A recepção televisiva em pesquisas historiográficas: apontamentos teóricos-metodológicos

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1 A recepção televisiva em pesquisas historiográficas: apontamentos teóricos-metodológicos Monise Cristina Berno Mestranda Unesp/Assis Resumo Esta comunicação busca apresentar minhas reflexões sobre trabalhos de pesquisa em recepção televisiva e seus apontamentos teórico metodológicos não só na historiografia, como em outras áreas das ciências humanas. Tema este que também é foco de meu projeto de pesquisa para o mestrado, intitulado Um Dia Sem TV recepção da televisão durante a abertura política brasileira (Assis, ), desenvolvido junto ao programa de pós-graduação em história da unesp Assis. A recepção televisiva, como capitulo dos estudos sobre televisão, foi e continua sendo, de certo modo, pertencente ao rol de temas de trabalhos das áreas de Comunicação Social, Antropologia e Sociologia, principalmente. Os primeiros estudos de recepção de produtos midiáticos em geral, obedeciam à lógica dos teóricos da industria cultural que, grosso modo, situavam os receptores daqueles produtos como passivos, com suas consciências e atitudes, enfim sua produção particular, seu cotidiano, controlados pelos detentores do poder de pensar e transmitir informações, conhecimentos e entretenimento por meio de periódicos, cinema, rádio, televisão e, mais recentemente, a própria internet. Em um segundo momento, os trabalhos passaram a considerar as atividades dos receptores midiáticos sob uma nova perspectiva, a qual trouxe a idéia de aproveitamento dos conteúdos veiculados pelos meios de comunicação na vida particular dos consumidores. Dentro desta nova perspectiva de análise, exemplos de teorias e sua aplicação em trabalhos estão no pensamento do sociólogo Dominique Wolton (1996; Elogio do grande público - uma teoria crítica da televisão. SP Atica.), e no Brasil, nos estudos do professor e pesquisador em comunicação Mauro Wilton de Sousa (2004; mediações contextuais e sujeito: o lado oculto do receptor.) e do jornalista Eugenio Bucci(livro org. em 2000; A Tv aos 50, ed. Perseu Abramo.), e ainda, nos trabalhos da antropóloga Esther Hamburger (1998; Diluindo Fronteiras a televisão e as novelas do cotidiano Hist. Da vida privada no Br. Vol 4.; 2000; Política e novela livro de Bucci; 2005; O Br. 1

2 Antenado: a sociedade da novela, Jorge Zahar.), estes três últimos especificamente sobre recepção televisiva no Brasil. Já a historiografia, em âmbito internacional, trabalha no intuito da produção de uma historia dos meios d comunicação social ( trabalhos de Peter Burke e Asa Briggs, Uma hist. Social da mídia: d Gutenberg a internet, Jorge Zahar, 2004; e Jean Noel Jeanneney, Uma hist. Da comunicação social. Lisboa: Terramar, 1996.), com ênfase importante não só no desenvolvimento da tv mas em sua análise como meio de interação social, política e cultural. No Brasil, os trablhos envolvendo a TV limitam-se, muitas vezes, a análise de produtos específicos, ou apenas tomando como referencia as esferas da produção e da divulgação destes produtos, tais como os escritos de Carlos Fico (1997 reinventando o otimismo: ditadura e propaganda, FGV; 2003 Espionagem policia política censura e propaganda coleção o Brasil republicano vol 4, coord. Por Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Salgado, ed. Civilização brasileira; e Alem do golpe: versões e controvérsias sobre 64 e a dit. Militar, ed. Record, 2004) e Marcelo Ridenti (Em Busca do Povo Brasileiro: artistas da revolução, do cpc a era da TV, Ed. Record, 2000 e Cultura e política nos anos e sua herança coleção Brasil republicano vol. 4.), que atentam, entre outras questões, para as políticas publicas de incremento a cultura e a propaganda política do regime militar.pensando o balanço do desenvolvimento da historiografia e da produção das outras ciências sociais sobre o tema TV e, mais particularmente sobre a recepção televisiva, a perspectiva da interdisciplinaridade não pode ser deixada de lado. Focados neste direcionamento estão a maior parte dos trabalhos que citei aqui, e também é uma perspectiva presente em meu trabalho. Em minha pesquisa, utilizo como base teórico-metodológica os escritos dos historiadores Michel de Certeau e Roger Chartier, alem das contribuições do sociólogo Pierre Bourdieu sobre a recepção de bens culturais em geral e especificamente sobre a televisão. De Certeau traz em seu livro A invenção do cotidiano (1994, ed. Vozes), pressupostos acerca da produção particular que os receptores de bens culturais fazem com aquilo que recebem da TV, do radio, dos periódicos e livros, etc. O telespectador, para Certeau, não é passivo, e influencia a produção tanto quanto é influenciado pelos produtos culturais. Bourdieu (O poder simbólico, Difel, 1989, Sobre a televisão Jorge Zahar, 1997, Contrafogos, Jorge Zahar, 1998, entre outros) efetuou pesquisas sobre o desenvolvimento das relações no meio TV utilizando-se de seus conceitos de campo, 2

3 habitus e poder simbólico. Para o autor, os agentes envolvidos nos processos de produção e recepção televisiva possuem quantidades diferenciadas de capital (financeiro, social, cultural, simbólico enfim), que pesam também de forma diferenciada na apropriação dos produtos, nas relações que ligam produtores e receptores, e nas relações entre os diferentes grupos de receptores no jogo social. A proposta teórica do historiador Roger Chartier (A história cultural Difel, 1990 e Práticas da leitura. S. Paulo: Estação Liberdade, 1996.), pautada em seus conceitos de representação e apropriação, trata também da diversidade das leituras possíveis feitas pelos receptores dos produtos culturais, dado seu contexto de vida, sua bagagem cultural e até mesmo o acesso (e a qualidade deste acesso) aos bens culturais. A noção de apropriação põe em foco a pluralidade das leituras e o emprego que os receptores midiaticos fazem dos produtos em suas relações dentro do mundo da representação, obedecendo a critérios particulares de cada grupo ou individuo. Direcionada pelos princípios teórico metodológicos destes três autores, aliada ainda as contribuições dos estudos antropológicos, sociológicos e da área de comunicação já apontados, pretendo historiar uma campanha contrária a produtos veiculados pela TV nas décadas de 1970 e período da abertura do regime militar e da diminuição gradual da censura a TV e aos meios de comunicação em geral-, na cidade de Assis. Pretendo utilizar os preceitos de Bourdieu, Certeau e Chartier para investigar as relações entre grupos sociais da cidade e os produtos televisivos veiculados nos canais que, a partir das primeiras transmissões e, mais especificamente, do inicio da campanha Um dia sem TV, tinham recepção no município, exercendo influência na vida cotidiana assisense. O conhecimento da história da campanha, tomada como resultado da apropriação dos produtos veiculados pela TV em Assis e produto da ação cotidiana dos receptores e de suas relações sócio políticas, proporcionará também noções sobre o nível de capital e violência simbólicas empregadas nas interações entre os atores envolvidos com a campanha propriamente dita, com a sociedade em geral e com a trajetória da televisão em Assis, além de representar mais uma contribuição acadêmica para o conhecimento da historia da cidade de Assis. Uma historia da televisão no Brasil, produzida por historiadores, ainda é uma tarefa a ser realizada. Os estudos de recepção parte considerável do grande eixo temático que representam os meios de comunicação para a historiografia -, inclusive os pautados pela perspectiva regional ou local, constituem uma porção importante das contribuições para o desenvolvimento de estudos sobre a TV assim como para os 3

4 demais meios de comunicação -, e seus produtos, e sobre as relações do campo midiático com a política e a cultura brasileira contemporânea. Referências Bibliográficas BOURDIEU, Pierre.O poder simbólico. Lisboa: Difel, As regras da arte. São Paulo: Cia. das Letras, Sobre a televisão seguido de A influência do jornalismo e Os jogos Olímpicos. Rio de Jorge Zahar Ed., BRIGGS, Asa; BURKE, Peter. Uma história social da mídia: de Gutenberg à Internet. Rio de Janeiro: Janeiro: Jorge Zahar Ed., BUCCI, Eugênio (org). A TV aos 50. Criticando a televisão brasileira em seu cinquentenário. São Paulo: Perseu Abramo, CHARTIER, Roger. A história cultural - entre práticas e representações. Lisboa: Difel, Petrópolis, RJ: Vozes, CERTEAU, Michel de. A Invenção do Cotidiano. 1. artes de fazer. Trad. De Ephraim Ferreira Alves. FICO, Carlos. Reinventando o otimismo: ditadura, propaganda e imaginário social no Brasil. Rio de Janeiro: Editora FGV, Espionagem, polícia política, censura e propaganda: os pilares básicos da repressão. In: FERREIRA, Jorge e NEVES DELGADO, Lucilia de Almeida (orgs). O Brasil republicano. O tempo da ditadura. Regime militar e movimentos sociais em fins do século XX. Vol. 4. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, Além do golpe. Versões e controvérsias sobre 1964 e a Ditadura Militar. Rio de Janeiro: Record,

5 HAMBURGER, Esther. Diluindo fronteiras: a televisão e as novelas do cotidiano. In: SCHWARCZ, Lilia Moritz (org). História da Vida Privada no Brasil vol. 4. São Paulo: Cia das Letras, Política e Novela. In: BUCCI, Eugênio (org). A TV aos 50. Criticando a televisão brasileira em seu cinquentenário. São Paulo: Perseu Abramo, O Brasil antenado: A sociedade da novela. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., JEANNENEY, Jean-Noël. Uma história da comunicação social. Lisboa: Terramar, REMOND, René (org.). Por uma história política. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, RIDENTI, Marcelo. Cultura e política: os anos e sua herança. In: FERREIRA, Jorge e NEVES DELGADO, Lucilia de Almeida (orgs.). O Brasil republicano. O tempo da ditadura. Regime militar e movimentos sociais em fins do século XX. Vol. 4. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, SILVA, Francisco Carlos Teixeira da. Crise da ditadura militar e o processo de abertura política no Brasil, In: FERREIRA, Jorge e NEVES DELGADO, Lucilia de Almeida (orgs.). O Brasil republicano. O tempo da ditadura. Regime militar e movimentos sociais em fins do século XX. Vol. 4. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, SOUSA, Mauro Wilton de. "Recepção televisiva: mediações contextuais". In: Revistusp, nº 61 mar/abr/mai (p. 7-15). 5

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