos de Gestão de Logística Sustentáve l
31 Mas o que mudou com a PNRS e qual o reflexo nas licitações sustentáveis brasileiras? 1) INTERNALIZAÇÃO DE NOVOS CONCEITOS E CATEGORIAS NO ÂMBITO DO DIREITO E DA GESTÃO PÚBLICA BRASILEIRA LOGÍSTICA REVERSA: coleta e restituição dos resíduos ao setor empresarial Acordos setoriais, regulamentos, termos de compromisso. Independente do serviço públicos de limpeza urbana Consumidores. Fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes o o o o agrotóxicos, seus resíduos e embalagens, assim como outros produtos cuja embalagem, após o uso, constitua resíduo perigoso, pilhas e baterias; pneus; óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens; lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; produtos eletroeletrônicos
32 PADRÕES SUSTENTÁVEIS DE PRODUÇÃO E CONSUMO: produção/consumo de bens e serviços que atendem as necessidades das gerações atuais, permitem melhores condições de vida, não comprometem a qualidade ambiental e o atendimento das necessidades das gerações futuras
33 RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA PELO CICLO DE VIDA DO PRODUTO: Conceito: conjunto de atribuições individualizadas e encadeada Objetivo: reduzir o volume de resíduos e rejeitos gerados Bens jurídicos tutelados: saúde, meio ambiente A quem se aplica: consumidores, comerciantes, distribuidores, fabricantes, importadores, titulares dos serviços públicos de limpeza urbana.
34 * LÂMPADAS FLUORESCENTES LOGÍSTICA REVERSA ART. 33 Lei /10: - pilhas e baterias; III - pneus; IV - óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens; V - lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista; VI - produtos eletroeletrônicos e seus componentes A ser implantado por acordos setoriais (artigo 15 do Decreto 7.404/10) II PASSIVO AMBIENTAL: ASSUNÇÃO PELO ESTADO DA SUA RESPONSABILIDADE COMO POLUIDOR
35 RESÍDUOS NÃO RECICLÁVEIS RESÍDUOS DE SAÚDE RESÍDUOS ORGÂNICOS RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL GRANDES GERADORES DE RESÍDUOS
36 Mudanças de paradigmas na atividade jurídica: 1) INTERNALIZAÇÃO DE NOVOS CONCEITOS E CATEGORIAS NO ÂMBITO DO DIREITO 2) NOVAS RELAÇÕES ENTRE DIREITO AMBIENTAL E DIREITO ADMINISTRATIVO Princípios do direito ambiental Precaução/Prevenção Processos interpretativos e hermenêutica
37
38 A "problemática do lixo ou as problemáticas sociais, ambientais, econômicas, éticas, culturais?
39 Disfunções na estrutura burocrática brasileira (MATIAS-PEREIRA-2009) Deficiência na estratégia (foco e convergência de programas e ações). b. Fragilidade na estrutura (lenta, excessiva em alguns setores, escassa em outros). c. Disfunções nos processos (sujeitos às regras padronizadas altamente burocratizadas) d. Situação dos servidores (com inúmeras distorções relativas à distribuição, carência, qualificação e remuneração dos recursos, que são inadequados, desde os logísticos e instalações à tecnologia de informação) a.
40 Problema cultural (excessivamente burocrática e permeável às práticas patrimonialistas). f. Inexistência de um modelo de burocracia pública consolidada. g. Estado patrimonialista presente na cultura política brasileira. e. MATIAS-PEREIRA, J. Manual de gestão pública contemporânea. São Paulo: Atlas, 2009.
41 Estrutura burocrática nacional Carência de Membros e Servidores Aspectos remuneratórios, lotação e de incentivos à permanência Desmobilização, desmotivação profissional Transformações sociais/ambientais/econ ômicas Demandas ao Poder Judiciário, novos procedimentos (processo virtual) Medidas provisórias, Instruções Normativas Desafios da contemporaneidade
42 Mudanças em gestão pública Educação ambiental de servidores públicos Cultura organizacional Conjuntura socioambiental no setor público País de dimensões continentais Entes federativos
43 Inovação em gestão pública. Promovem mudanças de paradigmas no papel do Estado como indutor de estratégias e práticas socioambientais ao longo de cadeias de suprimentos. Estado como disseminador de uma cultura organizacional interna de responsabilidade socioambiental.
44 O Papel do Advogado Público PENSAR NAS RELAÇÕES QUE SE INSTITUCIONALIZAM ENTRE ADVOCACIA PÚBLICA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
45 Meio ambiente e AGU Não há como desconsiderar que a inserção das problemáticas socioambientais no mundo jurídico tem avançado para além do exercício do poder de polícia e da regulação pelo Estado. Ontologicamente, Função Essencial à Justiça também se relaciona com a busca de efetivação ao artigo 225 da Constituição Federal. Estado Democrático de Direito Ambiental
46 Advocacia pública e desenvolvimento sustentável A operacionalização do Estado constitucional ecológico e do agir integrativo da Administração, referidos por Canotilho (2004) tem substantiva ressonância nas funções exercidas pelos Advogados Públicos Federais Protagonismo dos Advogados Públicos Federais na defesa do meio ambiente, em suas unidades contenciosas e consultivas.
47 A LICITAÇÃO SUSTENTÁVEL TERÁ MAIOR EFETIVIDADE SE ENVOLVER OS DIVERSOS SETORES DO ÓRGÃO PÚBLICO. PROCESSO GRADATIVO SENSIBIILIZAÇÃO, CAPACITAÇÃO, ACÕES EDUCAÇÃO AMBIENTAL
48 cpsustentaveis.planejamento.gov.br
49 Advocacia-Geral da União Manual de Boas Práticas Consultivas Enunciado 22 Os Orgaos Consultvos devem adotar medidas tendentes a construcao de um meio ambiente sustentavel, a partr do proprio exemplo, que devera repercutr no trabalho desenvolvido.
50 Núcleo Especializado Sustentabilidade, Licitações e Contratos NESLIC Consultoria-Geral da União -AGU Conjugação, no Assessoramento da Consultoria-Geral da União, dos conceitos de sustentabilidade, licitações e contratos; Uniformização de entendimentos no aspecto socioambiental, em especial acerca da matéria regulada no Decreto n , de 5 de junho de 2012, e na Instrução Normativa SLTI/MP10/2012; Aplicação da Boa Prática Consultiva n. 22;
51 Sedimentação precisa da base jurídica dispersa sobre matéria socioambiental; Capacitações: CSJT, STF, STJ, TCU MPOG, MMA, órgãos públicos estaduais e municipais. Eventos internacionais: Rio + 20 e WEEC 2013 Expansão da utilização do Guia Prático de Licitações Sustentáveis da CJU SP pelos demais Órgãos Consultivos e Assessorados, Sedimentação da cultura jurídica de responsabilidade socioambiental nos órgãos da Consultoria Geral da União.
52 Visão integrada de todo processo de contratação Repensar como se processa o consumo estatal e antigos hábitos de cultura administrativa Reduzir o consumo Recusar produtos prejudiciais ao meio ambiente Recusar o prosseguimento de contratos de serviços com mão de obra que não observem os direitos trabalhistas e previdenciários
53 Recusar o prosseguimento de contratos que não atendam às diretrizes sociais de sustentabilidade Reaproveitar os bens Reciclar o resíduo (coleta seletiva solidária) Envolvimento dos diversos setores/atores do órgão Ganhos em efetividade, eficiência, economia de recursos Legitimação da atuação estatal Imprimir práticas de gestão pública socioambiental
54 VISÃO SISTÊMICA Planos, processos, ações Gestão e sustentabilidade Responsabilidade socioambiental do Estado Ética e gestão pública Transparência social
55 Agradeço, Teresa Villac
Lei 12.305/10 Decreto 7.404/10
A EXPERIÊNCIA BRASILEIRA EM LOGÍSTICA REVERSA A INICIATIVA DO SETOR DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Lei 12.305/10
Política Nacional de Resíduos Sólidos e Logística Reversa
Política Nacional de Resíduos Sólidos e Logística Reversa Cristina R. Wolter Sabino de Freitas Departamento Ambiental O mundo será obrigado a se desenvolver de forma sustentável, ou seja, que preserve
LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS
LICITAÇÕES SUSTENTÁVEIS ESAF SÃO PAULO 28 DE AGOSTO DE 2014 Teresa Villac Advogada da União - CJU SP Núcleo Especializado Sustentabilidade, Licitações e Contratos Consultoria Geral da União OBJETIVOS DO
EXPO 2010 2a. Feira Internacional de Equipamentos e Soluções para Meio Ambiente
Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano EXPO 2010 2a. Feira Internacional de Equipamentos e Soluções para Meio Ambiente A Lei e Políticas Públicas de de Resíduos Sólidos
LOGÍSTICA REVERSA A INICIATIVA DO SETOR DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS
LOGÍSTICA REVERSA A INICIATIVA DO SETOR DE HIGIENE PESSOAL, PERFUMARIA E COSMÉTICOS POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Lei 12.305/10 Decreto 7.404/10 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Uma Mudança
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE LEI Nº N 12.305/2010 DECRETO Nº N 7.404/2010
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOSS LEI Nº N 12.305/2010 DECRETO Nº N 7.404/2010 TRAMITAÇÃO DA PNRS 1989 Projeto de Lei Nº N 354/89 do Senado 1991 Projeto de Lei Nº N 203/91
Produção legislativa regional frente aos acordos setoriais
OS ACORDOS SETORIAIS E A IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA: Produção legislativa regional frente aos acordos setoriais X Seminário Nacional de Resíduos Sólidos Associação Brasileira de Engenharia
Compras Públicas Sustentáveis
Seminário Produção e Consumo Sustentáveis Compras Públicas Sustentáveis Elenis Bazácas Corrêa Auditora Pública Externa Parte I - Atuação do Tribunal de Contas - gestão socioambiental. Parte II - Compras
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA Política Nacional de Resíduos Sólidos Instituída pela Lei 12.305/2010 e regulamentada pelo Decreto 7.404/2010, após 21 anos de tramitação no Congresso nacional Tem interação
Prefeitura Municipal de Jaboticabal
LEI Nº 4.715, DE 22 DE SETEMBRO DE 2015 Institui a Política Municipal de estímulo à produção e ao consumo sustentáveis. RAUL JOSÉ SILVA GIRIO, Prefeito Municipal de Jaboticabal, Estado de São Paulo, no
ATO DA COMISSÃO DIRETORA Nº 4, DE 2013.
ATO DA COMISSÃO DIRETORA Nº 4, DE 2013. Institui a Política de Responsabilidade Socioambiental do Senado Federal. A COMISSÃO DIRETORA DO SENADO FEDERAL, no uso da competência que lhe foi conferida pelo
A LOGÍSTICA REVERSA DENTRO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Cristiane Tomaz
A LOGÍSTICA REVERSA DENTRO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS Cristiane Tomaz A logística reversa é importante instrumento de desenvolvimento econômico e social previsto na Política Nacional de Resíduos
Sustentabilidade: A Visão do Ministério Público
WORKSHOP NOVAS DEMANDAS AMBIENTAIS E SEUS IMPACTOS ECONÔMICOS NA INDÚSTRIA DO VIDRO Sustentabilidade: A Visão do Ministério Público SÃO PAULO - MARÇO/2015 LEI DE POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (Lei
RESÍDUOS SÓLIDOS : as responsabilidades de cada Setor
RESÍDUOS SÓLIDOS : as responsabilidades de cada Setor Resíduos Domiciliares Resíduos da Construção Civil Resíduos de escritórios Pneus queimados Resíduos de madeira Resíduos de fibra de vidro Resíduos
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA Política Nacional de Resíduos Sólidos Instituída pela Lei 12.305/2010 e regulamentada pelo Decreto 7.404/2010, após 21 anos de tramitação no Congresso nacional Tem interação
POLITICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
MARCO LEGAL Diálogo do Governo Federal com Sociedade Civil (Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis MNCR). Código Brasileiro de Ocupações - 2002 Reconhecimento a Categoria profissional
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI Nº 12.305/2010 - DECRETO NO. 7.404/2010 BASE LEGAL Lei nº 12.305/2010 - Decreto No. 7.404/2010 Lei nº 11.445/2007 - Política Federal
Departamento de Meio Ambiente DMA/FIESP. Política Nacional de Resíduos Sólidos
Política Nacional de Resíduos Sólidos Setembro de 2010 Esquema de funcionamento DISPOSIÇÕES GERAIS DO OBJETO E CAMPO DE APLICAÇÃO DEFINIÇÕES DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS DISPOSIÇÕES GERAIS
A LEGISLAÇÃO AMBIENTAL INCENTIVA MUDANÇAS E CRIA OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS.
A LEGISLAÇÃO AMBIENTAL INCENTIVA MUDANÇAS E CRIA OPORTUNIDADES DE NEGÓCIOS. Clique para editar o estilo do subtítulo mestre Eng.ª Andressa Brandalise Unidade de Assessoria e Inovação Ambiental A legislação
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS AUDITORIA INTERNA
Pelotas, 17 de julho de 2013. ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 07/2013 Assunto: Critérios de sustentabilidade ambiental nas futuras aquisições de bens e serviços. CONSIDERANDO os termos do artigo 3º da Lei n. 8.666/93
2 Encontro de Lideranças para Sustentabilidade Territorial de Influência de ITAIPU Binacional e Yacyretá. Política Nacional de Resíduos Sólidos
2 Encontro de Lideranças para Sustentabilidade Territorial de Influência de ITAIPU Binacional e Yacyretá. Política Nacional de Resíduos Sólidos Foz do Iguaçu, 17 de novembro de 2010 Desafios: A produção
LEI FEDERAL 12305/2010 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
LEI FEDERAL 12305/2010 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS ARTIGO 13 -ORIGEM RSU(domiciliares e de limpeza pública) Comerciais e Prestadores de Serviços Serviços Públicos de Saneamento Básico Industriais
Sustentabilidade na Administração Pública
Sustentabilidade na Administração Pública B823s Biblioteca/CODIN/CGPLA/DIPLA/MP Bibliotecária Cristine C. Marcial Pinheiro CRB1-1159 Brasil. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Secretaria de
Desafios na Implementação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Ricardo S. Coutinho Eng. Sanitarista e Ambiental Técnico Pericial Ambiental do MP-GO
Desafios na Implementação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos Ricardo S. Coutinho Eng. Sanitarista e Ambiental Técnico Pericial Ambiental do MP-GO Introdução O Plano Nacional de Resíduos Sólidos é um
Agenda Ambiental na Administração Pública
Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental SAIC Departamento de Cidadania e Responsabilidade Ambiental DCRS Agenda Ambiental na Administração Pública Um novo
A Estratégia na Gestão de Resíduos Sólidos no Estado de São Paulo e sua Interface com a Política Nacional de Resíduos Sólidos
GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE A Estratégia na Gestão de Resíduos Sólidos no Estado de São Paulo e sua Interface com a Política Nacional de Resíduos Sólidos São Paulo, 17 de
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente
PLANEJAMENTO DA GESTÃO DE RSU
PLANEJAMENTO DA GESTÃO DE RSU copyright A criatividade com visão de longo prazo Planejamento da Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos 27/08/2015 1 SUMÁRIO 1 ENQUADRAMENTO LEGAL 2 PLANO DE GESTÃO INTEGRADA
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS LEI 12.305/2010
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS LEI 12.305/2010 I RESUMO EXECUTIVO O que muda com a Lei 12.305/2010? Lixões a céu aberto e aterros controlados ficam proibidos. A Lei, determina que todas as administrações
O PAPEL DO MUNICÍPIO NA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
REALIZAÇÃO: O PAPEL DO MUNICÍPIO NA GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS O Município é estratégico na gestão dos resíduos sólidos. As atividades geradoras e de gestão de resíduos se desenvolvem no âmbito local.
Política Nacional de Resíduos Sólidos. Porto Alegre RS
Política Nacional de Resíduos Sólidos Porto Alegre RS Data: 04 Julho 2015 Apresentação PNRS: Atores e obrigações Panorama Geral: Implementação da PNRS no Brasil Pesquisa CNM (2015) Sanções PNRS PNRS PNRS
GESTÃO DOS RESÍDUOS SECOS
PROPOSTAS PARA REELABORAÇÃO PARTICIPATIVA DO PLANO DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PGIRS do MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Texto de referência TEMA GESTÃO DOS RESÍDUOS SECOS 1 O processo de preparação
Política Estadual de Resíduos Sólidos: Panorama Geral e Desafios da Logística Reversa -As ações do governo do Estado de São Paulo-
Apresentação para a ABES Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental 26 de abril de 2013 Política Estadual de Resíduos Sólidos: Panorama Geral e Desafios da Logística Reversa -As ações do
Programa Brasileiro de Certificação em Responsabilidade Social
1ª Reunião Extraordinária de 2012 do Fórum Governamental de Responsabilidade Social SEMINÁRIO BRASIL-HOLANDA SOBRE RESPONSABILIDADE SOCIAL GOVERNAMENTAL Programa Brasileiro de Certificação em Responsabilidade
A VISÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA IMPLANTAÇÃO DA LEI 12305/10
A VISÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA IMPLANTAÇÃO DA LEI 12305/10 ALEXANDRA FACCIOLLI MARTINS Promotora de Justiça do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente - GAEMA PCJ-Piracicaba MP/SP DESAFIOS
Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação. Ministério do Planejamento
Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação Ministério do Planejamento Marcos Legais Definiu que as obras, serviços, compras e alienações da Administração devem ser, em regra, precedidas de licitação.
Novas modalidades que viabilizem as contratações públicas sustentáveis
Novas modalidades que viabilizem as contratações públicas sustentáveis Disseminar conhecimentos de boas práticas e reflexos das normas de sustentabilidade nos processos de contratação da Administração
Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos
Implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos FIESP 07/06/11 Alexandre Comin - MDIC PNRS Instituída pela Lei 12.305, de 2 de agosto de 2010, e regulamentada pelo Decreto nº 7404, de 23 de Dezembro
Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Perspectivas/oportunidades para o
Política Nacional de Resíduos Sólidos Perspectivas/oportunidades para o CATA AÇÃO e as cooperativas. RESÍDUOS SÓLIDOS: UM PROBLEMA DE CARÁTER SOCIAL, AMBIENTAL E ECONÔMICO POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS
PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA VELHA Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável
PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA VELHA Secretaria Municipal de Desenvolvimento Sustentável TERMO DE REFERÊNCIA PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS (APLICADO A INDÚSTRIA E COMÉRCIO
SEMANA MINEIRA DE REDUÇÃO DE RESÍDUOS GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL
GESTÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL PERSPECTIVAS E DESAFIOS PARA A GESTÃO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL: LOGÍSTICA REVERSA DE MEDICAMENTOS GUSTAVO TRINDADE Chefe do Núcleo de Regulação e Boas Práticas
4º CONGRESSO SIMEPETRO
4º CONGRESSO SIMEPETRO POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS E LOGÍSTICA REVERSA Walter Françolin SINDIRREFINO - Agosto 2011 LEI nº 12.305 de 02 de Agosto de 2.010. institui a Política Nacional de Resíduos
PREFEITURA MUNICIPAL DE SIMÃO DIAS Gabinete do Prefeito
LEI Nº. 632 /2014 03 de dezembro de 2.014 Dispõe sobre a criação do Programa de Coleta Seletiva com inclusão Social e Econômica dos Catadores de Material Reciclável e o Sistema de Logística Reversa e seu
Almoxarifado Sustentável JBRJ: Uma Experiência de Compra Compartilhada
Almoxarifado Sustentável JBRJ: Uma Experiência de Compra Compartilhada Conceito O conceito de Desenvolvimento Sustentável foi endossado pela ONU a partir do Relatório Nosso Futuro Comum: O desenvolvimento
Ref.: Lei Estadual-RJ nº 6.805, de 18 de junho de 2014 DOERJ 23.06.2014.
Rio de Janeiro, 24 de junho de 2014. Of. Circ. Nº 212/14 Ref.: Lei Estadual-RJ nº 6.805, de 18 de junho de 2014 DOERJ 23.06.2014. Senhor Presidente, Fazendo referência à Lei Estadual-RJ nº 6.805, de 18
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE RESÍDUOS SÓLIDOS: UM PROBLEMA DE CARÁTER SOCIAL, AMBIENTAL E ECONÔMICO MODELO TECNOLÓGICO COM AÇÕES PARA A REDUÇÃO DA DISPOSIÇÃO FINAL DE RESÍDUOS Construção de Galpões de Triagem
POLÍTICA E PLANO ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS - RJ
JBRJ POLÍTICA E PLANO ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS - RJ Victor Zveibil Superintendente de Políticas de Saneamento SUPS/SEA outubro de 2013 O PACTO PELO SANEAMENTO - decreto estadual 42.930/11 SUBPROGRAMA
As compras compartilhadas no Governo Federal
As compras compartilhadas no Governo Federal Delfino Natal de Souza Secretário de Logística e Tecnologia da Informação MAIS RÁPIDO DESENV. SUSTENTÁVEL MELHOR SEGMENTOS ESTRATÉGICOS CUSTO USO DO PODER DE
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS e SUA
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS e SUA REGULAMENTAÇÃO Simone Paschoal Nogueira Coordenadora de Legislação da ABLP WORKSHOP PNRS ABLP 1º de março de 2011 - Instituto de Engenharia Legislação Leie Federal
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE 1. OBJETIVO E ABRANGÊNCIA Esta Política tem como objetivos: Apresentar de forma transparente os princípios e as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e direcionam
RESÍDUOS SÓLIDOS : as responsabilidades de cada Setor
RESÍDUOS SÓLIDOS : as responsabilidades de cada Setor Gestão de Resíduos Sólidos ( São Paulo ) Lei 997/76 e regulamento: Dec. 8468/76 Foco: Comando e Controle Resíduos Disposição Final Disposição inadequada
O F I C I N A ESCLARECIMENTO - DMA - FIESP. LOGÍSTICA REVERSA Disposições Transitórias e Finais.
O F I C I N A D E ESCLARECIMENTO - DMA - FIESP LOGÍSTICA REVERSA Disposições Transitórias e Finais. Walter Françolin DMA FIESP Agosto 2010 ou outra destinação final ambientalmente adequada; Art. 3º - XII
Ministério Público do Trabalho Procuradoria Regional do Trabalho da Nona Região. www.prt9.mpt.gov.br
Ministério Público do Trabalho Procuradoria Regional do Trabalho da Nona Região www.prt9.mpt.gov.br A realidade Fundamentos Jurídicos Declaração Universal dos Direitos do Homem, que diz que o reconhecimento
Agenda Ambiental na Administração Pública
Agenda Ambiental na Administração Pública Brasília/DF agosto/2014 Agenda Ambiental Administração Pública Agenda para promoção da Responsabilidade Socioambiental - RSA; Ferramenta de gestão institucional
Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações
4º SEMINÁRIO REGIONAL SUL DE RESÍDUOS SÓLIDOS PROGRAMA LIXO NOSSO DE CADA DIA
4º SEMINÁRIO REGIONAL SUL DE RESÍDUOS SÓLIDOS PROGRAMA LIXO NOSSO DE CADA DIA Daniela Kramer Frassetto Assessora de Gabinete CME/MPSC [email protected] Realidade do Planeta e do Brasil A manutenção do aumento
Política Ambiental das Empresas Eletrobras
Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação
Logística Reversa. Guia rápido
Logística Reversa Guia rápido 1 Apresentação Em 2010 foi sancionada pelo Governo Federal, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, na qual, dentre outros temas, constam exigências às empresas quanto à
Implementação da Logística Reversa: A primeira fase da experiência do Estado de São Paulo
Implementação da Logística Reversa: A primeira fase da experiência do Estado de São Paulo RIBEIRO, F.M. a, *; KRUGLIANSKAS, I. b a- CETESB- Companhia Ambiental do Estado de São Paulo b- FEA-USP Faculdade
Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras
Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Setembro de 2010 Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente
Gestão de Resíduos Secos IV CMMA
1 Resultados da IV Conferência Municipal do Meio Ambiente de São Paulo, 30 e 31 de agosto e 1º de setembro de 2013. Reelaboração Participativa do Plano de Gestão de Resíduos Sólidos - PGIRS / SP - texto
REGULAMENTO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS DECRETO 7.404, DE 23.12.2010
REGULAMENTO DA POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS DECRETO 7.404, DE 23.12.2010 I - Dos objetivos do Decreto Quase cinco meses após a publicação da lei 12.305/10, que instituiu a chamada Política Nacional
Política Nacional de Resíduos Sólidos
Política Nacional de Resíduos Sólidos Considerações Gerais e Logística Reversa Maria Luiza Schloegl Analista de Infraestrutura Bogotá, fevereiro de 2015 FeverFevereiro de 2015 POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS
Política Nacional de Resíduos Sólidos. Pernambuco - PE
Política Nacional de Resíduos Sólidos Pernambuco - PE Desafios 1. Eliminar lixões 2. Eliminar aterro controlado 3. Implantar aterro sanitário 4. Coleta seletiva 5. Compostagem e 6. Logística reversa Legenda
PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PMGIRS
NOTA TÉCNICA PLANOS MUNICIPAIS DE GESTÃO INTEGRADA DE RESÍDUOS SÓLIDOS - PMGIRS Esta Nota Técnica tem o objetivo de reforçar junto aos Municípios do Estado de Pernambuco sobre os Planos Municipais de Gestão
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. MINUTA DE EDITAL DE CHAMAMENTO nº...xxxxxx. ACORDO SETORIAL PARA LOGÍSTICA REVERSA DE EMBALAGENS
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MINUTA DE EDITAL DE CHAMAMENTO nº...xxxxxx. ACORDO SETORIAL PARA LOGÍSTICA REVERSA DE EMBALAGENS O MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE, tendo em vista o disposto na Lei nº 12.305, de
MARCO LEGAL. I) Elaboração do Plano Estadual de ResíduosSólidos. III) Melhoria de Gestão dosresíduossólidos. IV) Educação Ambiental
MARCO LEGAL Decreto Estadual nº 57.817/ 2012 Institui o Programa Estadual de Implementação de Projetos de Resíduos Sólidos. Composto pelos projetos: I) Elaboração do Plano Estadual de ResíduosSólidos II)
SERVIÇOS DE SAÚDE MOSSORÓ
SERVIÇOS DE SAÚDE MOSSORÓ - 2011 CURSO DE GERENCIAMENTO DE RSS LEI 12.305 DE 02 DE AGOSTO DE 2010 Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei no 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e
RESÍDUO SÓLIDO: UM PROBLEMA SOCIAL, AMBIENTAL E ECONÔMICO.
RESÍDUO SÓLIDO: UM PROBLEMA SOCIAL, AMBIENTAL E ECONÔMICO. POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI Nº 12.305/2010 DECRETO Nº 7.404/2010 O QUE MUDA COM A LEI 12.305/2010? Lixões a céu aberto e aterros
LOGÍSTICA REVERSA E A POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PNRS)
LOGÍSTICA REVERSA E A POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PNRS) A Logística Reversa tem sido motivo de muitas manifestações seja na mídia em geral, seja nas empresas, academias e do publico em geral
MMA. D i r e t o r a d e A m b i e n t e U r b a n o S e c r e t a r i a d e Re c u r s o s H í d r i c o s e M e i o U r b a n o
M INISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA Zilda Maria Fa ria Veloso D i r e t o r a d e A m b i e n t e U r b a n o S e c r e t a r i a d e Re c u r s o s H í d r i c o s e M e i o U r b a n o POLÍTICA NACIONAL
Ministério do Meio Ambiente. Política Nacional de Resíduos Sólidos
Ministério do Meio Ambiente Política Nacional de Resíduos Sólidos POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS REÚNE: Princípios, Objetivos, Instrumentos, Diretrizes, Metas e Ações A serem adotados pela União
EDITAL N O 01/2012 1. DISPOSIÇÕES PRELIMINARES. A proposta de Acordo Setorial a ser apresentada deverá obedecer aos seguintes.
CHAMAMENTO PARA A ELABORAÇÃO DE ACORDO SETORIAL PARA A IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE LOGÍSTICA REVERSA DE LÂMPADAS FLUORESCENTES, DE VAPOR DE SÓDIO E MERCÚRIO E DE LUZ MISTA. EDITAL N O 01/2012 O MINISTÉRIO
Contextualização Constituição Federal de Constituição Federal 1988: de 1988:
Plano Intermunicipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos PIGIRS Arcabouço legal Constituição Federal de 1988: Artigo 225 Lei Federal Nº 11.445/2007 e Decreto Federal Nº 7.217/2010; Lei Federal Nº 12.305/2010
Política de Logística de Suprimento
Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento Política de Logística de Suprimento 5 1. Objetivo Aumentar a eficiência e competitividade das empresas Eletrobras, através da integração
Municípios Sustentáveis: resíduos sólidos, mobilidade e planejamento urbano
Municípios Sustentáveis: resíduos sólidos, mobilidade e planejamento urbano Desafios da Política Nacional de Resíduos Sólidos Foi instituída pela Lei 12.305/10 e regulamentada pelo Decreto 7.404/10 A PNRS
PLANO DE GESTÃO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL
Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Guarapuava PLANO DE GESTÃO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL Comissão Gestora do Plano de Gestão de Logística Sustentável UTFPR - Câmpus
APRESENTAÇÃO. Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 SGA & ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL
APRESENTAÇÃO Sistema de Gestão Ambiental - SGA & Certificação ISO 14.000 UMA VISÃO GERAL Introdução SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento
Tratamento de materiais explantáveis: polêmica do descarte de resíduos. Luiz Carlos da Fonseca e Silva
Tratamento de materiais explantáveis: polêmica do descarte de resíduos Luiz Carlos da Fonseca e Silva RDC ANVISA 306/04 8 - GRUPO A4 8.1 - Kits de linhas arteriais... recipientes e materiais resultantes
ECONOMIA VERDE A Nova Economia Desafios e Oportunidades FACULDADE FLAMINGO
ECONOMIA VERDE A Nova Economia Desafios e Oportunidades FACULDADE FLAMINGO O mundo dá sinais de exaustão Mudanças Climáticas Alterações ambientais Paradoxo do consumo: Obesidade x Desnutrição Concentração
Palestrante: Alessandra Panizi Evento: Resíduos Sólidos: O que fazer?
Palestrante: Alessandra Panizi Evento: Resíduos Sólidos: O que fazer? Marco Histórico sobre Resíduos Sólidos Lei 12.305/2010 Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) Decreto 7.404/2012 regulamento
ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015
ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 Critérios Descrições Pesos 1. Perfil da Organização Breve apresentação da empresa, seus principais produtos e atividades, sua estrutura operacional
INTRODUÇÃO. Apresentação
ANEXO ÚNICO DA RESOLUÇÃO ATRICON 09/2014 DIRETRIZES DE CONTROLE EXTERNO ATRICON 3207/2014: OS TRIBUNAIS DE CONTAS E O DESENVOLVIMENTO LOCAL: CONTROLE DO TRATAMENTO DIFERENCIADO E FAVORECIDO ÀS MICROEMPRESAS
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE LEI Nº 12.305/2010 - DECRETO NO. 7.404/2010
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS LEI Nº 12.305/2010 - DECRETO NO. 7.404/2010 BASE LEGAL Lei nº 12.305/2010 - Decreto No. 7.404/2010 Lei nº 11.445/2007 - Política Federal
Contratação de Serviços de TI. Ministro-Substituto Augusto Sherman Cavalcanti
Contratação de Serviços de TI Ministro-Substituto Augusto Sherman Cavalcanti O antigo modelo de contratação de serviços de TI 2 O Modelo antigo de contratação de serviços de TI Consiste na reunião de todos
POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás
POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento
Planos de Resíduos Sólidos: conteúdo mínimo, implantação e deficiências. Compatibilidade dos contratos. Porto Alegre, 21 de agosto de 2015.
Planos de Resíduos Sólidos: conteúdo mínimo, implantação e deficiências. Compatibilidade dos contratos Porto Alegre, 21 de agosto de 2015. CONTEÚDO 1. Políticas e Planos de Saneamento Básico e de Resíduos
Instrumentos da PNRS: licenças ambientais, licitações e planos de resíduos sólidos 19 de maio de 2015, às 9h
PALESTRA: Desafios da Responsabilidade Compartilhada pela Gestão de Resíduos PALESTRANTE: ANNELISE MONTEIRO STEIGLEDER PAINEL: DATA : Instrumentos da PNRS: licenças ambientais, licitações e planos de resíduos
Resíduo Zero e alternativas à incineração. TATIANA BARRETO SERRA Promotora de Justiça
Resíduo Zero e alternativas à incineração TATIANA BARRETO SERRA Promotora de Justiça SÃO PAULO 28/05/2015 Desequilíbrio: padrões de produção e consumo dos séculos XX e XXI Necessidades do consumidor Melhorias
Responsabilidade Socioambiental
Fernando Tabet Responsabilidade Socioambiental Resíduos Sólidos Classificação (NBR 10.004:2004) Classe I - Perigosos Resíduos Classe II Não Perigosos Classe II-A - Não Inertes Classe II-B - Inertes Gerenciamento
Políticas Públicas Resíduos e Reciclagem. Sérgio Henrique Forini
Políticas Públicas Resíduos e Reciclagem. Sérgio Henrique Forini O lixo é conhecido como os restos das atividades humanas considerados inúteis, indesejáveis e descartáveis. No entanto, separado nos seus
GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL
GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL O QUE MUDA COM A APROVAÇÃO DA P.N.R.S.? Engo. Eleusis Di Creddo Gerente de Meio Ambiente e Destinação Final SOLVI PARTICIPAÇÕES S.A. [email protected] Realização:
DIAGNÓSTICO GERAL DAS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS ESTADUAIS PESQUISA PNAGE
DIAGNÓSTICO GERAL DAS ADMINISTRAÇÕES PÚBLICAS ESTADUAIS PESQUISA PNAGE Fernando Luiz Abrucio DIMENSÃO DO ESTADO Principais Problemas Precariedade das informações Falta de Bancos de Dados compartilhados
PRÊMIO ESTANDE SUSTENTÁVEL ABF EXPO 2014
PRÊMIO ESTANDE SUSTENTÁVEL ABF EXPO 2014 1. APRESENTAÇÃO Com o intuito de disseminar práticas de responsabilidade socioambiental entre as empresas do sistema de franchising, a Associação Brasileira de
Comitê Interministerial para Inclusão Social e Econômica dos Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis CIISC.
Decreto 5.940/06 Brasília, 13 de abril de 2012 Comitê Interministerial para Inclusão Social e Econômica dos Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis CIISC. Casa Civil da Presidência da República
