Os ensaios de Michel de Montaigne ( ) é um clássico universal que inaugurou um novo gênero literário e está entre as obras fundadoras da

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Os ensaios de Michel de Montaigne (1533-1592) é um clássico universal que inaugurou um novo gênero literário e está entre as obras fundadoras da"

Transcrição

1 Os ensaios de Michel de Montaigne ( ) é um clássico universal que inaugurou um novo gênero literário e está entre as obras fundadoras da filosofia moderna. Apesar da profundidade da escrita do autor e de sua erudição, Os ensaios permanecem uma obra acessível e de leitura prazerosa, que conquista o leitor ao tratar de temas ainda atuais e de interesse geral, como a educação das crianças, o amor, o casamento, a guerra, o medo, a crueldade, a solidão, os vícios, a religião e a preparação para a morte. Não existe uma edição definitiva da obra de Montaigne, já que o autor revia seus ensaios à medida que os escrevia. A primeira versão dos Ensaios, de 1580, trazia apenas os livros I e II. Este volume inclui o livro III, tomando por base a edição póstuma da obra, publicada em 1595 e organizada por Marie de Gournay, jovem literata e admiradora de Montaigne. Os textos incluídos foram selecionados por M. A. Spreech, professor de Oxford e tradutor dos Ensaios para o inglês. Nascido em família abastada, Montaigne recebeu formação sólida e erudita. Foi alfabetizado em latim e chegou a prefeito de Bordeaux, cargo que já fora ocupado também por seu pai. Em 1571, aos 38 anos, retirou-se da vida pública para escrever sobre si mesmo e refletir sobre sua experiência íntima. Em seus devaneios, deixou-se levar pela investigação do assunto de que tratava, abordando os temas de maneira livre e digressiva, citando grandes autores da Antiguidade (como Platão, Sócrates, Aristóteles, Virgílio, Horácio, Cícero, Sêneca e Plutarco), do passado mais recente (como Santo Agostinho) e de seu tempo (como La Boétie, seu grande amigo). Apesar de Montaigne se apoiar em leituras de grandes clássicos da filosofia e abordar temas centrais para o entendimento da condição humana, seu pensamento não pode ser resumido a uma teoria ou sistematizado em linhas de força definidas. Para Erich Auerbach, que escreveu a introdução deste volume, o 1

2 ensaísta criou uma nova categoria social: o homem de letras ou, simplesmente, o escritor. Segundo Marcelo Coelho, antes que um pensamento, o que Montaigne oferece ao leitor é um modo de pensar. E para Otto Maria Carpeaux, o estilo do autor francês tem o encanto da conversa pessoal entre amigos. Em certo sentido, portanto, ele é, além de inventor do ensaio, um dos precursores da crônica. Como observa a tradutora para o português Rosa Freire D Aguiar, esta edição procura conciliar o respeito ao original com a legibilidade para um leitor de hoje, apresentando-lhe uma versão cuja fluência, longe de banalizar a obra, o leve ao prazer da leitura de Os ensaios. 1. Por meios diversos se chega ao mesmo fim, inspirado em acontecimentos históricos, trata da guerra para chegar a maior compreensão do comportamento humano em situações de combate e de perigo. Quais são as duas maneiras, definidas por Montaigne, de tentar evitar a vingança dos inimigos? O que o exemplo contraditório de Alexandre, o Grande, permite ao autor? Segundo o autor, os homens têm duas formas de tentar amolecer os corações dos inimigos quando são derrotados e, assim, evitar a vingança. Uma delas é a submissão, para suscitar a comiseração e a piedade. Para Montaigne, fazer uso da compaixão é próprio da afabilidade, da complacência e da frouxidão das naturezas mais fracas, das mulheres, das crianças e do povo. Por outro lado, o autor reconhece que meios totalmente contrários podem levar ao mesmo efeito, como a bravura, a constância e a resolução, isto é, a coragem e o orgulho, virtudes da honra e do vigor másculo. Alexandre, o Grande, como o próprio autor 2

3 admite, contraria seus primeiros exemplos, pois ao tomar a cidade de Gaza, ignorou a atitude obstinada e altiva de Bétis, mandando que perfurassem seus calcanhares, dilacerassem e desmembrassem seu corpo, arrastado por uma carroça. Com esse exemplo, Montaigne especula sobre a crueldade de Alexandre, o mais intrépido dos homens : Seria porque a força da coragem lhe fosse tão natural e comum que, por não mais admirá-la, a respeitava menos? Ou porque a considerasse tão propriamente sua que, em tal grau, não conseguiu suportar vê-la em outro sem o despeito de uma paixão invejosa? Ou porque a impetuosidade natural de sua cólera fosse incapaz de aceitar uma oposição?. 2. O texto Sobre a ociosidade foi um dos primeiros capítulos escritos por Montaigne e está na origem do projeto de Os ensaios. Como o ócio poderia favorecer a produção da escrita e as reflexões literárias? Montaigne diz que o espírito precisa estar ocupado e empenhado em certos assuntos que o contenham e o delimitem, pois do contrário ele foge ao controle e fica desregrado, ao sabor do vago campo das imaginações. A alma, sem objetivo, se perde. Foi o que aconteceu com o autor quando se recolheu e ficou em plena ociosidade. Para que o espírito não ficasse sem rumo e engendrasse quimeras e monstros, Montaigne diz ter se decidido a assentá-los num rol, isto é, sistematizar e dar ordem às suas preocupações e elucubrações. 3. De que maneira Montaigne entende o medo? Quais são os exemplos que o autor fornece de situações em que este se torna um sentimento favorável? Montaigne descreve o medo como uma estranha emoção, que tira o julgamento de seu estado normal, 3

4 um sentimento terrível que supera em violência todos os outros infortúnios. Mas o medo pode levar à loucura ou transformar. Por isso, Montaigne o entende como um estado ambíguo: por um lado, dá asas aos pés, mobilizando-nos para a ação; por outro, nos paralisa. 4. O que é o terror pânico, descrito ao final do ensaio Sobre o medo? É um tipo de medo que os gregos acreditavam vir de um impulso celeste e sem causa aparente, que atingia povos e exércitos inteiros. O autor dá como exemplo o desespero coletivo que levou Cartago a uma terrível desolação: ouviam-se gritos e vozes apavoradas, habitantes saíam de suas casas, alarmados, atacavamse, feriam e matavam uns aos outros, como se fossem inimigos. A esses terrores pânicos enviados por vontade divina, era necessário contrapor orações e sacrifícios, a fim de aplacar a ira dos deuses. 5. No ensaio Que filosofar é aprender a morrer, Montaigne desenvolve a ideia de que é interessante ter uma morte premeditada (sobre a qual se medita previamente). O que é morrer bem, para o autor? Montaigne começa o ensaio citando o orador romano Cícero, que dizia que filosofar é preparar-se para a morte. O estudo e a contemplação teriam a capacidade de retirar a alma do nosso corpo e assim proporcionar um certo aprendizado para a morte. Dessa forma, aprendemos a não ter medo de morrer e percebemos que os grandes objetivos da vida são o prazer, a volúpia e a virtude. As meditações do autor sobre a morte se revelam, então, um exercício especulativo sobre a arte de viver bem. Para ele, o remédio do vulgo, isto é, das pessoas comuns, é não pensar na morte; mas Montaigne defende que é preciso preparar-se, acostumar-se com ela. O autor também 4

5 faz com isso o elogio do trabalho, pois nascemos para agir. Diz que gostaria que a vida se prolongasse e que a última hora lhe fosse encontrar em atividade, despreocupado com a morte. 6. Em Sobre a educação das crianças, Montaigne fala sobre a própria formação e aborda a escolha da melhor forma de educar. Quais são as principais ideias dele a respeito da educação e do modelo educacional de sua época? Ao recapitular sua formação livre e vasta ( de cada coisa um pouco, de profundo, nada, à francesa ), Montaigne faz um elogio do conhecimento, mas de uma forma que privilegie não a erudição desmedida, mas a inteligência e o aprendizado dos costumes. O autor estende essas observações ao modelo de educação nobre vigente à época, que incluía a figura do preceptor. Para Montaigne, o processo de aprendizado é uma via de mão dupla, em que professor e alunos ensinam uns aos outros continuamente. A esse respeito, ele dá o exemplo de Sócrates, que ouvia seus discípulos, para só depois lhes falar. O preceptor deveria apresentar ao aluno uma grande diversidade de julgamentos e opiniões, para que este, assim, pudesse meditar, escolher o ponto de vista com o qual tivesse afinidade e começasse a pensar por conta própria. É por isso que Montaigne considera a dúvida algo precioso para o processo de aprendizado. Para ele, é possível ser sábio sem ser arrogante. O autor valoriza, portanto, um conhecimento apaixonado, especulativo e singular ao mesmo tempo que universal, que não se restrinja ao currículo escolar, incluindo também a poesia, a filosofia, os exercícios físicos e o aperfeiçoamento dos costumes. 7. O autor aborda a religião em alguns dos ensaios, como É loucura atribuir o verdadeiro e o falso à 5

6 nossa competência, Que é preciso prudência para se meter a julgar os decretos divinos e Sobre as orações. Qual era a crença religiosa de Montaigne e de que maneira ele expressa o hábito das pessoas em opinar sobre o desconhecido? Montaigne era católico e acreditava que a autoridade da Igreja Católica Romana era inconteste, mas não acreditava na credulidade cega nem, tampouco, na arrogância de saber o que era verdadeiro e o que era falso ou, ainda, na presunção de conhecer os desígnios de Deus. O autor diz que as coisas desconhecidas são o campo da impostura, o assunto em que as pessoas opinam com a maior falta de embasamento: Em nada se crê tão firmemente como naquilo que menos se sabe. A ignorância e a presunção permitem que prospere todo o tipo de vigaristas, como alquimistas, especialistas em prognósticos, astrólogos, quiromantes e até médicos. Montaigne se pergunta quem é o homem que pode conhecer os desígnios de Deus. Segundo ele, Deus é quem rege as fortunas e os infortúnios deste mundo, os manejando e aplicando segundo suas intenções ocultas; se enganam aqueles que querem se aproveitar disso por meio da razão, afinal, qual é o homem que pode conhecer os desígnios de Deus?. 8. Qual a posição do autor sobre as orações? Montaigne diz preferir o padre-nosso a todas as demais orações e que só deveríamos recorrer às preces quando necessário, não por hábito e costume, pois afinal Deus favorece-nos de acordo com a Sua justiça e não segundo nossos pedidos. 9. Por que Montaigne valoriza a solidão? O homem, segundo o autor, é tanto sociável quanto insociável, mas ele considera a solidão melhor. Ela é proveitosa e necessária porque conduz à contemplação, 6

7 ao desenvolvimento pessoal e à sabedoria. Além disso, como não é fácil encontrar um homem bom e sábio, viver na multidão levaria o indivíduo a correr perigo de contágio moral. Montaigne reconhece, porém, que mesmo sozinhos não somos de todo livres, pois levamos nossos grilhões junto conosco. 10. O ensaio Sobre os canibais, a respeito dos índios tupinambás, é uma investigação acerca da alteridade, isto é, da maneira com que percebemos e entendemos aquele que é diferente de nós. O que Montaigne diz sobre os índios a esse respeito? O autor questiona a opinião corrente de que aqueles que são diferentes são bárbaros ou selvagens. Para Montaigne, não há nada de bárbaro e de selvagem nessa nova nação, o Brasil, a não ser que cada um chame de barbárie o que não for seu próprio costume. Para ele, o problema é não termos outro critério de verdade e de razão além das opiniões e costumes do país em que estamos. No entanto, sua concepção não é exatamente precursora do bom selvagem que Rousseau definirá posteriormente. Os índios são descritos no ensaio como sanguinários, cruéis, antropófagos e polígamos. Como tem uma visão universalizante sobre o comportamento dos índios, Montaigne conclui que, se eles são cruéis, nós também somos. 11. Além desse sentido moral e ético sobre a maneira com que seus conterrâneos encaravam os índios, Montaigne faz no ensaio Sobre os canibais uma rica descrição dos hábitos dos homens dessa nova nação, o Brasil. Quais são os aspectos da vida cotidiana dos índios descritos pelo autor? Montaigne comenta vários hábitos dos tupinambás, como a alimentação, as formas de moradia, o fato de dormirem em redes, os adornos corporais que usam para 7

8 a guerra e os rituais, as rivalidades com outras tribos, a ordem familiar, a posse de bens e os usos cerimoniais da antropofagia. O final do ensaio é um bom exemplo da ironia do escritor. Depois de fazer a defesa dos costumes dos índios, da igualdade verificada entre eles e da concepção de honra e liderança do selvagens, ironizando o preconceito contra a nudez e demais costumes indígenas, arremata: Tudo isso não é tão mau assim: mas ora! eles não usam calças. 12. Apesar de considerar a embriaguez um vício grosseiro e brutal, que destrói o espírito e entorpece o corpo, Montaigne considera a bebida um vício que custa menos à consciência do que outros. Assim, admite o gosto pelo vinho e sua utilização como acompanhamento às refeições. Para ele, como deve ser o paladar do bom bebedor? Para ser um bom bebedor, não se deve ter gosto refinado, é preciso fugir da delicadeza do paladar e de uma seleção cuidadosa do vinho, pois, se nos acostumamos ao prazer de beber um bom vinho, necessariamente iremos nos deparar com o desprazer de beber os vinhos ruins. É preciso, portanto, conservar o gosto mais despretensioso e mais livre. A melhor maneira de apreciar o vinho é com a comida, pois esta o completa. Segundo Montaigne, o deus do vinho, Dioniso, devolve aos homens a alegria e restitui a juventude aos velhos, fornece temperança à alma e saúde ao corpo. 13. No ensaio Sobre a afeição dos pais pelos filhos, Montaigne reflete sobre o amor, o casamento, o testamento e as relações econômicas e afetivas entre genitores e descendentes. Para ele, o amor dos pais pelos filhos é maior ou menor que dos filhos pelos pais? Quais são os filhos da alma de que fala o ensaio? 8

9 O amor dos pais pelos filhos é maior que o dos filhos pelos pais. Para Montaigne, se existe uma lei realmente natural além da autopreservação, tanto nos animais quanto nos homens, é o amor que o procriador dedica à sua progenitura. Em sentido inverso, diz ele, o amor dos filhos pelos pais não é tão grande. Os filhos que geramos pela alma, segundo o autor, são os livros e as obras literárias, que Montaigne considera, muitas vezes, mais importantes que os filhos naturais. O autor cita Aristóteles, para quem de todos os operários o poeta é o mais apaixonado por sua obra. Além dos livros, Montaigne arrola entre os filhos as façanhas de guerra, como as de Epaminondas, Alexandre e César, e as obras de arte, como as esculturas de Fídias. 14. O último ensaio do livro, Sobre a experiência, retoma as reflexões sobre o aprendizado e o conhecimento e é uma espécie de testamento intelectual. Montaigne começa o texto aludindo a Aristóteles e revisita seu pensamento. Qual é aqui a posição de Montaigne sobre a diversidade de opiniões e julgamentos? O ensaio tem início com a frase Não há desejo mais natural que o desejo de conhecimento, tomada a Aristóteles. A partir daí, Montaigne expõe as dificuldades que a diversidade de leis, julgamentos e opiniões apresentam aos homens, para observar que tantas interpretações dissipam a verdade e a quebram. Como é impossível encontrar duas opiniões iguais em homens diversos (e até no mesmo homem, em horas diferentes), o mais prudente é valorizar a própria experiência e o exame de si mesmo. No entanto, Montaigne reafirma a necessidade e o prazer da busca incessante de conhecimento: É sinal de estreiteza quando o espírito se satisfaz: ou sinal de lassidão. Nenhum espírito poderoso se detém em si mesmo. Sempre se empenha em ir mais longe e vai além de suas 9

10 forças. Seus impulsos vão além de seus feitos. Se não avança e não se apressa, e não se força e não se choca e se revira, só está vivo pela metade. Suas buscas não têm término nem forma. Seu alimento é o espanto, a caça, a incerteza. Como declarava Apolo, falando sempre conosco de forma ambígua, obscura e oblíqua: não nos saciando mas nos divertindo e nos ocupando. Leituras recomendadas O eu nos ensaios de Montaigne. Telma de Souza Birchal. Belo Horizonte, UFMG, Montaigne. Peter Burke. São Paulo, Loyola, História da literatura universal, vol. 2. Otto Maria Carpeaux. Rio de Janeiro, Alhambra, Folha explica Montaigne. Marcelo Coelho. São Paulo, Publifolha, A vaidade de Montaigne. Luiz Antonio Alves Eva. São Paulo, Discurso Editorial, Montaigne a cavalo. Jean Lacouture. Rio de Janeiro, Record, Limites da voz: Montaigne, Schlegel, Kafka. Luiz Costa Lima. Rio de Janeiro, Topbooks, Montaigne em movimento. Jean Starobinski. São Paulo, Companhia das Letras,

Márcio Ronaldo de Assis 1

Márcio Ronaldo de Assis 1 1 A JUSTIÇA COMO COMPLETUDE DA VIRTUDE Márcio Ronaldo de Assis 1 Orientação: Prof. Dr. Juscelino Silva As virtudes éticas derivam em nós do hábito: pela natureza, somos potencialmente capazes de formá-los

Leia mais

Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles. Profa. Ms. Luciana Codognoto

Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles. Profa. Ms. Luciana Codognoto Filosofia na Antiguidade Clássica Sócrates, Platão e Aristóteles Profa. Ms. Luciana Codognoto Períodos da Filosofia Grega 1- Período pré-socrático: (VII e VI a.c): início do processo de desligamento entre

Leia mais

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) -

Questão (1) - Questão (2) - A origem da palavra FILOSOFIA é: Questão (3) - EXERCICÍOS DE FILOSOFIA I O QUE É FILOSOFIA, ETIMOLOGIA, ONDE SURGIU, QUANDO, PARA QUE SERVE.( 1º ASSUNTO ) Questão (1) - Analise os itens abaixo e marque a alternativa CORRETA em relação ao significado

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

RESOLUÇÕES DE QUESTÕES SÓCRATES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFESSOR DANILO BORGES

RESOLUÇÕES DE QUESTÕES SÓCRATES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFESSOR DANILO BORGES RESOLUÇÕES DE QUESTÕES SÓCRATES 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II PROFESSOR DANILO BORGES 1. (Unicamp 2013) A sabedoria de Sócrates, filósofo ateniense que viveu no século V a.c., encontra o seu ponto de partida

Leia mais

VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE

VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE VIVER ALÉM DA RELIGIOSIDADE É Preciso saber Viver Interpretando A vida na perspectiva da Espiritualidade Cristã Quem espera que a vida seja feita de ilusão Pode até ficar maluco ou morrer na solidão É

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica.

PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. António Mora PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. PROLEGÓMENOS Uma corrente literária não passa de uma metafísica. Uma metafísica é um modo de sentir as coisas esse modo de

Leia mais

Motivação para a. Virtude do Bem Comum. AINOR LOTÉRIO Eng.agr, M.Sc em Gestão de Políticas Públicas www.ainor.com.br

Motivação para a. Virtude do Bem Comum. AINOR LOTÉRIO Eng.agr, M.Sc em Gestão de Políticas Públicas www.ainor.com.br Motivação para a AINOR LOTÉRIO Eng.agr, M.Sc em Gestão de Políticas Públicas www.ainor.com.br E-mail: contato@ainor.com.br (47)3365-0264; (47)99675010 (47) 97772863 Virtude do Bem Comum Escola de Governo

Leia mais

1ª Série do Ensino Médio/ 2 Trimestre SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES

1ª Série do Ensino Médio/ 2 Trimestre SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES Sem limite para crescer! Resumo das aulas de Filosofia 1ª Série do Ensino Médio/ 2 Trimestre SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES Esses três filósofos foram os inauguradores da filosofia ocidental como a que

Leia mais

Palestrante: José Nazareno Nogueira Lima Advogado, Diretor -Tesoureiro da OAB/PA, Consultor da ALEPA

Palestrante: José Nazareno Nogueira Lima Advogado, Diretor -Tesoureiro da OAB/PA, Consultor da ALEPA A ÉTICA NA POLÍTICA Palestrante: Advogado, Diretor -Tesoureiro da OAB/PA, Consultor da ALEPA A origem da palavra ÉTICA Ética vem do grego ethos, que quer dizer o modo de ser, o caráter. Os romanos traduziram

Leia mais

OPÚSCULO SOBRE O MODO DE APRENDER E DE MEDITAR

OPÚSCULO SOBRE O MODO DE APRENDER E DE MEDITAR Hugo de S. Vitor OPÚSCULO SOBRE O MODO DE APRENDER E DE MEDITAR A humildade é necessária ao que deseja aprender. A humildade é o princípio do aprendizado, e sobre ela, muita coisa tendo sido escrita, as

Leia mais

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação

1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação 1 1ª. Apostila de Filosofia O que é Filosofia? Para que a Filosofia? A atitude filosófica. Apresentação O objetivo principal de Introdução Filosofia é despertar no aluno a percepção que a análise, reflexão

Leia mais

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos.

É verdade que só começo um livro quando descubro uma pluma branca. Isso é um ritual que me impus apesar se só escrever uma vez cada dois anos. 1) Como está sendo a expectativa do escritor no lançamento do livro Ser como um rio que flui? Ele foi lançado em 2006 mas ainda não tinha sido publicado na língua portuguesa, a espera do livro pelos fãs

Leia mais

Através das mudanças políticas e sociais que muda a visão européia que possibilitou esse momento de revolução. Na França as letras juntou-se a arte

Através das mudanças políticas e sociais que muda a visão européia que possibilitou esse momento de revolução. Na França as letras juntou-se a arte UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA ÉTICA E CONTEMPORANEIDADE PROFESSOR ANTÔNIO CÉSAR ACADÊMICA RITA MÁRCIA AMPARO MACEDO Texto sobre o Discurso

Leia mais

Você se lembra das três palavras abordadas na lição anterior: Revelação, inspiração e iluminação?

Você se lembra das três palavras abordadas na lição anterior: Revelação, inspiração e iluminação? A BÍBLIA Parte 2 Objetivo para mudança de vida: Dar ao estudante um senso profundo e duradouro de confiança em sua capacidade de entender a Bíblia. Capacidade esta que lhe foi dada por Deus. Você se lembra

Leia mais

JÓ Lição 05. 1. Objetivos: Jô dependeu de Deus com fé; as dificuldades dele o deu força e o ajudou a ficar mais perto de Deus.

JÓ Lição 05. 1. Objetivos: Jô dependeu de Deus com fé; as dificuldades dele o deu força e o ajudou a ficar mais perto de Deus. JÓ Lição 05 1 1. Objetivos: Jô dependeu de Deus com fé; as dificuldades dele o deu força e o ajudou a ficar mais perto de Deus. 2. Lição Bíblica: Jô 1 a 42 (Base bíblica para a história e o professor)

Leia mais

Vós sois deuses, pois brilhe a vossa a luz! Jesus

Vós sois deuses, pois brilhe a vossa a luz! Jesus CURSO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO E ESPIRITUAL DESCUBRA A ASSINATURA DE SUAS FORÇAS ESPIRITUAIS Test Viacharacter AVE CRISTO BIRIGUI-SP Jul 2015 Vós sois deuses, pois brilhe a vossa a luz! Jesus I SABER

Leia mais

Páscoa do Senhor de 2015 Missa do Dia.

Páscoa do Senhor de 2015 Missa do Dia. Páscoa do Senhor de 2015 Missa do Dia. Caríssimos Irmãos e Irmãs: Assim que Maria Madalena vira o túmulo vazio, correu à Jerusalém atrás de Pedro e João. Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde

Leia mais

Anotacões. 1 - ANOTAÇÕES PARA FACILITAR A COMPREENSÃO(a) DOS EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS QUE SE SEGUEM, E PARA AJUDAR TANTO QUEM OS DÁ COMO QUEM OS RECEBE

Anotacões. 1 - ANOTAÇÕES PARA FACILITAR A COMPREENSÃO(a) DOS EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS QUE SE SEGUEM, E PARA AJUDAR TANTO QUEM OS DÁ COMO QUEM OS RECEBE 1 - ANOTAÇÕES PARA FACILITAR A COMPREENSÃO(a) DOS EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS QUE SE SEGUEM, E PARA AJUDAR TANTO QUEM OS DÁ COMO QUEM OS RECEBE 1ª Anotação.(001) Por esta expressão, Exercícios Espirituais,

Leia mais

LEI DE JUSTIÇA, AMOR E CARIDADE

LEI DE JUSTIÇA, AMOR E CARIDADE CAPÍTULO 11 LEI DE JUSTIÇA, AMOR E CARIDADE Justiça e direitos naturais Direito de propriedade. Roubo Caridade e amor ao próximo Amor maternal e filial JUSTIÇA E DIREITOS NATURAIS 873 O sentimento de justiça

Leia mais

3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas. Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão

3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas. Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão 3º ano Filosofia Teorias do conhecimento Prof. Gilmar Dantas Aula 4 Platão e o mundo das ideias ou A teoria do conhecimento em Platão ACADEMIA DE PLATÃO. Rafael, 1510 afresco, Vaticano. I-Revisão brevíssima

Leia mais

Padrão de respostas às questões discursivas

Padrão de respostas às questões discursivas Padrão de respostas às questões discursivas A seguir encontram-se as questões das provas discursivas da 2ª ETAPA do Vestibular UFF 2011, acompanhadas das respostas esperadas pelas bancas. - Grupo L 1 a

Leia mais

ARISTÓTELES. Metafísica, Livro I, cap. I. Tradução de Vinzenzo Cocco. São Paulo: Abril Cultural, 1979. p. 11.

ARISTÓTELES. Metafísica, Livro I, cap. I. Tradução de Vinzenzo Cocco. São Paulo: Abril Cultural, 1979. p. 11. Questão 01 Leia este trecho: Com efeito, ter a noção de que a Cálias, atingido de tal doença, tal remédio deu alívio, e a Sócrates também, e, da mesma maneira, a outros tomados singularmente, é da experiência;

Leia mais

CONSELHO INTERACÇÃO. Declaração Universal dos Deveres do Homem. Setembro de 1997. Criado em 1983. InterAction Council

CONSELHO INTERACÇÃO. Declaração Universal dos Deveres do Homem. Setembro de 1997. Criado em 1983. InterAction Council CONSELHO INTERACÇÃO Criado em 1983 Declaração Universal dos Deveres do Homem Setembro de 1997 InterAction Council Declaração Universal dos Deveres do Homem Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

O SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS

O SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS O SUJEITO DOS DIREITOS HUMANOS Marconi Pequeno * * Pós-doutor em Filosofia pela Universidade de Montreal. Docente do Programa de Pós-Graduação em Filosofia e membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos

Leia mais

Assim como revelado ao Mensageiro de Deus, Marshall Vian Summers em 14 de abril de 2011 em Boulder, Colorado, E.U.A.

Assim como revelado ao Mensageiro de Deus, Marshall Vian Summers em 14 de abril de 2011 em Boulder, Colorado, E.U.A. A Voz da Revelação Assim como revelado ao Mensageiro de Deus, Marshall Vian Summers em 14 de abril de 2011 em Boulder, Colorado, E.U.A. Hoje nós falaremos sobre a Voz da Revelação. A Voz que você está

Leia mais

Curso OAM Turma 6 Módulo 2 1º Semestre 2015. LEI DIVINA ou NATURAL e LEI DE ADORAÇÃO

Curso OAM Turma 6 Módulo 2 1º Semestre 2015. LEI DIVINA ou NATURAL e LEI DE ADORAÇÃO Curso OAM Turma 6 Módulo 2 1º Semestre 2015 LEI DIVINA ou NATURAL e LEI DE ADORAÇÃO José Aparecido 18.03.2015 CURSO DOUTRINARIO OAM Turma 6 Módulo 2 1º Semestre 2015 Aulas Curso Doutrinário OAM Turma 6

Leia mais

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE)

FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) FILOSOFIA CLÁSSICA: SÓCRATES E PLATÃO (3ª SÉRIE) SÓCRATES (469-399 a.c.) CONTRA OS SOFISTAS Sofistas não são filósofos: não têm amor pela sabedoria e nem respeito pela verdade. Ensinavam a defender o que

Leia mais

DEPARTAMENTO DE LETRAS

DEPARTAMENTO DE LETRAS DEPARTAMENTO DE LETRAS UM BREVE COMENTÁRIO SOBRE OS RELATOS DE VIAGENS E AS CITAÇÕES NA OBRA OS ENSAIOS, DE MICHEL DE MONTAIGNE Antonio Carlos Lopes Petean (UFOP) acpetean@yahoo.com.br Michel de Montaigne

Leia mais

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa.

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Encontro com a Palavra Agosto/2011 Mês de setembro, mês da Bíblia 1 encontro Nosso Deus se revela Leitura Bíblica: Gn. 12, 1-4 A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Boas

Leia mais

OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS

OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS O LIVRO DOS ESPÍRITOS CAPÍTULO 10 OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS 558 Os Espíritos fazem outra coisa além de se aperfeiçoar individualmente? Eles concorrem para a harmonia do universo ao executar os

Leia mais

5. Autoconsciência e conhecimento humano de Jesus

5. Autoconsciência e conhecimento humano de Jesus 5. Autoconsciência e conhecimento humano de Jesus Através do estudo dos evangelhos é possível captar elementos importantes da psicologia de Jesus. É possível conjeturar como Jesus se autocompreendia. Especialmente

Leia mais

Curso Bíblico. Lição 5. Restituição & Perdão

Curso Bíblico. Lição 5. Restituição & Perdão Curso Bíblico Lição 5 Curso Bíblico Para Novos Discípulos de Jesus Cristo Devemos a ndar de tal forma que sejamos dignos de ser chamados discípulos de Jesus. Restituição & Perdão No Antigo Testamento,

Leia mais

VALORES CULTURAIS (INDÍGENAS) KAINGANG

VALORES CULTURAIS (INDÍGENAS) KAINGANG VALORES CULTURAIS (INDÍGENAS) KAINGANG Um cacique kaingang, meu amigo, me escreveu pedindo sugestões para desenvolver, no Dia do Índio, o seguinte tema em uma palestra: "Os Valores Culturais da Etnia Kaingáng".

Leia mais

A ÉTICA DAS VIRTUDES. A ética e a moral: origem da ética As ideias de Sócrates/Platão. Prof. Dr. Idalgo J. Sangalli (UCS) 2011

A ÉTICA DAS VIRTUDES. A ética e a moral: origem da ética As ideias de Sócrates/Platão. Prof. Dr. Idalgo J. Sangalli (UCS) 2011 A ÉTICA DAS VIRTUDES A ética e a moral: origem da ética As ideias de Sócrates/Platão Prof. Dr. Idalgo J. Sangalli (UCS) 2011 ETHOS Significado original do termo ETHOS na língua grega usual: morada ou abrigo

Leia mais

Filosofia Clássica Sócrates: A mosca da madeira; O moral; A maiêutica; A dialética; A negação socrática do conhecimento; O julgamento Filosofia Clássica Platão: O mito da caverna; A república (teoria do

Leia mais

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750 John Locke (1632-1704) Biografia Estudou na Westminster School; Na Universidade de Oxford obteve o diploma de médico; Entre 1675 e 1679 esteve na França onde estudou Descartes (1596-1650); Na Holanda escreveu

Leia mais

(A) Regionalismo (caráter da literatura que se baseia em costumes e tradições regionais).

(A) Regionalismo (caráter da literatura que se baseia em costumes e tradições regionais). ENEM 2002 Comer com as mãos era um hábito comum na Europa, no século XVI. A técnica empregada pelo índio no Brasil e por um português de Portugal era, aliás, a mesma: apanhavam o alimento com três dedos

Leia mais

U m h o m e m q u e v i v e u c o m o e x e m p l o r e a l d e t u d o a q u i l o q u e t r a n s m i t i u e m s u a s m e n s a g e n s...

U m h o m e m q u e v i v e u c o m o e x e m p l o r e a l d e t u d o a q u i l o q u e t r a n s m i t i u e m s u a s m e n s a g e n s... U m h o m e m q u e v i v e u c o m o e x e m p l o r e a l d e t u d o a q u i l o q u e t r a n s m i t i u e m s u a s m e n s a g e n s... Aqui não estão as mensagens mediúnicas, mas algumas palavras

Leia mais

PLATÃO E SOCRÁTES: LEITURAS PARADOXAIS

PLATÃO E SOCRÁTES: LEITURAS PARADOXAIS PLATÃO E SOCRÁTES: LEITURAS PARADOXAIS Alan Rafael Valente (G-CCHE-UENP/CJ) Douglas Felipe Bianconi (G-CCHE-UENP/CJ) Gabriel Arcanjo Brianese (G-CCHE-UENP/CJ) Samantha Cristina Macedo Périco (G-CCHE-UENP/CJ)

Leia mais

EDUCAÇÃO RELIGIOSA 7º ANO 17B, C

EDUCAÇÃO RELIGIOSA 7º ANO 17B, C EDUCAÇÃO RELIGIOSA 7º ANO 17B, C CONTEÚDOS DO EXAME Líderes religiosos, Motivação e Liderança Convivência com o grupo; Amizade e sentido de grupo Os projetos Solidários; O que é um projeto? Olhares sobre

Leia mais

MENSAGEM DOS PRESIDENTES MASTER 2015

MENSAGEM DOS PRESIDENTES MASTER 2015 MENSAGEM DOS PRESIDENTES MASTER 2015 RL: Rodrigo Luna CB: Claudio Bernardes CB Senhoras e senhores. Sejam bem-vindos à solenidade de entrega do Master Imobiliário. É uma honra poder saudar nossos convidados

Leia mais

Curso de Discipulado

Curso de Discipulado cidadevoadora.com INTRODUÇÃO 2 Este curso é formado por duas partes sendo as quatro primeiras baseadas no evangelho de João e as quatro últimas em toda a bíblia, com assuntos específicos e muito relevantes

Leia mais

Alegoria da Caverna. Platão

Alegoria da Caverna. Platão Alegoria da Caverna Platão Imagina homens que vivem numa espécie de morada subterrânea em forma de caverna, que possui uma entrada que se abre em toda a largura da caverna para a luz; no interior dessa

Leia mais

Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena

Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena Associação Juinense de Educação Superior do Vale do Juruena Faculdade de Ciências Contábeis e Administração do Vale do Juruena Curso: Especialização em Psicopedagogia Módulo: Noções Fundamentais de Direito

Leia mais

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA ESPÍRITA E ESPIRITISMO

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA ESPÍRITA E ESPIRITISMO INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA 1 ESPÍRITA E ESPIRITISMO Para designar coisas novas, são necessárias palavras novas. A clareza de uma língua assim exige, a fim de evitar que uma mesma palavra

Leia mais

VI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO

VI ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO REFLEXÕES SOBRE O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE ACERCA DA EDUCAÇÃO Cristiane Silva Melo - UEM 1 Rosileide S. M. Florindo - UEM 2 Rosilene de Lima - UEM 3 RESUMO: Esta comunicação apresenta discussões acerca

Leia mais

Ser humano, sociedade e cultura

Ser humano, sociedade e cultura Ser humano, sociedade e cultura O ser humano somente vive em sociedade! Isolado nenhuma pessoa é capaz de sobreviver. Somos dependentes uns dos outros,e por isso, o ser humano se organiza em sociedade

Leia mais

161 FILOSOFIA Prova escrita

161 FILOSOFIA Prova escrita 161 FILOSOFIA Prova escrita PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Duração: 120 min Ano: 2014 1ª fase - Junho 10º/11º anos Grupo I Selecione a alternativa correta: 1. Uma não ação é algo que A. Nos acontece.

Leia mais

Centralidade da obra de Jesus Cristo

Centralidade da obra de Jesus Cristo Centralidade da obra de Jesus Cristo MÓDULO 3 3ª AULA AULA 3 MÓDULO 3 SALVAÇÃO EM CRISTO Jesus no Centro Por que deve ficar claro isso? Dá para evangelizar sem falar de Jesus? É possível partir de outro

Leia mais

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES

APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES APOSTILA DE FILOSOFIA E ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES 2º. Bimestre Capítulos: I Ética: noções e conceitos básicos II Processo de Decisão Ética III - Responsabilidade Social Apostila elaborada pela Profa. Ana

Leia mais

MÓDULO 5 O SENSO COMUM

MÓDULO 5 O SENSO COMUM MÓDULO 5 O SENSO COMUM Uma das principais metas de alguém que quer escrever boas redações é fugir do senso comum. Basicamente, o senso comum é um julgamento feito com base em ideias simples, ingênuas e,

Leia mais

Cap 1 A teoria e a prática da Educação. Ramiro Marques

Cap 1 A teoria e a prática da Educação. Ramiro Marques Cap 1 A teoria e a prática da Educação Ramiro Marques Aristóteles dedica um espaço importante de A Política ao tema da educação, preocupando-se com a discussão de vários assuntos: fim pacífico da Educação,

Leia mais

A Lei de Trabalho Elaboração: www.searadomestre.com.br João 5:17 Meu Pai trabalha até agora e eu também. LE 677. Por que provê a Natureza, por si mesma, a todas as necessidades dos animais? Tudo em a Natureza

Leia mais

ÉTICA APLICADA Ética e Moral

ÉTICA APLICADA Ética e Moral ÉTICA APLICADA Ética e Moral ÉTICA é o ramo da filosofia dedicado aos assuntos morais, é ciência que se ocupa do estudo do comportamento humano e investiga o sentido que o homem confere às suas ações.

Leia mais

LIVRO DOS APAIXONADOS. Dark Night

LIVRO DOS APAIXONADOS. Dark Night LIVRO DOS APAIXONADOS Dark Night Do ponto de vista Hermético, o que é o amor ou paixão. Traz uma abordagem compreensiva de forças e ações humanóide para leigos em magia. Sendo tradado o sentimento mais

Leia mais

A Liderança do Espírito

A Liderança do Espírito A Liderança do Espírito Autor : Andrew Murray Para muitos Cristãos a liderança do Espírito é considerada como uma sugestão de pensamentos para nossa orientação. Eles almejam e pedem por ela em vão. Quando

Leia mais

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ?

CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? CURITIBA 2011 CATHIANI MARA BELLÉ EM KANT, É POSSÍVEL O HOMEM RACIONAL SER FELIZ? Projeto de pesquisa apresentado à Universidade Federal

Leia mais

A PRUDÊNCIA EM ARISTÓTELES. Ramiro Marques

A PRUDÊNCIA EM ARISTÓTELES. Ramiro Marques A PRUDÊNCIA EM ARISTÓTELES Ramiro Marques A prudência é uma virtude do pensamento que é uma condição da virtude. Na Antiguidade Clássica e na Idade Média, era considerada uma das quatro virtudes cardinais,

Leia mais

A aventura de Descartes da dúvida à certeza Prof. João Borba Nov. De 2009

A aventura de Descartes da dúvida à certeza Prof. João Borba Nov. De 2009 A aventura de Descartes da dúvida à certeza Prof. João Borba Nov. De 2009 Descartes desenvolve sua filosofia tentando combater o ceticismo pirrônico do filósofo Montaigne. Por isso, o melhor modo de entendê-lo

Leia mais

Sumário. Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9. Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15. Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33

Sumário. Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9. Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15. Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33 1 a Edição Editora Sumário Motivo 1 A fé sem obras é morta - 9 Motivo 2 A Igreja é lugar de amor e serviço - 15 Motivo 3 O mundo tem fome de santidade - 33 Santos, Hugo Moreira, 1976-7 Motivos para fazer

Leia mais

AGOSTINHO, TEMPO E MEMÓRIA

AGOSTINHO, TEMPO E MEMÓRIA AGOSTINHO, TEMPO E MEMÓRIA Fábio de Araújo Aluno do Curso de Filosofia Universidade Mackenzie Introdução No decorrer da história da filosofia, muitos pensadores falaram e escreveram há cerca do tempo,

Leia mais

Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista.

Fui, não: fui e sou. Não mudei a esse respeito. Sou anarquista. Tínhamos acabado de jantar. Defronte de mim o meu amigo, o banqueiro, grande comerciante e açambarcador notável, fumava como quem não pensa. A conversa, que fora amortecendo, jazia morta entre nós. Procurei

Leia mais

Programa de Filosofia nos 6 e 7 anos

Programa de Filosofia nos 6 e 7 anos Escolas Europeias Bureau du Secrétaire général du Conseil Supérieur Unité pédagogique Referência: 1998-D-12-2 Orig.: FR Versão: PT Programa de Filosofia nos 6 e 7 anos Aprovado pelo Conselho Superior de

Leia mais

O que são Direitos Humanos?

O que são Direitos Humanos? O que são Direitos Humanos? Técnico comercial 4 (1º ano) Direitos Humanos são os direitos e liberdades básicas de todos os seres humanos. O principal objetivo dos Direitos Humanos é tratar cada indivíduo

Leia mais

Processo Seletivo 2011-2 Filosofia

Processo Seletivo 2011-2 Filosofia Filosofia 1) Gabarito Final sem distribuição de pontos - Questão 1 A) De acordo com o pensamento de Jean-Jacques Rousseau, o poder soberano é essencialmente do povo e o governo não é senão depositário

Leia mais

LEMA: EU VIM PARA SERVIR (Mc 10,45) TEMA: FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE

LEMA: EU VIM PARA SERVIR (Mc 10,45) TEMA: FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE LEMA: EU VIM PARA SERVIR (Mc 10,45) TEMA: FRATERNIDADE: IGREJA E SOCIEDADE Introdução A CF deste ano convida-nos a nos abrirmos para irmos ao encontro dos outros. A conversão a que somos chamados implica

Leia mais

ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 11 PRIMEIRA PARTE A RELAÇÃO CONSIGO MESMO. 1. AUTOCONHECIMENTO... 15 1.1 Processos... 16 1.2 Dificuldades...

ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 11 PRIMEIRA PARTE A RELAÇÃO CONSIGO MESMO. 1. AUTOCONHECIMENTO... 15 1.1 Processos... 16 1.2 Dificuldades... ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 11 PRIMEIRA PARTE A RELAÇÃO CONSIGO MESMO 1. AUTOCONHECIMENTO... 15 1.1 Processos... 16 1.2 Dificuldades... 19 2. AUTOESTIMA... 23 2.1 Autoaceitação... 24 2.2 Apreço por si... 26

Leia mais

12:00 Palestra: Jesus confia nos Jovens -Por isso entrega sua mãe - Telmo

12:00 Palestra: Jesus confia nos Jovens -Por isso entrega sua mãe - Telmo 2:00 Palestra: Jesus confia nos Jovens -Por isso entrega sua mãe - Telmo Amados de Deus, a paz de Jesus... Orei e pensei muito para que Jesus me usasse para poder neste dia iniciar esta pregação com a

Leia mais

CONCEPÇÃO DE HOMEM EM DO CONTRATO SOCIAL DE ROUSSEAU

CONCEPÇÃO DE HOMEM EM DO CONTRATO SOCIAL DE ROUSSEAU CONCEPÇÃO DE HOMEM EM DO CONTRATO SOCIAL DE ROUSSEAU Resumo: Este artigo tem como objetivo apresentar a concepção de homem na obra Do contrato social de Rousseau. O contrato de doação é o reflexo da complacência

Leia mais

PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE Disc. Sociologia / 1ª Série

PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE Disc. Sociologia / 1ª Série PROFª CLEIDIVAINE DA S. REZENDE Disc. Sociologia / 1ª Série 1 - DEFINIÇÃO Direitos e deveres civis, sociais e políticos usufruir dos direitos e o cumprimento das obrigações constituem-se no exercício da

Leia mais

Ética e felicidade. Aluna: Yasmine Victoria B. Hamaoui Orientador: Danilo Marcondes

Ética e felicidade. Aluna: Yasmine Victoria B. Hamaoui Orientador: Danilo Marcondes Ética e felicidade Aluna: Yasmine Victoria B. Hamaoui Orientador: Danilo Marcondes Introdução: Ética e Felicidade são dois temas que possuem grande relação e comparação ao longo da história da filosofia.

Leia mais

José Aerton Rodrigues da Silva

José Aerton Rodrigues da Silva José Aerton Rodrigues da Silva Redação fácil para o Enem concursos públicos civis e militares Nilópolis RJ 2014 Edição do autor p. 1 Revisão: José Aerton Capa: Roberta Dias Aerton, José, Redação fácil

Leia mais

Processo Seletivo/UFU - julho 2007-1ª Prova Comum FILOSOFIA QUESTÃO 01

Processo Seletivo/UFU - julho 2007-1ª Prova Comum FILOSOFIA QUESTÃO 01 FILOSOFIA QUESTÃO 01 Leia atentamente o seguinte verso do fragmento atribuído a Parmênides. Assim ou totalmente é necessário ser ou não. SIMPLÍCIO, Física, 114, 29, Os Pré-Socráticos. Coleção Os Pensadores.

Leia mais

A beleza persuade os olhos dos homens por si mesma, sem necessitar de um orador.

A beleza persuade os olhos dos homens por si mesma, sem necessitar de um orador. A beleza persuade os olhos dos homens por si mesma, sem necessitar de um orador. Algumas quedas servem para que nos levantemos mais felizes. A gratidão é o único tesouro dos humildes. A beleza atrai os

Leia mais

UMA VIDA DE PAZ, PACIÊNCIA E AMABILIDADE EM UM MUNDO HOSTIL.

UMA VIDA DE PAZ, PACIÊNCIA E AMABILIDADE EM UM MUNDO HOSTIL. UMA VIDA DE PAZ, PACIÊNCIA E AMABILIDADE EM UM MUNDO HOSTIL. Como sabemos o crescimento espiritual não acontece automaticamente, depende das escolhas certas e na cooperação com Deus no desenvolvimento

Leia mais

LIÇÃO 2 Informação Básica Sobre a Bíblia

LIÇÃO 2 Informação Básica Sobre a Bíblia LIÇÃO 2 Informação Básica Sobre a Bíblia A Bíblia é um livro para todo a espécie de pessoas novos e idosos, cultos e ignorantes, ricos e pobres. É um guia espiritual para ensinar as pessoas como ser-se

Leia mais

Os 25 segredos da luta espiritual que Jesus revelou a Santa Faustina

Os 25 segredos da luta espiritual que Jesus revelou a Santa Faustina Os 25 segredos da luta espiritual que Jesus revelou a Santa Faustina Como proteger-se dos ataques do demônio Em Cracóvia, no dia 2 de junho de 1938, o Senhor Jesus ditou a uma jovem Irmã da Misericórdia

Leia mais

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado.

O que é Ética? Uma pessoa que não segue a ética da sociedade a qual pertence é chamado de antiético, assim como o ato praticado. 1 O que é Ética? Definição de Ética O termo ética, deriva do grego ethos (caráter, modo de ser de uma pessoa). Ética é um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade.

Leia mais

LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS

LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS 1 LC 19_1-10 OS ENCONTROS DE JESUS ZAQUEU O HOMEM QUE QUERIA VER JESUS Lc 19 1 Jesus entrou em Jericó e estava atravessando a cidade. 2 Morava ali um homem rico, chamado Zaqueu, que era chefe dos cobradores

Leia mais

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM - XXXIII Domingo do Tempo Comum ANO C

EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM - XXXIII Domingo do Tempo Comum ANO C EVANGELHO DO DIA E HOMILIA (LECTIO DIVINA) REFLEXÕES E ILUSTRAÇÕES DE PE. LUCAS DE PAULA ALMEIDA, CM - XXXIII Domingo do Tempo Comum ANO C CAMINHANDO PARA O FIM O Ano Litúrgico vai chegando ao fim. Ainda

Leia mais

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A escola católica será uma instituiçao com mística evangelizadora UMA ESCOLA A SERVIÇO DA PESSOA E ABERTA A TODOS UMA ESCOLA COM

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO AIRES DA MATA MACHADO. MATÉRIA: LÍNGUA PORTUGUESA. PROF.: MARCÉLIA ALVES RANULFO ASSUNTO: PRODUÇÃO DE TEXTO.

ESCOLA ESTADUAL AUGUSTO AIRES DA MATA MACHADO. MATÉRIA: LÍNGUA PORTUGUESA. PROF.: MARCÉLIA ALVES RANULFO ASSUNTO: PRODUÇÃO DE TEXTO. PROF.: MARCÉLIA ALVES RANULFO ALUNO: Victor Maykon Oliveira Silva TURMA: 6º ANO A ÁGUA A água é muito importante para nossa vida. Não devemos desperdiçar. Se você soubesse como ela é boa! Mata a sede de

Leia mais

Palestra realizada no auditório da Secretaria de Economia e Planejamento do Governo do Estado de São Paulo no dia 05/06/2009.

Palestra realizada no auditório da Secretaria de Economia e Planejamento do Governo do Estado de São Paulo no dia 05/06/2009. Palestra realizada no auditório da Secretaria de Economia e Planejamento do Governo do Estado de São Paulo no dia 05/06/2009. Palestrante: Profa. Dra. Gisele Mascarelli Salgado. GISELLE MASCARELLI SALGADO:

Leia mais

Carta pela Paz no Mundo

Carta pela Paz no Mundo Carta pela Paz no Mundo Marcus De Mario Esta carta é ao mesmo tempo um apelo à razão e à emoção, procurando falar às mentes e aos corações de todos os homens e mulheres da humanidade, da criança ao idoso,

Leia mais

Os encontros de Jesus. sede de Deus

Os encontros de Jesus. sede de Deus Os encontros de Jesus 1 Jo 4 sede de Deus 5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou

Leia mais

Sócrates: uma filosofia voltada para consciência crítica. Professor Danilo Borges Colégio Cenecista Dr. José Ferreira 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II

Sócrates: uma filosofia voltada para consciência crítica. Professor Danilo Borges Colégio Cenecista Dr. José Ferreira 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II Sócrates: uma filosofia voltada para consciência crítica Professor Danilo Borges Colégio Cenecista Dr. José Ferreira 9º ANO ENSINO FUNDAMENTAL II Sócrates 469 399 a.c. Divisor de águas na filosofia grega

Leia mais

FILOSOFIA, EDUCAÇÃO E METODOLOGIA DE ENSINO EM COMENIUS

FILOSOFIA, EDUCAÇÃO E METODOLOGIA DE ENSINO EM COMENIUS FILOSOFIA, EDUCAÇÃO E METODOLOGIA DE ENSINO EM COMENIUS Ursula Rosa da Silva 1 Resumo: Este trabalho vai ao encontro da proposta de temática deste seminário de pensar novas alternativas provenientes da

Leia mais

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar MELHORES MOMENTOS Expressão de Louvor Acordar bem cedo e ver o dia a nascer e o mato, molhado, anunciando o cuidado. Sob o brilho intenso como espelho a reluzir. Desvendando o mais profundo abismo, minha

Leia mais

DEUS O AMA DO JEITO QUE VOCÊ É

DEUS O AMA DO JEITO QUE VOCÊ É BRENNAN MANNING & JOHN BLASE DEUS O AMA DO JEITO QUE VOCÊ É NÃO DO JEITO QUE DEVERIA SER, POIS VOCÊ NUNCA SERÁ DO JEITO QUE DEVERIA SER Tradução de A. G. MENDES Parte 1 R i c h a r d 1 Nem sempre recebemos

Leia mais

Palestra Virtual. Tema: Reuniões Mediúnicas. Palestrante: Carlos Feitosa. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.

Palestra Virtual. Tema: Reuniões Mediúnicas. Palestrante: Carlos Feitosa. Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org. Palestra Virtual Promovida pelo IRC-Espiritismo http://www.irc-espiritismo.org.br Tema: Reuniões Mediúnicas Palestrante: Carlos Feitosa Rio de Janeiro 04/10/2002 Organizadores da Palestra: Moderador: "_Alves_"

Leia mais

Como as instruções maçônicas mudaram minha vida

Como as instruções maçônicas mudaram minha vida 1 TEMA Como as instruções maçônicas mudaram minha vida Paulo Cesar de Freitas Machado - A M CAD. Nº 8064 2 A Glória do Grande Arquiteto do Universo Como as instruções maçônicas mudaram minha vida INTRODUÇÃO:

Leia mais

Do contrato social ou Princípios do direito político

Do contrato social ou Princípios do direito político Jean-Jacques Rousseau Do contrato social ou Princípios do direito político Publicada em 1762, a obra Do contrato social, de Jean-Jacques Rousseau, tornou-se um texto fundamental para qualquer estudo sociológico,

Leia mais

A GENEROSIDADE: REFLEXÃO EM TORNO DO CONCEITO

A GENEROSIDADE: REFLEXÃO EM TORNO DO CONCEITO A GENEROSIDADE: REFLEXÃO EM TORNO DO CONCEITO Ramiro Marques A generosidade é um vocábulo que vem do latim generositate, que significa bondade da raça, boa qualidade. O adjectivo generoso vem do latim

Leia mais

PENSAMENTOS INÉDITOS

PENSAMENTOS INÉDITOS REVISTA DA ACADEMIA CEARENSE DE LETRAS 69 f PENSAMENTOS INÉDITOS EDUARDO GIRÃO 1 O pensamento é eterno. Verbo divino humanado, criou também um mundo - o das idéias ; e estas, eternas como êle, embora possam

Leia mais

Meus Valores, Minha Vida O que realmente move você?

Meus Valores, Minha Vida O que realmente move você? Meus Valores, Minha Vida O que realmente move você? Talvez você já tenha pensado a esse respeito, ou não. Se souber definir bem quais são os seus valores, terá uma noção clara de quais são suas prioridades.

Leia mais

Salvador Dali - Geopoliticus Child Watching the Birth Of A New Man - 1940

Salvador Dali - Geopoliticus Child Watching the Birth Of A New Man - 1940 Autor: André Martinez REFLEXÕES ESPÍRITAS: O Homem no Mundo. Salvador Dali - Geopoliticus Child Watching the Birth Of A New Man - 1940 Capítulo 17 de "O Evangelho Segundo o Espiritismo" de Allan Kardec

Leia mais