SQL - Structured Query Language

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1 SQL - Structured Query Language

2 Pág.: 2/48 SUMÁRIO ARQUITETURA CLIENTE/SERVIDOR... 4 BANCOS DE DADOS BASEADOS NA ARQUITETURA CLIENTE/SERVIDOR... 4 VANTAGENS DA TECNOLOGIA CLIENTE/SERVIDOR... 5 SEPARAÇÃO DAS TAREFAS DE SOLICITAÇÃO E PROCESSO... 5 INDEPENDÊNCIA DA ESTAÇÃO DE TRABALHO... 5 PRESERVAÇÃO DA INTEGRIDADE DOS DADOS... 5 DESVANTAGENS... 5 CONECTANDO-SE AO BANCO DE DADOS ORACLE... 6 USUÁRIO... 6 SESSÃO/CONNECT... 6 SERVIDOR ORACLE... 6 SQL PLUS... 7 A INTERFACE SQL*PLUS... 7 COMANDOS GENÉRICOS DO SQL*PLUS... 8 OUTRAS FERRAMENTAS ORACLE... 9 FORMS... 9 REPORTS... 9 DESIGNER... 9 FUNDAMENTOS SQL - STRUCTURED QUERY LANGUAGE CONCEITOS DE BASE DE DADOS RELACIONAL TABLES Criação...11 Exclusão...12 Alteração...12 PRIMARY KEYS (Chave primária)...12 FOREIGN KEYS (Chave estrangeira)...13 UNIQUE KEY(Chave Única)...14 DATA MANIPULATION LANGUAGE (DML) BUSCANDO DADOS (SELECT) Considerações (ORACLE) Selecionando uma coluna específica de uma tabela Alterando o cabeçalho da coluna Mostrando cálculos sobre colunas Eliminando linhas duplicadas ORGANIZANDO DADOS (ORDER BY)... 19

3 Pág.: 3/48 Ordenação com múltiplas colunas Identificando colunas pelo número Outras formas de referenciar uma coluna no ORDER BY Considerações sobre o uso do ORDER BY (performance) USANDO CONDIÇÕES DE BUSCA Formas para comparar valores Usando valores calculados na cláusula WHERE Combinando condições (OR e AND) SINGLE-ROW FUNCTIONS CHARACTER FUNCTIONS NUMBER FUNCTIONS DATE FUNCTIONS Funções de conversão Principais formatos Date Principais formatos NUMBER NVL FUNCTION DECODE FUNCTION CASE EXPRESSION AGGREGATE FUNCTIONS Usando o WHERE Especificando uma coluna no COUNT Eliminando linhas duplicadas Agrupando Informações Coisas para lembrar quando usar o GROUP BY Usando ORDER BY com AGGREGATE FUNCTIONS Usando HAVING Considerações sobre o uso do GROUP BY (performance) ACESSANDO MÚLTIPLAS TABELAS Usando Alias Coisas para lembrar quando você usa um JOIN Considerações sobre JOINS USANDO UNION USANDO UMA SUBQUERY COM IN USANDO EXISTS Considerações sobre o uso de SUBQUERIES (Performance) CRIANDO TABELA ATRAVÉS DE UM SELECT COMANDOS ADICIONAIS SQL PLUS ALTERANDO O FORMATO PADRÃO DE DATA NO SQL PLUS ALTERANDO UMA TABELA (DADOS) INSERINDO DADOS EM UMA TABELA Inserindo linhas com um SELECT ALTERANDO DADOS DE UMA TABELA REMOVENDO DADOS DE UMA TABELA COMMIT ROLLBACK EXERCÍCIOS PROPOSTOS COMANDOS DDL BUSCANDO DADOS (SELECT) USANDO CONDIÇÕES DE BUSCA (WHERE) USANDO SINGLE-ROW-FUNCTIONS USANDO AGGREGATE FUNCTIONS ACESSANDO MÚLTIPLAS TABELAS (JOIN) ALTERANDO DADOS(INSERT, UPDATE, DELETE)... 48

4 Pág.: 4/48 ARQUITETURA CLIENTE/SERVIDOR PC-Cliente PC-Cliente PC-Cliente Servidor PC-Cliente PC-Cliente Impressora Exemplo simples de Arquitetura Cliente/Servidor baseada em Rede BANCOS DE DADOS BASEADOS NA ARQUITETURA CLIENTE/SERVIDOR Uma simples rede (LAN), como a exemplificada acima, é suficiente para comportar um banco de dados relacional (DBMS) de tecnologia Cliente/Servidor (C/S) como por exemplo o Oracle. Em linhas gerais, esta tecnologia tem como característica principal a divisão de tarefas entre o cliente, a estação de trabalho que ordena através das aplicações o acesso aos bancos de dados, e o servidor, que executa tarefas, tais como: atualizações, deleções, procura de dados e todas as outras tarefas próprias do gerenciamento de banco de dados, porém, sob as ordens da estação de trabalho (Cliente). A vantagem é evidente: dividindo o processamento em dois sistemas, temos de saída a diminuição do tráfego de dados na rede. Com isto, o desempenho aumenta pois evitaremos de processar os dados, fazendo-os transitar pela rede, entre a estação de trabalho e o servidor, pelo menos duas vezes. Ao invés disso, armazenamos os dados variáveis do processo em alguns parâmetros e os enviamos ao servidor. Estes ao chegarem são recepcionados pelo Oracle que os envia para Stored Procedure, que então inicia o processamento desejado até seu final de dentro do servidor, limitando-se a avisar a estação de trabalho o término do processo, com sucesso ou não. Porém, nem tudo são flores, existem também as desvantagens e a principal delas é o fato das estações de trabalho (Clientes) se localizarem em pontos geográficos distantes do servidor. Embora este problema possa hoje ser minimizado pela adoção das arquiteturas de processamento distribuído, por outro lado não sem um considerável investimento em equipamentos, aplicativos auxiliares e a contratação de especialistas. Este investimento acompanhado de despesas de manutenção constantes embora não signifique propriamente um retorno aos custos de um computador de grande porte, é porém um gasto significativo e que dependendo do tamanho e da complexidade da rede podemos até alcançar os custos de um grande porte.

5 Pág.: 5/48 VANTAGENS DA TECNOLOGIA CLIENTE/SERVIDOR SEPARAÇÃO DAS TAREFAS DE SOLICITAÇÃO E PROCESSO A primeira efetuada pela estação de trabalho e a última é feita no servidor, ou seja: as tarefas de tratar e manipular os dados. Como já dissemos o tráfego na Rede diminui sensivelmente, pois só é entregue os dados necessários solicitados pela pesquisa do cliente, e estes depois de tratados são atualizados ao final da transação no servidor. Ao contrário dos Sistemas de Bancos de Dados sem a tecnologia Cliente/Servidor, que disponibiliza todo o banco de dados, indiferente a necessidade quando da solicitação pelo Cliente. A tecnologia Cliente/Servidor é antes de tudo uma incrementadora de performance sem igual. INDEPENDÊNCIA DA ESTAÇÃO DE TRABALHO Os usuários não ficam restritos a um tipo de sistema ou plataforma. PRESERVAÇÃO DA INTEGRIDADE DOS DADOS Mesmo quando são efetuados Backups em tempo real ou até a encriptação dos dados. Nestes casos o DBMS, utiliza o espelhamento dos dados enquanto eles são acessados, gravando sempre a última fotografia dos dados antes da cópia de segurança. PROCESSAMENTO DE TRANSAÇÕES A grande vantagem deste método é guardar durante um certo tempo as modificações efetuadas no Banco de Dados. Podendo, recuperá-las em caso de queda de energia ou mesmo quando o usuário do Banco desiste da modificação. DESVANTAGENS A maior delas é o aumento do custo administrativo e a contratação de pessoal especializado para dar suporte e manter o Banco de Dados sempre ativo. Nasce o profissional Administrador de Bancos de Dados (DBA). O aumento do custo de hardware, também é significativo, pois parte integrante desta tecnologia Cliente/Servidor, exige a distribuição do processamento, quando a rede for grande. Quando da utilização do Processamento Distribuído a complexidade aumenta, o número de equipamentos diversos também aumenta, e nem sempre podemos encontrar profissionais no mercado com um conhecimento tão diversificado

6 Pág.: 6/48 Conectando-se ao Banco de Dados Oracle USUÁRIO Um usuário é um nome definido no banco de dados que pode conectar-se e acessar objetos. Um schema é o nome dado para a coleção de objetos, como tables, views, clusters, procedures, e packages, associados a um usuário em particular. Para acessar o banco de dados, o usuário deve executar uma aplicação de banco (como Oracle Forms SQL*Plus, etc...) e conectar-se usando o username definido no banco. Quando o usuário de banco é criado, um schema com o mesmo nome é criado para o usuário. Por default, estando o usuário conectado ao banco, ele tem acesso a todos os objetos contidos em seu correspondente schema. SESSÃO/CONNECT Uma sessão é uma conexão específica do usuário com o banco Oracle.Por exemplo, quando o usuário inicia o SQL*Plus, ele deve fornecer um usuário e senha válidos e então uma sessão é estabelecida para ele. Uma sessão permanece ativa enquanto o usuário não se desconectar ou sair de sua aplicação. Várias sessões podem ser criadas ao mesmo tempo com o mesmo usuário. Por exemplo, um usuário com o username/password SCOTT/TIGER pode conectar ao mesmo banco Oracle várias vezes no mesmo intervalo de tempo. SERVIDOR ORACLE O banco de Dados Oracle fica armazenado em um servidor de dados, no qual o usuário através de seu computador pessoal pode acessar as informações necessárias para sua aplicação(sql plus, forms, reports, designer,etc..).isto permite que vários usuários acessem o mesmo banco de dados de computadores diferentes, deixando todo o controle dos dados centralizado em um único servidor.

7 Pág.: 7/48 SQL PLUS A Interface SQL*PLUS O SQL*Plus é uma ferramenta ORACLE que permite a interface interativa com o RDBMS-ORACLE, dirigida por comandos e usada para manipular a Base de Dados. O SQL*Plus permite utilizar comandos SQL, comandos SQL*Plus juntamente com os comandos da linguagem procedural PL/SQL na montagem de procedures que necessitam de uma estrutura lógica de execução. Com o SQL*Plus podemos: - Criar tabelas no RDBMS-ORACLE. - Inserir informações nas tabelas. - Recuperar informações formatadas das tabelas. - Alterar informações nas tabelas. Chamando o SQL*Plus Existem duas formas de se executar o SQL*Plus: O SQL*Plus é chamado a partir do prompt do sistema operacional hospedeiro, para isto deve-se utilizar a seguinte sintaxe: Sqlplusw usuário [/ SQL*Plus é executado a partir do WINDOWS. Conectando ao Banco Nome do Usuário Senha de Acesso Alias que define em que banco será conectado

8 Pág.: 8/48 Comandos Genéricos do SQL*Plus Comandos de Edição de Arquivo do SQL*Plus Comando Descrição SAVE arquivo Salva o buffer em um arquivo. A extensão padrão é.sql GET Carrega um arquivo no buffer REPLACE Sobrescreve o arquivo especificado com o buffer CHANGE ou C Muda o conteúdo da linha corrente do buffer corrente. / Executa o comando armazenado no buffer.não lista o comando. ; Indica o fim de um comando. Após pressionar <enter> o comando é executado. APPEND ou A Acrescenta ao final de um arquivo existente DEL Deleta a linha do buffer LIST ou L Lista a linha corrente START Executa um arquivo INPUT ou I Inclui novas linhas após a linha corrente do buffer EDIT Edita o buffer ou arquivo SPOOL arquivo Arquiva o resultado da QUERY. Com OFF encerra o spool, e com OUT imprime. SPOOL OFF OUT

9 Pág.: 9/48 OUTRAS FERRAMENTAS ORACLE FORMS É uma ferramenta para desenvolvimento rápido de aplicativos para Internet e clienteservidor de categoria empresarial centrados em bancos de dados. O sistema fornece um ambiente de desenvolvimento altamente produtivo com um conjunto de compiladores integrados, assistentes reentrantes, pré-visualizações em tempo real e paletas de propriedades. Tudo isso permite que os desenvolvedores construam de maneira fácil e rápida formulários, gráficos e lógica comercial sofisticados, multilíngües e altamente interativos de forma declarativa. Os aplicativos desenvolvidos com o Oracle Forms Developer podem ser imediatamente distribuídos na Internet com o Oracle9i Application Server. REPORTS Fornece os recursos necessários para criar rapidamente relatórios para a Web baseados em dados fornecidos dinamicamente pelo banco de dados. O Oracle Reports oferece total flexibilidade na formatação dos dados. Ele suporta vários tipos de relatórios, como tabelas, matrizes, relatórios de grupo e gráficos, bem como um número ilimitado de combinações desses formatos. Os usuários têm a possibilidade de combinar várias consultas em um único relatório de alta qualidade e podem ter acesso às informações do Oracle8i, Oracle Express e qualquer fonte ODBC (Open Database Connectivity), incluindo bancos de dados de outros fornecedores. DESIGNER Ferramenta CASE para a modelagem de sistemas complexos com Reengenharia de Processos de Negócios, análise e geração automática de aplicações cliente/servidor. Facilita a administração do desenvolvimento de sistemas corporativos, visando aumentar a produtividade e integridade das aplicações, além de fornecer a documentação completa de sistemas. Possui total integração com o banco de dados e as ferramentas de desenvolvimento da Oracle, como o Developer/2000.

10 Pág.: 10/48 FUNDAMENTOS SQL - Structured Query Language SQL significa Structured QUERY Language. SQL é usado para a comunicação com base de dados. É um grupo de facilidade para definição, manipulação e controle de dados em um banco de dados relacional. De acordo com a ANSI (American National Standards Institute), esta é a linguagem padrão para a administração de base de dados relacional. Historicamente isso começou em 1970, com um trabalho publicado por E.F. Codd, chamado "A Relational Model of Data for Large Shared Data Banks, o qual estabeleceu o modelo Relacional. No final da década de 70 e início de 80, a ORACLE lançou o primeiro banco de dados relacional comercial baseado na tecnologia SQL. Em seguida a IBM lançou o seu produto que hoje é conhecido como DB2. A partir de 1982 se tornou padrão supervisionado pelo ANSI e em 1989 aconteceu a mesma o mesmo com a ISO (International Standards Organization). Alguns dos mais comuns bancos de dados relacionais são : ORACLE, Sybase, Microsoft SQL Server, Access, Ingres, etc. Embora a maior parte usa SQL, muitos adicionam suas próprias extensões, que são usadas unicamente nos seus sistemas. No entanto, os comandos standarts do SQL como "Select", "Insert", "Update", "Delete", "Create", and "Drop" podem ser usados sem a necessidade de alterações. O que o SQL pode fazer? Você pode usar SQL para : DDL-Data Description Language : Você usa comandos DDL para definir uma base de dados e tabelas. Exemplo : CREATE TABLE... Comando utilizado para a criação de uma tabela. DCL-Data Control Language : Você usa comandos DCL para controlar acessos a dados (tabelas). Exemplos : GRANT / REVOKE Comandos utilizados para dar acesso e remover acesso de um objeto a um usuário. DML-Data Manipulation Language : Você usa comandos DML para manipular dados em tabelas. Exemplos : INSERT / UPDATE / DELETE / SELECT Comandos utilizados para inserir, alterar, remover e buscar informações de uma tabela.

11 Pág.: 11/48 Conceitos de Base de Dados Relacional Uma base de dado relacional é uma coleção de tabelas contendo dados. Uma tabela consiste de colunas (atributos que descrevem a tabela) e linhas (a atual ocorrência de dados). Tais dados, podem ser acessados facilmente e rapidamente em uma base de dados relacional e visualizado em formato tabular. TABLES Base de dados relacionais apresentam informações através de uma coleção de tabelas. As tabelas abaixo representam uma base de dados relacional. EMPREGADO DEPARTAMENTO COD_EMP NOME_EMP COD_DEPT COD_DEPT NOME_DEPT JOÃO MARKETING 2437 CARLOS MANUTENÇÃO 2898 PEDRO INFORMÁTICA 2899 MARIA INFORMÁTICA Uma tabela consiste de colunas (COLUMNS) e linhas (ROWS). Colunas COD_DEPT NOME_DEPT MARKETING --> ROWS 4600 MANUTENÇÃO Criação Sintaxe : CREATE TABLE table_name ({column_name data_type [NOT] [NULL] [DEFAULT expression]} DEFAULT expression => define que quando não for atribuído um valor para a coluna no insert, o campo assumirá o valor da expression. Exemplo : CREATE TABLE EMPREGADOS (ID NUMBER(4) NOT NULL, DEPT_ID NUMBER(2), CIDADE VARCHAR2(20) DEFAULT 'Porto Alegre')

12 Pág.: 12/48 Exclusão Sintaxe : DROP TABLE table_name Exemplo : DROP TABLE EMPREGADOS Alteração Sintaxe : ALTER TABLE table_name [ADD {(column_name data_type [NOT] [NULL] [DEFAULT expression])}] [MODIFY {(column_name data_type [NOT] [NULL] [DEFAULT expression])}] [DROP COLUMN column_name] Exemplo : ALTER TABLE EMPREGADOS ADD(IDADE NUMBER(2) NOT NULL) ALTER TABLE EMPREGADOS MODIFY(CIDADE VARCHAR2(30)); ALTER TABLE EMPREGADOS DROP COLUMN CIDADE; PRIMARY KEYS (Chave primária) Um negócio freqüentemente precisa evitar que linhas (ROWS) duplicadas sejam armazenadas em uma mesma tabela. Por exemplo, cada empregado da companhia precisa um identificador único. Esta é a forma de distinguir dois empregados com o mesmo nome. Você não quer armazenar dois empregados que tenham o mesmo código. Para assegurar que linhas duplicadas não sejam armazenadas, uma coluna ou a combinação de colunas é identificado como PRIMARY KEY de uma tabela quando definida. Cada entrada na coluna PRIMARY KEY precisa ser única. COD_EMP NOME_EMP COD_DEPT SALARIO JOÃO CARLOS PEDRO MARIA 5100

13 Pág.: 13/48 Exemplo : CREATE TABLE EMPREGADOS (ID NUMBER(4) NOT NULL CONSTRAINT EM_PK PRIMARY KEY, DEPT_ID NUMBER(2), CIDADE VARCHAR2(20)) ALTER TABLE EMPREGADOS DROP CONSTRAINT EM_PK ALTER TABLE EMPREGADOS ADD CONSTRAINT EM_PK PRIMARY KEY(ID) FOREIGN KEYS (Chave estrangeira) O relacionamento entre tabelas é feito pela definição de FOREIGN KEYS. Uma FOREIGN KEY é um valor ou combinação de valores em uma tabela que existe como uma PRIMARY KEY em outra tabela. Os nomes das colunas que fazem parte de uma FOREIGN KEY não precisam ser o mesmo das colunas PRIMARY KEYS. COD_EMP NOME_EMP COD_DEPT SALARIO JOÃO CARLOS PEDRO MARIA COD_DEPT NOME_DEPT MARKETING 4600 MANUTENÇÃO 5100 INFORMÁTICA Exemplo : CREATE TABLE EMPREGADOS (ID NUMBER(4) NOT NULL, DEPT_ID NUMBER(2) CONSTRAINT DEPT_FK REFERENCES DEPT(DEPTNO), CIDADE VARCHAR2(20)) ALTER TABLE EMPREGADOS DROP CONSTRAINT DEPT_PK ALTER TABLE EMPREGADOS ADD CONSTRAINT DEPT_FK FOREIGN KEY(DEPT_ID) REFERENCES DEPT(DEPTNO)

14 Pág.: 14/48 UNIQUE KEY(Chave Única) Designa uma coluna ou uma combinação de colunas como uma chave única. Duas linhas na tabela não podem ter o mesmo valor para a unique key. Exemplo : ALTER TABLE EMPREGADOS ADD CONSTRAINT DEPT_UN UNIQUE(DEPT_ID) ALTER TABLE EMPREGADOS DROP CONSTRAINT DEPT_UN

15 Pág.: 15/48 DATA MANIPULATION LANGUAGE (DML) Você usa comandos DML para manipular dados em tabelas. Existem quatro comandos DML básicos : SELECT INSERT UPDATE DELETE Buscando dados (SELECT) Para retornar dados de uma base de dados, você usa o comando SELECT, provavelmente o mais utilizado dos comandos SQL. Sintaxe (simplificada) : SELECT [ALL DISTINCT ] - Seleciona colunas {* [[user.].table.column expression,...]} FROM table_name,[table2] - Define tabelas [WHERE] condiction - Restringe linhas [GROUP BY]... - Agrupamento [HAVING]... - Restringe linhas de grupo [ORDER BY]... - Ordena o resultado Selecionando todas as colunas de uma tabela Utiliza-se o * quando pretende-se selecionar todas as colunas de uma tabela. SELECT * FROM departamento COD_DEPT NOME_DEPT MARKETING 4600 MANUTENÇÃO 5100 INFORMÁTICA 3 ROWS SELECTED

16 Pág.: 16/48 Considerações (ORACLE) Embora a utilização do * em um SELECT facilite a programação, a sua utilização não é recomendada em PL/SQL. Segue abaixo alguns problemas: Se o SELECT possui a cláusula INTO e o resultado é atribuído a um conjunto fixo de variáveis, a simples adição de uma coluna na tabela envolvida em um SELECT pode tornar o programa inválido. SELECT * INTO COD_EMP,NOME_EMP,COD_DEPT,SALARIO,TELEFONE WHERE COD_EMP = 1; Se for adicionado uma coluna na tabela empregado, este comando ficará inválido. INTO é uma cláusula do SELECT utilizada em PL/SQL para definir o resultado do SELECT. Quando o ORACLE executa um SELECT, os dados são jogados em uma área denominada DATABASE BUFFER CACHE. Isto significa que um SELECT com * sempre irá armazenar o registro inteiro nesta área, mesmo que somente uma variável seja utilizada. Um SELECT com * sempre irá fazer um acesso a tabela mesmo com a presença de índice. As linhas não são ordenadas Não existe comportamento referente a ordem que as linhas são retornadas do banco de dados. Selecionando uma coluna específica de uma tabela Se você quiser selecionar uma determinada coluna de uma tabela, especifique o nome da coluna que você deseja ver. Coloque virgula entre nomes de colunas caso deseje especificar mais de uma. SELECT cod_dept FROM departamento COD_DEPT ROWS SELECTED

17 Pág.: 17/48 Alterando o cabeçalho da coluna No resultado de uma QUERY (SELECT), cada coluna tem um identificador (cabeçalho). O cabeçalho por DEFAULT é o nome da coluna que está especificado na definição da tabela. Para tornar o cabeçalho de uma coluna mais significativo, adicione AS e o nome que você que usar depois de cada coluna. SELECT cod_dept AS "Código do Departamento" FROM departamento Código do Departamento ROWS SELECTED Mostrando cálculos sobre colunas Você pode usar expressões aritméticas para calcular novos valores de uma coluna. Use os seguintes símbolos para operações aritméticas : Símbolo Significado * Multiplicação / Divisão + Adição - Subtração SELECT cod_emp, salario, salario * 1.30 AS "Novo Salário" FROM empregado COD_EMP SALARIO Novo Salário ROWS SELECTED Atenção : o resultado de qualquer coluna envolvendo um campo NULL é sempre NULL.

18 Pág.: 18/48 Eliminando linhas duplicadas Algumas vezes o resultado de um comando SELECT pode retornar linhas idênticas. Para eliminar a duplicidade no retorno da consulta (QUERY), adicione o DISTINCT após o SELECT. 1) SELECT cod_dept FROM empregado COD_DEPT Linhas Duplicadas ROWS SELECTED 2) SELECT DISTINCT cod_dept FROM empregado COD_DEPT ROWS SELECTED

19 Pág.: 19/48 Obs.: A cláusula DISTINCT deve ser evitada quando possível. A adição do DISTINCT ocasiona degradação de performance. Visto que, é necessário um processo (passo) adicional para eliminar as linhas duplicadas. Organizando dados (ORDER BY) Se você quiser trazer o resultado de uma consulta em uma ordem específica, use a cláusula ORDER BY. A Cláusula ORDER BY deve ser o último comando do SELECT. SELECT * FROM empregado ORDER BY nome_emp COD_EMP NOME_EMP COD_DEPT SALARIO TELEFONE CARLOS JOÃO MARIA PEDRO Você pode especificar ainda se a ordem será ascendente ou descendente. Para isto adicione as cláusulas ASC ou DESC após a coluna especificada no ORDER BY. O DEFAULT é ASC. SELECT * FROM empregado ORDER BY nome_emp DESC COD_EMP NOME_EMP COD_DEPT SALARIO PEDRO MARIA JOÃO CARLOS Ordenação com múltiplas colunas Você pode especificar mais colunas na cláusula ORDER BY. Para isto, adicione uma virgula e a segunda coluna desejada. Esta segunda coluna determinará a ordem caso os valores das primeiras colunas sejam iguais.

20 Pág.: 20/48 SELECT * FROM empregado ORDER BY cod_dept, nome_emp desc COD_EMP NOME_EMP COD_DEPT SALARIO CARLOS JOÃO PEDRO MARIA Identificando colunas pelo número Cada coluna especificada no SELECT recebe um número. Este número é determinado pela ordem correspondente no SELECT. Você pode usar este número para identificar a coluna na cláusula ORDER BY SELECT cod_emp, nome_emp, cod_dept FROM empregado ORDER BY 2 Você pode ainda referenciar uma coluna pelo número de uma coluna calculada. SELECT cod_emp, nome_emp, cod_dept, salario * 1.30 FROM empregado ORDER BY 4 Outras formas de referenciar uma coluna no ORDER BY Segue abaixo alguns exemplos da utilização de colunas na cláusula ORDER BY. SELECT cod_emp AS "codigo" FROM empregado ORDER BY "codigo"

21 Pág.: 21/48 SELECT cod_emp codigo FROM empregado ORDER BY codigo SELECT cod_emp AS "codigo" FROM empregado ORDER BY cod_emp SELECT cod_emp FROM empregado ORDER BY salario Considerações sobre o uso do ORDER BY (performance) Uso do ORDER BY em SELECT gera a necessidade da execução de uma ordenação por parte do servidor ORACLE. Tal ordenação é executada em memória após a busca dos dados. Quando o conjunto a ser ordenado é muito grande, a etapa de ordenação pode consumir muito tempo. Também o uso de mais de uma coluna na cláusula ORDER BY associado com um grande volume de informações pode causar degradação de performance. Quando um SELECT possui um ORDER BY com colunas que fazem parte de um índice, a etapa de ordenação não é necessária. Visto que, os valores já se encontram ordenados no índice, exceto com a utilização da cláusula DESC. USANDO CONDIÇÕES DE BUSCA Freqüentemente você precisa retornar apenas algumas linhas de uma tabela. Você já aprendeu como limitar o número de colunas que serão mostradas. Agora você aprenderá a limitar o número de linhas a serem mostradas através do uso da cláusula WHERE. A cláusula WHERE especifica o critério usado para selecionar as linhas de uma tabela. Componentes da cláusula WHERE A cláusula WHERE é composta de dois componentes. Sintaxe : WHERE condição - A palavra WHERE - Uma condição de busca

22 Pág.: 22/48 Formas para comparar valores Você pode usar estes operadores para comparar valores. Operador de Comparação Significado = Igual <>,!= Diferente > Maior que < Menor que >= Maior ou Igual <= Menor ou igual Você pode usar ainda esta outras palavras para comparar valores Palavra Significado IS NULL Verifica se o valor é nulo (NULL) BETWEEN Verifica o valor dentro de um intervalo IN Verifica o valor dentro de uma lista LIKE Verifica colunas baseado em uma combinação de caracteres Exemplos 1) SELECT nome_emp,salario WHERE cod_dept = ) SELECT nome_emp,salario WHERE salario > ) SELECT nome_emp,salario WHERE salario >= ) SELECT nome_emp,salario WHERE salario <= ) SELECT nome_emp,salario WHERE NOT salario = 5000 (ou salario <> 5000 )

23 Pág.: 23/48 6) SELECT nome_emp,salario WHERE salario IS NULL 7) SELECT nome_emp,salario WHERE salario IS NOT NULL 8) SELECT nome_emp,salario WHERE salario BETWEEN 5000 AND ) SELECT nome_emp,salario WHERE salario NOT BETWEEN 5000 and ) SELECT nome_emp,salario WHERE salario IN (1200, 1500) 11) SELECT nome_emp WHERE nome_emp IN ('JOÃO','MARIA') 12) SELECT nome_emp WHERE nome_emp LIKE 'J%' 13) SELECT nome_emp WHERE nome_emp LIKE '%O' 14) SELECT nome_emp WHERE nome_emp LIKE '%O%' 15) SELECT nome_emp FROM nome_emp LIKE '_A%' 16) SELECT nome_emp WHERE NOT LIKE 'J%'

24 Pág.: 24/48 Usando valores calculados na cláusula WHERE Você pode usar uma expressão aritmética para calcular um valor para uma condição de busca. SELECT nome_emp,salario WHERE salario * 1.30 > 1800 Combinando condições (OR e AND) Você pode combinar condições através do uso do AND e OR. Exemplos 1) SELECT nome_emp WHERE salario > 1000 AND cod_dept = ) SELECT nome_emp WHERE salario > 1000 OR cod_dept = ) SELECT nome_emp WHERE salario > 1000 AND cod_dept = 5100 OR nome_emp = 'MARIA'

25 Pág.: 25/48 SINGLE-ROW FUNCTIONS O que é uma single-row function? São funções que operam em um único registro e retornam um único resultado por registro. Há diferentes tipos de single-row functions. Segue abaixo as principais : - Character - Number - Date - Conversion CHARACTER FUNCTIONS Segue abaixo as principais funções para manipulação de caracteres. FUNCTIONS LOWER( ) UPPER( ) INITCAP( ) CONCAT( collumn1, collumn2) SUBSTR (collumn1, m [,n]) LENGTH( ) INSTR(column, m) LPAD (column, n, 'string') RPAD (column, n, 'string') LTRIM ( ) TRIM( ) Exemplos FUNCTIONS RESULTADO LOWER ('Teste de Funções') teste de funções UPPER ('Teste de Funções') TESTE DE FUNÇÕES INITCAP ('Teste de Funções') Teste De Funções CONCAT ('Teste de ','Funções') Teste de Funções INSTR ('Teste','s') 3 SUBSTR ('Teste de Funções',10,7) Funções LPAD ('Teste',10,'*') *****TESTE RPAD ('Teste,10,'*') TESTE***** LTRIM (' Teste') Teste RTRIM ('Teste ') Teste TRIM (' Teste ') Teste

26 Pág.: 26/48 NUMBER FUNCTIONS Segue abaixo as principais funções para manipulação de números. FUNCTIONS ROUND (column,n) TRUNC(column,n ) MOD(m,n) POWER (m,n) SIGN (m) OBJETIVO Arredonda a coluna para n casas decimais. Se n não é informado, arredonda para inteiro. Trunca a coluna para n casas decimais. Se n é omitido, trunca para um numero inteiro. Retorna o resta da divisão Eleva m sobre n Retorna -1 se m é negativo, 1 de m é positivo e 0 se é 0 Exemplos FUNCTIONS RESULTADO ROUND (5.678,2) 5.68 ROUND (5.674,2) 5.67 ROUND (5.674) 6 ROUND ( ,-2) 26 TRUNC(5.678,2) 5.67 TRUNC(5.678) 5 MOD(1250,500) 250 POWER (2,3) 8 SIGN (-100) -1 SIGN (100) 1 SIGN (0) 0 DATE FUNCTIONS O ORACLE armazena datas em interno numérico formado : Século, ano, mês, dia hora, minutos e segundos. Segue abaixo alguma operações que podemos realizar com campos do tipo date. Operação Resultado Descrição Date + Number Date Adiciona o numero de dias da data Date Number Date Subtrai um numero de dias da data Date Date Number Retorna o intervalo de dias entre as duas datas Date + Number/24 Date Adiciona o número de horas na data

27 Pág.: 27/48 Segue abaixo algumas funções disponibilizadas pelo ORACLE. FUNCTIONS MONTHS_BETWEEN(date1,date2) ADD_MONTHS(date,n) NEXT_DAY(date,char) LAST_DAY(date) ROUND (date[,'fmt']) TRUNC (date[,'fmt']) OBJETIVO Retorna o numero de meses entre duas datas Adiciona um numero de meses a uma data Retorna a próximo dia com base em uma data. Char significa o dia da semana. Retornar a próxima segunda feira : NEXT(SYSDATE,'MON') Retorna o ultimo dia do mês com base na data Arredonda uma data Trunca um data Exemplos Functions Resultado MONTHS_BETWEEN ('01-SEP-95','11-JAN-94') ADD_MONTHS ('11-JAN-94',6) '11-JUL-94' NEXT_DAY ('01-SEP-95','FRIDAY') '08-SEP-95' LAST_DAY ('01-SEP-95') '30-SEP-95' ROUND ('25-JUL-95','MONTH') '01-AUG-95' ROUND ('25-JUL-95','YEAR') '01-JAN-96' TRUNC ('25-JUL-95','MONTH') '01-JUL-95' TRUNC ('25-JUL-95','YEAR') '01-JAN-95' Funções de conversão outro. Segue abaixo as principais funções utilizadas para conversão de um tipo de dados para FUNÇÃO TO_CHAR(number date[,'fmt']) TO_NUMBER(char) TO_DATE(Char[,'fmt']) OBJETIVO Converte um number ou data para um varchar2 de acordo com o formado definido em fmt Converte um caracter para number Converte um caracter para date

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