Exportação de Energia..republi
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- Raquel Ventura Vilanova
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1 Exportação de Energia.republi Exportação de Energia Argentina e Uruguai GCTL Coordenação de Contabilização Atualizado em Junho/2013 1
2 Exportação de Energia INTRODUÇÃO A República da Argentina, por meio da Compañia Administradora del Mercado Mayorista Eléctrico (CAMMESA), realizou o primeiro Concurso Público para la Recepcion de Ofertas de Energia Assegurada em Nodo Frontera em Abril de 2004, sendo o suprimento para o período de Junho/2004 a Novembro/2004. Desde então, a exportação de energia para Argentina e Uruguai vem sendo realizada constantemente. Desde 2004 foram realizadas exportações de energia para Argentina ou para o Uruguai conforme descrito a seguir: 1ª Exportação para Argentina via conversora de Garabi Resolução ANEEL nº 261, de 03/06/2004 Período: Jun/04 a Ago/04 Comercializador: TRACTEBEL Limite: 500MW 2ª Exportação para Argentina via conversora de Garabi Resolução ANEEL nº 330, de 13/09/2004 Período: Set/04 a Nov/04 Comercializador: CHESF Limite: 500MW 3ª Exportação para Uruguai via conversora de Rivera Resolução ANEEL nº 260, de 03/06/2004 Período: Jun/04 a Nov/04 Comercializador: ENERTRADE Limite: 72MW 4ª Exportação para Uruguai via conversora de Rivera Resolução ANEEL nº 008, de 10/01/2005 Período: Jan/05 a Dez/05 Comercializador: ENERTRADE Limite: 72MW 5ª Exportação para Uruguai via conversora de Garabi Resolução ANEEL nº 26, de 24/01/2005 Período: Jan/05 a Abr/05 Comercializador: TRACTEBEL Limite: 500MW 6ª Exportação para Uruguai via conversora de Rivera Resolução ANEEL nº 379, de 19/12/2005 Período: Jan/06 a Dez/06 Comercializador: TRADENER Limite: 72MW 7ª Exportação para Uruguai via conversora de Garabi Resolução ANEEL nº 481, de 13/03/2006 Período: Mar/06 e Abr/06 Comercializador: TRADENER Limite: 700MW 8ª Exportação para Uruguai via conversora de Rivera Resolução ANEEL nº 785, de 09/01/2007 Período: Jan/07 a Dez/07 Comercializador: TRADENER Limite: 72MW GCTL Coordenação de Contabilização 2
3 9ª Exportação para Argentina via conversora de Garabi II e Uruguaiana Ofício 321/2007- SCT/SEM/ANEEL, de 01/06/2007 Ofício 412/07- SCT/SEM/ANEEL, de 06/07/2007 Período: Jun/07 a Set/07 Comercializador: CIEN Limite: 1000MW- Garabi II 50MW- Uruguaiana Exportação de Energia 10ª Exportação para Uruguai via conversora de Rivera Resolução ANEEL nº 1133, de 11/12/2007 Período: Jan/08 a Dez/08 Comercializador: TRADENER Limite: 72MW 11ª Exportação para Argentina via conversora de Garabi Resolução ANEEL nº 1368, de 20/05/2008 Período: Mai/08 a Nov/08 Comercializador: CIEN Limite: 1000MW- Garabi II 500MW- Garabi I 12ª Exportação para Uruguai via conversora de Rivera Resolução ANEEL nº 1712, de 9/12/2008 Período: Jan/09 a Dez/09 Comercializador: TRADENER Limite: 72MW- Rivera 13ª Exportação para Argentina e Uruguai via conversora de Garabi Resolução ANEEL nº 1812, de 17/02/2009 Período: Jan/09 a Dez/09 Comercializador: CIEN Limite: 2000MW- Garabi 14ª Exportação para Argentina via conversora de Uruguaiana Resolução ANEEL nº 1867, de 31/03/2009 Período: Jan/09 a Dez/09 Comercializador: ELETROSUL Limite: 50 MW- Uruguaiana 15ª Critérios para Exportação para Argentina e Uruguai Resolução ANEEL 369 de 16/06/ ª Exportação para Argentina via conversora de Garabi Resolução CNPE nº 4, de 31/08/2009 Período: Jan/09 a Dez/09 (Nova redação à CNPE nº1) Comercializador: CIEN 17ª Exportação para Uruguai via conversora de Rivera Resolução ANEEL nº 2231 de 15/12/2009 Período: Jan/2010 a Dez/2010 Comercializador: TRADENER 18ª Exportação para Uruguai via conversora de Rivera Resolução ANEEL nº 2280 de 23/02/2010 Período: 23/02/2010 a 23/02/2010 Comercializador: ELETROBRÁS 19ª Critérios para Exportação para Argentina e Uruguai Resolução ANEEL nº406 de 13/07/2010 GCTL Coordenação de Contabilização 3
4 Exportação de Energia 20ª Exportação para Argentina e Uruguai Resolução CNPE nº 3 de 13/12/2010 Período: Jan/2011 a Dez/2011 Comercializador: TRADENER 21ª Critérios para Exportação para Argentina e Uruguai Resolução ANEEL nº430 de 29/03/2011 Anterior a essas licitações já havia ocorrido troca de energia entre os três países, porém todas de forma emergencial e sem a caracterização comercial inerente ao processo atual. GCTL Coordenação de Contabilização 4
5 Exportação de Energia EXPORTAÇÃO DE ENERGIA ARGENTINA E URUGUAI As licitações se iniciaram com a publicação do Pliego no site da CAMMESA ou da UTE. As empresas interessadas encaminharam proposta contendo o custo pela comercialização, que para a Argentina englobou o custo do pedágio a ser pago à CIEN bem como todos os demais custos (ESS, CUST, CCI, risco cambial e perdas), o que justifica os custos mais altos cobrados pelos comercializadores, conforme demonstrado na tabela abaixo. Na exportação para o Uruguai, todos os custos são cobertos pela UTE. Exportação Limite (MW) Comercializador Argentina 500 TRACTEBEL Argentina 500 (350) CHESF Tipo Usina Custo de Comercialização Período H 9,39 U$$/MWh 03/06/04 ~ T 10,39 U$$/MWh 30/08/04 H T 15,77 U$$/ MWh 26,74 U$$/ MWh Uruguai 72 ENERTRADE T 0,44 R$/MWh Uruguai 72 ENERTRADE T 0,88 R$/MWh Uruguai via Argentina 500 TRACTEBEL T 1,28 R$/MWh Uruguai 72 TRADENER T 0,69 R$/MWh Uruguai via Argentina 700 TRADENER T 0,18 R$/MWh Uruguai 72 TRADENER T 0,29 R$/MWh Argentina CIEN T 0,00 R$/MWh Uruguai 72 TRADENER Argentina CIEN Uruguai 72 TRADENER Argentina CIEN Argentina 50 ELETROSUL Uruguai 72 TRADENER Uruguai 72 TRADENER 01/09/04 ~ 30/11/04 03/06/04 ~ 30/11/04 10/01/05 ~ 10/01/06 24/01/05 ~ 28/02/05 PRORROGADO ATÉ 31/03/05 PRORROGADO ATÉ 30/04/05 01/01/06 ~ 31/12/06 03/03/06 ~ 31/03/06 PRORROGADO ATÉ 30/04/06 01/01/07 ~ 31/12/07 01/06/07 ~ 30/09/07 H 0,00 R$/MWh 01/01/08 ~ T 0,14 R$/MWh 31/12/08 H T H T H T H T H T H T 0,00 R$/MWh 2,00 R$/MWh 0,00 R$/MWh 0,00 R$/MWh 0,11 R$/ MWh 1,10 R$/MWh 01/05/08 ~ 30/08/08 01/01/09 ~ 31/12/09 01/01/09 ~ 31/12/09 01/04/09 ~ 31/12/09 01/01/10 ~ 31/12/10 01/01/11 ~ 31/12/11 GCTL Coordenação de Contabilização 5
6 Exportação de Energia PROCEDIMENTO DE EXPORTAÇÃO Todo processo de exportação foi definido considerando os entendimentos entre o Brasil e os países importadores, envolvendo a Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia MME e a ANEEL, estabelecendo-se que a energia a ser exportada terá caráter excepcional, temporário e interruptível, não devendo afetar a segurança eletroenergética do Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e das diretrizes do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico CMSE. Abaixo seguem os principais tópicos: Os Comercializadores modelam um ativo tipo carga para registrar os montantes exportados. Os Geradores térmicos modelam uma usina virtual onde são registrados os montantes gerados destinados a exportação de energia. ONS faz a programação do despacho para atendimento das necessidades do SIN, e, havendo disponibilidade para exportação as usinas térmicas são despachadas por ordem de mérito. Eletrobrás faz a medição na conversora de Rivera e Uruguaiana e a CIEN na conversora de Garabi. CCEE disponibiliza aos Geradores e Comercializadores os montantes consistidos pelo ONS. Geradores calculam e registram os contratos no SCL. CCEE controla e confere todo o processo. A CCEE emite declarações informando os montantes exportados, para que os comercializadores possam emitir as faturas de exportação. A carga registrada a título de exportação não está associada à comprovação de lastro para efeito de penalidades. As usinas virtuais, modeladas para o processo de exportação, não geram lastro para os Geradores É de responsabilidade dos Comercializadores os encargos atribuídos a exportação modelada como carga na CCEE. Após a contabilização a CCEE emite declaração com os valores referentes aos Encargos de Serviços de Sistema atribuídos a carga de exportação, para que o Comercializador possa repassar os custos à Argentina ou Uruguai. Adicionalmente a CCEE informa os fatores de perda para que o Comercializador possa cobrar da Argentina ou Uruguai às diferenças decorrentes dos fatores de perdas utilizados para cálculo dos contratos e a carga efetivamente contabilizada. GCTL Coordenação de Contabilização 6
7 Exportação de Energia Exportação de Energia GCTL Coordenação de Contabilização 7
8 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS MWh Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Exportação Argentina (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) , , , , , , , , , Total , , , , , Exportação de Energia - Argentina e Uruguai - (MWh) Milhares jun jul ago set out nov dez Exportação Argentina (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) Milhares jun Exportação de Energia - Total - (MWh) jul ago set out nov dez Exportação Argentina (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) GCTL Coordenação de Contabilização 8
9 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS MWmédio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Exportação Argentina (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) 379,01 73,57 258,23 59,70 291,47 61,79 70,16 73,84-2, Total 452, ,94 353,27 144,00 2, MWmédio Exportação de Energia - Argentina e Uruguai - (MWmédio) jun jul ago set out nov dez Exportação Argentina (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) Exportação de Energia - Total - (MWmédio) MWmédio jun jul ago set out nov dez Exportação Argentina (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) GCTL Coordenação de Contabilização 9
10 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2005 MWh Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Exportação Argentina (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) , , , , , , , , , , , , ,109 Total , , , , , , , , , Exportação de Energia - Uruguai - (MWh) Milhares jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Exportação Uruguai (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) 300 Exportação de Energia - Total - (MWh) Milhares jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Exportação Uruguai Exportação Uruguai (Rivera) GCTL Coordenação de Contabilização 10
11 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS MWmédio Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Exportação Argentina (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) 176,14 73,59 343,94 57,78 183,01 26,18 38,12 40,40-35, ,66-4, ,49-72,34 Total 249,74 401,71 209,20 78,52 35, ,66 4,95-34,49 72,34 MWmédio Exportação de Energia - Uruguai - (MWmédio) jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Exportação Uruguai (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) MWmédio Exportação de Energia - Total - (MWmédio) jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Exportação Uruguai (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) GCTL Coordenação de Contabilização 11
12 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2006 MWh Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Exportação Argentina (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) , , , , , , , , , , , ,398 Total , , , , , , , , , ,398 Milhares Exportação de Energia - Uruguai - (MWh) jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Exportação Uruguai (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) Milhares Exportação de Energia - Total - (MWh) jan fev mar abr mai jun jul ago set out Exportação Uruguai (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) nov dez GCTL Coordenação de Contabilização 12
13 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2006 MWmédio Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Exportação Argentina (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) - 70,60-67,51 458,79 72,63 352,72 71,20-29,43-34,17-20,88-21,17-15, ,62 Total 70,60 67,51 531,42 423,91 29,43 34,17 20,88 21,17 15, , Exportação de Energia - Uruguai - (MWmédio) MWmédio jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Exportação Uruguai (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) Exportação de Energia - Total - (MWmédio) MWmédio jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Exportação Uruguai (Garabi II) Exportação Uruguai (Rivera) GCTL Coordenação de Contabilização 13
14 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2007 MWh Argentina (Garabi I) Janeiro - Fevereiro - Março - Abril - Maio - Junho - Julho - Agosto 2.537,545 Setembro - Outubro - Novembro - Dezembro - Argentina (Garabi II) Argentina (Uruguaiana) Uruguai (Rivera) , , , , , , , , , , , , ,972 19, Total , , , , , , , Milhares Exportação de Energia - (MWh) jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Argentina (GarI) Argentina (GarII) Argentina (Uru) Uruguai (Riv) GCTL Coordenação de Contabilização 14
15 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2007 MWmédio Argentina (Garabi I) Janeiro - Fevereiro - Março - Abril - Maio - Junho - Julho - Agosto 3,41 Setembro - Outubro - Novembro - Dezembro - Argentina (Garabi II) Argentina (Uruguaiana) Uruguai (Rivera) , , ,16 586,38-72,05 904,49 37,79 63,51 970,72 50,56 67,52 63,38 3,90 0, Total 43,38 45, ,16 658, , ,22 67, Exportação de Energia - (MWmédio) MWmédio jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Argentina (GarI) Argentina (GarII) Argentina (Uru) Uruguai (Riv) Exportação de Energia - Total - (MWmédio) MWmédio jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Argentina (GarI) Argentina (GarII) Argentina (Uru) Uruguai (Riv) GCTL Coordenação de Contabilização 15
16 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2008 MWh Exportação Uruguai (Rivera) Exportação Argentina (Garabi I) Exportação Argentina (Garabi II) Janeiro Fevereiro Março Abril , ,127 Maio , , , ,255 Junho , , , ,493 Julho 3.618, , ,303 Agosto 9.512, , ,641 Setembro Outubro 2.594, ,544 Novembro Dezembro 5.930, ,612 Total GCTL Coordenação de Contabilização 16
17 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2008 MWmédio Exportação Uruguai (Rivera) Exportação Argentina (Garabi I) Exportação Argentina (Garabi II) Janeiro Fevereiro Março Abril 24, ,17 Maio 66,29 28,72 400,17 495,18 Junho 61,39 91,34 894, ,94 Julho 4,86-279,05 283,91 Agosto 12,79-136,80 149,58 Setembro Outubro 3, ,49 Novembro Dezembro 7, ,97 Total GCTL Coordenação de Contabilização 17
18 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2009 MWh Exportação Uruguai (Rivera) Janeiro 7019,016 Fevereiro 6.152,514 Março - Abril ,73 Maio - Junho 6.890,549 Julho ,809 Agosto ,025 Setembro ,334 Outubro - Novembro Dezembro Exportação Argentina (Garabi I) Exportação Argentina (Garabi II) , , , , , , , , , Total 7.019, , , , , , , , ,890 - GCTL Coordenação de Contabilização 18
19 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2009 MWmédio Exportação Uruguai (Rivera) Janeiro 9,43 Fevereiro 9,14 Março - Abril 15,46 Maio - Junho 9,57 Julho 21,28 Agosto 60,29 Setembro 14,63 Outubro - Novembro Dezembro Exportação Argentina (Garabi I) Exportação Argentina (Garabi II) ,89-449,78-146,68 22,66 125,51-271,55-311,01-300,47-13, Total - 206,03 449,78 162,15 148,17 281,12 332,29 360,76 28,61 - GCTL Coordenação de Contabilização 19
20 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2010 MWh Exportação Uruguai (Rivera) Janeiro - Fevereiro - Março - Abril - Maio - Junho - Julho ,835 Agosto - Setembro - Outubro - Novembro - Dezembro - Exportação Argentina (Garabi I) Exportação Argentina (Garabi II) , , , , , , , Total , , , , Exportação de Energia - (MWh) jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov Argentina (GarII) Argentina (GarI) Uruguai (Riv) dez Exportação de Energia - Total - (MWh) Milhares jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Argentina (GarII) Argentina (GarI) Uruguai (Riv) GCTL Coordenação de Contabilização 20
21 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2010 MWmédio Exportação Uruguai (Rivera) Janeiro - Fevereiro - Março - Abril - Maio - Junho - Julho 19,730 Agosto - Setembro - Outubro - Novembro - Dezembro - Exportação Argentina (Garabi I) Exportação Argentina (Garabi II) ,545 53, ,256 36, ,898 11, , Total , , , , Exportação de Energia - (MWmédio) MWmédio jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Argentina (GarII) Argentina (GarI) Uruguai (Riv) Exportação de Energia - Total - (MWmédio) MWmédio jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Argentina (GarII) Argentina (GarI) Uruguai (Riv) GCTL Coordenação de Contabilização 21
22 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2011 MWh Exportação Uruguai (Rivera) Janeiro - Fevereiro 6.076,549 Março ,516 Abril ,822 Maio ,484 Junho ,767 Julho 5.168,739 Agosto - Setembro ,319 Outubro ,876 Novembro ,070 Dezembro ,101 Exportação Argentina (Garabi I) Exportação Argentina (Garabi II) , , , , , Total , , , , , , , , , , , Exportação de Energia - (MWh) Argentina (Garabi II) Argentina (Garabi I) Uruguai (Rivera) Exportação de Energia - Total - (MWh) Argentina (Garabi II) Argentina (Garabi I) Uruguai (Rivera) GCTL Coordenação de Contabilização 22
23 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2011 MWmédio Uruguai (Rivera) Argentina (Garabi I) Argentina (Garabi II) Total Janeiro - Fevereiro 9,029 Março 16,407 Abril 26,478 Maio 52,627 Junho 55,555 Julho 6,947 Agosto - Setembro 14,373 Outubro 24,083 Novembro 56,920 Dezembro 25, , , , , , ,029 16,407 26, , , , , ,957 24,083 56,920 25, , , , , , , , , , ,000 0,000 Exportação de Energia - (MW médio) Argentina (Garabi II) Argentina (Garabi I) Uruguai (Rivera) 1.000, , , , , , , , , ,000 0,000 Exportação de Energia - Total - (MW médio) Argentina (Garabi II) Argentina (Garabi I) Uruguai (Rivera) GCTL Coordenação de Contabilização 23
24 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2012 MWh Exportação Uruguai (Rivera) Exportação Argentina (Garabi I) Exportação Argentina (Garabi II) Janeiro , ,139 Fevereiro , ,527 Março , , ,469 Abril , , ,603 Maio , ,060 Junho , ,078 Julho , ,666 Agosto , ,800 Setembro , ,880 Outubro , ,113 Novembro Dezembro Total GCTL Coordenação de Contabilização 24
25 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2012 MWmédio Uruguai (Rivera) Argentina (Garabi I) Argentina (Garabi II) Total Janeiro 36, ,432 Fevereiro 53, ,527 Março 59,270-96, ,604 Abril 19,510-13,181 32,691 Maio 73, ,449 Junho 73, ,476 Julho 71, ,759 Agosto 73, ,110 Setembro 72, ,971 Outubro 14, ,863 Novembro Dezembro GCTL Coordenação de Contabilização 25
26 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2013 MWh Exportação Uruguai (Rivera) Exportação Argentina (Garabi I) Exportação Argentina (Garabi II) Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro Total GCTL Coordenação de Contabilização 26
27 Exportação de Energia MONTANTES EXPORTADOS 2013 MWmédio Uruguai (Rivera) Argentina (Garabi I) Argentina (Garabi II) Total Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro GCTL Coordenação de Contabilização 27
28 Exportação de Energia Exportação Argentina (Garabi I, Garabi II e Uruguaiana) GCTL Coordenação de Contabilização 28
29 Exportação de Energia Montantes Exportados para a Argentina (Via GARABI II) 2004: 2005: Não houve exportação para a Argentina através da Conversora Garabi II. 2006: Não houve exportação para a Argentina através da Conversora Garabi II. GCTL Coordenação de Contabilização 29
30 Exportação de Energia 2007: *HIDRO Geração Hidráulica GCTL Coordenação de Contabilização 30
31 Exportação de Energia 2008: *HIDRO Geração Hidráulica GCTL Coordenação de Contabilização 31
32 Exportação de Energia 2009: *HIDRO Geração Hidráulica GCTL Coordenação de Contabilização 32
33 Exportação de Energia 2010: *HIDRO - Geração Hidráulica GCTL Coordenação de Contabilização 33
34 Exportação de Energia 2011: 2012 Não houve exportação para a Argentina através da Conversora Garabi II Ainda não houve exportação para a Argentina através da Conversora Garabi II. GCTL Coordenação de Contabilização 34
35 Exportação de Energia Montantes Exportados para a Argentina (Via URUGUAIANA) 2007: *HIDRO Geração Hidráulica 2008: Não houve exportação para a Argentina através da Conversora Uruguaiana. 2009: Não houve exportação para a Argentina através da Conversora Uruguaiana. 2010: Não houve exportação para a Argentina através da Conversora Uruguaiana. GCTL Coordenação de Contabilização 35
36 Exportação de Energia 2011: Não houve exportação para a Argentina através da Conversora Uruguaiana. 2012: Não houve exportação para a Argentina através da Conversora Uruguaiana Ainda não houve exportação para a Argentina através da Conversora Uruguaiana. GCTL Coordenação de Contabilização 36
37 Exportação de Energia 2007: Montantes Exportados para a Argentina (Via Garabi I) Somente em Agosto de 2007 houve exportação para a Argentina através da conversora GarabiI *HIDRO Geração Hidráulica GCTL Coordenação de Contabilização 37
38 Exportação de Energia 2008: *HIDRO Geração Hidráulica GCTL Coordenação de Contabilização 38
39 Exportação de Energia 2009: *HIDRO Geração Hidráulica GCTL Coordenação de Contabilização 39
40 Exportação de Energia 2010: *HIDRO Geração Hidráulica 2011: Não houve exportação para a Argentina através da Conversora de Garabi I. 2012: Não houve exportação para a Argentina através da Conversora de Garabi I. 2013: Ainda não houve exportação para a Argentina através da Conversora de Garabi I. GCTL Coordenação de Contabilização 40
41 Exportação de Energia Encargos Montante de Encargos de Serviços do Sistema, pago pela comercializadora, proporcional ao montante exportado em cada mês. Este valor foi repassado à CAMMESA como parcela dos custos da exportação. Mês Ano Janeiro - - Fevereiro - - Março - - Abril - - Maio , , ,90 Junho , , , ,50 Julho , , , ,26 Agosto , , , ,06 Setembro - - Outubro - - Novembro - - Dezembro , , , , Total 0, , , , , GCTL Coordenação de Contabilização 41
42 Exportação de Energia Exportação Uruguai via Argentina (Garabi II) GCTL Coordenação de Contabilização 42
43 Exportação de Energia Montantes Exportados para Uruguai via Argentina (Via GARABI II) *HIDRO Geração Hidráulica 2007: Não houve exportação para o Uruguai via Argentina através da Conversora Garabi II. 2008: Não houve exportação para o Uruguai via Argentina através da Conversora Garabi II. 2009: Não houve exportação para o Uruguai via Argentina através da Conversora Garabi II. 2010: Não houve exportação para o Uruguai via Argentina através da Conversora Garabi II. 2011: Não houve exportação para o Uruguai via Argentina através da Conversora Garabi II. GCTL Coordenação de Contabilização 43
44 Exportação de Energia 2012: 2013: Ainda não houve exportação para o Uruguai via Argentina através da Conversora Garabi II. GCTL Coordenação de Contabilização 44
45 Exportação de Energia Encargos Montante de Encargos de Serviços do Sistema, pago pela comercializadora, proporcional ao montante exportado em cada mês. Estes valores foram repassados à UTE como parcelas dos custos da exportação. GCTL Coordenação de Contabilização 45
46 Exportação de Energia Exportação Uruguai (Rivera) GCTL Coordenação de Contabilização 46
47 Montantes Exportados para Uruguai (Via Rivera) Exportação de Energia 2004: *HIDRO Geração Hidráulica GCTL Coordenação de Contabilização 47
48 Exportação de Energia 2005: *HIDRO Geração Hidráulica GCTL Coordenação de Contabilização 48
49 Exportação de Energia 2006: *HIDRO Geração Hidráulica GCTL Coordenação de Contabilização 49
50 Exportação de Energia 2007: *HIDRO Geração Hidráulica GCTL Coordenação de Contabilização 50
51 2008: *HIDRO Geração Hidráulica GCTL Coordenação de Contabilização 51
52 2009: *HIDRO Geração Hidráulica GCTL Coordenação de Contabilização 52
53 2010: GCTL Coordenação de Contabilização 53
54 2011: GCTL Coordenação de Contabilização 54
55 2012: GCTL Coordenação de Contabilização 55
56 2013: Ainda não houve exportação para o Uruguai através da Conversora de Rivera. Encargos Montante de Encargos de Serviços do Sistema, pago pela comercializadora, proporcional ao montante exportado em cada mês. Estes valores foram repassados à UTE como parcelas dos custos da exportação. GCTL Coordenação de Contabilização 56
57 Anexo I Resoluções ANEEL GCTL Coordenação de Contabilização 57
58 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 261, DE 3 DE JUNHO DE (*) Vide alterações e inclusões no final do texto Relatório de Voto Autoriza a empresa Tractebel Energia S.A. a exportar energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível mediante intercâmbio elétrico entre o Brasil e a Argentina por intermédio da estação conversora de freqüência de Garabi. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso das atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria, tendo em vista o disposto no art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com a redação alterada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, no inciso III, art. 26, da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com a redação dada pela Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, alterada pela Lei nº , de 15 de março de 2004, e o que consta dos Processos nº /04-17 e nº /04-81 e considerando que: o Memorando de Entendimento celebrado entre a República Federativa do Brasil e a República Argentina, em 13 de agosto de 1997, dispõe sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre os sistemas elétricos brasileiro e argentino; o protocolo formalizado entre o Brasil e a Argentina determina a mútua assistência em caso de emergência nos sistemas elétricos; os entendimentos realizados entre os dois países, envolvendo a Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia - MME e a Compañia Administradora Del Mercado Mayorista Eléctrico Sociedad Anónima - CAMMESA, estabeleceram que a energia a ser exportada para a Argentina terá caráter excepcional, temporário e interruptível, não devendo afetar a segurança eletro-energética do Sistema Elétrico Interligado Nacional SIN dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS e das diretrizes do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico - CMSE; a empresa Tractebel Energia S.A foi vencedora de Concurso Público para o fornecimento de energia elétrica, promovido pela CAMMESA, conforme comunicado de adjudicação apresentado; e a empresa Tractebel Energia S.A. requereu autorização para exportar energia elétrica para a República Argentina, resolve: GCTL Coordenação de Contabilização 58
59 Art. 1º Autorizar a empresa Tractebel Energia S.A., inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , com sede na Rua Antônio Dib Mussi nº 366, na cidade de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, a exportar energia elétrica, em caráter excepcional, temporário e interruptível, por intermédio da estação conversora de freqüência de Garabi, para a República Argentina, por meio do sistema de interligação Brasil Argentina II. Parágrafo único. A presente autorização vigorará até 31 de agosto de 2004, limitada a quinhentos megawatts por hora (500 MW/h). Art. 2º A exportação de que trata esta Resolução não deve afetar a segurança eletro-energética do Sistema Elétrico Interligado Nacional SIN dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS. Art. 3º O montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação PMO e/ou suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo, inclusive, ser ajustado, em função de ocorrências no Sistema Elétrico Interligado Nacional SIN, até a Operação em Tempo Real. Art. 4º As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes desta autorização, observarão as disposições contidas nas Regras e Procedimentos do Mercado Atacadista de Energia Elétrica MAE, e não poderão afetar os preços do mercado brasileiro. Parágrafo único. A exportação para a Argentina, sendo de caráter interruptível, excepcional e temporário, e por destinar-se a mercado estrangeiro com regras próprias não está sujeita às restrições de lastro previstas no 1º, do art. 1º, da Resolução nº 352, de 22 de julho de Art. 5º Sob pena de revogação da presente autorização e sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a empresa Tractebel Energia S.A. obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar à ANEEL, mensalmente, todas as transações de exportações realizadas, no prazo de quinze dias após a contabilização do MAE, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que regem a exportação e importação, no que couber, à energia elétrica; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e, VII contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. GCTL Coordenação de Contabilização 59
60 Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 5o, apurado em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e III a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para à ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade em relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 7º A empresa Tractebel Energia S.A. deverá celebrar, no prazo de até trinta dias, contado da data de publicação desta resolução: I - Contrato de Uso do Sistema de Transmissão - CUST, com o ONS; e, II - Contrato de Compartilhamento de Infra-Estrutura - CCI com o proprietário das instalações que serão utilizadas para a exportação de energia elétrica. Art. 8º A presente autorização ficará submetida à legislação superveniente que vier a ser estabelecida, especialmente aquela relativa à exportação e comercialização de energia elétrica, devendo ser atualizada com o objetivo de sua incorporação. Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ MÁRIO MIRANDA ABDO Publicado no D.O de , seção 1, p. 58, v. 141, n Este texto não substitui o publicado no D.O de (*) Texto em negrito com redação alterada conforme retificação publicada no D.O de , seção 1, p. 81, v. 141, n (*) Texto em negrito com redação alterada conforme retificação publicada no D.O de , seção 1, p. 70, v. 141, n GCTL Coordenação de Contabilização 60
61 Relatório AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 330, DE 13 DE SETEMBRO DE Autoriza a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - CHESF a exportar energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível mediante intercâmbio elétrico entre o Brasil e a Argentina por intermédio da estação conversora de freqüência de Garabi. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso das atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria, tendo em vista o disposto no art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com a redação alterada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, no inciso III, art. 26, da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com a redação dada pela Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, alterada pela Lei nº , de 15 de março de 2004, o que consta do Processo nº /04-76 e considerando que: o Memorando de Entendimento celebrado entre a República Federativa do Brasil e a República Argentina, em 13 de agosto de 1997, dispõe sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre os sistemas elétricos brasileiro e argentino; o protocolo formalizado entre o Brasil e a Argentina determina a mútua assistência em caso de emergência nos sistemas elétricos; os entendimentos realizados entre os dois países, envolvendo a Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia - MME e a Compañia Administradora Del Mercado Mayorista Eléctrico Sociedad Anónima - CAMMESA, estabeleceram que a energia a ser exportada para a Argentina terá caráter excepcional, temporário e interruptível, nos termos do Ofício nº 065/SEE/MME, de 2 de abril de 2004, não devendo afetar a segurança eletro-energética do Sistema Elétrico Interligado Nacional SIN dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS e das diretrizes do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico - CMSE; a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - CHESF foi vencedora de Concurso Público para o fornecimento de energia elétrica, promovido pela CAMMESA, conforme comunicado de adjudicação apresentado; e a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - CHESF requereu em 27 de agosto de 2004, autorização para exportar energia elétrica para a República Argentina, resolve: Art. 1º Autorizar a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco - CHESF, inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , com sede social na Rua Delmiro Gouveia nº 333, na cidade de Recife, Estado de Pernambuco, a exportar até 350 MW de energia elétrica, em caráter excepcional, temporário e interruptível, por intermédio da estação conversora de GCTL Coordenação de Contabilização 61
62 freqüência de Garabi, para a República Argentina, por meio do sistema de interconexão Brasil Argentina II. Parágrafo único. A presente autorização compreende o período 1º de setembro de 2004 a até 30 de novembro de Art. 2º A exportação de que trata esta Resolução não deve afetar a segurança eletroenergética do Sistema Elétrico Interligado Nacional SIN dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS. Art. 3º O montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação PMO e/ou suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo, inclusive, ser ajustado, em função de ocorrências no Sistema Elétrico Interligado Nacional SIN, até a Operação em Tempo Real. Art. 4º As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes desta autorização, observarão as disposições contidas nas Regras e Procedimentos do Mercado Atacadista de Energia Elétrica MAE, e não poderão afetar os preços do mercado brasileiro. Parágrafo único. A exportação para a Argentina, sendo de caráter interruptível, excepcional e temporário, e por destinar-se a mercado com regras próprias não está sujeita às restrições de lastro previstas no 1º, do art. 1º, da Resolução nº 352, de 22 de julho de Art. 5º Sob pena de revogação da presente autorização e sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a CHESF obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar à ANEEL, mensalmente, todas as transações de exportações realizadas, no prazo de quinze dias após a contabilização do MAE, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que regem a exportação e importação, no que couber, à energia elétrica; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e, VII contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; GCTL Coordenação de Contabilização 62
63 II em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 5o, apurado em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e III a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade em relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 7º A CHESF deverá celebrar, no prazo de até trinta dias, contado da data de publicação desta Resolução: I - Contrato de Uso do Sistema de Transmissão - CUST, com o ONS; e, II - Contrato de Compartilhamento de Infra-Estrutura - CCI com o proprietário das instalações que serão utilizadas para a exportação de energia elétrica. Art. 8º A presente autorização ficará submetida à legislação superveniente que vier a ser estabelecida, especialmente aquela relativa à exportação e comercialização de energia elétrica, devendo ser atualizada com o objetivo de sua incorporação. Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ MÁRIO MIRANDA ABDO Publicado no D.O de , seção 1, p. 50, v. 141, n Este texto não substitui o publicado no D.O de GCTL Coordenação de Contabilização 63
64 Relatório de Voto AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 260, DE 3 DE JUNHO DE Autoriza a empresa ENERTRADE Comercializadora de Energia S.A. a exportar energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível mediante intercâmbio elétrico entre o Brasil e o Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso das atribuições delegadas pelo art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com a redação alterada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, de acordo com deliberação da Diretoria, tendo em vista o disposto no inciso III do art. 26 da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com a redação dada pela Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, alterada pela Lei nº , de 15 de março de 2004, e o que consta dos Processos nº /04-14 e nº /04-97 e considerando que: os Memorandos de Entendimentos celebrados entre a República Federativa do Brasil e a República Oriental do Uruguai em 6 de maio de 1997 e 14 de dezembro de 1998, dispõem sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre os dois países; pela Resolução nº 062, de 16 de fevereiro de 2001, foi autorizada a empresa ENERTRADE Comercializadora de Energia S.A., a atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica no âmbito Mercado Atacadista de Energia Elétrica - MAE; a autorizada foi a vencedora do Concurso Público para o fornecimento de energia elétrica, promovido pela Administración Nacional de Usinas y Transmisiones Eléctricas - U.T.E., empresa pública da República Oriental do Uruguai, conforme comunicado de adjudicação apresentado pela U.T.E., por meio de Correspondência de 28 de maio de 2004; a ENERTRADE Comercializadora de Energia S.A. requereu autorização para exportar energia elétrica para a República Oriental do Uruguai; os entendimentos entre os dois países, envolvendo a Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia - MME e a U.T.E., estabelecendo-se que a energia a ser exportada terá caráter excepcional, temporário e interruptível, não devendo afetar a segurança eletro-energética do Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e das diretrizes do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico - CMSE, resolve: Art. 1º Autorizar a empresa ENERTRADE Comercializadora de Energia S.A. a exportar energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível, para a República Oriental do Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera, com capacidade de 70 MW e por meio do sistema de transmissão que interliga Rivera no Uruguai à subestação de Livramento, localizada no Estado do Rio Grande do Sul. GCTL Coordenação de Contabilização 64
65 Parágrafo único. A presente autorização vigorará até 30 de novembro de Art. 2º A exportação de que trata esta Resolução não deve afetar a segurança eletroenergética do Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS. Art. 3º O montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação - PMO e/ou suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo, inclusive, ser ajustado, em função de ocorrências no Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN, até a Operação em Tempo Real. Art. 4º As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes desta autorização, observarão as disposições contidas nas Regras e Procedimentos do Mercado Atacadista de Energia Elétrica - MAE, e não poderão afetar os preços do mercado brasileiro. Parágrafo único. A exportação para o Uruguai, sendo de caráter interruptível, excepcional e temporário, e por destinar-se a mercado estrangeiro com regras próprias não está sujeita às restrições de lastro previstas no 1º, do art. 1º, da Resolução nº 352, de 22 de julho de Art. 5º Sob pena de revogação da presente autorização e sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a ENERTRADE Comercializadora de Energia S.A. obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar à ANEEL, mensalmente, todas as transações de exportações realizadas, no prazo de quinze dias após a contabilização do MAE, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que regem a exportação e importação, no que couber, à energia elétrica; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e VII - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; GCTL Coordenação de Contabilização 65
66 II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 5º, apurado em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e, III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para à ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 7º A ENERTRADE Comercializadora de Energia S.A. deverá celebrar o Contrato de Uso do Sistema de Transmissão - CUST, com o Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e o Contrato de Compartilhamento de Infra-Estrutura - CCI com o proprietário das instalações que serão utilizadas para a exportação de energia, no prazo de até trinta dias, contado da data de publicação desta Resolução. Art. 8º A presente autorização ficará submetida à legislação superveniente que vier a ser estabelecida, especialmente aquela relativa à exportação e comercialização de energia elétrica, devendo ser atualizada com o objetivo de sua incorporação. Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. JOSÉ MÁRIO MIRANDA ABDO Publicado no D.O de , seção 1, p. 58, v. 141, n Este texto não substitui o publicado no D.O de GCTL Coordenação de Contabilização 66
67 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 8, DE 10 DE JANEIRO DE Autoriza a empresa ENERTRADE - Comercializadora de Energia S.A. a exportar energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível mediante intercâmbio elétrico entre o Brasil e o Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera. O DIRETOR-GERAL INTERINO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, conforme Decreto de 1º de dezembro de 2004, no uso das atribuições delegadas pelo art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com a redação alterada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, de acordo com deliberação da Diretoria, tendo em vista o disposto no inciso III do art. 26 da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com a redação dada pela Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, alterada pela Lei nº , de 15 de março de 2004, e o que consta do Processo nº /04-14 e considerando que: os Memorandos de Entendimentos celebrados entre a República Federativa do Brasil e a República Oriental do Uruguai em 6 de maio de 1997 e 14 de dezembro de 1998, dispõem sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre os dois países; pela Resolução nº 062, de 16 de fevereiro de 2001, a empresa ENERTRADE - Comercializadora de Energia S.A., foi autorizada a atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica; a ENERTRADE foi a vencedora do Concurso Público para o fornecimento de energia elétrica, promovido pela Administración Nacional de Usinas y Transmisiones Eléctricas - U.T.E., empresa pública da República Oriental do Uruguai, conforme comunicado de adjudicação apresentado pela U.T.E.; os entendimentos entre os dois países, envolvendo a Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia - MME e a U.T.E., estabelecendo-se que a energia a ser exportada terá caráter excepcional, temporário e interruptível, não devendo afetar a segurança eletro-energética do Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e das diretrizes do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico - CMSE; e a ENERTRADE - Comercializadora de Energia S.A. requereu autorização para exportar energia elétrica para a República Oriental do Uruguai, resolve: Art. 1º Autorizar a empresa ENERTRADE - Comercializadora de Energia S.A. a exportar até 72 MW de potência e respectiva energia elétrica associada, em caráter excepcional, temporário e interruptível, para a República Oriental do Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera, por meio do sistema de transmissão que interliga Rivera no Uruguai à subestação de Livramento, localizada no Estado do Rio Grande do Sul. GCTL Coordenação de Contabilização 67
68 (Fls. 2 da Resolução Autorizativa nº,de de de 2005). Nota: Alterado o prazo para , estabelecido no parág. 1º, do art. 1º, pela REA ANEEL 379 de , D.O de , seção 1, p. 87, v. 142, n º A autorização de que trata este artigo vigorará pelo prazo de doze meses contado a partir da data de publicação desta Resolução. 2º O prazo de que trata o 1º deste artigo poderá ser prorrogado mediante requerimento, apresentado pela autorizada, em até três meses antes do seu término, desde que haja prévia e expressa manifestação favorável do Ministério de Minas e Energia - MME. Art. 2º A exportação de que trata esta Resolução não deve afetar a segurança eletroenergética do Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica instituída pela Resolução Normativa n 109, de 26 de outubro de 2004, e as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4, do Decreto n 5.163, de 30 de julho de Art. 3º O montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo NOS em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação - PMO e/ou suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo, inclusive, ser ajustado, em função de ocorrências no SIN, até a Operação em Tempo Real. Art. 4º As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes desta autorização, observarão as disposições contidas nas Regras e Procedimentos da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE, e não poderão afetar os preços do mercado brasileiro. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai, deverá atender o estabelecido no art. 1 e seus parágrafos, da Resolução n 352, de 22 de julho de Art. 5º Sob pena de revogação da presente autorização e sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a ENERTRADE - Comercializadora de Energia S.A. obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; GCTL Coordenação de Contabilização 68
69 (Fls. 3 da Resolução Autorizativa nº,de de de 2005) IV - informar a ANEEL, mensalmente, todas as transações de exportações realizadas, no prazo de quinze dias após a contabilização da CCEE, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que regem a exportação e importação, no que couber, à energia elétrica; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e VII - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 5º, apurados em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e, III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 7º A ENERTRADE deverá celebrar, no prazo de até trinta dias, contado da data de publicação desta Resolução. I) o Contrato de Uso do Sistema de Transmissão - CUST, com o ONS; e II) o Contrato de Compartilhamento de Infra-Estrutura - CCI com o proprietário das instalações que serão utilizadas para a exportação de energia. Art. 8º A presente autorização ficará submetida à legislação superveniente que vier a ser estabelecida, especialmente aquela relativa à exportação e comercialização de energia elétrica, devendo ser observada pela autorizada. Art. 9º A ENERTRADE deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação energia elétrica. Art. 10. No prazo de trinta dias, contado da publicação desta Resolução, a CCEE e o NOS deverão elaborar e encaminhar à ANEEL para registro, respectivamente, as Regras e Procedimentos de Comercialização específicos para a contabilização e liquidação da energia a ser exportada e, os GCTL Coordenação de Contabilização 69
70 (Fls. 4 da Resolução Autorizativa nº,de de de 2005) Procedimentos Operativos específicos bem como celebrar acordos operacionais aderentes que permitam a exportação de energia elétrica, conforme disposto nesta Resolução. Art. 11. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. EDUARDO HENRIQUE ELLERY FILHO Publicado no D.O de , seção 1, p. 94, v. 142, n. 8. Este texto não substitui o publicado no D.O de GCTL Coordenação de Contabilização 70
71 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA No 26, DE 24 DE JANEIRO DE (*) Vide alterações e inclusões no final do texto Relatório Voto Autoriza a empresa Tractebel Energia Comercializadora Ltda a exportar energia elétrica, em caráter excepcional, temporário e interruptível, para a República do Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Garabi. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, conforme competência delegada pelo art. 1o do Decreto no 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com a redação alterada pelo Decreto no 4.970, de 30 de janeiro de 2004, de acordo com deliberação da Diretoria, tendo em vista o disposto no inciso III, art. 26, da Lei no 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com a redação dada pela Lei no 9.648, de 27 de maio de 1998, alterada pela Lei nº , de 15 de março de 2004, o que consta do Processo no /04-14, e considerando que: os Memorandos de Entendimentos celebrados entre a República Federativa do Brasil e a República Oriental do Uruguai, em 6 de maio de 1997 e 14 de dezembro de 1998, dispõem sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre os dois países; a decisão dos governos argentino e brasileiro, mediante proposta aprovada no âmbito da Comissão Mista Binacional Permanente, e tendo em vista as necessidades de se prevenir crise de abastecimento de energia elétrica no Uruguai, o Brasil deverá promover suprimento de energia através da interconexão de Garabi; a Tractebel Energia Comercializadora Ltda foi a vencedora do Concurso Público para o fornecimento de energia elétrica, promovido pela Administración Nacional de Usinas y Transmisiones Eléctricas - UTE, empresa pública da República Oriental do Uruguai, conforme comunicado de adjudicação apresentado pela UTE à ANEEL; de acordo com os entendimentos entre os dois países, envolvendo a Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia - MME e a UTE, ficou estabelecido que a energia a ser exportada terá caráter excepcional, temporário e interruptível, não devendo afetar a segurança eletroenergética do Sistema Interligado Nacional SIN, conforme os critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e as diretrizes do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico - CMSE; e a Tractebel Energia Comercializadora Ltda requereu autorização à ANEEL para exportação de energia elétrica para a República Oriental do Uruguai, resolve: Art. 1o Autorizar a empresa Tractebel Energia Comercializadora Ltda a exportar até 500 MW de potência e respectiva energia elétrica associada, em caráter excepcional, temporário e interruptível, GCTL Coordenação de Contabilização 71
72 (Fls. 2 da Resolução Autorizativa nº,de de de 2005). para a República Oriental do Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Garabi (Nodo de Fronteira Garabi II 50 Hz), utilizando o sistema de transmissão da República Argentina, com ponto de medição na subestação de Itá, no barramento de 525 kv. Art. 2o Esta autorização vigorará inicialmente até 28 de fevereiro de 2005, podendo ser prorrogada, mediante requerimento da Autorizada, por meio de Despacho do Superintendente de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição SCT, atendidas as seguintes condições: I manifestação formal do Ministério de Minas e Energia MME, anuindo com o novo prazo de exportação de energia elétrica, conforme exigido pelo art. 4o do Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004; II permissão da Secretaria de Energia da República Argentina para o uso do seu Sistema Argentino de Interconexión (SADI); e III cópia do acordo estabelecido entre a Autorizada e a Administracion Nacional de Usinas y Transmissiones Elétricas UTE, estendendo o prazo do contrato de exportação de energia elétrica. Art. 3o A exportação não poderá afetar a segurança eletro-energética do Sistema Interligado Nacional SIN, devendo cumprir os critérios determinados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS, pela Convenção de Comercialização de Energia Elétrica instituída pela Resolução Normativa n o 109, de 26 de outubro de 2004, o estabelecido no art. 1o e seus parágrafos, da Resolução n o 352, de 22 de julho de 2003, e as condições que vierem a ser estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4 o do Decreto n 5.163, de Art. 4o O montante de energia elétrica disponível para exportação deverá ser estabelecido pelo ONS em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação - PMO e/ou as respectivas revisões, ratificado-o durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo ser ajustado, inclusive, em função de ocorrências no SIN até a Operação em Tempo Real. Art. 5o As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes desta autorização, observarão as disposições contidas nas Regras e Procedimentos da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE, e não poderão afetar os preços do mercado brasileiro. Art. 6o Sob pena de revogação da presente autorização e sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a Tractebel Energia Comercializadora Ltda obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização de Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral em vigor, assim como a que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquela relativa à exportação e comercialização de energia; GCTL Coordenação de Contabilização 72
73 IV - informar a ANEEL, mensalmente, no prazo de quinze dias após a contabilização pela CCEE, todas as transações de exportações realizadas, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos compradores; V - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e VI - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e o custo incorrido com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis do Plano de Contas do Serviço Público de Energia Elétrica. Art. 7o A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específica; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 6o, apurados em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública Federal. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 8o A Tractebel Energia Comercializadora Ltda deverá celebrar, no prazo de até dez dias, contado da data de publicação desta Resolução, os seguintes instrumentos contratuais: I- o Contrato de Uso do Sistema de Transmissão - CUST, com o ONS; e II- o Contrato de Compartilhamento de Infra-Estrutura CCI, com o proprietário das instalações que serão utilizadas para a exportação de energia. Parágrafo único. A Comercializadora também deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação de energia elétrica. Art. 9o O ONS deverá: I elaborar e encaminhar à ANEEL, para registro, os Procedimentos Operativos específicos sobre a exportação ora autorizada; e II celebrar acordos operacionais aderentes e que permitam a exportação conforme disposto nesta Resolução. Art. 10. A CCEE deverá elaborar e encaminhar à ANEEL, para registro, as Regras e os Procedimentos de Comercialização específicos para a contabilização e liquidação da energia a ser exportada. Art. 11. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. GCTL Coordenação de Contabilização 73
74 (Fls. 5 da Resolução Autorizativa nº,de de de 2005). JERSON KELMAN Publicado no D.O de , seção 1, p. 28, v. 142, n. 19. Este texto não substitui o publicado no D.O de (*) Prorrogado o prazo estabelecido no art. 2º, pelo DSP SCT/ANEEL 244 de , D.O de , seção 1, p. 113, v. 142, n. 39. (*) Prorrogado o prazo de vigência da Resolução, pelo DSP SCT/ANEEL 406 de , D.O de , seção 1, p. 80, v. 142, n. 62 GCTL Coordenação de Contabilização 74
75 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL DESPACHO Nº 244, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2005 (*) Vide alterações e inclusões no final do texto O SUPERINTENDENTE DE CONCESSÕES E AUTORIZAÇÕES DE TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, considerando que a TRACTEBEL Energia Comercializadora Ltda. requereu a prorrogação do prazo para continuar exportando energia elétrica interruptível para o Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Garabi, autorizada pela Resolução nº 026, de 24 de janeiro de 2005; considerando a anuência do Ministério de Minas e Energia de prorrogar o prazo do suprimento de energia elétrica para o Uruguai, conforme Ofício nº 016/2005-SEE, de 23 de fevereiro de 2005; considerando o disposto no art. 2º da Resolução nº 026/2005, e os documentos constantes do Processo nº /04-14, resolve I Prorrogar até 31 de março de 2005, o prazo estabelecido no art. 2º da Resolução no 026, de 24 de janeiro de 2005, que autorizou a TRACTEBEL Energia Comercializadora Ltda. a exportar energia elétrica interruptível para a República Oriental do Uruguai. JANDIR AMORIM NASCIMENTO Publicado no D.O de , seção 1, p. 113, v. 142, n. 39. Este texto não substitui o publicado no D.O de (*) Texto em negrito com redação alterada conforme retificação publicada no D.O de , seção 1, p. 64, v. 142, n. 41. GCTL Coordenação de Contabilização 75
76 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL DESPACHO Nº 406, DE 31 DE MARÇO DE 2005 O SUPERINTENDENTE DE CONCESSÕES E AUTORIZAÇÕES DE TRANSMISSÃO E DISTRIBUIÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, considerando que a TRACTEBEL Energia Comercializadora Ltda. requereu a prorrogação do prazo para continuar exportando energia elétrica interruptível para o Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Garabi, autorizada pela Resolução nº 026, de 24 de janeiro de 2005; considerando a anuência do Ministério de Minas e Energia de prorrogar o prazo do suprimento de energia elétrica para o Uruguai, conforme Ofício nº 37/2005-SEE/MME, de 31 de março de 2005; considerando o disposto no art. 2º da Resolução nº 026/2005, e os documentos constantes do Processo nº /04-14, resolve: I Prorrogar para até 30 de abril de 2005, o prazo de vigência da Resolução nº 026, de 24 de janeiro de 2005, que autorizou a TRACTEBEL Energia Comercializadora Ltda. a exportar energia elétrica interruptível para a República Oriental do Uruguai; e II A exportação não poderá afetar a segurança eletro-energética do Sistema Interligado Nacional SIN, devendo cumprir os critérios determinados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS, pela Convenção de Comercialização de Energia Elétrica instituída pela Resolução Normativa nº 109, de 26 de outubro de 2004, o estabelecido no art. 1º e seus parágrafos, da Resolução nº 352, de 22 de julho de 2003, e as condições que vierem a ser estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4º do Decreto n 5.163, de JANDIR AMORIM NASCIMENTO Publicado no D.O de , seção 1, p. 80, v. 142, n. 62. Este texto não substitui o publicado no D.O de GCTL Coordenação de Contabilização 76
77 Relatório Voto AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 379, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2005 Autoriza a empresa TRADENER Ltda. A exportar energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível mediante intercâmbio elétrico entre o Brasil e o Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria e da delegação de competências estabelecida pelo art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com a redação dada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, com base no inciso III do art. 26 da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com a redação dada pelo art. 4 da Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, o que consta do Processo nº /05-30 e considerando que: os Memorandos de Entendimentos celebrados entre a República Federativa do Brasil e a República Oriental do Uruguai em 6 de maio de 1997 e 14 de dezembro de 1998, dispõem sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre os dois países; pela Resolução nº 360, de 19 de novembro de 1998, a empresa TRADENER Ltda. Foi autorizada a atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica; a TRADENER Ltda. foi a vencedora do Concurso Público para o fornecimento de energia elétrica, promovido pela Administración Nacional de Usinas y Transmisiones Eléctricas - U.T.E., empresa pública da República Oriental do Uruguai, conforme comunicado de adjudicação apresentado pela U.T.E.; os entendimentos entre os dois países, envolvendo a Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia - MME e a U.T.E., estabelecendo-se que a energia a ser exportada terá caráter excepcional, temporário e interruptível, não devendo afetar a segurança eletro-energética do Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e das diretrizes do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico - CMSE; e a TRADENER Ltda. requereu autorização para exportar energia elétrica para a República Oriental do Uruguai, resolve: Art. 1º Autorizar a empresa TRADENER Ltda., inscrita no CNPJ sob o número / , com sede na Alameda Doutor Carlos de Carvalho n 603, 8 andar, na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, a exportar até 72 MW de potência e respectiva energia elétrica associada, em caráter excepcional, temporário e interruptível, para a República Oriental do Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera, por meio do sistema de transmissão que interliga Rivera no Uruguai à subestação de Livramento, localizada no Estado do Rio Grande do Sul. GCTL Coordenação de Contabilização 77
78 1º A autorização de que trata este artigo vigorará de 1 de janeiro a 31 de dezembro de º O prazo de que trata o 1º deste artigo poderá ser prorrogado mediante requerimento, apresentado pela autorizada, em até três meses antes do seu término, desde que haja prévia e expressa manifestação favorável do Ministério de Minas e Energia - MME. Art. 2º A exportação de que trata esta Resolução não deve afetar a segurança eletroenergética do Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica instituída pela Resolução Normativa n 109, de 26 de outubro de 2004, e as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4, do Decreto n 5.163, de 30 de julho de Art. 3º O montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo NOS em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação - PMO e/ou suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo, inclusive, ser ajustado, em função de ocorrências no SIN, até a Operação em Tempo Real. Art. 4º As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes desta autorização, observarão as disposições contidas nas Regras e Procedimentos da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE, e não poderão afetar os preços do mercado brasileiro. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá atender o estabelecido no art. 1 e seus parágrafos, da Resolução n 352, de 22 de julho de Art. 5º Sob pena de revogação da presente autorização e sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a TRADENER Ltda. obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar a ANEEL, mensalmente, todas as transações de exportações realizadas, no prazo de quinze dias após a contabilização da CCEE, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que regem a exportação e importação, no que couber, à energia elétrica; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e VII - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. GCTL Coordenação de Contabilização 78
79 Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 5º, apurados em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e, III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 7º A TRADENER Ltda. deverá celebrar, no prazo de até trinta dias, contado da data de publicação desta Resolução o Contrato de Uso do Sistema de Transmissão - CUST, com o ONS. Art. 8º A TRADENER Ltda. deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação energia elétrica. Art. 9. No prazo de trinta dias, contado da publicação desta Resolução, a CCEE e o NOS deverão disponibilizar respectivamente, as Regras e Procedimentos de Comercialização específicos para a contabilização e liquidação da energia a ser exportada e, os Procedimentos Operativos específicos bem como celebrar acordos operacionais aderentes que permitam a exportação de energia elétrica, conforme disposto nesta Resolução. Art. 10. Alterar o atual prazo estabelecido pelo parágrafo 1, do art. 1 da Resolução Autorizativa n 8, de 10 de janeiro de 2005, publicada no Diário Oficial da União de 12 de janeiro de 2005, para 31 de dezembro de Art. 11. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. JERSON KELMAN Publicado no D.O de , seção 1, p. 87, v. 142, n Este texto não substitui o publicado no D.O de GCTL Coordenação de Contabilização 79
80 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 481, DE 13 DE MARÇO DE (*) Vide alterações e inclusões no final do texto Relatório Voto Autoriza a empresa TRADENER Ltda. a exportar energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível mediante intercâmbio elétrico entre o Brasil e o Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Garabi. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria e da delegação de competências estabelecida pelo art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com a redação alterada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, com base no inciso III do art. 26 da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com a redação dada pelo art. 4 da Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, e o que consta do Processo nº / , resolve: Art. 1º Autorizar a empresa TRADENER Ltda., inscrita no CNPJ/MF sob o número / , com sede na Alameda Doutor Carlos de Carvalho, n 603, na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, a exportar até 700 MW de potência e respectiva energia elétrica associada, em caráter excepcional, temporário e interruptível, para a República Oriental do Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Garabi (Nodo Frontera - Interconexão Brasil Argentina II). 1º A autorização de que trata este artigo vigorará até 31 de março de 2006, ficando referendado os procedimentos e os suprimentos realizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS a partir de 3 de março de º A energia a ser disponibilizada deverá ser prevista na combinação de duas modalidades de fonte de produção: uma de origem hidrelétrica, exclusivamente em caso de existência de energia vertida turbinável nos reservatórios do sistema brasileiro, e, complementarmente, outra de origem termelétrica não utilizada no atendimento ao mercado interno brasileiro. Art. 2º A exportação de que trata esta Resolução não deve afetar a segurança eletroenergética do Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN dentro dos critérios e procedimentos estabelecidos pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS. Art. 3º O montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo NOS em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação - PMO e/ou suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo, inclusive, ser ajustado, em função de ocorrências no SIN, até a Operação em Tempo Real. Art. 4º As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes desta autorização, observarão as GCTL Coordenação de Contabilização 80
81 disposições contidas nas Regras e Procedimentos de Comercialização de Energia Elétrica, e não poderão afetar os Preços de Liquidação de Diferenças PLD. 1º A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá atender o estabelecido no art. 1 e seus parágrafos, da Resolução n 352, de 22 de julho de º A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica instituída pela Resolução Normativa n 109, de 26 de outubro de 2004, e as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4, do Decreto n 5.163, de 30 de julho de Art. 5º Sob pena de revogação da presente autorização e sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a TRADENER Ltda. obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar a ANEEL, mensalmente, todas as transações de exportações realizadas, no prazo de quinze dias após a contabilização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que regem a exportação e importação, no que couber, à energia elétrica; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e VII - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 5º, apurados em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e, III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. GCTL Coordenação de Contabilização 81
82 Art. 7º A TRADENER Ltda. deverá celebrar o Contrato de Uso do Sistema de Transmissão - CUST, com o ONS e o Contrato de Compartilhamento de Infra-Estrutura - CCI com o proprietário das instalações que serão utilizadas para a exportação de energia elétrica. Art. 8º A presente autorização ficará submetida à legislação superveniente que vier a ser estabelecida, especialmente aquela relativa à exportação e comercialização de energia elétrica, devendo ser observada pela autorizada. Art. 9º A TRADENER Ltda. deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação energia elétrica. Art. 10. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. JERSON KELMAN Publicado no D.O de , seção 1, p. 66, v. 143, n. 54. Este texto não substitui o publicado no D.O de (*) Prorrogado o prazo para exportar energia elétrica, pela REA ANEEL 518 de , D.O de , seção 1, p. 111, v. 143, n. 77. GCTL Coordenação de Contabilização 82
83 Relatório Voto AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 518, DE 18 DE ABRIL DE Prorroga a autorização para a empresa TRADENER Ltda. exportar energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível mediante intercâmbio elétrico entre o Brasil e o Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Garabi. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria e delegação de competências estabelecida pelo art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com a redação alterada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, com base no inciso III do art. 26 da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com a redação dada pelo art. 4 da Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, o que consta do Processo nº / , e considerando que: os Memorandos de Entendimentos celebrados entre a República Federativa do Brasil e a República Oriental do Uruguai em 6 de maio de 1997 e 14 de dezembro de 1998 dispõem sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre os dois países; pela Resolução nº 360, de 19 de novembro de 1998, a empresa TRADENER Ltda. Foi autorizada a atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica; de acordo com o Ofício n 033/06-SEE/MME, de 31 de março de 2006, da Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia - MME, a energia a ser exportada terá caráter interruptível, não devendo afetar a segurança eletro-energética do Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN, conforme os critérios adotados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e as diretrizes do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico - CMSE; e a TRADENER Ltda. requereu autorização para exportar energia elétrica para a República Oriental do Uruguai, resolve: Art. 1º Prorrogar o prazo estabelecido por intermédio da Resolução Autorizativa no 481, de 13 de março de 2006, para a empresa TRADENER Ltda., inscrita no CNPJ sob o número / , com sede na Alameda Doutor Carlos de Carvalho n 603, na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, a exportar até 700 MW de potência e respectiva energia elétrica associada, em caráter excepcional, temporário e interruptível, para a República Oriental do Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Garabi (Nodo Frontera - Interconexão Brasil - Argentina II). 1º A prorrogação de prazo de que trata este artigo vigorará até 30 de abril de 2006, ficando referendados os procedimentos e os suprimentos realizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS a partir de 1º de abril de GCTL Coordenação de Contabilização 83
84 2º A energia a ser disponibilizada, deverá ser prevista na combinação de duas modalidades de fonte de produção: uma de origem hidrelétrica, exclusivamente em caso de existência de energiavertida turbinável nos reservatórios do sistema brasileiro, e, complementarmente, outra de origem termelétrica não utilizada no atendimento ao mercado interno brasileiro. Art. 2º A exportação de que trata esta Resolução não deve afetar a segurança eletroenergética do Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN dentro dos critérios e procedimentos estabelecidos pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS. Art. 3º O montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo NOS em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação - PMO e/ou suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo, inclusive, ser ajustado, em função de ocorrências no SIN, até a Operação em Tempo Real. Art. 4º As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes desta autorização, observarão as disposições contidas nas Regras e Procedimentos da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE, e não poderão afetar os preços do mercado brasileiro. 1º A exportação de energia elétrica para o Uruguai, deverá atender o estabelecido no art. 1 e seus parágrafos, da Resolução n 352, de 22 de julho de º A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica instituída pela Resolução Normativa n 109, de 26 de outubro de 2004, e as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4, do Decreto n 5.163, de 30 de julho de Art. 5º Sob pena de revogação da presente autorização e sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a TRADENER Ltda. obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar a ANEEL, mensalmente, todas as transações de exportações realizadas, no prazo de quinze dias após a contabilização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que regem a exportação e importação, no que couber, à energia elétrica; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e VII - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. GCTL Coordenação de Contabilização 84
85 Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 5º, apurados em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e, III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 7º A TRADENER Ltda. deverá celebrar o Contrato de Uso do Sistema de Transmissão - CUST, com o ONS e o Contrato de Compartilhamento de Infra-Estrutura - CCI com o proprietário das instalações que serão utilizadas para a exportação de energia elétrica. Art. 8º A presente autorização ficará submetida à legislação superveniente que vier a ser estabelecida, especialmente aquela relativa à exportação e comercialização de energia elétrica, devendo ser observada pela autorizada. Art. 9º A TRADENER Ltda. deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação energia elétrica. Art. 10. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. JERSON KELMAN Publicado no D.O de , seção 1, p. 111, v. 143, n. 77. Este texto não substitui o publicado no D.O de GCTL Coordenação de Contabilização 85
86 GCTL Coordenação de Contabilização 86
87 Relatório Voto AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 785, DE 9 DE JANEIRO DE 2007 Autoriza a TRADENER Ltda. a exportar energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível mediante intercâmbio elétrico entre o Brasil e o Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria, tendo em vista o disposto no art. 26, inciso III, da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com redação dada pelo art. 4 da Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, com base no art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com redação dada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, o que consta do Processo nº / , e considerando que: os Memorandos de Entendimentos celebrados entre a República Federativa do Brasil e a República Oriental do Uruguai em 6 de maio de 1997 e 14 de dezembro de 1998 dispõem sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre os dois países; pela Resolução nº 360, de 19 de novembro de 1998, a TRADENER Ltda. foi autorizada a atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica; a TRADENER Ltda. foi a vencedora do Concurso Público para o fornecimento de energia elétrica, promovido pela Administración Nacional de Usinas y Transmisiones Eléctricas - U.T.E., empresa pública da República Oriental do Uruguai, conforme comunicado de adjudicação apresentado pela U.T.E.; os entendimentos mantidos entre os dois países, envolvendo a Secretaria de Energia Elétrica do Ministério de Minas e Energia - MME e a U.T.E., estabelecendo-se que a energia a ser exportada terá caráter excepcional, temporário e interruptível, não devendo afetar a segurança eletro-energética do Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e das diretrizes do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico - CMSE; e a TRADENER Ltda. requereu autorização para exportar energia elétrica para a República Oriental do Uruguai, resolve: Art. 1º Autorizar a TRADENER Ltda., inscrita no CNPJ/MF sob o número / , com sede na Alameda Doutor Carlos Carvalho, n 603, 8º andar, na cidade de Curitiba, Estado do Paraná, a exportar até 72 MW de potência e respectiva energia elétrica associada, em caráter excepcional, temporário e interruptível, para a República Oriental do Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera, por meio do sistema de transmissão que interliga Rivera, no Uruguai, à Subestação de Livramento, localizada no Estado do Rio Grande do Sul. 1º A autorização de que trata este artigo vigorará de 1 de janeiro a 31 de dezembro de GCTL Coordenação de Contabilização 87
88 (Fls. 2 da Resolução Autorizativa nº 785, de 9 de janeiro de 2007). 2º O prazo de que trata o 1º deste artigo poderá ser prorrogado mediante requerimento, apresentado pela autorizada, em até três meses antes do seu término, desde que haja prévia e expressa manifestação favorável do Ministério de Minas e Energia - MME. Art. 2º A exportação de que trata esta Resolução não deve afetar a segurança eletroenergética do Sistema Elétrico Interligado Nacional SIN, dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica, instituída pela Resolução Normativa n 109, de 26 de outubro de 2004, e as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4 do Decreto n 5.163, de 30 de julho de Art. 3º O montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo NOS em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação - PMO e/ou suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo, inclusive, ser ajustado, em função de ocorrências no SIN, até a Operação em Tempo Real. Art. 4º As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes desta autorização, observarão as disposições contidas nas Regras e Procedimentos da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE, e não poderão afetar os preços do mercado brasileiro. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá atender o estabelecido no art. 1 e seus parágrafos, da Resolução n 352, de 22 de julho de Art. 5º Sob pena de revogação da presente autorização e sem prejuízo de outras obrigações eencargos estabelecidos, a TRADENER Ltda. obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a serestabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar a ANEEL, mensalmente, todas as transações de exportações realizadas, no prazo de quinze dias após a contabilização da CCEE, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que regem a exportação e importação, no que couber, à energia elétrica; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e VII - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. GCTL Coordenação de Contabilização 88
89 (Fls. 3 da Resolução Autorizativa nº 785, de 9 de janeiro de 2007). Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 5º, apurados em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 7º A TRADENER Ltda. deverá celebrar, no prazo de até trinta dias, contado da data de publicação desta Resolução, o Contrato de Uso do Sistema de Transmissão - CUST, com o ONS. Art. 8º A TRADENER Ltda. deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação energia elétrica. Art. 9 A CCEE e o ONS deverão disponibilizar respectivamente, as Regras e Procedimentos de Comercialização específicos para a contabilização e liquidação da energia a ser exportada e os Procedimentos Operativos específicos, bem como celebrar acordos operacionais aderentes que permitam a exportação de energia elétrica, conforme disposto nesta Resolução. Art. 10. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. JERSON KELMAN Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p. 51, v. 144, n. 8. GCTL Coordenação de Contabilização 89
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91 GCTL Coordenação de Contabilização 91
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94 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA No 1.006, DE 14 DE AGOSTO DE 2007 Autoriza a Companhia de Interconexão Energética - CIEN a exportar energia elétrica, em caráter excepcional, temporário e interruptível, para a República da Argentina, por meio da Estação Conversora de Freqüência de Uruguaiana, e dá outras providências. Relatório Voto O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria e tendo em vista o disposto no art. 26, incisos II e III, da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com redação dada pelo art. 4º da Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, com base no art. 1º do Decreto no 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com redação dada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, o que consta do Processo no / , e considerando que: o Memorando de Entendimentos celebrado entre a República Federativa do Brasil e a República da Argentina, em 13 de agosto de 1997, dispõe sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração elétrica; o Acordo de Entendimento entre a República Federativa do Brasil e a República da Argentina dispõe sobre matéria energética para o período transitório, firmado em 9 de dezembro de 2005; o Ofício nº 147/2007-SEE/MME, de 5 de julho de 2007, da Secretaria de Energia Elétrica SEE do Ministério de Minas e Energia MME, solicita a adoção, por parte da ANEEL, das medidas necessárias para a execução dos citados acordos internacionais de intercâmbio energético, cabendo à Companhia de Interconexão Energética CIEN o papel de agente comercializador brasileiro autorizado a exportar energia elétrica à Argentina, em até MW, pela Estação Conversora de Freqüência de Garabi II, e até 50 MW, pela Estação Conversora de Freqüência de Uruguaiana, em conformidade com as diretrizes e entendimento entre os dois paises; foram celebrados o Acuerdo de Provisión en el Nodo Frontera Garabi II desde la Republica Federativa del Brasil, firmado em 5 de junho de 2007, entre a CIEN e a Compañía Administradora Del Mercado Mayorista Eléctrico S.A CAMMESA, o Acuerdo de provisión en el nºdo frontera Uruguaiana desde la Republica Federativa del Brasil e Addenda al acuerdo de provisión en el nodo frontera Garabi II desde la Republica Federativa del Brasil, ambos firmados em 13 de julho de 2007, entre CIEN e CAMMESA; a Resolução ANEEL nº 02, de 12 de janeiro de 2000, autoriza a CIEN a comercializar energia elétrica no âmbito do Mercado Atacadista de Energia Elétrica MAE, atual Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE; e GCTL Coordenação de Contabilização 94
95 (Fls. 2 da Resolução Autorizativa nº 1.006, de 14 de agosto de 2007). por meio da Carta DT-090/07, de 26 de julho de 2007, a CIEN requereu autorização para exportar energia elétrica para a República da Argentina, resolve: Art. 1º Autorizar a Companhia de Interconexão Energética CIEN, inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , com sede na Praia do Flamengo, nº 200, 11º e 12º andar, na cidade de Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, a exportar, em caráter excepcional, temporário e interruptível, até 50 MW de potência e respectiva energia elétrica associada para a República da Argentina, por meio da Estação Conversora de Freqüência de Uruguaiana, que interliga Paso de Los Libres, na Argentina, à Subestação de Uruguaiana, localizada nº Estado do Rio Grande do Sul RS, nº Brasil. Parágrafo único. O montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS, em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação PMO e/ou suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo, inclusive, ser ajustado, em função de ocorrências no Sistema Elétrico Interligado Nacional SIN, até a Operação em Tempo Real. Art. 2º As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes desta autorização, observarão as disposições contidas nas Regras e Procedimentos da CCEE, e não poderão afetar os preços do mercado brasileiro. Art. 3º Na exportação de energia elétrica para a República da Argentina dever-se-á: I prever a combinação de duas modalidades de fonte de produção, sendo uma de origem termelétrica, originada nas regiões Sul e Sudeste e não utilizada no atendimento ao mercado interno brasileiro, e, complementarmente, outra de origem hidrelétrica, exclusivamente em caso de existência de energia vertida turbinável nos reservatórios da Região Sul do SIN; II observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica instituída pela Resolução Normativa nº 109, de 26 de outubro de 2004, alterada pelas Resoluções Normativas nº 260, de 3 de abril de 2007, e 263, de 17 de abril de 2007, bem como as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4o do Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004; III observar as disposições estabelecidas na Resolução Normativa nº 225, de 18 de julho de 2006; IV não afetar a segurança eletro-energética do SIN, dentro dos critérios utilizados pelo NOS e das diretrizes do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico CMSE; V atender o estabelecido no art. 1o e seus parágrafos, da Resolução nº 352, de 22 de julho de Parágrafo único. Para a fonte de produção de origem termelétrica de que trata o inciso I, deverá ser dispensado o lastro de geração por parte dos geradores que atenderem ao referido suprimento. Art. 4º A CIEN deverá celebrar e apresentar à ANEEL, no prazo de até 30 (trinta) dias, contados da data de publicação desta Resolução: GCTL Coordenação de Contabilização 95
96 I - os Contratos de Uso do Sistema de Transmissão CUST, com o ONS, para o atendimento à exportação pelas Estações Conversoras de Freqüência de Garabi II e de Uruguaiana; II - o Contrato de Compartilhamento de Infra-estrutura CCI com o proprietário das instalações que serão utilizadas para a exportação pela Estação Conversora de Freqüência de Uruguaiana; e III - os Contratos celebrados com os geradores para atendimento à exportação pelas Estações Conversoras de Freqüência de Garabi II e de Uruguaiana. Art. 5º Sob pena de revogação da presente autorização e sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a CIEN obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nºs prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar a ANEEL, mensalmente, todas as transações de exportações realizadas, no prazo de 15 (quinze) dias após a contabilização da CCEE, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos vendedores e compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que regem a exportação e importação, no que couber, à energia elétrica; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e VII - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, apuradas em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 7º A CIEN deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação de energia elétrica. GCTL Coordenação de Contabilização 96
97 Art. 8º A presente autorização vigorará até 30 de setembro de 2007, ficando referendados os procedimentos e os suprimentos realizados pelo ONS a partir de 4 de julho de 2007, podendo ser prorrogada, por igual período, a critério da ANEEL, mediante requerimento, acompanhado da manifestação do MME, apresentado até 30 (trinta) dias antes do término de sua vigência. Art. 9º A exportação para a República da Argentina, por meio da Estação Conversora de Freqüência de Garabi II, autorizada pela Resolução nº 443, de 25 de outubro de 2001, vigerá até 30 de setembro de 2007, limitada à capacidade de transmissão de MW de potência e respectiva energia elétrica associada. Art. 10. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. JERSON KELMAN Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p. 42, v. 144, n GCTL Coordenação de Contabilização 97
98 Relatório Voto AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº DE 11 DE DEZEMBRO DE 2007 Autoriza a Tradener Ltda. a exportar energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível, mediante intercâmbio elétrico entre o Brasil e o Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria, tendo em vista o disposto no art. 26, inciso III, da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com redação dada pelo art. 4 da Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, com base no art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com redação dada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, o que consta do Processo nº / , e considerando que: os Memorandos de Entendimentos celebrados entre a República Federativa do Brasil e a República Oriental do Uruguai, em 6 de maio de 1997 e 14 de dezembro de 1998, dispõem sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre os dois países; pela Resolução nº 360, de 19 de novembro de 1998, a Tradener Ltda. foi autorizada a atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica; o Ofício nº 272/07-SEE/MME, de 11 de outubro de 2007, da Secretaria de Energia Elétrica - SEE do Ministério de Minas e Energia - MME, solicita a adoção, por parte da ANEEL, das medidas necessárias à identificação do comercializador que fará a operação de suprimento de energia elétrica até 72 MW de potência e respectiva energia elétrica associada ao Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera, para os doze meses de 2008; a Tradener Ltda. foi a vencedora do Concurso Público de Preços nº K37283, de 8 de novembro de 2007, promovido pela Administración Nacional de Usinas y Transmisiones Eléctricas - U.T.E., empresa pública da República Oriental do Uruguai, para o fornecimento de energia elétrica, conforme comunicado apresentado pela U.T.E.; a Tradener Ltda. requereu autorização para exportar energia elétrica para a República Oriental do Uruguai, resolve: Art. 1º Autorizar a Tradener Ltda., inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , com sede na rua Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 603, 8º andar, Centro, na Cidade de Curitiba, Estado do Paraná, a exportar até 72 MW de potência e respectiva energia elétrica associada, em caráter excepcional, temporário e interruptível, para a República Oriental do Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera, por meio do sistema de transmissão que interliga Rivera, no Uruguai, à Subestação de Livramento, localizada no Estado do Rio Grande do Sul. 1º A autorização de que trata o caput vigorará de 1 de janeiro a 31 de dezembro de GCTL Coordenação de Contabilização 98
99 2º O prazo de que trata o 1º deste artigo poderá ser prorrogado mediante requerimento, apresentado pela Tradener Ltda., em até três meses antes do seu término, desde que haja prévia e expressa manifestação favorável do Ministério de Minas e Energia - MME. Art. 2º A exportação de que trata esta Resolução não deve afetar a segurança eletroenergética do Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN, dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica, instituída pela Resolução Normativa n 109, de 26 de outubro de 2004, e as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4 do Decreto n 5.163, de 30 de julho de Art. 3º O montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo ONS em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação - PMO e/ou suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo ser ajustado, caso necessário, em função de ocorrências no SIN, até a Operação em Tempo Real. Art. 4º As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes desta autorização, observarão as disposições contidas nas Regras e Procedimentos de Comercialização, e não poderão afetar os preços do mercado brasileiro. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá atender o estabelecido no art. 1 e seus parágrafos, da Resolução n 352, de 22 de julho de Art. 5º Sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a Tradener Ltda. obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar mensalmente à ANEEL, no prazo de quinze dias após a contabilização da CCEE, todas as transações de exportações realizadas, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que rege a exportação e importação, no que couber, à energia elétrica; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e VII - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: GCTL Coordenação de Contabilização 99
100 I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 5º, apurados em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 7º A Tradener Ltda. deverá celebrar e apresentar à ANEEL, no prazo de até 30 (trinta) dias, contados da data de publicação desta Resolução: I - o Contrato de Uso do Sistema de Transmissão CUST, com o ONS; e II - o Contrato de Venda de Energia, com a U.T.E. Art. 8º A Tradener Ltda. deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação energia elétrica. Art. 9 A CCEE e o ONS deverão disponibilizar, respectivamente, as Regras e Procedimentos de Comercialização específicos para a contabilização e liquidação da energia a ser exportada e os Procedimentos Operativos específicos, bem como celebrar acordos operacionais aderentes que permitam a exportação de energia elétrica, conforme disposto nesta Resolução. Art. 10. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. JERSON KELMAN Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p. 49 v. 144, n GCTL Coordenação de Contabilização 100
101 Relatório Voto AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 1.368, DE 20 DE MAIO DE 2008 Autoriza a Companhia de Interconexão Energética - CIEN a exportar e importar energia elétrica para a República da Argentina, por meio da Estação Conversora de Freqüência de Garabi. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria e tendo em vista o disposto no art. 26, incisos II e III, da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com redação dada pelo art. 4º da Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, com base no art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com redação dada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, o que consta do Processo nº / , e considerando que: a Resolução do Conselho Nacional de Política Energética CNPE, nº 3, de 24 de abril de 2008, estabelece diretrizes para a celebração de Acordo Complementar ao Acordo de Entendimento, de 9 de dezembro de 2005, de modo a possibilitar o suprimento, à República Argentina, de energia elétrica proveniente do Sistema Interligado Nacional - SIN, no ano de 2008, devendo esses montantes de energia ser integralmente devolvidos ao Brasil; o Ofício nº 66/2008-SEE/MME, de 16 de abril de 2008, da Secretaria de Energia Elétrica SEE do Ministério de Minas e Energia MME, solicita a adoção, por parte da ANEEL, das medidas necessárias para a execução dos citados acordos internacionais de intercâmbio energético, cabendo à Companhia de Interconexão Energética CIEN o papel de agente comercializador brasileiro autorizado a importar e exportar energia elétrica à Argentina, em caráter interruptível, pela Estação Conversora de Freqüência de Garabi, em conformidade com as diretrizes e entendimento entre os dois países; a Resolução ANEEL nº 02, de 12 de janeiro de 2000, autoriza a CIEN a comercializar energia elétrica no âmbito do Mercado Atacadista de Energia Elétrica - MAE, atual Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE; e a CIEN requereu autorização para exportar energia elétrica para a República da Argentina, por meio da Carta DT-014/08, de 24 de abril de 2008, resolve: Art. 1º Autorizar a Companhia de Interconexão Energética CIEN, inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , com sede na Praia do Flamengo, nº 200, 11º e 12º andares, na cidade de Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, a importar e exportar energia elétrica, no período de maio a novembro de 2008, para a República da Argentina, pela Estação Conversora de Freqüência de Garabi, localizada no Município de Garruchos, no Estado do Rio Grande do Sul, na fronteira do Brasil com a Argentina. Art. 2º As transações de compra de energia elétrica destinadas à exportação e importação, decorrentes desta autorização, deverão ser realizadas em conformidade com a Resolução Normativa ANEEL nº 319, de 20 de maio de 2008, e terão que: GCTL Coordenação de Contabilização 101
102 I observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica instituída pela Resolução Normativa nº 109, de 26 de outubro de 2004, alterada pelas Resoluções Normativas nº 260, de 3 de abril de 2007, e 263, de 17 de abril de 2007, bem como as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4º do Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004; II observar as disposições estabelecidas na Resolução Normativa nº 225, de 18 de julho de 2006; III atender o estabelecido no art. 1o e seus parágrafos, da Resolução nº 352, de 22 de julho de 2003; e IV garantir o livre acesso aos sistemas de transmissão, tanto da rede básica, quanto da rede privada, para viabilizar a exportação aos menores custos possíveis. Art. 3º A CIEN deverá celebrar e apresentar à ANEEL, no prazo de até 30 (trinta) dias, contados da data de publicação desta Resolução: I - o Contrato de Uso do Sistema de Transmissão CUST, com o ONS; II - o Contrato celebrado com os geradores para atendimento à exportação; e III - o Contrato de compra e venda de energia a ser firmado com o agente argentino. Art. 4º Sob pena de revogação da presente autorização e sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a CIEN obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar a ANEEL, mensalmente, todas as transações de exportação e importação realizadas, no prazo de 15 (quinze) dias após a contabilização da CCEE, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos vendedores e compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que regem a exportação e importação, no que couber, à energia elétrica; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e VII - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. Art. 5º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, apuradas em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e GCTL Coordenação de Contabilização 102
103 III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 6º A CIEN deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação e importação de energia elétrica, autorizadas nesta Resolução. Art. 7º A presente autorização vigorará até 30 de novembro de 2008, ficando referendados os procedimentos e os suprimentos realizados pelo ONS a partir de 10 de maio de 2008, podendo ser prorrogada, por igual período, a critério da ANEEL, mediante requerimento, acompanhado da manifestação do Ministério de Minas e Energia - MME, apresentado até 30 (trinta) dias antes do término de sua vigência. Art. 8º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. JERSON KELMAN Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p. 55, v. 145, n. 96. GCTL Coordenação de Contabilização 103
104 Relatório Voto AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 319, DE 20 DE MAIO DE 2008 Estabelece critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE no suprimento de energia elétrica à República Argentina no ano de O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria, tendo em vista o disposto no art. 2º, 3º, inciso XIX, e art. 4º, 3º, da Lei no 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com base no art. 4º, inciso IV, Anexo I, do Decreto no 2.335, de 6 de outubro de 1997, o que consta do Processo no / , e considerando: a Resolução do Conselho Nacional de Política Energética CNPE nº 3, de 29 de abril de 2008, resolve: Art. 1o Estabelecer critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE no suprimento de energia elétrica para a República Argentina no ano de o O suprimento de energia elétrica de que trata o caput é de caráter excepcional e interruptível e se dará por meio das interconexões de Garabi. 2o O suprimento de energia elétrica para a República Argentina deverá ocorrer no período de maio a agosto de 2008, podendo ser de origem hidráulica, térmica ou combinação das duas, observado que: I a energia de origem termelétrica não deverá ser necessária ao atendimento do Sistema Interligado Nacional SIN; e II a energia de origem hidráulica será gerada exclusivamente no caso da existência de energia vertida turbinável. 3o Excepcionalmente, em cumprimento a decisão e em montantes definidos pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico CMSE, poderá ser exportada energia elétrica de origem hidráulica sem observância da regra contida no inciso II do 2º deste artigo, no período de maio a agosto de º A energia suprida para a República Argentina na forma prevista no 3º será devolvida integralmente, acrescida das perdas de produtibilidade, no período de setembro a novembro de Art. 2o A geração adicional de energia elétrica para o suprimento previsto no 3º do art. 1º e a conseqüente redução dos volumes armazenados nos reservatórios não deverão ser considerados nos modelos de formação de preço e de otimização eletro-energética de curto e médio prazos. GCTL Coordenação de Contabilização 104
105 1º A redução dos volumes armazenados nos reservatórios de que trata o caput deverá ser apurada pelo ONS, em % EARmax percentual da máxima energia armazenável por reservatório do subsistema Sudeste/Centro-Oeste. 2º A alocação do montante de geração para efeitos de mensuração do armazenamento virtual deverá ser realizada nos reservatórios do subsistema Sudeste/Centro- Oeste, conforme o Anexo I desta Resolução. Art. 3 o Em seus procedimentos de planejamento, programação e operação em tempo real, o ONS deverá considerar os seguintes critérios: I o montante de energia elétrica a ser suprido será limitado ao valor estabelecido pelo CMSE; II o montante de energia elétrica a ser suprido deverá ser discriminado por fonte, em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação PMO e suas revisões, devendo ser ratificado em base diária, por meio do Programa Diário de Produção PDP, podendo ser retificado na etapa de operação em tempo real, devido a ocorrências no SIN; III - somente a disponibilidade energética de origem hidráulica excedente no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, consideradas as necessidades de atendimento do SIN, poderá ser utilizada para suprimento à República Argentina; e IV a partir do PMO de dezembro de 2008 deverá ser considerado o armazenamento real dos reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste. Art. 4o Antes de dar início ao processo de suprimento definido no 3º do Art. 1º, o ONS deverá submeter à ANEEL Nota Técnica comprovando que o montante a ser suprido não comprometerá a segurança eletro-energética do SIN, conforme estabelecido no parágrafo único do art. 2º da Resolução CNPE nº 003, de 29 de abril de º A Nota Técnica de que trata o caput deverá explicitar as condições de atendimento atual e futuro do SIN, identificando as possíveis degradações dos níveis de risco de déficit associados à utilização do reservatório real e virtual. 2º O ONS deverá divulgar a Nota Técnica na área de livre acesso de seu sítio na internet. Art. 5 o No processo de devolução, o ONS deverá considerar os seguintes critérios: I a devolução da energia suprida deverá ocorrer em períodos e montantes que possam ser armazenados e/ou alocadas à curva de carga do SIN; II a devolução da energia suprida deverá ser entre os meses de setembro e novembro de 2008, podendo ser antecipado a pedido da Argentina, respeitado o estabelecido no inciso I; e III os montantes passíveis de devolução deverão contemplar compensação de energia elétrica para neutralizar perdas por produtibilidade. Art. 6 o A energia transacionada, tanto no suprimento quanto na devolução, deverá observar as disposições contidas nas Regras e Procedimentos de Comercialização. GCTL Coordenação de Contabilização 105
106 1º Os geradores termelétricos que atenderem o suprimento previsto no art. 1º estão dispensados da comprovação de lastro para a operação de exportação de que trata esta Resolução. 2º O comercializador autorizado para a operação de exportação e importação de que trata esta Resolução está dispensado de comprovação de lastro. 3º O ponto de entrega e recebimento da energia transacionada deverá ser a conexão do sistema de interconexão de Garabi com a Rede Básica. 4º Excepcionalmente para as operações de exportação e importação de energia de que trata esta Resolução, não serão consideradas as obrigações previstas no art. 17, inciso IV, e art. 49 da Convenção de Comercialização de Energia Elétrica da CCEE, aprovada pela Resolução ANEEL nº 109, de 26 de outubro de Art. 7 o A diferença positiva entre o montante de recursos financeiros obtido nas operações de devolução e de suprimento de energia será destinada exclusivamente aos agentes participantes do Mecanismo de Realocação de Energia - MRE. 1º Os recursos de que trata o caput deverão ser distribuídos aos agentes do MRE na proporção de suas energias alocadas totais no período de exportação. 2º A CCEE deverá apurar o montante de recursos para cada agente do MRE e incluílo no Sistema de Contabilização e Liquidação. Art. 8o O comercializador autorizado para esta operação de exportação e importação de energia deverá celebrar contratos de uso do sistema de transmissão nos termos da Resolução Normativa nº 715, de dezembro de Parágrafo único. Excepcionalmente para as operações de exportação e importação de energia de que trata esta Resolução, os encargos de uso dos sistemas de transmissão serão calculados conforme inciso II do art. 4º da Resolução Normativa nº 715, de Art. 9 o Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. JERSON KELMAN Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p. 57, v. 145, n. 96. GCTL Coordenação de Contabilização 106
107 Relatório Voto AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 327, DE 29 DE JULHO DE 2008 Estabelece critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE no suprimento de energia elétrica à República Oriental do Uruguai no ano de O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com a deliberação da Diretoria, tendo em vista no disposto no art. 2o, 3o, inciso XIX, e art. 4o, 3o, da Lei no 9.427, de 26 de dezembro de 1996, no 2o do art. 4o do Decreto no 5.163, de 30 de julho de 2004, com base nos arts. 5o e 8o da Resolução no 05/2008 do CNPE, de 17 de junho de 2008, e o que consta do Processo no / , resolve: Art. 1o Estabelecer critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE no suprimento de energia elétrica para a República Oriental do Uruguai no ano de º O suprimento de energia elétrica de que trata o caput é de caráter excepcional e interruptível e se dará por meio da Conversora de Freqüência de Rivera/Santana do Livramento. 2º O suprimento de energia elétrica para a República Oriental do Uruguai deverá ocorrer no período de julho a agosto de 2008, podendo ser de origem hidráulica, térmica ou combinação das duas, observado que: I - a energia de origem termelétrica não deverá ser necessária ao atendimento do Sistema Interligado Nacional SIN; e II - a energia de origem hidráulica será gerada exclusivamente no caso da existência de energia vertida turbinável. 3º Excepcionalmente, em cumprimento à decisão e em montantes definidos pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico CMSE, poderá ser exportada energia elétrica de origem hidráulica sem observância da regra contida no inciso II do 2o deste artigo, no período de 19 de julho a 31 de agosto de º A energia suprida para a República Oriental do Uruguai na forma prevista no 3o será devolvida integralmente, no período de setembro a novembro de 2008, acrescida das perdas de produtibilidade. Art. 2º A geração adicional de energia elétrica para o suprimento previsto no 3o do art. 1o e a conseqüente redução dos volumes armazenados nos reservatórios não deverão ser considerados nos modelos de formação de preço e de otimização eletroenergética de curto e médio prazos. GCTL Coordenação de Contabilização 107
108 1º A redução dos volumes armazenados nos reservatórios de que trata o caput deverá ser apurada pelo ONS, em % EARmax percentual da máxima energia armazenável por reservatório do subsistema Sudeste/Centro-Oeste. 2º A alocação do montante de geração para efeitos de mensuração do armazenamento virtual deverá ser realizada nos reservatórios do subsistema Sudeste/Centro- Oeste, conforme o Anexo I desta Resolução. Art. 3º Em seus procedimentos de planejamento, programação e operação em tempo real, o ONS deverá considerar os seguintes critérios: I - o montante de energia elétrica a ser suprido será limitado ao valor estabelecido pelo CMSE; II - o montante de energia elétrica a ser suprido deverá ser discriminado por fonte, em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação PMO e suas revisões, devendo ser ratificado em base diária, por meio do Programa Diário de Produção PDP, podendo ser retificado na etapa de operação em tempo real, devido a ocorrências no SIN; III - somente a disponibilidade energética de origem hidráulica excedente no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, consideradas as necessidades de atendimento do SIN, poderá ser utilizada para suprimento à República Oriental do Uruguai; e IV - a partir do PMO de dezembro de 2008, deverá ser considerado o armazenamento real dos reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste. Art. 4º No processo de devolução, o ONS deverá considerar os seguintes critérios: I - a devolução da energia suprida deverá ocorrer em períodos e montantes que possam ser armazenados ou alocados à curva de carga do SIN; II - a devolução da energia suprida deverá ser entre os meses de setembro e novembro de 2008, podendo ser antecipado a pedido da República Oriental do Uruguai, respeitado o estabelecido no inciso I; e III - os montantes passíveis de devolução deverão contemplar compensação de energia elétrica para neutralizar perdas por produtibilidade. Art. 5º A energia transacionada, tanto no suprimento quanto na devolução, deverá observar as disposições contidas nas Regras e Procedimentos de Comercialização. 1º Os geradores termelétricos que atenderem o suprimento previsto no art. 1o estão dispensados da comprovação de lastro para a operação de exportação de que trata esta Resolução. 2º O comercializador autorizado para a operação de exportação e importação de que trata esta Resolução está dispensado de comprovação de lastro. 3º O ponto de entrega e recebimento da energia transacionada deverá ser a conexão da Conversora de Freqüência de Rivera/Santana do Livramento com a Rede Básica. 4º Excepcionalmente para as operações de exportação e importação de energia de que trata esta Resolução, não serão consideradas as obrigações previstas no art. 17, inciso IV, e art. 49 da GCTL Coordenação de Contabilização 108
109 Convenção de Comercialização de Energia Elétrica da CCEE, aprovada pela Resolução ANEEL no 109, de 26 de outubro de Art. 6º A diferença positiva entre o montante de recursos financeiros obtido nas operações de devolução e de suprimento de energia será destinada, exclusivamente, aos agentes participantes do Mecanismo de Realocação de Energia - MRE. 1º Os recursos de que trata o caput deverão ser distribuídos aos agentes do MRE na proporção de suas energias alocadas totais no período de exportação. 2º A CCEE deverá apurar o montante de recursos para cada agente do MRE e incluílo no Sistema de Contabilização e Liquidação. Art. 7º O comercializador autorizado para esta operação de exportação e importação de energia deverá celebrar contratos de uso do sistema de transmissão nos termos da Resolução Normativa no 715, de 28 de dezembro de Parágrafo único. Excepcionalmente para as operações de exportação e importação de energia de que trata esta Resolução, os encargos de uso dos sistemas de transmissão serão calculados conforme inciso II do art. 4o da Resolução Normativa no 715, de Art. 8º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. JERSON KELMAN Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p. 76, v. 145, n GCTL Coordenação de Contabilização 109
110 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 1.712, DE 9 DE DEZEMBRO DE 2008 (*) Vide alterações e inclusões no final do texto Relatório Voto Autoriza a Tradener Ltda. a exportar energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível, mediante intercâmbio elétrico entre o Brasil e o Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria, tendo em vista o disposto no art. 26, incisos II e III, da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com redação dada pelo art. 4 da Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, com base no art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com redação dada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, o que consta do Processo nº / , e considerando que: os Memorandos de Entendimentos celebrados entre a República Federativa do Brasil e a República Oriental do Uruguai, em 6 de maio de 1997 e 14 de dezembro de 1998, dispõem sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre os dois países; pela Resolução nº 360, de 19 de novembro de 1998, a Tradener Ltda. foi autorizada a atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica; o Ofício nº 189/08-SEE/MME, de 22 de outubro de 2008, da Secretaria de Energia Elétrica - SEE do Ministério de Minas e Energia - MME, solicita a adoção, por parte da ANEEL, das medidas necessárias à identificação do comercializador que fará a operação de suprimento de energia elétrica até 72 MW de potência e respectiva energia elétrica associada ao Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera, para os doze meses de 2009; a Tradener Ltda. foi a vencedora do Concurso Público de Preços nº K38476, de 27 de novembro de 2008, promovido pela Administración Nacional de Usinas y Trasmisiones Eléctricas - U.T.E., empresa pública da República Oriental do Uruguai, para o fornecimento de energia elétrica, conforme comunicado apresentado pela U.T.E.; e a Tradener Ltda. requereu autorização para exportar energia elétrica para a República Oriental do Uruguai, resolve: Art. 1º Autorizar a Tradener Ltda., inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , com sede na Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 603, 8º andar, Centro, na Cidade de Curitiba, Estado do Paraná, a exportar até 72 MW de potência e respectiva energia elétrica associada, em caráter excepcional, temporário e interruptível, para a República Oriental do Uruguai, pela Estação Conversora de Freqüência de Rivera, por meio do sistema de transmissão que interliga Rivera, no Uruguai, à Subestação de Livramento, localizada no Estado do Rio Grande do Sul. GCTL Coordenação de Contabilização 110
111 1º A autorização de que trata o caput vigorará de 1 de janeiro a 31 de dezembro de º O prazo de que trata o 1º poderá ser prorrogado mediante requerimento, apresentado pela Tradener Ltda., em até três meses antes do seu término, desde que haja prévia e expressa manifestação favorável do Ministério de Minas e Energia - MME. Art. 2º A exportação de que trata esta Resolução não deve afetar a segurança eletroenergética do Sistema Interligado Nacional - SIN, dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica, instituída pela Resolução Normativa nº 109, de 26 de outubro de 2004, bem como as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4º do Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, e o disposto na Resolução Normativa n 225, de 18 de julho de Art. 3º O montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo ONS em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação - PMO e/ou suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo ser ajustado, caso necessário, em função de ocorrências no SIN, até a Operação em Tempo Real. (*) Incluído parágrafo único no art. 3, pela REA ANEEL de , D.O. de , seção 1, p. 80, v. 146, n. 76. Art. 4º As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes desta autorização, observarão as disposições contidas nas Regras e Procedimentos de Comercialização, e não poderão afetar os preços do mercado brasileiro. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá atender o estabelecido no art. 1 da Resolução n 352, de 22 de julho de Art. 5º Sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a Tradener Ltda. obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar mensalmente à ANEEL, no prazo de quinze dias após a contabilização da CCEE, todas as transações de exportações realizadas, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que rege a exportação e importação, no que couber, à energia elétrica; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e GCTL Coordenação de Contabilização 111
112 VII - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 5º, apurados em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 7º A Tradener Ltda. deverá celebrar e apresentar à ANEEL, no prazo de até 30 (trinta) dias, contados da data de publicação desta Resolução: I - o Contrato de Uso do Sistema de Transmissão CUST, com o ONS; e II - o Contrato de Venda de Energia, com a Administración Nacional de Usinas y Trasmisiones Eléctricas - U.T.E. Art. 8º A Tradener Ltda. deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação de energia elétrica. Art. 9 A CCEE e o ONS deverão disponibilizar, respectivamente, as Regras e Procedimentos de Comercialização específicos para a contabilização e liquidação da energia a ser exportada e os Procedimentos Operativos específicos, bem como celebrar acordos operacionais aderentes que permitam a exportação de energia elétrica, conforme disposto nesta Resolução. Art. 10. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. JERSON KELMAN Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p. 98, v. 145, n (*) Incluído parágrafo único no art. 3, pela REA ANEEL de , D.O. de , seção 1, p. 80, v. 146, n. 76. Art. 3º... Parágrafo único. Somente poderão participar do processo de exportação os agentes de geração que estejam adimplentes com as obrigações setoriais, inclusive junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE. GCTL Coordenação de Contabilização 112
113 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 1.812, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2009 Autoriza a Companhia de Interconexão Energética - CIEN a exportar e importar energia elétrica interruptível, mediante intercâmbio elétrico com a República Oriental do Uruguai e a República da Argentina, por meio da Estação Conversora de Frequência de Garabi. O DIRETOR-GERAL INTERINO DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, conforme Decreto de 13 de janeiro de 2009, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria e tendo em vista o disposto no art. 26, incisos II e III, da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com redação dada pelo art. 4º da Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, com base no art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com redação dada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, o que consta do Processo nº / , e considerando que: os Ofícios nº 010 e 015/2009-SEE/MME, de 29 de janeiro de 2009 e 5 de fevereiro de 2009, respectivamente, da Secretaria de Energia Elétrica - SEE do Ministério de Minas e Energia - MME, solicitam a adoção, por parte da ANEEL, das medidas necessárias para autorizar a Companhia de Interconexão Energética - CIEN à exportar energia elétrica interruptível para o Uruguai e a Argentina, até MW, por meio da Estação Conversora de Frequência de Garabi, em conformidade com as diretrizes e entendimentos com os dois Países; a Resolução ANEEL nº 2, de 12 de janeiro de 2000, autoriza a CIEN a comercializar energia elétrica no âmbito do Mercado Atacadista de Energia Elétrica - MAE, atual Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE; e a CIEN requereu, por meio da Carta PRESI 002/2009, de 05 de fevereiro de 2009, autorização para exportar e importar energia elétrica com o Uruguai e a Argentina, resolve: Art. 1º Autorizar a CIEN, inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , com sede na Praça Leoni Ramos, nº 1, Bloco 2, 6º andar, Bairro São Domingos, Município de Niterói, Estado do Rio de Janeiro, a exportar e importar energia elétrica interruptível, até MW de potência e respectiva energia elétrica associada, no ano de 2009, mediante intercâmbio com a República Oriental do Uruguai e a República da Argentina, por intermédio da Estação Conversora de Frequência de Garabi, localizada no Município de Garruchos, Estado do Rio Grande do Sul, na fronteira do Brasil com a Argentina. Art. 2º O montante total de energia elétrica a ser exportada terá, necessariamente, caráter interruptível. O dimensionamento desse montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS, em base semanal, tendo como referência o Programa Mensal de Operação - PMO e suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa do Programa Diário de Produção - PDP, podendo, inclusive, ser ajustado em função de ocorrências no Sistema Elétrico Interligado Nacional - SIN, até a Operação em Tempo Real. GCTL Coordenação de Contabilização 113
114 Art. 3º As transações de compra de energia elétrica destinadas à exportação e importação, decorrentes desta autorização, deverão: I - prever a combinação de duas modalidades de fonte de produção, sendo uma de origem termelétrica, não utilizada no atendimento ao mercado interno brasileiro, e/ou outra de origem hidrelétrica, exclusivamente em caso de existência de energia vertida turbinável nos reservatórios da Região Sul do sistema brasileiro, sem devolução; II - observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica instituída pela Resolução Normativa nº 109, de 26 de outubro de 2004, alterada pelas Resoluções Normativas nº 260, de 3 de abril de 2007, nº 263, de 17 de abril de 2007, e nº 348, de 6 de janeiro de 2009, bem como as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4º do Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004; III - observar as disposições estabelecidas na Resolução Normativa nº 225, de 18 de julho de 2006; IV - não afetar a segurança eletroenergética do SIN, dentro dos critérios utilizados pelo ONS e das diretrizes do Comitê de Monitoramento do Sistema Elétrico - CMSE; V - garantir o livre acesso aos sistemas de transmissão, tanto da Rede Básica, quanto da rede privada, para viabilizar a exportação aos menores custos possíveis; e VI - definir que os custos referentes a garantias, perdas de energia, transporte, encargos, taxas e tributos sejam de responsabilidade do Uruguai e da Argentina. 1º Para a fonte de produção de origem termelétrica de que trata o inciso I, deverá ser dispensado o lastro de geração por parte dos geradores que atenderem ao respectivo suprimento. 2º Somente poderão participar do processo de exportação os agentes de geração que estejam adimplentes com as obrigações setoriais, inclusive junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE. Art. 4º A CIEN deverá celebrar e apresentar à ANEEL, no prazo de até 45 (quarenta e cinco) dias, contado da data de publicação desta Resolução: I - Contrato de Uso do Sistema de Transmissão - CUST, com o ONS; II - Contrato celebrado com os geradores para atendimento à exportação; e III - Contrato de compra e venda de energia a ser firmado com os agentes do Uruguai e da Argentina. Art. 5º Sob pena de revogação da presente autorização e sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a CIEN obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; GCTL Coordenação de Contabilização 114
115 IV - informar à ANEEL, mensalmente, todas as transações de exportação e importação realizadas, no prazo de 15 (quinze) dias após a contabilização da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos vendedores e compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que regem a exportação e importação de energia elétrica, no que couber; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e VII - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor Elétrico. Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, apuradas em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 7º A CIEN deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação e importação de energia elétrica, autorizadas nesta Resolução. Art. 8º A presente autorização vigorará até 31 de dezembro de 2009, ficando referendados os procedimentos e os suprimentos realizados pelo ONS a partir de 7 de fevereiro de Art. 9º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. EDVALDO ALVES DE SANTANA Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p. 48, v. 146, n. 34. GCTL Coordenação de Contabilização 115
116 Relatório Voto AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 1.867, DE 31 DE MARÇO DE 2009 Autoriza a ELETROSUL Centrais Elétricas S.A a exportar e importar energia elétrica interruptível, mediante intercâmbio elétrico com a República da Argentina, por meio da Estação Conversora de Frequência de Uruguaiana. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria e tendo em vista o disposto no art. 26, incisos II e III, da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com redação dada pelo art. 4º da Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, com base no art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com redação dada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, o que consta do Processo nº / , e considerando que: o Ofício nº 035/2009-SEE, de 18 de fevereiro de 2009, da Secretaria de Energia Elétrica SEE do Ministério de Minas e Energia MME, solicita a adoção, por parte da ANEEL, das medidas necessárias para autorizar o suprimento de energia elétrica interruptível para a Argentina pela ELETROSUL Centrais Elétricas S.A., por meio da Estação Conversora de Frequência de Uruguaiana, em conformidade com as diretrizes e entendimentos com aquele País; a ELETROSUL Centrais Elétricas S.A requereu, por meio da Correspondência nº CE PRE-0027/2009, de 6 de março de 2009, autorização para importar e exportar energia elétrica com a Argentina, resolve: Art. 1º Autorizar a ELETROSUL Centrais Elétricas S.A, inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , com sede na Rua Deputado Antônio Edu Vieira, 999, Bairro Pantanal, no Município de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, a exportar e importar energia elétrica interruptível, até 50 MW de potência e respectiva energia elétrica associada, até 31 de dezembro de 2009, mediante intercâmbio com a República da Argentina, por meio da Estação Conversora de Frequência de Uruguaiana, que interliga Paso de Los Libres, na Argentina, à Subestação de Uruguaiana, localizada no Estado do Rio Grande do Sul, no Brasil. Parágrafo único. A energia elétrica a ser exportada, associada à potência estabelecida no caput, está compreendida naquela autorizada pela Resolução Autorizativa ANEEL nº 1.812, de 17 de fevereiro de Art. 2º O montante total de energia elétrica a ser exportada terá, necessariamente, caráter interruptível. O dimensionamento desse montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS, em base semanal, tendo como referência o Programa Mensal de Operação PMO e suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa do Programa Diário de Produção PDP, GCTL Coordenação de Contabilização 116
117 podendo, inclusive, ser ajustado em função de ocorrências no Sistema Elétrico Interligado Nacional SIN, até a Operação em Tempo Real. Art. 3º As transações de compra de energia elétrica destinadas à exportação e importação, decorrentes desta autorização, deverão: I prever a combinação de duas modalidades de fonte de produção, sendo uma de origem termelétrica, não utilizada no atendimento ao mercado interno brasileiro, e/ou outra de origem hidrelétrica, exclusivamente em caso de existência de energia vertida turbinável nos reservatórios do sistema brasileiro, sem necessidade de devolução; II observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica instituída pela Resolução Normativa nº 109, de 26 de outubro de 2004, alterada pelas Resoluções Normativas nº 260, de 3 de abril de 2007, nº 263, de 17 de abril de 2007, e nº 348, de 6 de janeiro de 2009, bem como as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4º do Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004; III observar as disposições estabelecidas na Resolução Normativa nº 225, de 18 de julho de 2006; IV não afetar a segurança eletroenergética do SIN, dentro dos critérios utilizados pelo ONS e das diretrizes do CMSE; V garantir o livre acesso aos sistemas de transmissão, tanto da Rede Básica, quanto da rede privada, para viabilizar a exportação aos menores custos possíveis; e VI definir que os custos referentes a garantias, perdas de energia, transporte, encargos, taxas e tributos sejam de responsabilidade da Argentina. 1º Para a fonte de produção de origem termelétrica de que trata o inciso I, deverá ser dispensado o lastro de geração por parte dos geradores que atenderem ao respectivo suprimento. 2º Somente poderão participar do processo de exportação os agentes de geração que estejam adimplentes com as obrigações setoriais, inclusive junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE. Art. 4º A ELETROSUL Centrais Elétricas S.A deverá celebrar e apresentar à ANEEL, no prazo de até 45 (quarenta e cinco) dias, contado da data de publicação desta Resolução: I - Contrato de Uso do Sistema de Transmissão CUST, com o ONS; II - Contrato celebrado com os geradores para atendimento à exportação; e III - Contrato de compra e venda de energia a ser firmado com os agentes da Argentina. Art. 5º Sob pena de revogação da presente autorização e sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a ELETROSUL Centrais Elétricas S.A obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; GCTL Coordenação de Contabilização 117
118 III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar à ANEEL, mensalmente, todas as transações de exportação e importação realizadas, no prazo de 15 (quinze) dias após a contabilização da CCEE, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos vendedores e compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que regem a exportação e importação de energia elétrica, no que couber; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e VII - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor Elétrico. Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, apuradas em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 7º A ELETROSUL Centrais Elétricas S.A deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação e importação de energia elétrica, autorizadas nesta Resolução. Art. 8º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. NELSON JOSÉ HUBNER MOREIRA Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p. 61, v. 146, n. 66. GCTL Coordenação de Contabilização 118
119 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 1.884, DE 14 DE ABRIL DE 2009 Relatório Inclui parágrafo único ao art. 3º da Resolução Autorizativa nº 1.712, de 9 de dezembro de Voto O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria, tendo em vista o disposto no art. 26, incisos II e III, da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com redação dada pelo art. 4 da Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, com base no art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com redação dada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, na Resolução Autorizativa nº 1.712, de 9 de dezembro de 2008, o que consta do Processo nº / , e considerando: a correspondência da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE nº CT- 0521/09, de 5 de março de 2009, que solicita orientação da ANEEL acerca de eventual aplicação de tratamento isonômico ao conjunto de geradores que destina a energia produzida e enviada ao Uruguai através da comercializadora Tradener Ltda., por meio da Estação Conversora de Frequência de Rivera, cuja operação encontra-se habilitada para todo o ano de 2009; e as recomendações constantes das Notas Técnicas nº 028/2009-SEM/ANEEL, de 6 de março de 2009, e nº 104/2009-SCT/ANEEL, de 25 de março de 2009, proferidas pela Superintendência de Estudos de Mercado - SEM e Superintendência de Concessões e Autorizações de Transmissão e Distribuição - SCT, respectivamente, resolve: Art. 1º Incluir parágrafo único no art. 3º da Resolução Autorizativa nº 1.712, de 9 de dezembro de 2008, que passa a vigorar da seguinte forma: Art. 3º... Parágrafo único. Somente poderão participar do processo de exportação os agentes de geração que estejam adimplentes com as obrigações setoriais, inclusive junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. NELSON JOSÉ HUBNER MOREIRA Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p. 80, v. 146, n. 76. GCTL Coordenação de Contabilização 119
120 Relatório Voto AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 369 DE 16 DE JUNHO DE 2009 Estabelece critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE no suprimento de energia elétrica à República Argentina e à República Oriental do Uruguai, no ano de O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria, tendo em vista o disposto no art. 2º, 3º, inciso XIX, e art. 4º, 3º, da Lei no 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com base no art. 4º, inciso IV, Anexo I, do Decreto nº 2.335, de 6 de outubro de 1997, o que consta do Processo nº / , e considerando a Resolução do Conselho Nacional de Política Energética CNPE nº 1, de 20 de março de 2009, resolve: Art. 1º Estabelecer critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE no suprimento de energia elétrica excepcional de caráter interruptível à República Argentina e à República Oriental do Uruguai, no ano de Art. 2º O suprimento de energia elétrica de que trata o art. 1º deverá ocorrer no período de maio a agosto, em montantes previamente definidos pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico CMSE. Parágrafo único. O suprimento de que trata o caput fica condicionado ao não comprometimento da segurança eletroenergética do Sistema Interligado Nacional - SIN. Art. 3º O montante de energia elétrica excepcional suprido, oriundo do desarmazenamento dos reservatórios do subsistema Sudeste/Centro Oeste, deverá ser integralmente devolvido no período de setembro a novembro de º. Ficam excluídos da obrigatoriedade de devolução os suprimentos de energia elétrica oriundos de: I - fontes térmicas de geração, em montantes não utilizados para o atendimento eletroenergético do SIN; ou II - fontes hidráulicas de geração, em caso de energia vertida turbinável. 2º No processo de devolução, o ONS deverá considerar os seguintes critérios: I a devolução da energia suprida deverá ocorrer em períodos e montantes que possam ser armazenados e/ou alocadas à curva de carga do SIN; GCTL Coordenação de Contabilização 120
121 II a devolução da energia suprida deverá ser entre os meses de setembro e novembro de 2009, podendo ser antecipada por acordo entre as partes, respeitado o estabelecido no inciso I; e III os montantes devolvidos deverão contemplar compensação de energia elétrica para neutralizar perdas por produtibilidade. Art. 4º A geração adicional de energia elétrica para o suprimento previsto no caput do artigo anterior e a consequente redução dos volumes armazenados nos reservatórios não deverão ser considerados pela CCEE, nos modelos de formação de preço, e pelo ONS, nos modelos de otimização eletroenergética de curto e de médio prazo. 1º A redução dos volumes armazenados nos reservatórios de que trata o caput deverá ser apurada pelo ONS, em percentual da Energia Amazenável Máxima - % EARmax, por reservatório do subsistema Sudeste/Centro-Oeste. 2º Para efeitos de aferição do armazenamento virtual, o montante de geração de que trata o art. 3º deverá ser alocado nos reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste, conforme percentuais constantes do Anexo I desta Resolução. Art. 5º Em seus procedimentos de planejamento, programação e operação em tempo real, o ONS deverá considerar os seguintes critérios: I o montante de energia elétrica excepcional a ser suprido será limitado ao valor estabelecido pelo CMSE; II o montante de energia elétrica excepcional a ser suprido deverá ser discriminado por fonte, em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação PMO e suas revisões, devendo ser ratificado em base diária, por meio do Programa Diário de Produção PDP, podendo ser retificado na etapa de operação em tempo real, devido a ocorrências no SIN; III a partir do PMO de dezembro de 2009, deverá ser considerado o armazenamento real dos reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste. Art. 6º A energia transacionada, tanto no suprimento quanto na devolução, deverá observar as disposições contidas nas Regras e Procedimentos de Comercialização. 1º Os geradores termelétricos que atenderem ao suprimento previsto no art. 1º estarão dispensados da comprovação de lastro para a operação de exportação de que trata esta Resolução. 2º O comercializador autorizado para a operação de exportação e importação de que trata esta Resolução está dispensado de comprovação de lastro. 3º O ponto de entrega e de recebimento da energia transacionada deverá ser a conexão do sistema de interconexão com a Rede Básica. 4º Excepcionalmente, para as operações de exportação e importação de energia de que trata esta Resolução, não serão consideradas as obrigações previstas no art. 17, inciso IV, e art. 49 da Convenção de Comercialização de Energia Elétrica da CCEE, aprovada pela Resolução ANEEL nº 109, de 26 de outubro de GCTL Coordenação de Contabilização 121
122 5º Somente poderão participar do processo de exportação os agentes de geração que estejam adimplentes com as obrigações setoriais, inclusive junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE. Art. 7º A diferença positiva entre o montante de recursos financeiros obtido nas operações de devolução e de suprimento de energia será destinada aos agentes participantes do Mecanismo de Realocação de Energia - MRE. 1º Os recursos de que trata o caput deverão ser distribuídos aos agentes do MRE na proporção de suas energias alocadas totais no período de exportação. 2º A CCEE deverá apurar o montante de recursos para cada agente do MRE e incluílo no Sistema de Contabilização e Liquidação. 3º Caso o saldo mencionado no caput seja negativo, nenhuma compensação será devida ao País suprido. Art. 8º Os custos referentes às garantias, inclusive aqueles inerentes à liquidação financeira no âmbito da CCEE, às perdas de energia elétrica no Sistema de Transmissão, ao transporte da Rede Básica e da rede dedicada, aos tributos e aos encargos, serão de responsabilidade do País suprido, tanto no período de suprimento, quanto no de devolução. Art. 9º O comercializador autorizado para esta operação de exportação e importação de energia deverá celebrar contratos de uso do sistema de transmissão, nos termos do disposto na Resolução Normativa nº 715, de 28 de dezembro de Parágrafo único. Excepcionalmente, para as operações de exportação e importação de energia de que trata esta Resolução, os encargos de uso dos sistemas de transmissão serão calculados conforme inciso II do art. 4º da Resolução Normativa nº 715, de Art. 10º Fica delegada competência ao titular da Superintendência de Regulação dos Serviços de Geração para que, tão logo seja firmado Memorando de Entendimentos entre o MME e seu congênere do Uruguai, em conformidade com o disposto na Resolução CNPE nº 1, de 20/03/2009, emita Despacho autorizando o ONS a dar início ao suprimento de energia ao Uruguai, nos termos estabelecidos nesta Resolução. Art. 11º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. NELSON JOSÉ HUBNER Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p. 74, v. 146, n GCTL Coordenação de Contabilização 122
123 CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA ENERGÉTICA RESOLUÇÃO No 4, DE 31 DE AGOSTO DE Dá nova redação ao art. 2o da Resolução CNPE no 1, de 20 de março de 2009, que estabelece diretrizes para o suprimento, em caráter excepcional, de energia elétrica interruptível à República Argentina e à República Oriental do Uruguai, no ano de 2009, com obrigatoriedade de devolução de energia no mesmo ano. O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA ENERGÉTICA - CNPE, no uso das atribuições, e tendo em vista o disposto no o art. 2o da Lei no 9.478, de 6 agosto de 1997, no art. 1o, inciso I, do Decreto no 3.520, de 21 de junho de 2000, no art. 15, parágrafo único, do Regimento Interno do CNPE, aprovado pela Resolução no 17, de 16 de dezembro de 2002, e considerando que a regulamentação da Resolução CNPE no 1, de 20 de março de 2009, limitou a exportação de energia elétrica à República Argentina e à República Oriental do Uruguai ao período de maio a agosto de 2009; que existe a real necessidade de suprimento de energia elétrica aos mencionados Países, no período de setembro a dezembro de 2009, resolve: Art. 1o O art. 2o da Resolução CNPE no 1, de 20 de março de 2009, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 2o O suprimento de energia elétrica excepcional, de caráter interruptível e com devolução obrigatória, deverá ser realizado no período de maio a agosto de 2009, em montantes a serem definidos pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico - CMSE. 1o O disposto no caput não se aplica ao suprimento de energia elétrica nos termos do art. 1o, 2o, desta Resolução, cuja energia poderá ser entregue durante o período de setembro a dezembro. 2o O suprimento de que trata o caput fica condicionado ao não comprometimento da segurança eletroenergética do SIN e restrito ao ano de (NR) Art. 2o Esta Resolução entra em vigor na data da sua publicação. EDISON LOBÃO Este texto não substitui o publicado na Edição Extra do D.O.U. de GCTL Coordenação de Contabilização 123
124 Relatório Voto AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 2.231, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2009 Autoriza a Tradener Ltda. a exportar energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível, mediante intercâmbio elétrico entre o Brasil e o Uruguai, pela Estação Conversora de Frequência de Rivera. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria, tendo em vista o disposto no art. 26, incisos II e III, da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com redação dada pelo art. 4 da Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, com base no art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com redação dada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, o que consta do Processo nº / , e considerando que: os Memorandos de Entendimentos celebrados entre a República Federativa do Brasil e a República Oriental do Uruguai, em 6 de maio de 1997 e 14 de dezembro de 1998, dispõem sobre o desenvolvimento de intercâmbios elétricos e futura integração energética entre os dois países; pela Resolução nº 360, de 19 de novembro de 1998, a Tradener Ltda. foi autorizada a atuar como Agente Comercializador de Energia Elétrica; o Ofício nº 412/2009/SEE-MME, de 6 de novembro de 2009, da Secretaria de Energia Elétrica - SEE do Ministério de Minas e Energia - MME, solicita a adoção, por parte da ANEEL, das medidas necessárias à identificação do comercializador que fará a operação de suprimento de energia elétrica de até 72 MW de potência e respectiva energia elétrica associada ao Uruguai, pela Estação Conversora de Frequência de Rivera, para os doze meses de 2010; a Tradener Ltda. foi a vencedora do Concurso Público de Preços nº K39679, de 2 de dezembro de 2009, promovido pela Administración Nacional de Usinas y Trasmisiones Eléctricas - U.T.E., empresa pública da República Oriental do Uruguai, para o fornecimento de energia elétrica, conforme comunicado apresentado pela U.T.E.; e a Tradener Ltda. requereu autorização para exportar energia elétrica para a República Oriental do Uruguai, resolve: Art. 1º Autorizar a Tradener Ltda., inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , com sede na Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 603, 8º andar, Centro, na Cidade de Curitiba, Estado do Paraná, a exportar até 72 MW de potência e respectiva energia elétrica associada, em caráter excepcional, temporário e interruptível, para a República Oriental do Uruguai, pela Estação Conversora de Frequência de Rivera, por meio do sistema de transmissão que interliga Rivera, no Uruguai, à Subestação de Livramento, localizada no Estado do Rio Grande do Sul. GCTL Coordenação de Contabilização 124
125 1º A autorização de que trata o caput vigorará de 1 de janeiro a 31 de dezembro de º O prazo de que trata o 1º poderá ser prorrogado mediante requerimento, apresentado pela Tradener Ltda., em até três meses antes do seu término, desde que haja prévia e expressa manifestação favorável do Ministério de Minas e Energia - MME. Art. 2º A exportação de que trata esta Resolução não deve afetar a segurança eletroenergética do Sistema Interligado Nacional - SIN, dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica, instituída pela Resolução Normativa nº 109, de 26 de outubro de 2004, bem como as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4º do Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, e o disposto na Resolução Normativa n 225, de 18 de julho de Art. 3º O montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo ONS em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação - PMO e/ou suas revisões, sendo ratificado em base diária, durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo ser ajustado, caso necessário, em função de ocorrências no SIN, até a Operação em Tempo Real. Parágrafo único. Somente poderão participar do processo de exportação os agentes de geração que estejam adimplentes com as obrigações setoriais, inclusive junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE. Art. 4º As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes desta autorização, observarão as disposições contidas nas Regras e Procedimentos de Comercialização, e não poderão afetar os preços do mercado brasileiro. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá atender o estabelecido no art. 1 da Resolução n 352, de 22 de julho de Art. 5º Sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a Tradener Ltda. obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar mensalmente à ANEEL, no prazo de quinze dias após a contabilização da CCEE, todas as transações de exportações realizadas, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que rege a exportação e importação, no que couber, à energia elétrica; GCTL Coordenação de Contabilização 125
126 VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; e VII - contabilizar, em separado, as receitas, despesas e custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Resolução, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 5º, apurados em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. Art. 7º A Tradener Ltda. deverá celebrar e apresentar à ANEEL, no prazo de até 30 (trinta) dias, contados da data de publicação desta Resolução: I - o Contrato de Uso do Sistema de Transmissão CUST, com o ONS; e II - o Contrato de Venda de Energia, com a Administración Nacional de Usinas y Trasmisiones Eléctricas - U.T.E. Art. 8º A Tradener Ltda. deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação de energia elétrica. Art. 9 A CCEE e o ONS deverão disponibilizar, respectivamente, as Regras e Procedimentos de Comercialização específicos para a contabilização e liquidação da energia a ser exportada e os Procedimentos Operativos específicos, bem como celebrar acordos operacionais aderentes que permitam a exportação de energia elétrica, conforme disposto nesta Resolução. Art. 10. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. NELSON JOSÉ HÜBNER MOREIRA Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p.102, v. 146, n GCTL Coordenação de Contabilização 126
127 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL RESOLUÇÃO AUTORIZATIVA Nº 2.280, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2010 Relatório Voto Autoriza a Centrais Elétricas Brasileiras S.A. ELETROBRÁS a importar e exportar energia elétrica, mediante intercâmbio elétrico entre Brasil e Uruguai, e dá outras providências. O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com deliberação da Diretoria e tendo em vista o disposto no art. 26, incisos II e III, da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, com redação dada pelo art. 4º da Lei nº 9.648, de 27 de maio de 1998, e pelo art. 9º da Lei nº , de 9 de dezembro de 2009, com base no art. 1º do Decreto nº 4.932, de 23 de dezembro de 2003, com redação dada pelo Decreto nº 4.970, de 30 de janeiro de 2004, o que consta do Processo nº / , e considerando que: o Memorando de Entendimento sobre Interconexão Energética e respectivo Adendo, celebrados pelos governos Brasileiro e Uruguaio, em 5 de julho de 2006 e 10 de março de 2009, respectivamente, tratam do projeto de integração elétrica entre Brasil e Uruguai, sendo que o art. 4º do referido Adendo prevê acordo entre as empresas públicas ELETROSUL - Centrais Elétricas S.A. e Centrais Elétricas Brasileiras S.A. ELETROBRÁS, do Brasil, e Adminstración Nacional de Usinas y Trasmisiones Eléctricas U.T.E., do Uruguai, para a gestão da construção da interconexão em território brasileiro. o Ministério de Minas e Energia MME, por meio dos Ofícios nos 042 SPE/MME e 178/2009/SPE/MME, de 6 de maio de 2009 e 29 de outubro de 2009, respectivamente, manifestou-se favorável ao projeto de interconexão elétrica entre Brasil e Uruguai, objeto do estudo de planejamento desenvolvido pela ELETROBRÁS e ELETROSUL, em agosto de 2009, e da Nota Técnica EPE-DEE-RE-055/2009-r0, de 27 de outubro de 2009, elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética - EPE; a ELETROBRÁS requereu autorização para importar e exportar energia elétrica, mediante intercâmbio elétrico entre Brasil e Uruguai, e executar, nos prazos e em conformidade com a Nota Técnica EPE-DEE-RE-055/2009-r0, as instalações de energia elétrica necessárias a viabilizar esse intercâmbio, resolve: DA AUTORIZAÇÃO Art. 1º Autorizar a Centrais Elétricas Brasileiras S.A. ELETROBRÁS, inscrita no CNPJ/MF sob o nº / , com sede na Av. Presidente Vargas, Ed. Herm Stoltz, 13º andar, Centro, cidade do Rio de Janeiro, estado do Rio de Janeiro, a importar e exportar energia mediante intercâmbio elétrico entre Brasil e Uruguai, nas modalidades, condições e montantes que vierem a ser estabelecidos pelo Ministério de Minas e Energia - MME. Parágrafo único. A autorização de que trata o caput vigorará pelo prazo de 30 (trinta) anos, contados a partir da publicação desta Resolução. GCTL Coordenação de Contabilização 127
128 Art. 2º Autorizar a ELETROBRÁS a executar, em território brasileiro, as obras relativas à implantação das seguintes instalações destinadas ao intercâmbio elétrico entre Brasil e Uruguai: a) uma conexão 230 kv na Subestação Presidente Médici; b) uma linha de transmissão em 230 kv entre as Subestações Presidente Médici e Candiota (9 km); c) uma subestação 500/230 kv, denominada Candiota; e d) uma linha de transmissão de 500 kv entre a Subestação Candiota e a fronteira com o Uruguai (60 km). 1º Ao término do prazo fixado no parágrafo único do artigo anterior, os bens e instalações que vierem a compor o sistema de transmissão associado à presente Autorização incorporar-se-ão, sem ônus, ao patrimônio da União, caso sejam reconhecidos como de utilidade para o serviço de energia elétrica ou para continuidade da integração energética entre o Brasil e o Uruguai. 2º A incorporação de ativos prevista pelo 1º deste artigo, ocorrerá mesmo que a Autorizada não opte por ser equiparada, para efeitos técnicos e comerciais, aos concessionários de transmissão, equiparação esta prevista pelo 7º, do art. 17, da Lei nº 9.074, de 7 de julho de º Na elaboração dos projetos executivos e especificações dos equipamentos deverão ser adotadas as normas brasileiras aplicáveis e, na ausência destas, as normas da Comissão Eletrotécnica Internacional. Deverão ainda ser observados os requisitos técnicos constantes dos Procedimentos de Rede do Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS, aplicáveis às instalações da Rede Básica, bem como os critérios de projeto adotados pelos concessionários de transmissão que serão acessados. 4º A Autorizada deverá apresentar, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contados da publicação desta Resolução, o Projeto Básico das instalações, para fins de verificação da conformidade com os Procedimentos de Rede. Art. 3º A ELETROBRÁS deverá respeitar o acesso aberto das instalações de transporte autorizadas, inclusive o acesso às interconexões internacionais, sem discriminações, que tenham relação com a nacionalidade e o destino da energia ou com o caráter público ou privado das empresas. At. 4º A exportação e importação de energia elétrica com o Uruguai deverá observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica, instituída pela Resolução Normativa ANEEL nº 109, de 26 de outubro de 2004, bem como as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4º do Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, e o disposto na Resolução Normativa ANEEL n 225, de 18 de julho de Art. 5º Sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a ELETROBRÁS obriga-se a: I - recolher a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à importação, exportação e comercialização de energia; IV - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que rege a importação e exportação de energia elétrica; GCTL Coordenação de Contabilização 128
129 V - honrar os encargos decorrentes das operações de importação e exportação de energia elétrica de que trata esta Resolução; VI - efetuar os pagamentos dos encargos de acesso e uso dos sistemas de transmissão decorrentes da presente Autorização, nos termos da regulamentação específica; VII - prestar todas as informações relativas às fases do empreendimento, facilitar os serviços de fiscalização e comunicar a conclusão das respectivas fases, no prazo de até 60 (sessenta) dias, contado a partir da data em que essa efetivamente ocorrer; e VIII - responsabilizar-se pela implantação, operação e manutenção das instalações autorizadas, associadas à importação e exportação de energia elétrica, devendo atender às determinações emanadas da legislação e dos regulamentos administrativos estabelecidos pelos órgãos licenciadores, aplicáveis às instalações ora autorizadas. Art. 6º A presente Autorização confere à ELETROBRÁS os seguintes direitos: I - acessar o sistema de transmissão de concessionário de serviço público de energia elétrica, mediante o ressarcimento do respectivo custo de acesso e uso; II - modificar ou ampliar, desde que previamente autorizado pela ANEEL, o sistema de transmissão associado; III - comercializar a energia elétrica importada e exportada nos termos da legislação; IV - promover, amigável ou judicialmente, na forma da legislação específica, a desapropriação ou a instituição de servidão administrativa sobre imóveis declarados de utilidade pública; e V - observadas as normas legais e regulamentares específicas, a Autorizada poderá oferecer, em garantia de contratos de financiamento, os direitos emergentes da Autorização, ficando esclarecido que a eventual execução de garantia não poderá comprometer a operacionalização e a continuidade do serviço de energia elétrica. Art. 7º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 5º, apurados em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública; IV no caso de transferência, a terceiros, de bens e instalações utilizados no intercâmbio de energia, necessários ao cumprimento dos contratos celebrados, sem prévia e expressa autorização da ANEEL; ou V- por solicitação da Autorizada. Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada com terceiros, inclusive os relativos aos seus empregados. GCTL Coordenação de Contabilização 129
130 DOS CONTRATOS Art. 8º A comercialização de energia elétrica a ser disponibilizada à U.T.E. deverá ser precedida pelos seguintes contratos: I - o Contrato de Uso do Sistema de Transmissão CUST; II o Contrato de Conexão ao Sistema de Transmissão CCT; e III - o Contrato de Compra e Venda de Energia Elétrica com a U.T.E. 1º Os contratos referidos nos incisos I e II deverão ser apresentados à ANEEL, no prazo de até 45 (quarenta e cinco) dias, contados da data de sua celebração. 2º O contrato referido no inciso III deverá atender às determinações da Resolução Normativa ANEEL no 323, de 8 de julho de 2008, ou de regulamentação superveniente. Art. 9º A ELETROBRÁS deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de importação e exportação de energia elétrica. Art. 10 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. NELSON JOSÉ HÜBNER MOREIRA Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p. 111, v. 147, n. 38. GCTL Coordenação de Contabilização 130
131 Relatório e Voto AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL RESOLUÇÃO NORMATIVA Nº 406, DE 13 DE JULHO DE Estabelece critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE no suprimento de energia elétrica à República Argentina e à República Oriental do Uruguai no ano de O DIRETOR-GERAL DA AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL, no uso de suas atribuições regimentais, de acordo com a deliberação da Diretoria, tendo em vista o disposto nos artigos 2º e 3º, incisos I e XIX, da Lei n , de 26 de dezembro de 1996; no artigo 4º, inciso IV, Anexo I, do Decreto n , de 6 de outubro de 1997; na Resolução do Conselho Nacional de Política Energética CNPE n. 1, de 26 de abril de 2010; no que consta do Processo n / , e considerando: as contribuições recebidas na Consulta Pública n. 005/2010, realizada no período de de 8 a 19 de junho de 2010, que contribuíram para o aperfeiçoamento deste ato regulamentar, resolve: Art. 1º Estabelecer critérios a serem observados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico ONS e pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica CCEE no suprimento de energia elétrica excepcional de caráter interruptível à República Argentina e à República Oriental do Uruguai no ano de Art. 2º O suprimento de energia elétrica de que trata o artigo 1º será limitado aos montantes previamente definidos pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico CMSE. Parágrafo único. O suprimento de que trata o caput fica condicionado ao não comprometimento da segurança eletroenergética do Sistema Interligado Nacional SIN. Art. 3º O montante de energia elétrica excepcional suprido, oriundo do desarmazenamento dos reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste, ocorrerá no período de junho a agosto de 2010 e deverá ser integralmente devolvido no período de setembro a novembro de º Ficam excluídos da obrigatoriedade de devolução os suprimentos de energia elétrica oriundos de: I fontes térmicas de geração, em montantes não utilizados para o atendimento eletroenergético do SIN; ou II fontes hidráulicas de geração, em caso de energia vertida turbinável. 2º Os suprimentos previstos nos incisos I e II do 1º poderão ser realizados também no período de junho a dezembro de GCTL Coordenação de Contabilização 131
132 3º No processo de devolução, o ONS deverá considerar os seguintes critérios: I a devolução da energia suprida deverá ocorrer em períodos e montantes que possam ser armazenados e/ou alocados à curva de carga do SIN; II a devolução da energia suprida deverá ocorrer entre os meses de setembro e novembro de 2010, podendo ser antecipada por acordo entre as partes, respeitado o estabelecido no inciso I; e III - os montantes devolvidos deverão contemplar compensação de energia elétrica para neutralizar perdas por produtibilidade. Art. 4º A geração adicional de energia elétrica para o suprimento previsto no caput do artigo anterior e a consequente redução dos volumes armazenados nos reservatórios não deverão ser consideradas pela CCEE, nos modelos de formação de preço, e pelo ONS, nos modelos de otimização eletroenergética de curto e de médio prazo. 1º A redução dos volumes armazenados nos reservatórios de que trata o caput deverá ser apurada pelo ONS, em percentual da Energia Amazenável Máxima %EARmax, por reservatório do subsistema Sudeste/Centro-Oeste. 2º Para efeitos de aferição do armazenamento virtual, o montante de geração de que trata o artigo 3º deverá ser alocado nos reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste, conforme percentuais constantes do Anexo I desta Resolução. Art. 5º Em seus procedimentos de planejamento, programação e operação em tempo real, o ONS deverá considerar os seguintes critérios: I o montante de energia elétrica excepcional a ser suprido será limitado ao valor estabelecido pelo CMSE; II o montante de energia elétrica excepcional a ser suprido deverá ser discriminado por fonte, em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação PMO e suas revisões, devendo ser ratificado em base diária, por meio do Programa Diário de Produção PDP, podendo ser retificado na etapa de operação em tempo real, devido a ocorrências no SIN; e III a partir do PMO de dezembro de 2010, deverá ser considerado o armazenamento real dos reservatórios do subsistema Sudeste/Centro-Oeste. Art. 6º A energia transacionada, tanto no suprimento quanto na devolução, deverá observar as disposições contidas nas Regras e Procedimentos de Comercialização. 1º Os geradores termelétricos que atenderem ao suprimento previsto no artigo 1º estarão dispensados da comprovação de lastro para a operação de exportação de que trata esta Resolução. 2º O comercializador autorizado para a operação de exportação e importação de que trata esta Resolução está dispensado de comprovação de lastro para a parcela referente à exportação. 3º O ponto de entrega e de recebimento da energia transacionada deverá ser a conexão do sistema de interconexão com a Rede Básica. 4º O ponto de entrega de energia para os agentes de geração que participarem do suprimento de energia elétrica à Argentina e ao Uruguai deverá ser o centro de gravidade do submercado em que se encontra a usina produtora da energia. 5º Excepcionalmente, para as operações de exportação e importação de energia de que trata esta Resolução, não serão consideradas as obrigações previstas no artigo 17, inciso IV, e GCTL Coordenação de Contabilização 132
133 artigo 49 da Convenção de Comercialização de Energia Elétrica da CCEE, aprovada pela Resolução ANEEL n. 109, de 26 de outubro de º Somente poderão participar do processo de exportação os agentes de geração adimplentes com as obrigações setoriais, inclusive junto à CCEE. Art. 7º A diferença positiva entre o montante de recursos financeiros obtido nas operações de devolução e de suprimento de energia será destinada aos agentes participantes do Mecanismo de Realocação de Energia MRE. 1º Os recursos de que trata o caput deverão ser distribuídos aos agentes do MRE na proporção de suas energias alocadas totais no período de exportação. 2º A CCEE deverá apurar o montante de recursos para cada agente do MRE e incluí-lo no Sistema de Contabilização e Liquidação. 3º Caso o saldo mencionado no caput seja negativo, nenhuma compensação será devida ao País suprido. Art. 8º Os custos referentes às garantias, inclusive aqueles inerentes à liquidação financeira no âmbito da CCEE, às perdas de energia elétrica no Sistema de Transmissão, ao transporte da Rede Básica e da rede dedicada, aos tributos e aos encargos, serão de responsabilidade do País suprido, tanto no período de suprimento, quanto no de devolução. Art. 9º O comercializador autorizado para a operação de exportação e importação de energia deverá celebrar contratos de uso do sistema de transmissão, nos termos do disposto na Resolução Normativa n. 399, de 13 de abril de Art. 10. Fica delegada competência ao titular da Superintendência de Regulação dos Serviços de Geração para que, tão logo seja firmado Memorando de Entendimentos entre o MME e seu congênere do Uruguai, em conformidade com o disposto na Resolução CNPE n. 1, de 26 de abril de 2010, emita Despacho autorizando o ONS a dar início ao suprimento de energia ao Uruguai, nos termos estabelecidos nesta Resolução. Art. 11. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. NELSON JOSÉ HÜBNER MOREIRA Este texto não substitui o publicado no D.O. de , seção 1, p. 99, v. 147, n GCTL Coordenação de Contabilização 133
134 GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 2, DE 12 DE JANEIRO DE 2011(*) O MINISTRO DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso IV, da Constituição, tendo em vista o disposto no art. 3º- A, inciso II, no art. 26, inciso III, da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, no art. 21, 2º, do Decreto nº 7.246, de 28 de julho de 2010, o que consta no Processo nº / , e considerando a Resolução nº 3, de 13 de dezembro de 2010, do Conselho Nacional de Política Energética, estabeleceu as diretrizes para o suprimento, em caráter excepcional, de energia elétrica interruptível à República Argentina e à República Oriental do Uruguai, no ano de 2011, nas modalidades de suprimento sem necessidade de devolução e com necessidade de devolução; o resultado do concurso público de preços para o fornecimento de energia elétrica no K41154 promovido pela Administración Nacional de Usinas y Trasmisiones Eléctricas - UTE, empresa pública da República Oriental do Uruguai, na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE, em 16 de dezembro de 2010; e o requerimento da Tradener Ltda, agente comercializador de energia elétrica autorizado pela Resolução nº 360, de 19 de novembro de 1998, da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, resolve: Art. 1º Autorizar a Tradener Ltda., inscrita nº CNPJ/MF sob o nº / , com sede na Alameda Doutor Carlos de Carvalho, nº 603, 8º andar, Centro, na Cidade de Curitiba, Estado do Paraná, a exportar até 72 MW de potência e respectiva energia elétrica associada, para a República Oriental do Uruguai, através da Estação Conversora de Freqüência de Rivera, localizada no Uruguai, e do sistema de transmissão que a interliga à Subestação de Livramento, localizada no Estado do Rio Grande do Sul, no Brasil. 1º A autorização de que trata o caput vigorará durante o ano de 2011 e atenderá às modalidades e condições estabelecidas nas regras e procedimentos de comercialização e no Memorando de Entendimentos entre o Ministério de Minas e Energia e o Ministério de Indústria, Energia e Mineração da República Oriental do Uruguai. 2º O prazo de que trata o 1º poderá ser prorrogado mediante requerimento, apresentado pela Tradener Ltda., em até três meses antes do seu término, desde que haja prévia e expressa manifestação favorável deste Ministério. Art. 2º A exportação de que trata esta autorização não deve afetar a segurança eletroenergética do Sistema Interligado Nacional - SIN, dentro dos critérios utilizados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá observar a Convenção de Comercialização de Energia Elétrica, instituída pela Resolução Normativa ANEEL nº 109, de 26 de outubro de 2004, bem como as condições estabelecidas pelo Poder Concedente, nos termos do art. 4º do Decreto nº 5.163, de 30 de julho de 2004, e o disposto na Resolução Normativa ANEEL nº 225, de 18 de julho de Art. 3º O montante de energia elétrica disponível para exportação será estabelecido pelo ONS em base semanal, tendo como referência os Programas Mensais de Operação - PMO e suas GCTL Coordenação de Contabilização 134
135 revisões, sendo ratificado, durante a etapa de Programação Diária de Operação, podendo ser ajustado, caso necessário, em função de ocorrências no SIN, até a Operação em Tempo Real. Parágrafo único. Somente poderão participar do processo de exportação os agentes de geração que estejam adimplentes com as obrigações setoriais, inclusive junto à CCEE. Art. 4º As transações de compra de energia elétrica em caráter excepcional, temporário e interruptível destinada à exportação, decorrentes da autorização de que trata o art. 1º, observarão as disposições contidas nas Regras e Procedimentos de Comercialização, e não poderão afetar os preços do mercado brasileiro. Parágrafo único. A exportação de energia elétrica para o Uruguai deverá atender o estabelecido no art. 1º da Resolução ANEEL nº 352, de 22 de julho de Art. 5º Sem prejuízo de outras obrigações e encargos estabelecidos, a Tradener Ltda. obriga-se a: I - pagar a Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica - TFSEE, nos prazos e nas condições estabelecidas pela ANEEL; II - submeter-se à fiscalização da ANEEL; III - submeter-se a toda e qualquer regulamentação de caráter geral que venha a ser estabelecida pela ANEEL, especialmente àquelas relativas à exportação e comercialização de energia; IV - informar mensalmente à ANEEL, no prazo de quinze dias após a contabilização da CCEE, todas as transações de exportações realizadas, indicando os montantes, a origem da energia vendida e a identificação dos compradores; V - cumprir os procedimentos administrativos previstos na legislação que rege a exportação e importação de energia elétrica, no que couber; VI - honrar os encargos decorrentes da operação de exportação de energia elétrica de que trata esta Portaria; e VII - contabilizar, em separado, as receitas, as despesas e os custos incorridos com a atividade de exportação autorizada por esta Portaria, de acordo com os princípios contábeis praticados pelo Setor. Art. 6º A presente autorização poderá ser revogada: I - caso haja comercialização de energia em desacordo com as prescrições da legislação e regulamentação específicas; II - em caso de descumprimento das obrigações decorrentes desta autorização, em especial dos encargos estabelecidos no art. 5º, apurados em procedimento administrativo que assegure ampla defesa; e III - a qualquer momento, no interesse da Administração Pública. GCTL Coordenação de Contabilização 135
136 Parágrafo único. A revogação desta autorização não acarretará para o Poder Concedente ou para a ANEEL, em nenhuma hipótese, qualquer responsabilidade com relação a encargos, ônus, obrigações ou compromissos assumidos pela autorizada junto a terceiros, inclusive questões relativas aos seus empregados. Art. 7º A Tradener Ltda. deverá celebrar e apresentar à ANEEL, no prazo de até trinta dias, contados a partir da data de publicação desta Portaria: I - o Contrato de Uso do Sistema de Transmissão - CUST, com o ONS; e II - o Contrato de Venda de Energia, com a Administración Nacional de Usinas y Trasmisiones Eléctricas - UTE. Art. 8º A Tradener Ltda. deverá atender, no que couber, às obrigações tributárias, aduaneiras e as de natureza cambial, relativas às atividades de exportação de energia elétrica. Art. 9º A CCEE e o ONS deverão disponibilizar, respectivamente, as regras e procedimentos de comercialização específicos para a contabilização e liquidação da energia a ser exportada e os procedimentos operativos específicos, bem como celebrar acordos operacionais aderentes que permitam a exportação de energia elétrica, conforme disposto nesta Portaria. Art. 10. Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. EDISON LOBÃO (*) Republicada por ter saído, no DOU nº 9, de , Seção 1, págs. 37 e 38, com incorreção no original. Este não substitui o republicado no D.O. de , seção 1, p. 41, v. 148, n. 10. GCTL Coordenação de Contabilização 136
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