LIFE 2014/2020 Subprograma Ação Climática Mitigação às Alterações Climáticas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LIFE 2014/2020 Subprograma Ação Climática Mitigação às Alterações Climáticas"

Transcrição

1 LIFE 2014/2020 Subprograma Ação Climática Mitigação às Alterações Climáticas Auditório do LNEC, Lisboa, 25 de janeiro de 2017 Ana Daam DCLIMA/DMMC 25/01/2017

2 Pacote Clima-Energia

3 Política Climática 2020/ Convicção política, científica e técnica sobre o impacto nas alterações climáticas 2. Maturidade nacional em matéria de políticas climáticas 3. Uma nova geração de instrumentos PNAC 2020/2030, ENAAC Necessidade de articular objetivos, instrumentos e instituições 5. Promover a aproximação ao cidadão e à sociedade civil é fundamental 6. Promover uma economia competitiva, resiliente e de baixo carbono 3

4 Programa Nacional para as Alterações Climáticas PNAC 2020/2030 4

5 Aspetos inovadores PNAC 2020/2030 Plano de 2.ª geração que aposta na integração da política climática nas políticas setoriais e uma maior responsabilização dos setores alicerçado no nível de maturidade alcançado pela política nacional de clima Reforça o seu caráter de Plano de Planos assumindo um conjunto de P&M já constantes de planos setoriais Processo de implementação dinâmico conferindo aos setores a oportunidade de identificação das P&M que contribuem para os objetivos do PNAC, suportado no Sistema de Políticas e Medidas (SPeM) e no estabelecimento de metas setoriais de redução de emissões Áreas transversais e de intervenção integrada tendo em vista uma organização das medidas mais vocacionada para a sua implementação 5

6 Objetivos PNAC 2020/ Promover a transição para uma economia de baixo carbono, gerando mais riqueza e emprego 2. Assegurar uma trajetória sustentável de redução das emissões de GEE de forma a alcançar uma meta de -18% a -23% em 2020 e de -30% a -40% em 2030, em relação a 2005, garantindo o cumprimento dos compromissos nacionais de mitigação e colocando Portugal em linha com os objetivos europeus e com o Acordo de Paris 3. Promover a integração dos objetivos de mitigação nas políticas setoriais (mainstreaming) 6

7 Objetivos de Redução de Emissões Objetivos setoriais de redução de emissões (não-cele) face a

8 Compromisso de Portugal Na 22.ª sessão da Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (CoP22) ocorrida no final de 2016 em Marraquexe PT comprometeu-se a assegurar a neutralidade das suas emissões até ao final de 2050 PT traçou assim uma visão clara relativamente à descarbonização profunda da economia nacional CO2 8

9 Políticas e Medidas PNAC (P&M) Para a prossecução dos objetivos e metas estabelecidas no PNAC são identificadas opções de P&M As P&M de baixo carbono identificadas sustentam-se em: documentos de política setorial (PNAEE e PNAER, PERSU 2020, PNGR 2020 e PENSAAR 2020) orientações retiradas da modelação contributos dos setores Estruturam-se em Vetores de Atuação, Medidas e Ações (idêntico ao que sucede na Estratégia Nacional para o Ar 2020 ENAR) Articulação entre as medidas identificadas no PNAC e as identificadas na ENAR (em particular nas iniciativas setoriais) 9

10 Organização das Políticas e Medidas Iniciativas Setoriais Eixos Transversais Áreas de Intervenção Integrada 10

11 Exemplos de Políticas e Medidas PNAC Para a prossecução dos objetivos e metas estabelecidas no PNAC são identificadas opções de P&M: Medidas constantes do PNAEE e PNAER Medidas constantes do PERSU 2020, PNGR 2020 e PENSAAR 2020 Promoção da utilização do transporte público Promoção da mobilidade elétrica, incluindo programa dirigido à Administração Pública Promoção da produção e autoconsumo de energia renovável Descarbonização do parque de edifícios do Estado Taxa de carbono entretanto implementada na reforma da fiscalidade verde 11

12 Objetivos Sistema de do Políticas SPeM e Medidas (SPeM) S Identificação e conceção de políticas e medidas (P&M) com vista ao cumprimento das obrigações nacionais, destinadas a limitar ou reduzir as emissões de GEE e de outros poluentes atmosféricos P e Acompanhamento, monitorização e reporte da execução das P&M e dos seus efeitos, assim como o reporte das projeções Elaboração de projeções nacionais das emissões e dos efeitos esperados das P&M em execução e a implementar Assegurar a sua articulação com o inventário nacional de emissões antropogénicas por fontes e remoção por sumidouros de poluentes atmosféricos (INERPA) M Avaliação do cumprimento das obrigações nacionais, incluindo metas setoriais no âmbito do pacote clima e energia da UE e das políticas do ar nos horizontes 2020, 2025 e

13 Dinamização do SPeM SETORES: Transportes e mobilidade Residencial e serviços Indústria Resíduos e águas residuais Agricultura Uso do solo, alteração do uso do solo e florestas Investigação, desenvolvimento e inovação Conhecimento, informação e sensibilização Administração Pública Cidades sustentáveis pontos focais (PF) entidades envolvidas (EE) entidade coordenadora Potenciais Projetos LIFE Identificar/ implementar indicadores de acompanhamento das P&M Responder a necessidades de reporte Comissão Interministerial do Ar e das Alterações Climáticas (CIAAC) Atualização Lista P&M do PNAC 13

14

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DO PNAC 2020/2030

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DO PNAC 2020/2030 Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC2020/2030) Avaliação do âmbito de aplicação do Decreto-Lei n.º 232/2007, de 15 de junho 1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DO PNAC 2020/2030 O Programa

Leia mais

POLÍTICA CLIMÁTICA 2020/2030

POLÍTICA CLIMÁTICA 2020/2030 POLÍTICA CLIMÁTICA 2020/2030 Índice 1. Quadro Estratégico para a Política Climática 2020/2030 (QEPiC) 2. Programa Nacional para as Alterações Climáticas (PNAC 2020/2030) 3. Estratégia Nacional de Adaptação

Leia mais

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020

1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020 Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas (ENAAC 2020) Avaliação do âmbito de aplicação do Decreto-Lei n.º 232/2007, de 15 de junho 1. DEFINIÇÃO, ANTECEDENTES E VISÃO DA ENAAC 2020 A Estratégia

Leia mais

QEPiC. Quadro Estratégico da Política Climática

QEPiC. Quadro Estratégico da Política Climática QEPiC Quadro Estratégico da Política Climática QEPiC Quadro Estratégico da Política Climática apambiente.pt Título Quadro Estratégico para a Política Climática (QEPiC) Equipa Técnica APA Contributos adicionais

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. 5114 Diário da República, 1.ª série N.º 147 30 de julho de 2015

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. 5114 Diário da República, 1.ª série N.º 147 30 de julho de 2015 5114 Diário da República, 1.ª série N.º 147 30 de julho de 2015 Decreto do Presidente da República n.º 87/2015 de 30 de julho O Presidente da República decreta, nos termos do n.º 2 do artigo 25.º da Lei

Leia mais

Perguntas frequentes

Perguntas frequentes Perguntas frequentes Programa Nacional para as Alterações Climáticas 2020/2030 (PNAC 2020/2030) 1. Porquê desenvolver um PNAC? O Programa Nacional para as Alterações Climáticas 2020/2030 constitui parte

Leia mais

As políticas e prioridades para a Eficiência Energética e para as Energias Renováveis em Portugal Isabel Soares Diretora de Serviços

As políticas e prioridades para a Eficiência Energética e para as Energias Renováveis em Portugal Isabel Soares Diretora de Serviços As políticas e prioridades para a Eficiência Energética e para as Energias Renováveis em Portugal Isabel Soares Diretora de Serviços Lisboa, 15 de julho de 2016 Ordem dos Engenheiros Oportunidades de Financiamento

Leia mais

Acordo mundial de luta contra as alterações climáticas: de Paris a Marrakech

Acordo mundial de luta contra as alterações climáticas: de Paris a Marrakech INFORMAÇÃO NOVEMBRO 2016 Acordo mundial de luta contra as alterações climáticas: de Paris a Marrakech ACORDO DE PARIS Na 21.ª Conferência das Partes na Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Alterações

Leia mais

Iniciativa para avaliação do potencial e impacto do hidrogénio em Portugal

Iniciativa para avaliação do potencial e impacto do hidrogénio em Portugal Iniciativa para avaliação do potencial e impacto do hidrogénio em Portugal Workshop O hidrogénio na transição para uma economia de baixo carbono: elaboração do roteiro português Lisboa, 13 de março 2017

Leia mais

MITIGAÇÃO DAS MC EM MOÇAMBIQUE. Telma Manjta MICOA

MITIGAÇÃO DAS MC EM MOÇAMBIQUE. Telma Manjta MICOA MITIGAÇÃO DAS MC EM MOÇAMBIQUE Telma Manjta MICOA Conteúdo da Apresentação Enquadramento da mitigação dos GEE em Moçambique Prioridades de Mitigação identificadas na ENAMMC Emissões GEE em Moçambique Oportunidades

Leia mais

Seminário Apoios Comunitários para o Ambiente e Energia

Seminário Apoios Comunitários para o Ambiente e Energia Seminário Apoios Comunitários para o Ambiente e Energia 4 de fevereiro de 2015 Enquadramento: Os Fundos Europeus Estruturais e de Investimento (FEEI) para o período de 2014-2020 serão determinantes no

Leia mais

Departamento de Alterações Climáticas (DCLIMA)

Departamento de Alterações Climáticas (DCLIMA) Index (1990=100) Departamento de Alterações Climáticas (DCLIMA) Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas (NIR 2014 emissões 2012) Memorando sobre emissões de CO2e elaborado com base na submissão oficial

Leia mais

A S S E M B L E I A D A R E P Ú B L I C A. O Presidente

A S S E M B L E I A D A R E P Ú B L I C A. O Presidente Conferência Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas da COP 21 (Paris, 2015) à COP 22 (Marrakech, 2016) Auditório do Novo Edifício da Assembleia da República 25 de Outubro de 2016

Leia mais

DIRETIVA DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

DIRETIVA DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA DIRETIVA DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA PRIORIDADES PARA PORTUGAL João Bernardo, DGEG Workshop QUERCUS: Eficiência Energética Desafios e Oportunidades para Portugal 6/março/2015 Principais normativos de orientação

Leia mais

Conceito sobre plano de gestão da adaptação Reunião de divulgação de resultados do projeto AdaPT AC:T Hotéis parceiros do projeto

Conceito sobre plano de gestão da adaptação Reunião de divulgação de resultados do projeto AdaPT AC:T Hotéis parceiros do projeto Conceito sobre plano de gestão da adaptação Reunião de divulgação de resultados do projeto AdaPT AC:T Hotéis parceiros do projeto Lisboa, LNEC, 25 de maio de 2016 Divulgação Alterações climáticas Definição

Leia mais

Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil

Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil Opções de Mitigação de Gases de Efeito Estufa (GEE) em Setores-Chave do Brasil Roberto Schaeffer (PPE/COPPE/UFRJ) Comissão Mista de Mudanças Climáticas do Congresso Nacional, 23 de maio de 2013 Objetivo

Leia mais

A MOBILIDADE INTELIGENTE e INCLUSIVA

A MOBILIDADE INTELIGENTE e INCLUSIVA A MOBILIDADE INTELIGENTE e INCLUSIVA Os Projetos de Lisboa para 2020 Teresa Almeida A MOBILIDADE INTELIGENTE e INCLUSIVA Os Projetos de Lisboa para 2020 1. O Quadro Europeu 2. O Quadro Municipal 3. As

Leia mais

PNPOT. Território e Economia Circular. Energia. Gabriela Prata Dias. Lisboa, 27 outubro 2016

PNPOT. Território e Economia Circular. Energia. Gabriela Prata Dias. Lisboa, 27 outubro 2016 PNPOT Território e Economia Circular Energia Gabriela Prata Dias Lisboa, 27 outubro 2016 Temas Eficiência energética em Portugal Energia e economia circular Transição energética para um novo paradigma

Leia mais

Alterações Climáticas

Alterações Climáticas Alterações Climáticas Ponto situação políticas públicas Notas sobre biocombustíveis Junho de 2011 Políticas Nacionais de Clima pré-2012 23 Caminho para cumprir Quioto 100 Emissões estimadas para 2010 (PNAC

Leia mais

Plano de Energia e Mudanças Climáticas de Minas Gerais: Fundação Estadual do Meio Ambiente

Plano de Energia e Mudanças Climáticas de Minas Gerais: Fundação Estadual do Meio Ambiente Plano de Energia e Mudanças Climáticas de Minas Gerais: Fundação Estadual do Meio Ambiente Estrutura da apresentação Contexto Brasileiro Plano de Energia e Mudanças Climáticas Plataforma Clima Gerais Índice

Leia mais

LIFE FUNDOS ESTRUTURAIS FEADER

LIFE FUNDOS ESTRUTURAIS FEADER Workshop sobre Financiamento da Rede Natura 2000 2014-2020 Lisboa, 24.01.2014 LIFE Programa para o Ambiente e Acção Climática Regulamento (EU) nº 1293/2013, de 11 de Dezembro FEADER Mário Silva, ICNF I.P.

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise

Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Assistência Técnica Aprovada em 11-05-2015, após procedimento de consulta escrita aos membros da

Leia mais

PROJETO U-BIKE PORTUGAL

PROJETO U-BIKE PORTUGAL PROJETO U-BIKE PORTUGAL Lisboa Auditório do IRHU 28 de janeiro 2016 PROJETO U-BIKE PORTUGAL Auditório do IRHU 28 jan 2016 1. Enquadramento 2. Objetivos 3. Regulamento Geral do Projeto 4. Protocolo IMT

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 10.6.2016 COM(2016) 395 final 2016/0184 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à celebração, em nome da União Europeia, do Acordo de Paris adotado no âmbito da Convenção-Quadro

Leia mais

Modelo de Desenvolvimento, Quadro de Monitorização e Economia Azul

Modelo de Desenvolvimento, Quadro de Monitorização e Economia Azul Modelo de Desenvolvimento, Quadro de Monitorização e Economia Azul Meios de Financiamento Nacionais e Europeus e Integração das Políticas de Desenvolvimento Par$lha de Informação A promoção de um ambiente

Leia mais

Relatório Síntese Outubro 2016

Relatório Síntese Outubro 2016 Relatório Síntese Outubro 2016 Entidade Supervisora: Gestão Operacional: 1 Registo de Instalações 569 536 548 500 451 378 317 526 263 489 453 154 392 351 243 272 304 139 dez-08 dez-09 dez-10 dez-11 dez-12

Leia mais

Conferência Nacional. Qualidade ao Serviço da Educação de Adultos. Revisão por Pares": uma proposta inovadora?

Conferência Nacional. Qualidade ao Serviço da Educação de Adultos. Revisão por Pares: uma proposta inovadora? Conferência Nacional Qualidade ao Serviço da Educação de Adultos Revisão por Pares": uma proposta inovadora? Maria João Alves CECOA 4 de maio 2017 Programa Qualifica Enquadramento Valorização da educação

Leia mais

A. PROJETOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS

A. PROJETOS DE I&DT EMPRESAS INDIVIDUAIS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL DO CENTRO EIXO 1 COMPETITIVIDADE, INOVAÇÃO E CONHECIMENTO INSTRUMENTO: SISTEMA DE INCENTIVOS À INVESTIGAÇÃO E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO (SI I&DT) PARTE II - CRITÉRIOS DE

Leia mais

CARTA de MISSÃO 1. MISSÃO

CARTA de MISSÃO 1. MISSÃO CARTA de MISSÃO 1. MISSÃO Através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 52-A/2015, de 23 de julho, o Governo criou a estrutura de missão designada por Estrutura de Gestão do Instrumento Financeiro

Leia mais

João Paulo Calau. VII Jornadas de Engenharia do Grupo AdP Lisboa, 27 outubro 2016

João Paulo Calau. VII Jornadas de Engenharia do Grupo AdP Lisboa, 27 outubro 2016 João Paulo Calau O SGCIE Sistema de Gestão dos Consumos Intensivos de Energia < 1000 tep/ano 4 meses Registo de Instalação 1000 tep/ano 4 meses Técnico ou Entidade reconhecida Auditoria energética 16 meses

Leia mais

Eficiência Energética nos edifícios e adaptação às Alterações Climáticas

Eficiência Energética nos edifícios e adaptação às Alterações Climáticas Eficiência Energética nos edifícios e adaptação às Alterações Climáticas AdaPT AC:T Método para integração da adaptação às Alterações Climáticas no Setor do Turismo LNEC 4 de junho 2015 CATARINA GONÇALVES

Leia mais

Debate sobre as Estratégias de Desenvolvimento e os Modelos da Governança na Região Alentejo. Apresentação do Projecto

Debate sobre as Estratégias de Desenvolvimento e os Modelos da Governança na Região Alentejo. Apresentação do Projecto Debate sobre as Estratégias de Desenvolvimento e os Modelos da Governança na Região Alentejo Apresentação do Projecto Teresa Pinto-Correia e José da Veiga ICAAM Universidade de Évora e Direcção Regional

Leia mais

Compras Públicas Ecológicas: o papel do consumidor Estado. Paula Trindade LNEG

Compras Públicas Ecológicas: o papel do consumidor Estado. Paula Trindade LNEG Compras Públicas Ecológicas: o papel do consumidor Estado Paula Trindade LNEG Conferência Consumo Sustentável e Alterações Climáticas Alfragide, 26 Novembro 2009 Potencial das Compras Públicas Sustentáveis

Leia mais

Política de Coesão da UE

Política de Coesão da UE da UE 2014 2020 Propostas da Comissão Europeia da União Europeia Estrutura da apresentação 1. Qual é o impacto da política de coesão da UE? 2. A que se devem as alterações propostas pela Comissão para

Leia mais

SGCIE enquanto ferramenta para a eficiência energética na indústria

SGCIE enquanto ferramenta para a eficiência energética na indústria SGCIE enquanto ferramenta para a eficiência energética na indústria março de 2015 Entidade Supervisora: Gestão Operacional: João Paulo Calau ADENE Belém, 5 de março de 2015 SGCIE O Sistema de Gestão dos

Leia mais

Conselho da União Europeia Bruxelas, 27 de setembro de 2016 (OR. en)

Conselho da União Europeia Bruxelas, 27 de setembro de 2016 (OR. en) Conseil UE Conselho da União Europeia Bruxelas, 27 de setembro de 2016 (OR. en) Dossiê interinstitucional: 2016/0184 (NLE) 12256/16 LIMITE ATOS LEGISLATIVOS E OUTROS INSTRUMENTOS Assunto: PUBLIC CLIMA

Leia mais

QUE MEIOS FINANCEIROS?

QUE MEIOS FINANCEIROS? QUE MEIOS FINANCEIROS? PARA A CONSERVAÇÃO DA NATUREZA ATRAVÉS DO PO SEUR? HELENA PINHEIRO DE AZEVEDO MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS PARA CONSERVAÇÃO DA NATUREZA E BIODIVERSIDADE 22 JUN 2015 TAPADA DE MAFRA Organização:

Leia mais

COMPROMISSO PARA A MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL NO ALGARVE

COMPROMISSO PARA A MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL NO ALGARVE COMPROMISSO PARA A MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL NO ALGARVE por caminhos sem carbono» Enquadramento» Informar e agir» Entendimento de partida» Princípios» Subscritores - 3 - Enquadramento O Projeto Mobilidade

Leia mais

Políticas e Práticas de Acolhimento e Integração. Portimão, 24 de junho de 2015

Políticas e Práticas de Acolhimento e Integração. Portimão, 24 de junho de 2015 Políticas e Práticas de Acolhimento e Integração Portimão, 24 de junho de 2015 Plano Estratégico para as Migrações Plano Estratégico para as Migrações 2015-2020 Novos desafios» Governação integrada para

Leia mais

Impacte das alterações climáticas na qualidade do ar do Porto. H. Martins, E. Sá, S. Freitas, J.H. Amorim, S. Rafael, C. Borrego

Impacte das alterações climáticas na qualidade do ar do Porto. H. Martins, E. Sá, S. Freitas, J.H. Amorim, S. Rafael, C. Borrego Impacte das alterações climáticas na qualidade do ar do Porto H. Martins, E. Sá, S. Freitas, J.H. Amorim, S. Rafael, C. Borrego MODELAÇÃO DA ALTERAÇÃO CLIMÁTICA clicurb metodologia MODELAÇÃO METEORLÓGICA

Leia mais

As Mudanças Climáticas e o Brasil

As Mudanças Climáticas e o Brasil SEMINÁRIO HOSPITAIS SAUDÄVEIS 2016 As Mudanças Climáticas e o Brasil Carlos Rittl, Dr. Observatório do Clima Secretário Executivo Setembro, 2016 SBDIMA Sociedade Brasileira de Direito Internacional do

Leia mais

ADITAMENTO AO ACORDO ENTRE OS MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS, DA ECONOMIA E DA SAÚDE E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA

ADITAMENTO AO ACORDO ENTRE OS MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS, DA ECONOMIA E DA SAÚDE E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA ADITAMENTO AO ACORDO ENTRE OS MINISTÉRIOS DAS FINANÇAS, DA ECONOMIA E DA SAÚDE E A INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Os Ministérios das Finanças, da Economia e da Saúde, e a Indústria Farmacêutica, por intermédio

Leia mais

O POTENCIAL HUMANO PARA de NOVEMBRO 2012

O POTENCIAL HUMANO PARA de NOVEMBRO 2012 O POTENCIAL HUMANO PARA 2013 28 de NOVEMBRO 2012 O POTENCIAL HUMANO PARA 2013 ORIENTAÇÕES ESTRATÉGICAS PARA O FUTURO - CAPITAL HUMANO PARA O CRESCIMENTO E O EMPREGO CONTRIBUTO DO POPH (ANOS 2013 E 2014)

Leia mais

ÍNDICE. Sistema de Certificação Energética. Revisão da Legislação. Edifícios Sustentáveis. A importância da legislação

ÍNDICE. Sistema de Certificação Energética. Revisão da Legislação. Edifícios Sustentáveis. A importância da legislação Edifícios Sustentáveis. A importância da legislação Congresso LiderA 2011 IST Lisboa, 25 e 26 de Maio de 2011 ADENE Agência para a Energia Nuno Baptista sce@adene.pt ÍNDICE Sistema de Certificação Evolução

Leia mais

Ordem dos Engenheiros Encontro Nacional de Engenharia Civil

Ordem dos Engenheiros Encontro Nacional de Engenharia Civil 1 Ordem dos Engenheiros Encontro Nacional de Engenharia Civil Estratégia Nacional de Energia Barragens e Mini-Hídricas Luís Braga da Cruz (FEUP) PORTO 21 de Maio de 2011 2 Índice 1. Estratégia Nacional

Leia mais

Jornadas de Investigação e Inovação LNEC. Energias renováveis. Potencial de integração da indústria da construção. Armando Pinto

Jornadas de Investigação e Inovação LNEC. Energias renováveis. Potencial de integração da indústria da construção. Armando Pinto Jornadas de Investigação e Inovação LNEC Energias renováveis Potencial de integração da indústria da construção apinto@lnec.pt LNEC 26 de março de 2012 Objetivos para energia renovável > Diretiva 2009/28/CE

Leia mais

MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM FOCO. Prof. Dr. Pedro Roberto Jacobi Dra. Sara Gurfinkel M. Godoy

MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM FOCO. Prof. Dr. Pedro Roberto Jacobi Dra. Sara Gurfinkel M. Godoy MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM FOCO Prof. Dr. Pedro Roberto Jacobi Dra. Sara Gurfinkel M. Godoy ATORES E EVENTOS RELEVANTES LIGADOS ÀS MUDANÇAS CLIMÁTICAS Intergovernmental Panel of Climate Changes IPCC Estabelecido

Leia mais

Apoio à Economia Circular no Portugal 2020. O caso do PO SEUR. Helena Pinheiro de Azevedo

Apoio à Economia Circular no Portugal 2020. O caso do PO SEUR. Helena Pinheiro de Azevedo Apoio à Economia Circular no Portugal 2020 O caso do PO SEUR Helena Pinheiro de Azevedo ECONOMIA CIRCULAR o que é É uma sociedade que privilegia a Eficiência no Uso de Recursos Naturais Evita o uso e desperdício

Leia mais

ECONOMIA DE BAIXO CARBONO SUSTENTABILIDADE PARA O SETOR DE MINERAÇÃO: CASO DA SIDERURGIA NO BRASIL

ECONOMIA DE BAIXO CARBONO SUSTENTABILIDADE PARA O SETOR DE MINERAÇÃO: CASO DA SIDERURGIA NO BRASIL Garo Batmanian Especialista Senior de Meio Ambiente Setembro 28, 2011 Banco Mundial ECONOMIA DE BAIXO CARBONO SUSTENTABILIDADE PARA O SETOR DE MINERAÇÃO: CASO DA SIDERURGIA NO BRASIL Grande Consumidor

Leia mais

O projecto Biorrefina-Ter: território, floresta e desenvolvimento regional sustentável

O projecto Biorrefina-Ter: território, floresta e desenvolvimento regional sustentável O projecto Biorrefina-Ter: território, floresta e desenvolvimento regional sustentável João Nunes1,2; Paulo Serra e Silva2; Helena Freitas1,2 1 2 Universidade de Coimbra Associação Blc.Ceres.2G Plataforma

Leia mais

Centro Paroquial e Social de Barroselas Casa de S.Pedro

Centro Paroquial e Social de Barroselas Casa de S.Pedro Centro Paroquial e Social de Barroselas Casa de S.Pedro Estudos, certificação, auditoria e assessoria no contexto da implementação de sistema solar térmico, sistema fotovoltaico e bomba de calor Proposta

Leia mais

O Mar no próximo QFP

O Mar no próximo QFP O Mar no próximo QFP 2014-2020 Fórum do Mar José Manuel Fernandes Deputado ao Parlamento Europeu Estratégia Europa 2020 A guia das próximas perspectivas financeiras Estratégia Europa 2020 2020 Crescimento

Leia mais

PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS

PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS PRODUÇÃO E CONSUMO SUSTENTÁVEIS HISTÓRICO Agenda 21 (Rio de Janeiro, 1992): A maior causa da deterioração continuada do meio ambiente global são os padrões insustentáveis de consumo e produção. Plano de

Leia mais

PORTUGAL Faça clique para editar o estilo apresentação. Não podemos prever o futuro mas podemos construí-lo!

PORTUGAL Faça clique para editar o estilo apresentação. Não podemos prever o futuro mas podemos construí-lo! apresentação PORTUGAL 2020 www.in-formacao.com.pt Não podemos prever o futuro mas podemos construí-lo! 03-02-2015 FAMALICÃO PORTO IN.03.03.00 1 INTRODUÇÃO O PORTUGAL 2020 é o Acordo de Parceria adotado

Leia mais

ANEXO III REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO

ANEXO III REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO ANEXO III REFERENCIAL DE ANÁLISE DE MÉRITO PLANOS ESTRATÉGICOS DE DESENVOLVIMENTO URBANO AVISO DE CONCURSO Nº ALT20 06 2016 18 ALT20 16 2016 19 ALT20 43 2016 20 DOMÍNIO DA SUSTENTABILIDADE E EFICIÊNCIA

Leia mais

Como Responder ao Questionário de Cidades e Consórcios

Como Responder ao Questionário de Cidades e Consórcios Como Responder ao Questionário de Cidades e Consórcios Neste guia, os gestores públicos de Cidades e Consórcios encontrarão informações práticas que os ajudarão a responder ao questionário de postulação

Leia mais

Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos

Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos SECÇÃO 4 Apoio à eficiência energética, à gestão inteligente da energia e à utilização das energias renováveis nas infraestruturas públicas da Administração Local Objetivos Específicos: Os apoios têm como

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA PLATAFORMA P3LP

APRESENTAÇÃO DA PLATAFORMA P3LP APRESENTAÇÃO DA PLATAFORMA P3LP PONTES E PARCERIAS NOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA - PLATAFORMA DE PARTILHA DE EXPERIÊNCIAS E CONHECIMENTO NO SETOR DA ÁGUA APDA, ENEG, Porto, Dezembro de 2015 Jaime Melo

Leia mais

Testes de Diagnóstico

Testes de Diagnóstico INOVAÇÃO E TECNOLOGIA NA FORMAÇÃO AGRÍCOLA agrinov.ajap.pt Coordenação Técnica: Associação dos Jovens Agricultores de Portugal Coordenação Científica: Miguel de Castro Neto Instituto Superior de Estatística

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020. Identidade, Competitividade, Responsabilidade Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral Baixo Alentejo Planeamento Estratégico Regional

Leia mais

REDE DE MUNICÍPIOS PARA A ADAPTAÇÃO LOCAL ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS CARTA DE COMPROMISSO

REDE DE MUNICÍPIOS PARA A ADAPTAÇÃO LOCAL ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS CARTA DE COMPROMISSO REDE DE MUNICÍPIOS PARA A ADAPTAÇÃO LOCAL ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS CARTA DE COMPROMISSO CARTA DE COMPROMISSO DA REDE DE MUNICÍPIOS PARA A ADAPTAÇÃO LOCAL ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS Considerando: Que o 5.º

Leia mais

Lisboa, 25 de novembro de 2011

Lisboa, 25 de novembro de 2011 Lisboa, 25 de novembro de 2011 A reabilitação urbana constitui um fator essencial no desenvolvimento do setor do turismo, enquanto elemento integrante da nossa oferta turística A regeneração urbana estabelece

Leia mais

ACORDO DE PARCERIA 2014-2020 PORTUGAL 2020

ACORDO DE PARCERIA 2014-2020 PORTUGAL 2020 ACORDO DE PARCERIA 2014-2020 PORTUGAL 2020 1 Portugal 2020, o Acordo de Parceria (AP) que Portugal irá submeter à Comissão Europeia estrutura as intervenções, os investimentos e as prioridades de financiamento

Leia mais

Incentivos à Eficiência Energética. Isabel Damasceno Vogal Executiva do Centro 2020

Incentivos à Eficiência Energética. Isabel Damasceno Vogal Executiva do Centro 2020 Incentivos à Eficiência Energética Isabel Damasceno Vogal Executiva do Centro 2020 Portugal 2014-2020 Acordo de Parceria, julho 2014 As regiões menos desenvolvidas, onde se inclui a Região Centro, vão

Leia mais

III REUNIÃO ORDINÁRIA DE MINISTROS DOS ASSUNTOS DO MAR DA CPLP

III REUNIÃO ORDINÁRIA DE MINISTROS DOS ASSUNTOS DO MAR DA CPLP III REUNIÃO ORDINÁRIA DE MINISTROS DOS ASSUNTOS DO MAR DA CPLP Díli, 18 de maio de 2016 DECLARAÇÃO DE DÍLI Os Ministros dos Assuntos do Mar da CPLP ou seus representantes de Angola, Brasil, Cabo Verde,

Leia mais

PO SEUR OPORTUNIDADES DE FINANCIAMENTO

PO SEUR OPORTUNIDADES DE FINANCIAMENTO HORIZONTE 2020 DESAFIOS PARA AS EMPRESAS PORTUGUESAS NO SECTOR DO AMBIENTE CASCAIS, 24 ABRIL 2015 PO SEUR OPORTUNIDADES DE FINANCIAMENTO HELENA PINHEIRO DE AZEVEDO PORTUGAL 2020 PRINCIPAIS PRIORIDADES

Leia mais

Portugal 2020: Objetivos e Desafios António Dieb

Portugal 2020: Objetivos e Desafios António Dieb Portugal 2020: Objetivos e Desafios 2014-2020 António Dieb Porto, 11 de julho de 2016 Tópicos: 1. Enquadramento Estratégico (EU 2020) 2. Portugal 2020: Objetivos e prioridades 3. Estrutura Operacional

Leia mais

LIFE Projeto de Capacitação LIFE14 CAP/PT/000004

LIFE Projeto de Capacitação LIFE14 CAP/PT/000004 LIFE Projeto de Capacitação LIFE14 CAP/PT/000004 Sessão Nacional de Divulgação e Informação sobre o Programa para o Ambiente e a Ação Climática (LIFE) 2017 Auditório do LNEC, Lisboa, 25 de janeiro de 2017

Leia mais

INDICADORES SMART. Indicadores SMART

INDICADORES SMART. Indicadores SMART INDICADORES SMART 1 1. Introdução A identificação de Indicadores é de grande utilidade na medida em que evidencia como se vão alcançando os objetivos e os resultados no âmbito da execução de uma determinada

Leia mais

REDUZIR O PROBLEMA - UMA MELHOR EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

REDUZIR O PROBLEMA - UMA MELHOR EFICIÊNCIA ENERGÉTICA CONFERÊNCIA O FUTURO ENERGÉTICO EM PORTUGAL REDUZIR O PROBLEMA - UMA MELHOR EFICIÊNCIA ENERGÉTICA NOS EDIFÍCIOS Joaquim Borges Gouveia bgouveia@ua.pt DEGEI UAVEIRO 21 de Abril de 2009 Consumo de Energia

Leia mais

Polos Verdes no Estado do Rio de Janeiro

Polos Verdes no Estado do Rio de Janeiro Polos Verdes no Estado do Rio de Janeiro Rio de Janeiro, 13 de Junho de 2012 SECRETARIA DE ESTADO DO AMBIENTE SUBSECRETARIA DE ECONOMIA VERDE Subsecretaria De Economia Verde Renováveis & Rio Capital da

Leia mais

Programa Energia Inteligente Europa (EIE)

Programa Energia Inteligente Europa (EIE) Programa Energia Inteligente Europa (EIE) -Participação Nacional Porto, Fevereiro de 2014 Isabel Soares 1 Programa comunitário Energia Inteligente - Europa Apoio a políticas da UE em matéria de energias

Leia mais

Célia Laranjeira Gil Nadais Município de Águeda

Célia Laranjeira Gil Nadais Município de Águeda Célia Laranjeira Gil Nadais Município de Águeda 11 Municípios 1 Comunidade Intermunicipal 1 Projeto de Sustentabilidade A RUCI da Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro, visa desenvolver uma estratégia

Leia mais

Emissões de gases com efeito de estufa pela agricultura

Emissões de gases com efeito de estufa pela agricultura Emissões de gases com efeito de estufa pela agricultura I - Caracterização geral Descrição: Avaliação das emissões nacionais de gases com origem na agricultura que contribuem para o efeito de estufa, agregadas

Leia mais

REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS Perspetiva da Engenharia Civil

REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS Perspetiva da Engenharia Civil UNIVERSIDADE DO MINHO ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL REABILITAÇÃO ENERGÉTICA DE EDIFÍCIOS Perspetiva da Engenharia Civil Manuela Almeida Universidade do Minho 12.as JORNADAS DE CLIMATIZAÇÃO

Leia mais

Programa Operacional Regional do Alentejo/Estratégia Regional de Especialização Inteligente. Financiamento de projetos para Cidades Analíticas

Programa Operacional Regional do Alentejo/Estratégia Regional de Especialização Inteligente. Financiamento de projetos para Cidades Analíticas Programa Operacional Regional do Alentejo/Estratégia Regional de Especialização Inteligente Financiamento de projetos para Cidades Analíticas Rio Maior 13 de Março 2015 Estratégia Regional de Especialização

Leia mais

SEMINÁRIO DE LANÇAMENTO PROGRAMA INTERREG V - A

SEMINÁRIO DE LANÇAMENTO PROGRAMA INTERREG V - A SEMINÁRIO DE LANÇAMENTO PROGRAMA INTERREG V - A MADEIRA-AÇORES-CANÁRIAS 2014-2020 Angra do Heroísmo, 29 janeiro 2016 QUAL O TERRITÓRIO DO ESPAÇO DE COOPERAÇÃO? - As regiões insulares ultraperiféricas de

Leia mais

Sistema de Gestão de Energia da AdSA - NP EN ISO 50001:2012

Sistema de Gestão de Energia da AdSA - NP EN ISO 50001:2012 Sistema de Gestão de Energia da AdSA - Manuel Lacerda, David Barão e Cristina Gomes Lisboa,19 de janeiro de 2016 Índice: Sistema de Sustentabilidade Empresarial (SSE) Evolução da Certificação na AdSA Vantagens

Leia mais

O acesso à água e saneamento como direito humano. O papel das entidades gestoras

O acesso à água e saneamento como direito humano. O papel das entidades gestoras O acesso à água e saneamento como direito humano O papel das entidades gestoras Álvaro Carvalho, David Alves Departamento de Estudos e Projetos da ERSAR ENEG 2013 Coimbra, 4 de dezembro de 2013 O acesso

Leia mais

Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa

Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa EAPN Portugal / Rede Europeia Anti Pobreza Observatório de Luta Contra a Pobreza na Cidade de Lisboa Referencial Estratégico para Monitorização do Desenvolvimento Social de Lisboa Documento realizado para

Leia mais

CONDIÇÕES DE ADMISSIBILIDADE CONDIÇÕES EXCLUDENTES. 1 Apresentação telemática no prazo estabelecido na convocatória.

CONDIÇÕES DE ADMISSIBILIDADE CONDIÇÕES EXCLUDENTES. 1 Apresentação telemática no prazo estabelecido na convocatória. CONDIÇÕES DE ADMISSIBILIDADE CONDIÇÕES EXCLUDENTES 1 Apresentação telemática no prazo estabelecido na convocatória. 2 Apresentação do formulário completo. 3 Orçamento FEDER em conformidade com o que está

Leia mais

Comunidade Intermunicipal do Oeste OesteCIM

Comunidade Intermunicipal do Oeste OesteCIM Comunidade Intermunicipal do Oeste OesteCIM É uma pessoa coletiva de direito público de natureza associativa e âmbito territorial e visa a realização de interesses comuns aos Municípios que a integram,

Leia mais

Certificação ISO

Certificação ISO Sistema de Gestão Ambiental SGA Certificação ISO 14.000 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL - SGA Definição: Conjunto de ações sistematizadas que visam o atendimento das Boas Práticas, das Normas e da Legislação

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DOS SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTES PARA A INCLUSÃO SOCIAL

A CONTRIBUIÇÃO DOS SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTES PARA A INCLUSÃO SOCIAL A CONTRIBUIÇÃO DOS SISTEMAS INTELIGENTES DE TRANSPORTES PARA A INCLUSÃO SOCIAL Rui D. Camolino Lisboa, 9 de Julho 2008 1 AGENDA Projecto MATISSE Conclusões do Projecto A Contribuição da Associação ITS

Leia mais

O Pacto de Autarcas para o Clima & Energia

O Pacto de Autarcas para o Clima & Energia O Pacto de Autarcas para o Clima & Energia PT Um movimento ascendente único O Pacto de Autarcas para o Clima e Energia reúne autoridades locais e regionais que se comprometem voluntariamente com a implementação

Leia mais

NOVOS HÁBITOS SUSTENTÁVEIS SEMINÁRIO MINISTÉRIO DO AMBIENTE

NOVOS HÁBITOS SUSTENTÁVEIS SEMINÁRIO MINISTÉRIO DO AMBIENTE NOVOS HÁBITOS SUSTENTÁVEIS SEMINÁRIO MINISTÉRIO DO AMBIENTE Luanda 3 de Fevereiro de 2014 2 Novos Hábitos Sustentáveis Quem deve PARTICIPAR? Adquirir Competências. Partilhar Experiências. Decisores, Directores

Leia mais

Existência de equipas de Sapadores Florestais. Existência de investigação das causas de incêndios.

Existência de equipas de Sapadores Florestais. Existência de investigação das causas de incêndios. CADERNO FICHA 8. PREVENÇÃO 8.4. OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS O presente documento constitui uma Ficha que é parte integrante de um Caderno temático, de âmbito mais alargado, não podendo, por isso, ser interpretado

Leia mais

Programa Operacional Regional do Algarve

Programa Operacional Regional do Algarve Programa Operacional Regional do Algarve Critérios de Seleção das Candidaturas e Metodologia de Análise Domínio Temático SEUR Sustentabilidade e Eficiente Uso de Recursos Prioridades de investimento: 4.2/4.3/4.5/6.3/6.5

Leia mais

ISO Sistema de gestão para a sustentabilidade de eventos

ISO Sistema de gestão para a sustentabilidade de eventos ISO 20121 Sistema de gestão para a sustentabilidade de eventos ISO 20121 Objetivo ISO 20121 - Sistemas de gestão de sustentabilidade de eventos. Requisitos e linhas de orientação A ISO 20121 tem como finalidade

Leia mais

Mais valias do ciclo de vida e da economia circular para o desempenho e negócio das empresas. Sofia Santos 24 novembro 2015

Mais valias do ciclo de vida e da economia circular para o desempenho e negócio das empresas. Sofia Santos 24 novembro 2015 Mais valias do ciclo de vida e da economia circular para o desempenho e negócio das empresas Sofia Santos 24 novembro 2015 A origem da economia circular não é nova Fonte: Paulo Ferrão, apresentação realizada

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE EXECUÇÃO. Programa Operacional MAR 2020 PORTUGAL

RELATÓRIO ANUAL DE EXECUÇÃO. Programa Operacional MAR 2020 PORTUGAL RELATÓRIO ANUAL DE EXECUÇÃO 2015 Programa Operacional MAR 2020 PORTUGAL Relatório Anual 2015 RELATÓRIO DE EXECUÇÃO DO PO MAR 2020 ANO DE 2015 CCI: 2014PT14MFOP001 PROGRAMA OPERACIONAL: PROGRAMA OPERACIONAL

Leia mais

CARTA DE MISSÃO. Ministério da Saúde. Serviço/Organismo: Administração Regional de Saúde do Norte. Cargo: Vice-presidente do Conselho Diretivo

CARTA DE MISSÃO. Ministério da Saúde. Serviço/Organismo: Administração Regional de Saúde do Norte. Cargo: Vice-presidente do Conselho Diretivo CARTA DE MISSÃO Ministério da Saúde Serviço/Organismo: Administração Regional de Saúde do Norte Cargo: Vice-presidente do Conselho Diretivo Período da Comissão de Serviço: 2016-2020 1. Missão do Organismo

Leia mais

PLANO NACIONAL DE ACÇÃO PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA RESULTADOS 2010

PLANO NACIONAL DE ACÇÃO PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA RESULTADOS 2010 PLANO NACIONAL DE ACÇÃO PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA RESULTADOS 2010 0 Execução acima dos objectivos Será superada a meta a 2015, mantendo a actual tendência de crescimento Economias energéticas acumuladas

Leia mais

Critérios de Mérito. Critério Sub critério Descrição e regras de avaliação Pontuação CRITÉRIOS QUALITATIVOS

Critérios de Mérito. Critério Sub critério Descrição e regras de avaliação Pontuação CRITÉRIOS QUALITATIVOS Critérios de Selecção A fim de assegurar um nível mínimo de qualidade das candidaturas, os candidatos seleccionados têm de pontuar pelo menos 30 pontos nos critérios qualitativos, sob pena de exclusão.

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas Dr. Francisco Sanches 2016 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas

Leia mais

Horizonte 2020 Desafio Societal 6: Europa num mundo em mudança: sociedades inclusivas, inovadoras e reflexivas

Horizonte 2020 Desafio Societal 6: Europa num mundo em mudança: sociedades inclusivas, inovadoras e reflexivas Fundação para a Ciência e Tecnologia Agência de Inovação Horizonte 2020 Desafio Societal 6: Europa num mundo em mudança: sociedades inclusivas, inovadoras e reflexivas Ricardo Migueis Marisa Borges Daniela

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2007/2013

Programa Operacional Regional Alentejo 2007/2013 Cooperação Territorial Europeia 2007/2013 Que oportunidades para Lisboa e Vale do Tejo? Centro Cultural de Belém 31 de Março 2008 Programa Operacional Regional Alentejo 2007/2013 Cooperação territorial

Leia mais

WORKSHOP MODELAGEM CLIMÁTICA E A TERCEIRA COMUNICAÇÃO NACIONAL. Experiências de Estudos de Impactos das Mudanças de Clima nas Energias Renováveis

WORKSHOP MODELAGEM CLIMÁTICA E A TERCEIRA COMUNICAÇÃO NACIONAL. Experiências de Estudos de Impactos das Mudanças de Clima nas Energias Renováveis WORKSHOP MODELAGEM CLIMÁTICA E A TERCEIRA COMUNICAÇÃO NACIONAL Experiências de Estudos de Impactos das Mudanças de Clima nas Energias Renováveis Energia Dimensões da Energia Tecnológica Física Energia

Leia mais

Plano de Acção para a Promoção da Energia Sustentável no Norte de Portugal disponível em:

Plano de Acção para a Promoção da Energia Sustentável no Norte de Portugal disponível em: Plano de Acção para a Promoção da Energia Sustentável no Norte de Portugal disponível em: www.ccdr-n.pt/agendastematicas Índice Contexto União Europeia Portugal Região do Norte Análise SWOT Plano de Acção

Leia mais

Seminário Internacional Desafios Globais da Produção e Consumo Sustentáveis. Painel II: Perspectivas Nacionais

Seminário Internacional Desafios Globais da Produção e Consumo Sustentáveis. Painel II: Perspectivas Nacionais Seminário Internacional Desafios Globais da Produção e Consumo Sustentáveis Painel II: Perspectivas Nacionais PROJETOS - Compras Sustentáveis pela Inovação e por uma economia Verde e Inclusiva Inova CPS

Leia mais