ANO XX ª SEMANA DE OUTUBRO DE 2009 BOLETIM INFORMARE Nº 43/2009 TRIBUTOS FEDERAIS ICMS - RJ LEGISLAÇÃO - RJ

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1 ANO XX ª SEMANA DE OUTUBRO DE 2009 BOLETIM INFORMARE Nº 43/2009 TRIBUTOS FEDERAIS ITR - CONCEITOS, IMUNIDADES E ISENÇÕES Introdução - Incidência - Contribuinte e Responsável - Imunidade - Isenção... ICMS - RJ NOTA FISCAL ELETRÔNICA - CONTRIBUINTES OBRIGADOS EM Introdução - Atividades Obrigadas em 2009 e Relacionadas Para Não-Aplicabilidade - Obrigatoriedade Independente do CNAE - CNAE Principal e Secundário - Listagem de Obrigados... INFRAÇÕES E PENALIDADES DO ICMS - CONSIDERAÇÕES Introdução - Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Cálculo Das Multas - Redução de Multa - Denúncia Espontânea - Alcance da Aplicação Das Penalidades - Quadro Sinótico/ Infrações e Multas... LEGISLAÇÃO - RJ Decreto nº , de (DOE de ) - Contratações Públicas - Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Disposições... Portaria ST nº 602, de (DOE de ) - ICMS - Base de Cálculo - Café Cru - 12 a Resolução PGRJ nº 2.690, de (DOE de ) - Expedição de Certidões - Regularidade Fiscal - Disposições... Pág. 270 Pág. 269 Pág. 265 Pág. 261 Pág. 259 Pág. 258

2 OUTUBRO - Nº 43/2009 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO TRIBUTOS FEDERAIS Sumário ITR Conceitos, Imunidades e Isenções 1. Introdução 2. Incidência 3. Contribuinte e Responsável 4. Imunidade 5. Isenção 1. INTRODUÇÃO O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é um imposto brasileiro federal, de competência exclusiva da União, conforme o art.153, VI, da Constituição Federal. A função do ITR é extrafiscal. Funciona como instrumento auxiliar de disciplinamento do poder público sobre a propriedade rural. Parte da receita vai para o município arrecadador e Estado, na proporção variável, conforme o ente fiscalizador atuante for mais expresivo, ou seja, quem fiscaliza leva o maior pedaço do Imposto. Na década de 1990 o ITR foi bem utilizado como ignitor de política pública: o ITR passou a ser muito maior para propriedades não-produtivas. Essa medida ajudou a acabar com o latifúndio improdutivo (grandes propriedades que nada produziam, e serviam como reserva financeira ou para especulação). Os latifúndios improdutivos eram uma realidade secular no Brasil, sendo bandeira de luta política e militância. O ITR mais alto fez com que o latifúndio improdutivo deixasse de ser interessante economicamente. Este foi um dos motivos do recente boom do agronegócio brasileiro a partir da década de Ao contrário do IPTU, que é lançado pelas prefeituras, cabe ao proprietário rural lançar o valor de sua propriedade no ITR, ou seja, ele paga em cima daquilo que declara - o formulário preenchido é semelhante ao Imposto de Renda. Caberia ao Poder Executivo verificar se a declaração é verdadeira ou não. 2. INCIDÊNCIA O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural, de apuração anual, tem como fato gerador a propriedade, o domínio útil ou a posse de imóvel por natureza, localizado fora da zona urbana do município, em 1º de janeiro de cada ano. O ITR incide sobre a propriedade rural declarada de utilidade ou necessidade pública, ou interesse social, inclusive para fins de reforma agrária: a) até a data da perda da posse pela imissão prévia do Poder Público na posse; b) até a data da perda do direito de propriedade pela transferência ou pela incorporação do imóvel ao patrimônio do Poder Público. A desapropriação promovida por pessoa jurídica de direito privado delegatária ou concessionária de serviço público não exclui a incidência do ITR sobre o imóvel rural expropriado. 3. CONTRIBUINTE E RESPONSÁVEL Contribuinte do ITR é o proprietário de imóvel rural, o titular de seu domínio útil ou o seu possuidor a qualquer título. É responsável pelo crédito tributário o sucessor, a qualquer título, nos termos dos arts. 128 a 133 da Lei nº 5.172, de Código Tributário Nacional. 4. IMUNIDADE São imunes ao ITR: a) a pequena gleba rural, desde que o seu proprietário a explore só ou com sua família, e não possua outro imóvel; b) os imóveis rurais da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; c) os imóveis rurais de autarquias e fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, desde que vinculados às suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes; d) os imóveis rurais de instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos, relacionados às suas finalidades essenciais. Pequena gleba rural é o imóvel com área igual ou inferior a: a) 100 (cem) hectares, se localizado em município compreendido na Amazônia Ocidental ou no Pantanal matogrossense e sul-mato-grossense; b) 50 (cinquenta) hectares, se localizado em município compreendido no Polígono das Secas ou na Amazônia Oriental; c) 30 (trinta) hectares, se localizado em qualquer outro município. Para o gozo da imunidade, as instituições de educação ou de assistência social devem prestar os serviços para os quais houverem sido instituídas e os colocar à disposição da população em geral, em caráter complementar às atividades do Estado, sem fins lucrativos, e atender aos seguintes requisitos: 270

3 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO a) não distribuir qualquer parcela de seu patrimônio ou de suas rendas, a qualquer título; b) aplicar integralmente, no País, seus recursos na manutenção e desenvolvimento dos seus objetivos institucionais; c) não remunerar, por qualquer forma, seus dirigentes pelos serviços prestados; d) manter escrituração completa de suas receitas e despesas em livros revestidos das formalidades que assegurem a respectiva exatidão; e) conservar em boa ordem, pelo prazo de 5 (cinco) anos, contado da data da emissão, os documentos que comprovem a origem de suas receitas e a efetivação de suas despesas, bem assim a realização de quaisquer outros atos ou operações que venham a modificar sua situação patrimonial; f) apresentar, anualmente, declaração de rendimentos, em conformidade com o disposto em ato da Secretaria da Receita Federal; g) assegurar a destinação de seu patrimônio a outra instituição que atenda às condições para o gozo da imunidade, no caso de incorporação, fusão, cisão ou de encerramento de suas atividades, ou a órgão público; h) outros requisitos, estabelecidos em lei específica, relacionados com o funcionamento das entidades a que se refere este parágrafo. 5. ISENÇÃO São isentos do imposto: OUTUBRO - Nº 43/2009 a) o imóvel rural compreendido em programa oficial de reforma agrária, caracterizado pelas autoridades competentes como assentamento, que, cumulativamente, atenda aos seguintes requisitos: a.1) seja explorado por associação ou cooperativa de produção; a.2) a fração ideal por família assentada não ultrapasse os limites da pequena gleba rural, fixados no 1º do art. 3º; a.3) o assentado não possua outro imóvel; b) o conjunto de imóveis rurais de um mesmo proprietário, cuja área total em cada região observe o respectivo limite da pequena gleba rural, fixado no 1º do art. 3º, desde que, cumulativamente, o proprietário (Lei nº 9.393, de 1996, art. 3º, inciso II): b.1) o explore só ou com sua família, admitida ajuda eventual de terceiros; b.2) não possua imóvel urbano. Fundamentos Legais: RITR, Decreto nº 4.382/2002. ICMS - RJ NOTA FISCAL ELETRÔNICA Contribuintes Obrigados em Sumário 1. Introdução 2. Atividades Obrigadas em 2009 e Relacionadas Para Não-Aplicabilidade 4. Obrigatoriedade Independente do CNAE 5. CNAE Principal e Secundário 6. Listagem de Obrigados 1. INTRODUÇÃO A Nota Fiscal Eletrônica, documento de existência apenas digital, emitido e armazenado eletronicamente, tem validade em todos os Estados da Federação e já é uma realidade na Legislação Brasileira desde outubro de No ano de 2009, por intermédio do Protocolo ICMS nº 10/2007 e suas alterações, vários ramos de atividades passaram a utilizar obrigatoriamente a NF-e em várias dastas dentro deste ano-calendário. A CONFAZ publicou o Protocolo ICMS nº 42/2009, que traz uma nova listagem de contribuintes obrigados, desta vez por CNAE Fiscal. A presente matéria traz a publicação, conforme o Protocolo supracitado dos CNAE obrigados a partir de, sendo os demais prazos objeto de publicação futura. 2. ATIVIDADES OBRIGADAS EM 2009 E RELACIONADAS PARA 2010 Com a publicação do Protocolo ICMS nº 42/2009 diversos CAES Fiscal estão relacionados como obrigados à emissão da NF-e em 2010, no entanto, constando como atividades obrigatórias no ano-calendário Esclarece-se que os prazos do Protocolo ICMS 42/2009 não se aplicam para aquelas empresas já alcançadas pela obrigatoriedade de uso da NF-e em razão de algum dispositivo do Protocolo ICMS nº 10/2007, mesmo que cumulativamente pratiquem operações descritas por alguma CNAE listada no anexo único do Protocolo ICMS nº 42/2009. Ou seja, o Protocolo ICMS nº 42/2009 não posterga 269

4 OUTUBRO - Nº 43/2009 obrigatoriedade de uso de NF-e para nenhum dos ramos obrigados ao uso a partir de 2009, conforme claramente determina sua cláusula 5ª: Ficam mantidas as obrigatoriedades e prazos estabelecidos no Protocolo ICMS nº 10/2007, de 18 de abril de NÃO-APLICABILIDADE A obrigatoriedade não se aplica: a) nas operações realizadas fora do estabelecimento, relativas às saídas de mercadorias remetidas sem destinatário certo, desde que os documentos fiscais relativos à remessa e ao retorno sejam NF-e; b) ao fabricante de aguardente (cachaça) e vinho, enquadrado nos códigos das CNAE /01, /02 ou /00, que tenha auferido receita bruta, no exercício anterior, inferior a R$ ,00 (trezentos e sessenta mil reais); c) na entrada de sucata de metal, com peso inferior a 200 kg (duzentos quilogramas), adquirida de particulares, inclusive catadores, desde que, ao fim do dia, seja emitida NF-e englobando o total das entradas ocorridas. 4. OBRIGATORIEDADE INDEPENDENTE DO CNAE Ficam obrigados a emitir Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, em substituição à Nota Fiscal, modelos 1 ou 1- A, a partir de 1º de dezembro de 2010, os contribuintes que, independentemente da atividade econômica exercida, realizem operações destinadas a: a) Administração Pública direta ou indireta, inclusive empresa pública e sociedade de economia mista, de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; b) destinatário localizado em unidade da Federação diferente daquela do emitente, exceto a critério de cada UF, se o contribuinte emitente for enquadrado exclusivamente nos códigos da CNAE relativos às atividades de varejo. Caso o contribuinte não se enquadre em outra hipótese de obrigatoriedade de emissão da NF-e, a obrigatoriedade de seu uso em substituição à Nota Fiscal, modelos 1 ou 1- A, ficará restrita às operações dirigidas aos destinatários previstos acima. 5. CNAE PRINCIPAL E SECUNDÁRIO Para fins do disposto no Protocolo ICMS nº 42/2009, deve-se considerar o código da CNAE principal do contribuinte, bem como os secundários, conforme conste ou, por exercer a atividade, deva constar em seus atos constitutivos ou em seus cadastros, junto ao Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) da Receita Federal do Brasil (RFB) e no cadastro de contribuinte do ICMS de ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO cada unidade federada. As unidades da Federação poderão utilizar o Código de Atividade Econômica - CAE em substituição ao correspondente código CNAE. 6. LISTAGEM DE OBRIGADOS Relação de códigos CNAE a que se refere a Cláusula Primeira deste Protocolo ICMS, que sujeita o contribuinte à emissão obrigatória de Nota Fiscal Eletrônica - NF-e, modelo 55, em substituição à Nota Fiscal, modelos 1 ou 1- A, com a respectiva data de início da obrigatoriedade. CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade EXTRACAO DE MINERIO DE ESTANHO BENEFICIAMENTO DE MINÉRIO DE ESTANHO FRIGORIFICO - ABATE DE BOVINOS FRIGORÍFICO - ABATE DE EQÜINOS FRIGORIFICO - ABATE DE OVINOS E CAPRINOS FRIGORIFICO - ABATE DE BUFALINOS ABATE DE AVES ABATE DE PEQUENOS ANIMAIS FRIGORIFICO - ABATE DE SUINOS FABRICACAO DE PRODUTOS DE CARNE PREPARACAO DE SUBPRODUTOS DO ABATE FABRICACAO DE CONSERVAS DE FRUTAS FABRICACAO DE OLEOS VEGETAIS REFINADOS, EXCETO OLEO DE MILHO FABRICACAO DE MARGARINA E OUTRAS GORDURAS VEGETAIS E DE OLEOS NAO-COMESTIVEIS DE ANIMAIS PREPARACAO DO LEITE FABRICACAO DE LATICINIOS FABRICACAO DE SORVETES E OUTROS GELADOS COMESTIVEIS MOAGEM DE TRIGO E FABRICACAO DE DERIVADOS FABRICACAO DE FARINHA DE MANDIOCA E DERIVADOS FABRICACAO DE FARINHA DE MILHO E DERIVADOS, EXCETO OLEOS DE MILHO FABRICACAO DE ALIMENTOS PARA ANIMAIS MOAGEM E FABRICACAO DE PRODUTOS DE ORIGEM VEGETAL NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE ACUCAR EM BRUTO BENEFICIAMENTO DE CAFE TORREFACAO E MOAGEM DE CAFE FABRICACAO DE PRODUTOS A BASE DE CAFE FABRICACAO DE PRODUTOS DE PANIFICACAO FABRICACAO DE BISCOITOS E BOLACHAS FABRICACAO DE PRODUTOS DERIVADOS DO CACAU E DE CHOCOLATES FABRICACAO DE FRUTAS CRISTALIZADAS, BALAS E SEMELHANTES FABRICACAO DE MASSAS ALIMENTICIAS FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS ALIMENTICIOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE AGUARDENTE DE CANA-DE-ACUCAR FABRICACAO DE OUTRAS AGUARDENTES E BEBIDAS DESTILADAS FABRICACAO DE VINHO FABRICACAO DE MALTE, INCLUSIVE MALTE UISQUE FABRICACAO DE CERVEJAS E CHOPES FABRICACAO DE REFRIGERANTES FABRICACAO DE REFRESCOS, XAROPES E POS PARA REFRESCOS, EXCETO REFRESCOS DE FRUTAS PROCESSAMENTO INDUSTRIAL DO FUMO FABRICACAO DE CIGARROS FABRICACAO DE CIGARRILHAS E CHARUTOS FABRICACAO DE FILTROS PARA CIGARROS FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS DO FUMO, EXCETO CIGARROS, CIGARRILHAS E CHARUTOS PREPARACAO E FIACAO DE FIBRAS DE ALGODAO PREPARACAO E FIACAO DE FIBRAS TEXTEIS NATURAIS, EXCETO ALGODAO FIACAO DE FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTETICAS FABRICACAO DE LINHAS PARA COSTURAR E BORDAR TECELAGEM DE FIOS DE ALGODAO TECELAGEM DE FIOS DE FIBRAS TEXTEIS NATURAIS, EXCETO ALGODAO 268

5 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO OUTUBRO - Nº 43/ TECELAGEM DE FIOS DE FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTETICAS FABRICACAO DE TECIDOS DE MALHA SERRARIAS COM DESDOBRAMENTO DE MADEIRA FABRICACAO DE PAPEL FABRICACAO DE CARTOLINA E PAPEL-CARTAO FABRICACAO DE EMBALAGENS DE PAPEL FABRICACAO DE EMBALAGENS DE CARTOLINA E PAPEL-CARTAO FABRICACAO DE CHAPAS E DE EMBALAGENS DE PAPELAO ONDULADO FABRICACAO DE FORMULARIOS CONTINUOS FABRICACAO DE PRODUTOS DE PAPEL, CARTOLINA, PAPEL-CARTAO E PAPELAO ONDULADO PARA USO COMERCIAL E DE ESCRITORIO FABRICACAO DE FRALDAS DESCARTAVEIS FABRICACAO DE PRODUTOS DE PAPEL PARA USO DOMESTICO E HIGIENICO-SANITARIO NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE PRODUTOS DE PASTAS CELULOSICAS, PAPEL, CARTOLINA, PAPEL-CARTAO E PAPELAO ONDULADO NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE REPRODUCAO DE SOM EM QUALQUER SUPORTE REPRODUCAO DE VIDEO EM QUALQUER SUPORTE COQUERIAS FABRICACAO DE PRODUTOS DO REFINO DE PETROLEO FORMULACAO DE COMBUSTIVEIS RERREFINO DE OLEOS LUBRIFICANTES FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS DERIVADOS DO PETROLEO, EXCETO PRODUTOS DO REFINO FABRICACAO DE ALCOOL FABRICACAO DE BIOCOMBUSTIVEIS, EXCETO ALCOOL FABRICACAO DE ADUBOS E FERTILIZANTES ELABORAÇÃO DE COMBUSTÍVEIS NUCLEARES FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS QUIMICOS INORGANICOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE PRODUTOS PETROQUIMICOS BASICOS FABRICACAO DE INTERMEDIARIOS PARA PLASTIFICANTES, RESINAS E FIBRAS FABRICACAO DE PRODUTOS QUIMICOS ORGANICOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE RESINAS TERMOPLASTICAS FABRICACAO DE RESINAS TERMOFIXAS FABRICACAO DE FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTETICAS FABRICACAO DE DEFENSIVOS AGRICOLAS FABRICACAO DE SABOES E DETERGENTES SINTETICOS FABRICACAO DE PRODUTOS DE LIMPEZA E POLIMENTO FABRICACAO DE COSMETICOS, PRODUTOS DE PERFUMARIA E DE HIGIENE PESSOAL FABRICACAO DE TINTAS, VERNIZES, ESMALTES E LACAS FABRICACAO DE TINTAS DE IMPRESSAO FABRICACAO DE IMPERMEABILIZANTES, SOLVENTES E PRODUTOS AFINS FABRICACAO DE ADESIVOS E SELANTES FABRICACAO DE ADITIVOS DE USO INDUSTRIAL FABRICACAO DE CATALISADORES FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS QUIMICOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE PRODUTOS FARMOQUIMICOS FABRICACAO DE MEDICAMENTOS ALOPATICOS PARA USO HUMANO FABRICACAO DE MEDICAMENTOS HOMEOPATICOS PARA USO HUMANO FABRICACAO DE MEDICAMENTOS FITOTERAPICOS PARA USO HUMANO FABRICACAO DE MEDICAMENTOS PARA USO VETERINARIO FABRICACAO DE PNEUMATICOS E DE CAMARAS-DE-AR FABRICACAO DE LAMINADOS PLANOS E TUBULARES DE MATERIAL PLASTICO FABRICACAO DE EMBALAGENS DE MATERIAL PLASTICO FABRICACAO DE TUBOS E ACESSORIOS DE MATERIAL PLASTICO PARA USO NA CONSTRUCAO FABRICACAO DE ARTEFATOS DE MATERIAL PLASTICO PARA USOS INDUSTRIAIS FABRICACAO DE VIDRO PLANO E DE SEGURANCA FABRICACAO DE EMBALAGENS DE VIDRO FABRICACAO DE CIMENTO FABRICACAO DE PRODUTOS CERAMICOS REFRATARIOS FABRICACAO DE AZULEJOS E PISOS FABRICACAO DE ARTEFATOS DE CERAMICA E BARRO COZIDO PARA USO NA CONSTRUCAO, EXCETO AZULEJOS E PISOS FABRICACAO DE PRODUTOS CERAMICOS NAO- REFRATARIOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE PRODUCAO DE FERRO-GUSA PRODUCAO DE SEMI-ACABADOS DE ACO PRODUCAO DE LAMINADOS PLANOS DE ACO AO CARBONO, REVESTIDOS OU NAO PRODUCAO DE LAMINADOS PLANOS DE ACOS ESPECIAIS PRODUCAO DE TUBOS DE ACO SEM COSTURA PRODUCAO DE LAMINADOS LONGOS DE ACO, EXCETO TUBOS PRODUCAO DE ARAMES DE ACO PRODUCAO DE RELAMINADOS, TREFILADOS E PERFILADOS DE ACO, EXCETO ARAMES PRODUCAO DE TUBOS DE ACO COM COSTURA PRODUCAO DE OUTROS TUBOS DE FERRO E ACO PRODUCAO DE ALUMINIO E SUAS LIGAS EM FORMAS PRIMARIAS PRODUCAO DE LAMINADOS DE ALUMINIO METALURGIA DO COBRE PRODUCAO DE ARTEFATOS ESTAMPADOS DE METAL FABRICACAO DE EMBALAGENS METALICAS FABRICACAO DE PRODUTOS DE TREFILADOS DE METAL, EXCETO PADRONIZADOS FABRICACAO DE OUTROS PRODUTOS DE METAL NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE COMPONENTES ELETRONICOS FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA FABRICACAO DE PERIFERICOS PARA EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS TRANSMISSORES DE COMUNICACAO, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE APARELHOS TELEFONICOS E DE OUTROS EQUIPAMENTOS DE COMUNICACAO, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE APARELHOS DE RECEPCAO, REPRODUCAO, GRAVACAO E AMPLIFICACAO DE AUDIO E VIDEO FABRICACAO DE APARELHOS E EQUIPAMENTOS DE MEDIDA, TESTE E CONTROLE FABRICACAO DE CRONOMETROS E RELOGIOS FABRICACAO DE APARELHOS ELETROMEDICOS E ELETROTERAPEUTICOS E EQUIPAMENTOS DE IRRADIACAO FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS E INSTRUMENTOS OPTICOS, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE APARELHOS FOTOGRAFICOS E CINEMATOGRAFICOS, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE MIDIAS VIRGENS, MAGNETICAS E OPTICAS FABRICACAO DE PILHAS, BATERIAS E ACUMULADORES ELETRICOS, EXCETO PARA VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE BATERIAS E ACUMULADORES PARA VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE MATERIAL ELETRICO PARA INSTALACOES EM CIRCUITO DE CONSUMO FABRICACAO DE FIOS, CABOS E CONDUTORES ELETRICOS ISOLADOS FABRICACAO DE FOGOES, REFRIGERADORES E MAQUINAS DE LAVAR E SECAR PARA USO DOMESTICO, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE ROLAMENTOS PARA FINS INDUSTRIAIS FABRICACAO DE EQUIPAMENTOS DE TRANSMISSAO PARA FINS INDUSTRIAIS, EXCETO ROLAMENTOS FABRICACAO DE MAQUINAS, EQUIPAMENTOS E APARELHOS PARA TRANSPORTE E ELEVACAO DE CARGAS, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE APARELHOS E EQUIPAMENTOS DE AR CONDICIONADO PARA USO NAO-INDUSTRIAL FABRICACAO DE TRATORES, PECAS E ACESSORIOS, EXCETO AGRICOLAS FABRICACAO DE MAQUINAS E EQUIPAMENTOS PARA USO INDUSTRIAL ESPECIFICO NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE AUTOMOVEIS, CAMIONETAS E UTILITARIOS FABRICACAO DE CHASSIS COM MOTOR PARA AUTOMOVEIS, CAMIONETAS E UTILITARIOS FABRICACAO DE MOTORES PARA AUTOMOVEIS, CAMIONETAS E UTILITARIOS FABRICACAO DE CAMINHOES E ONIBUS FABRICACAO DE MOTORES PARA CAMINHOES E ONIBUS FABRICACAO DE CABINES, CARROCERIAS E REBOQUES PARA CAMINHOES FABRICACAO DE CARROCERIAS PARA ONIBUS FABRICACAO DE CABINES, CARROCERIAS E REBOQUES PARA OUTROS VEICULOS AUTOMOTORES, EXCETO CAMINHOES E ONIBUS 267

6 OUTUBRO - Nº 43/2009 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA O SISTEMA MOTOR DE VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA OS SISTEMAS DE MARCHA E TRANSMISSAO DE VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA O SISTEMA DE FREIOS DE VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE PECAS E ACESSORIOS PARA O SISTEMA DE DIRECAO E SUSPENSAO DE VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE MATERIAL ELETRICO E ELETRONICO PARA VEICULOS AUTOMOTORES, EXCETO BATERIAS FABRICACAO DE BANCOS E ESTOFADOS PARA VEICULOS AUTOMOTORES FABRICACAO DE OUTRAS PECAS E ACESSORIOS PARA VEICULOS AUTOMOTORES NAO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE FABRICACAO DE MOTOCICLETAS, PECAS E ACESSORIOS FABRICACAO DE ARTEFATOS DE JOALHERIA E OURIVESARIA FABRICACAO DE PRODUTOS DIVERSOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE PRODUCAO DE GAS, PROCESSAMENTO DE GAS NATURAL COMÉRCIO A VAREJO DE AUTOMÓVEIS, CAMIONETAS E UTILITÁRIOS NOVOS Comércio por atacado de automóveis, camionetas e utilitários novos e usados Comércio por atacado de caminhões novos e usados Comércio por atacado de reboques e semi-reboques novos e usados Comércio por atacado de ônibus e microônibus novos e usados Representantes comerciais e agentes do comércio de veículos automotores Comércio sob consignação de veículos automotores Comércio por atacado de peças e acessórios novos para veículos automotores Comércio por atacado de pneumáticos e câmaras-de-ar Representantes comerciais e agentes do comércio de peças e acessórios novos e usados para veículos automotores Comércio por atacado de motocicletas e motonetas Comércio por atacado de peças e acessórios para motocicletas e motonetas Comércio a varejo de motocicletas e motonetas novas Representantes comerciais e agentes do comércio de motocicletas e motonetas, peças e acessórios Comércio sob consignação de motocicletas e motonetas REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE COMBUSTIVEIS, MINERAIS, PRODUTOS SIDERURGICOS E QUIMICOS REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE MAQUINAS, EQUIPAMENTOS, EMBARCACOES E AERONAVES REPRESENTANTES COMERCIAIS E AGENTES DO COMERCIO DE MERCADORIAS EM GERAL NAO ESPECIALIZADO COMERCIO ATACADISTA DE CAFE EM GRAO COMERCIO ATACADISTA DE FUMO EM FOLHA NAO BENEFICIADO COMERCIO ATACADISTA DE ALIMENTOS PARA ANIMAIS COMERCIO ATACADISTA DE LEITE E LATICINIOS COMERCIO ATACADISTA DE CEREAIS E LEGUMINOSAS BENEFICIADOS COMERCIO ATACADISTA DE FARINHAS, AMIDOS E FECULAS COMERCIO ATACADISTA DE CEREAIS E LEGUMINOSAS BENEFICIADOS, FARINHAS, AMIDOS E FECULAS, COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICI COMERCIO ATACADISTA DE FRUTAS, VERDURAS, RAIZES, TUBERCULOS, HORTALICAS E LEGUMES FRESCOS COMERCIO ATACADISTA DE AVES VIVAS E OVOS COMERCIO ATACADISTA DE CARNES BOVINAS E SUINAS E DERIVADOS COMERCIO ATACADISTA DE AVES ABATIDAS E DERIVADOS COMERCIO ATACADISTA DE PESCADOS E FRUTOS DO MAR COMERCIO ATACADISTA DE CARNES E DERIVADOS DE OUTROS ANIMAIS COMERCIO ATACADISTA DE CERVEJA, CHOPE E REFRIGERANTE COMERCIO ATACADISTA DE BEBIDAS COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICIONAMENTO ASSOCIADA COMERCIO ATACADISTA DE BEBIDAS NAO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE CIGARROS, CIGARRILHAS E CHARUTOS COMERCIO ATACADISTA DE CAFE TORRADO, MOIDO E SOLUVEL COMERCIO ATACADISTA DE FUMO BENEFICIADO Fundamentos Legais: Os citados no texto COMERCIO ATACADISTA DE ACUCAR COMERCIO ATACADISTA DE OLEOS E GORDURAS COMERCIO ATACADISTA DE PAES, BOLOS, BISCOITOS E SIMILARES COMERCIO ATACADISTA DE MASSAS ALIMENTICIAS COMERCIO ATACADISTA DE SORVETES COMERCIO ATACADISTA DE CHOCOLATES, CONFEITOS, BALAS, BOMBONS E SEMELHANTES COMERCIO ATACADISTA ESPECIALIZADO EM OUTROS PRODUTOS ALIMENTICIOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS ALIMENTICIOS EM GERAL COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS ALIMENTICIOS EM GERAL, COM ATIVIDADE DE FRACIONAMENTO E ACONDICIONAMENTO ASSOCIADA COMERCIO ATACADISTA DE MEDICAMENTOS E DROGAS DE USO HUMANO COMERCIO ATACADISTA DE COSMETICOS E PRODUTOS DE PERFUMARIA COMERCIO ATACADISTA DE EQUIPAMENTOS ELETRICOS DE USO PESSOAL E DOMESTICO COMERCIO ATACADISTA DE APARELHOS ELETRONICOS DE USO PESSOAL E DOMESTICO COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS DE HIGIENE, LIMPEZA E CONSERVACAO DOMICILIAR COMERCIO ATACADISTA DE OUTROS EQUIPAMENTOS E ARTIGOS DE USO PESSOAL E DOMESTICO NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE EQUIPAMENTOS DE INFORMATICA COMERCIO ATACADISTA DE SUPRIMENTOS PARA INFORMATICA COMERCIO ATACADISTA DE COMPONENTES ELETRONICOS E EQUIPAMENTOS DE TELEFONIA E COMUNICACAO COMERCIO ATACADISTA DE MAQUINAS, APARELHOS E EQUIPAMENTOS PARA USO AGROPECUARIO, PARTES E PECAS COMERCIO ATACADISTA DE MAQUINAS, EQUIPAMENTOS PARA TERRAPLENAGEM, MINERACAO E CONSTRUCAO, PARTES E PECAS COMERCIO ATACADISTA DE TINTAS, VERNIZES E SIMILARES COMERCIO ATACADISTA DE VIDROS, ESPELHOS E VITRAIS COMERCIO ATACADISTA DE ALCOOL CARBURANTE, BIODIESEL, GASOLINA E DEMAIS DERIVADOS DE PETROLEO, EXCETO LUBRIFICANTES, NAO REALIZAD COMERCIO ATACADISTA DE COMBUSTIVEIS REALIZADO POR TRANSPORTADOR RETALHISTA (TRR) COMERCIO ATACADISTA DE COMBUSTIVEIS DE ORIGEM MINERAL EM BRUTO COMERCIO ATACADISTA DE LUBRIFICANTES COMERCIO ATACADISTA DE GAS LIQUEFEITO DE PETROLEO (GLP) COMERCIO ATACADISTA DE SOLVENTES COMERCIO ATACADISTA DE OUTROS PRODUTOS QUIMICOS E PETROQUIMICOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE PRODUTOS SIDERURGICOS E METALURGICOS, EXCETO PARA CONSTRUCAO COMERCIO ATACADISTA DE RESIDUOS E SUCATAS METALICOS COMERCIO ATACADISTA ESPECIALIZADO EM OUTROS PRODUTOS INTERMEDIARIOS NAO ESPECIFICADOS ANTERIORMENTE COMERCIO ATACADISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, COM PREDOMINANCIA DE PRODUTOS ALIMENTICIOS COMERCIO ATACADISTA DE MERCADORIAS EM GERAL, SEM PREDOMINANCIA DE ALIMENTOS OU DE INSUMOS AGROPECUARIOS 266

7 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO INFRAÇÕES E PENALIDADES DO ICMS Considerações Sumário 1. Introdução 2. Microempresas e Empresas de Pequeno Porte 3. Cálculo Das Multas 4. Redução de Multa 5. Denúncia Espontânea 6. Alcance da Aplicação Das Penalidades 7. Quadro Sinótico - Infrações e Multas 1. INTRODUÇÃO As penalidades cominadas às infrações cometidas por contribuintes do ICMS, no Estado do Rio de Janeiro, têm previsão na Lei Estadual nº 2.657, de A descrição das infrações, consubstanciadas em condutas que violam dispositivos legais regulamentares do imposto, estão determinadas nos incisos e parágrafos do artigo 59 da citada Lei, consideradas as alterações posteriores. Com o fim de facilitar a pesquisa pelo contribuinte acerca das imputações e das multas a estas correspondentes, segue, nesta matéria, Quadro Sinótico especialmente elaborado, contendo a descrição das infrações, as penalidades previstas e os respectivos fundamentos legais, dispostos por assunto. 2. MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE Nos termos do Artigo 4º da Lei nº 2.881, de 29 de dezembro de 1997, aplica-se às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte a redução de 50% (cinquenta por cento) nas penalidades constantes nos artigos 59, 60, 61, 62 e 63 da Lei nº 2.657/1996, consideradas as alterações posteriores. 3. CÁLCULO DAS MULTAS O contribuinte deverá observar o disposto no 16 do artigo 59 desta Lei, que prescreve que as multas previstas em reais serão corrigidas monetariamente pela variação da UFIR ou de qualquer outro índice oficial que venha a substituí-la. Já para cálculo de multa expressa em UFIR, considerase o respectivo valor fixado para o mês em que for lavrado o auto de infração. Na hipótese de penalidade aplicada por mês ou fração de mês, considera-se: a) mês - o tempo decorrido do dia do início de cada período da infração ao dia correspondente do mês-civil subsequente; e b) fração do mês - o mês incompleto, observado o disposto no item a anterior. No caso de o prazo para pagamento do imposto já se encontrar esgotado na data do início da ação fiscal, o OUTUBRO - Nº 43/2009 contribuinte poderá, antes do encerramento desta, efetuar o recolhimento do débito, com a correção monetária e os acréscimos moratórios devidos, sem prejuízo da lavratura do auto de infração, para aplicação da penalidade cabível. 4. REDUÇÃO DE MULTA Conforme artigo 67 da Lei Estadual, o sujeito passivo poderá saldar o seu débito com redução calculada sobre o valor das multas previstas nos artigos 59 a 62 desta Lei, nos seguintes percentuais: a) 50% (cinquenta por cento), quando pago no prazo de 10 (dez) dias contados da ciência da atuação; b) 40% (quarenta por cento), quando pago no prazo de 20 (vinte) dias contados da ciência da autuação; c) 20% (vinte por cento), quando pago no prazo de 30 (trinta) dias contados da ciência da autuação; d) 10% (dez por cento), quando pago no prazo de 30 (trinta) dias contados da data da ciência de julgamento de primeira instância que negar provimento, total ou parcial, à impugnação. Insta ressaltar que o pagamento efetuado com o abatimento previsto neste item importa em renúncia de defesa na esfera administrativa e no reconhecimento do débito, com a desistência de impugnação ao auto de infração ou de recurso ao Conselho de Contribuintes, encerrando-se, com isso, o procedimento fiscal. Se, concomitantemente com uma infração de dispositivo de caráter formal, houver, também, infração por falta de pagamento do tributo, ou de diferença de tributo, será o infrator passível de multa unicamente pela infração relativa à falta de pagamento do tributo ou a sua diferença. Excluemse, todavia, as infrações relacionadas com a falta de inscrição ou de sua renovação e de falsificação ou adulteração do livro ou documento, casos em que o infrator incorrerá, também, na sanção decorrente da infração de dispositivo de caráter formal. 5. DENÚNCIA ESPONTÂNEA O instituto da Denúncia Espontânea garantido no artigo 138 do Código Tributário Nacional tem sua aplicabilidade no âmbito estadual, em virtude do artigo 69 da Lei nº 2.657/ 1996, que preceitua: Art A responsabilidade por multa fiscal é excluída pela denúncia espontânea da infração pelo sujeito passivo, antes de qualquer procedimento fiscal, desde que, se for o caso, seja pago o tributo devido, com seu valor corrigido monetariamente e com os acréscimos moratórios, e, bem assim, seja satisfeita a correspondente obrigação de caráter formal, no prazo que lhe for assinalado. Parágrafo único - O disposto no caput não se aplica às infrações de caráter formal cujo descumprimento na época oportuna produza efeitos irreparáveis. 265

8 OUTUBRO - Nº 43/ ALCANCE DA APLICAÇÃO DAS PENALIDADES A imposição de qualquer penalidade ou pagamento de multa não exime o infrator do cumprimento da obrigação que lhe deu causa, nem prejudica a ação penal, se cabível no caso, nem impede a cobrança do tributo porventura devido. O contribuinte que proceder na conformidade de decisão da autoridade competente, ou aquele que apresentar consulta, enquanto não terminar o prazo para cumprimento do decidido nesta, não é passível de penalidade. 7. QUADRO SINÓTICO - INFRAÇÕES E MULTAS ASSUNTO INFRAÇÃO E PENALIDADE BASE LEGAL NÃO RECOLHIMENTO - 25% (vinte e cinco por cento) do valor do imposto que, I da DO IMPOSTO devidamente escriturado nos livros fiscais e, quando obrigatório, informado à repartição fazendária em documento próprio, deixar de ser recolhido no prazo regulamentar. - 25% (vinte e cinco por cento) do valor do imposto fixado por estimativa e não recolhido no prazo regulamentar. - 50% (cinqüenta por cento) do valor do imposto não recolhido, quando: a) sendo obrigatório, deixar de ser informado ao fisco ou for informado incorretamente; Lei nº II da Lei nº III da Lei nº IV da Lei nº b) o documento fiscal relativo a operação ou prestação de serviço tiver sido emitido corretamente e não for escriturado nos livros fiscais. - 60% (sessenta por cento) do valor do imposto não recolhido e não escriturado nos livros fiscais, quando o documento fiscal relativo a operação ou prestação de serviço tiver sido emitido incorretamente. CREDITAMENTO INDEVIDO - 60% (sessenta por cento) do valor do imposto creditado em desacordo com as normas estabelecidas na legislação. V da Lei nº RECOLHIMENTO DO - 25% (vinte e cinco por cento) do valor dos acréscimos IMPOSTO SEM OS moratórios e da correção monetária devidos, se o imposto for ACRÉSCIMOS E recolhido espontaneamente e sem os referidos acessórios. CORREÇÃO MONETÁRIA DEVIDOS IMPOSTO NÃO DEBITADO NÃO EMISSÃO DE DOCUMENTO FISCAL OU EMISSÃO DE DOCUMENTO INIDÔNEO VI da Lei nº - 60% (sessenta por cento) do valor do imposto não debitado, nos VII casos em que for apurado em levantamento fiscal nos elementos da Lei nº constantes de documentos e livros do contribuinte. VIII - 80% (oitenta por cento) do valor do imposto não debitado, nos da Lei nº casos em que for apurado, através de levantamento fiscal, em elementos não referidos no inciso anterior, inclusive em livros e documentos pertencentes a terceiros, que se relacionem com os lançamentos efetuados pelo contribuinte. OBS.: Ver também infrações descritas nos parágrafos 1º, 2º, 3º e 5º do art. 59 desta - 80% (oitenta por cento) do valor do imposto devido ou 40% (quarenta por cento) do que incidiria, se tributada fosse a saída da mercadoria ou a prestação de serviço, nunca inferior a 400 UFIRs, quando: - deixar de emitir ou deixar de entregar ao adquirente ou destinatário da mercadoria, ou ao tomador do serviço, documento fiscal ou outro documento de controle exigido na legislação, ou emitir documentação inidônea, entendida esta como sendo, inclusive qualquer documento ou registro de operação ou prestação não revestido de valor fiscal. IX, alínea "a" da Lei nº TRANSPORTE SEM - 80% (oitenta por cento) do valor do imposto devido ou 40% DOCUMENTO FISCAL (quarenta por cento) do que incidiria, se tributada fosse a saída IX, alínea "b" da Lei nº OU COM DOCUMENTO INIDÔNEO E ENTREGA A DESTINATÁRIO DIVERSO da mercadoria ou a prestação de serviço, nunca inferior a 400 UFIRs, quando: - transportar mercadoria, ou prestar serviço de transporte, sem documentação fiscal ou com documentação inidônea, ou, ainda, no caso de entregar a mercadoria a destinatário diverso do indicado no documento fiscal. RECEBER OU POSSUIR MERCADORIA SEM DOCUMENTAÇÃO FISCAL OU COM DOCUMENTAÇÃO INIDÔNEA IMPOSTO DEVIDO FIXADO POR ARBITRAMENTO OPERAÇÕES ISENTAS E NÃO- TRIBUTADAS UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTAÇÃO/ ESCRITURAÇÃO ADULTERADA, FALSA OU VICIADA - 80% (oitenta por cento) do valor do imposto devido ou 40% (quarenta por cento) do que incidiria, se tributada fosse a saída da mercadoria ou a prestação de serviço, nunca inferior a 400 UFIRs, quando: - receber ou possuir mercadoria sem documentação fiscal ou com documentação inidônea. - 80% (oitenta por cento) do valor do imposto devido ou 40% (quarenta por cento) do que incidiria, se tributada fosse a saída da mercadoria ou a prestação de serviço, nunca inferior a 400 UFIRs, quando: - imposto a recolher for fixado através de arbitramento, inclusive em relação a operação ou prestação de serviço realizada em estabelecimento não inscrito. IX, alínea "c" da Lei nº IX, alínea "d", da Lei nº - 35% (trinta e cinco por cento) do valor do imposto não recolhido, X, da indevidamente destacado em documento referente a operação ou Lei nº a prestação de serviço isenta ou não-tributada. XI, - 10% (dez por cento) do valor da operação ou prestação de da Lei nº serviço isenta, não tributada ou não sujeita ao ICMS que, omitido, influir na determinação do valor da estimativa quando o contribuinte estiver sujeito a este regime, ainda que não implique em ultrapassagem de faixa ou desenquadramento. OBS.: Ver também parágrafo 5º do artigo 59 desta - 120% (cento e vinte por cento) do imposto devido, nos casos em que adulterar, viciar ou falsificar documento ou escrituração de livro, ou que utilizar documento simulado, viciado ou falso, para a produção de qualquer efeito fiscal, ou de 60% (sessenta por cento) do que incidiria, se tributada fosse a saída de mercadoria ou a prestação de serviço, nunca inferior a R$ 400,00 (quatrocentos reais). OBS.: Ver também as informações descritas nos parágrafos 4º e 5º do art. 59 desta XII, da Lei nº ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES NÃO ESCRITURADAS TRANSFERÊNCIA DE CRÉDITO EM DESACORDO COM A LEGISLAÇÃO - 10% (dez por cento) do valor da mercadoria entrada, real ou simbolicamente, no estabelecimento e não escriturada nos livros fiscais próprios. OBS.: Ver também anotação descrita no parágrafo 6º do artigo 59 desta - 10% (dez por cento) do valor do serviço prestado ao contribuinte, e por este não escriturado nos livros fiscais próprios. - 5% (cinco por cento) do valor da operação ou prestação constante do documento, se deixar de escriturar saída de mercadoria ou prestação de serviço não tributada ou isenta do imposto. - 50% (cinqüenta por cento) do valor do crédito transferido a outro estabelecimento, ou por este recebido, em desacordo com as normas estabelecidas na legislação. DEIXAR DE - 3% (três por cento) do valor da mercadoria existente em COMUNICAR À estoque na data da cessação da atividade, se deixar de REPARTIÇÃO FISCAL comunicar a existência desse estoque à repartição fiscal na A EXISTÊNCIA DE época própria, nunca inferior a 75 UFIRs. ESTOQUE NO ENCERRAMENTO DAS ATIVIDADES FALTA DE ENTREGA - 2% (dois por cento) do valor das saídas efetuadas no período, DA GIA/ICMS se deixar de apresentar, quando obrigado, no prazo previsto na legislação, o documento destinado à informação e apuração do ICMS, por mês ou fração de mês de atraso, e a cada intimação não cumprida, não superior a R$ ,00 (dez mil reais), por documento. OBS.: Ver também anotação descrita no 9º do artigo 59 desta FALTA DE ENTREGA DA DECLAN-IPM - 1% (um por cento) do valor das operações de saída ou prestações de serviços realizadas no período, por mês ou fração de mês de atraso, quando deixar de entregar, no prazo estabelecido na legislação, o documento destinado à apuração dos índices de participação dos municípios, não superior a R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por documento. OBS.: Ver também anotação descrita no 9º do artigo 59 desta FALTA DE ENTREGA - 1% (um por cento) do valor das operações ou prestações de DE ARQUIVOS serviço a que se referir o documento, formulário ou arquivo em MAGNÉTICOS mídia eletrônica, que, exigido pela legislação, deixar de ser INCLUSIVE DA DMC- entregue no prazo estabelecido, por mês ou fração de mês de PRV atraso, não superior a R$ 5.000,00 (cinco mil reais), por documento, formulário ou arquivo em mídia eletrônica. OBS.: Ver também anotação descrita no 9º do artigo 59 desta MERCADORIA - 8% (oito por cento) do valor da mercadoria encontrada em ENCONTRADA EM estabelecimento não inscrito, sem prejuízo das penalidades ESTABELECIMEN-TO previstas nos incisos IX, alínea "c", e XXII. NÃO INSCRITO FALTA DE INSCRIÇÃO - R$ 180,00 (cento e oitenta reais), por mês ou fração de mês, se OU RENOVAÇÃO DA exercer qualquer atividade sem a devida inscrição no Cadastro INSCRIÇÃO DO Geral de Contribuintes do estado do Rio de Janeiro - CADERJ, ESTABELECI-MENTO ou se deixar de renovar a inscrição na forma e no prazo determinados na legislação, sem prejuízo da penalidade prevista no inciso IX, alínea "d". FALTA DE - R$ 90,00 (noventa reais), por mês ou fração de mês, se deixar COMUNICAÇÃO DE de comunicar qualquer alteração nos dados de sua inscrição. ALTERAÇÃO DE DADOS CADASTRAIS FALTA DE - R$ 45,00 (quarenta e cinco reais), por mês ou fração de mês, se COMUNICAÇÃO DA deixar de comunicar a paralisação ou encerramento de sua PARALISAÇÃO OU atividade, não superior a R$ 225,00 (duzentos e vinte e cinco ENCERRAMENTO reais) do valor. DAS ATIVIDADES EMBARAÇAR, DIFICULTAR OU IMPEDIR A FISCALIZAÇÃO POR - R$ 400,00 (quatrocentos reais a R$ ,00 (trinta mil reais), observado o disposto no 13 e 14 deste artigo, sem prejuízo de outras medidas preconizadas na legislação, se embaraçar, dificultar ou impedir a ação fiscal, por qualquer meio ou forma, QUALQUER MEIO OU assim entendido, inclusive, deixar de mostrar bem móvel ou FORMA imóvel, mercadoria ou estabelecimento a Fiscal de Rendas, quando por este solicitado. LIVRO FISCAL, - R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais), por livro fiscal perdido, DOCUMENTO FISCAL extraviado ou inutilizado; E FORMULÁRIO PARA OBS: Ver também anotação descrita no 7º do artigo 59 desta EMISSÃO DE NOTAS EXTRAVIADOS, - R$ 20,00 (vinte reais) por documento fiscal, ou formulário PERDIDOS OU destinado a sua emissão, perdido, extraviado ou inutilizado. INUTILIZADOS OBS.: Ver também anotação descrita no 8º do artigo 59 desta NÃO UTILIZAÇÃO DE - R$ 20,00 (vinte reais), por livro, por mês ou fração de mês, em LIVROS OU DE que não tenha sido autenticado conforme previsto na legislação, DOCUMENTOS até o limite de R$ 300,00 (trezentos reais). FISCAIS E FALTA DE - R$ 90,00 (noventa reais), se não possuir livro ou documento AUTENTICAÇÃO DOS fiscal, por mês ou fração de mês, e por livro ou documento, LIVROS contado na data da qual era obrigatória sua adoção. FISCAIS FALTA DE - R$ 10,00 (dez reais), por documento gerador de crédito COMUNICAÇÃO DE escriturado em atraso, pela falta de comunicação à repartição DOCUMENTO FISCAL fiscal a que estiver vinculado o contribuinte. GERADOR DE CRÉDITO ESCRITURADO EM ATRASO ATRASO NA - R$ 20,00 (vinte reais), por mês ou fração de mês, por livro, se ESCRITURAÇÃO DO atrasar a escrituração do livro fiscal. LIVRO FISCAL IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS SEM AUTORIZAÇÃO OMISSÃO DE INFORMAÇÃO OU INDICAÇÃO DE DADOS INCORRETOS EM DOCUMENTOS FORMULÁRIOS OU EM ARQUIVOS MAGNÉTICOS, INCLUSIVE NA DMC- PRV - R$ 500,00 (quinhentos reais) por talonário, se imprimir para si ou para terceiro, ou mandar imprimir, documento fiscal sem a devida autorização ou que não contenha as indicações mínimas previstas na legislação ou em desacordo com o modelo aprovado, aplicável tanto ao impressor como ao usuário. - R$ 900,00 (novecentos reais), se indicar no documento, formulário ou arquivo em mídia eletrônica, inclusive o destinado à apuração dos índices de participação dos municípios, dado incorreto ou omitir informação de forma a causar embaraço ao controle fiscal. XIII, da Lei nº XIV, da Lei nº XV, da Lei nº XVI, da Lei nº XVII, da Lei nº XVIII, da Lei nº XIX, da Lei nº XX, da Lei nº XXI, da Lei nº XXII, da Lei nº XXIII, da Lei nº XXIV, da Lei nº XXV, da Lei nº XXVI, da Lei nº XXVII, da Lei nº XXVIII, da Lei nº XXIX, da Lei nº XXX, da Lei nº XXXI, da Lei nº XXXII, da Lei nº XXXIII, da Lei nº 264

9 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO OUTUBRO - Nº 43/2009 INFRAÇÕES - R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais), por mês ou fração de mês, RELACIONADAS AO para o contribuinte que não utilizar equipamento Emissor de USO DO (ECF) - Cupom Fiscal - ECF, quando obrigado pela legislação. EMISSOR DE CUPOM FISCAL; MÁQUINA REGISTRADORA E (PDV) - TERMINAL PONTO DE VENDA - R$ 900,00 (novecentos reais), por equipamento, por ocorrência, sem prejuízo da apreensão do equipamento, se utilizar, no recinto de atendimento ao público, sem autorização do fisco, equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operações com mercadorias ou com a prestação de serviços. - R$ 180,00 (cento e oitenta reais), por mês ou fração de mês, se utilizar máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF descumprindo formalidade relacionada ao uso dos equipamentos, para o qual não esteja prevista penalidade específica neste artigo. - R$ 360,00 (trezentos e sessenta reais), por mês ou fração de mês, se utilizar máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF. a) que contenha dispositivo capaz de, indevidamente, anular ou desconsiderar qualquer operação registrada ou totalizada; b) sem prévia autorização do fisco. XXXIV, da Lei nº XXXV, da Lei nº XXXVI, da Lei nº XXXVII, da Lei nº - R$ 180,00 (cento e oitenta reais), por mês ou fração de mês, se: a) deixar de comunicar a cessação do uso de máquina XXXVIII, da Lei nº registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF; b) transferir o ECF para outro estabelecimento ou para terceiro, sem prévia autorização do fisco. - R$ 180,00 (cento e oitenta reais), por mês ou fração de mês, se a máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF emitir documento fiscal sem as indicações estabelecidas na legislação ou impressos de forma ilegível. XXXIX, da Lei nº - R$ 300,00 (trezentos reais), por documento, se indicar a XL, expressão sem valor fiscal, ou equivalente, em documento da Lei nº referente à operação sujeita ao imposto, emitido por máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF. - R$ 360,00 (trezentos e sessenta reais), se deixar de emitir, ou XLI, emitir sem as indicações previstas na legislação, o cupom de da Lei nº leitura das operações ou prestações do dia ou o de leitura da Memória Fiscal no período. - R$ 60,00 (sessenta reais), por documento, se deixar de emitir a XLII, Leitura X da máquina registradora, do terminal Ponto de Venda - da Lei nº PDV ou do equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF: a) no início do dia e mantê-lo junto ao equipamento; b) no término da Fita-detalhe, por ocasião de cada troca de bobina. - R$ 180,00 (cento e oitenta reais), por equipamento, por dia, se, XLIII, em relação as operações ou prestações lançadas na máquina da Lei nº registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal -ECF: a) escriturá-las no livro Registro de Saídas, em desacordo com as disposições regulamentares; b) deixar de escriturar, quando obrigado, nos termos da legislação, o Mapa Resumo. - R$ 1.000,00 (mil reais), por ocorrência, se, em relação à máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF; a) zerar ou mandar zerar o Grande Total do equipamento em desacordo com as exigências previstas na legislação, a não ser por defeito técnico ou, no caso de ECF, na transferência para outro contribuinte; b) adulterar ou mandar adulterar dados acumulados no Grande Total ou gravados na Memória Fiscal do equipamento. Lei XLIV, da Lei nº Art. 59, - R$ 450,00 (quatrocentos e cinqüenta reais), para o credenciado Inciso XLV, da Lei que: nº a) atestar o funcionamento de máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal ECF em desacordo com as exigências previstas na legislação; b) realizar intervenção em máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF sem a emissão, imediatamente, antes e depois da intervenção, dos cupons de leitura dos totalizadores; c) deixar de emitir o atestado de intervenção. - R$ 300,00 (trezentos reais), por equipamento, por ocorrência, para o fabricante, credenciado ou produtor de software que introduzir em máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF, a capacidade de imprimir a expressão sem valor fiscal ou equivalente, em documento referente a operação sujeita ao imposto. - R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais), por equipamento, por ocorrência, para o fabricante, credenciado ou produtor de software que, em relação à máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal ECF. a) contribuir de qualquer forma para seu uso indevido; b) zerar ou mandar zerar o Grande Total do equipamento em desacordo com as exigências previstas na legislação, a não ser por defeito técnico ou, no caso de ECF, na transferência para outro contribuinte; c) adulterar ou mandar adulterar dados acumulados no Grande Total ou gravados na Memória Fiscal do equipamento. - R$ 300,00 (trezentos reais), por ocorrência, se deixar de colocar à disposição do Fisco as informações registradas em máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV, equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF, computador, impressora ou equipamento semelhante, inclusive em meio magnético ou assemelhado, quando for o caso. XLVI, da Lei nº XLVII, da Lei nº XLVIII, da Lei nº - R$ 300,00 (trezentos reais), por ocorrência, se deixar de apresentar as informações solicitadas pelo fisco, de maneira selecionada, classificada ou agrupada, quando as informações estiverem registradas em meio magnético ou assemelhado, através de máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF, computador, impressora ou equipamento semelhante; XLIX, da Lei nº - R$ 10,00 (dez reais), por documento fiscal, se emitir Cupom LXI Fiscal que não indique: da Lei nº a) no caso de ECF, o código, a descrição da mercadoria comercializada ou da prestação de serviço realizada; b) no caso de máquina registradora, a situação tributária da mercadoria comercializada por meio do departamento, totalizador parcial. OBS.: Ver também anotação descrita no 10 do artigo 59 dedesta - R$ 1.000,00 (mil reais), por equipamento, se mantiver, no LXII, estabelecimento, máquina registradora, terminal Ponto de Venda da Lei nº - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF com lacre violado ou cuja forma de colocação do mesmo não atenda às exigências da legislação. - R$ 100,00 (cem reais), por equipamento, por ocorrência, se LXIII, usar máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou da Lei nº equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF sem afixar, ou fazê-lo em local não visível ao público, o Certificado de Autorização de Equipamento Emissor de Cupom Fiscal expedido pelo fisco ou, ainda, se este apresentar rasuras. - R$ 200,00 (duzentos reais), por bobina, se extraviar, perder, inutilizar, imprimir de forma ilegível, não conservar nas condições que permitam manter a integridade dos dados impressos, arquivar fora do estabelecimento ou em local não autorizado, ou não exibir à fiscalização, quando exigido,...vetado...; - R$ 1.000,00 (mil reais), por equipamento, se interligar máquina registradora ou ECF - MR a computador, sem que o ato de homologação permita e sem a devida autorização do fisco; - R$ 20,00 (vinte reais), por documento, se deixar de emitir o comprovante de pagamento com cartão de crédito ou de débito automático em conta pelo equipamento Emissor de Cupom Fiscal ECF. - R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais), por equipamento, para o fabricante, importador, revendedor ou credenciado, que promover saída de ECF, novo ou usado, sem comunicar ao Fisco deste Estado a entrega do equipamento; LXIV, da Lei nº LXV, da Lei nº LXVI, da Lei nº LXVII, da Lei nº - R$ 1.000,00 (mil reais), por ocorrência, sem prejuízo da perda do credenciamento, para o credenciado que intervier em máquina LXVIII, da Lei nº registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF, sem possuir atestado de capacitação técnica, específico para o equipamento, fornecido pelo fabricante e o respectivo credenciamento concedido pelo Fisco deste Estado. - R$ 200,00 (duzentos reais), por unidade, para o credenciado LXIX, da Lei nº que extraviar ou perder lacre. - R$ 200,00 (duzentos reais), por unidade, para o credenciado que utilizar lacre em desacordo com a legislação; - R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais), por ocorrência, sem prejuízo da cassação da habilitação, para o fabricante de lacre que fornecê-los em desacordo com a legislação ou sem a autorização do fisco. - R$ 1.000,00 (mil reais), por mês ou fração de mês, por equipamento, quando, obrigado ao uso e possuidor de equipamento emissor de Cupom Fiscal (ECF), deixar de utilizá-lo sem obedecer às normas da legislação. - R$ 360,00 (trezentos e sessenta reais), por mês ou fração de INFRAÇÕES mês, se: RELACIONADAS AO a) utilizar o sistema de processamento de dados sem prévia - R$ 60,00 (sessenta reais), por formulário, se vender, adquirir ou utilizar formulário de segurança sem autorização, aplicável tanto ao fabricante, quanto ao usuário e a este último se o documento fiscal emitido em formulário de segurança não contiver as indicações mínimas previstas na legislação, ou estiver em desacordo com modelo aprovado; Art. 59, Inciso LXX, da Lei nº Art. 59, Inciso LXXI, da Lei nº LXXII, da Lei nº L, da Lei nº USO DE SISTEMA DE autorização do fisco; PROCESSAMEN-TO b) deixar de manter registro fiscal em arquivo magnético ou DE DADOS assemelhado, referente às operações e prestações efetuadas no período, nos termos da legislação; c) deixar de comunicar, através de formulário próprio, a alteração de uso do sistema de processamento de dados; d) utilizar sistema de processamento de dados em desacordo com as normas estabelecidas pela legislação. - R$ 10,00 (dez reais), por formulário, se imprimir ou mandar LI, imprimir formulário ou jogo solto destinado à emissão de da Lei nº documentos fiscais por sistema de processamento de dados, ou por processo mecanizado ou datilográfico, sem prévia autorização para impressão dos mesmos, ou que não contenha as indicações mínimas previstas na legislação, ou em desacordo com modelo aprovado, ainda que se trate de formulário único para utilização em comum por estabelecimentos do contribuinte, aplicável tanto ao impressor como ao usuário, não inferior a R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais). - de R$ 30,00 (trinta reais), se: a) deixar de manter, na unidade responsável pelo processamento, a documentação técnica discriminada na legislação; b) deixar de enfeixar ou encadernar, quando exigido pela legislação, e na forma e no prazo nela estabelecidos, livros e documentos fiscais. LII, da Lei nº LIII, da Lei nº 263

10 OUTUBRO - Nº 43/2009 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO INFRAÇÕES RELATIVAS À SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA INFRAÇÕES RELATIVAS AO REGIME SIMPLIFICADO (ME/EPP) IRREGULARIDADE CONSTATADA NA AIDF E NÃO COMUNICADA AO FISCO INFRAÇÕES RELATIVAS AO SELO FISCAL - R$ 30,00 (trinta reais), por mês ou fração de mês, se não comunicar, através de formulário próprio, a cessação do uso do sistema de processamento de dados. LIV, da Lei nº - 25% (vinte e cinco por cento), do valor do imposto que: LV, a) deixar de reter, na qualidade de contribuinte substituto, relativo da Lei nº a operações ou prestações subseqüentes; b) deixar de recolher, na qualidade de contribuinte substituto, relativo a operações ou prestações anteriores; c) deixar de recolher, na qualidade responsável, quando não retido anteriormente. - 80% (oitenta por cento) do valor do imposto retido, referente à operação ou prestação submetida ao regime de substituição tributária que deixar de recolher no prazo regulamentar. LVI, da Lei nº - 80% (oitenta por cento) do valor do imposto devido pelo regime LVII, normal de tributação, quando: da Lei nº a) declarar seu enquadramento como microempresa ou empresa de pequeno porte sem a observância dos requisitos legais e regulamentares; b) manter-se indevidamente enquadrado como microempresa ou empresa de pequeno porte, tendo incidido em condição impeditiva à manutenção do referido enquadramento. - R$ 90,00 (noventa reais), por mês ou fração de mês, independentemente da aplicação de outras penalidades, se deixar de comunicar, à repartição fazendária, a perda da condição de microempresa ou empresa de pequeno porte ou a ultrapassagem da faixa em que estiver enquadrado como tal. - 80% (oitenta por cento) da parcela do valor do imposto devido por estimativa e não recolhido, sem deixar de declarar ou apresentar dados considerados para fixação da estimativa, ou declará-los ou apresentá-los com inexatidões, aplicável aos contribuintes de que tratam os artigos 1º, 17 e 22 dos Leis nºs 2.778/97, 2.804/97 e 2.869/97, respectivamente. LVIII, da Lei nº LIX, da Lei nº - R$ 2.000,00 (dois mil reais), independentemente da aplicação LX, de outras penalidades, se deixar de declarar ou apresentar dados da Lei nº considerados para fixação da estimativa, ou declará-los ou apresentá-los com inexatidões, aplicável aos contribuintes de que tratam os artigos 1º, 17 e 22 das Leis nºs 2.778/97, 2.804/97 e 2.869/97, respectivamente. - R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais), por Autorização para Impressão de Documentos Fiscais (AIDF), pela falta de comunicação ao fisco estadual de irregularidade que deveria ter sido constatada na conferência dos documentos pelo contribuinte. - R$ 20,00 (vinte reais), por documento, pela falta de aposição de selo fiscal no correspondente documento, pelo estabelecimento gráfico fabricante, conforme estabelecido na Autorização para Impressão de Documentos Fiscais (AIDF). - R$ 10,00 (dez reais), por documento, pela aposição indevida de selo fiscal de autenticidade no correspondente documento, pelo estabelecimento gráfico fabricante, conforme estabelecido na Autorização para Impressão de Documentos Fiscais (AIDF). LXXV, da Lei nº LXXIII, da Lei nº LXXIV, da Lei nº - R$ 100,00 (cem reais), por selo fiscal extraviado pelo estabelecimento gráfico fabricante ou transportador, sem prejuízo LXXVI, da Lei nº da instauração de processo administrativo, para fins de suspensão ou cassação do credenciamento, quando se tratar de estabelecimento gráfico. - R$ 1.000,00 (mil reais), pela falta de comunicação ao Fisco de extravio de selos fiscais. - R$ 50,00 (cinqüenta reais) por selo inutilizado ou excedente não devolvido ao Fisco pelo estabelecimento gráfico fabricante. - R$ 200,00 (duzentos reais) por documento, se deixar de comunicar ao Fisco o recebimento de mercadoria ou serviço acompanhado de documento fiscal com selo fiscal aposto de forma irregular. - R$ 100,00 (cem reais) por unidade, se imprimir selos fiscais: sem autorização do Fisco, fora das especificações técnicas, em paralelo ou em quantidade superior à prevista em Autorização para Impressão de Documentos Fiscais (AIDF), nunca inferior a R$ ,00 (vinte mil reais), sem prejuízo da suspensão ou cassação do credenciamento. LXXVII, da Lei nº LXXVIII, da Lei nº LXXIX, da Lei nº LXXX, da Lei nº - R$ ,00 (vinte mil reais), se o estabelecimento gráfico fabricante de selos fiscais deixar de adotar as medidas de LXXXI, da Lei nº segurança relativas a pessoal, produto, processo e patrimônio, na forma disciplinada em regulamento. NORMAS 1º - Ressalvado o disposto nos incisos LIX e LX e no inciso III COMPLEMENTARES do 4º, também se aplicam as penalidades previstas nos incisos ÀS PENALIDADES VII e VIII deste artigo, calculadas sobre o valor do imposto que seria devido pelo regime normal de tributação: I - à microempresa e à empresa de pequeno porte que omitir valor de operação ou prestação de serviço tributada que possa influir na fixação da estimativa, ainda que não implique em ultrapassagem de faixa ou desenquadramento; II - a outros contribuintes submetidos a regime de pagamento do imposto por estimativa, que omitirem valor de operação ou prestação de serviço tributada que possa influir na fixação da estimativa. 2º - Incluem-se nos casos a que se referem os incisos VII e VIII deste artigo, considerados os respectivos valores como saídas não escrituradas: I - suprimentos de caixa que não foram devidamente esclarecidos e comprovados; II - pagamento efetuados e não escriturados. 3º - Para os efeitos do inciso II do parágrafo anterior, os documentos comprobatórios de pagamento, que não contenham a data de sua quitação, consideram-se pagos: I - na data do vencimento do respectivo título; II - na data da emissão do documento fiscal, quando não for emitida duplicata. 4º - Aplica-se a penalidade prevista no inciso XII: I - no caso de documento fiscal que apresente divergência entre os dados constantes de suas vias, na existência de documentos fiscais com numeração paralela, além das demais hipóteses de emissão ou posse de documento fiscal fraudado, simulado ou viciado; II - sobre o valor do imposto irregularmente creditado, deduzido, compensado, transferido, não destacado, não debitado ou não recolhido, se adulterar, viciar ou falsificar documento ou escrituração de livro, ou utilizar documento simulado, viciado ou falso para produção desses efeitos; III - nas hipóteses de omissão de valor de operação ou prestação de serviço tributada a que se refere o 1º deste artigo, mediante a emissão ou utilização de documento fiscal fraudado, simulado ou viciado, nos termos do inciso I, devendo a penalidade ser calculada sobre o valor que seria devido pelo regime normal de tributação. 5º - No caso de omissão de valor de operação ou prestação de serviço de que tratam o inciso XI, o 1º e o inciso III do 4º, as penalidades neles previstas serão aplicadas independentemente da cobrança da diferença de imposto devido por estimativa, que porventura deixar de ser recolhida, sobre a qual aplica-se a penalidade prevista no inciso II deste artigo. 6º - O disposto no inciso XIII não se aplica nos casos em que a escrituração da entrada seja feita antes do início da ação fiscal, embora com atraso. 7º - No caso do inciso XXVI deste artigo, será observado o seguinte: I - será lavrado auto de infração, se, dentro de 30 (trinta) dias contados da ocorrência do fato, não for restabelecida a escrita fiscal; II - arbitramento do valor das operações e prestações não comprovadas, para fixação do imposto devido, quando for impossível o restabelecimento da escrita fiscal no prazo previsto no inciso anterior. 8º - Na aplicação da multa prevista no inciso XXVII, quando se tratar de talonário de documento fiscal, jogos soltos, formulários contínuos, formulários de segurança, cupom de leitura ou Fitadetalhe de máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV ou equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF, observar-se-á o seguinte: I - a penalidade será aplicada em razão de cada unidade, assim considerada cada documento fiscal; II - no seu total, a penalidade não excederá a R$ 2.000,00 (dois mil reais) por máquina registradora, terminal Ponto de Venda - PDV, equipamento Emissor de Cupom Fiscal - ECF, ou por série ou subsérie, ou, se não for utilizada série nem subsérie, por modelo de documento fiscal; III - concomitantemente com sua aplicação, far-se-á o arbitramento do valor das operações e prestações a que se referirem os documentos perdidos ou extraviados, para fixação do imposto devido, na forma a ser definida pelo regulamento. 9º - Na hipótese dos incisos XVIII, XIX e XX, inexistindo as operações ou prestações neles referidas, a multa será de R$ 100,00 (cem reais), por documento e por mês ou fração de mês em atraso, não superior a R$ 500,00 (quinhentos reais) As penalidades previstas nos incisos XXXV, XXXVI, XXXVII, XXXIX, XL, XLI, XLIV, XLVIII, XLIX, L, LI, LII, LXI, LXII, LXIII, LXIV, LXV e LXVI são aplicáveis sem prejuízo do arbitramento do valor das operações e prestações para fixação do imposto devido Caso as informações a que se referem os incisos XLVIII e XLIX sejam apresentadas com incorreções ou omissões, aplicarse-á o disposto no inciso XXXIII As penalidades previstas nos incisos VII, VIII e XII aplicamse inclusive, conforme os casos neles previstos, nas hipóteses em que a autuação exigir imposto devido nas seguintes operações e prestações: I - importação de mercadoria ou bem, por pessoa física ou jurídica; II - utilização de serviço prestado no exterior, ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior; III - entrada, no estabelecimento do contribuinte, de mercadoria proveniente de outra Unidade da Federação, destinada a consumo ou ativo fixo; IV - utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outra Unidade da Federação e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüente alcançada pela incidência do imposto; V - aquisição, em licitação promovida pelo Poder Público, de mercadoria ou bem importados do exterior apreendidos ou abandonados; VI - nos casos em que a legislação exigir o pagamento antecipado do imposto; VII - em todos os demais casos em que for exigido imposto, ou acréscimo, e não houver penalidade específica prevista nesta 13 - No caso do inciso XXV, a penalidade será aplicada de acordo com a seguinte graduação: a) de R$ 400,00 (quatrocentos reais), caso a receita bruta anual da empresa seja inferior a (trezentos e nove mil, oitocentos e cinqüenta e oito) UFIR; b) de R$ 1.000,00 (mil reais), caso a receita bruta anual da empresa seja superior a (trezentos e nove mil, oitocentos e cinqüenta e oito) UFIR até o limite de (um milhão, duzentos e vinte oito mil, duzentos e cinqüenta) UFIR; c) de R$ ,00 (dez mil reais), caso a receita bruta anual da empresa seja superior a (um milhão, duzentos e vinte e oito mil, duzentos e cinqüenta) UFIR até o limite de (dez milhões, duzentos e trinta e cinco mil e quinhentos) UFIR; d) de R$ (trinta mil), caso a receita bruta anual da empresa seja superior a (dez milhões, duzentos e trinta e cinco mil e quinhentos) UFIR." 14 - na hipótese do parágrafo anterior será observado o seguinte: 1 - tratando-se de empresa em funcionamento a menos de 12 (doze) meses, a receita bruta será o somatório das receitas mensais auferidas a partir do início de suas atividades; 2 - sendo desconhecido o valor da receita bruta no momento da autuação, a penalidade será aplicada no seu limite mínimo, ressalvado ao fisco o direito de rever o procedimento, com base na receita bruta efetiva A aplicação das penalidades previstas neste artigo deve ser feita sem prejuízo da exigência do imposto em auto de infração e das providências necessárias à instauração da ação penal cabível, inclusive por crime de desobediência As multas previstas em reais serão corrigidas monetariamente pela variação da UFIR ou de qualquer outro índice oficial que venha a substituí-la A penalidade prevista no inciso LXXVI será aplicada em dobro na hipótese de reincidência, sem prejuízo da instauração de processo administrativo para efeito de descredenciamento do estabelecimento gráfico A comunicação ao Fisco de extravio de selo ensejará a redução de 50% (cinqüenta por cento) da penalidade indicada no inciso LXXVI." Art Sem prejuízo das penalidades cabíveis, aquele que falsificar, viciar ou adulterar documento destinado à arrecadação de receita estadual, ou que o utilize como comprovante de seu pagamento, fica sujeito à multa de 3 (três) vezes o valor consignado no documento, no mínimo de R$ 3.000,00 (três mil reais). Parágrafo único - As penalidades cabíveis a que se refere o caput serão as exigidas proporcionalmente sobre o imposto devido e não recolhido, não se aplicando a prevista no inciso XII do artigo

11 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO NÃO ATENDIMENTO ÀS INTIMAÇÕES DO FISCAL Art Àquele que, quando intimado por funcionário fiscal, e no prazo estabelecido na intimação, não inferior a 5 (cinco) dias úteis, deixar de exibir livro, documento, arquivo magnético ou similar, de prestar esclarecimento ou informação, ou de cumprir exigência, serão aplicadas as seguintes multas: I - de R$ 400,00 (quatrocentos reais) pelo não atendimento da primeira intimação; II - de R$ 1.000,00 (mil reais), pelo não atendimento da intimação que lhe for feita posteriormente; III - de R$ 2.000,00 (dois mil reais), pelo não atendimento de cada uma das intimações subseqüentes. Parágrafo único - O arbitramento não impede o fisco de continuar intimando o contribuinte, aplicando-lhe as multas previstas neste artigo, e de prosseguir, se for o caso, na aplicação de outras medidas preconizadas na legislação. INFRAÇÃO À LEGISLAÇÃO - RJ OBRIGAÇÃO ACESSÓRIA SEM PREVISÃO DE PENALIDADE ESPECÍFICA Art No caso de infração a obrigação acessória, constante de dispositivo legal ou regulamentar, para o qual não esteja prevista penalidade específica, aplicar-se-á multa e R$ 90,00 (noventa reais) a R$ 900,00 (novecentos reais). Parágrafo único - Na ausência de graduação específica fixada pelo Poder Executivo, a penalidade prevista neste artigo será aplicada no seu limite mínimo. CONTRATAÇÕES PÚBLICAS MICROEMPRESAS E EMPRESAS DE PEQUENO PORTE - RESUMO: O presente Decreto traz como disposição o tratamento diferenciado para as microempresas e empresas de pequeno porte nas contratações públicas, dentre outras considerações. DECRETO Nº , de (DOE de ) Regulamenta o tratamento favorecido, simplificado e diferenciado para as microempresas e empresas de pequeno porte nas contratações públicas, no âmbito do Poder Executivo, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições constitucionais e legais, tendo em vista o que consta dos Processos nºs E-01/90121/2009 e E-01/53.472/2009, e CONSIDERANDO a necessidade de atender e dar efetividade aos artigos 170, IX e 179 da Constituição Federal, bem como aos artigos 42, 43, 44, 45, 47, 48 e 49 do Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, e com vistas ao fomento e desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro, decreta: Art. 1º - Nas contratações públicas de bens, serviços e obras, deverá ser concedido tratamento favorecido, diferenciado e simplificado para as microempresas e empresas de pequeno porte, objetivando: I - a promoção do desenvolvimento econômico e social no âmbito municipal e regional; II - a ampliação da eficiência das políticas públicas voltadas para as microempresas e empresas de pequeno porte; e III - o incentivo à inovação tecnológica. 1º - Subordinam-se ao disposto neste Decreto, além dos órgãos da Administração Pública Estadual Direta, os Fundos Especiais, as Autarquias, as Fundações Públicas, as Empresas Públicas, as Sociedades de Economia Mista e as demais entidades controladas direta ou indiretamente pelo Estado. 2º - Para fins do disposto neste Decreto será utilizada a expressão pequena empresa para se referir às microempresas e às empresas de pequeno porte. Art. 2º - Para fins do disposto neste Decreto o enquadramento DO FISCAL INFRAÇÃO À OBRIGAÇÃO ACESSÓRIA SEM PREVISÃO DE PENALIDADE ESPECÍFICA úteis, deixar de exibir livro, documento, arquivo magnético ou similar, de prestar esclarecimento ou informação, ou de cumprir exigência, serão aplicadas as seguintes multas: I - de R$ 400,00 (quatrocentos reais) pelo não atendimento da primeira intimação; II - de R$ 1.000,00 (mil reais), pelo não atendimento da intimação que lhe for feita posteriormente; III - de R$ 2.000,00 (dois mil reais), pelo não atendimento de cada uma das intimações subseqüentes. Parágrafo único - O arbitramento não impede o fisco de continuar intimando o contribuinte, aplicando-lhe as multas previstas neste artigo, e de prosseguir, se for o caso, na aplicação de outras medidas preconizadas na legislação. Art No caso de infração a obrigação acessória, constante de dispositivo legal ou regulamentar, para o qual não esteja prevista penalidade específica, aplicar-se-á multa e R$ 90,00 (noventa reais) a R$ 900,00 (novecentos reais). Parágrafo único - Na ausência de graduação específica fixada pelo Poder Executivo, a penalidade prevista neste artigo será aplicada no seu limite mínimo. OUTUBRO - Nº 43/2009 Fundamentos Legais: Arts. 59 a 71 da Lei nº 2.657/1996. como pequena empresa dar-se-á nas condições do Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, instituído pela Lei Complementar Federal nº 123, de 14 de dezembro de 2006, em especial quanto ao seu art. 3º, devendo ser exigida de tais empresas a declaração, sob as penas da lei, de que cumprem os requisitos legais para a qualificação como microempresas ou empresas de pequeno porte, estando aptas a usufruir do tratamento favorecido estabelecido nos arts. 42 a 49 da Lei Complementar Federal nº 123, de 14 de dezembro de Parágrafo único - A declaração mencionada pelo caput deste artigo deverá ser entregue pela empresa interessada no momento de seu cadastramento junto ao Cadastro de Fornecedores ou no momento da apresentação de documentação ou de acordo com o estabelecido pelo instrumento convocatório. Art. 3º - Para a ampliação da participação das pequenas empresas nas licitações, os órgãos ou entidades contratantes deverão, sempre que possível: I - adequar o cadastro de fornecedores para identificar as pequenas empresas sediadas regionalmente, com as respectivas linhas de fornecimento, de modo a possibilitar a notificação das licitações e facilitar as subcontratações e a formação de parcerias; II - estabelecer e divulgar um planejamento anual das contratações públicas a serem realizadas, com a estimativa de quantitativo e de data das contratações; e III - padronizar e divulgar as especificações dos bens e serviços contratados, de modo a orientar as pequenas empresas para que adeqüem os seus processos produtivos. Art. 4º - A comprovação de regularidade fiscal das pequenas empresas somente será exigida para efeito de contratação, e não como condição para participação na licitação. 1º - Na fase de habilitação deverá ser apresentada pela empresa e conferida pela Administração Pública toda a documentação estabelecida como necessária pelo instrumento convocatório, e, havendo alguma restrição na comprovação da regularidade fiscal, será assegurado o prazo de 02 (dois) dias úteis, cujo termo inicial corresponderá ao momento em que o proponente for declarado vencedor do certame, prorrogável por igual período, a critério da Administração Pública, para a regularização da documentação, pagamento ou parcelamento do débito, e emissão de eventuais certidões negativas ou positivas com efeito de certidão negativa. 2º - A declaração do vencedor de que trata o 1º deste artigo acontecerá no momento imediatamente posterior à fase de habilitação, 261

12 OUTUBRO - Nº 43/2009 no caso do pregão, conforme estabelece o art. 4º, inciso XV, da Lei Federal nº , de 17 de julho de 2002, e no caso das demais modalidades de licitação, no momento posterior ao julgamento das propostas, aguardando-se os prazos de regularização fiscal para a abertura da fase recursal. 3º - A prorrogação do prazo previsto no 1º deste artigo deverá sempre ser concedida pela Administração quando requerida pelo licitante, exceto quando exista urgência na contratação ou prazo insuficiente para a emissão da Nota de Empenho, devidamente justificados. 4º - A não regularização da documentação no prazo previsto no 1º deste artigo implicará na decadência do direito à contratação, sem prejuízo das sanções previstas no art. 81 da Lei Federal nº 8.666, de 21 de junho de 1993, sendo facultado à Administração convocar os licitantes remanescentes, na ordem de classificação, ou revogar a licitação. 5º - O disposto pelo 4º deste artigo deverá constar do documento convocatório da licitação. 6º - Na habilitação em licitações para o fornecimento de bens para pronta entrega ou para locação de materiais não será exigida da pequena empresa a apresentação de balanço patrimonial do último exercício social. Art. 5º - Nas licitações do tipo menor preço, será assegurada, como critério de desempate, preferência de contratação para as pequenas empresas. 1º - Entende-se por empate aquelas situações em que as ofertas apresentadas pelas pequenas empresas sejam iguais ou até 10% (dez por cento) superiores ao menor preço. 2º - Na modalidade de pregão, o intervalo percentual estabelecido pelo 1º deste artigo será de até 5% (cinco por cento) superior ao menor preço. 3º - A preferência de que trata este artigo será concedida da seguinte forma: I - a pequena empresa melhor classificada poderá apresentar proposta de preço inferior àquela considerada vencedora do certame, situação em que será o objeto adjudicado em seu favor; II - não ocorrendo a contratação da pequena empresa, na forma do inciso I deste parágrafo, serão convocadas as remanescentes que porventura se enquadrem em situação de empate, na ordem classificatória, para o exercício do mesmo direito; III - no caso de equivalência dos valores apresentados pelas pequenas empresas que se encontrem na situação de empate, será realizado sorteio entre elas para que se identifique aquela que primeiro poderá apresentar melhor oferta. 4º - Não se aplica o sorteio disposto no inciso III do 3º deste artigo quando, por sua natureza, o procedimento não admitir o empate real, como acontece na fase de lances do pregão, em que os lances equivalentes não são considerados iguais, sendo classificados conforme a ordem de apresentação pelos licitantes. ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO 5º - O disposto neste artigo somente se aplicará quando a menor oferta inicial não tiver sido apresentada por pequena empresa. 6º - Na hipótese da não contratação nos termos previstos nos incisos I, II e III do 3º deste artigo, o contrato será adjudicado em favor da proposta originalmente vencedora do certame. 7º - No caso do pregão, após o encerramento dos lances, a pequena empresa melhor classificada será convocada para apresentar nova proposta no prazo máximo de cinco minutos, por item em situação de empate, após o encerramento dos lances, sob pena de preclusão. 8º - Nas demais modalidades de licitação, o prazo para os licitantes apresentarem nova proposta deverá ser estabelecido pelo órgão ou entidade licitante e estar expressamente previsto pelo instrumento convocatório. Art. 6º - Nas contratações cujo valor seja de até R$ ,00 (oitenta mil reais), os órgãos e entidades contratantes deverão realizar processo licitatório destinado exclusivamente à participação de pequenas empresas. 1º - No caso de não acudirem interessados à licitação realizada nos termos do caput deste artigo, o procedimento licitatório deverá ser refeito, podendo dele participar as empresas de outros portes. 2º - Não se aplica o disposto neste artigo quando ocorrerem as situações previstas no art. 9º, devidamente justificadas. Art. 7º - Nas licitações para fornecimento de bens, serviços e obras, os órgãos e entidades contratantes poderão estabelecer, nos instrumentos convocatórios, a exigência de subcontratação de pequena empresa, desde que o percentual máximo do objeto a ser subcontratado não exceda a 30% (trinta por cento) do total licitado, sob pena de desclassificação, determinando que: I - as pequenas empresas a serem subcontratadas deverão estar indicadas e qualificadas pelos licitantes com a descrição dos bens e serviços a serem fornecidos e seus respectivos valores; II - no momento da habilitação deverá ser apresentada a documentação da regularidade fiscal e trabalhista das pequenas empresas subcontratadas, bem como ao longo da vigência contratual, sob pena de rescisão, aplicando-se-lhes o prazo para regularização previsto no 1º do art. 4º; III - a empresa contratada compromete-se a substituir a subcontratada, no prazo máximo de trinta dias, na hipótese de extinção da subcontratação, mantendo o percentual originalmente subcontratado até a sua execução total, notificando o órgão ou entidade contratante, sob pena de rescisão, sem prejuízo das sanções cabíveis, ou demonstrar a inviabilidade da substituição, em que ficará responsável pela execução da parcela originalmente subcontratada; IV - a empresa contratada responsabiliza-se pela padronização, compatibilidade, gerenciamento centralizado e qualidade da subcontratação. 1º - Deverá constar ainda do instrumento convocatório que a exigência de subcontratação não será aplicável quando o licitante for, alternativamente: 260

13 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO I - pequena empresa; II - consórcio composto em sua totalidade por pequenas empresas, respeitado o disposto no art. 33 da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993; ou III - consórcio composto parcialmente por pequenas empresas com participação igual ou superior ao percentual exigido de subcontratação. 2º - Não será admitida a exigência de subcontratação para o fornecimento de bens, exceto quando estiver vinculado à prestação de serviços acessórios. 3º - O disposto no inciso II do caput deste artigo deverá ser comprovado no momento da aceitação, quando a modalidade de licitação for pregão, ou no momento da habilitação nas demais modalidades. 4º - Não deverá ser exigida a subcontratação quando esta for inviável, não for vantajosa para a Administração Pública ou representar prejuízo ao conjunto ou complexo do objeto a ser contratado, o que deverá ser devidamente justificado no processo administrativo referente à licitação. 5º - Será vedada a exigência no instrumento convocatório de subcontratação de itens ou parcelas determinadas ou de empresas específicas. 6º - Os empenhos e pagamentos referentes às parcelas subcontratadas serão destinados diretamente às pequenas empresas. Art. 8º - Nas licitações para fornecimento de bens, serviços e obras de natureza divisível, e desde que não haja prejuízo para o conjunto ou complexo do objeto, os órgãos e entidades contratantes poderão reservar cota de até 25% (vinte e cinto por cento) do objeto contratual para a contratação de pequenas empresas. 1º - O disposto neste artigo não impede a contratação das pequenas empresas na totalidade do objeto. 2º - O instrumento convocatório deverá prever que, não havendo vencedor para a cota reservada, esta poderá ser adjudicada ao vencedor da cota principal, ou, diante de sua recusa, aos licitantes remanescentes, desde que pratiquem o preço do primeiro colocado. 3º - Se a mesma empresa vencer a cota reservada e a cota principal, a contratação da cota reservada deverá ocorrer pelo preço da cota principal, caso este tenha sido menor do que o obtido na cota reservada. 4º - Admitir-se-á a divisão da cota reservada em múltiplas cotas, objetivando-se a ampliação da competitividade, e observando-se que a soma do percentual de cada cota em relação ao total do objeto não poderá ultrapassar a 25% (vinte e cinco por cento). Art. 9º - Não se aplica o disposto nos arts. 6º ao 8º nas seguintes hipóteses, alternativamente: I - quando não houver um mínimo de 03 (três) fornecedores competitivos enquadrados como pequenas empresas sediadas local OUTUBRO - Nº 43/2009 ou regionalmente e capazes de cumprir as exigências estabelecidas no instrumento convocatório; II - quando o tratamento diferenciado e simplificado para as pequenas empresas não for vantajoso para a Administração ou representar prejuízo ao conjunto ou complexo do objeto a ser contratado; III - a licitação for dispensável ou inexigível, nos termos dos art. 24 e 25 da Lei Federal nº 8.666, de 21 de junho de 1993; IV - aos tipos de licitação de melhor técnica, técnica e preço e maior lance; ou V - o tratamento diferenciado e simplificado não for capaz de alcançar os objetivos previstos pelo art. 1º deste Decreto, o que deverá ser devidamente justificado no processo administrativo referente à licitação. Parágrafo único - Para o disposto no inciso II deste artigo, considerar-se-á não vantajosa a contratação quando resultar em preço superior ao valor estabelecido como referência. Art O valor licitado por meio do disposto nos arts. 6º a 8º deste Decreto não poderá exceder a 25% (vinte e cinco por cento) do total licitado pelo mesmo órgão ou entidade em cada ano civil. Art As contratações diretas com base nos incisos I e II do art. 24, da Lei Federal nº 8.666, de 21 de junho de 1993, deverão ser preferencialmente realizadas com as pequenas empresas situadas no Estado do Rio de Janeiro. Parágrafo único - Os órgãos e entidades contratantes poderão, nas contratações diretas fundamentadas nos incisos I e II do art. 24 da Lei Federal nº 8.666, de 21 de junho de 1993, realizar cotação de preços exclusivamente em favor de pequenas empresas, desde que demonstrando-se vantajosa a contratação. Art Os critérios de tratamento diferenciado e simplificado para as pequenas empresas deverão estar expressamente previstos no instrumento convocatório. Art Caberá à Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão expedir normas complementares para o cumprimento deste Decreto. Art Este decreto entra em vigor 60 (sessenta) dias após a data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, em especial a alínea a do inciso III do art. 2º do Decreto nº , de 28 de junho de 1991, o Decreto nº , de 28 de junho de 1991, o Decreto nº , de 18 de novembro de 1992, e o Decreto nº , de 23 de agosto de ICMS Rio de Janeiro, 06 de outubro de Sérgio Cabral BASE DE CÁLCULO - CAFÉ CRU - 12 A RESUMO: A Portaria a seguir fornece dados para cálculo do ICMS, nas operações interestaduais com café cru, realizadas no 259

14 OUTUBRO - Nº 43/2009 período em referência. PORTARIA ST Nº 602, de (DOE de ) Fornece dados para o cálculo do ICMS nas operações interestaduais com café cru, no período de 12 a 18 de outubro de O SUPERINTENDENTE DE TRIBUTAÇÃO, no uso de suas atribuições, tendo em vista o disposto na Cláusula Segunda do Convênio ICMS nº 15/90, de 30 de maio de 1990, RESOLVE: Art. 1º - Divulgar, para o período de 12 a 18 de outubro de 2009, em dólares, a base de cálculo do ICMS nas operações interestaduais com café cru, que é a seguinte: CAFÉ ARÁBICA CAFÉ CONILLON (SACA) (SACA) US$ 9142, 0000 US$ 105, 0000 Art. 2º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação. Rio de Janeiro, 08 de outubro de EXPEDIÇÃO DE CERTIDÕES Alberto da Silva Lopes Superintendente de Tributação REGULARIDADE FISCAL - RESUMO: A presente Resolução traz como disposição as normas para a expedição de certidões destinadas a provar a regularidade fiscal. RESOLUÇÃO PGRJ Nº 2.690, de (DOE de ) Estabelece normas para a expedição de certidões destinadas a provar a regularidade fiscal perante a dívida ativa no âmbito da Procuradoria Geral do Estado do Rio de Janeiro. A PROCURADORA-GERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, e considerando o disposto no 6º do art. 176 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro, bem assim, nos arts 205 e seguintes da Lei nº 5.172/66 - Código Tributário Nacional, nos arts. 9º e 11 da Lei nº 4.320/64 - Normas Gerais de Direito Financeiro e no art. 2º da Lei nº 6.830/80 - Lei de Execução Fiscal, RESOLVE: Seção I Do Objeto Art. 1º - A emissão de Certidão de Regularidade Fiscal, que ateste a existência ou não de débitos, inscritos em dívida ativa do Estado do ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO Rio de Janeiro, tributários ou não, observará o disposto nesta Resolução, dentro das seguintes hipóteses: I - Certidão Negativa de Débitos - CND, caso não conste do sistema da dívida ativa do Estado do Rio de Janeiro qualquer débito em nome do contribuinte, pessoa física ou jurídica, quer na condição de devedor, quer na condição de responsável; II - Certidão Positiva de Débitos com Efeitos de Negativa - CPDEN, quando, em nome do contribuinte, pessoa física ou jurídica, quer na condição de devedor, quer na condição de responsável, for constatada a existência de débitos inscritos que se encontrem nas situações previstas no art. 206 do Código Tributário Nacional, ou exista determinação judicial ou administrativa de suspensão da exigibilidade; ou III - Certidão Positiva de Débitos - CPD, quando for constatado no sistema da dívida ativa do Estado do Rio de Janeiro, em nome do contribuinte, pessoa física ou jurídica, quer na condição de devedor, quer na condição de responsável, débitos que não se enquadrem nas situações previstas no inciso anterior. 1º - A existência de débitos será apurada exclusivamente mediante pesquisa no sistema da dívida ativa do Estado do Rio de Janeiro, pelo nome, CPF ou CNPJ (raiz) do contribuinte. 2º - Tratando-se de pessoa jurídica, a certidão abrangerá a regularidade fiscal de todos os estabelecimentos do contribuinte que possuam a mesma raiz de CNPJ. 3º - No caso de pessoa física, a certidão abrangerá a regularidade fiscal do contribuinte e também, caso seja inscrito no CAD-ICMS, a das inscrições estaduais que este possuir, registradas para seu CPF, como Pessoa Física Contribuinte do ICMS. 4º - Quando for constatada a existência de débitos em nome do contribuinte sem informação do CPF ou CNPJ, a Certidão deverá trazer, se for o caso, a necessária ressalva quanto à impossibilidade de perfeita indicação do devedor. 5º - Caberá à Procuradoria da Dívida Ativa - PG-5 estabelecer os modelos das certidões mencionadas neste artigo. 6º - A Certidão prevista nesta Resolução não dispensa a exibição, pelo interessado, da certidão emitida pela SEFAZ, nos termos da Resolução Conjunta PGE/SER nº 33, de 24 de novembro de Seção Ii Da Solicitação de Certidão e Emissão Art. 2º - A Certidão será solicitada diretamente no sítio eletrônico da dívida ativa da Procuradoria Geral do Estado (http:// Parágrafo único - Para fins de aplicação desta Resolução entendese por solicitante a pessoa física que formula o requerimento de expedição da Certidão e por contribuinte a pessoa física ou jurídica em nome da qual será expedida a certidão. Art. 3º - A Certidão prevista no inciso I do art. 1º será expedida em 258

15 ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO até 5 (cinco) dias úteis diretamente pelo sítio eletrônico da dívida ativa da Procuradoria Geral do Estado. 1º - O solicitante poderá acompanhar o andamento da solicitação no sítio referido no art. 2º e a contagem do prazo deste artigo inicia-se no 1º dia útil subseqüente à realização da solicitação na Internet, para o qual será gerado um número de protocolo, e será calculado em conformidade com o disposto no art. 132 do Código Civil, excluindo-se do cômputo o dia de início e incluindo-se o dia de vencimento, nunca podendo ultrapassar o decêndio fixado no parágrafo único do art. 205 do CTN. 2º - A solicitação de Certidão de Regularidade Fiscal será encaminhada por meio eletrônico, através do sistema da dívida ativa, ao setor responsável pela pesquisa cadastral na Procuradoria da Dívida Ativa (PG-5) para os devidos processamentos, que terão início em até 1 (um) dia útil, devendo tal processamento seguir a ordem cronológica de protocolo dos requerimentos, sob pena de responsabilidade funcional. 3º - Somente terá validade a Certidão prevista no inciso I do art. 1º emitida eletronicamente, mediante o sistema informatizado da dívida ativa do Estado, sendo vedada qualquer outra forma de certificação manual ou eletrônica. 4º - A certidão prevista no inciso anterior conterá, obrigatoriamente, a hora e a data de emissão e o respectivo código de controle. 5º - Somente produzirá efeitos a certidão cuja autenticidade for confirmada no endereço eletrônico referido no art. 2º. 6º - As solicitações apresentadas após as 18:00 h serão consideradas como realizadas no primeiro dia útil seguinte. 7º - Será considerado como dia útil o dia de EXPEDIENTE NORMAL das unidades da Procuradoria Geral do Estado. Art. 4º - A verificação da existência de qualquer pendência administrativa ou judicial que interfira no processamento da Certidão de Regularidade Fiscal, interrompe o prazo previsto no caput do art. 3º da presente Resolução para a emissão daquele documento, que voltará a correr, por inteiro, após a completa solução daquela pendência. 1º - A existência de quaisquer pendências, bem como as providências iniciais a serem tomadas no sentido de saná-las, serão informadas pelo próprio sistema ao solicitante, no campo próprio do sítio da Dívida Ativa, devendo ser disponibilizado formulário a ser apresentado à unidade da PGE competente. 2º - No caso do parágrafo anterior, o solicitante deverá comparecer à unidade da PGE competente, para apresentação dos seguintes documentos: I - Formulário disponibilizado no sítio da Dívida Ativa quando da consulta mencionada no parágrafo anterior; II - Cópia do comprovante de inscrição do contribuinte no CPF ou CNPJ, conforme o caso, observado o disposto no 3º deste artigo; III - Cópia do documento de identidade e do CPF do solicitante, observado o disposto nos 4º e 5º deste artigo; OUTUBRO - Nº 43/2009 IV - Cópia de documento que comprove a habilitação do solicitante em postular pelo contribuinte, observado o disposto nos 4º e 5º deste artigo. 3º - A cópia do comprovante previsto no inciso II do 2º deste artigo poderá ser do documento de inscrição original ou do emitido pela página da Secretaria da Receita Federal na Internet. 4º - Quando houver dúvida sobre a autenticidade de assinatura do contribuinte, seu procurador ou representante legal, consignada no pedido, em procuração conferida por instrumento particular ou em outro documento apresentado para comprovação da habilitação, a repartição fiscal poderá exigir o reconhecimento da respectiva firma. 5º - No ato de protocolização mencionado no 2º deste artigo, o solicitante deverá exibir os originais das cópias mencionadas nos incisos II, III e IV, para conferência pela unidade da PGE, ficando dispensada a exibição caso as cópias sejam apresentadas já autenticadas por serventia judicial ou extrajudicial. 6º - Tão logo sanadas as pendências eventualmente existentes, a Certidão Negativa de Débitos será liberada para impressão pelo requerente no sítio eletrônico da Dívida Ativa, contado o prazo conforme o caput. 7º - Caso a pendência informada no art. 4º determine a expedição das Certidões mencionadas nos incisos II, III e 4º do art. 1º, o solicitante será orientado a proceder conforme o art. 5º. 8º - O requerente disporá de um prazo máximo de 30 (trinta) dias corridos, a contar do primeiro dia útil subsequente à data em que a pendência for informada ao sistema pelo setor responsável, para tomar as medidas cabíveis, sob pena de ter o seu pedido cancelado automaticamente. 9º - Poderão ser impressas vias da Certidão prevista no inciso I do art. 1º até 30 (trinta) dias antes da data de validade da mesma, após o que, será aquela eliminada do sistema e tornar-se-á necessário fazer outra solicitação. Art. 5º - Caso a pendência informada no art. 4º determine a expedição das Certidões mencionadas nos incisos II, III e 4º do art. 1º, o solicitante será orientado a comparecer à unidade da Procuradoria Geral do Estado na qual tramitará procedimento próprio para emissão do documento, sendo o prazo contado na forma do art. 4º. 1º - Na hipótese de o contribuinte ter domicílio no Município do Rio de Janeiro, as Certidões mencionadas nos incisos II e III do art. 1º serão subscritas pelo Procurador Chefe da PG-5, ou por seus substitutos legais; na hipótese de o contribuinte ter domicílio em outro município do Estado, as Certidões mencionadas nos incisos II e III do art. 1º serão subscritas pelo Procurador Chefe da Coordenadoria Geral das Procuradorias Regionais, ou seu substituto legal ou ainda pelo Procurador Regional ou seu substituto legal. 2º - Considerar-se-á domicílio qualquer estabelecimento da pessoa jurídica. 257

16 OUTUBRO - Nº 43/2009 3º - Na hipótese prevista no caput deste artigo o solicitante será orientado a comparecer à unidade da PGE competente para emissão da Certidão com os seguintes documentos: I - Os documentos previstos no 2º do art. 4º, caso ainda não apresentados, II - Cópia de documentação comprobatória da condição de débito com exigibilidade suspensa, em virtude de medida judicial ou de depósito de seu montante integral observada o disposto no 5º do art. 4º. 4º - Poderá ser exigida a apresentação de outros documentos, a critério do responsável pela emissão da certidão nos termos do 1º deste artigo. Art. 6º - O recolhimento da Taxa de Serviços Estaduais (TSE) prevista na alínea a, do item 01, do inciso I, da tabela mencionada no art. 107 do Decreto-Lei nº 5/75 (Código Tributário Estadual - CTE), somente será necessário nos casos de emissão das certidões previstas nos incisos II e III do art. 1º desta Resolução, observadas as seguintes disposições: I - O recolhimento será feito por meio de Documento de Arrecadação de Receitas do Estado do Rio de Janeiro emitido quando da solicitação feita nos termos do caput; II - O contribuinte do ICMS que comprove ser optante pelo Simples Nacional faz jus ao desconto de 70% no recolhimento da taxa, devendo a comprovação da opção ser feita pela consulta disponível no Portal do Simples Nacional na Internet, na hipótese de o regime tributário ainda não constar registrado no Sistema de Cadastro de Contribuintes do ICMS - SICAD; III - A comprovação do recolhimento será exigida quando da entrega da certidão mencionada no caput, devendo o original do comprovante, ou sua cópia autenticada, ser acostado aos autos do procedimento formado para emissão do documento. Parágrafo único - Aplica-se o quanto previsto no parágrafo único do art. 106 do Decreto-Lei nº 5/75 (Código Tributário Estadual - CTE) na disciplina da eventual isenção da taxa a que se refere este artigo. Art. 7º - Nos termos da autorização prevista no Decreto nº , de 29 de setembro de 2009, fica dispensado o recolhimento da Taxa de Serviços Estaduais em relação às certidões previstas no inciso I do art. 1º que sejam emitidas diretamente pelo sítio eletrônico da dívida ativa da Procuradoria Geral do Estado ou nos casos previstos no 4º do art. 1º. Seção Iii Do Cancelamento Art. 8º - A certidão emitida será objeto de cancelamento pela unidade da PGE emitente caso constatada qualquer irregularidade na sua emissão, sem prejuízo da adoção das medidas legais e administrativas cabíveis. Parágrafo único - A decisão que determinar o cancelamento deverá ser exarada em processo administrativo e publicada no Diário ICMS - IPI E OUTROS TRIBUTOS - RIO DE JANEIRO Oficial do Estado, contendo as seguintes informações: I - tipo (certidão negativa, positiva ou positiva com efeitos de negativa); II - número do CPF ou CNPJ do contribuinte consignado na certidão; III - número do processo administrativo em que foi consignada a decisão do cancelamento. Seção IV Das Disposições Transitórias e Finais Art. 9º - Qualquer problema técnico que impeça o processamento do pedido ou transmissão dos dados já processados suspenderá o prazo previsto no caput do art. 3º desta Resolução, que recomeçará a correr no 1º dia útil subseqüente à solução do problema. Art Quando se tratar de requisição de informação formulada por órgão público, inclusive requisição judicial, a informação será prestada diretamente pela Procuradoria da Dívida Ativa (PG-5), se o contribuinte tiver domicílio no Município do Rio de Janeiro, ou pela Coordenadoria Geral das Procuradorias Regionais (PG-11), na hipótese de o contribuinte ter domicílio em outro município do Estado. Art A Certidão expedida nos termos desta Resolução terá validade de 180 (cento e oitenta) dias. Art O procedimento previsto nesta Resolução terá início no dia 13 de outubro de Art No período de 13 de outubro de 2009 a 30 de novembro de 2009 a solicitação de Certidão de Regularidade Fiscal poderá ser feita tanto na forma prevista nesta Resolução como nos termos da Resolução PGE nº 2265, de 11 de janeiro de º - As solicitações feitas na forma da Resolução PGE nº 2265, de 11 de janeiro de 2007, deverão sempre estar acompanhadas da comprovação do recolhimento da Taxa de Serviços Estaduais (TSE) prevista na alínea a do item 01 do inciso I da tabela mencionada no art. 107 do Decreto-Lei nº 5/75 (Código Tributário Estadual - CTE), ressalvada a hipótese de isenção disciplinada no art. 106 de tal Código. 2º - Após o período especificado no caput deste artigo o pedido somente poderá ser formalizado através do sítio eletrônico da Dívida Ativa da Procuradoria Geral do Estado. Art A presente Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, em especial a Resolução PGE nº 1840, de 21 de novembro de Parágrafo único - Fica mantida a vigência da Resolução PGE nº 2265, de 11 de janeiro de 2007, naquilo que não for contrária a esta, até o dia 30 de novembro de Rio de Janeiro, 05 de outubro de Lucia Léa Guimarães Tavares Procuradora-Geral do Estado 256

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