Direção-geral da Administração da Justiça. Centro de Formação de Funcionários de Justiça

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Direção-geral da Administração da Justiça. Centro de Formação de Funcionários de Justiça"

Transcrição

1 Centro de Formação de Funcionários de Justiça

2 Especial Revitalização

3 Finalidade: Destina-se a devedores em comprovada situação económica difícil ou em situação de insolvência meramente iminente. O PER pretende assumir-se como um mecanismo célere e eficaz que possibilite a revitalização dos devedores, competindo-lhes a elaboração de um plano de recuperação para sair da referida situação. - artºs 1.º e n.º 2 do art.º 17º-A.

4 Processo com caráter urgente- 17º-A nº 3 Inicia-se: -Declaração escrita do devedor e pelo menos um credor -17º-A nº 2 -Acordo extrajudicial de recuperação assinado pelo devedor e credores - 17º- I nº 1

5 O devedor e pelo menos um seu credor assinam uma declaração de intenção de encetarem negociações tendentes à revitalização do devedor por meio da aprovação de um plano de recuperação e comunica ao tribunal competente para declarar a sua insolvência, que pretende dar início à negociação conducente à recuperação.- art.º 17.º-C, n.º 1

6 Distribuído na 4ª Espécie Conclusão do processo para o despacho liminar, devendo o juiz nomear, de imediato, o administrador judicial provisório. art.º 17º-C, nº 3, al. a).

7 O despacho de nomeação do administrador judicial provisório para além de ser publicitado no portal Citius, deverá ser notificado ao devedor e objeto de notificação, publicidade e registo previstas nos art.ºs 37.º e 38.º.- n.º 4 art.º 17.º-C.

8 Logo que seja notificado, compete ao devedor comunicar a todos os seus credores que não subscreveram a declaração conjunta, através de carta registada, que deu início ao processo especial de revitalização, convidando-os a participar nas negociações em curso e informando-os de que toda a documentação se encontra patente na secretaria para consulta.- n.º 1 do art.º 17º-D.

9 O prazo para a reclamação de créditos é de 20 dias, contados da data da publicação no portal Citius do despacho a que se refere a alínea a) do n.º 3 do art.º 17.º-C artº17.º-d nº 2. Nos 5 dias subsequentes ao termo do prazo das reclamações, o administrador judicial provisório elabora uma lista provisória de créditos, que é imediatamente apresentada no tribunal e publicada no portal Citius. - n.º 3 do art.º 17º-D.

10 Qualquer interessado pode impugnar a lista, perante o juiz, no prazo de 5 dias úteis, dispondo este também do mesmo prazo para decidir sobre as impugnações formuladas. O despacho é notificado a todos os credores, ao devedor e ao administrador judicial provisório. -art.º 17.º- D n.º 3. Decorrido o prazo e não havendo impugnações, a lista provisória de créditos converte-se em definitiva.- art.º 17.º-D n.º 4.

11 Findo o prazo das impugnações inicia-se um novo prazo o prazo destinado às negociações para a aprovação do plano de recuperação, que é de dois meses, prorrogável por mais um mês, mas apenas se existir um acordo prévio e escrito entre o devedor e o administrador judicial provisório. O acordo deve ser junto ao processo e publicado no portal Citius. - art.º 17º-D n.º 5.

12 Conclusão das negociações: Aprovação >por unanimidade > por maioria Não Aprovação

13 Aprovação por unanimidade: intervêm todos os credores do devedor. O plano de recuperação, que deve conter a assinatura de todos, deve ser enviado para o tribunal, para o juiz proceder à sua homologação ou à recusa, sendo que em caso de homologação, o plano produz efeitos imediatos. - art.º 17º-F. n.º 1 Aprovação por maioria: o plano de recuperação é remetido ao tribunal, para que o juiz possa verificar se foi dado ou não cumprimento às regras previstas no n.º 1 do art.º art.º 17º-F nºs 2 a 4. O juiz tem o prazo de 10 dias para homologar ou não o plano - art.º 17 -F nº 5.

14 A decisão do juiz vincula todos os credores e é notificada, publicitada e registada pela secretaria, nos termos dos art.ºs 37.º e 38.º - art.º 17.º-F, n.º 6. Compete ao devedor suportar as custas do processo. art.º 17.º-F, n.º 7.

15 Não Aprovação - Caso o devedor ou a maioria dos credores prevista no nº 1 do art.º 212º, concluam antecipadamente pela impossibilidade de aprovação do plano de recuperação conducente à revitalização do devedor, ou no caso de ter sido ultrapassado o prazo previsto para a conclusão das negociações sem que haja uma decisão, o processo negocial é encerrado. Compete ao administrador judicial provisório comunicar tal facto ao tribunal e publicá-lo no portal Citius. - art.º 17º-G. n.º 1. Se o devedor ainda não estiver em situação de insolvência, o encerramento do processo acarreta a extinção de todos os seus efeitos. Art.º 17 G n.º 2.

16 Se o devedor já se encontrar em situação de insolvência, o administrador judicial provisório deve comunicar tal facto ao tribunal, através de requerimento que vai ser distribuído, dispondo o juiz do prazo de 3 dias úteis para declarar a insolvência do devedor. - art.º 17º-G. n.º 3 e 4. Neste caso o processo de revitalização vai ser remetido para apensação à insolvência.

17 EFEITOS NO DEVEDOR: Não podem ser apresentadas ações para cobrança de dívidas contra o devedor, suspendendo-se as já apresentadas, incluindo processos de insolvência, desde que esta não tenha sido ainda decretada.- artº 17-E n.º 1 e 6. Após o despacho de nomeação do administrador judicial provisório, o devedor não pode praticar atos de especial relevo conforme referido no art.º 161.º, sem prévia autorização daquele.- artº 17-E n.º 2.

18 PRAZOS Publicação no portal citius ENCERRAMENTO 0 d Reclamação de créditos 20 d 5 d lista provisória Impugnações 5 d u 5 d u Juiz decide 2 meses 1 mês acordo escrito Concluir o processo negocial Processo negocial Legenda: d dias d u dias úteis 4 a 5 meses aproximadamente

19 Acordo extrajudicial de recuperação Inicia-se com a apresentação, pelo devedor, de acordo extrajudicial de recuperação, assinado por este e pelos credores que representem pelo menos a maioria de votos prevista no n.º 1 do artigo 212.º, acompanhado dos documentos previstos no n.º 2 do artigo 17.º-A e no n.º 1 do artigo 24.º. - artº 17-I n.º 1.

20 Distribuído na 4ª Espécie Conclusão do processo para despacho liminar, devendo o juiz nomear, de imediato, o administrador judicial provisório. art.º 17º-I nº 2.

21 Compete à secretaria: >Notificar os credores que não intervieram no referido acordo e que constam da lista de créditos relacionados pelo devedor, da existência do acordo, ficando este patente na secretaria do tribunal para consulta. > Publicar no portal Citius a lista provisória de créditos

22 O prazo para a reclamação de créditos é de 20 dias, contados da data da publicação no portal Citius do despacho a que se refere a alínea a) do n.º 3 do art.º 17.º-C art.ºs 17.º- D nº 2 e 17.º-I n.º 3. Nos 5 dias subsequentes ao termo do prazo das reclamações, o administrador judicial provisório elabora uma lista provisória de créditos, que é imediatamente apresentada no tribunal e publicada no portal Citius. - n.º 3 do art.º 17º-D e n.º 3 do 17.º-I.

23 Qualquer interessado pode impugnar a lista, perante o juiz, no prazo de 5 dias úteis, dispondo este também do mesmo prazo para decidir sobre as impugnações formuladas. O despacho é notificado a todos os credores, ao devedor e ao administrador judicial provisório. - art.º 17.º-D n.º 3 e 17.º-I n.º 3. Decorrido o prazo e não havendo impugnações, a lista provisória de créditos converte-se em definitiva.- art.º 17.º-D n.º 4 e 17.º-I n.º 3.

24 Após a conversão da lista de créditos em definitiva, o juiz tem o prazo de 10 dias para decidir sobre a sua homologação art.º 17.º-I, n.º 4 A decisão do juiz que homologue o acordo vincula todos os credores e é notificada, publicitada e registada pela secretaria, nos termos dos art.ºs 37.º e 38.º - art.º 17.º-F, n.º 6 e 17.º-I, n.º 6. Compete ao devedor suportar as custas do processo. art.º 17.º-F, n.º 7 e 17.º-I, n.º 6.

25 Se o juiz não homologar o acordo e o devedor ainda não estiver em situação de insolvência, o encerramento do processo acarreta a extinção de todos os seus efeitos. Art.º 17 G n.º 2 e 17.º-I,n.º 5. Se o devedor já se encontrar em situação de insolvência, o administrador judicial provisório deve comunicar tal facto ao tribunal, através de requerimento que vai ser distribuído, dispondo o juiz do prazo de 3 dias úteis para declarar a insolvência do devedor. - art.º 17º-G. n.º 3 e 4 e 17.º-I, n.º 5. Neste caso o processo de revitalização vai ser remetido para apensação à insolvência.

26 Aplicável com as necessárias adaptações: Art.º 17.º-E: efeitos do despacho que nomeia o administrador provisório; Art.º 17.º-F, n.ºs 6 e 7: homologação do plano de recuperação, sua notificação, publicitação e registo, e custas do processo; Art.º 17.º-H: garantias.

27 Centro de Formação de Funcionários de Justiça

Processo de Insolvência. Processo especial de revitalização (PER) CFFJ Direção-geral da Administração da Justiça

Processo de Insolvência. Processo especial de revitalização (PER) CFFJ Direção-geral da Administração da Justiça Processo de Insolvência Processo especial de revitalização (PER) CFFJ - 2012 Direção-geral da Administração da Justiça Processo Especial de Revitalização (PER) A Lei n.º 16/2012, de 20 de abril, procedeu

Leia mais

O novo mecanismo do CIRE

O novo mecanismo do CIRE O novo mecanismo do CIRE 1. Finalidade; 2. Procedimento de iniciação; 3. Reclamação dos créditos e lista provisória de créditos; 4. Negociações; 5. Efeitos da pendência do PER; 6. Votação; 7. Conclusão

Leia mais

S. R. TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES

S. R. TRIBUNAL DA RELAÇÃO DE GUIMARÃES PROCº 8/13YRGMR I - RELATÓRIO O Sr. Juiz do 4º Juízo Cível do Tribunal Judicial de Barcelos veio requerer a resolução do conflito de competência entre si e o Mmº Juiz do 2º Juízo Cível da mesma comarca,

Leia mais

RECUPERAÇÃO E REVITALIZAÇÃO EXTRAJUDICIAL

RECUPERAÇÃO E REVITALIZAÇÃO EXTRAJUDICIAL RECUPERAÇÃO E REVITALIZAÇÃO EXTRAJUDICIAL PROGRAMA REVITALIZAR Avenida Central nº 82, 2º Frt. 4710-229 Braga * +351.253.267.314/5 * +351.913.428.917 * pviana.jsoares@gmail.com ENQUADR RAMENTO Memorando

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Diário da República, 1.ª série N.º de agosto de 2017

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS Diário da República, 1.ª série N.º de agosto de 2017 5062 Diário da República, 1.ª série N.º 164 25 de agosto de 2017 2 Documentação relativa ao fornecedor de um país terceiro: a) Descrição pormenorizada dos critérios utilizados para identificar e avaliar

Leia mais

Junho de 2012 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO

Junho de 2012 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO Junho de 2012 O Programa REVITALIZAR OBJECTIVO PRIMORDIAL Contribuir para dar novo fôlego a projetos empresariais operacionalmente viáveis, em que a função financeira se encontra desajustada face às condicionantes

Leia mais

Lisboa, Junho de 2012 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO

Lisboa, Junho de 2012 MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO Lisboa, Junho de 2012 O Programa REVITALIZAR Contribuir para dar novo fôlego a projetos empresariais operacionalmente viáveis, em que a função financeira se encontra desajustada face às condicionantes

Leia mais

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Diário da República, 1.ª série N.º 79 20 de abril de 2012 2223 ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA Lei n.º 16/2012 de 20 de abril Procede à sexta alteração ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas, aprovado

Leia mais

ECLI:PT:TRE:2015: T8STB.A.E1 Relator Nº do Documento Manuel Bargado

ECLI:PT:TRE:2015: T8STB.A.E1  Relator Nº do Documento Manuel Bargado ECLI:PT:TRE:2015:949.14.3T8STB.A.E1 http://jurisprudencia.csm.org.pt/ecli/ecli:pt:tre:2015:949.14.3t8stb.a.e1 Relator Nº do Documento Manuel Bargado Apenso Data do Acordão 22/10/2015 Data de decisão sumária

Leia mais

Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas

Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas 2017 5ª Edição Atualização nº 2 CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E DA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS Atualização nº 2 editor EDIÇÕES ALMEDINA, S.A. Rua Fernandes Tomás,

Leia mais

Instrumentos de recuperação. Oponibilidade do plano por avalistas e fiadores. Paulo Valério

Instrumentos de recuperação. Oponibilidade do plano por avalistas e fiadores. Paulo Valério Instrumentos de recuperação Oponibilidade do plano por avalistas e fiadores Paulo Valério Instrumentos de Recuperação PER Parajudicial Iniciativa do devedor Recuperação da empresa/reestruturação de passivo

Leia mais

CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E DA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS

CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E DA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E DA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS TÍTULO I Disposições introdutórias CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º - Finalidade do processo de insolvência Artigo 2.º - Sujeitos passivos da

Leia mais

IVA ARTIGO 78º REGULARIZAÇÕES. Para estes créditos aplicam-se sempre os nºs 7 a 12, 16 e 17 do CIVA).

IVA ARTIGO 78º REGULARIZAÇÕES. Para estes créditos aplicam-se sempre os nºs 7 a 12, 16 e 17 do CIVA). IVA 14-03-2015 ARTIGO 78º REGULARIZAÇÕES 1 -REGIME TRANSITÓRIO (créditos vencidos até 31/12/2012) Para estes créditos aplicam-se sempre os nºs 7 a 12, 16 e 17 do CIVA). a) Se a data relevante para a dedução,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Projeto de Decreto - Lei n.º

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Projeto de Decreto - Lei n.º PDL 2017.03.07 Alteração ao Código das Sociedades Comerciais e ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas Exposição de motivos O programa do XXI Governo Constitucional assumiu, entre os seus

Leia mais

ÍNDICE SISTEMÁTICO. Índice Geral...5 Nota dos Autores...7 Lei n.º 16/2012, de 20 de Abril...9 CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E DA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS

ÍNDICE SISTEMÁTICO. Índice Geral...5 Nota dos Autores...7 Lei n.º 16/2012, de 20 de Abril...9 CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E DA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS ÍNDICE SISTEMÁTICO Índice Geral...5 Nota dos Autores...7 Lei n.º 16/2012, de 20 de Abril...9 CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E DA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS Título I - Disposições introdutórias... 29 Capítulo I - Disposições

Leia mais

Plano de pagamento de dívidas suspende execuções fiscais. Empresas que cheguem a acordo, ainda que provisório, com os

Plano de pagamento de dívidas suspende execuções fiscais. Empresas que cheguem a acordo, ainda que provisório, com os Plano de pagamento de dívidas suspende execuções fiscais INSOLVÊNCIAS Plano de pagamento de dívidas suspende execuções fiscais Empresas que cheguem a acordo, ainda que provisório, com os credores, verão

Leia mais

5 - As certidões de dívida servem de base à instauração do processo de execução fiscal.

5 - As certidões de dívida servem de base à instauração do processo de execução fiscal. Artigo 12.º [...]1 1 - Os processos da competência dos tribunais tributários são julgados em 1.ª instância pelo tribunal da área do serviço periférico local onde se praticou o ato objeto da impugnação

Leia mais

Regulamento para a eleição dos Diretores de Departamento da Escola de Ciências da Vida e do Ambiente -ECVA-

Regulamento para a eleição dos Diretores de Departamento da Escola de Ciências da Vida e do Ambiente -ECVA- Regulamento para a eleição dos Diretores de Departamento da Escola de Ciências da Vida e do Ambiente -ECVA- Capítulo I Âmbito de aplicação e Princípios Artigo 1.º Âmbito de aplicação 1. O presente regulamento

Leia mais

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS

ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DA ALTERAÇÕES AO CÓDIGO DA INSOLVÊNCIA E RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS No passado dia 1 de Julho entrou em vigor o Decreto-Lei n.º 79/2017, de 30 de Junho, o qual introduziu alterações de

Leia mais

PROCESSO ESPECIAL DE REVITALIZAÇÃO (PER)

PROCESSO ESPECIAL DE REVITALIZAÇÃO (PER) . Nº 6 31 DE MARÇO DE 2015 PROCESSO ESPECIAL DE REVITALIZAÇÃO (PER) [1] ÍNDICE 1. PROCESSOS ESPECIAIS DE REVITALIZAÇÃO (PER) DE EMPRESAS 9 1.1. PER Instaurados 9 1.1.1. Dimensão das Empresas com PER Instaurado

Leia mais

DIREITO DAS SUCESSÕES (7) HERANÇA JACENTE. Artigo 2048.º - (Curador da herança jacente)

DIREITO DAS SUCESSÕES (7) HERANÇA JACENTE. Artigo 2048.º - (Curador da herança jacente) DIREITO DAS SUCESSÕES (7) HERANÇA JACENTE Profa. Dra. Zamira de Assis CAPÍTULO III - Herança jacente Artigo 2046.º - (Noção) Diz-se jacente a herança aberta, mas ainda não aceita nem declarada vaga para

Leia mais

REGULAMENTO de ELEIÇÃO do DIRETOR da ESCOLA SUPERIOR de CIÊNCIAS EMPRESARIAIS do INSTITUTO POLITÉCNICO de SETÚBAL

REGULAMENTO de ELEIÇÃO do DIRETOR da ESCOLA SUPERIOR de CIÊNCIAS EMPRESARIAIS do INSTITUTO POLITÉCNICO de SETÚBAL REGULAMENTO de ELEIÇÃO do DIRETOR da ESCOLA SUPERIOR de CIÊNCIAS EMPRESARIAIS do INSTITUTO POLITÉCNICO de SETÚBAL Aprovado na 20ª Reunião do Conselho de Representantes da ESCE/IPS, em 18 de janeiro de

Leia mais

CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas

CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas CIRE Código de Insolvência e Recuperação de Empresas Decreto-Lei n.º 53/2004 de 18 de Março Processo n.º 1051/12.8TYVNG Tribunal do Comércio de Vila Nova de Gaia 2º Juízo Relatório do (Artigo 155º do CIRE)

Leia mais

Regulamento Interno ANEXO III

Regulamento Interno ANEXO III Regulamento Interno ANEXO III Agrupamento de Escolas Raul Proença Regulamento do Concurso Prévio e da Eleição do Diretor Artigo 1º Objeto O presente regulamento estabelece as condições de acesso e as normas

Leia mais

DIREITO EMPRESARIAL, INVESTIMENTO E INTERNACIONALIZAÇÃO

DIREITO EMPRESARIAL, INVESTIMENTO E INTERNACIONALIZAÇÃO DIREITO EMPRESARIAL, INVESTIMENTO E INTERNACIONALIZAÇÃO Grupos societários e o regime legal das insolvências e recuperação de empresas Paulo Valério Relevância do tema no contexto da conferência a) Aspetos

Leia mais

Instrumentos de revitalização empresarial

Instrumentos de revitalização empresarial Crise Financeira na Empresa - Reestruturação, Recuperação ou Liquidação 11 de Abril Vilamoura Instrumentos de revitalização empresarial Paulo Valério Prelúdio [ ] a insolvência é resultado, e não causa,

Leia mais

ASPECTOS RELEVANTES DO PROCESSO DE INSOLVÊNCIA. 35 PERGUNTAS E RESPOSTAS

ASPECTOS RELEVANTES DO PROCESSO DE INSOLVÊNCIA. 35 PERGUNTAS E RESPOSTAS ASPECTOS RELEVANTES DO PROCESSO DE INSOLVÊNCIA. 35 PERGUNTAS E RESPOSTAS 1. Como se processa a liquidação do património do devedor na insolvência? Através da venda do património do devedor; Outra forma,

Leia mais

Regulamento das Cus stas Processuais A Conta de Custas no Regulamento das Custas Processuais

Regulamento das Cus stas Processuais A Conta de Custas no Regulamento das Custas Processuais A Conta de Custas no Regulamento das Custas Processuais 1 Conceito de taxa de justiça no C.C.J. A taxa de justiça do processo corresponde ao somatório das taxas de justiça inicial e subsequente de cada

Leia mais

C O N S E L H O G E R A L. REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO CONCURSAL PRÉVIO À ELEIÇÃO DO DIRETOR Ano letivo

C O N S E L H O G E R A L. REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO CONCURSAL PRÉVIO À ELEIÇÃO DO DIRETOR Ano letivo REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO CONCURSAL PRÉVIO À ELEIÇÃO DO DIRETOR Ano letivo 2016-17 Página 1 de 8 Regulamento para procedimento concursal prévio de eleição do diretor Agrupamento de Escolas Lapiás, Sintra

Leia mais

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Julho de Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas 2 Revisores e Auditores 6

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Julho de Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas 2 Revisores e Auditores 6 Assuntos Resumo Fiscal/Legal Julho de 2012 1 Alterações ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas 2 Revisores e Auditores 6 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL JULHO DE 2012 Ministérios da Economia e do

Leia mais

Recuperação de IVA em créditos incobráveis ou de cobrança duvidosa

Recuperação de IVA em créditos incobráveis ou de cobrança duvidosa Recuperação de IVA em créditos incobráveis ou de cobrança duvidosa PME CRESCIMENTO 2014 A partir do dia 3 de Março de 2014 que as PME têm à sua disposição uma nova linha de crédito no valor de dois mil

Leia mais

Apresenta: Nótulas à Lei n.º 32/2014 de 30 de maio (PEPEX)

Apresenta: Nótulas à Lei n.º 32/2014 de 30 de maio (PEPEX) Apresenta: Nótulas à Lei n.º 32/2014 de 30 de maio (PEPEX) Natureza e finalidade: Procedimento Extrajudicial O Procedimento extrajudicial pré-executivo é um procedimento de natureza facultativa que se

Leia mais

Direitos dos credores não reclamantes no âmbito do Processo Especial de Revitalização

Direitos dos credores não reclamantes no âmbito do Processo Especial de Revitalização Direitos dos credores não reclamantes no âmbito do Processo Especial de Revitalização Ana Rita Ribeiro Magda Fernandes I. Introdução: objeto de estudo; II. O Processo Especial de Revitalização; III. Os

Leia mais

PROCESSO Nº 32/P/2003 e ap.20/p/2006 ANTECEDENTES E FACTOS RELEVANTES:

PROCESSO Nº 32/P/2003 e ap.20/p/2006 ANTECEDENTES E FACTOS RELEVANTES: PROCESSO Nº 32/P/2003 e ap.20/p/2006 ANTECEDENTES E FACTOS RELEVANTES: I. INSTAURAÇÃO DO PROCESSO -Os presentes autos foram instaurados para averiguação da eventual actividade de procuradoria ilícita da

Leia mais

Portaria 279/2013 de 26.08

Portaria 279/2013 de 26.08 Portaria 279/2013 de 26.08 Em destaque : Alterações aos procedimentos para inclusão na lista pública de execuções Artºs 2º, 3º e 4º Início do procedimento : Notificação/citação ( consoante o caso ), de

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AVER-O-MAR CONSELHO GERAL

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AVER-O-MAR CONSELHO GERAL AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AVER-O-MAR CONSELHO GERAL Regulamento para Recrutamento do Diretor do Agrupamento de Escolas de Aver-o-Mar Póvoa de Varzim Objeto O presente regulamento define as regras a observar

Leia mais

SECÇÃO I Disposições gerais

SECÇÃO I Disposições gerais ANEXO III [a que se refere a alínea ah) do n.º 3 do artigo 1.º] Regime jurídico dos procedimentos administrativos de dissolução e de liquidação de entidades comerciais SECÇÃO I Disposições gerais Artigo

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE TORRÃO Escola Básica Bernardim Ribeiro, Alcácer do Sal Código Conselho Geral

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE TORRÃO Escola Básica Bernardim Ribeiro, Alcácer do Sal Código Conselho Geral AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE TORRÃO Escola Básica Bernardim Ribeiro, Alcácer do Sal Código - 135343 Conselho Geral Regulamento para procedimento concursal prévio de eleição do diretor do Agrupamento de Escolas

Leia mais

Recuperação Judicial de Créditos vs Recuperação da Empresa

Recuperação Judicial de Créditos vs Recuperação da Empresa RODOLFO VERMELHO Agente de Execução Cédula n.º 5357 Recuperação Judicial de Créditos vs Recuperação da Empresa A Tramitação da Acção Executiva e a Probabilidade da Recuperação do Crédito 02 de Abril de

Leia mais

DECRETO N.º 156/XIII

DECRETO N.º 156/XIII DECRETO N.º 156/XIII Altera o Decreto-Lei n.º 433/99, de 26 de outubro, o Código de Procedimento e de Processo Tributário, e o Decreto-Lei n.º 6/2013, de 17 de janeiro A Assembleia da República decreta,

Leia mais

CONSELHO GERAL DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VALE DO TAMEL

CONSELHO GERAL DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VALE DO TAMEL CONSELHO GERAL DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS VALE DO TAMEL Regulamento relativo ao Procedimento Concursal para a Eleição do Diretor para o Quadriénio 2017/2021 Objeto O presente regulamento estabelece as condições

Leia mais

[REGULAMENTO DE PROCEDIMENTO CONCURSAL CONDUCENTE À ELEIÇÃO DO DIRECTOR] Agrupamento Vertical de Escolas de Monforte. Conselho Geral

[REGULAMENTO DE PROCEDIMENTO CONCURSAL CONDUCENTE À ELEIÇÃO DO DIRECTOR] Agrupamento Vertical de Escolas de Monforte. Conselho Geral 2010 Conselho Geral 18-03-2010 Agrupamento Vertical de Escolas de Monforte [REGULAMENTO DE PROCEDIMENTO CONCURSAL CONDUCENTE À ELEIÇÃO DO DIRECTOR] [Condições de acesso e normas para a eleição do Director

Leia mais

REGULAMENTO DO REGISTO DAS SOCIEDADE CIVIS DE SOLICITADORES

REGULAMENTO DO REGISTO DAS SOCIEDADE CIVIS DE SOLICITADORES REGULAMENTO DO REGISTO DAS SOCIEDADE CIVIS DE SOLICITADORES O Estatuto da Câmara dos Solicitadores, aprovado pelo Decreto-Lei 88/2003, de 26 de Abril, no seu artigo 102º, prevê que os solicitadores podem

Leia mais

REGIME JURÍDICO DAS SOCIEDADES ANÓNIMAS EUROPEIAS

REGIME JURÍDICO DAS SOCIEDADES ANÓNIMAS EUROPEIAS ( Até às alterações do DL n.º 76-A/2006, de 29 de Março) REGIME JURÍDICO DAS SOCIEDADES ANÓNIMAS EUROPEIAS CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Objecto 1 - O presente Regime Jurídico é aplicável às

Leia mais

Regularização de IVA de créditos de cobrança duvidosa e créditos incobráveis

Regularização de IVA de créditos de cobrança duvidosa e créditos incobráveis Regularização de IVA de créditos de cobrança duvidosa e créditos incobráveis Com a aprovação da lei do Orçamento do Estado para 2013 foram introduzidos no Código do IVA quatro novos artigos (78.º-A a 78.º-D)

Leia mais

Regulamento Eleitoral para o Conselho de Gestão da Escola de Engenharia

Regulamento Eleitoral para o Conselho de Gestão da Escola de Engenharia Regulamento Eleitoral para o Conselho de Gestão da Escola de Engenharia Universidade do Minho, julho 2016 Universidade do Minho Regulamento Eleitoral para o Conselho de Gestão da Escola de Engenharia O

Leia mais

Breviário de funções do secretário de justiça

Breviário de funções do secretário de justiça Breviário de funções do secretário de justiça Centro de Formação de Funcionários de Justiça Direção-geral da Administração da Justiça Breviário PADRONIZAÇÃO de funções DAS do CUSTAS secretário JUDICIAIS

Leia mais

XIX ENCONTRO NACIONAL DA APAJ. Porto, 20 e 21 de janeiro de 2017

XIX ENCONTRO NACIONAL DA APAJ. Porto, 20 e 21 de janeiro de 2017 XIX ENCONTRO NACIONAL DA APAJ Porto, 20 e 21 de janeiro de 2017 Foi solicitado à ASCR pelo Dr. Inácio Peres uma breve exposição sobre algumas questões notariais e registrais no âmbito da insolvência. Como

Leia mais

Ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 36.º do Decreto-Lei n.º 211/2004, de 20 de Agosto:

Ao abrigo do disposto no n.º 2 do artigo 36.º do Decreto-Lei n.º 211/2004, de 20 de Agosto: Legislação Portaria n.º 1327/2004, de 19 de Outubro Publicada no D.R. n.º 246, I Série-B, de 19 de Outubro de 2004 SUMÁRIO: Regulamenta os procedimentos administrativos previstos no Decreto-Lei n.º 211/2004,

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Freixo

Agrupamento de Escolas de Freixo Agrupamento de Escolas de Freixo Regulamento do procedimento concursal prévio à eleição do (a) Diretor (a) Artigo 1.º Objeto 1. O presente regulamento define as regras a observar no procedimento concursal

Leia mais

Balcão Nacional do Arrendamento

Balcão Nacional do Arrendamento Relatório - Ano 2016 Balcão Nacional do Arrendamento DGAJ/DSAJ/DPO 1. Introdução O regime jurídico do arrendamento urbano foi objeto de revisão pela Lei n.º 31/2012, de 14 de agosto, procurando encontrar

Leia mais

REGULAMENTO PARA O RECRUTAMENTO DO DIRECTOR DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE JOSÉ AFONSO, LOURES

REGULAMENTO PARA O RECRUTAMENTO DO DIRECTOR DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE JOSÉ AFONSO, LOURES REGULAMENTO PARA O RECRUTAMENTO DO DIRECTOR DA ESCOLA SECUNDÁRIA DE JOSÉ AFONSO, LOURES Objecto O presente regulamento, elaborado nos termos e ao abrigo do disposto nos artigos 21.º a 23.º do Decreto Lei

Leia mais

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA Considerando que compete ao Conselho de Representantes das unidades orgânicas de ensino

Leia mais

Agrupamento de Escolas Pedro Álvares Cabral Belmonte Escola Sede: Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos com Ensino Secundário

Agrupamento de Escolas Pedro Álvares Cabral Belmonte Escola Sede: Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos com Ensino Secundário Agrupamento de Escolas Pedro Álvares Cabral Belmonte Escola Sede: Escola Básica dos 2.º e 3.º Ciclos com Ensino Secundário Pedro Álvares Cabral - Belmonte Regulamento para a Eleição do Director do Agrupamento

Leia mais

O PROCESSO ESPECIAL DE REVITALIZAÇÃO

O PROCESSO ESPECIAL DE REVITALIZAÇÃO O PROCESSO ESPECIAL DE REVITALIZAÇÃO PRONTUÁRIO DE DECISÕES JUDICIAIS E-BOOK CEJ dezembro de 2015 Caderno Especial Os processos de Insolvência e de Revitalização têm sido objeto de várias ações de formação

Leia mais

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR Artigo 1º Objeto

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR Artigo 1º Objeto REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR 2017 Artigo 1º Objeto O presente regulamento estabelece as condições de acesso e normas do concurso para eleição do Diretor do Agrupamento de Escolas Águeda Sul, tendo

Leia mais

Dr. Francisco Fernandes Lopes

Dr. Francisco Fernandes Lopes REGULAMENTO PARA PROCEDIMENTO CONCURSAL E ELEIÇÃO DO DIRECTOR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. FRANCISCO FERNANDES LOPES Objecto O presente regulamento define as regras a observar no procedimento concursal

Leia mais

REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DAS MARINHAS

REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DAS MARINHAS Ano letivo 2012 /2013 REGULAMENTO DO PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DAS MARINHAS Artigo 1º Objeto 1- O presente regulamento estabelece as condições de acesso

Leia mais

O atual panorama da regulamentação europeia da insolvência: consequências para o regime insolvencial português

O atual panorama da regulamentação europeia da insolvência: consequências para o regime insolvencial português O atual panorama da regulamentação europeia da insolvência: consequências para o regime insolvencial português Impacto do Regulamento e da Diretiva no Ordenamento Jurídico Português Maria do Rosário Epifânio

Leia mais

PROCESSO ESPECIAL DE REVITALIZAÇÃO (PER)

PROCESSO ESPECIAL DE REVITALIZAÇÃO (PER) . Nº 7 2º TRIMESTRE DE 2015 PROCESSO ESPECIAL DE REVITALIZAÇÃO (PER) 1 ÍNDICE 1. PROCESSOS ESPECIAIS DE REVITALIZAÇÃO (PER) DE EMPRESAS 12 1.1. PER instaurados 12 1.1.1. Evolução sectorial dos PER instaurados

Leia mais

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR DA ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA E GESTÃO DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE LEIRIA Considerando que compete ao conselho de representantes das unidades orgânicas de ensino

Leia mais

REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA

REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA REGIMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE VILA FRANCA DE XIRA Aprovado pela Câmara Municipal por deliberação tomada na sua reunião de 2013/11/27 Artigo 1º Reuniões 1. As reuniões ordinárias terão periodicidade

Leia mais

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE CREDORES

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE CREDORES fls. 982 EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE CREDORES Processo nº: 1096653-48.2017.8.26.0100 Classe Assunto: Recuperação Extrajudicial - Recuperação extrajudicial Requerente: Tecsis Tecnologia e Sistemas Avançados

Leia mais

CIRCULAR N.º 1/IGEC/2013

CIRCULAR N.º 1/IGEC/2013 CIRCULAR N.º 1/IGEC/2013 DESTINATÁRIOS: Diretor-Geral dos Estabelecimentos Escolares Serviços Centrais e Equipas Multidisciplinares da IGEC Assunto: I NOTIFICAÇÃO DAS DECISÕES DE PROCESSOS DISCIPLINARES

Leia mais

DL 495/ Dez-30 CIRC - Sociedades Gestoras de Participações Sociais (SGPS) - HOLDINGS

DL 495/ Dez-30 CIRC - Sociedades Gestoras de Participações Sociais (SGPS) - HOLDINGS DL 495/88 1988-Dez-30 CIRC - Sociedades Gestoras de Participações Sociais (SGPS) - HOLDINGS SOCIEDADES HOLDING Artigo 1º (sociedades gestoras de participações sociais) 1 As sociedades gestoras de participações

Leia mais

- Insolvência e recuperação de empresas mais rápidas

- Insolvência e recuperação de empresas mais rápidas 09-01 01-2012 - Insolvência e recuperação de empresas mais rápidas Com o novo processo especial de revitalização previsto na proposta de alteração ao Código da Insolvência e Recuperação de Empresas (CIRE),

Leia mais

RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS OU INSOLVÊNCIA RESPONDÁVEL? O PAPEL DO ADMINISTRADOR DE INSOLVÊNCIA

RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS OU INSOLVÊNCIA RESPONDÁVEL? O PAPEL DO ADMINISTRADOR DE INSOLVÊNCIA RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS OU INSOLVÊNCIA RESPONDÁVEL? O PAPEL DO ADMINISTRADOR DE INSOLVÊNCIA FUNÇÕES E DEVERES De acordo com o art.º 2.º da Lei n.º 22/2013, de 26 de Fevereiro, o Administrador Judicial

Leia mais

Município de Fafe. Procedimento para atribuição, por sorteio, do direito de ocupação dos lugares da feira Semanal de Fafe. Programa de procedimento

Município de Fafe. Procedimento para atribuição, por sorteio, do direito de ocupação dos lugares da feira Semanal de Fafe. Programa de procedimento Procedimento para atribuição, por sorteio, do direito de ocupação dos lugares da feira Semanal de Fafe Programa de procedimento Secção I Disposições Gerais Artigo 1.º Objeto do Procedimento 1- O presente

Leia mais

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO DIRETOR Artigo 1.º Objeto O presente regulamento estabelece as condições de acesso e define as normas a observar no procedimento concursal para a eleição do diretor do Agrupamento

Leia mais

ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL

ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL (2014/2018) Nos termos do artigo 15º do Decreto-Lei nº 75/2008 de 22 de abril, na redação dada pelo Decreto-Lei n.º 137/2012, de 2 de Julho, o Conselho

Leia mais

(Sumário elaborado pela Relatora) Acordam os Juízes no Tribunal da Relação de Lisboa:

(Sumário elaborado pela Relatora) Acordam os Juízes no Tribunal da Relação de Lisboa: Acórdãos TRL Processo: 258/14.8TBPDL.L1 6 Relator: ANABELA CALAFATE Descritores: ADMINISTRADOR DE INSOLVÊNCIA REMUNERAÇÃO Nº do Documento: RL Data do Acordão: 02 07 2015 Votação: UNANIMIDADE Texto Integral:

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE DO IPV

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE DO IPV AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE DO IPV REUNIÃO COM AS UNIDADES ORGÂNICAS DO IPV 14 DE NOVEMBRO DE 2012 Pedro Rodrigues Mário Cunha Raquel Vaz AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DO PESSOAL DOCENTE DO IPV

Leia mais

Regulamento para o procedimento concursal para a eleição do Diretor

Regulamento para o procedimento concursal para a eleição do Diretor Regulamento para o procedimento concursal para a eleição do Diretor OBJECTO O presente regulamento estabelece as condições de acesso e normas para a eleição do diretor da Escola Secundária Quinta das Palmeiras,

Leia mais

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS EM SEDE DE PROCESSO DE EXECUÇÃO

MANUAL DE BOAS PRÁTICAS EM SEDE DE PROCESSO DE EXECUÇÃO De boas MANUAL DE BOAS PRÁTICAS EM SEDE DE PROCESSO DE EXECUÇÃO INTRODUÇÃO A instalação deste Juízo e a reunião de todas as acções executivas pendentes na Ilha da Madeira, impôs a necessidade de articular

Leia mais

Introdução. 1. Nomeação dos Senhores Administradores de Insolvência. 2. Requerimentos/Notificações. 3. Relatório artigo 155º. Do C.I.R.E.

Introdução. 1. Nomeação dos Senhores Administradores de Insolvência. 2. Requerimentos/Notificações. 3. Relatório artigo 155º. Do C.I.R.E. FUNCHAL INSTÂNCIA CENTRAL SECÇÃO DE COMÉRCIO MANUAL DE BOAS PRÁTICAS EM SEDE DE PROCESSO DE INSOLVÊNCIA E DE PROCESSO ESPECIAL DE REVITALIZAÇÃO Índice Introdução 1. Nomeação dos Senhores Administradores

Leia mais

DECRETO N.º 119/XIII

DECRETO N.º 119/XIII DECRETO N.º 119/XIII Regime da representação equilibrada entre mulheres e homens nos órgãos de administração e de fiscalização das entidades do setor público empresarial e das empresas cotadas em bolsa

Leia mais

Conselho Geral Transitório

Conselho Geral Transitório Direcção Regional de Educação do Centro AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GRÃO VASCO VISEU Código 161858 Conselho Geral Transitório REGULAMENTO DO PROCESSO CONCURSAL DE ELEIÇÃO DO DIRECTOR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS

Leia mais

ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO

ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO ABERTURA DO PROCESSO ELEITORAL DO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO REGULAMENTO DE ELEIÇÃO E DESIGNAÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO GERAL TRANSITÓRIO DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº2 DE BEJA Artigo 1.º Objeto 1 - O

Leia mais

CAMARA DOS SOLICITADORES Insolvência e Recuperação de Empresas DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS DA INSOLVÊNCIA DE PESSOAS SINGULARES TÍTULO XII

CAMARA DOS SOLICITADORES Insolvência e Recuperação de Empresas DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS DA INSOLVÊNCIA DE PESSOAS SINGULARES TÍTULO XII Insolvência e Recuperação de Empresas DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS DA INSOLVÊNCIA DE PESSOAS SINGULARES TÍTULO XII l TELEMÓVEL: 912 380 067 - l.oliveira.ai@gmail.com 1 Insolvência e Recuperação de Empresas

Leia mais

CONVOCATÓRIA. Sociedade Aberta - Capital Social ,00 - Pessoa Colectiva n.º C.R.C. Lisboa

CONVOCATÓRIA. Sociedade Aberta - Capital Social ,00 - Pessoa Colectiva n.º C.R.C. Lisboa JERÓNIMO MARTINS, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Rua Tierno Galvan, Torre 3 9.º J, Lisboa Capital Social de Euro 629.293.220,00 Matricula na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa e NIPC: 500 100 144

Leia mais

O presente RELATÓRIO, é elaborado nos termos do disposto no artigo 155.º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE.

O presente RELATÓRIO, é elaborado nos termos do disposto no artigo 155.º do Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas CIRE. Procº de insolvência n.º 4.003/12.4 TBVFR 2º Juízo Cível Insolvente: FERNANDO C. PEREIRA SOUSA, LIMITADA Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira RELATÓRIO O presente RELATÓRIO, é elaborado nos termos

Leia mais

LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÃO DOS PROCESSOS EXECUTIVOS

LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÃO DOS PROCESSOS EXECUTIVOS LEVANTAMENTO DE INFORMAÇÃO DOS PROCESSOS EXECUTIVOS DADOS GERAIS PROCESSO N.º TRIBUNAL: JUÍZO: SECÇÃO: DATA DE ENTRADA: _ TÍTULO EXECUTIVO: TIPO DE EXECUÇÃO: EXECUÇÃO INICIADA ANTES DE 15/09/2003: FORMA

Leia mais

Programa Capitalizar Alteração ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas

Programa Capitalizar Alteração ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas Programa Capitalizar Alteração ao Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas O que muda? Essencialmente, muito pouco! Processo Especial de Revitalização O Conselho de Ministros aprovou um conjunto

Leia mais

REGULAMENTO DE ELEIÇÃO DO PRESIDENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL

REGULAMENTO DE ELEIÇÃO DO PRESIDENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL REGULAMENTO DE ELEIÇÃO DO PRESIDENTE DO INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL Considerando o disposto nos artigos 82.º, n.º 1, alínea d) e no artigo 86.º do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior

Leia mais

REGULAMENTO PARA PROCESSO CONCURSAL DE ELEIÇÃO DO DIRETOR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SÁ DA BANDEIRA

REGULAMENTO PARA PROCESSO CONCURSAL DE ELEIÇÃO DO DIRETOR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SÁ DA BANDEIRA REGULAMENTO PARA PROCESSO CONCURSAL DE ELEIÇÃO DO DIRETOR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS SÁ DA BANDEIRA Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento define as condições de acesso e as regras a observar no procedimento

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns

REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO. CAPÍTULO I Disposições Comuns REGULAMENTO INTERNO DA AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DOS DOCENTES DO ENSINO PORTUGUÊS NO ESTRANGEIRO CAPÍTULO I Disposições Comuns SECÇÃO I Disposições gerais Artigo 1º Objecto O presente regulamento procede

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º85/xiii. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º85/xiii. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º85/xiii Exposição de Motivos O Programa do XXI Governo Constitucional assumiu, entre os seus objetivos essenciais para o relançamento da economia portuguesa e para a criação de emprego,

Leia mais

REGIME JURÍDICO DA ARBITRAGEM SOCIETÁRIA. Artigo 1.º. (Objeto)

REGIME JURÍDICO DA ARBITRAGEM SOCIETÁRIA. Artigo 1.º. (Objeto) REGIME JURÍDICO DA ARBITRAGEM SOCIETÁRIA Artigo 1.º (Objeto) 1 O presente diploma estabelece o regime aplicável à resolução de litígios em matéria societária com recurso à arbitragem. 2 Podem ser submetidos

Leia mais

*RN PT* FLEXOPACK - INDÚSTRIA EMBALAGENS, LDA. LUGAR ALÉM DO RIO Nº 35 ANTA ESPINHO

*RN PT* FLEXOPACK - INDÚSTRIA EMBALAGENS, LDA. LUGAR ALÉM DO RIO Nº 35 ANTA ESPINHO Delegação Regional do Norte Rua Eng. Ezequiel Campos, 488 4149-004 PORTO - Porto *RN057158099PT* FLEXOPACK - INDÚSTRIA EMBALAGENS, LDA. LUGAR ALÉM DO RIO Nº 35 ANTA 4500-579 ESPINHO Refª n.º 05-05-2016

Leia mais

PROPOSTA DE INSTITUTO POLITÉCNICO DE CASTELO BRANCO

PROPOSTA DE INSTITUTO POLITÉCNICO DE CASTELO BRANCO P R O P O S TA D E R EG U L A M E N TO AVA LIAÇÃO DO DES EMPENH O DO PES SOAL DOCENTE DO I NSTITUTO POLI TÉCNI C O DE CA STE LO BR ANCO (Artº 35º-A do DL 207/2009 de 31 de Agosto) PROPOSTA DE REGULAMENTO

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL PARA A CONSTITUIÇÃO DO CONSELHO GERAL DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE LOURES 1. OBJETO

REGULAMENTO ELEITORAL PARA A CONSTITUIÇÃO DO CONSELHO GERAL DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE LOURES 1. OBJETO REGULAMENTO ELEITORAL PARA A CONSTITUIÇÃO DO CONSELHO GERAL DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS Nº 2 DE LOURES 1. OBJETO O presente Regulamento rege a eleição para o Conselho Geral dos representantes do pessoal

Leia mais

PROGRAMA DE CONCURSO

PROGRAMA DE CONCURSO CONCURSO PÚBLICO PARA A AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA E SEGURANÇA PARA EVENTOS E OPERAÇÃO DO AERÓDROMO E MERCADO MUNICIPAL DE PORTIMÃO PROGRAMA DE CONCURSO Central de Compras Página 1 de 15 Índice

Leia mais

PROPOSTA REGULAMENTO ELEITORAL DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE XADREZ

PROPOSTA REGULAMENTO ELEITORAL DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE XADREZ PROPOSTA DE ASSOCIAÇÃO DISTRITAL DE XADREZ DE BEJA REGULAMENTO ELEITORAL DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE XADREZ Artigo 1º Ano das Eleições 1. As Eleições para a Assembleia Geral e Órgãos Sociais da Federação

Leia mais

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO REITOR DA UTAD

REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO REITOR DA UTAD REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DO REITOR DA UTAD UTAD, janeiro de 2017 Artigo 1.º Objeto O presente Regulamento destina-se a organizar o processo de eleição para Reitor da Universidade de Trás-os-Montes e

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO SEM PUBLICIDADE INTERNACIONAL PARA A AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS POR LOTES DE IMPRESSÃO DE DIVERSAS PUBLICAÇÕES

CONCURSO PÚBLICO SEM PUBLICIDADE INTERNACIONAL PARA A AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS POR LOTES DE IMPRESSÃO DE DIVERSAS PUBLICAÇÕES CONCURSO PÚBLICO SEM PUBLICIDADE INTERNACIONAL PARA A AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS POR LOTES DE IMPRESSÃO DE DIVERSAS PUBLICAÇÕES Página 1 de 8 PROGRAMA DE CONCURSO ÍNDICE Artigo 1.º - objeto do concurso Artigo

Leia mais

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA RECRUTAMENTO DO DIRETOR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS LUISA TODI - SETÚBAL. Artigo 1.º Objeto

REGULAMENTO DO CONCURSO PARA RECRUTAMENTO DO DIRETOR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS LUISA TODI - SETÚBAL. Artigo 1.º Objeto REGULAMENTO DO CONCURSO PARA RECRUTAMENTO DO DIRETOR DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS LUISA TODI - SETÚBAL Artigo 1.º Objeto O presente regulamento estabelece as condições de acesso e normas do procedimento concursal,

Leia mais

Preâmbulo. O presente regulamento define as regras a observar no procedimento concursal para a eleição do

Preâmbulo. O presente regulamento define as regras a observar no procedimento concursal para a eleição do ESCOLA SECUNDÁRIA JOSÉ SARAMAGO-MAFRA Regulamento para o Procedimento Concursal de Eleição do Diretor para o Quadriénio 2015-2019 Preâmbulo O presente regulamento define as regras a observar no procedimento

Leia mais

ORDEM DOS ENGENHEIROS TÉCNICOS. Proposta Alteração ao Regulamento nº 361/2012 Regulamento de Estágio

ORDEM DOS ENGENHEIROS TÉCNICOS. Proposta Alteração ao Regulamento nº 361/2012 Regulamento de Estágio ORDEM DOS ENGENHEIROS TÉCNICOS Proposta Alteração ao Regulamento nº 361/2012 Regulamento de Estágio A Ordem dos Engenheiros Técnicos, torna público que o Conselho Diretivo Nacional, ao abrigo do disposto

Leia mais

Regulamento Municipal do Exercício do Direito de Petição

Regulamento Municipal do Exercício do Direito de Petição 1 Regulamento Municipal do Exercício do Direito de Petição APROVADO PELA CÂMARA MUNICIPAL DE SINTRA EM 26 DE MARÇO DE 2008 APROVADO PELA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE SINTRA EM 18 DE ABRIL DE 2008 2 Regulamento

Leia mais

J3 Processo 2478/15.9T8GMR Insolvência de Curioscorte - Corte para Confecção Unipessoal, Lda.

J3 Processo 2478/15.9T8GMR Insolvência de Curioscorte - Corte para Confecção Unipessoal, Lda. Exmo(a). Senhor(a) Doutor(a) Juiz de Direito da 1ª Secção de Comércio da Instância Central de Guimarães J3 Processo 2478/15.9T8GMR Insolvência de Curioscorte - Corte para Confecção Unipessoal, Lda. V/Referência:

Leia mais