Manual de Orientação, Execução, Repasse de Recursos e Prestação de Contas de Convênios no Âmbito do FUNDESCOLA em 2006

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Manual de Orientação, Execução, Repasse de Recursos e Prestação de Contas de Convênios no Âmbito do FUNDESCOLA em 2006"

Transcrição

1 Manual de Orientação, Execução, Repasse de Recursos e Prestação de Contas de Convênios no Âmbito do FUNDESCOLA em 2006

2 Manual de Orientação, Execução, Repasse de Recursos e Prestação de Contas de Convênios no Âmbito do FUNDESCOLA em

3 Luís Inácio Lula da Silva Presidente da República Fernando Haddad Ministro da Educação José Henrique Paim Fernandes Secretário Executivo Daniel Silva Balaban Presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação FNDE Francisco das Chagas Fernandes Secretário de Educação Básica SEB/MEC Leopoldo Jorge Alves Júnior Diretor de Programas DIPRO/FNDE Luiz Silveira Rangel Diretor de Programas e Projetos Educacionais DIRPE/FNDE Antônio Correa Neto Diretor Financeiro DIFIN/FNDE Fundescola Maria do Socorro Barbosa Araújo Maria Marluce Farias de Oliveira Erinaldo Vitório Renilda Péres de Lima 3

4 Manual de Orientação, Execução, Repasse de Recursos e Prestação de Contas no Âmbito do FUNDESCOLA em 2006 Brasília

5 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC Esplanada dos Ministérios, Bloco L Brasília - DF Tel: (61) Fax: (61) Site: FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO FNDE DIRETORIA DE PROGRAMAS Av. N 1, Leste, Pavilhão das Metas, CEP.: Site: Copyright FNDE Brasil. Ministério da Educação. Manual de Orientação, Execução, Repasse de Recursos e Pretação de Contas no Âmbito do Programa Fundescola. Brasília: FNDE, p. + anexos; 1.Educação. I. Título CDU 6 (57) 5

6 ÍNDICE RESOLUÇÃO CRITÉRIOS E CONDIÇÕES GERAIS DE ATENDIMENTO DETALHAMENTO DAS AÇÕES, CRITÉRIOS E CONDIÇÕES ESPECIAIS DE ATENDIMENTO POR AÇÃO EQUIPAMENTO/MOBILIÁRIO PARA ESCOLA ADEQUADA EQUIPAMENTO/MOBILIÁRIO PARA ESCOLA CONSTRUÍDA CONSTRUÇÃO DE ESCOLAS DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL ESCOLA ATIVA PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA ESCOLA - PDE ELABORAÇÃO, FORMALIZAÇAO E APRESENTAÇAO DO PLANO DE TRABALHO ANUAL RECEBIMENTO E ANÁLISE DE PLANO DE TRABALHO ALTERAÇAO DO PLANO DE TRABALHO CONTRAPARTIDA FINANCEIRA DO PROPONENTE HABILITAÇÃO DO ÓRGÃO OU ENTIDADE PROPONENTE CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIO LIBERAÇÃO E MOVIMENTAÇÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS COMPROVAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE DESPESAS PARA O FUNDESCOLA PRESTAÇÃO DE CONTAS MODALIDADES E PRESTAÇÃO DE CONTAS DOCUMENTOS QUE COMPÕEM A PRESTAÇAO DE CONTAS PARCIAL DOCUMENTOS QUE COMPÕEM A PRESTAÇAO DE CONTAS FINAL DOCUMENTOS FISCAIS COMPROBATÓRIOS DAS DESPESAS ANÁLISE E APROVAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS SUSPENSÁO DA INADIMPLÊNCIA DENÚNCIA DISPOSIÇÕES FINAIS ANEXOS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 17 de 03 de abril de 2006 Estabelecer as orientações e diretrizes para execução e assistência financeira suplementar aos projetos educacionais, no âmbito do Programa FUNDESCOLA, para o ano de FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Constituição Federal; 6

7 Lei Complementar nº 101, de 04 de maio de 2000; Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964; Lei nº 9.394, de 20 de dezembro 1996; Lei nº , de 20 de setembro de 2005; Instrução Normativa nº 01 da Secretaria do Tesouro Nacional, de 15 de janeiro de 1997; Acordo de Empréstimo Nº 7122/BR/BIRD; O PRESIDENTE DO CONSELHO DELIBERATIVO DO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO FNDE, no uso das atribuições legais que lhe são conferidas pelo Decreto nº 5.157, de 27 de julho de 2004, Capítulo V, Seção IV, art. 14, Anexo I, e pelos art. 3º, 5º e 6º do Resolução/CD/FNDE nº 31, de 30 de setembro de 2003, e CONSIDERANDO a necessidade de promover ações supletivas e redistributivas, para correção progressiva das disparidades no padrão de qualidade do Ensino, e CONSIDERANDO a necessidade de se estabelecer as exigências e procedimentos para a apresentação de projetos, execução e repasse de recursos aos co-executores do FUNDESCOLA e suas respectivas prestações de contas, visando a assegurar a implementação das ações, na configuração estabelecida no orçamento de 2006; RESOLVE AD REFERENDUM : Art. 1º Estabelecer que as ações do FUNDESCOLA serão implementadas, levando em conta as características socioeconômicas gerais e, especificamente, o perfil econômico-financeiro e a capacidade técnica de cada município, bem como a sua classificação em uma das seguintes matrizes de atendimento: - Matriz 1, que consiste no repasse de tecnologia; - Matriz 2, que consiste no repasse de tecnologia, de assistência técnica e de assistência financeira. 1º Para fins de beneficiamento, os órgãos ou entidades deverão manifestar interesse indicando, dentre as ações disponibilizadas, aquela ou aquelas que pretendem implementar. 2º Conforme critério de elegibilidade do Programa FUNDESCOLA, os estados e municípios que manifestarem interesse serão informados em qual das matrizes de atendimento estão agrupados. Art. 2º Todos os estados e municípios integrantes das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste poderão ser atendidos com a matriz 1 para implementação das ações do FUNDESCOLA. Art. 3º Observado o disposto no art. 1º desta resolução, aos municípios das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste classificados na matriz 2 de atendimento, fica autorizada a apresentação de pleitos de assistência financeira no âmbito do Programa FUNDESCOLA, para a execução das seguintes ações de forma descentralizada: Demonstrativo de Ações de Execução Descentralizada Ação Concedente Convenente Interveniente I Executor 1 Equipamento / Mobiliário para Escola Adequada 2 Equipamento / Mobiliário para Escola Construída FNDE/MEC FNDE/MEC Estado Município Estado Município Município Município Secretaria Estadual de Educação ou Município Secretaria Estadual de Educação ou Município 7

8 3 Construção de Escolas FNDE/MEC 4 Desenvolvimento Institucional FNDE/MEC Estado Município Estado Órgão/entidade Federal Município 5 Escola Ativa FNDE/MEC Estado - 6 Plano de Desenvolvimento da Escola PDE FNDE/MEC Estado - - Secretaria Estadual de Educação ou Município Secretaria Estadual de Educação Órgão/entidade Federal executor do FUNDESCOLA Secretaria Estadual de Educação Secretaria Estadual de Educação 1º O atendimento com assistência financeira condiciona-se à apresentação e aprovação de Plano de Trabalho, cuja análise técnica e pedagógica ficará a cargo, exclusivamente, da Diretoria de Programas-DIPRO/FNDE. 2º A assistência financeira para a ação de Aquisição de Equipamento/Mobiliário para Escola Adequada e para a ação de Aquisição de Equipamento/Mobiliário para Escola Construída fica condicionada, ainda, à concordância do proponente em adotar as especificações técnicas fornecidas pela DIPRO e, para o mobiliário conjunto-aluno, em adotar a certificação do Inmetro. Art. 4º A celebração de convênio para repasse de recursos financeiros fica condicionada à prévia habilitação do proponente no prazo e de conformidade com a Resolução/CD/FNDE Nº 03/2006. Art. 5º Para elaboração e apresentação dos projetos e prestação de contas no âmbito do FUNDESCOLA, os proponentes deverão adotar os Anexos integrantes desta Resolução. Art. 6º Também serão implementadas diretamente pelas escolas e, portanto, estão passíveis de recebimento de assistência financeira, nos termos do art. 1º desta Resolução, o Projeto de Adequação de Prédios Escolares - PAPE e o Projeto de Melhoria da Escola PME, cuja execução ocorrerá no âmbito do Programa Dinheiro Direto na Escola-PDDE, nos termos da Resolução/CD/FNDE Nº 06/2006. Art. 7º Os estados e municípios co-executores do Programa FUNDESCOLA poderão ser beneficiados, ainda, com as seguintes ações, implementadas pelo Governo Federal: Programa de Apoio aos Dirigentes Municipais de 1 Educação-PRADIME 2 Planejamento Estratégico da Secretaria-PES 3 Realização ou Atualização do Levantamento da Situação Escolar-LSE 4 Realização ou Atualização do Microplanejamento 5 Desenvolvimento Institucional 6 Escola de Gestores 7 Gestão da Aprendizagem Escolar-GESTAR Art. 8º Fica aprovado o Manual de Orientação, Execução, Repasse de Recursos e Prestação de Contas no Âmbito do Fundescola, disponibilizado no site do FNDE: Art. 9º Fica revogada a Resolução CD/FNDE nº 26, de 16 de junho de Art. 10 Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. FERNANDO HADDAD 8

9 I MANUAL DE ORIENTAÇÃO, EXECUCÃO, REPASSE DE RECURSOS E PRESTAÇÃO DE CONTAS NO ÂMBITO DO FUNDESCOLA 1. CRITÉRIOS E CONDIÇÕES GERAIS DE ATENDIMENTO O Programa Fundescola se encontra em processo de implementação da sua terceira fase - Fundescola III-A, cujas ações poderão ser executadas diretamente pelo Governo Federal com a cooperação da Unesco e PNUD, de forma descentralizada, pelos estados e municípios; ou, ainda, diretamente pelas escolas beneficiadas. A fase atual consiste, prioritariamente, na disseminação das ações implementadas nas fases anteriores e que se demonstraram adequadas para apropriação, pelos estados e municípios, como política educacional. Para tanto, o Fundescola conta com a Coordenação Estadual Executiva do Projeto (Coep), reestruturada para promover articulação no âmbito interno das Secretarias Estaduais de Educação, com vistas à garantia da colaboração efetiva na qualificação, assistência técnica aos municípios e escolas co-executoras das ações e no monitoramento e acompanhamento do programa em todo o estado. Nesta fase o atendimento abrange a universalidade dos municípios e estados que compõem as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, desde que atendam aos critérios 9

10 estabelecidos neste Manual e nos manuais de orientação técnica específicos das ações que compõem o programa. Para implementar a disseminação, levando em conta as características socioeconômicas gerais e, especificamente, o perfil econômico-financeiro e a capacidade técnica de cada município, primeiramente foram definidas duas matrizes de atendimento, nas quais estão compreendidos os seguintes tipos de assistência a ser oferecida: Matriz 1 que consiste no repasse de tecnologia; Matriz 2 que consiste no repasse de tecnologia, de assistência técnica e de assistência financeira. A assistência financeira prevista na matriz 2 de atendimento será oferecida prioritariamente aos proponentes cujo perfil econômico-financeiro e capacidade técnica indiquem a necessidade de assistência integral. Em qualquer caso, o município poderá pleitear a assistência compreendida na matriz 1 de atendimento. Os estados e municípios das regiões atendidas pelo Programa Fundescola poderão ser beneficiados com as seguintes ações, implementadas diretamente pelo Governo Federal, com a parceria do beneficiário: 1 Programa de Apoio aos Dirigentes Municipais de Educação (PRADIME) 2 Planejamento Estratégico da Secretaria (PES) 3 Realização ou Atualização do Levantamento da Situação Escolar (LSE) 4 Realização ou Atualização do Microplanejamento 5 Desenvolvimento Institucional 6 Escola de Gestores 7 Gestão da Aprendizagem Escolar (GESTAR) Observadas as características, os indicadores socioeconômicos e a capacidade técnica, será oferecida a assistência prevista nas matrizes de atendimento para implementação das ações a seguir relacionadas, a serem executadas diretamente pelos municípios e/ou estados: 1 Equipamento/Mobiliário para Escola Adequada 2 Equipamento/Mobiliário para Escola Construída 3 Construção de Escolas 4 Desenvolvimento Institucional 5 Escola Ativa 6 Plano de Desenvolvimento da Escola (PDE) Observadas as diretrizes de execução do Programa Fundescola e os critérios indicadores da composição da matriz 2 de atendimento, poderá ser disponibilizada, por intermédio do FNDE, assistência financeira destinada à implementação das ações executadas diretamente pelas escolas estaduais e municipais e das ações executadas diretamente pelos municípios e/ou estados. A obtenção de assistência financeira destinada à implementação das ações executadas pelos estados e municípios fica condicionada à habilitação do órgão ou entidade proponente junto ao FNDE, conforme Resolução CD/FNDE Nº 03/2006, à apresentação e aprovação de Plano de Trabalho e à celebração de convênios, nos moldes estabelecidos neste Manual. 10

11 Além das ações previstas neste Manual, poderão ser implementados por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola PDDE, conforme Resolução CD/FNDE Nº 06/2006, o Projeto de Adequação de Prédios Escolares PAPE e o Projeto de Melhoria da Escola PME, a serem executados diretamente pelas escolas beneficiadas, sob a orientação técnica do Fundescola e a supervisão e monitoramento da secretaria estadual ou municipal de educação, conforme a dependência administrativa da unidade escolar. 2. DETALHAMENTO DAS AÇÕES, CRITÉRIOS E CONDIÇÕES ESPECIAIS DE ATENDIMENTO POR AÇÃO Além dos critérios e condições gerais de atendimento, para implementação das ações executáveis pelos municípios e/ou estados, o proponente deverá observar as condições específicas de cada ação, a seguir demonstradas: 2.1. EQUIPAMENTO/MOBILIÁRIO PARA ESCOLA ADEQUADA Será extensiva a todos os municípios e estados que compõem as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, observados os critérios e condições gerais de beneficiamento contidas neste Manual OBJETIVOS Promover a aquisição de mobiliário e equipamento básico para salas de aula, visando contribuir para o alcance do Padrão Mínimo de Funcionamento da Escola (PMFE) PRÉ-REQUISITOS Atendimento de salas de aula beneficiadas com o Projeto de Adequação de Prédios Escolares (PAPE); Concordância em adotar as especificações técnicas fornecidas pela DIPRO e, para o mobiliário conjunto-aluno, adotar, ainda, a certificação do Inmetro ASSISTÊNCIA FINANCEIRA Serão objeto de assistência financeira, por sala de aula, até 36 conjuntos-aluno, certificados pelo Inmetro, 01 conjunto-professor, 01 armário de aço, 04 ventiladores de teto ou 02 ventiladores de parede. Quando da elaboração do Plano de Trabalho, deverão ser propostas quantidades do conjunto aluno compatíveis com a área das salas de aula de cada escola ALOCAÇÃO O equipamento/mobiliário adquirido deverá ser alocado nas escolas indicadas no Plano de Trabalho EQUIPAMENTO/MOBILIÁRIO PARA ESCOLA CONSTRUÍDA Será extensivo a todos os municípios e estados que compõem as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, observados os critérios e condições gerais de beneficiamento contidas neste Manual. 11

12 2.2.1.OBJETIVOS Promover a aquisição de mobiliário e equipamento escolar para as escolas construídas de acordo com os padrões construtivos adotados pelo Fundescola PRÉ-REQUISITOS Ser escola construída com recursos do Fundescola, com base nos projetos padrão Espaço Educativo Urbano II ou Espaço Educativo Indígena; Concordância em adotar as especificações técnicas fornecidas pela DIPRO e, para o mobiliário conjunto-aluno, adotar, ainda, a certificação do Inmetro ITENS PASSÍVEIS DE ASSISTÊNCIA FINANCEIRA Poderá ser concedida assistência financeira para a aquisição de equipamentos e mobiliários definidos pelo Fundescola, conforme o padrão da escola e de acordo com a tabela demonstrativa a seguir: ESPAÇO EDUCATIVO INDÍGENA - ESCOLA COM 2 SALAS DE AULA Antena parabólica Geladeira Armário de aço Impressora Arquivo de aço Máquina de calcular eletrônica Botijão de gás Mesa auxiliar Cadeira Mesa de reunião com 04 lugares Conjunto (mesa/cadeira) para professor Mesa tipo escrivaninha com 03 gavetas Conjunto escolar (mesa/cadeira) para aluno, certificado pelo Inmetro Microcomputador Nobreak para computador e/ou Estante de aço impressora Fogão a gás semi-industrial com 04 bocas Televisor em cores com controle remoto Freezer Videocassete com controle remoto ESPAÇO EDUCATIVO URBANO II - ESCOLAS COM 4 OU 6 SALAS DE AULA Antena parabólica Armário de aço Armário tipo escaninho Arquivo de aço Botijão de gás Cadeira Cadeira giratória Conjunto (mesa/cadeira) para professor Conjunto escolar (mesa/cadeira) para aluno, certificado pelo Inmetro Conjunto (mesa/cadeira) para microcomputador Copiadora eletrostática Estante de aço Fogão a gás semi-industrial c/04 bocas Freezer Geladeira Impressora Liquidificador industrial Máquina de calcular eletrônica Mesa auxiliar Mesa para impressora Mesa de reunião com 04 lugares Mesa de reunião com 08 lugares Mesa tipo escrivaninha com 03 gavetas Microcomputador Nobreak para computador e/ou impressora Nobreak para copiadora Retroprojetor Televisor em cores com controle remoto Ventilador Videocassete com controle remoto 12

13 2.3. CONSTRUÇÃO DE ESCOLAS Será extensiva a todos os municípios e estados que compõem as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, observados os critérios e condições gerais de beneficiamento contidas neste manual OBJETIVOS Promover a construção de prédios escolares para atender à clientela escolar que utiliza instalações precárias e para ofertar novas vagas, com base no Microplanejamento da Rede Escolar ou, excepcionalmente, nas necessidades identificadas no Levantamento da Situação Escolar (LSE) e em estudos de demanda localizada PADRÕES CONSTRUTIVOS DEFINIDOS PELO FUNDESCOLA Poderá ser financiada a construção de escolas utilizando os Projetos Arquitetônicos Espaço Educativo nas versões: ESPAÇO EDUCATIVO URBANO II projeto arquitetônico padrão para construção de escolas com 04 ou 06 salas de aula para atender à demanda da zona urbana em municípios com menos de habitantes e, quando for o caso, em áreas de assentamentos rurais; ESPAÇO EDUCATIVO INDÍGENA projeto arquitetônico padrão para construção de escolas com 02 salas de aula em áreas de comunidades indígenas PRÉ-REQUISITOS Demonstração da necessidade de construção da escola, por meio do Levantamento da Situação Escolar (LSE), para construção na versão ESPAÇO EDUCATIVO INDÍGENA em substituição de prédio identificado como irrecuperável, e por meio do estudo de demanda e/ou do Microplanejamento da Rede Escolar nos demais casos; Comprovação de demanda, com identificação da necessidade e da importância da localização da escola a ser construída; Utilização do Projeto Padrão Espaço Educativo desenvolvido no âmbito do Fundescola; Demonstração de capacidade financeira e operacional do proponente, adequada para absorver os custos decorrentes da futura manutenção geral da escola; Disponibilidade de terreno previamente selecionado e tecnicamente aprovado pela DIPRO; Comprovação de exercício pleno dos poderes inerentes à propriedade do imóvel, ou atendimento das hipóteses alternativas estabelecidas na IN/STN 01/1997; Todos os documentos legais, a serem apresentados para fins de comprovação de propriedade ou posse definitiva de terreno, estarão sujeitos à apreciação do Órgão Jurídico do CONCEDENTE VALORES Os custos propostos nos projetos serão analisados pela DIPRO/FNDE, tomando-se como referência os valores do Sistema Nacional de Pesquisa de Custo e Índices da Construção Civil (Sinapi), ou similar, por região. 13

14 As despesas decorrentes da implantação da escola, como aquisição, limpeza e terraplenagem do terreno, drenagem de águas pluviais, abastecimento de água e energia elétrica, ligação da rede de esgotamento sanitário à rede pública, cerca/muro de fechamento, calçada de acesso aos blocos e paisagismo, correrão por conta do PROPONENTE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Será extensivo a todos os municípios e estados que compõem as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, observados os critérios e condições gerais de beneficiamento contidas neste Manual OBJETIVOS Promover melhorias, nos vários níveis de gestão educacional das escolas, das secretarias de estado da educação, das secretarias municipais de educação e do MEC, oferecendo as condições operacionais e técnicas básicas para que as estratégias adotadas pelo Fundescola sejam, gradativamente, incorporadas às rotinas e aos procedimentos dessas instituições, com consistência e continuidade. Complementar os principais eixos de atuação dos componentes do Programa Fundescola, consolidando a implementação de suas iniciativas PRÉ-REQUISITOS Identificar a necessidade de desenvolvimento de ações promovidas pelo Fundescola que tenham como foco o desenvolvimento institucional, buscando a melhoria da gestão educacional; Possuir outras ações financiadas pelo Fundescola já implementadas ou em implementação ESCOLA ATIVA Será extensiva a todos os municípios e estados que compõem as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, observados os critérios e condições gerais de beneficiamento contidas neste Manual OBJETIVOS Elevar a qualidade da educação oferecida nas classes multisseriadas, notadamente na área rural, combinando uma série de elementos de caráter pedagógico-administrativo PRÉ-REQUISITOS Ser escola da rede pública, estadual ou municipal, que mantenha continuamente sala de aula multisseriada; Proponente comprometer-se a manter lotado, na escola beneficiada com a estratégia Escola Ativa, o professor capacitado na metodologia da Escola Ativa; Proponente comprometer-se a manter, no quadro de pessoal da secretaria estadual ou municipal de educação, técnico capacitado na estratégia da Escola Ativa ASSISTÊNCIA FINANCEIRA 14

15 Serão financiadas capacitações para os técnicos das correspondentes secretarias de educação selecionadas para implementação da estratégia Escola Ativa PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA ESCOLA (PDE) Será extensivo a todos os municípios e estados que compõem as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, observados os critérios e condições gerais de beneficiamento contidas neste Manual OBJETIVOS Promover a implementação de um processo gerencial de planejamento estratégico a ser desenvolvido pela escola, elaborado de modo participativo com a comunidade escolar (equipe escolar e pais de alunos), buscando a melhoria da qualidade do ensino PRÉ-REQUISITOS Ser escola pública municipal ou estadual com mais de 99 alunos matriculados no ensino fundamental regular, de acordo com o Censo Escolar de 2005 divulgado pelo INEP; Diretor ou responsável direto pela gestão da escola beneficiada ASSISTÊNCIA FINANCEIRA Serão objeto de assistência financeira capacitações para os técnicos das correspondentes secretarias de educação. 3. ELABORAÇÃO, FORMALIZAÇAO E APRESENTAÇAO DO PLANO DE TRABALHO ANUAL A obtenção de assistência financeira para implementação de qualquer das ações executadas pelos estados ou municípios fica condicionada à elaboração e encaminhamento de projeto à Diretoria de Programas (DIPRO), em forma de Plano de Trabalho Anual, em que serão especificadas as metas físicas e financeiras, a estratégia de implementação e os beneficiários da ação. O projeto apresentado pelo pleiteante deverá ser elaborado, tendo como base as necessidades, diretrizes e políticas específicas do proponente, observadas as diretrizes do MEC e as condições gerais de execução do Programa Fundescola, os requisitos específicos, os critérios e orientações disponíveis neste Manual. O município ou estado deverá apresentar um Plano de Trabalho, obedecendo ao disposto no art. 2º da IN/SNT 01/1997, para cada ação com a qual foi contemplado com assistência financeira prevista na matriz 2 de atendimento. Os Planos de Trabalho, sempre que possível, atenderão às redes estaduais e municipais de ensino, mediante convênio celebrado, preferencialmente, com o estado e deverão ser elaborados com apoio da COEP e encaminhados por meio eletrônico, à DIPRO, para análise. 15

16 Os proponentes deverão apresentar, no Plano de Trabalho, os mecanismos de acompanhamento, monitoramento e avaliação das ações para as quais solicitaram apoio financeiro. Os Planos de Trabalho deverão ser apresentados em formulários específicos compreendidos nos Anexos 1 ao FD-8A também integrantes deste Manual. Para elaboração dos projetos, deverão ser considerados os seguintes critérios: Coerência da proposta com as normas contidas neste Manual e na Resolução específica de cada programa/projeto/atividade; Clareza e consistência da argumentação apresentada na justificativa do projeto; Viabilidade de execução da proposta; Adequação no preenchimento dos formulários; Coerência, consistência e compatibilidade das informações prestadas pelo proponente, que serão confirmadas pelo MEC a partir das fontes disponíveis (ex: valores praticados, dados censitários, etc); Existência de um plano de acompanhamento e avaliação de resultados. Os projetos apresentados não poderão incluir despesas com: a) pagamento a qualquer título, a militar ou a servidor público da ativa, a empregado de empresa pública ou de sociedade de economia mista, por serviços de consultoria ou assistência técnica; b) pagamento de diárias e passagens a militares, servidores e empregados públicos da ativa, ressalvado, quanto à entidade de direito público, o destinado aos quadros de pessoal exclusivo do Conventente e do Interveniente; c) realização de despesas a titulo de taxa de administração, gerência ou similar; d) realização de despesas com taxas bancárias, multas, juros ou correção monetária, inclusive as referentes a pagamentos ou recolhimentos fora do prazo; e) amortização de empréstimos ou encargos financeiros deles decorrentes; f) utilização de recursos em finalidade diversa da estabelecida no Plano de Trabalho, ainda que em caráter de emergência. Quando se tratar da implementação da ação de construção, o proponente deverá apresentar os seguintes documentos: a) planta baixa, cortes e elevações de todos os blocos na escala 1/50; b) planta de situação e de localização nas escalas 1/200 e 1/1.000, respectivamente, com indicação e nome dos logradouros, confrontantes e principais vias de acesso, se existirem; c) projeto de implantação contendo: indicação do relevo (curvas de nível a cada 1,00 metro), demonstrando cortes e aterros, caso necessário; orientação geográfica (norte e/ou coordenadas); indicação de direção dos ventos dominantes; indicação de cotas de soleira dos vários blocos, com Referência de Nível (RN) de um ponto conhecido; 16

17 localização da estação de tratamento de esgoto sanitário (fossa, sumidouro, filtro, etc.) ou de ramal de ligação à rede pública; indicação dos acessos para usuários e serviços; locais destinados a estacionamento de veículos, com marcação de vagas para portadores de necessidades especiais; d) projeto de fundações (caso haja modificação do projeto estrutural original); e) projeto de drenagem de águas pluviais; f) projeto de paisagismo; g) projeto de redes internas de esgoto, entradas de energia elétrica, água, combate a incêndio, telefone, etc. (caso existam tais serviços); h) orçamento sintético global, de acordo com a NBR /99; i) cronograma físico-financeiro da execução da obra; j) memorial descritivo enfocando as implantações, com justificativas quando ocorrer qualquer alteração tais como rebatimentos dos blocos, aumento ou redução das passarelas de ligação entre blocos (se existir). Os projetos de implantação bem como quaisquer modificações dos projetos originais, quando autorizadas pelo Fundescola, deverão ser registrados no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura, acompanhadas da devida Anotação de Responsabilidade Técnica (ART). O projeto de implantação bem como os demais documentos (memoriais, orçamentos, etc.) deverão ser assinados pelo técnico responsável. Os projetos deverão ser apresentados em cópias impressas com tamanho padronizado (A1 e A2) e digitalizados em formato DWG ou DXF. Integrará o Plano de Trabalho a especificação completa do bem a ser produzido ou adquirido. No caso de obras, instalações ou serviços, o projeto básico, entendido como tal, o conjunto de elementos necessários e suficientes para caracterizar, de modo preciso, a obra, instalação ou serviço objeto do convênio, ou nele envolvida, sua viabilidade técnica, custo, fases, ou etapas, e prazos de execução. Deverá, ainda, conter os elementos discriminados no inciso IX do art. 6º da Lei no 8.666, de 21 de junho de 1993, inclusive os referentes à implementação das medidas sugeridas nos estudos ambientais eventualmente exigidos, conforme disposto no art. 12 da Lei Nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, naquilo que não se confrontar com as Diretrizes de Execução do Acordo de Empréstimo, firmado com o Banco Interamericano para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD). 4. RECEBIMENTO E ANÁLISE DO PLANO DE TRABALHO Os Planos de Trabalho elaborados deverão ser submetidos à análise da DIPRO dentro do prazo previamente definido para a Coordenação Estadual Executiva do Projeto- COEP. Os projetos serão analisados pela Divisão Financeira e de Convênios-DIFIC/DIPRO e pelas coordenações-fim/dipro, à luz deste Manual, das normas específicas do Programa Fundescola para cada ação e daquelas que regulamentam a celebração de convênios, no âmbito da administração federal. Na análise técnica, além das informações constantes do(s) projeto(s), serão utilizados dados das estatísticas oficiais mais recentes, como o Censo Populacional realizado pelo IBGE, Censo Escolar efetuado pelo MEC, Sistema de Avaliação do Ensino Básico SAEB/MEC e informações dos projetos executados nos últimos anos com a assistência financeira do FNDE. 17

18 Os Planos de Trabalho referentes à Construção de Escolas somente serão considerados recebidos e passarão a ser analisados pela DIPRO, após recebimento da documentação complementar indicada neste Manual. Os formulários do Plano de Trabalho deverão ser preenchidos conforme as instruções fornecidas, de acordo com a necessidade de cada proposta. As informações não fornecidas, incorretas e incompletas demandarão diligências, que deverão ser atendidas pelo proponente no prazo especificado. O atraso no cumprimento das diligências poderá resultar na inviabilidade da assistência financeira e na perda dos recursos. Após aprovação, o Plano de Trabalho deverá ser impresso para minuciosa conferência, assinatura do proponente e encaminhamento, mediante ofício à presidência do FNDE, dirigido à DIPRO, no seguinte endereço: Diretoria de Programas DIPRO/FNDE Av. N 01 Leste, Pavilhão das Metas Brasília DF CEP Os Planos de Trabalho aprovados serão encaminhados pela DIPRO ao ordenador de despesas, para posterior celebração do convênio, que ficará condicionada à adimplência e habilitação do proponente e à disponibilidade de recursos orçamentários e financeiros no momento da sua celebração e repasse de recursos. O Plano de Trabalho, depois de protocolado no FNDE, não retornará ao órgão ou à entidade proponente, que deve manter, obrigatoriamente, cópia do mesmo em seus arquivos. Excepcionalmente, havendo necessidade de cópia do documento mencionado acima, o proponente deverá solicitá-la por meio de ofício, devidamente justificado e assinado pelo seu dirigente. O encaminhamento ocorrerá no prazo de até 15 (quinze) dias úteis a contar do recebimento da solicitação. 5. ALTERAÇÃO DO PLANO DE TRABALHO A programação aprovada no Plano de Trabalho poderá ser alterada, excepcionalmente, para acrescentar, alterar ou suprimir atividades/serviços, remanejar ou aditar recursos entre as ações, devendo, para tanto, ser adotados os mesmos formulários utilizados para a apresentação do Plano de Trabalho. A alteração de Planos de Trabalho aprovados fica condicionada à apresentação de proposta, com as devidas justificativas, à DIPRO, no prazo de até 60 (sessenta) dias antes do término do prazo estabelecido no Plano de Trabalho para execução das ações/atividades nele contidas. A alteração destinada a aditar recursos condiciona-se à disponibilidade orçamentáriafinanceira e à autorização do ordenador de despesas mantidos, em qualquer hipótese, o objeto do Plano de Trabalho e as respectivas categorias de despesas. A utilização de receitas resultantes de aplicação financeira, se for o caso, está sujeita à alteração do Plano de Trabalho, devendo limitar-se à consecução da finalidade do convênio. A solicitação de alteração será analisada pela DIPRO quanto à sua conveniência. Caso seja autorizada, o sistema informatizado será disponibilizado para elaboração da alteração pretendida. 18

19 A DIPRO analisará a proposta, cabendo-lhe, no prazo de até 30 dias, a contar do recebimento: a) em caso de indeferimento, dar imediato conhecimento da decisão ao Proponente, que deverá executar o Plano de Trabalho em seus termos originais; b) em caso de deferimento, dar imediato conhecimento da aprovação ao Proponente, devendo toda a documentação da alteração do Plano de Trabalho ser juntada ao processo originário e ser adotadas as providências necessárias à firmatura do Termo Aditivo. 6. CONTRAPARTIDA FINANCEIRA DO PROPONENTE Para todas as ações, é obrigatória a comprovação da existência de contrapartida mínima de 1% sobre o valor a ser repassado, conforme estabelecido nos artigos 36 e 44 da Lei nº , de 20 de setembro de 2005 e na forma especificada nos anexos FD-3 e FD-4P. 7. HABILITAÇÃO DO ÓRGÃO OU ENTIDADE PROPONENTE Para habilitar-se à celebração de convênios, acordos, ajustes ou instrumentos congêneres com o FNDE, os órgãos ou entidades proponentes necessitam apresentar documentação que comprove sua situação de regularidade junto à União, conforme documentação relacionada na Resolução CD/FNDE Nº 03, de 03 de março de Os órgãos e entidades que apresentaram projetos em 2005 terão seus processos de habilitação revalidados para A documentação para habilitação deverá ser encaminhada ao FNDE, em uma única via, independentemente do número de projetos a serem apresentados. 8. CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIO Os convênios serão celebrados entre o FNDE e o estado, representado pela secretaria estadual de educação, ou o município, ou órgão ou entidade federal. O termo de convênio será emitido e encaminhado ao Convenente para assinatura do dirigente ou representante legal, ressaltando que todas as páginas do documento deverão ser rubricadas pelo signatário e pelo Diretor de Programas do FNDE. Depois de formalizado e publicado o termo de convênio, uma via do termo será encaminhada ao convenente, juntamente com uma cópia de sua publicação no Diário Oficial da União. O FNDE dará ciência da assinatura do convênio à(s) câmara(s) municipal(ais) ou assembléia(s) legislativa(s) pertencentes à esfera do convenente e as notificará da liberação dos recursos financeiros concedidos no prazo de 2 (dois) dias úteis contados da data da liberação, assim como cientificará o representante do Ministério Público respectivo, para o devido acompanhamento da correta aplicação dos recursos transferidos. O Plano de Trabalho aprovado é parte integrante do convênio e com ele deverá guardar consonância. 19

20 A vigência do convênio será fixada pelo FNDE, de acordo com o prazo previsto no Plano de Trabalho para a execução do seu objeto. 9. LIBERAÇÃO E MOVIMENTAÇÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS Os recursos previamente alocados em uma determinada ação para um executor que não cumprir as condições de assistência financeira exigidas serão designados a outros executores e beneficiários. Incluem-se nessas condições a situação de regularidade do órgão ou entidade proponente ao longo do processo convenial, a adequação do Plano de Trabalho e o cumprimento dos prazos estabelecidos para cada etapa dos processos de programação e celebração de convênio. Os recursos financeiros serão liberados após a publicação do extrato do convênio no Diário Oficial da União, observada a disponibilidade de caixa do FNDE e o cronograma de desembolso estabelecido para o convênio. Os recursos repassados pelo FNDE e a contrapartida devida pelo órgão ou entidade convenente, serão depositados e geridos em conta bancária específica, com abertura providenciada pelo FNDE, no banco e agência indicados pelo proponente no Anexo I do Cadastro do Órgão/Entidade e do Dirigente, Resolução/CD/FNDE Nº 03/2006, observado o disposto no art. 18 da IN STN nº 01/97. Os recursos depositados, enquanto não utilizados na sua finalidade, serão, obrigatoriamente, aplicados em caderneta de poupança aberta especificamente para o convênio, quando a previsão do seu uso for igual ou superior a um mês. Se sua utilização ocorrer em prazos menores, será depositado em fundo de aplicação financeira de curto prazo ou em operação de mercado aberto, lastreada em títulos da dívida pública federal. Os recursos do convênio, incluindo a contrapartida e o produto da aplicação financeira, deverão ser mantidos em conta bancária específica, ficando vedada sua transferência para outra conta bancária que não seja aquela aberta pelo concedente, ressalvados os casos em que, devido a previsão de uso dos recursos, houver a necessidade da aplicação ser efetuada em caderneta de poupança. Os saques somente serão permitidos para o pagamento de despesas previstas no Plano de Trabalho aprovado ou para aplicação financeira, devendo sua movimentação realizarse, exclusivamente, mediante cheque nominativo ao credor ou ordem bancária, transferência eletrônica disponível ou outra modalidade de saque autorizada pelo Banco Central do Brasil em que fique identificada sua destinação e, no caso de pagamento, o credor. As aplicações financeiras deverão ocorrer na mesma instituição bancária em que os recursos do Concedente foram creditados, devendo as receitas obtidas serem destinadas exclusivamente ao custeio do objeto do convênio e ficarem sujeitas às mesmas condições de prestação de contas exigidas para os recursos transferidos. A assistência financeira concedida pelo FNDE deverá ser incluída nos orçamentos dos órgãos ou entidades beneficiárias dos recursos, quando integrantes da administração pública de qualquer esfera de governo. Quando da conclusão do objeto, denúncia, rescisão ou extinção do convênio, os saldos financeiros remanescentes, inclusive os provenientes da receita obtida em aplicações financeiras e da contrapartida não aplicada nos termos pactuados, deverão ser devolvidos ao 20

21 FNDE, no prazo improrrogável de 30 (trinta) dias da ocorrência, sob pena da imediata instauração de tomada de contas especial contra o responsável. Ao FNDE é facultada a adoção de medidas para reaver eventuais valores liberados indevidamente, independentemente de autorização do beneficiário, mediante solicitação do estorno dos correspondentes valores ao agente financeiro. Inexistindo saldo suficiente na conta corrente em que os recursos foram depositados, a entidade ou órgão beneficiário ficará obrigado a restituir ao FNDE, no prazo de 05 (cinco) dias úteis, a contar do recebimento da notificação, os recursos creditados indevidamente, acrescidos de juros e correção monetária. As devoluções de recursos decorrentes de repasses efetuados mediante a celebração de convênio, seja qual for o fato gerador, deverão ser efetuadas: I se ocorrerem no mesmo exercício em que se deu o repasse dos recursos financeiros: a) em qualquer agência dos bancos parceiros do FNDE, cuja relação acha-se disponível no sítio por meio de Documento de Crédito (DOC), no qual deverão ser indicados a Conta Corrente n.º , Agência n.º do Banco do Brasil S/A e o Código Identificador n.º , este último no campo correspondente ao Nome do Destinatário, ou de Transferência Eletrônica Disponível (TED), ocasião em que deverão ser, igualmente, indicados os referidos dados bancários e código identificador; ou b) em agências do Banco do Brasil S/A, mediante a utilização da Guia de Recolhimento da União (GRU), disponível no sítio (clicar no link SIAFI, localizar Guia de Recolhimento da União e clicar link GRU Simples), na qual deverão ser indicados no campo Código de Recolhimento, no campo Unidade Gestora, no campo Gestão e o número original do convênio, seguido do ano de sua assinatura, no campo Numero de Referência. II - se forem referentes a recursos repassados em exercícios anteriores ao da restituição: a) em qualquer agência dos bancos parceiros do FNDE, cuja relação acha-se disponível no sítio por meio de Documento de Crédito (DOC), no qual deverão ser indicados a Conta Corrente n.º , Agência n.º do Banco do Brasil S/A e o Código Identificador n.º , este último no campo correspondente ao Nome do Destinatário ; ou de Transferência Eletrônica Disponível (TED), ocasião em que deverão ser, igualmente, indicados os referidos dados bancários e código identificador; ou b) em agências do Banco do Brasil S/A, mediante a utilização da Guia de Recolhimento da União (GRU), disponível no sítio (clicar no link SIAFI, localizar Guia de Recolhimento da União e clicar link GRU Simples), na qual deverão ser indicados no campo Código de Recolhimento, no campo Unidade Gestora, no campo Gestão e o número original do convênio, seguido do ano de sua assinatura, no campo Numero de Referência. 10. COMPROVAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE DESPESAS PARA O FUNDESCOLA A comprovação de despesas deverá ser feita pela Coordenação Estadual Executiva do Projeto (COEP), por meio da certificação procedida no sistema informatizado, e será analisada pela DIPRO, que adotará as medidas corretivas ou punitivas necessárias, se for o 21

22 caso. A COEP deverá certificar as despesas no prazo máximo de 30 (trinta) dias a contar da data da liquidação da despesa. Antes de encaminhados ao Fundescola, os certificados de despesa deverão ser homologados pelo ordenador de despesas do Convenente ou por representante com poderes delegados. Para as ações de Equipamento/Mobiliário para Escola Adequada e Equipamento/Mobiliário para Escola Construída e para a ação de Desenvolvimento Institucional, se for o caso, o Convenente deverá apresentar à COEP o Termo de Recebimento de Equipamento/Mobiliário até o último dia da vigência do convênio. 11. PRESTAÇÃO DE CONTAS De acordo com o disposto no parágrafo único do Art. 70 da Constituição Federal, a prestação de contas é dever de... qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize, arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiro, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária. A prestação de contas efetiva-se mediante a apresentação de um conjunto de documentos, instituídos por atos legais e/ou normativos, de forma a comprovar a boa e regular aplicação dos recursos repassados. A não apresentação da prestação de contas dos recursos recebidos inviabiliza a liberação de parcelas do convênio e a assinatura de novos instrumentos congêneres, além de implicar no registro do órgão ou entidade no cadastro de inadimplentes do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI) MODALIDADES DE PRESTAÇÃO DE CONTAS São modalidades de prestação de contas: I - Prestação de contas parcial Exigida para convênios cujo cronograma de desembolso estabeleça a liberação dos recursos financeiros em três ou mais parcelas. Neste caso, a liberação da terceira parcela do convênio fica condicionada à apresentação da prestação de contas da primeira, e assim sucessivamente; II - Prestação de contas final É a comprovação da execução da totalidade dos recursos recebidos, inclusive da contrapartida e dos rendimentos da aplicação financeira, a ser apresentada ao FNDE até 60 (sessenta) dias após o término da vigência do convênio, no seguinte endereço: Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação SBS Q 02, Bloco F, Edifício Áurea CEP.: DOCUMENTOS QUE COMPÕEM A PRESTAÇÃO DE CONTAS PARCIAL a) Ofício de encaminhamento ao presidente do FNDE; b) Relatório de Execução Física - para todas as ações; 22

23 c) Demonstrativo da Execução Financeira (Receita e Despesa) - para todas as ações; d) Relação de Pagamentos Efetuados - para todas as ações; e) Relação de Bens Adquiridos ou Produzidos - para as ações 1, 2, 3, e para ação 4(quando se tratar de aquisição de equipamento); f) Extrato da conta bancária específica, evidenciando a movimentação dos recursos no período compreendido entre a data do depósito da primeira parcela até o fim da vigência do convênio e o extrato demonstrativo dos rendimentos da aplicação financeira dos recursos; g) Cópia da homologação e adjudicação das licitações realizadas conforme as Diretrizes de Aquisição do Banco Mundial, ou da justificativa para sua dispensa ou inexigibilidade, quando permitido pelo Acordo de Empréstimo que financia o Programa Fundescola, com o respectivo embasamento legal. A Planilha de Verificação de Menor Preço servirá como relatório de julgamento. A homologação ocorrerá com a emissão da Ordem de Compra/Serviço, conforme disposto nas normas do Banco Mundial para a modalidade de licitação Shopping DOCUMENTOS QUE COMPÕEM A PRESTAÇÃO DE CONTAS FINAL a) Ofício de encaminhamento ao presidente do FNDE; b) Relatório de Cumprimento do Objeto; c) Relação de Pagamentos Efetuados - para todas as ações; d) Relação de Bens Adquiridos ou Produzidos - para as ações 1, 2, 3, e para ação 4 (quando se tratar de aquisição de equipamento); e) Relatório de Execução Física - para todas as ações; f) Demonstrativo da Execução Financeira (Receita e Despesa) - para todas as ações; g) Termo de Recebimento Definitivo da Obra - para a Ação 3; h) Termo de Recebimento de Equipamento/Mobiliário - para as Ações 1, 2 e para a Ação 4 (quando se tratar de aquisição de equipamento); i) Extrato da conta bancária específica, evidenciando a movimentação dos recursos no período compreendido entre a data do depósito da primeira parcela até o fim da vigência do convênio e o extrato demonstrativo dos rendimentos da aplicação financeira dos recursos; j) Comprovante de recolhimento do saldo, se houver, à conta bancária do Concedente indicada no respectivo convênio; k) Cópia da homologação e adjudicação das licitações realizadas conforme as Diretrizes de Aquisição do Banco Mundial, ou da justificativa para sua dispensa ou inexigibilidade, quando permitido pelo Acordo de Empréstimo que financia o Programa Fundescola, com o respectivo embasamento legal. A Planilha de Verificação de Menor Preço servirá como relatório de julgamento. A homologação ocorrerá com a emissão da Ordem de Compra/Serviço, conforme disposto nas normas do Banco Mundial para a modalidade de licitação Shopping ; l) Plano de Trabalho; m) Cópia do Termo de Convênio com a indicação da data de sua publicação. OBS. Somente serão registradas no SIAFI as prestações de contas que apresentarem todos os documentos acima relacionados DOCUMENTOS FISCAIS COMPROBATÓRIOS DAS DESPESAS As despesas serão comprovadas mediante documentos fiscais originais ou equivalentes, devendo os recibos, faturas, notas fiscais e quaisquer outros documentos comprobatórios serem emitidos em nome do Convenente ou do executor, se for o caso, devidamente identificados com o nome do Fundescola/FNDE e o número do convênio. Não serão admitidos documentos comprobatórios de despesas realizadas em data anterior ao início ou posterior ao término do prazo de vigência. 23

24 Os documentos referidos no parágrafo anterior somente deverão ser encaminhados ao FNDE se solicitado, devendo permanecer arquivados na sede do Convenente em boa ordem e à disposição do FNDE e dos órgãos de controle interno e externo. A guarda dos documentos deverá ocorrer pelo prazo mínimo de 5 (cinco) anos, contados da aprovação da prestação de contas do convênio ou da aprovação da prestação ou tomada de contas do gestor do FNDE, relativa ao exercício da concessão dos recursos, o que ocorrer por último ANÁLISE E APROVAÇÃO DA PRESTAÇÃO DE CONTAS Prestação de contas parcial: o FNDE procederá à análise dos documentos sob os aspectos técnico e financeiro, emitindo parecer conclusivo e adotando, posteriormente, as providências necessárias à atualização dos registros do convênio no SIAFI e à liberação da(s) parcela(s) subseqüente(s), se aprovada a prestação de contas. Prestação de contas final: o FNDE procederá à análise dos documentos e emitirá pronunciamento acerca da aprovação das contas, mediante pareceres conclusivos da unidade técnica responsável pelo programa, quanto à execução física e à consecução dos objetivos do convênio, e da área financeira, no que diz respeito à correta e regular aplicação dos recursos, atualizando, posteriormente, os registros do convênio no SIAFI. Quando a prestação de contas parcial ou final não for encaminhada no prazo regulamentar, o FNDE providenciará o imediato registro do Convenente no Cadastro de Inadimplentes do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI) e estabelecerá o prazo máximo de 30 (trinta) dias para a sua apresentação ou o recolhimento dos recursos, inclusive os provenientes de aplicações financeiras, acrescidos de juros e correção monetária, na forma da lei, sob pena de instauração da competente Tomada de Contas Especial. Constatada irregularidade na prestação de contas parcial ou final, o FNDE realizará as diligências cabíveis, concedendo o prazo máximo de 30 (trinta) dias para regularização. Esgotados os prazos referidos anteriormente sem que o Convenente regularize sua situação, o FNDE promoverá a instauração do processo de Tomada de Contas Especial e adotará as demais medidas cabíveis da sua alçada SUSPENSÃO DA INADIMPLÊNCIA Na hipótese do Órgão ou Entidade Convenente estar sob a direção de novo dirigente que não o responsável pela não apresentação da prestação de contas ou pela prática de irregularidades na aplicação dos recursos e, ainda, comprovar a adoção de medidas de reparação ao erário, o FNDE, uma vez instaurada a competente Tomada de Contas Especial (TCE) e efetuado o registro do responsável na conta de ativo Diversos Responsáveis, suspenderá a sua inadimplência no SIAFI. Efetivada a suspensão da inadimplência, o Órgão ou Entidade Convenente poderá receber novos recursos decorrentes de transferências voluntárias, desde que inexistam outras pendências registradas no cadastro de inadimplentes do SIAFI e nos sistemas de controle e acompanhamento das transferências automáticas executadas pelo FNDE, ressalvado o disposto no 3º do artigo 25 da Lei Complementar nº 101/2000 (LRF). Considera-se documento hábil para fins de comprovação da adoção de medidas de reparação ao erário, a apresentação ao FNDE, pelo atual gestor, de cópia autenticada de 24

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DSENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DSENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DSENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO FNDE/CD Nº 020 de 18 de maio de 2007 Estabelece as orientações e diretrizes para a operacionalização

Leia mais

RESOLUÇÃO CD/FNDE Nº 24 DE 04 DE JUNHO DE 2008

RESOLUÇÃO CD/FNDE Nº 24 DE 04 DE JUNHO DE 2008 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO CD/FNDE Nº 24 DE 04 DE JUNHO DE 2008 Estabelece orientações e diretrizes para o apoio financeiro às

Leia mais

Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG

Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG Prof. Marcus Tomasi UDESC/ESAG O QUE É O PDDE... Consiste na assistência financeira anual, pelo FNDE, às escolas públicas da educação básica das redes estaduais, municipais e do Distrito Federal. O objetivo

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010.

INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010. AUDITORIA GERAL DO ESTADO ATOS DO AUDITOR-GERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA AGE N.º 10, DE 20 DE MAIO DE 2010. Estabelece normas de organização e apresentação das prestações de contas de convênios que impliquem

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural

Serviço Nacional de Aprendizagem Rural Serviço Nacional de Aprendizagem Rural REGULAMENTO DOS PROCEDIMENTOS PARA CELEBRAÇÃO DE TERMOS DE COOPERAÇÃO Estabelece diretrizes, normas e procedimentos para celebração, execução e prestação de contas

Leia mais

MANUAL DE ASSISTÊNCIA FINANCEIRA 1. OPERACIONALIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA FINANCEIRA

MANUAL DE ASSISTÊNCIA FINANCEIRA 1. OPERACIONALIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA FINANCEIRA MANUAL DE ASSISTÊNCIA FINANCEIRA 1. OPERACIONALIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA FINANCEIRA 1.1. ELABORAÇÃO DO PROJETO O projeto apresentado pelo pleiteante deverá ser elaborado sob a forma de Plano de Trabalho, tendo

Leia mais

TREINAMENTO PARA OS NOVOS DIRETORES DE DEPARTAMENTOS DA UNIVERSIDADE

TREINAMENTO PARA OS NOVOS DIRETORES DE DEPARTAMENTOS DA UNIVERSIDADE TREINAMENTO PARA OS NOVOS DIRETORES DE DEPARTAMENTOS DA UNIVERSIDADE Salvador, 21 e 22 de julho de 2010 CONVÊNIOS EQUIPE: Alessandro Chaves de Jesus Ana Lucia Alcântara Tanajura Cristiane Neves de Oliveira

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 7 DE 23 DE ABRIL DE 2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 7 DE 23 DE ABRIL DE 2010 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 7 DE 23 DE ABRIL DE 2010 Estabelece as normas para que os Municípios, Estados e o Distrito Federal

Leia mais

FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO N.º 7, DE 24 DE ABRIL DE 2007

FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO N.º 7, DE 24 DE ABRIL DE 2007 FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO N.º 7, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Estabelece os documentos necessários à comprovação de regularidade para transferência de recursos e para habilitação

Leia mais

Secretaria de Estado da Educação Gabinete do Secretário

Secretaria de Estado da Educação Gabinete do Secretário PORTARIA nº 080/2012 - SEED O SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, usando das atribuições que lhe são conferidas pelo Decreto nº 0494/12, de 27 de fevereiro de 2012, com fundamento na Lei nº 1.230 de 29 de

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/FNDE/CD/Nº 19 DE 24 DE ABRIL DE 2009 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Constituição Federal Artigos 205, 206, 208

Leia mais

REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012

REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012 REDAÇÃO FINAL MEDIDA PROVISÓRIA Nº 562-A, DE 2012 PROJETO DE LEI DE CONVERSÃO Nº 10 DE 2012 O CONGRESSO NACIONAL decreta: Dispõe sobre o apoio técnico ou financeiro da União no âmbito do Plano de Ações

Leia mais

BOAS PRÁTICAS NA APLICAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS PÚBLICOS DE CONVÊNIOS

BOAS PRÁTICAS NA APLICAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS PÚBLICOS DE CONVÊNIOS GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO AUDITORIA GERAL DO ESTADO BOAS PRÁTICAS NA APLICAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DE RECURSOS PÚBLICOS DE CONVÊNIOS APLICAÇÃO DE RECURSOS PÚBLICOS DE CONVÊNIOS

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/FNDE/CD/Nº 003 DE 03 DE MARÇO DE 2006 Estabelece os documentos necessários à comprovação de regularidade

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/FNDE/CD/Nº 35 DE 22 DE JULHO DE 2008

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/FNDE/CD/Nº 35 DE 22 DE JULHO DE 2008 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/FNDE/CD/Nº 35 DE 22 DE JULHO DE 2008 Estabelece orientações e diretrizes para apoio financeiro para

Leia mais

Roteiro para Prestação de Contas referente ao Programa de Patrocínios DME 2016.

Roteiro para Prestação de Contas referente ao Programa de Patrocínios DME 2016. 1 Roteiro para Prestação de Contas referente ao Programa de Patrocínios DME 2016. Formulários obrigatórios para Prestação de Contas PRESTAÇÃO DE CONTAS - PROJETOS INCENTIVADOS PELA DME E/OU SUAS SUBSIDIÁRIAS.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Estabelece orientações e diretrizes para o pagamento de bolsas a estudantes

Leia mais

FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO N.º 3, DE 3 DE MARÇO DE 2006

FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO N.º 3, DE 3 DE MARÇO DE 2006 FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO N.º 3, DE 3 DE MARÇO DE 2006 Estabelece os documentos necessários à comprovação de regularidade para transferência de recursos

Leia mais

Ministério da Educação FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

Ministério da Educação FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Ministério da Educação FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Constituição Federal de 1988 - art. 214; Lei nº

Leia mais

CHECKLIST CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE RECURSOS FEDERAIS

CHECKLIST CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE RECURSOS FEDERAIS CHECKLIST CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE RECURSOS FEDERAIS VERIFICAÇÕES PRELIMINARES Art. 3, caput e 1 ; 1. O objeto do convênio ou contrato de repasse guarda relação com a atividade do convenente? 2.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO Resolução/CD/FNDE nº 19, de 21 de maio de 2013. Dispõe sobre a destinação de recursos financeiros, nos moldes

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS

GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS GESTÃO DE PROJETOS SICONV APRENDIZADO QUE GERA RESULTADOS ABORDAGEM Conceitos relacionados ao tema; Legislação aplicável à execução; Modelo de gestão e processo adotado pela Fundep. O que é o SICONV? CONCEITOS

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/FNDE/CD/Nº 38, DE 19 DE AGOSTO DE 2008

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/FNDE/CD/Nº 38, DE 19 DE AGOSTO DE 2008 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/FNDE/CD/Nº 38, DE 19 DE AGOSTO DE 2008 Estabelece critérios para o repasse de recursos financeiros,

Leia mais

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 342, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2008

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 342, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2008 Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 342, DE 5 DE NOVEMBRO DE 2008 Altera a Portaria Interministerial nº 127/MP/MF/CGU, de 29 de maio de 2008,

Leia mais

CONVÊNIO N o 96, DE 19 DE OUTUBRO DE 2015. Convênio que entre si celebram o Município de Santa Maria e o Banco da Esperança - Ação Social.

CONVÊNIO N o 96, DE 19 DE OUTUBRO DE 2015. Convênio que entre si celebram o Município de Santa Maria e o Banco da Esperança - Ação Social. CONVÊNIO N o 96, DE 19 DE OUTUBRO DE 2015 Convênio que entre si celebram o Município de Santa Maria e o Banco da Esperança - Ação Social. O MUNICÍPIO DE SANTA MARIA, com sede na cidade de Santa Maria,

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Presidência da República Casa Subchefia para Assuntos Jurídicos Civil DECRETO Nº 6.170, DE 25 DE JULHO DE 2007. Dispõe sobre as normas relativas às transferências de recursos da União mediante convênios

Leia mais

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008.

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 81, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos sobre a apresentação de relatórios de gestão e prestação de contas em Programas Especiais de Fomento. A DIRETORIA COLEGIADA

Leia mais

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO PRESTAÇÃO DE CONTAS

SECRETARIA EXECUTIVA DE DESENVOLVIMENTO E ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEDAS GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO, PROJETOS E CAPACITAÇÃO PRESTAÇÃO DE CONTAS PRESTAÇÃO DE CONTAS TEXTO 2 PRESTAÇÃO DE CONTAS E SUAS ESPECIFICIDADES INTRODUÇÃO Tomando como base a definição do Tesouro Nacional que designa a Prestação Contas como: Demonstrativo organizado pelo próprio

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.880, DE 9 DE JUNHO DE 2004. Conversão da MPv nº 173, de 2004 Institui o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.880, DE 9 DE JUNHO DE 2004. Institui o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar - PNATE e o Programa de Apoio

Leia mais

REGULAMENTO DOS PROCEDIMENTOS PARA CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS E ACORDOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA

REGULAMENTO DOS PROCEDIMENTOS PARA CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS E ACORDOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA REGULAMENTO DOS PROCEDIMENTOS PARA CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS E ACORDOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º A ABDI tem por objeto promover a execução de políticas de desenvolvimento industrial,

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO PAC201846/2011

TERMO DE COMPROMISSO PAC201846/2011 cimo dfi-compomisso http://simec.mec.gov.br/par/par.php7modul o=principal/teladevalid... MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE COMPROMISSO PAC201846/2011 A Prefeitura

Leia mais

Gestor - FNAS - Fundo Nacional de Assistência Social

Gestor - FNAS - Fundo Nacional de Assistência Social Gestor - FNAS - Fundo Nacional de Assistência Social O que é o FNAS - Fundo Nacional de Assistência Social? O FNAS, instituído pela Lei nº. 8.742, de 7 de dezembro de 1993, tem por objetivo proporcionar

Leia mais

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015.

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece os procedimentos e as normas a serem adotados pelos órgãos e entidades da administração pública estadual direta e indireta, para o encerramento anual

Leia mais

CONVÊNIOS, TERMOS DE COOPERAÇÃO E SUAS PRESTAÇÕES DE CONTAS. Seminário Administrativo Itapema/SC

CONVÊNIOS, TERMOS DE COOPERAÇÃO E SUAS PRESTAÇÕES DE CONTAS. Seminário Administrativo Itapema/SC CONVÊNIOS, TERMOS DE COOPERAÇÃO E SUAS PRESTAÇÕES DE CONTAS. TERMOS DE COOPERAÇÃO. DO CONTROLE DA NECESSIDADE AO NECESSÁRIO CONTROLE. COFEN-COREN Lei nº. 5.905, de 12/07/1973. Art. 1º. São criados o Conselho

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO Nº 9, DE 2 DE MARÇO DE 2011 (*) Estabelece os procedimentos a serem adotados para aquisição de materiais e bens e contratação

Leia mais

ANEXO VII LEI Nº13.190 DE 11 DE JULHO DE

ANEXO VII LEI Nº13.190 DE 11 DE JULHO DE ANEXO VII LEI Nº13.190 DE 11 DE JULHO DE 2014 Dispõe sobre as diretrizes orçamentárias para o exercício de 2015, e dá outras providências. Art. 60 - Sem prejuízo das disposições contidas nos demais artigos,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO/ FNDE/CD/ Nº 044, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: Constituição Federal de 1988 artigos

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA Pró-Reitoria de Planejamento Coordenadoria de Projetos e Convênios

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA Pró-Reitoria de Planejamento Coordenadoria de Projetos e Convênios MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA Pró-Reitoria de Planejamento Coordenadoria de Projetos e Convênios CARTILHA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE CONVÊNIOS Elaboração: José Joaquim

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 20, DE 6 DE MAIO DE 2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 20, DE 6 DE MAIO DE 2011 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 20, DE 6 DE MAIO DE 2011 Dispõe sobre a destinação de recursos financeiros, nos moldes e sob a égide

Leia mais

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 Disciplina a celebração de convênios e operações de crédito com previsão de ingresso de recursos financeiros que beneficiem órgãos e entidades da Administração

Leia mais

Fundamentação Legal. Abordagens. Lei 11.947, de 16 de junho de 2009. Resolução nº 10, de 18 de abril de 2013, e alterações.

Fundamentação Legal. Abordagens. Lei 11.947, de 16 de junho de 2009. Resolução nº 10, de 18 de abril de 2013, e alterações. Fundamentação Legal Lei 11.947, de 16 de junho de 2009. Resolução nº 10, de 18 de abril de 2013, e alterações. Resolução nº 9, de 2 de março de 2011, e alterações. Resolução nº 15, de 10 de julho de 2014,

Leia mais

FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 16, DE 8 DE JUNHO DE 2010

FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 16, DE 8 DE JUNHO DE 2010 FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 16, DE 8 DE JUNHO DE 2010 Altera a Resolução CD/FNDE nº 64, de 13 de dezembro de 2007, que estabelece os critérios e os

Leia mais

GABINETE DO MINISTRO

GABINETE DO MINISTRO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 1.007, DE 9 DE OUTUBRO DE 2013. Altera a Portaria MEC nº 168, de 07 de março de 2013, que dispõe sobre a oferta da Bolsa-Formação no âmbito do Programa Nacional de Acesso

Leia mais

Programa de Educação Tutorial - PET MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE O CUSTEIO PET

Programa de Educação Tutorial - PET MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE O CUSTEIO PET MANUAL DE ORIENTAÇÕES SOBRE O CUSTEIO PET LEGISLAÇÃO Lei nº11.180/2005 O professor tutor, de acordo com o 1º do art. 12 da Lei n o 11.180/2005, receberá semestralmente um montante de recursos equivalente

Leia mais

PRESTAÇÃO DE CONTAS - PARCIAL OU FINAL

PRESTAÇÃO DE CONTAS - PARCIAL OU FINAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E DO DESPORTO Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior Programa de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico Tel. : (061)214-8806 ou 225-3353

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO PARA O EXERCÍCIO DO SERVIÇO VOLUNTÁRIO DE ALFABETIZADOR

TERMO DE COMPROMISSO PARA O EXERCÍCIO DO SERVIÇO VOLUNTÁRIO DE ALFABETIZADOR MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CD/FNE Nº XXX, de xx de maio de 2008 ANEXO II TERMO DE COMPROMISSO PARA O EXERCÍCIO DO SERVIÇO VOLUNTÁRIO DE ALFABETIZADOR 1. FUNDAMENTO LEGAL 1.1 Lei 11.508, de 20 de

Leia mais

INSTRUÇÃO DGA Nº 81, DE 23 DE SETEMBRO DE 2014

INSTRUÇÃO DGA Nº 81, DE 23 DE SETEMBRO DE 2014 INSTRUÇÃO DGA Nº 81, DE 23 DE SETEMBRO DE 2014 #Estabelece procedimentos para registro, no SICONV, de informações referentes a Convênios com OBTV. O Coordenador da Administração Geral, no uso de suas atribuições,

Leia mais

CAPES COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR Anexo I Portaria nº 028, de 27 de janeiro de 2010. Anexo I

CAPES COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR Anexo I Portaria nº 028, de 27 de janeiro de 2010. Anexo I Anexo I REGULAMENTO DA CONCESSÃO DO AUXÍLIO FINANCEIRO A PROJETO EDUCACIONAL E DE PESQUISA - AUXPE 1. Da Concessão e Aceitação 1.1 A solicitação e concessão de recursos financeiros dar-se-á mediante celebração

Leia mais

Disciplina a concessão de auxílio-transporte às Prefeituras Municipais para garantir aos alunos acesso à escola pública estadual

Disciplina a concessão de auxílio-transporte às Prefeituras Municipais para garantir aos alunos acesso à escola pública estadual 32 São Paulo, 121 (89) Diário Ofi cial Poder Executivo - Seção I sexta-feira, 13 de maio de 2011 Resolução SE-28, de 12-5-2011 Disciplina a concessão de auxílio-transporte às Prefeituras Municipais para

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 016/2013

NOTA TÉCNICA Nº 016/2013 NOTA TÉCNICA Nº 016/2013 Brasília, 3 de maio de 2013. ÁREA: Educação TÍTULO: Prestação de contas na Educação. REFERÊNCIA(S): Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Lei Complementar nº 101,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 9.424, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1996. Dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização

Leia mais

DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015

DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015 1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre critérios a serem adotados na execução orçamentária e financeira do Poder Executivo do Município de Goiânia para o exercício

Leia mais

DOU de 30/07/2015 (nº 144, Seção 1, pág. 73) DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito PORTARIA Nº 95, DE 28 DE JULHO DE 2015

DOU de 30/07/2015 (nº 144, Seção 1, pág. 73) DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito PORTARIA Nº 95, DE 28 DE JULHO DE 2015 DOU de 30/07/2015 (nº 144, Seção 1, pág. 73) DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito PORTARIA Nº 95, DE 28 DE JULHO DE 2015 Estabelece regras e padronização de documentos para arrecadação de multas

Leia mais

CONVÊNIO DE COLABORAÇÃO QUE ENTRE SI CELEBRAM O MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO E O INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO DE PASSO FUNDO - SOLIDARIEDADE - IDPF

CONVÊNIO DE COLABORAÇÃO QUE ENTRE SI CELEBRAM O MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO E O INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO DE PASSO FUNDO - SOLIDARIEDADE - IDPF CONVÊNIO DE COLABORAÇÃO QUE ENTRE SI CELEBRAM O MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO E O INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO DE PASSO FUNDO - SOLIDARIEDADE - IDPF 032/2014 - PGM O MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO, pessoa jurídica

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos 1 de 8 12/02/2014 16:28 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.170, DE 25 DE JULHO DE 2007. Vigência (Vide Portaria Interministerial nº 507, de 2011) Dispõe

Leia mais

EDITAL Nº 05/2007 PRODOCÊNCIA

EDITAL Nº 05/2007 PRODOCÊNCIA EDITAL Nº 05/2007 PRODOCÊNCIA PROGRAMA DE CONSOLIDAÇÃO DAS LICENCIATURAS MEC/SESu/DEPEM 1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC SECRETARIA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR - SESu EDITAL Nº 05/2007 Brasília, 20 junho de 2007

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO

ACORDO DE COOPERAÇÃO ACORDO DE COOPERAÇÃO DEFINE O ACORDO DE COOPERAÇÃO QUE ENTRE SI CELEBRAM A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL E O CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA DO ESPIRITO SANTO - CREA/ES, PARA CONCESSÃO

Leia mais

DELIBERAÇÃO NORMATIVA CGFPHIS Nº 016, DE 28 DE MAIO DE 2013

DELIBERAÇÃO NORMATIVA CGFPHIS Nº 016, DE 28 DE MAIO DE 2013 Deliberação Normativa nº 016, de 28 de maio de 2013. Reedita, com alterações, a Deliberação Normativa nº 014, de 11 de setembro de 2012, que aprovou a implantação do PROGRAMA CASA PAULISTA APOIO AO CRÉDITO

Leia mais

RESOLUÇÃO MEC/FNDE/CD Nº 23, DE 28 de JUNHO DE 2012.

RESOLUÇÃO MEC/FNDE/CD Nº 23, DE 28 de JUNHO DE 2012. RESOLUÇÃO MEC/FNDE/CD Nº 23, DE 28 de JUNHO DE 2012. Diário Oficial da União nº 125, de 29 de Junho de 2012 (sexta-feira) Seção 1 Págs.19_25 Ministério da Educação FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA

Leia mais

ACOMPANHAMENTO FÍSICO E FINANCEIRO CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE FEDERAIS (SICONV)

ACOMPANHAMENTO FÍSICO E FINANCEIRO CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE FEDERAIS (SICONV) 4/11/2013 SEF/SC ACOMPANHAMENTO FÍSICO E FINANCEIRO CONVÊNIOS E CONTRATOS DE REPASSE FEDERAIS (SICONV) Orientações Diretoria de Planejamento Orçamentário DIOR Diretoria de Captação de Recursos e da Dívida

Leia mais

RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 19, DE 24 DE ABRIL DE 2004.

RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 19, DE 24 DE ABRIL DE 2004. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO FUNDAMENTAÇÃO LEGAL: RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 19, DE 24 DE ABRIL DE 2004. Constituição Federal art. 208; Lei nº 8.666,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos 1 de 8 3/10/2012 13:55 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 6.170, DE 25 DE JULHO DE 2007. Vigência (Vide Portaria Interministerial nº 507, de 2011) Dispõe sobre

Leia mais

DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências.

DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013. Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências. DECRETO Nº 14.407 DE 09 DE ABRIL DE 2013 Aprova o Regulamento do Sistema Financeiro e de Contabilidade do Estado, e dá outras providências. (Publicado no DOE de 10 de abril de 2013) O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 23, DE 30 DE ABRIL DE 2009

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 23, DE 30 DE ABRIL DE 2009 MNSTÉRO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACONAL DE DESENVOLVMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELBERATVO RESOLUÇÃO Nº 23, DE 30 DE ABRL DE 2009 Estabelece os documentos necessários à certificação da situação de regularidade

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Resolução n 027/2011-CONSU De 22 de dezembro de 2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO. Resolução n 027/2011-CONSU De 22 de dezembro de 2011 Resolução n 027/2011-CONSU De 22 de dezembro de 2011 Regulamenta as normas para o relacionamento entre a Universidade Federal do Amapá e as Fundações de Apoio prevista na Lei n 8.958, de 20 de dezembro

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. Acresce o 7 ao artigo 9º da Instrução Normativa nº 003, de 23 de setembro de 2009, que estabelece

Leia mais

AVISO DE CHAMADA PÚBLICA DE APOIO INSTITUCIONAL Nº 01/2015 DO OBJETO

AVISO DE CHAMADA PÚBLICA DE APOIO INSTITUCIONAL Nº 01/2015 DO OBJETO AVISO DE CHAMADA PÚBLICA DE APOIO INSTITUCIONAL Nº 01/2015 DO OBJETO Esta Chamada Pública de Apoio Institucional visa à seleção de projetos a serem apoiados pelo CAU/BR na modalidade de Apoio à Assistência

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 INSTRUÇÃO NORMATIVA - TCU Nº 56, DE 5 DEZEMBRO DE 2007 Dispõe sobre instauração e organização de processo de tomada de contas especial e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso do

Leia mais

IV Seminário de Execução Financeira de Projetos Financiados com Recursos Externos. O f i c i n a 3. Brasília, de 7 e 8 de maio de 2009.

IV Seminário de Execução Financeira de Projetos Financiados com Recursos Externos. O f i c i n a 3. Brasília, de 7 e 8 de maio de 2009. IV Seminário de Execução Financeira de Projetos Financiados com Recursos Externos O f i c i n a 3 Convênios (SICONV - Sistemas e Legislação) Brasília, de 7 e 8 de maio de 2009. Ementa da Oficina Nº 3

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Dispõe sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA STN Nº 02, DE 22 DE MAIO DE 2009. Dispõe sobre a Guia de Recolhimento da União - GRU, e dá outras providências.

INSTRUÇÃO NORMATIVA STN Nº 02, DE 22 DE MAIO DE 2009. Dispõe sobre a Guia de Recolhimento da União - GRU, e dá outras providências. INSTRUÇÃO NORMATIVA STN Nº 02, DE 22 DE MAIO DE 2009. Dispõe sobre a Guia de Recolhimento da União - GRU, e dá outras providências. O SECRETÁRIO DO TESOURO NACIONAL SUBSTITUTO, no exercício das atribuições

Leia mais

Edital CNPq nº 06/2003 Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas

Edital CNPq nº 06/2003 Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas Edital CNPq nº 06/2003 Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas O Ministério da Ciência e Tecnologia, por intermédio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq, torna

Leia mais

ANEXO IV ORIENTAÇÕES E FORMULÁRIOS PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS

ANEXO IV ORIENTAÇÕES E FORMULÁRIOS PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS ANEXO IV ORIENTAÇÕES E FORMULÁRIOS PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS Em conformidade às competências do CAU/BR previstas na Lei nº 12.378/2010 e em seu Regimento Geral, são apoiados projetos que contribuem para

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CD/FNDE Nº 32, de 1º DE JULHO de 2011 ANEXO II TERMOS DE COMPROMISSO PARA VOLUNTÁRIOS DO PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CD/FNDE Nº 32, de 1º DE JULHO de 2011 ANEXO II TERMOS DE COMPROMISSO PARA VOLUNTÁRIOS DO PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO RESOLUÇÃO CD/FNDE Nº 32, de 1º DE JULHO de 2011 ANEXO II TERMOS DE COMPROMISSO PARA VOLUNTÁRIOS DO PROGRAMA BRASIL ALFABETIZADO TERMO DE COMPROMISSO DO ALFABETIZADOR VOLUNTÁRIO EXERCÍCIO

Leia mais

Orientações para o. Alexandre Lages Cavalcante Controlador Geral do Estado. Juliana Barros da Cruz Oliveira Superintendente de Controle Financeiro

Orientações para o. Alexandre Lages Cavalcante Controlador Geral do Estado. Juliana Barros da Cruz Oliveira Superintendente de Controle Financeiro Orientações para o Controle de Convênios Alexandre Lages Cavalcante Controlador Geral do Estado Juliana Barros da Cruz Oliveira Superintendente de Controle Financeiro Maio/2010 Devolução de recursos de

Leia mais

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO 1/15 A Coordenadoria do Sistema de Controle Interno do Município, considerando: - O volume de recursos recebidos pelo Município a título de repasse de outros entes da Federação via Convênio ou Contrato

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 12/2013 Brasília, 20 de março de 2013. Técnica/Jurídico TÍTULO: Orientações sobre gestão de convênios.

NOTA TÉCNICA Nº 12/2013 Brasília, 20 de março de 2013. Técnica/Jurídico TÍTULO: Orientações sobre gestão de convênios. NOTA TÉCNICA Nº 12/2013 Brasília, 20 de março de 2013. ÁREA: Técnica/Jurídico TÍTULO: Orientações sobre gestão de convênios. REFERÊNCIAS: Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Lei Federal

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO FNDE/CD Nº 05 DE MARÇO DE 2004

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO FNDE/CD Nº 05 DE MARÇO DE 2004 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FNDE CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO FNDE/CD Nº 05 DE MARÇO DE 2004 Estabelecer as orientações e diretrizes para assistência financeira

Leia mais

Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação PAR

Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação PAR Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação PAR PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS - PAR PLANO DE AÇÕES ARTICULADAS - PAR O Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação, um Programa Estratégico do PDE, instituído

Leia mais

Como Executar e Prestar Contas de Convênios

Como Executar e Prestar Contas de Convênios Presidência da República Secretaria Especial de Políticas Para as Mulheres Subsecretaria de Planejamento Setor de Prestação de Contas Como Executar e Prestar Contas de Convênios Legislação Básica Constituição

Leia mais

PORTARIA CGU Nº 328, DE 29 DE FEVEREIRO DE 2008

PORTARIA CGU Nº 328, DE 29 DE FEVEREIRO DE 2008 PORTARIA CGU Nº 328, DE 29 DE FEVEREIRO DE 2008 O SECRETÁRIO-EXECUTIVO DA CONTROLADORIA GERAL DA UNIÃO, no uso da competência que lhe foi atribuída pelo art. 24 do Anexo ao Decreto nº 5.683, de 24 de janeiro

Leia mais

EDITAL PARA INSCRIÇÃO DE PROJETOS ESPORTIVOS SOCIAIS 2007-2008

EDITAL PARA INSCRIÇÃO DE PROJETOS ESPORTIVOS SOCIAIS 2007-2008 EDITAL PARA INSCRIÇÃO DE PROJETOS ESPORTIVOS SOCIAIS 2007-2008 Ministério do Esporte Secretaria Especial dos Direitos Humanos Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Comissão de Chancela

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 9 DE 24 DE ABRIL DE 2007.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 9 DE 24 DE ABRIL DE 2007. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 9 DE 24 DE ABRIL DE 2007. Dispõe sobre os processos de adesão e habilitação e as formas de execução

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA SETEC

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA SETEC MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA SETEC EDITAL SETEC Nº 02, 30 DE MAIO DE 2014 SISTEMA DE SELEÇÃO UNIFICADA DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA - SISUTEC O Secretário

Leia mais

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO PORTARIA N.º 652, DE 19 DE MAIO DE 2011 RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS

ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO PORTARIA N.º 652, DE 19 DE MAIO DE 2011 RESOLVE: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS PORTARIA N.º 652, DE 19 DE MAIO DE 2011 A SECRETÁRIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso de suas atribuições legais, especialmente em referência ao disposto no artigo 25, da Constituição Federal de 1988, e ao

Leia mais

FLUXOGRAMA DO TRÂMITE INTERNO DE CONTRATAÇÃO DE OPERAÇÃO DE CRÉDITO

FLUXOGRAMA DO TRÂMITE INTERNO DE CONTRATAÇÃO DE OPERAÇÃO DE CRÉDITO FLUXOGRAMA DO TRÂMITE INTERNO DE CONTRATAÇÃO DE OPERAÇÃO DE CRÉDITO Verificada a necessidade de cumprimento de meta de governo para a qual não haja recurso disponível, pode a Secretaria interessada analisar

Leia mais

CLÁUSULA SEGUNDA DO PROGRAMA DE TRABALHO

CLÁUSULA SEGUNDA DO PROGRAMA DE TRABALHO QUARTO TERMO ADITIVO AO CONTRATO Nº 14/ANA/2004 CELEBRADO ENTRE A AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS E A ASSOCIAÇÃO PRÓ-GESTÃO DAS ÁGUAS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO PARAÍBA DO SUL, COM A ANUÊNCIA DO COMITÊ PARA

Leia mais

RELATÓRIO DA EXECUÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA

RELATÓRIO DA EXECUÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA PREENCHIMENTO DO ANEXO III RELATÓRIO DA EXECUÇÃO FÍSICO-FINANCEIRA FÍSICO: refere-se ao indicador físico da qualificação e quantificação do produto de cada meta e etapa executada e a executar. Não fazer

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília EDITAL Nº 007/RIFB, DE 28 DE ABRIL DE 2015.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília EDITAL Nº 007/RIFB, DE 28 DE ABRIL DE 2015. EDITAL Nº 007/RIFB, DE 28 DE ABRIL DE 2015. SELEÇÃO DE PROJETOS DE PESQUISA PARA CONCESSÃO DE BOLSAS DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS E VOLUNTARIADO EM INICIAÇÃO CIENTÍFICA NAS AÇÕES AFIRMATIVAS (ENSINO

Leia mais

CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS, TERMOS DE COOPERAÇÃO E ACORDOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA NACIONAIS NO ÂMBITO DA FIOCRUZ BAHIA. Órgão Gestor

CELEBRAÇÃO DE CONVÊNIOS, TERMOS DE COOPERAÇÃO E ACORDOS DE COOPERAÇÃO TÉCNICA NACIONAIS NO ÂMBITO DA FIOCRUZ BAHIA. Órgão Gestor 18/11/2009 Órgão Elaborador 13:35 Núcleo de Planejamento Órgão Gestor Núcleo de Planejamento Órgão Aprovador Diretoria REVISÃO 00 DATA: SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Campo de Aplicação 3. Siglas Utilizadas 4.

Leia mais

Siconv para Convenentes

Siconv para Convenentes Siconv para Convenentes Módulo2 Portal de Convênios e Siconv Brasília - 2015. Fundação Escola Nacional de Administração Pública Presidente Gleisson Rubin Diretor de Desenvolvimento Gerencial Paulo Marques

Leia mais

CLÁUSULA PRIMEIRA DO OBJETO

CLÁUSULA PRIMEIRA DO OBJETO CONVÊNIO QUE ENTRE SI REALIZAM A JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU - SEÇÃO JUDICIÁRIA DO MARANHÃO E A FUNDAÇÃO HABITACIONAL DO EXÉRCITO FHE PARA ACESSO A PRODUTOS E SERVIÇOS. A Justiça Federal de Primeiro

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 19 DE ABRIL DE 1993 (DOU de 23/04/93)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 19 DE ABRIL DE 1993 (DOU de 23/04/93) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 19 DE ABRIL DE 1993 (DOU de 23/04/93) Disciplina a celebração de convênios, acordos, ajustes ou instrumentos similares, que envolvam a transferência de recursos financeiros

Leia mais

RESOLUÇÃO FNDE Nº 48, DE 4 DE SETEMBRO DE 2009

RESOLUÇÃO FNDE Nº 48, DE 4 DE SETEMBRO DE 2009 RESOLUÇÃO FNDE Nº 48, DE 4 DE SETEMBRO DE 2009 Estabelece orientações e diretrizes para concessão e pagamento de bolsas de estudo e de pesquisa a participantes das instituições públicas de educação superior

Leia mais

DECRETO Nº 27.438 DE 12 DE DEZEMBRO DE 2006.

DECRETO Nº 27.438 DE 12 DE DEZEMBRO DE 2006. DECRETO Nº 27.438 DE 12 DE DEZEMBRO DE 2006. Dispõe sobre a Estrutura Organizacional da Secretaria Municipal de Fazenda e dá outras providências. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso das atribuições

Leia mais

DECRETA: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DECRETA: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 10 do Decreto-Lei nº 200, de 25 de fevereiro de 1967, nº art.

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA RESOLUÇÃO COEMA N 116, DE 03 DE JULHO DE 2014. Dispõe sobre as atividades de impacto ambiental

Leia mais

EDITAL 02/2015 EDITAL DE CONCESSÃO DO AUXÍLIO EVENTOS

EDITAL 02/2015 EDITAL DE CONCESSÃO DO AUXÍLIO EVENTOS EDITAL 02/2015 EDITAL DE CONCESSÃO DO AUXÍLIO EVENTOS A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), por meio da Pró-Reitoria de Sustentabilidade e Integração Social (PROSIS) torna público o presente EDITAL

Leia mais

Secretaria do Planejamento

Secretaria do Planejamento Salvador, Bahia Sexta-Feira 10 de outubro de 2014 Ano XCIX N o 21.543 Secretaria do Planejamento INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02 DE 08 DE OUTUBRO DE 2014 Orienta os órgãos e entidades da Administração Pública

Leia mais