Assunto: Relatório de Gestão de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas

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1 Exmo. Conselho de Administração do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa Assunto: Relatório de Gestão de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas O Conselho de Prevenção da Corrupção (CPC) deliberou aprovar a Recomendação n.º 1/2009, de 1 de Julho publicada na 2.ª Série do Diário da República n.º 140, de 22 de Julho, que determina que os órgãos dirigentes máximos das entidades gestoras de dinheiro, valores ou património públicos apresentem Planos de Gestão de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas. Considerando: Que a atividade de gestão e administração de dinheiros, valores e património públicos devem, nos termos da Constituição da República e da lei, reger-se por princípios de prossecução do interesse público, da igualdade, da proporcionalidade, da transparência, da justiça, da imparcialidade, da boa-fé e da boa administração; Que o fenómeno da corrupção constitui uma violação clara de tais princípios. O Conselho de Administração do CHPL, reconhecendo a importância das metas traçadas no Plano de Prevenção de Corrupção e Infrações Conexas, aprovado em 2010, definiu como a minha primeira prioridade, uma avaliação das medidas de prevenção que constam do referido Plano, a sua monitorização e caso considerasse necessário a sua atualização, através de proposta a apresentar até ao final do primeiro semestre do próximo ano.

2 Esta determinação decorre da ausência, por motivo de baixa de longa duração, da Responsável designada pelo Conselho de Administração para a implementação do Plano, que culminou com a sua aposentação no final do ano de 2015, pelo que passei a substitui-la. É no cumprimento dessa determinação, que apresento o presente Relatório de Monitorização do Plano de Gestão de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas referente ao ano de 2015, circunstanciado à verificação da existência de normas e procedimentos actualizados vigentes nos Serviços Financeiros, Aprovisionamento, Gestão de Doentes e S. Farmacêuticos, com as responsabilidades e funções bem definidas, de cada um dos intervenientes nos diferentes processos, bem como auditorias ao controle interno na área financeira, das aquisições/ armazéns e do circuito de cobrança de taxas moderadoras, considerando serem estas, áreas mais expostas ao risco. Grau de Cumprimento das Medidas de Prevenção identificadas no Plano de Gestão de Riscos de Corrupção e Infrações Conexas, definido para cada área/unidade, os riscos, as medidas que podem prevenir a sua ocorrência, bem como, os responsáveis envolvidos na gestão e monitorização do referido Plano: Relativamente ao normativo em vigor, prepararam-se alterações ao Regulamento do Fundo de Maneio, que visam garantir um maior controle, através introdução de utilização de cartões do IGCP ( charge card ); No que se refere à cobrança de Taxas Moderadoras, foi implementado nos S. Financeiros, o circuito de emissão automática e diária de faturas de todos os valores cobrados de taxas moderadoras, que passaram a servir de base quer ao controle quer ao registo contabilístico da cobrança. Esta alteração foi implementada em janeiro, conforme norma de procedimento nº 1/2016 dos S. Financeiros; Foi criado um valor de fundo de maneio nos postos de cobrança de taxas, para facilitar os trocos, impondo a obrigatoriedade de entrega diária na tesouraria, dos valores cobrados.

3 Em dezembro de 2015 foram realizadas duas auditorias, uma ao Serviço de Aprovisionamento/ Armazém Geral e outra aos S. Financeiros. No S. Financeiros fez-se uma auditoria ao sector de conferência de farturas, tendo sido selecionadas 4 rubricas do POCMS, e analisados aleatoriamente processos representativos de 10% do valor mensal dos respetivos custos ou o universo, no caso da alimentação. Cálculo da amostra Conta Designação da conta valor mensal 10%/100% 423 Equipamento básico , , Medicamentos , , / Prestação de Recursos Humanos , , Alimentação , ,11 Da análise efectuada, regista-se que em todos os processos as faturas estavam em conformidade com nota de encomendada e que existia evidência da entrada dos produtos em armazém; no caso do equipamento básico e dos medicamentos, e havia evidência da confirmação dos serviços prestados. Verifica-se ainda que os procedimentos de conferência de faturas estão em conformidade com o teor do regulamento do S. Financeiros. Foi ainda verificada a conformidade de procedimentos no serviço de aprovisionamento/armazém geral, dimensionada a uma verificação de um dia. O objetivo foi o de verificar o cumprimento de um procedimento previsto no Regulamento do Serviço de Aprovisionamento, de registo atempado na aplicação informática da Gestão de Materiais, de entradas de produtos no armazém. O início e fim da verificação de conformidade das entradas de materiais no armazém geral circunscreveram se ao dia 28 de dezembro, tendo sido confrontadas as guias de

4 remessa desse dia, com os registos de entradas na aplicação informática da gestão de matérias. Constatou-se que as quantidades de produtos e preços estavam corretos, conforme listagem em anexo, não se tendo registado qualquer desvio nos dois parâmetros avaliados: quantidades e preços. Anexa-se quadro resumo das acções realizadas. 3 CONCLUSÕES: Considerando que o Plano de Prevenção de Corrupção e Infrações Conexas, é uma ferramenta essencial para a prevenção da ocorrência de fraudes, é meu entendimento que não se deve circunscrever apenas a processos conducentes à entrega de relatórios sobre atividades discrepantes, mas encaramos como um instrumento de controlo interno e de apoio à gestão. Poderá ser também um processo de auditoria interna, com as limitações inerentes à afetação de apenas um profissional, mas que apesar deste condicionalismo, a metodologia utilizada no futuro, de medir, avaliar e identificar possíveis desvios, será encarada não só como um problema, em face de eventuais não conformidades encontradas, mas sim como uma oportunidade de atenuar falhas e de melhoria do desempenho dos serviços. No cumprimento do estabelecido através das normas emitidas pelo Conselho de Prevenção e Corrupção e da necessidade de informar o Conselho de Administração e os órgãos de superintendência, tutela e controle, elaborou-se o presente Relatório. 18 de janeiro de 2016 Técnica Superior dos Serviços Financeiros Maria do Carmo Carvalho

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