Modelos Fundamentais. Carlos Ferraz.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Modelos Fundamentais. Carlos Ferraz. cagf@cin.ufpe.br"

Transcrição

1 Modelos Fundamentais Carlos Ferraz

2 O que vimos até agora (I) História Anos 60-70: sistemas centralizados (caros!) Anos 80: computadores pessoais (acessórios caros e pouco aproveitáveis! ex: impressora usada por pouco tempo) Sistemas em rede: computadores independentes interligados interligados através de rede Sistemas distribuídos: computadores independentes interligados interligados através de rede + transparência Definição: coleção de computadores/sistemas independentes que aparecem para os usuários do sistema como um único computador/sistema 2

3 O que vimos até agora (II) Desafios Heterogeneidade, abertura, segurança, transparência, consistência, tolerância a falha Características Compartilhamento de recursos, abertura, concorrência, escalabilidade, tolerância a falha, transparência Modelos arquiteturais Cliente-servidor: maturidade Peer-to-peer: autonomia dos pares Objetos distribuídos: extensão do modelo cliente-servidor Encapsulamento, reuso, object brokers, object services (middleware) (middleware) Conceitos: plataforma, middleware, serviço 3

4 Modelos Fundamentais Modelos de interação Modelos de falhas Modelos de segurança Por que ter modelos de sistemas? Clarear idéias Organizar e classificar abordagens diferentes Fazer generalizações 4

5 O que deve ser capturado em um modelo? Interação: Como componentes interagem e se coordenam para para resolver um problema? Falha: Quais as falhas em potencial e como elas afetam os os resultados? Segurança: Quais as vulnerabilidades do sistema e como devem devem ser tratadas? 5

6 Modelo de Interação Processos interagem através de passagem de de mensagem para resolver um problema Interação é influenciada por: Desempenho de canais de comunicação Latência Banda-passante Jitter Sincronização de relógios 6

7 Definições Latência: o atraso entre o envio de uma mensagem por por um processo e seu recebimento por outro processo processo Banda-passante: a quantidade total de informação que que pode ser transmitida sobre uma rede em um dado dado tempo Jitter: variação em tempo para entregar uma série de de mensagens Em que aplicações jitter é crítico? Mídias contínuas Como aplicações sensíveis a jitter lidam com isto? Buffering, principalmente 7

8 Relógios e Ordenação de Eventos Para indicar ordenação, em geral mensagens são marcadas com tempo (time-stamped) Time-stamps (selos de tempo) são normalmente baseados em valores do relógio local Relógios locais não são sincronizados Como podem ser? Não há um relógio global 8

9 Sincronização SDs Síncronos: Podem limitar SDs Assíncronos: Sem limites Tempo para cada passo de processamento Tempo para transmitir cada mensagem mensagem Atraso de relógio para cada processo processo 9

10 Tempo lógico Para um único processo, eventos são ordenados ordenados pelo relógio (físico) local Em um SD, em geral não se pode usar relógios relógios físicos, por conta de não serem perfeitamente sincronizados A ordem de eventos que ocorrem em diferentes diferentes processos de um SD pode ser crítica crítica 10

11 Ordenação Dois pontos óbvios: Se 2 eventos ocorreram em um mesmo processo, então ocorreram na ordem em que são observados observados Quando uma mensagem é enviada entre processos, o processos, o evento de envio da mensagem ocorreu ocorreu antes do evento de recepção da mensagem mensagem Generalizando, Lamport (1978) estabeleceu a a relação aconteceu-antes 11

12 Formalização da relação aconteceu-antes antes Se processo p : x p y, então x y x p y : se os eventos x e y ocorrem em um mesmo processo p, processo p, e x ocorre antes de y mensagem m, send(m) rcv(m) Se x, y e z são eventos, tais que x y e y z, então x z x z Seja C(a) o timestamp de um evento a a b C(b) > C(a), mas C(b) > C(d) d b p1 p2 p3 1 2=C(b) a b C(d)=1 d m 1 3 c 12

13 Ordenação de eventos (multicast) X send 1 m 1 receive 4 receive Y 2 receive send 3 m 2 receive Physical time Z receive receive send A m 3 m 1 m 2 receive receive receive t 1 t 2 t 3 Instructor s Guide for Coulouris, Dollimore and Kindberg Distributed Systems: Concepts and Design Edn. 3 Addison-Wesley Publishers

14 Modelo de Falhas Define os modos como falhas podem ocorrer ocorrer para entender os efeitos de falhas Falhas de omissão: processo ou canal falha para para fazer alguma coisa Falhas arbitrárias: normalmente se referem a sabotagens Falhas de tempo: limites de tempo excedidos excedidos 14

15 Processos e canais process p send m process q receive Outgoing message buffer Communication channel Incoming message buffer Instructor s Guide for Coulouris, Dollimore and Kindberg Distributed Systems: Concepts and Design Edn. 3 Addison-Wesley Publishers

16 Falhas de omissão e arbitrárias Classe de falha Afeta Descrição Fail-stop Processo Processo para e permanece parado. Outros processos podem detectar este estado. Crash Processo Processo para e permanece parado. Outros processos podem não detectar este estado. Omission Canal Uma mensagem inserida em um buffer de saída nunca chega no buffer de entrada do outro lado. Send-omission Processo Um processo completa um send, mas a mensagem não é colocada no buffer de saída. Receive-omission Processo Uma mensagem é colocada no buffer de entrada Arbitrary (Byzantine) Processo ou canal de um processo, mas ele não a recebe. Processo/canal exibe comportamento arbitrário: ele pode enviar/transmitir mensagens arbitrárias em tempos arbitrários, cometer omissões; um processo pode parar ou seguir um passo incorreto. 16

17 Falhas de tempo Classe de Falha Afeta Descrição Clock Processo Relógio local do processo excede os limites de sua taxa de diferença do tempo real. Performance Processo Processo excede os limites no intervalo de tempo entre dois passos. Performance Canal A transmissão de uma mensagem leva mais tempo do que o limite estabelecido. 17

18 Comunicação confiável Validade qualquer mensagem no buffer de saída é eventualmente entregue ao buffer de de entrada Garantia de entrega Integridade a mensagem recebida é idêntica à idêntica à enviada e entregue exatamente uma uma vez Mensagem não corrompida Como um serviço de comunicação fornece validade e integridade? Através de mecanismos de check-sum e ACKnowledgment 18

19 Modelo de Segurança Proteger processos e canais de corrupção Proteger recursos (encapsulados por objetos) de de acesso não autorizado 19

20 Requisitos Canais de comunicação devem ser seguros quanto a escuta secreta (eavesdropping) e interferência no conteúdo Servidores devem poder verificar a identidade de identidade de seus clientes Clientes devem poder verificar a autenticidade de autenticidade de servidores A identidade do originador de uma mensagem mensagem deve poder ser verificada após o envio da mensagem - como assinaturas 20

21 Métodos Criptografia para permitir que um par de processos possa possa estabelecer um canal de comunicação seguro seguro baseado em uma chave Criptografia ciência de manutenção de segurança de informação Encriptar embaralhar uma mensagem para esconder seu conteúdo Serviço de autenticação para permitir que clientes e servidores possam fornecer uns aos outros evidências evidências convincentes de suas identidades 21

22 Ameaças Os projetistas de sistemas seguros devem construir uma lista de ameaças (métodos pelos quais quais políticas de segurança podem ser violadas) mostrar que cada uma das ameaças listadas é tratada tratada pelos mecanismos de segurança aplicados aplicados tal demonstração pode ser informal ou, de preferência, preferência, formal (lógica) nenhuma lista é exaustiva 22

23 Classificação de ameaças 4 grandes classes: Vazamento: aquisição de informação por receptores não autorizados Interferência: alteração não autorizada de informações (inclui programas) Roubo de recursos: uso de facilidades sem autorização Vandalismo: interferência na operação de um um sistema sem ganho para o intruso 23

24 Métodos de ataque (1/2) Escuta secreta (eavesdropping): obtenção de de cópias de mensagens através de leitura (escuta) sem autorização Mascaramento: envio ou recepção de mensagem mensagem usando a identidade de um objeto objeto sem sua autorização 24

25 Métodos de ataque (2/2) Interferência de mensagem (message tampering): interceptação de mensagem e alteração de seu conteúdo conteúdo antes de passar adiante para o receptor correto correto difícil de acontecer em ambientes broadcast (ex: Ethernet), uma uma vez que as mensagens são entregues a todas as estações estações Replaying: armazenamento de mensagem e envio posterior, quando uma autorização para uso de um recursos é revogada - não mais necessária replaying pode ser usado para roubo de recurso ou vandalismo vandalismo 25

26 Exemplo cliente Replayer m servidor DoOperation : (espera) : (continua) m escuta GetRequest (executa) SendReply Eavesdropper 26

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus Aula 05-06: Modelos de Sistemas Distribuídos (cont.) 2 O modelo peer-to-peer Surgiu no final da década de 1970 Se tornou mundialmente

Leia mais

Arquitetura de um sistema é a especificação de sua estrutura e de seus componentes

Arquitetura de um sistema é a especificação de sua estrutura e de seus componentes Arquiteturas e Modelos de sistemas Arquitetura Arquitetura de um sistema é a especificação de sua estrutura e de seus componentes Localização dos componentes e relação entre eles Objetivo: garantir que

Leia mais

TRABALHO #1 Sistemas de Informação Distribuídos: Reflexão sobre a segurança

TRABALHO #1 Sistemas de Informação Distribuídos: Reflexão sobre a segurança DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INFORMÁTICA FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA Negócio Electrónico, 2006/2007 TRABALHO #1 Sistemas de Informação Distribuídos: Reflexão sobre a segurança

Leia mais

Modelos Arquiteturais

Modelos Arquiteturais Modelos Arquiteturais Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br Tópicos da Aula Modelos arquiteturais e-servidor Objetos distribuídos 2 O que é um modelo arquitetural? Estrutura em termos de componentes especificados

Leia mais

Tópicos em Sistemas Distribuídos. Modelos de Comunicação

Tópicos em Sistemas Distribuídos. Modelos de Comunicação Tópicos em Sistemas Distribuídos Modelos de Comunicação Comunicação em SD Comunicação entre processos Sockets UDP/TCP Comunicação em grupo Broadcast Multicast Comunicação entre processos Conceitos básicos

Leia mais

Capítulo II Modelos de Programação Distribuída (parte 2)

Capítulo II Modelos de Programação Distribuída (parte 2) Capítulo II Modelos de Programação Distribuída (parte 2) From: Coulouris, Dollimore and Kindberg Distributed Systems: Concepts and Design Edition 3, Addison-Wesley 2001 From: Cardoso, Jorge, Programação

Leia mais

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos

UNIVERSIDADE. Sistemas Distribuídos UNIVERSIDADE Sistemas Distribuídos Ciência da Computação Prof. Jesus José de Oliveira Neto Comunicação Inter-Processos Sockets e Portas Introdução Sistemas distribuídos consistem da comunicação entre processos

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br Tópicos da Aula Apresentação do curso Introdução Definição de sistemas distribuídos Exemplo Vantagens e desvantagens Convergência digital Desafios Visão

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Faculdades SENAC Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 de agosto de 2009 Introdução Um Modelo Arquiteturial dene o modo no qual os componentes de sistemas interagem e o modo no qual eles são mapeados

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Aleardo Manacero Jr.

Sistemas Distribuídos. Aleardo Manacero Jr. Sistemas Distribuídos Aleardo Manacero Jr. Conteúdo Conceitos fundamentais Estratégias de controle: relógios e algoritmos de sincronismo Serviços: arquivos e memória Corba Processamento distribuído Sistemas

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUIDOS

SISTEMAS DISTRIBUIDOS 1 2 Caracterização de Sistemas Distribuídos: Os sistemas distribuídos estão em toda parte. A Internet permite que usuários de todo o mundo acessem seus serviços onde quer que possam estar. Cada organização

Leia mais

Nomes e Endereçamento. Nomes e Endereçamento. Paradigmas em Sistemas Distribuídos. Paradigmas em Sistemas Distribuídos

Nomes e Endereçamento. Nomes e Endereçamento. Paradigmas em Sistemas Distribuídos. Paradigmas em Sistemas Distribuídos Paradigmas em Sistemas Distribuídos Paradigmas em Sistemas Distribuídos Nomes e Endereçamento Troca de Mensagens Operações emota Comunicação em Grupo Time e Clocks Sincronismo Ordenação Coordenação Consistência

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Caracterização de Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Caracterização de Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Caracterização de Sistemas Distribuídos Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.deinf.ufma.br

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos LICENCIATURA EM COMPUTAÇÃO Prof. Adriano Avelar Site: www.adrianoavelar.com Email: eam.avelar@gmail.com O que veremos hoje... Evolução Histórica Motivação Conceitos Características

Leia mais

Sistemas Distribuídos Aula 10

Sistemas Distribuídos Aula 10 Sistemas Distribuídos Aula 10 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação - UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação - UFJF Sincronização Comunicação

Leia mais

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2)

Introdução. Definição de um Sistema Distribuído (1) Definição de um Sistema Distribuído(2) Metas de Sistemas Distribuídos (2) Definição de um Sistema Distribuído (1) Introdução Um sistema distribuído é: Uma coleção de computadores independentes que aparecem para o usuário como um único sistema coerente. Definição de um Sistema

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Capítulo 1 Introdução Material de suporte às aulas de Sistemas Distribuídos de Nuno Preguiça Copyright DI FCT/ UNL / 1 NOTA PRÉVIA A apresentação utiliza algumas das figuras do livro

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Faculdades SENAC Análise e Desenvolvimento de Sistemas 12 de agosto de 2010 Conceitos Importantes em Performance Existem duas medidas comuns de performance para sistemas distribuídas: Tempo de Resposta:

Leia mais

Paradigma Cliente/Servidor

Paradigma Cliente/Servidor Paradigma Cliente/Servidor Mário Meireles Teixeira UFMA Departamento de Informática Dezembro, 2012 Comunicação em Sistemas Distribuídos! Os processos em um SD estão lógica e fisicamente separados. Precisam

Leia mais

Sistemas Distribuídos Comunicação entre Processos em Sistemas Distribuídos: Middleware de comunicação Aula II Prof. Rosemary Silveira F. Melo Comunicação em sistemas distribuídos é um ponto fundamental

Leia mais

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos

Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Arquitetura dos Sistemas de Informação Distribuídos Quando se projeta um sistema cuja utilização é destinada a ser feita em ambientes do mundo real, projeções devem ser feitas para que o sistema possa

Leia mais

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Projeto de Sistemas Distribuídos Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Agenda Introdução Exemplos de Sistemas Distribuídos Compartilhamento de Recursos e a Web Principais Desafios para a Implementação

Leia mais

MODELOS DE SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

MODELOS DE SISTEMAS DISTRIBUÍDOS MODELOS DE SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Agenda Visão geral Modelos de Arquitetura de Sistemas Distribuídos MASD Camadas de softwares Arquiteturas de sistema Variações

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064

Sistemas Distribuídos. Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Sistemas Distribuídos Professora: Ana Paula Couto DCC 064 Resiliência de Processos Comunicação Confiável Cliente-Servidor Capítulo 8 Resiliência de Processos Idéia Básica: Replicar processos em grupos,

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Introdução Frederico Madeira LPIC 1, LPIC 2, CCNA fred@madeira.eng.br www.madeira.eng.br Referências - Coulouris, G.;Dollimore, J.; Kindberg, T.; SISTEMAS DISTRIBUIDOS CONCEITOS E

Leia mais

Distributed Systems Concepts and Design

Distributed Systems Concepts and Design Distributed Systems, Cap 2, Coulouris Pag. 1 de 1 Distributed Systems Concepts and Design 2 Modelos de Sistemas Modelos de arquitetura de sistemas distribuídos, estão relacionado com o local onde estão

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Modelos e arquitecturas 14/15 Sistemas Distribuídos 1 Modelos arquitecturais 14/15 Sistemas Distribuídos 2 Camadas de Software: o Middleware Aplicações Middleware Sistema Operativo

Leia mais

Sistemas Distribuídos Grupos

Sistemas Distribuídos Grupos Sistemas Distribuídos Grupos Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Roteiro da Aula Roteiro da Aula Definição de Grupos Tipos Atomicidade Ordenamento 3 RPC Comunicação entre Pares Cliente - Servidor

Leia mais

Capítulo II Modelos de Programação Distribuída (parte 3)

Capítulo II Modelos de Programação Distribuída (parte 3) Capítulo II Modelos de Programação Distribuída (parte 3) From: Coulouris, Dollimore and Kindberg Distributed Systems: Concepts and Design Edition 3, Addison-Wesley 2001 From: Cardoso, Jorge, Programação

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos (Re)Introdução 1 Organização Definição Características essenciais dos sistemas distribuídos Desafios principais 2 Definição Um sistema distribuído é... um conjunto de componentes

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Comunicação coletiva Modelo Peer-to-Peer Slide 6 Nielsen C. Damasceno Introdução Os modelos anteriores eram realizado entre duas partes: Cliente e Servidor. Com RPC e RMI não é possível

Leia mais

Sistemas Operacionais Abertos. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Sistemas Operacionais Abertos. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Sistemas Operacionais Abertos Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Caracterização de Sistemas Distribuídos Coulouris, Dollimore and Kindberg. Distributed Systems: Concepts and

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Coulouris Capítulo 4

Sistemas Distribuídos. Coulouris Capítulo 4 Sistemas Distribuídos Coulouris Capítulo 4 Mensagens Para comunicar-se com outros processos, um processo envia uma MENSAGEM para um DESTINO; um outro processo nesse destino recebe a mensagem. As operações

Leia mais

Comunicação. Parte II

Comunicação. Parte II Comunicação Parte II Carlos Ferraz 2002 Tópicos Comunicação Cliente-Servidor RPC Comunicação de objetos distribuídos Comunicação em Grupo Transações Atômicas Comunicação Stream 2 Comunicação cliente-servidor

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Introdução. Edeyson Andrade Gomes. www.edeyson.com.br

Sistemas Distribuídos. Introdução. Edeyson Andrade Gomes. www.edeyson.com.br Sistemas Distribuídos Introdução Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Agenda Definição de Sistemas Distribuídos Evolução Histórica Exemplos Comparação com Sistemas Centralizados Conclusão 2 Definição

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS (1. CICLO)

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS (1. CICLO) SISTEMAS DISTRIBUÍDOS (1. CICLO) Capítulo 1 Introdução Material de suporte às aulas de Sistemas Distribuídos de Nuno Preguiça Copyright DI FCT/ UNL / 1 NOTA PRÉVIA A apresentação utiliza algumas das figuras

Leia mais

Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br

Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br Modelos Arquiteturais Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br Tópicos da Aula! Cliente-servidor! Peer processes (P2P)! Objetos distribuídos 2003 Carlos A. G. Ferraz 2 O que é um modelo arquitetural?! Estrutura

Leia mais

http://www.cin.ufpe.br/~sd/disciplinas/sd/grad Características Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br

http://www.cin.ufpe.br/~sd/disciplinas/sd/grad Características Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br http://www.cin.ufpe.br/~sd/disciplinas/sd/grad Características Carlos Ferraz cagf@cin.ufpe.br Características O que são os Sistemas Distribuídos? Benefícios : Não são consequências automáticas da distribuição;

Leia mais

Capítulo I Introdução aos Sistemas Distribuídos

Capítulo I Introdução aos Sistemas Distribuídos Capítulo I Introdução aos Sistemas Distribuídos From: Wolfgang Emmerich Engineering Distributed Objects John Wiley & Sons, Ltd 2000 From: Coulouris, Dollimore and Kindberg Distributed Systems: Concepts

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Introdução

Sistemas Distribuídos. Introdução Sistemas Distribuídos Introdução Definição Processos Um sistema distribuído é um conjunto de computadores independentes, interligados por uma rede de conexão, executando um software distribuído. Executados

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Introdução. Edeyson Andrade Gomes. www.edeyson.com.br

Sistemas Distribuídos. Introdução. Edeyson Andrade Gomes. www.edeyson.com.br Sistemas Distribuídos Introdução Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br SUMÁRIO Definições Características Desafios Vantagens Desvantagens 2 Definições DEFINIÇÕES Um sistema distribuído é uma coleção

Leia mais

Camadas de Serviço de Hardware e Software em Sistemas Distribuídos. Introdução. Um Serviço Provido por Múltiplos Servidores

Camadas de Serviço de Hardware e Software em Sistemas Distribuídos. Introdução. Um Serviço Provido por Múltiplos Servidores Camadas de Serviço de Hardware e Software em Sistemas Distribuídos Arquiteutra de Sistemas Distribuídos Introdução Applications, services Adaptação do conjunto de slides do livro Distributed Systems, Tanembaum,

Leia mais

Sistemas Distribuídos Aula 15

Sistemas Distribuídos Aula 15 Sistemas Distribuídos Aula 15 Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação - UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação - UFJF 8. Tolerância a Falha

Leia mais

Sincronização em Sistemas Distribuídos

Sincronização em Sistemas Distribuídos Sincronização em Sistemas Distribuídos Prof. Raul Ceretta Nunes Curso de Ciência da Computação ELC1018 - Sistemas Distribuídos 1 Sincronização em SD baseada no tempo real (absoluto) baseada na ordem relativa

Leia mais

Programação Distribuída

Programação Distribuída Unidade 4 Programação Distribuída Introdução de Sistemas Distribuídos Modelos de Sistemas Distribuídos Comunicação entre Processos Parte do material é retirado do Livro: From Coulouris, Dollimore and Kindberg

Leia mais

Características Básicas de Sistemas Distribuídos

Características Básicas de Sistemas Distribuídos Motivação Crescente dependência dos usuários aos sistemas: necessidade de partilhar dados e recursos entre utilizadores; porque os recursos estão naturalmente em máquinas diferentes. Demanda computacional

Leia mais

Sistemas Distribuídos (DCC/UFRJ)

Sistemas Distribuídos (DCC/UFRJ) Sistemas Distribuídos (DCC/UFRJ) Aula 1: 4 de abril de 2016 1 Conceitos básicos sobre sistemas distribuídos 2 Computação distribuída Computação distribuída A computação distribuída envolve o projeto, implementação

Leia mais

Comunicação entre processos (grupos) COMUNICAÇÃO ENTRE PROCESSOS Comunicação de grupo. Comunicação entre processos (grupos)

Comunicação entre processos (grupos) COMUNICAÇÃO ENTRE PROCESSOS Comunicação de grupo. Comunicação entre processos (grupos) Comunicação one-to-one Forma mais simples de comunicação entre processos point-to-point, ou unicast COMUNICAÇÃO ENTRE PROCESSOS Comunicação de grupo Algumas aplicações comunicação entre grupos de processos

Leia mais

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos

Arquitetura de Sistemas Distribuídos. Introdução a Sistemas Distribuídos Introdução a Sistemas Distribuídos Definição: "Um sistema distribuído é uma coleção de computadores autônomos conectados por uma rede e equipados com um sistema de software distribuído." "Um sistema distribuído

Leia mais

Comunicação Inter-Processos. Prof. Adriano Fiorese. Conceitos Iniciais

Comunicação Inter-Processos. Prof. Adriano Fiorese. Conceitos Iniciais Comunicação Inter-Processos Conceitos Iniciais 1 Características para Comunicação Inter-Processos. Passagem de Mensagem pode ser suportada por duas operações de comunicação (send e receive). A comunicação

Leia mais

Sistemas Distribuídos Introdução a Segurança em Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Introdução a Segurança em Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Introdução a Segurança em Sistemas Distribuídos Departamento de Informática, UFMA Graduação em Ciência da Computação Francisco José da Silva e Silva 1 Introdução Segurança em sistemas

Leia mais

Tempo e estados globais. Tempo. Tempo. Sincronização de relógios físicos. Sincronização de relógios físicos: drift

Tempo e estados globais. Tempo. Tempo. Sincronização de relógios físicos. Sincronização de relógios físicos: drift Tempo e estados globais Tempo Capítulo 10 - Introdução Noções iniciais: tempo em S, drift, skew, UTC Sincronização de relógios físicos lgoritmo de Christian lgoritmo de erkeley Protocolo NTP Tempo lógico

Leia mais

Visão do Usuário da DSM

Visão do Usuário da DSM Memória Compartilhada Distribuída Visão Geral Implementação Produtos 1 Memória Compartilhada Distribuída Mecanismos tradicionais de comunicação via RPC/RMI ou mensagens deixam explícitas as interações

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos 1 de 9 Sistemas Distribuídos O que é um sistema distribuído? Um conjunto de computadores autonomos a) interligados por rede b) usando um software para produzir uma facilidade de computação integrada. Qual

Leia mais

Distributed Systems Principles and Paradigms

Distributed Systems Principles and Paradigms Distributed Systems Principles and Paradigms Maarten van Steen VU Amsterdam, Dept. Computer Science (Tradução e Adaptação Ricardo Anido - IC/Unicamp) Capítulo 04: Comunicação Versão: 20 de março de 2014

Leia mais

Conceitos de Segurança em Sistemas Distribuídos

Conceitos de Segurança em Sistemas Distribuídos Conceitos de Segurança em Sistemas Distribuídos Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.ufma.br 30 de novembro de 2011

Leia mais

Grupos de Processos (Comunicação Grupal)

Grupos de Processos (Comunicação Grupal) Grupos de Processos (Comunicação Grupal) Roteiro Definição de Grupos Tipos (organização) de grupos Atomicidade Ordenação de mensagens 2 RPC Comunicação entre Pares (duas partes) Cliente - Servidor Comunicação

Leia mais

Segurança Internet. Fernando Albuquerque. fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589

Segurança Internet. Fernando Albuquerque. fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589 Segurança Internet Fernando Albuquerque fernando@cic.unb.br www.cic.unb.br/docentes/fernando (061) 273-3589 Tópicos Introdução Autenticação Controle da configuração Registro dos acessos Firewalls Backups

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Criptografia e Criptografia Simétrica

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Criptografia e Criptografia Simétrica Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Criptografia e Criptografia Simétrica Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA

Leia mais

Sincronização em SDs I. Bruno M. Carvalho Sala: 3B2 Horário: 35T34

Sincronização em SDs I. Bruno M. Carvalho Sala: 3B2 Horário: 35T34 Sincronização em SDs I Bruno M. Carvalho Sala: 3B2 Horário: 35T34 Introdução Sincronização em SDs consiste na aplicação de técnicas que fazem com que os processos concordem com o tempo ou a ordem de ocorrência

Leia mais

Sincronização. Tempo e Relógios. Sincronização de Relógios - Algoritmo de Cristian - Algoritmo de Berkeley - Network Time Protocol

Sincronização. Tempo e Relógios. Sincronização de Relógios - Algoritmo de Cristian - Algoritmo de Berkeley - Network Time Protocol Sincronização Tempo e Relógios Sincronização de Relógios - Algoritmo de Cristian - Algoritmo de Berkeley - Network Time Protocol 1 O papel do tempo Crucial na ordenação de eventos Tempo Real? - Função

Leia mais

Sistemas Distribuídos Sincronização de Relógios. Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br

Sistemas Distribuídos Sincronização de Relógios. Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Sistemas Distribuídos Sincronização de Relógios Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Roteiro da Aula Definições Clock Físico Cristian Berkeley Clock Lógico Lamport 2 Definições Clock Físico Dia Solar

Leia mais

Middleware. Camada Intermediária de Suporte a Sistemas Distribuídos

Middleware. Camada Intermediária de Suporte a Sistemas Distribuídos Middleware Camada Intermediária de Suporte a Sistemas Distribuídos Alternativas de comunicação entre processos (IPC) Mecanismos de IPC tradicionais (ou de baixo nível) Memória compartilhada, filas de mensagens,

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Faculdades SENAC Análise e Desenvolvimento de Sistemas 1 de agosto de 2009 Membership Grupos dinâmicos Membros entram e saem dos grupos Membros podem falhar (crash) Grupos são criados e destruídos em tempo

Leia mais

Ciência de Computadores Sistemas Distribuídos e Móveis

Ciência de Computadores Sistemas Distribuídos e Móveis Ciência de Computadores Sistemas Distribuídos e Móveis Lista de Exercícios Data: 4 de Novembro de 2013 Questões sobre o capítulo 1, Tanenbaum & van Steen: Fundamentos 1) Explique o significado de transparência,

Leia mais

Sistemas distribuídos:comunicação

Sistemas distribuídos:comunicação M. G. Santos marcela@estacio.edu.br Faculdade Câmara Cascudo - Estácio de Sá 16 de abril de 2010 Formas de comunicação Produtor-consumidor: comunicação uni-direccional, com o produtor entregando ao consumidor.

Leia mais

Sistemas Distribuídos. Modelos Arquiteturais

Sistemas Distribuídos. Modelos Arquiteturais 1 Sistemas Distribuídos Modelos Arquiteturais Joinvile Batista Junior Modelos Arquiteturais A : Dificuldades e Ameaças aos SDs B : Arquitetura de SDs C : Modelos de Sistemas Distribuídos D : Variações

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Introdução Aplicações em rede de computadores As redes de computadores atualmente estão em todos os lugares. Ex.: Internet, redes de telefones móveis, redes corporativas, em fábricas,

Leia mais

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com

Projeto de Sistemas Distribuídos. Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Projeto de Sistemas Distribuídos Prof. Andrêza Leite andreza.lba@gmail.com Exemplos de SD Quais podem ser? Ex. de SD: Internet Internet é um conjunto de redes de computadores, de muitos tipos diferentes,

Leia mais

Segurança em Sistemas Distribuídos

Segurança em Sistemas Distribuídos Segurança em Sistemas Distribuídos Segurança confidencialidade autenticidade integridade não repudiação } comunicação Ameaças interceptação interrupção modificação fabricação ataques a canais de comunicação

Leia mais

Capítulo I Introdução aos Sistemas Distribuídos

Capítulo I Introdução aos Sistemas Distribuídos Capítulo I Introdução aos Sistemas Distribuídos From: Wolfgang Emmerich Engineering Distributed Objects John Wiley & Sons, Ltd 2000 From: Coulouris, Dollimore and Kindberg Distributed Systems: Concepts

Leia mais

Caracterização de Sistemas Distribuídos

Caracterização de Sistemas Distribuídos Aula 1 Caracterização de Sistemas Distribuídos Prof. Dr. João Bosco M. Sobral mail: bosco@inf.ufsc.br - página: http://www.inf.ufsc.br/~bosco Rodrigo Campiolo mail: rcampiol@inf.ufsc.br - página: http://ww.inf.ufsc.br/~rcampiol

Leia mais

Resumo. Introdução Classificação Fases Curiosidades

Resumo. Introdução Classificação Fases Curiosidades Tolerância à falha Resumo Introdução Classificação Fases Curiosidades Introdução Sistemas Tolerantes a Falhas são aqueles que possuem a capacidade de continuar provendo corretamente os seus serviços mesmo

Leia mais

Sistemas de Arquivos Distribuídos. Universidade Federal do ABC Prof. Dr. Francisco Isidro Massetto

Sistemas de Arquivos Distribuídos. Universidade Federal do ABC Prof. Dr. Francisco Isidro Massetto Sistemas de Arquivos Distribuídos Universidade Federal do ABC Prof. Dr. Francisco Isidro Massetto Conceitos Dois tipos Stateless Statefull Statefull Mantém informações de estado Nome do arquivo Ponteiro

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUIDOS Ano Lectivo 2015/2016

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUIDOS Ano Lectivo 2015/2016 Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUIDOS Ano Lectivo 2015/2016 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Engenharia Informática 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Comunicação de Grupos Peer to Peer Comunicação de Grupos Modelos Anteriores - Comunicação envolvia somente duas partes. RPC não permite comunicação de um processo com vários outros

Leia mais

Exclusão Mútua em Sistemas Distribuídos

Exclusão Mútua em Sistemas Distribuídos Exclusão Mútua em Sistemas Distribuídos Recurso deve ser utilizado por apenas um processo de cada vez, com garantia de justiça ausência de deadlock ausência de livelock Premissas: processos não falham

Leia mais

AULA 5. Embora o termo segurança da informação já diga muito, é interessante descrever um pouco mais sobre objetivos da segurança de informação.

AULA 5. Embora o termo segurança da informação já diga muito, é interessante descrever um pouco mais sobre objetivos da segurança de informação. AULA 5 OBJETIVOS EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Embora o termo segurança da informação já diga muito, é interessante descrever um pouco mais sobre objetivos da segurança de informação. Podemos listar como

Leia mais

Tolerância a Faltas. 8/28/2003 José Alves Marques. Sistema Computacional

Tolerância a Faltas. 8/28/2003 José Alves Marques. Sistema Computacional Tolerância a Faltas Sistema Computacional Sistema computacional: Formado por um conjunto de componentes internas Contém um estado interno Está sujeito a um conjunto de entradas, ou estímulos externos Tem

Leia mais

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING http://www.uniriotec.br/~tanaka/tin0036 tanaka@uniriotec.br Bancos de Dados Distribuídos Conceitos e Arquitetura Vantagens das Arquiteturas C/S (em relação

Leia mais

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa.

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa. CLUSTERS Pode-se pegar uma certa quantidade de servidores e juntá-los para formar um cluster. O serviço então é distribuído entre esses servidores como se eles fossem uma máquina só. Um cluster de servidores

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Universidade Federal do Pará Campus Universitário de Marabá Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação Sistemas Distribuídos Prof.: Warley Junior warleyjunior05@gmail.com Plano de Ensino. Turma SI

Leia mais

3. Comunicação em Sistemas Distribuídos

3. Comunicação em Sistemas Distribuídos 3. Comunicação em 3.1.Troca de mensagens As mensagens são objetos de dados cuja estrutura e aplicação são definidas pelas próprias aplicações que a usarão. Sendo a troca de mensagens feita através de primitivas

Leia mais

Programação Distribuída

Programação Distribuída Unidade 4 Programação Distribuída Transações Distribuídas O que são? São sistemas compostos por diversas partes cooperantes que são executadas em máquinas diferentes interconectadas por uma rede Exemplos

Leia mais

Sistemas Distribuídos 59. Sistemas Distribuídos 61. "Receive não-bloqueante:

Sistemas Distribuídos 59. Sistemas Distribuídos 61. Receive não-bloqueante: Comunicação entre processos! Memória Compartilhada: " os processo compartilham variáveis e trocam informações através do uso dessas variáveis compartilhadas COMUNICAÇÃO ENTRE PROCESSOS P1 Área Compartilhda!

Leia mais

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s):

Professor(es): Fernando Pirkel. Descrição da(s) atividade(s): Professor(es): Fernando Pirkel Descrição da(s) atividade(s): Definir as tecnologias de redes necessárias e adequadas para conexão e compartilhamento dos dados que fazem parte da automatização dos procedimentos

Leia mais

Sistemas Distribuídos e Paralelos

Sistemas Distribuídos e Paralelos Sistemas Distribuídos e Paralelos Tolerância a Falhas Ricardo Mendão Silva Universidade Autónoma de Lisboa r.m.silva@ieee.org January 14, 2015 Ricardo Mendão Silva (UAL) Sistemas Distribuídos e Paralelos

Leia mais

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Ano Lectivo 2012/2013

UNIVERSIDADE LUSÍADA DE LISBOA. Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Ano Lectivo 2012/2013 Programa da Unidade Curricular SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Ano Lectivo 2012/2013 1. Unidade Orgânica Ciências da Economia e da Empresa (1º Ciclo) 2. Curso Informática 3. Ciclo de Estudos 1º 4. Unidade Curricular

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sincronização Referência Sistemas operacionais modernos Andrew S. TANENBAUM Prentice-Hall, 995 Seção. pág. 36-325 2 Conteúdo Relógios lógicos Algoritmo de Lamport Relógios físicos Algoritmos para sincronização

Leia mais

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 06 Criptografia e Esteganografia

www.projetoderedes.com.br Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício AULA 06 Criptografia e Esteganografia Gestão da Segurança da Informação Professor: Maurício Criptografia A forma mais utilizada para prover a segurança em pontos vulneráveis de uma rede de computadores é a utilização da criptografia. A criptografia

Leia mais

Exercícios do livro: Tecnologias Informáticas Porto Editora

Exercícios do livro: Tecnologias Informáticas Porto Editora Exercícios do livro: Tecnologias Informáticas Porto Editora 1. Em que consiste uma rede de computadores? Refira se à vantagem da sua implementação. Uma rede de computadores é constituída por dois ou mais

Leia mais

Comunicação em Sistemas Distribuídos

Comunicação em Sistemas Distribuídos Comunicação em Sistemas Distribuídos A diferença mais importante entre os Sistemas Distribuídos e os Sistemas Uniprocessadores é a comunicação inter-processo. Nos uniprocessadores esta comunicação é feita

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS CUP Disk Memoey CUP Memoey Disk Network CUP Memoey Disk Comunicação em Sistemas Distribuídos Sumário Modelo Cliente e Servidor Troca de Mensagens Remote Procedure Call Comunicação

Leia mais

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS

SISTEMAS DISTRIBUÍDOS SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Modelo cliente e servidor Slide 2 Nielsen C. Damasceno Modelos Cliente - Servidor A principal diferença entre um sistema centralizado e um sistema distribuído está na comunicação

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Computação Aula 01-02: Introdução 2o. Semestre / 2014 Prof. Jesus Agenda da Apresentação Definição e surgimento de Sistemas Distribuídos Principais aspectos de Sistemas Distribuídos

Leia mais

Segurança em Sistemas Informáticos

Segurança em Sistemas Informáticos Segurança em Sistemas Informáticos Politicas de Segurança Quando é que se torna necessário uma política de segurança? Quando existe um Bem Num espaço partilhado Uma politica de segurança procura garantir

Leia mais

Sistemas Distribuídos

Sistemas Distribuídos Sistemas Distribuídos Referências Caracterização de Sistemas Distribuídos Sistemas operacionais modernos Andrew S. TANENBAUM Prentice-Hall, 1995 Capítulo 9 Seções 9.1 a 9.3 Distributed Systems: concept

Leia mais

Sumário: Segurança da Informação Segurança nos Sistemas operativos M Ó D U L O 1

Sumário: Segurança da Informação Segurança nos Sistemas operativos M Ó D U L O 1 Escola Secundária Alberto Sampaio 2012/2013 Sumário: Segurança da Informação Segurança nos Sistemas operativos 2 Gestão de I/O Categorias Controladores Memória Secundária Interface Homem-Máquina Drivers

Leia mais

Wireless LAN (IEEE 802.11x)

Wireless LAN (IEEE 802.11x) Wireless LAN (IEEE 802.11x) WLAN: Wireless LAN Padrão proposto pela IEEE: IEEE 802.11x Define duas formas de organizar redes WLAN: Ad-hoc: Sem estrutura pré-definida. Cada computador é capaz de se comunicar

Leia mais