Luciano Silva Rosa Contabilidade 20

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1 Luciano Silva Rosa Contabilidade 20 Tratamento contábil do ágio e do deságio O tratamento contábil do ágio e do deságio na aquisição de investimentos avaliados pelo método da equivalência patrimonial (MEP) sofreu algumas alterações, com a convergência das normas contábeis brasileiras às normas internacionais. Vamos examinar as alterações ocorridas, começando pela Instrução CVM 247, de 1996, passando pela Orientação Técnica CPC 02, que vigorou em 2008 e 2009, e chegando finalmente à situação atual. INSTRUÇÃO CVM 247 / 96: A Instrução CVM 247/96 determina que, para efeito de contabilização, o custo de aquisição de investimento em coligada e controlada deverá ser desdobrado e os valores resultantes desse desdobramento contabilizados em sub-contas separadas: I. Equivalência Patrimonial e II. Ágio ou deságio na aquisição ou na subscrição, representado pela diferença para mais ou para menos, respectivamente, entre o custo de aquisição do investimento e a equivalência patrimonial. O ágio ou deságio deverá ser contabilizado com indicação do fundamento econômico que o determinou. Há dois fundamentos econômicos para o ágio ou deságio: 1) Diferença entre o valor contábil e o valor de mercado dos bens. Por exemplo, um automóvel com 6 anos de uso pode ter valor contábil zero (já foi totalmente depreciado), mas pode valer 10, 15 ou 20 mil reais, dependendo do modelo e da conservação do veículo. Isto pode ocorrer com vários ativos da investida, o que resulta na ocorrência deste tipo de ágio. 2) Ágio ou deságio decorrente de expectativa de rentabilidade futura. O valor de uma empresa não é determinado apenas pelo valor dos seus ativos. A aptidão ou capacidade de gerar lucro também deve ser levada em consideração. Portanto, o valor do investimento que superar o valor da equivalência patrimonial somado ao ágio por diferença entre o valor de mercado e o valor contábil dos bens é o ágio por expectativa de rentabilidade futura. Exemplo: A Empresa ABC pagou reais à vista pela participação de 80% na CIA DEF, a qual possui patrimônio líquido de reais. A diferença entre o valor contábil e o valor de mercado dos ativos da CIA DEF é de 5.000, no total. Contabilização na Empresa ABC, conforme a Instrução CVM 247/96: Equivalência Patrimonial: x 80% = Diferença entre o valor contábil e o valor de mercado: x 80% = Eu Vou Passar e você?

2 Ágio por expectativa de resultados futuros: = Contabilização na Empresa ABC: D Investimentos permanentes Valor da equivalência patrimonial Ágio dos investimentos Por diferença de valor de mercado Por expectativa de resultados futuros C Caixa ou Bancos Amortização do ágio ou deságio 1 - O ágio ou deságio decorrente da diferença entre o valor de mercado de parte ou de todos os bens do ativo da coligada e controlada e o respectivo valor contábil, deverá ser amortizado na proporção em que o ativo for sendo realizado na coligada e controlada, por depreciação, amortização, exaustão ou baixa em decorrência de alienação ou perecimento desses bens ou do investimento. 2 - O ágio ou deságio decorrente de expectativa de resultado futuro, deverá ser amortizado no prazo e na extensão das projeções que o determinaram ou pela baixa por alienação ou perecimento do investimento. O prazo máximo para amortização não poderá exceder a 10 (dez) anos. Quando houver deságio não justificado pela diferença entre o valor de mercado e nem pela expectativa de resultado futuro, a sua amortização somente poderá ser contabilizada em caso de baixa por alienação ou perecimento do investimento. O ágio não justificado pelos fundamentos econômicos acima citados (valor de mercado e expectativa de resultado futuro), deve ser reconhecido imediatamente como perda, no resultado do exercício, esclarecendo-se em nota explicativa as razões da sua existência. Na elaboração do balanço patrimonial da investidora, o saldo não amortizado do ágio ou deságio deve ser apresentado no ativo permanente, adicionado ou reduzido, respectivamente, à equivalência patrimonial do investimento a que se referir. DA ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONSOLIDADAS Para a elaboração das demonstrações contábeis consolidadas, o ágio terá o seguinte tratamento: 2 Eu Vou Passar e você?

3 1 - Quando decorrente da diferença entre o valor de mercado e o valor contábil dos bens, será divulgado como adição ou retificação da conta utilizada pela sociedade controlada para registro do ativo especificado; e 2 - Quando decorrente da expectativa de resultados futuros: 2.1) ser divulgado em item destacado no ativo permanente,quando representar ágio; e 2.2) ser divulgado em conta apropriada de resultados de exercícios futuros, quando representar deságio xx Orientação CPC 02 Vigência em 2008 e Com o processo de convergência às normas internacionais de contabilidade, a Lei de 2007 criou o Sub-grupo Intangível: Lei 6404/76, art. 179: VI no intangível: os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio adquirido. Portanto, o ágio por expectativa de resultado futuro passou a ser contabilizado no Ativo Intangível. Já o ágio por diferença de valor de mercado permaneceu sendo contabilizado em Investimentos. Confira a Orientação CPC 02, de 30 de janeiro de 2009: 46. Dessa forma, a parcela que exceder os valores justos ou de mercado desses ativos deve ser tratada contabilmente como ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill). 47. Esse ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) deve sofrer, até o último dia do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2008, a amortização sistemática, conforme previamente determinado, requerida pelas práticas contábeis adotadas no Brasil e também requerida pela Instrução CVM nº 247/96 e outros atos normatizadores no Brasil. Sua baixa antecipada somente pode ocorrer nos casos de perda do seu valor recuperável (NBC T 19.10) ou quando da baixa do investimento. Uma reestruturação societária onde fica mantida a condição que gerou o ágio não se qualifica como elemento que fundamenta a baixa antecipada de saldo de ágio. 48. Mesmo com essa amortização aplica-se o teste de recuperabilidade de ativos (impairment) previsto na NBC T Redução ao Valor Recuperável de Ativos. A partir do exercício social iniciado em ou a partir de 01 de janeiro de 2009, a amortização contábil sistemática do ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) cessa completamente, permanecendo apenas a aplicação do teste de recuperabilidade exigida pela NBC T Eu Vou Passar e você?

4 49. As amortizações fiscais, quando admitidas, se farão apenas via uso de livros fiscais auxiliares, com os reflexos contábeis relativos aos impostos diferidos (ativos ou passivos) que forem aplicáveis nas circunstâncias. 50. É importante lembrar que só pode ser reconhecido o ativo intangível do ágio por expectativa de rentabilidade futura se adquirido de terceiros, nunca o gerado pela própria entidade (ou mesmo conjunto de empresas sob controle comum). E o adquirido de terceiros só pode ser reconhecido, no Brasil, pelo custo, vedada completamente sua reavaliação. Classificação contábil dos ágios e deságios 51. O ágio pago por expectativa de rentabilidade futura é classificado no subgrupo Ativo Intangível, dentro do grupo do Ativo Não-Circulante. Os deságios devem continuar classificados em investimentos e se o fundamento econômico assim justificar, continuar a serem amortizados, em 2008 e Os deságios sem fundamentação econômica somente podem ser baixados quando da baixa do investimento. 52. Nas demonstrações contábeis individuais, o ágio por diferença entre valor justo (valor de mercado) e valor contábil, apurado na aquisição de investimentos em coligadas e controladas, continua classificado no subgrupo de Investimentos, também no Ativo Não- Circulante. 53. Nos balanços consolidados, todavia, o ágio por diferença entre valor justo (valor de mercado) de ativos e passivos e valor contábil fica, conforme inclusive detalhado na Instrução CVM nº. 247/96, agregado aos ativos ou passivos que lhe deram origem, e não no subgrupo Investimentos. Os deságios anteriormente classificados nos balanços consolidados como resultados de exercícios futuros devem ser reclassificados para o passivo não-circulante, devido à extinção daquele grupo de contas. 54. De acordo com as normas internacionais de contabilidade, apenas o ágio por expectativa de rentabilidade futura tem a característica de ser classificável no Ativo Intangível, e a Lei das S/A também indica que esse ágio é classificado nesse grupo. Dessa forma, as alterações foram: 1) Ágio por expectativa de rentabilidade futura: fica contabilizado em Intangível, ao invés de Investimento. 2) Nas demonstrações consolidadas, o deságio, anteriormente classificado em Resultado de Exercícios Futuros, passa para conta específica do Passivo Não-Circulante, em virtude da extinção do sub-grupo Resultado de Exercícios Futuro. 3) O ágio por expectativa de rentabilidade futura continua sendo amortizado em 2008, cessando completamente a sua amortização a partir de Eu Vou Passar e você?

5 4) O teste de recuperabilidade deve ser aplicado ao ágio por expectativa de rentabilidade futura xx Pronunciamento Técnico 15 do CPC Combinação de Negócios vigência a partir de Reconhecimento do ágio (goodwill) ou deságio (compra vantajosa) O goodwill é o valor excedente do custo da combinação de negócios em relação à participação da empresa adquirente sobre o valor justo dos ativos e passivos da adquirida. Este conceito é equivalente ao ágio por expectativa de rentabilidade futura, ou seja, uma vez que todos os ativos e passivos devem ser reconhecidos pelo valor justo, o excedente é a parcela paga a maior pela empresa adquirente devido à expectativa de geração de lucros futuros pela empresa adquirida. Lembramos que valor justo é o valor pelo qual um ativo pode ser negociado entre partes interessadas, conhecedoras do negócio e independentes entre si, com ausência de fatores que pressionem para a liquidação da transação ou que caracterizem uma transação compulsória. O ágio por expectativa de rentabilidade futura não deve mais ser amortizado. Deve apenas ser testado em relação à recuperabilidade (impairment test). Este tratamento aplica-se, inclusive, ao goodwill reconhecido em anos anteriores, e ainda não amortizado. Conforme o Pronunciamento: Contabilização subsequente do ágio por rentabilidade futura (goodwill): a partir do início do primeiro período de reporte anual em que este Pronunciamento for aplicado, a entidade deve suspender a amortização do ágio por rentabilidade futura (goodwill) decorrente de combinação de negócios anterior e deve passar a testar o ágio por rentabilidade futura (goodwill) em relação ao seu valor recuperável de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 01 Redução ao Valor Recuperável de Ativos. Deságio (compra vantajosa) O valor do deságio deve ser calculado a partir do valor justo. Caso o valor pago pelo investimento seja menor que o valor justo, o resultado (chamado não mais de deságio, mas sim de compra vantajosa ) deve ser reconhecido no resultado do período. Confira o texto do pronunciamento: Compra vantajosa 34. Ocasionalmente, um adquirente pode realizar uma compra vantajosa, assim entendida uma combinação de negócios cujo valor determinado pelo item 32(b) é maior que a soma dos valores especificados no item 32(a). Caso esse excesso de valor permaneça após a aplicação das exigências contidas no item 36, o adquirente deve reconhecer o ganho resultante no resultado do período, na data da aquisição. O ganho deve ser atribuído ao adquirente. 35. Uma compra vantajosa pode acontecer, por exemplo, em combinação de negócios que resulte de uma venda forçada, na qual o vendedor foi movido por algum tipo de compulsão. Contudo, as exceções de reconhecimento e mensuração para determinados itens, como disposto nos itens 22 a 31, também podem resultar no reconhecimento de ganho (ou mudar o valor do ganho reconhecido) em compra vantajosa. E o deságio (ou melhor, a compra vantajosa ) existente anteriormente? 5 Eu Vou Passar e você?

6 Deve ser baixado para lucros acumulados por mudança de prática contábil. Conforme a Pronunciamento CPC 15: Deságio por expectativa de prejuízo futuro reconhecido anteriormente: a entidade, ao contabilizar combinação de negócios anteriormente à vigência deste Pronunciamento, pode ter reconhecido um deságio por expectativa de prejuízos futuros (diferença negativa entre o custo da participação adquirida e a parte da adquirente no valor justo dos ativos líquidos da adquirida) ou por compra vantajosa. Se isso ocorreu, a entidade deve baixar o valor contábil desse deságio no início do primeiro período de reporte anual em que este Pronunciamento for aplicado e fazer o ajuste correspondente em lucros acumulados no balanço patrimonial de abertura naquela data. A Interpretação Técnica CPC 09 Demonstrações Contábeis Individuais, Demonstrações Separadas, Demonstrações Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial, de 04/12/2009, dá maiores detalhes sobre a contabilização do deságio anteriormente reconhecido, confira: Ganho por compra vantajosa (deságio) existente na data da adoção inicial do Pronunciamento Técnico CPC Para os casos em que há registro contábil de ganho por compra vantajosa (deságio) na data de início de vigência do Pronunciamento Técnico CPC 15: (a) se decorrente de aquisição ocorrida anteriormente ao exercício de início de vigência, a entidade deve rever os critérios para determinação e apuração do saldo do ganho por compra vantajosa e verificar se referido ganho por compra vantajosa não deve ser classificado como redução do saldo de algum ativo ou passivo relacionado à entidade adquirida. Após essa análise, permanecendo saldo de ganho por compra vantajosa, o montante existente deve ser baixado e registrado a crédito de lucros (prejuízos) acumulados, por mudança de prática contábil; e (b) se decorrente de aquisição ocorrida durante o exercício, a entidade adquirente deve proceder conforme prevê o Pronunciamento Técnico CPC 15. Lembramos que, conforme o Pronunciamento Técnico CPC 15, tais ganhos por compra vantajosa ocorridos durante o exercício devem ser contabilizados no Resultado do Exercício xx Muito bem. Até aqui, sem problemas, certo? O problema começa agora. Veja o que diz o Pronunciamento Técnico CPC 18 Investimento em Coligada e em Controlada, aprovado em 06/11/09: 23. O investimento em coligada e em controlada é contabilizado pelo método de equivalência patrimonial a partir da data em que ela se torna sua coligada ou controlada. Na aquisição do investimento, quaisquer diferenças entre o custo do investimento e a parte do investidor no valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da investida devem ser contabilizadas como segue: (a) o ágio fundamentado em rentabilidade futura (goodwill) relativo a uma coligada ou controlada (neste caso, no balanço individual da controladora) deve ser incluído no valor contábil do investimento e sua amortização não é permitida; (b) qualquer excedente da parte do investidor no valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da investida sobre o custo do investimento deve ser incluído como receita na 6 Eu Vou Passar e você?

7 determinação da parte do investidor nos resultados da investida no período em que o investimento for adquirido. O item (b) refere-se ao deságio (compra vantajosa), que deve ser incluído como receita no resultado do exercício. Ok, já vimos isso antes. Mas que história é essa de incluir o ágio por rentabilidade futura no valor contábil do investimento, no balanço individual da controladora? Essa determinação é reforçada pela Interpretação Técnica 09, de 04/12/ Demonstrações Contábeis Individuais, Demonstrações Separadas, Demonstrações Consolidadas e Aplicação do Método de Equivalência Patrimonial: 23. Na data da obtenção do controle, o montante do investimento decorrente de aquisição de controladas deve ser registrado nas demonstrações contábeis individuais da adquirente de forma segregada, para fins de controle e evidenciação, entre o valor do investimento proporcional ao percentual de participação sobre o patrimônio líquido ajustado conforme item 20 desta Interpretação e o ágio por expectativa de resultado futuro (goodwill), no grupo de Investimentos do ativo não circulante da seguinte maneira: (a) o valor representado pela aplicação da percentagem de participação adquirida aplicada sobre o patrimônio líquido da adquirida ajustado pelas práticas contábeis da investidora e com ativos e passivos a seus valores justos (inclusive ativos anteriormente não reconhecidos e passivos contingentes que tenham influenciado no preço da operação, conforme item 20). (...) Quando realizadas essas diferenças entre valor contábil e valor justo de ativos e passivos da adquirida, deve a entidade adquirente realizar sua parte quando do reconhecimento do resultado de equivalência patrimonial. Afinal, o resultado da adquirida terá sido produzido com base nos valores históricos nela registrados, mas para a adquirente esses ativos e passivos terão sido adquiridos por valores justos da data da obtenção do controle. Esse investimento mensurado pela parte da controladora no valor justo dos ativos líquidos da adquirida, por consequência, deve ser subdividido para fins de controle, na entidade adquirente, em: (i) parcela relativa à equivalência patrimonial sobre o patrimônio líquido contábil da adquirida; e (ii) parcela relativa à diferença entre (i) e a parte da adquirente no valor justo dos ativos líquidos da adquirida, mensurados de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 15, na data da obtenção do controle. Essa parcela representa a mais valia derivada da diferença entre o valor justo e o valor contábil dos ativos líquidos da adquirida. (b) o ágio pago por expectativa de rentabilidade futura (goodwill), representado pela diferença positiva entre o valor pago (ou valores a pagar) e o montante líquido proporcional adquirido do valor justo dos ativos e passivos da entidade adquirida. Notar que esse ágio só é classificado no subgrupo de Intangíveis no balanço consolidado, conforme CPC 04 Ativo Intangível, nunca no balanço individual, onde permanece no subgrupo de Investimentos; afinal, o goodwill é da adquirida (a capacidade de geração de rentabilidade futura é da adquirida), pago pela adquirente; para esta, individualmente, representa 7 Eu Vou Passar e você?

8 parte do custo de seu investimento, mesmo que sujeito a impairment e, eventualmente, a amortização. Há situações especiais nas hipóteses de aquisição de controle em que o Pronunciamento Técnico CPC 15 Combinação de Negócios dispõe de forma diferente. 24. No reconhecimento inicial do investimento, a soma dos valores apresentados em (a)(i), (a)(ii) e (b) no item 23 deve corresponder ao valor justo total dos pagamentos efetuados, ativos transferidos, títulos emitidos e obrigações a pagar como consequência da operação de combinação de negócios. 25. O ágio (goodwill) apurado na forma do item 23 (b), por ter vida útil indefinida, não será amortizado e sofrerá os efeitos do teste de recuperabilidade (impairment) conforme Pronunciamento Técnico CPC 01, ressalvado o disposto nos itens 40 a No balanço consolidado, o ágio (goodwill) fica registrado no subgrupo do Ativo Intangível por se referir à expectativa de rentabilidade da controlada adquirida, cujos ativos e passivos estão consolidados nos da controladora. Já no balanço individual da controladora, esse ágio fica no seu subgrupo de Investimentos, do mesmo grupo de Ativos Não Circulantes, porque, para a investidora, faz parte do seu investimento na aquisição da controlada, não sendo ativo intangível seu (como dito atrás, a expectativa de rentabilidade futura o genuíno intangível é da controlada). O processo de reconhecimento de impairment, por outro lado, se aplica igualmente à conta de ágio (goodwill) no balanço consolidado e à subconta também de ágio (goodwill) no balanço individual. 27. A conta de Investimento deve ser detalhada em notas explicativas quanto aos seus três componentes (se existirem): valor patrimonial da participação da controladora no valor contábil do patrimônio líquido da controlada adquirida (item 23 (a)(i)), valor da mais valia dos ativos líquidos adquiridos atribuída à controladora (item 23 (a)(ii)) e ágio por rentabilidade futura (goodwill) atribuído à controladora (item 23 (b)) xx Colegas, como pode o ágio por rentabilidade futura ficar contabilizado no Investimento, e não no Intangível? E a Lei 6404 / 76, que estabelece: (Classificam-se) VI no intangível: os direitos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da companhia ou exercidos com essa finalidade, inclusive o fundo de comércio adquirido. E os pronunciamentos e orientações anteriores, que diziam que o goodwill por expectativa de rentabilidade futura deveriam ser classificados no Ativo Intangível? Bem, a única explicação que posso imaginar para isso é a seguinte: O IASB não reconhece as demonstrações individuais com investimento em controlada avaliado pela equivalência patrimonial, exigindo, em seu lugar (e não como demonstração complementar), a demonstração consolidada. Assim, na Norma Internacional, as menções ao ágio por rentabilidade futura classificado no Intangível referiam-se às Demonstrações Consolidadas (já que não reconhecem as Demonstrações Individuais, conforme explicado acima). No tradução dos Pronunciamentos, OU passou despercebido tal fato (que as normas internacionais se referiam às Demonstrações Consolidadas, e não às individuais), OU quem traduziu esperava que 8 Eu Vou Passar e você?

9 as Demonstrações Individuais também não fossem reconhecidas no Brasil, e já preparou os Pronunciamentos considerando um alinhamento total com as normas do IASB. De qualquer forma, a última orientação emanada do CPC determina que o ágio por expectativa de rentabilidade futura: I Nas demonstrações individuais, fica contabilizado em Investimento (como estabelece a Instrução CVM 247/96, veja pg. 2). II Nas demonstrações Consolidadas, fica demonstrado no Intangível. Para dirimir qualquer dúvida, veja o Relatório da Audiência Pública da Interpretação Técnica 09: 2. As sugestões não acatadas e os motivos da não aceitação por parte do CPC estão a seguir apresentados: (...) f. Sugestão de classificação do goodwill no ativo intangível em todas as demonstrações. Razão: As normas internacionais de contabilidade são bastante claras: o ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill) é ativo da entidade controlada adquirida. Para a adquirente esse valor faz parte do seu investimento societário. Assim, o goodwill só é destacado no ativo e faz parte do ativo intangível no caso do balanço patrimonial consolidado. Nos balanços individuais, fica no subgrupo investimentos. No caso de investimento em coligada, como não há consolidação, não há goodwill no ativo intangível. E no do investimento em controlada em conjunto, ocorre o mesmo que o investimento em controlada: no balanço individual o goodwill fica no investimento e no balanço consolidado proporcionalmente, no intangível. Menções de que o goodwill fica no ativo intangível, sem especificação como a atrás citada, de fato ocorre nas normas internacionais e, por extensão, em alguns Pronunciamentos Técnicos, porque as normas internacionais regulamentam apenas o balanço consolidado quando de investimento em controlada (ver análise da sugestão b) atrás. Logo, essas citações dizem respeito exclusivamente ao balanço patrimonial consolidado Bem, é isso. Os livros ainda informam que o Ágio por rentabilidade futura fica no Intangível, o que está incorreto, como acabamos de ver. Acredito que irão corrigindo isso aos poucos. Como todas as novidades, devemos esperar a aplicação na prática, bem como as interpretações da doutrina contábil, para consolidar o entendimento desses conceitos. Um abraço Luciano Silva Rosa 9 Eu Vou Passar e você?

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