Prof. Alvaro Augusto W. de Almeida
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- Luiz Covalski Leal
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3 HISTÓRIA DA INDÚSTRIA DA ENERGIA ELÉTRICA Primórdios. O Código das Águas. Regulamentação. Reestruturação (RE/SEB). O Modelo Dilma. A MP 579/2012.
4 PRIMÓRDIOS OS TRÊS GIGANTES EDISON Persistente, inflexível. Corrente contínua. TESLA Inventor, engenheiro. Corrente alternada. WESTINGHOUSE Inventor e empreendedor Corrente alternada.
5 O VERDADEIRO INVENTOR DA LÂMPADA Joseph Swan exibiu sua lâmpada de filamento em 18 de dezembro de 1878, em uma reunião da Newcastle Chemical Society. A primeira lâmpada de Edison foi exibida em 22 de outubro de Na Inglaterra, Swan processou Edison e venceu.
6 O MAGO DE SCHENECTADY Charles Proteus Steinmetz ( ). Teoria dos fasores (circuitos AC estacionários). Teoria da histerese. Teoria dos transitórios. Steinmetz foi o verdadeiro santo padroeiro do negócio de motores da General Electric (Alger, P.L.; Arnold, R.E.)
7 STEINMETZ E EINSTEIN (1921)
8 A GUERRA DAS CORRENTES Sistema DC de Edison: geradores localizados perto dos consumidores, produzindo energia em baixas tensões (100 V). Pearl Street Station. Sistema AC de Westinghouse: geradores localizados longe das cargas, produzindo energia em baixas tensões, a qual era elevada, transmitida e a reduzida perto dos consumidores. Niagara Falls.
9 A CAMPANHA DE EDISON CONTRA A A.C. Divulgação de informações falsas sobre acidentes com A.C. Lobby junto aos deputados estaduais. Execução pública de animais, por meio de A.C. Adoção da A.C. na construção da primeira cadeira elétrica, em Nova Iorque.
10 O SISTEMA D.C. DE EDISON
11 PEARL STREET STATION: ONDE TUDO COMEÇOU
12 UM ANTIGO SISTEMA D.C.
13 UM SISTEMA D.C. MODERNO
14 UM SISTEMA A.C.
15 UM SISTEMA A.C.
16 POR QUE ELEVAR A TENSÃO E DEPOIS REDUZÍ-LA?
17 POR QUE ELEVAR A TENSÃO E DEPOIS REDUZÍ-LA? V1 = Tensão do primário V2 = Tensão do secundário I1 = Corrente do primário I2 = Corrente do secundário N1= N de espiras do primário N2 = N de espiras do secundário.
18 RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO N1 V1 I 2 k= = = N 2 V2 I1 Tensão aumenta -> corrente diminui Tensão diminui -> corrente aumenta
19 POTÊNCIA TRANSMITIDA E PERDAS S= 3V1 I1 3V2 I 2 Perdas TX = RTX I 2
20 EXEMPLO Gerador: 440 MW, 16 kv Transformador: 16 kv/230 kv Linha de transmissão: resistência = 10 ohms
21 EXEMPLO Tipo I1 (A) I2 (A) Perdas (MW) Perdas (%) Com Transformador ,5 12,19 2,77% Sem Transformador ,9%
22 CONCLUSÃO Para manter as perdas em 2,77%, sem transformação, seria necessário um condutor com diâmetro 427 vezes maior!
23 PRIMÓRDIOS NO BRASIL ( ) 1879 Dom Pedro II concede a Thomas Alva Edison o privilégio de introduzir aparelhos elétricos no Brasil Inaugurada a iluminação elétrica da Estação Central da Estada de Ferro Dom Pedro II (atual Central do Brasil).
24 PRIMÓRDIOS NO BRASIL ( ) 1889 A Companhia Mineira de Eletricidade inaugura a Usina Marmelos-Zero, em Juiz de Fora, a primeira de grande porte no país. Incorporada pela Cemig em Hoje com 4 MW.
25 PRIMÓRDIOS NO BRASIL ( ) 1911 Inaugurada a Usina Pitangui, a primeira do Paraná, incorporada pela Copel em 1973, hoje com 800 kw Inaugurada pela General Electric, na cidade do Rio de Janeiro, a primeira fábrica de lâmpadas do país.
26 OS PRIMÓRDIOS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Forte presença do capital privado estrangeiro (Light e Amforp). Falta de experiência dos poderes municipais na fiscalização do serviço oferecido. Falta de padronização: cada contrato de concessão estabelecia detalhes técnicos particulares. Serviços de eletricidade essencialmente municipais.
27 O CÓDIGO DAS ÁGUAS ( ) O Código tramitou na Câmara entre 1906 e Depois, tramitou no Senado até 1912, retornando à Câmara, onde permaneceu até Resumo: 17 anos tramitando no Congresso Nacional!
28 O CÓDIGO DAS ÁGUAS ( ) 1934 Publicação do CÓDIGO DAS ÁGUAS, pelo Governo Provisório da República (Getúlio Vargas), obra prima da literatura administrativa na época (Decreto /1934) Proposta, pelo CNAEE, de um documento regulatório para o Setor Elétrico. Encalhou na Presidência da República...
29 O CÓDIGO DAS ÁGUAS ( ) 1948 Elaborado o primeiro Plano Hidrelétrico do Estado do Paraná Criação da Companhia Paranaense de Energia Elétrica COPEL Criação da Companhia Energética de Minas Gerais CEMIG Criação da Centrais Elétricas de Santa Catarina CELESC.
30 O CÓDIGO DAS ÁGUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Quedas d água em águas públicas incorporadas ao patrimônio da União. Concessões poderiam ser recuperadas pela União a qualquer tempo. Sistema de tarifação: serviço pelo custo. Forte nacionalismo. Criação das primeiras estatais de energia elétrica.
31 REGULAMENTAÇÃO ( ) 1957 Publicação do Decreto (Jucelino Kublichek) Criação do MME Criação da ELETROBRÁS A UHE Furnas (1.216 MW), maior da época, entra em operação Adoção do plano de unificação de frequências.
32 REGULAMENTAÇÃO ( ) 1985 Elaboração do plano de recuperação setorial Publicação da nova Constituição da República Proposta de um projeto de lei disciplinando as concessões de serviços de utilidade pública (Senador Fernando Henrique Cardoso).
33 REGULAMENTAÇÃO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Forte presença estatal no SEB. Entre 1968 a 1976 os investimentos no SEB cresceram a taxas elevadas. Após 1978 medidas de combate à inflação provocaram a queda das tarifas de energia em 5% ao ano. Construção de grandes obras: Itaipu, Tucuruí, Paulo Afonso, Água Vermelha, Sobradinho, Angra I. Início do enfraquecimento do SEB.
34 SISTEMA INTERLIGADO SUL/SE/CO ELETRONORTE CELG (GO) CEB (DF) LIGHT (RJ) ITAIPU BINACIONAL ENERSUL (MS) CERJ (RJ) FURNAS (SE) CEMAT (MT) CEMIG (MG) ESCELSA (ES) ELETROPAULO (SP) ELETROSUL CEEE (RS) CESP (SP) CPFL (SP) COPEL (PR) CELESC (SC)
35 SISTEMA INTERLIGADO NORTE/NE CELPA (PA) CEMAR (MA) ELETRONORTE CELTINS (TO) CEPISA (PI) CHESF (NE) COELBA (BA) COELCE (CE) COSERN (RN) SAELPA (PB) CELPE (PE) CEAL (AL) ENERGIPE (SE)
36 REESTRUTURAÇÃO ( ) 1993 Entra em vigor a Lei 8631: reforma tarifária, fim da CRC, volta da RGR Entra em vigor a Lei das Concessões (P. FHC) Primeira concessionária estatal de energia elétrica a ser privatizada: ESCELSA Contratação dos consultores liderados pela Coopers & Lybrand e criação da ANEEL O MAE (ASMAE) entra em operação.
37 MOTIVAÇÕES PARA A REESTRUTURAÇÃO Necessidade da redução dos custos de geração. Evolução tecnológica. Mudança de modelo mental: comercialização e geração não são monopólios naturais. Redução do tamanho do Estado.
38 REESTRUTURAÇÃO PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS O capital estrangeiro privado volta ao setor. Privatização e Desverticalização. Produtores Independentes de Energia. Consumidores Livres. Liberdade comercial e tarifária são ampliadas. Privatização (1995) começou antes da reestruturação (1998).
39 RESULTADOS DA REESTRUTURAÇÃO Separação entre Produto (energia) e Serviço (transmissão e distribuição). Separação entre a operação FÍSICA e a operação COMERCIAL do sistema. Criação do MAE, ONS e ANEEL. Enfraquecimento das empresas estatais.
40 FALHA ESTRUTURAL DO MODELO RE/SEB COMPETIÇÃO ONDE POSSÍVEL 1. Pilar Geração Comercializaçã o Mercado Atacadista REGULAMENTAÇÃO ONDE NECESSÁRIA 2. Pilar Transmissão Distribuição Monopólios ( naturais), com livre acesso 3º Pilar colapsou!! Pilar : Garantia da (Racionamento de 2001 / 2002) Expansão e prevalência do capital privado!!
41 O MODELO DILMA (2004 EM DIANTE) Motivadores da nova reforma: Tema de campanha de Lula. Racionamento de Crises da ASMAE (Anexo V e atraso de Angra II). Resultados: Leis e publicadas em 2004.
42 O MODELO DILMA (2004 EM DIANTE) Princípios do novo modelo: Garantia do suprimento. Modicidade tarifaria. Competição na geração. Produtores Independentes permanecem. Consumidores Livres permanecem. Respeito aos contratos vigentes.
43 O MODELO DILMA (2004 EM DIANTE) Novos agentes: EPE: Empresa de Pesquisa Energética. CMSE: Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico. Extinção do MAE. Criação da CCEE: Câmara de Comercialização de Energia Elétrica.
44 O MODELO DILMA (2004 EM DIANTE) Dois ambientes de contratação Ambiente de Contratação Regulada ACR: atendimento a consumidores cativos. Ambiente de Contratação Livre ACL: atendimento a consumidores livres por meio de contratos livremente negociados.
45 O MODELO DILMA (2004 EM DIANTE) Principais riscos do novo modelo: Concentração de poder no MME. Volta da ingerência política. Perda de ímpeto comercial. Volta da Eletrossauro. Tarifas módicas atrairão investidores privados?
46 AMBIENTES DE CONTRATAÇÃO GERAÇÃO Competição plena Preços de suprimento resultante de leilões Preços de suprimento livremente negociados D: distribuidores CL: consumidores livres Ambiente de Contratação Regulada ACR C: comercializadores D Ambiente de Contratação Livre ACL CL C
47 O AMBIENTE HÍBRIDO Ambiente de Contratação Regulada G G Desvios Consumidor Cativo G G Contratação de Energia no Pool D Ambiente de Contratação Livre os i sv e D Comercializadora D Consumidor Cativo Consumidor Livre Consumidor Livre
48 CONDICIONANTE DA EXPANSÃO Distribuidoras definem sua necessidade de contratação, para cobertura de 100% de seu mercado previsto, com antecedência de 5 anos. Possibilidades de ajustes para assimilação de erros de prognóstico. Cláusula imutável.
49 RESULTADOS COLATERAIS DO MODELO Segurança a qualquer custo ( não vai haver racionamento nem que a vaca tussa! ). Nível meta e Curva de Aversão ao Risco (CAR). Procedimentos Operativos de Curto Prazo (POCP): despacho fora da ordem de mérito. Energia reserva (não gera lastro). Carbonização da matriz geradora.
50 DESPACHO POR SEGURANÇA ENERGÉTICA
51 DESPACHO POR SEGURANÇA ENERGÉTICA
52 IMPACTOS DA MP 579/2012 A CCC deixou de ser cobrada na TUST/TUSD. A CDE foi reduzida em 75%. A RGR será cobrada dos ativos de transmissão e geração apenas até que estes tenham suas concessões prorrogadas ou relicitadas. O prazo para retorno dos consumidores livres especiais ao mercado cativo passou de 180 dias para 5 anos. O Mercado Livre não foi contemplado.
53 IMPACTOS DA MP 579/2012
54 IMPACTOS DA MP 579/2012
55 IMPACTOS DA MP 579/2012
56 TARIFAS INDUSTRIAIS ANTES DA MP 579/2012 (COM IMPOSTOS) Fonte: ELECTRA NEWS. Disponível em
57 TARIFAS INDUSTRIAIS DEPOIS DA MP 579/2012 (ESTIMATIVA, COM IMPOSTOS) Fonte: ELECTRA NEWS. Disponível em
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