O PAPEL DOS MORFEMAS NO BLOQUEIO OU ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O PAPEL DOS MORFEMAS NO BLOQUEIO OU ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS"

Transcrição

1 2177 O PAPEL DOS MORFEMAS NO BLOQUEIO OU ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS Juliana Camargo Zani USP Introdução O objetivo do presente trabalho é verificar o papel do morfema no bloqueio e/ou alçamento das vogais médias no português brasileiro. Para testar a presente hipótese, será utilizada a teoria proposta por Lee(1995), que classifica os morfemas derivacionais em dois níveis lexicais. Câmara Jr. (1970) descreve o sistema vocálico do português brasileiro como um sistema com sete vogais em posição tônica (a, ɛ, e, i, ɔ, o, u) que se reduz a cinco vogais em posição prétônica (a, e, i, o, u). Esta redução ocorre devido à perda do traço que distingue entre si as vogais médias. Tal processo de perda de traços distintivos e, por conseguinte, a elevação da vogal média, foi chamada por Câmara Jr. (1970) de neutralização. A neutralização é um processo extremamente produtivo na língua, porém, existem casos em que o sistema proposto por Câmara Jr. (1970) não ocorre. Os casos analisados são derivações nas quais a vogal média baixa não é alçada a vogal média alta, mesmo em posição átona, como em (1): 1- a) caf[ɛ] - caf[ɛ]zinho b) forr[ɔ] - forr[ɔ]zão *forr[o]zão c) mulh[ɛ]r - mulh[ɛ]rzona *mulh[e]rzona Uma análise feita por Lee (1995) do português brasileiro propõe que o alçamento é bloqueado quando na palavra derivada é acrescentado um morfema, pelo autor denominado de formação produtiva, tal como o morfema de diminutivo [(caf[ɛ] - caf[ɛ]zinho)]. Essa explicação esclarece o que ocorre no exemplo (1a), porém não esclarece o que ocorre no exemplo (1b). O autor propõe que há duas categorias de sufixos derivacionais na língua: a primeira são os sufixos denominados por ele de sufixos de nível α, tal como os sufixos {-aria}, {- eiro}, {-eza}, {-ário} entre outros. Outra categoria proposta pelo autor são os sufixos de nível β, as chamadas formações produtivas. Dentre sufixos denominados de formação produtiva, estão os sufixos {-mente}, {-íssimo}, {-inho} e {-zinho}. Segundo o autor, apenas os sufixos de nível β bloqueiam a neutralização vocálica das vogais médias em posição átona, tal como demonstra o exemplo (2): 2- a) b[ɛ]la - b[ɛ]lamente b)b[ɛ]lo - b[ɛ]líssimo c) f[ɛ]sta -f[ɛ]stinha d) forr[ɔ] - forr[ɔ]zinho Diante da classificação apresentada por Lee (1995) serão verificadas as seguintes hipóteses: i) O tipo de morfema acrescentado na derivação bloqueia ou permite o alçamento vocálico?

2 2178 ii) iii) Comparando-se os morfemas, há algum tipo de morfema que indique um resultado maior? Há alguma diferença quantitativa na porcentagem de bloqueio do alçamento vocálico entre os sufixos de diminutivo? Metodologia Para testar as hipóteses foram gravados 112 substantivos derivados, por 20 informantes, totalizando palavras. Todos os informantes curvavam o ensino superior e a possuíam a faixa etária de 20 anos. O critério para a montagem do experimento foi derivar palavras que possuíam vogais médio-baixas na raiz com sufixos classificados por Lee (1995) como sufixos de nível α e de nível β. Neste experimento foram testados apenas os sufixos β {-inho} e {-zinho} já que foi restringida a classe de palavras e sufixos testados: apenas palavras substantivas e sufixos que derivassem substantivos criando substantivos. As palavras foram apresentadas isoladamente, em uma apresentação montada no Power Point, a montagem do experimento consistiu na combinação de palavras alvo e distratoras e os informantes tinham como tarefa lê-las da forma mais natural possível, sem indicação ou avaliação de pronúncias corretas ou não. Entre as palavras alvo do experimento foram inseridas palavras distratoras, algumas dessas possuíam vogais médio-altas, tal como bebê e bolo, já outras palavras foram escolhidas de forma aleatória, tal como cabelo e rato. Resultados e Discussão O primeiro resultado a ser mostrado é da comparação do que ocorre com bloqueio e alçamento nos contextos em que ocorrem sufixos α e β. Os dados obtidos no experimento estão abaixo na Tabela 1: -α 42% (508) 58% (692) 1200(60*20) -β 79%(524) 21% (136) 660 (33*20) Tabela 1: Comparação entre as porcentagens de bloqueio e alçamento nos sufixos α e β Como é possível observar, os dados obtidos corroboram a teoria de Lee (1995), que propõe que os sufixos chamados por ele de formação produtiva possuem a propriedade de bloquear o alçamento vocálico das vogais médio-baixas, uma vez que podemos perceber, neste contexto ocorreu 79% de bloqueio (cf. 3 a e b). No entanto, os resultados indicam que a aplicação desta propriedade não ocorre em todos os casos já que ocorreu 21% de alçamento nestes contextos (cf. 3 c e d). 3- a) f[ɛ]sta -f[ɛ]stinha b) b[ɔ]la -b[ɔ]linha c) alg[ɔ]z - alg[o]zinho d) chancel[ɛ]r chancel[e]r Os exemplos 3 c e d) foram obtidos na produção de alguns informantes. O que também chama a atenção nestes dados são os resultados obtidos nos contextos em que ocorrem os sufixos α. Nestes contextos, a previsão seria a aplicação do processo de alçamento

3 2179 em todos os contextos, ou uma diferença grande entre porcentagem de alçamento e bloqueio em prol do alçamento vocálico. Porém, os resultados indicam uma diferença de apenas 12% entre a aplicação dos dois processos, apesar da previsão de uma porcentagem maior de alçamento ser obtida. Nos exemplos 4) abaixo estão alguns dados obtidos neste contexto: 4- a)forr[ɔ] -a)forr[ɔ]zão b) abric[ɔ] abric[o]teiro c) caf[ɛ] -caf[ɛ]zão d) s[ɛ]la s[e]lim Estes valores podem indicar que ou a aplicação destes processos é feita de maneira aleatória neste contexto, ou que existe algum tipo de sufixo classificado como sufixo α que influencia neste resultado. Analisando mais detalhadamente os sufixos α, obtém-se os seguintes resultados: -ÃO/ -ZÃO/-ONA /-ZONA 70%(477) 30% (203) 680 (34*20) -EIRO/-EIRA 0,6% (1) 99,4%(159) 160 (8*20) -IA/ -ARIA 1,6% (1) 98,4% (59) 60 (3*20) -ADA 4%(3) 96%(77) 80 (4*20) -IM/-ETA/-ILHA 20% (20) 80% (80) 100(5*20) -ENTO 0% (0) 100% (20) 20 (1*20) -AGEM/URA 0% (0) 100% (60) 60 (3*20) Tabela 2: Porcentagem de bloqueio e alçamento dos sufixos α. Os resultados da tabela acima descartam a possibilidade de aplicação dos processos de alçamento e bloqueio nas vogais médio-baixas de forma aleatória, já que a maioria dos sufixos possui uma grande porcentagem de alçamento, alguns obtendo uma porcentagem de 100% deste processo. Contudo a segunda possibilidade, a existência de algum sufixo de influencie no resultado, é comprovada. Se for observado o comportamento dos sufixos aumentativos, pode-se afirmar que estes apresentam uma tendência contrária à tendência esperada pelos sufixos classificados como α. Nos sufixos aumentativos ocorrem 70% de bloqueio enquanto em outros contextos, como com os sufixos {-agem} e {-ura} a porcentagem de alçamento chega a 100%. Se forem comparados os resultados dos sufixos de nível β, com os resultados obtidos com os sufixos de aumentativo, observa-se uma semelhança entre as porcentagens e as tendências. Uma questão que emerge diante destes resultados é se há, dentro da classe dos sufixos aumentativos, algum sufixo que exerça a influência nos resultados totais ou se esta tendência é apresentada por todos os sufixos. Analisando mais detalhadamente os sufixos aumentativos, têm-se os seguintes dados:

4 2180 -ZÃO 77% (124) 23% (36) 160(8*20) -ÃO 60% (109) 40% (71) 180(9*20) -ZONA 95%(38) 5% (02) 40 (2*20) -ONA 69% (206) 31% (94) 300(15*20) Tabela 3: Porcentagem de bloqueio e alçamento dos sufixos aumentativos Os dados da tabela acima indicam que o comportamento de bloquear o alçamento das vogais médio-baixas ocorre em todos os sufixos. As porcentagens de bloqueio variaram entre 60% e 95%, porém este comportamento é mais acentuado nos sufixos iniciados por /z/ ({-zão} e {-zona}), chegando o sufixo {-zona} obter 95% de bloqueio. De acordo com os dados observados, os sufixos aumentativos possuem características extremamente semelhantes as características apontadas por Lee (1995) dos sufixos chamados de formação produtiva, contudo convém analisar mais detalhadamente o comportamento dos sufixos β para poder realizar esta comparação. Analisando detalhadamente os sufixos β obtêm-se os seguintes resultados: -ZINHO 77% (231) 23% (69) 300 (15*20) -INHO 81% (293) 19% (67) 360 (18*20) Tabela 4: Porcentagem de bloqueio e alçamento dos sufixos diminutivos Os resultados indicam que ambos os sufixos diminutivos apresentam uma forte tendência a realizar o bloqueio do alçamento vocálico, porém, ao contrário dos resultados apresentados nos dados dos sufixos aumentativos, a tendência de bloqueio se mostra mais acentuada com o sufixo {- inho}. Comparando os dados da Tabela 3 e 4, observa-se que todos os sufixos possuem a tendência de bloquear o alçamento vocálico das vogais médio-baixas. As porcentagens de alçamento variaram entre 60% e 95%. As tendências são mais acentuadas nos resultados com os morfemas {-inho}, {- zão} e {-zona}. Deve ser ressaltado que, apesar da semelhança de comportamento entre os sufixos aumentativos, classificados como sufixos α, e os sufixos diminutivos, classificados como sufixos β, não se pode afirmar que ambos pertencem à mesma classe, já que Lee (1995), em sua proposta sobre os sufixos derivacionais de nível β, apresentou uma lista de características que justificam a criação de uma classe de sufixos derivacionais em outro nível lexical, sendo que o bloqueio do alçamento vocálico é apenas uma das características. Considerações Finais Os resultados obtidos no experimento indicam que o tipo de morfema acrescentado na derivação influencia na ocorrência do bloqueio ou alçamento vocálico. Como foi visto, na maioria dos contextos com sufixos α, ocorre o alçamento das vogais médio-baixas. Já com a maioria dos sufixos β, ocorre o bloqueio do alçamento das vogais médio-baixas. Também foi observado que os morfemas de aumentativo, classificados como morfemas α, possuem a propriedade de bloquear o alçamento vocálico, tal como os sufixos de diminutivo. Analisando mais detalhadamente os morfemas, foi visto que entre os sufixos de diminutivo e aumentativo, existem alguns que possuem uma tendência mais acentuada de bloquear o alçamento vocálico. Estes sufixos são os {-inho}, {-zão} e {-zona}. Enfim, os resultados corroboram com a proposta de Lee (1995), demonstrando que, de acordo com a classificação feita pelo autor, as formações produtivas bloqueiam a neutralização vocálica no dialeto da cidade de São Paulo. A pesquisa demonstrou que o comportamento dos

5 2181 sufixos indicadores de aumentativo é semelhante aos sufixos de diminutivo, um fato novo para esta proposta. Referências Mattoso Câmara Jr., J. (1987) Estrutura da Língua Portuguesa.Petrópolis: Vozes. Lee, S. (1995). Morfologia e fonologia lexical do português do Brasil. Tese de doutoramento. Campinas: Unicamp.

Aspectos fonético-fonológicos de palavras complexas formadas por -inho, -zinho, -mente e -íssimo no PB

Aspectos fonético-fonológicos de palavras complexas formadas por -inho, -zinho, -mente e -íssimo no PB Aspectos fonético-fonológicos de palavras complexas formadas por -inho, -zinho, -mente e -íssimo no PB Camila Witt Ulrich 1 1 Introdução Neste trabalho, investigamos o status das sílabas consideradas pretônicas

Leia mais

QUE ESTRATÉGIAS UTILIZAM CRIANÇAS DAS SÉRIES INICIAIS PARA A EVITAÇÃO DO HIATO? GRASSI, Luísa Hernandes¹; MIRANDA, Ana Ruth Moresco 2. 1.

QUE ESTRATÉGIAS UTILIZAM CRIANÇAS DAS SÉRIES INICIAIS PARA A EVITAÇÃO DO HIATO? GRASSI, Luísa Hernandes¹; MIRANDA, Ana Ruth Moresco 2. 1. QUE ESTRATÉGIAS UTILIZAM CRIANÇAS DAS SÉRIES INICIAIS PARA A EVITAÇÃO DO HIATO? GRASSI, Luísa Hernandes¹; MIRANDA, Ana Ruth Moresco 2. ¹FaE (FAPERGS)UFPel,luisagrassi@hotmail.com;²PPGE-FaE/UFPel,ramil@ufpel.tc

Leia mais

A harmonização vocálica nas vogais médias pretônicas dos verbos na

A harmonização vocálica nas vogais médias pretônicas dos verbos na A harmonização vocálica nas vogais médias pretônicas dos verbos na variedade do interior paulista Márcia Cristina do Carmo (FAPESP 06/59141-9) Orientadora: Profa. Dra. Luciani Ester Tenani UNESP Câmpus

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, LETRAS E CIÊNCIAS HUMANAS DEPARTAMENTO DE LINGUÍSTICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SEMIÓTICA E LINGUÍSTICA JULIANA CAMARGO ZANI O ALÇAMENTO DAS VOGAIS

Leia mais

Fonêmica. CRISTÓFARO SILVA, Thaïs. Fonética e fonologia do português: roteiro de estudos e guia de exercícios. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2009.

Fonêmica. CRISTÓFARO SILVA, Thaïs. Fonética e fonologia do português: roteiro de estudos e guia de exercícios. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2009. Fonêmica CRISTÓFARO SILVA, Thaïs. Fonética e fonologia do português: roteiro de estudos e guia de exercícios. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2009. Prof. Cecília Toledo cissa.valle@hotmail. com 1) Sali 2)

Leia mais

Minas Gerais pertence à área de falar baiano, à área de falar sulista, à área de falar fluminense e à área de falar mineiro, conforme Nascentes (1953)

Minas Gerais pertence à área de falar baiano, à área de falar sulista, à área de falar fluminense e à área de falar mineiro, conforme Nascentes (1953) VARIAÇÃO DAS VOGAIS MÉDIAS PRÉ-TÔNICAS NO FALAR DE BELO HORIZONTE: UM ESTUDO EM TEMPO APARENTE Amanda Felicori de Carvalho e Maria do Carmo Viegas Minas Gerais pertence à área de falar baiano, à área de

Leia mais

Fonêmica do português

Fonêmica do português Fonêmica do português CRISTÓFARO SILVA, Thaïs. Fonética e fonologia do português: roteiro de estudos e guia de exercícios. 9. ed. São Paulo: Contexto, 2009. Prof. Cecília Toledo cissa.valle@hotmail. com

Leia mais

BOLETIM CLIMATOLÓGICO TRIMESTRAL DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO IAG/USP - Dez/ Jan/ Fev/ Verão -

BOLETIM CLIMATOLÓGICO TRIMESTRAL DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO IAG/USP - Dez/ Jan/ Fev/ Verão - BOLETIM CLIMATOLÓGICO TRIMESTRAL DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO IAG/USP - Dez/2014 - Jan/2015 - Fev/2015 - - Verão - Seção Técnica de Serviços Meteorológicos Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências

Leia mais

CERT-A CERT-O CERT-A-MENTE CERT-EZA A - CERT - A - R

CERT-A CERT-O CERT-A-MENTE CERT-EZA A - CERT - A - R CERT-A CERT-O CERT-A-MENTE CERT-EZA A - CERT - A - R A palavra é subdivida em partes menores, chamadas de elementos mórficos. MORFEMAS SÃO UNIDADES MÍNIMAS DE SIGNIFICAÇÃO Exemplos: gatinho = gat + inh+o

Leia mais

A ELISÃO DA VOGAL /o/ EM FLORIANÓPOLIS-SC RESULTADOS PRELIMINARES

A ELISÃO DA VOGAL /o/ EM FLORIANÓPOLIS-SC RESULTADOS PRELIMINARES A ELISÃO DA VOGAL /o/ EM FLORIANÓPOLIS-SC RESULTADOS PRELIMINARES Letícia Cotosck Vargas (PUCRS/PIBIC- CNPq 1 ) 1. INTRODUÇÃO Esta pesquisa tem por objetivo examinar um dos processos de sândi externo verificados

Leia mais

Português 1º ano João J. Processos de Formação de Palavras

Português 1º ano João J. Processos de Formação de Palavras Português 1º ano João J. Processos de Formação de Palavras ESTRUTURA E PROCESSOS DE FORMAÇÃO DAS PALAVRAS ESTRUTURA DAS PALAVRAS A palavra é subdivida em partes chamadas de elementos mórficos. menores,

Leia mais

BOLETIM CLIMATOLÓGICO TRIMESTRAL DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO IAG/USP - DJF 2013/ VERÃO -

BOLETIM CLIMATOLÓGICO TRIMESTRAL DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO IAG/USP - DJF 2013/ VERÃO - BOLETIM CLIMATOLÓGICO TRIMESTRAL DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO IAG/USP - DJF 2013/2014 - - VERÃO - Seção Técnica de Serviços Meteorológicos Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas. Universidade

Leia mais

VARIAÇÃO NO USO DAS VOGAIS PRETÔNICAS [e] E [o] E DO PLURAL METAFÔNICO NO PORTUGUÊS FALADO EM DOURADOS

VARIAÇÃO NO USO DAS VOGAIS PRETÔNICAS [e] E [o] E DO PLURAL METAFÔNICO NO PORTUGUÊS FALADO EM DOURADOS VARIAÇÃO NO USO DAS VOGAIS PRETÔNICAS [e] E [o] E DO PLURAL METAFÔNICO NO PORTUGUÊS FALADO EM DOURADOS Márcio Palácios de Carvalho¹; Elza Sabino da Silva Bueno². ¹Aluno do 4º ano do Curso de Letras Português/Espanhol.

Leia mais

O ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS /E/ E /O/ SEM MOTIVAÇÃO APARENTE: UM ESTUDO EM TEMPO REAL

O ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS /E/ E /O/ SEM MOTIVAÇÃO APARENTE: UM ESTUDO EM TEMPO REAL O ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS /E/ E /O/ SEM MOTIVAÇÃO APARENTE: UM ESTUDO EM TEMPO REAL THE RISING OF THE MIDDLE UNSTRESSED VOWELS /E/ AND /O/ WITHOUT APPARENT MOTIVATION: A STUDY IN REAL TIME

Leia mais

ESTRUTURA E FORMAÇÃO DAS PALAVRAS Profa Giovana Uggioni Silveira

ESTRUTURA E FORMAÇÃO DAS PALAVRAS Profa Giovana Uggioni Silveira ESTRUTURA E FORMAÇÃO DAS PALAVRAS Profa Giovana Uggioni Silveira MORFOLOGIA É o estudo da estrutura, da formação e da classificação das palavras. PALAVRAS COGNATAS Domínio: do latim dominium, significa

Leia mais

ESTRUTURA E PROCESSOS FORMAÇÃO DAS PALAVRAS

ESTRUTURA E PROCESSOS FORMAÇÃO DAS PALAVRAS ESTRUTURA E PROCESSOS DE FORMAÇÃO DAS PALAVRAS ESTRUTURA DAS PALAVRAS A palavra é subdivida em partes menores, esses elementos são chamados elementos mórficos. Exemplos: gatinho = gat + inh + o Infelizmente

Leia mais

Morfologia e Classes Apresentação da Professora Gramaticais Licenciatura em Letras Língua Portuguesa e Literaturas Ementa Organização da Disciplina

Morfologia e Classes Apresentação da Professora Gramaticais Licenciatura em Letras Língua Portuguesa e Literaturas Ementa Organização da Disciplina Morfologia e Classes Gramaticais Teleaula 1 Prof.ª Me. Margarete T. A. Costa tutorialetras@grupouninter.com.br Licenciatura em Letras Língua Portuguesa e Literaturas Apresentação da Professora Letras Português

Leia mais

Interface Fonologia-Morfologia:

Interface Fonologia-Morfologia: LEE, Seung Hwa. Interface fonologia-morfologia: diminutivos no PB. Revista Diadorim / Revista de Estudos Linguísticos e Literários do Programa de Pós-Graduação em Letras Vernáculas da Universidade Federal

Leia mais

Apresentação 11 Lista de abreviações 13. Parte I: NATUREZA, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA LINGUAGEM

Apresentação 11 Lista de abreviações 13. Parte I: NATUREZA, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA LINGUAGEM Sumário Apresentação 11 Lista de abreviações 13 Parte I: NATUREZA, ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DA LINGUAGEM O homem, a linguagem e o conhecimento ( 1-6) O processo da comunicação humana ( 7-11) Funções da

Leia mais

Estrutura e formação de palavras. Estrutura das palavras

Estrutura e formação de palavras. Estrutura das palavras Estrutura e formação de palavras Estrutura das palavras Estrutura de palavras A palavra é subdivida em partes menores, chamadas de elementos mórficos. Exemplo: gatinho gat + inho Infelizmente in + feliz

Leia mais

Análise Linguística (CE67C) Prof. Fabio Mesquita EXEMPLO DE ATIVIDADE DE MORFOLOGIA. Parte I Descrição teórica

Análise Linguística (CE67C) Prof. Fabio Mesquita EXEMPLO DE ATIVIDADE DE MORFOLOGIA. Parte I Descrição teórica Análise Linguística (CE67C) Prof. Fabio Mesquita EXEMPLO DE ATIVIDADE DE MORFOLOGIA Parte I Descrição teórica Derivação e Composição Toda língua possui mecanismos ou processos para formar palavras novas.

Leia mais

O PROCESSO VARIÁVEL DO ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS NO MUNICÍPIO DE ARAGUARI-MG

O PROCESSO VARIÁVEL DO ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS NO MUNICÍPIO DE ARAGUARI-MG 1 O PROCESSO VARIÁVEL DO ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS NO MUNICÍPIO DE ARAGUARI-MG Dayana Rúbia CARNEIRO 1 Universidade Federal de Uberlândia day_carneiro@yahoo.com.br Resumo: Este trabalho consiste

Leia mais

$QiOLVHGHVHQVLELOLGDGHHVWDWtVWLFD

$QiOLVHGHVHQVLELOLGDGHHVWDWtVWLFD $QiOLVHGHVHQVLELOLGDGHHVWDWtVWLFD,QWRGXomR Alguns métodos para a análise de sensibilidade e a importância destes foram apresentados no capítulo 3 O capítulo atual trata da análise de sensibilidade estatística

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL NOVO MUNDO

CENTRO EDUCACIONAL NOVO MUNDO CENTRO EDUCACIONAL NOVO MUNDO www.cenm.com.br 1 o DESAFIO CENM - 2013 LÍNGUA PORTUGUESA Direção: ANO: 4 EF 1- Complete a cantiga de roda, escrevendo nas linhas nomes de cinco colegas de classe que iniciem

Leia mais

Características da duração do ruído das fricativas de uma amostra do Português Brasileiro

Características da duração do ruído das fricativas de uma amostra do Português Brasileiro Estudos da Língua(gem) Características da duração do ruído das fricativas de uma amostra do Português Brasileiro Characteristics of the duration of the fricative noise of a sample of Brazilian Portuguese

Leia mais

VARIAÇÃO DITONGO/HIATO

VARIAÇÃO DITONGO/HIATO VARIAÇÃO DITONGO/HIATO Viviane Sampaio 1 1 Introdução Este estudo é parte integrante do projeto Epêntese Consonantal Regular e Irregular da prof. Dr. Leda Bisol 2 que trata das consoantes e do glide. Contudo,

Leia mais

Controle - 3. Realizar o Controle da Qualidade Relatório de Desempenho. Mauricio Lyra, PMP

Controle - 3. Realizar o Controle da Qualidade Relatório de Desempenho. Mauricio Lyra, PMP Controle - 3 Realizar o Controle da Qualidade Relatório de Desempenho 1 Realizar o Controle da Qualidade Preocupa-se com o monitoramento dos resultados do trabalho, a fim de verificar se estão sendo cumpridos

Leia mais

ESTRUTURA DAS PALAVRAS. A palavra é subdivida em partes menores, chamadas de elementos mórficos. infelizmente = in + feliz + mente

ESTRUTURA DAS PALAVRAS. A palavra é subdivida em partes menores, chamadas de elementos mórficos. infelizmente = in + feliz + mente Haroldo de Campos ESTRUTURA DAS PALAVRAS A palavra é subdivida em partes menores, chamadas de elementos mórficos. Exemplos: gatinho = gat + inh + o infelizmente = in + feliz + mente ELEMENTOS MÓRFICOS

Leia mais

O presente capítulo visa à exposição da metodologia empregada na pesquisa: os objetivos, as hipóteses, a organização dos dados e o método de análise.

O presente capítulo visa à exposição da metodologia empregada na pesquisa: os objetivos, as hipóteses, a organização dos dados e o método de análise. 2. METODOLOGIA O presente capítulo visa à exposição da metodologia empregada na pesquisa: os objetivos, as hipóteses, a organização dos dados e o método de análise. 2.1 Objetivos 2.1.1 Objetivo geral Este

Leia mais

Português. Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação. Professor Arthur Scandelari

Português. Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação. Professor Arthur Scandelari Português Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação Professor Arthur Scandelari www.acasadoconcurseiro.com.br Português FORMAÇÃO DAS PALAVRAS: COMPOSIÇÃO, DERIVAÇÃO,

Leia mais

Sobre a formação de diminutivo do português brasileiro

Sobre a formação de diminutivo do português brasileiro Sobre a formação de diminutivo do português brasileiro Seung-Hwa Lee Universidade Federal de Minas Gerais Abstract Diminutive formations are very productive in Brazilian Portuguese (BP). There are two

Leia mais

BOLETIM CLIMATOLÓGICO TRIMESTRAL DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO IAG/USP - SON PRIMAVERA -

BOLETIM CLIMATOLÓGICO TRIMESTRAL DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO IAG/USP - SON PRIMAVERA - BOLETIM CLIMATOLÓGICO TRIMESTRAL DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO IAG/USP - SON 2011 - - PRIMAVERA - Seção Técnica de Serviços Meteorológicos Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas Universidade

Leia mais

4 Análise dos dados Perfil dos participantes

4 Análise dos dados Perfil dos participantes 4 Análise dos dados 4.1. Perfil dos participantes A Tabela 1 apresenta a distribuição dos participantes do experimento por grau de escolaridade, curso, gênero e faixa etária. Os participantes foram predominantemente

Leia mais

O GÊNERO DOS SUBSTANTIVOS DERIVAÇÃO OU FLEXÃO? José Mario Botelho (UERJ e FEUDUC)

O GÊNERO DOS SUBSTANTIVOS DERIVAÇÃO OU FLEXÃO? José Mario Botelho (UERJ e FEUDUC) O GÊNERO DOS SUBSTANTIVOS DERIVAÇÃO OU FLEXÃO? José Mario Botelho (UERJ e FEUDUC) INTRODUÇÃO Acreditando ser imanente o gênero do substantivo e considerando os ensinamentos tradicionais acerca do assunto,

Leia mais

Relatório Técnico: Abril/2016. Indústria 4.0 e inovação: valeria a pena investir? PESQUISA SOBRE DIGITALIZAÇÃO

Relatório Técnico: Abril/2016. Indústria 4.0 e inovação: valeria a pena investir? PESQUISA SOBRE DIGITALIZAÇÃO Relatório Técnico: Abril/2016 Indústria 4.0 e inovação: valeria a pena investir? PESQUISA SOBRE DIGITALIZAÇÃO SOBRE A EQUIPE TÉCNICA DA FUNDAÇÃO DOM CABRAL (FDC) COORDENAÇÃO TÉCNICA DA PESQUISA SOBRE DIGITALIZAÇÃO:

Leia mais

UNIVERSIDADE EÖTVÖS LORÁND FACULDADE DE LETRAS ESCOLA DOUTORAL DAS CIÊNCIAS DA LINGUAGEM PROGRAMA DOUTORAL DE ROMANÍSTICA.

UNIVERSIDADE EÖTVÖS LORÁND FACULDADE DE LETRAS ESCOLA DOUTORAL DAS CIÊNCIAS DA LINGUAGEM PROGRAMA DOUTORAL DE ROMANÍSTICA. UNIVERSIDADE EÖTVÖS LORÁND FACULDADE DE LETRAS ESCOLA DOUTORAL DAS CIÊNCIAS DA LINGUAGEM PROGRAMA DOUTORAL DE ROMANÍSTICA Márta Csaba Palavras derivadas no PB e no PE Apresentação da tese Budapeste 2 0

Leia mais

Português. 2.º Ciclo 5.º 6.º anos

Português. 2.º Ciclo 5.º 6.º anos Português 2.º Ciclo 5.º 6.º anos Oo Parte I 1. O português em Portugal e no Mundo Português, língua materna 16 Português, língua padrão 17 Outras variedades do português 18 Formas de tratamento em diferentes

Leia mais

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Lingüísticos

Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Lingüísticos VOGAIS SEMIABERTAS ÁTONAS NO PORTUGUÊS DO BRASIL Afrânio Garcia (UERJ) INTRODUÇÃO De maneira geral, os estudiosos da fonética e da fonologia do português são unânimes em identificar três sistemas vocálicos

Leia mais

4 Modelo Proposto para Transformador com Tap Variável e Impacto em Estudos de Estabilidade de Tensão

4 Modelo Proposto para Transformador com Tap Variável e Impacto em Estudos de Estabilidade de Tensão 4 Modelo Proposto para Transformador com Tap Variável e Impacto em Estudos de Estabilidade de Tensão A representação de equipamentos elétricos através de simples combinações de resistências e reatâncias

Leia mais

Variação fonológica das vogais pretônicas /e/ e /o/ dos verbos na variedade do interior paulista

Variação fonológica das vogais pretônicas /e/ e /o/ dos verbos na variedade do interior paulista Variação fonológica das vogais pretônicas /e/ e /o/ dos verbos na variedade do interior paulista Márcia Cristina do Carmo (UNESP/IBILCE) 1 Resumo: O presente artigo objetiva descrever e analisar o comportamento

Leia mais

Prefácio índice geral Lista das abreviaturas 14 Lista dos símbolos 16 Introdução geral 17

Prefácio índice geral Lista das abreviaturas 14 Lista dos símbolos 16 Introdução geral 17 índice Geral Prefácio índice geral Lista das abreviaturas 14 Lista dos símbolos 16 Introdução geral 17 Raimundo Tavares Lopes 27 Descrição isocrónica contrastiva das variedades das ilhas do Fogo e de Santiago

Leia mais

ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS. Patrícia Rocha Lopes

ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS. Patrícia Rocha Lopes ESTRUTURA E FORMAÇÃO DE PALAVRAS Patrícia Rocha Lopes ESTRUTURA DAS PALAVRAS A palavra é subdivida em partes menores, chamadas de elementos mórficos. Exemplos: gatinho = gat + inh + o Infelizmente = in

Leia mais

A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS

A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS OS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS NOVEMBRO DE 2012 A INSERÇÃO DOS NEGROS NOS MERCADOS DE TRABALHO METROPOLITANOS A sociedade brasileira comemora, no próximo dia 20 de novembro, o Dia da

Leia mais

O PORTUGUÊS BRASILEIRO CANTADO

O PORTUGUÊS BRASILEIRO CANTADO O PORTUGUÊS BRASILEIRO CANTADO Prof. Dr. Flávio Carvalho Departamento de Música e Artes Cênicas/ UFU e-mail: fcarvalho@demac.ufu.br www.demac.ufu.br Resumo: Este Grupo de Trabalho pretende consolidar os

Leia mais

PROCESSOS FONOLÓGICOS DESENCADEADOS PELA SUFIXAÇÃO: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE PORTUGUÊS BRASILEIRO E PORTUGUÊS ARCAICO

PROCESSOS FONOLÓGICOS DESENCADEADOS PELA SUFIXAÇÃO: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE PORTUGUÊS BRASILEIRO E PORTUGUÊS ARCAICO 2718 PROCESSOS FONOLÓGICOS DESENCADEADOS PELA SUFIXAÇÃO: UMA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE PORTUGUÊS BRASILEIRO E PORTUGUÊS ARCAICO Natália Cristine Prado FCLar/UNESP/FAPESP O objetivo deste trabalho é fazer

Leia mais

PROCESSO DE NASALIZAÇÃO AUTOMÁTICA EM UMA VARIEDADE DO PORTUGUÊS FALADO NO RECIFE

PROCESSO DE NASALIZAÇÃO AUTOMÁTICA EM UMA VARIEDADE DO PORTUGUÊS FALADO NO RECIFE PROCESSO DE NASALIZAÇÃO AUTOMÁTICA EM UMA VARIEDADE DO PORTUGUÊS FALADO NO RECIFE PROCESS OF AUTOMATIC NASALIZATION IN A VARIETY OF PORTUGUESE SPOKEN IN RECIFE Ana Maria Santos de Mendonça 1 Miguel de

Leia mais

A redução do gerúndio à luz da Fonologia Lexical

A redução do gerúndio à luz da Fonologia Lexical A redução do gerúndio à luz da Fonologia Lexical (The reduction of the gerund by the Lexical Phonology) Jesuelem Salvani Ferreira 1 e Luciani Tenani 2 1, 2 Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas

Leia mais

Região Administrativa de Ribeirão Preto cria vagas em Janeiro de 2017

Região Administrativa de Ribeirão Preto cria vagas em Janeiro de 2017 Brasil e estado de São Paulo persistem com demissões líquidas no início de 2017 Os dados de Janeiro de 2017 do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) indicam destruição de vagas pelo vigésimo

Leia mais

Pesquisa Mensal de Emprego - PME

Pesquisa Mensal de Emprego - PME Pesquisa Mensal de Emprego - PME Dia Internacional da Mulher 08 de março de 2010 MULHER NO MERCADO DE TRABALHO: PERGUNTAS E RESPOSTAS A Pesquisa Mensal de Emprego PME, implantada em 1980, produz indicadores

Leia mais

ESTUDO PLUVIOMÉTRICO E FLUVIOMÉTRICO PRELIMINAR NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO EMBU-GUAÇU, SP.

ESTUDO PLUVIOMÉTRICO E FLUVIOMÉTRICO PRELIMINAR NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO EMBU-GUAÇU, SP. ESTUDO PLUVIOMÉTRICO E FLUVIOMÉTRICO PRELIMINAR NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO EMBU-GUAÇU, SP. Rita Monteiro Falcão - Aluna do curso de Geografia da FFLCH/USP. E-mail: rita.falcao@usp.br Emerson Galvani

Leia mais

KEYWORDS: word-formation; deverbal noun; lexicon; morphology.

KEYWORDS: word-formation; deverbal noun; lexicon; morphology. UM MODELO TEÓRICO DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS E SUA APLICAÇÃO AOS DEVERBAIS DO PORTUGUÊS (A theoretical model of word-formation and its application in Portuguese deverbal nouns) Bruno Oliveira MARONEZE (Mestrando

Leia mais

As vogais médias pretônicas dos verbos no dialeto do noroeste paulista: análise sob a perspectiva da Teoria Autossegmental

As vogais médias pretônicas dos verbos no dialeto do noroeste paulista: análise sob a perspectiva da Teoria Autossegmental As vogais médias pretônicas dos verbos no dialeto do noroeste paulista: análise sob a perspectiva da Teoria Autossegmental (The pretonic medial vowels of the verbs in the dialect of the northwest of São

Leia mais

DE ESPECIALIZAÇÃO EM ESTATÍSTICA APLICADA)

DE ESPECIALIZAÇÃO EM ESTATÍSTICA APLICADA) 1. Sabe-se que o nível de significância é a probabilidade de cometermos um determinado tipo de erro quando da realização de um teste de hipóteses. Então: a) A escolha ideal seria um nível de significância

Leia mais

O ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS EM SALVADOR (BA)

O ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS EM SALVADOR (BA) O alçamento das vogais médias pretônicas em Salvador (BA) 139 O ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS EM SALVADOR (BA) Marcela Moura Torres Paim Vitor Meneses dos Anjos RESUMO: O presente trabalho tem

Leia mais

Professor Marlos Pires Gonçalves

Professor Marlos Pires Gonçalves SUBSTANTIVO Colômbia, bola, medo, trovão, paixão, etc. Essas palavras estão dando nome a lugar, objeto, sensação física, fenômenos da natureza, emoções, enfim as coisas em geral. Esses nomes são chamados

Leia mais

Análise do sufixo -dade: são possíveis alomorfias? Analysis suffix -dade: are possible alomorfias?

Análise do sufixo -dade: são possíveis alomorfias? Analysis suffix -dade: are possible alomorfias? Análise do sufixo -dade: são possíveis alomorfias? Analysis suffix -dade: are possible alomorfias? Resumo: Existem diferentes maneiras de se formar substantivos na Língua Portuguesa como a derivação sufixal,

Leia mais

FUSÃO E ESPALHAMENTO NAS LÍNGUAS MATIS E MARUBO (PANO) (FUSION AND DISPERSION ON MATIS AND MARUBO (PANO) LANGUAGES)

FUSÃO E ESPALHAMENTO NAS LÍNGUAS MATIS E MARUBO (PANO) (FUSION AND DISPERSION ON MATIS AND MARUBO (PANO) LANGUAGES) FUSÃO E ESPALHAMENTO NAS LÍNGUAS MATIS E MARUBO (PANO) (FUSION AND DISPERSION ON MATIS AND MARUBO (PANO) LANGUAGES) Vitória Regina SPANGHERO 1 (Universidade Estadual de Campinas) ABSTRACT: In this work

Leia mais

7 Teste de Hipóteses

7 Teste de Hipóteses 7 Teste de Hipóteses 7-1 Aspectos Gerais 7-2 Fundamentos do Teste de Hipóteses 7-3 Teste de uma Afirmação sobre a Média: Grandes Amostras 7-4 Teste de uma Afirmação sobre a Média : Pequenas Amostras 7-5

Leia mais

CEDERJ - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

CEDERJ - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CEDERJ - CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR A DISTÂNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO MATERIAL DIDÁTICO IMPRESSO CURSO: Física DISCIPLINA: Informática para o Ensino de Física CONTEUDISTA: Carlos Eduardo Aguiar

Leia mais

AQUISIÇÃO FONOLÓGICA EM CRIANÇAS DE 3 A 8 ANOS: A INFLUÊNCIA DO NÍVEL SÓCIO ECONÔMICO

AQUISIÇÃO FONOLÓGICA EM CRIANÇAS DE 3 A 8 ANOS: A INFLUÊNCIA DO NÍVEL SÓCIO ECONÔMICO AQUISIÇÃO FONOLÓGICA EM CRIANÇAS DE 3 A 8 ANOS: A INFLUÊNCIA DO NÍVEL SÓCIO ECONÔMICO Palavras Chave: Criança, Fala, Desenvolvimento da Linguagem Introdução: A aquisição do sistema fonológico ocorre durante

Leia mais

Ainterpretação da elevação da vogal média como neutralização deve-se

Ainterpretação da elevação da vogal média como neutralização deve-se A NEUTRALIZAÇÃO DAS ÁTONAS Leda Bisol * Introdução Ainterpretação da elevação da vogal média como neutralização deve-se a Câmara Jr. (1977) que, chamando atenção para a variedade de timbre das átonas,

Leia mais

8 Testes de Hipóteses e Comparação entre Modelos

8 Testes de Hipóteses e Comparação entre Modelos 8 Testes de Hipóteses e Comparação entre Modelos 8.1 Testes de Hipóteses No Capítulo 3 foram levantadas diversas hipóteses relacionando os principais fatores estudados ao desempenho das alianças ou à realização

Leia mais

7 Síntese e considerações finais

7 Síntese e considerações finais 7 Síntese e considerações finais Mesmo antes de produzir suas primeiras palavras, a criança revela ser capaz de estabelecer referências e adquirir um conjunto estável de correspondências palavramundo,

Leia mais

Análise fonológica da entoação: estudo constrastivo entre o português e. o espanhol

Análise fonológica da entoação: estudo constrastivo entre o português e. o espanhol Análise fonológica da entoação: estudo constrastivo entre o português e o espanhol Kelly Cristiane Henschel Pobbe de Carvalho (FCL/ UNESP-Assis) Introdução Este trabalho consiste na apresentação de um

Leia mais

Estimação parâmetros e teste de hipóteses. Prof. Dr. Alberto Franke (48)

Estimação parâmetros e teste de hipóteses. Prof. Dr. Alberto Franke (48) Estimação parâmetros e teste de hipóteses Prof. Dr. Alberto Franke (48) 91471041 Intervalo de confiança para média É um intervalo em que haja probabilidade do verdadeiro valor desconhecido do parâmetro

Leia mais

INFLUÊNCIA DAS VARIAÇÕES DE VAZÃO NA EFICIÊNCIA HIDRAULICA DE FLOCULADORES CHICANADOS

INFLUÊNCIA DAS VARIAÇÕES DE VAZÃO NA EFICIÊNCIA HIDRAULICA DE FLOCULADORES CHICANADOS INFLUÊNCIA DAS VARIAÇÕES DE VAZÃO NA EFICIÊNCIA HIDRAULICA DE FLOCULADORES CHICANADOS Danieli Soares de Oliveira (1) Graduanda em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Ellen

Leia mais

Gabarito da 1 a Lista de Exercícios de Econometria II

Gabarito da 1 a Lista de Exercícios de Econometria II Gabarito da 1 a Lista de Exercícios de Econometria II Professor: Rogério Silva Mattos Monitor: Delano H. A. Cortez Questão 1 Considerando que o modelo verdadeiro inicialmente seja o seguinte: C = a + 2Y

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA ENSINO MÉDIO PROF. DENILSON SATURNINO 1 ANO PROF.ª JOYCE MARTINS

LÍNGUA PORTUGUESA ENSINO MÉDIO PROF. DENILSON SATURNINO 1 ANO PROF.ª JOYCE MARTINS LÍNGUA PORTUGUESA 1 ANO PROF.ª JOYCE MARTINS ENSINO MÉDIO PROF. DENILSON SATURNINO CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade III Trabalho a trajetória humana nas produções e manifestações. 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES

Leia mais

Exercício Área - SPRING

Exercício Área - SPRING Exercício Área - SPRING Figura 01 - Visualização dos dados contidos no projeto ativo. Comentários - Nesta etapa foi aberto o banco de dados, neste caso denominado São Paulo e foi definido o projeto, também

Leia mais

4 Exemplos de verificação

4 Exemplos de verificação Exemplos de Verificação 66 4 Exemplos de verificação Neste capitulo são apresentados exemplos para verificar o programa computacional desenvolvido para fluxo 3D em meios porosos saturados ou nãosaturados,

Leia mais

ANÁLISE DAS VOGAIS POSTÔNICAS FINAIS [e] e [o] NOS FALANTES DO MUNICÍPIO DE DOUTOR PEDRINHO

ANÁLISE DAS VOGAIS POSTÔNICAS FINAIS [e] e [o] NOS FALANTES DO MUNICÍPIO DE DOUTOR PEDRINHO 57 ANÁLISE DAS VOGAIS POSTÔNICAS FINAIS [e] e [o] NOS FALANTES DO MUNICÍPIO DE DOUTOR PEDRINHO THE ANALYSIS OF FINAL POSTTONIC VOWELS [e] AND [o] IN SPEAKERS FROM THE MUNICIPALITY OF DOUTOR PEDRINHO Morgana

Leia mais

ABORDAGEM DOS MORFEMAS DERIVACIONAIS EMPREGADOS NAS CANTIGAS D AMIGO GALEGO-PORTUGUESAS Maria Regina Pante (UEM)

ABORDAGEM DOS MORFEMAS DERIVACIONAIS EMPREGADOS NAS CANTIGAS D AMIGO GALEGO-PORTUGUESAS Maria Regina Pante (UEM) ABORDAGEM DOS MORFEMAS DERIVACIONAIS EMPREGADOS NAS CANTIGAS D AMIGO GALEGO-PORTUGUESAS Maria Regina Pante (UEM) mrpante@uem.br RESUMO Este artigo aborda, de maneira sistemática, os sufixos empregados

Leia mais

Adriana Kuerten Dellagnello Raquel Carolina Souza Ferraz D'Ely Equipe Professores-Tutores Eva, Donesca, Lidiomar e Tânia

Adriana Kuerten Dellagnello Raquel Carolina Souza Ferraz D'Ely Equipe Professores-Tutores Eva, Donesca, Lidiomar e Tânia Adriana Kuerten Dellagnello Raquel Carolina Souza Ferraz D'Ely Equipe Professores-Tutores Eva, Donesca, Lidiomar e Tânia Atividade Introdutória Match Point Marta Medeiros Match point Leia o texto Match

Leia mais

Aula7 SISTEMA FONOLÓGICO DO PORTUGUÊS: AS VOGAIS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO DA NOMECLATURA GRAMATICAL BRASILEIRA E A PROPOSTA DE MATTOSO CÂMARA JR.

Aula7 SISTEMA FONOLÓGICO DO PORTUGUÊS: AS VOGAIS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO DA NOMECLATURA GRAMATICAL BRASILEIRA E A PROPOSTA DE MATTOSO CÂMARA JR. Aula7 SISTEMA FONOLÓGICO DO PORTUGUÊS: AS VOGAIS SEGUNDO A CLASSIFICAÇÃO DA NOMECLATURA GRAMATICAL BRASILEIRA E A PROPOSTA DE MATTOSO CÂMARA JR. META Apresentar os traços distintivos das vogais do sistema

Leia mais

O ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS ALTAS PRETÔNICAS NA FALA DOS HABITANTES DE COROMANDEL-MG E MONTE CARMELO-MG 1

O ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS ALTAS PRETÔNICAS NA FALA DOS HABITANTES DE COROMANDEL-MG E MONTE CARMELO-MG 1 324 O ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS ALTAS PRETÔNICAS NA FALA DOS HABITANTES DE COROMANDEL-MG E MONTE CARMELO-MG 1 The raising of pre-stressed mid-high vowels in the speech of Coromandel-MG and Monte Carmelo-MG

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO GIOVANA CRISTINA COTRIN LORO. A Popularidade dos Governadores Brasileiros

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO GIOVANA CRISTINA COTRIN LORO. A Popularidade dos Governadores Brasileiros UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO GIOVANA CRISTINA COTRIN LORO A Popularidade dos Governadores Brasileiros São Paulo 2016 1 GIOVANA CRISTINA COTRIN LORO A Popularidade dos Governadores Brasileiros Trabalho preparado

Leia mais

Tipos de gráficos disponíveis

Tipos de gráficos disponíveis Página 1 de 18 Excel > Gráficos > Criando gráficos Tipos de gráficos disponíveis Mostrar tudo O Microsoft Excel dá suporte a vários tipos de gráficos para ajudar a exibir dados de maneiras que sejam significativas

Leia mais

INCERTEZAS DE CURVAS DE CALIBRAÇÃO AJUSTADAS SEGUNDO OS MODELOS LINEAR E QUADRÁTICO

INCERTEZAS DE CURVAS DE CALIBRAÇÃO AJUSTADAS SEGUNDO OS MODELOS LINEAR E QUADRÁTICO ENQUALAB 8 - Congresso da Qualidade em Metrologia Rede Metrológica do Estado de São Paulo - REMESP 9 a de junho de 8, São Paulo, Brasil INCERTEZAS DE CURVAS DE CALIBRAÇÃO AJUSTADAS SEGUNDO OS MODELOS LINEAR

Leia mais

As vogais médias pretônicas no noroeste paulista: comparação com outras variedades do Português Brasileiro

As vogais médias pretônicas no noroeste paulista: comparação com outras variedades do Português Brasileiro As vogais médias pretônicas no noroeste paulista: comparação com outras variedades do Português Brasileiro (The pretonic mid-vowels in the Northwest of the State of São Paulo: comparison with other dialects

Leia mais

MORFOLOGIA FLEXIONAL

MORFOLOGIA FLEXIONAL DEPARTAMENTO CURRICULAR DE LÍNGUAS PORTUGUÊS - 10.º Ano de escolaridade FICHA Nº 7 PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE PALAVRAS MORFOLOGIA E LEXICOLOGIA Uma palavra é um item lexical pertencente a uma determinada

Leia mais

BOLETIM CLIMATOLÓGICO TRIMESTRAL DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO IAG/USP - MAM OUTONO -

BOLETIM CLIMATOLÓGICO TRIMESTRAL DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO IAG/USP - MAM OUTONO - BOLETIM CLIMATOLÓGICO TRIMESTRAL DA ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DO IAG/USP - MAM 2013 - - OUTONO - Seção Técnica de Serviços Meteorológicos Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas. Universidade

Leia mais

O ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS EM FALARES MINEIROS: OS DADOS

O ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS EM FALARES MINEIROS: OS DADOS 314 O ALÇAMENTO DAS VOGAIS MÉDIAS PRETÔNICAS EM FALARES MINEIROS: OS DADOS The pretonic mid vowels raising in Minas Gerais dialects: the data Fernando Antônio Pereira Lemos * Maria do Carmo Viegas ** RESUMO:

Leia mais

ÍNDICE. Palavras de apresentação 21. Lista de abreviaturas e convenções 27

ÍNDICE. Palavras de apresentação 21. Lista de abreviaturas e convenções 27 ÍNDICE Palavras de apresentação 21 Lista de abreviaturas e convenções 27 Capítulo 1. Introdução 29 1.1. Formação de palavras: conceitos básicos 31 1.1.1. Morfologia 31 1.1.2. Palavra, lexema, forma de

Leia mais

Teste de % de defeituosos para 1 amostra

Teste de % de defeituosos para 1 amostra DOCUMENTO OFICIAL DO ASSISTENTE DO MINITAB Este documento é de uma série de papéis que explicam a pesquisa conduzida por estatísticos da Minitab para desenvolver os métodos e as verificações de dados usadas

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Fonologia; variação linguística; sociolinguística; ditongo.

PALAVRAS-CHAVE: Fonologia; variação linguística; sociolinguística; ditongo. A REDUÇÃO DO DITONGO ORAL FINAL NA CIDADE DE UBERLÂNDIA Dúnnia HAMDAN Universidade Federal de Uberlândia hamdan.dunnia@gmail.com RESUMO: O presente projeto visa estudar a variação ocorrente em ditongos

Leia mais

A DISTINÇÃO ENTRE AS FALAS MASCULINA E FEMININA EM ALGUMAS LÍNGUAS DA FAMÍLIA JÊ *

A DISTINÇÃO ENTRE AS FALAS MASCULINA E FEMININA EM ALGUMAS LÍNGUAS DA FAMÍLIA JÊ * A DISTINÇÃO ENTRE AS FALAS MASCULINA E FEMININA EM ALGUMAS LÍNGUAS DA FAMÍLIA JÊ * Rodriana Dias Coelho Costa 1 Christiane Cunha de Oliveira 2 Faculdade de Letras/UFG rodrianacosta@gmail.com christiane.de.oliveira@hotmail.com

Leia mais

Teste de hipóteses para uma média populacional com variância conhecida e desconhecida

Teste de hipóteses para uma média populacional com variância conhecida e desconhecida Teste de hipóteses para uma média populacional com variância conhecida e desconhecida Teste de hipóteses para uma média populacional com variância conhecida Tomando-se como exemplo os dados de recém-nascidos

Leia mais

Criação de Indicadores Urbanísticos: Impacto do Metrô na Dinâmica Imobiliária.

Criação de Indicadores Urbanísticos: Impacto do Metrô na Dinâmica Imobiliária. 14 ª SEMANA DE Criação de Indicadores Urbanísticos: Impacto do Metrô na O Caso do Mercado Imobiliário no Entorno da Linha 3 do Metrô de São Paulo. Engº Socióloga Arquitª Irany Mariana Santos Miranda Setembro

Leia mais

ANAIS ELETRÔNICOS ISSN

ANAIS ELETRÔNICOS ISSN INTERPRETAÇÕES DE ALTERNÂNCIA VOCÁLICA APLICÁVEIS AOS VERBOS PODER E PÔR Bianca Poline Dantas de MEDEIROS 1 UFRN Caroline Bento de OLIVEIRA 2 UFRN Dra. Carla Maria CUNHA 3 UFRN RESUMO O presente trabalho

Leia mais

UMA ANÁLISE MORFOLÓGICA DAS CONSTRUÇÕES DAR UMA X-ADA Lucilene LISBOA DE LIZ (PGL-UFSC) 1

UMA ANÁLISE MORFOLÓGICA DAS CONSTRUÇÕES DAR UMA X-ADA Lucilene LISBOA DE LIZ (PGL-UFSC) 1 Anais do 6º Encontro Celsul - Círculo de Estudos Lingüísticos do Sul UMA ANÁLISE MORFOLÓGICA DAS CONSTRUÇÕES DAR UMA X-ADA Lucilene LISBOA DE LIZ (PGL-UFSC) 1 ABSTRACT: This paper has as objective the

Leia mais

Aquisição ortográfica das vogais do português brasileiro. Carolina Reis Monteiro PPGE/FaE/UFPel Profa. Dra. Ana Ruth Miranda - PPGE/FaE/UFPel

Aquisição ortográfica das vogais do português brasileiro. Carolina Reis Monteiro PPGE/FaE/UFPel Profa. Dra. Ana Ruth Miranda - PPGE/FaE/UFPel Aquisição ortográfica das vogais do português brasileiro Carolina Reis Monteiro PPGE/FaE/UFPel Profa. Dra. Ana Ruth Miranda - PPGE/FaE/UFPel Objetivo Descrever e analisar os erros relacionados à grafia

Leia mais

Especialização em Engenharia de Processos e de Sistemas de Produção

Especialização em Engenharia de Processos e de Sistemas de Produção Especialização em Engenharia de Processos e de Sistemas de Produção Projetos de Experimento e Confiabilidade de Sistemas da Produção Prof. Claudio Luis C. Frankenberg 2ª parte Experimentos inteiramente

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Morfologia. Parte I Morfologia Derivacional

APRESENTAÇÃO. Morfologia. Parte I Morfologia Derivacional APRESENTAÇÃO Angela Rodrigues Ieda Maria Alves Morfologia O volume VI da Gramática do português culto falado no Brasil é dedicado à Morfologia, o subsistema gramatical que estuda a estrutura, a forma da

Leia mais

Para ajudar a interpretar os resultados, o Cartão de Relatórios do Assistente do teste de % de defeituosos para 1 amostra exibe os seguintes

Para ajudar a interpretar os resultados, o Cartão de Relatórios do Assistente do teste de % de defeituosos para 1 amostra exibe os seguintes Este documento é de uma série de papéis que explicam a pesquisa conduzida por estatísticos da Minitab para desenvolver os métodos e as verificações de dados usadas no assistente no software estatístico

Leia mais

ANOVA - parte I Conceitos Básicos

ANOVA - parte I Conceitos Básicos ANOVA - parte I Conceitos Básicos Erica Castilho Rodrigues 9 de Agosto de 2011 Referências: Noções de Probabilidade e Estatística - Pedroso e Lima (Capítulo 11). Textos avulsos. Introdução 3 Introdução

Leia mais

Probabilidade Aula 02

Probabilidade Aula 02 0303200 Probabilidade Aula 02 Magno T. M. Silva Escola Politécnica da USP Março de 2017 Sumário 2.3 Técnicas de contagem 2.4 Probabilidade condicional 2.3 Princípio fundamental da contagem Suponhamos que

Leia mais

Apócope dos fonemas átonos finais /I/ e /U/ na localidade de Beco, Seabra-BA

Apócope dos fonemas átonos finais /I/ e /U/ na localidade de Beco, Seabra-BA Universidade Federal da Bahia Instituto de Letras Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística Mestrado em Letras Apócope dos fonemas átonos finais /I/ e /U/ na localidade de Beco, Seabra-BA Maria

Leia mais

P R O G R A M A. IV Unidade Prática de textos: Textos de autores portugueses e brasileiros dos séculos XIX e XX

P R O G R A M A. IV Unidade Prática de textos: Textos de autores portugueses e brasileiros dos séculos XIX e XX PERÍODO: 76.1 / 77.2 I Unidade Estrutura e formação dos vocábulos 1.1 Estruturas mórficas 1.2 - Formação do léxico português 1.3 - Processos de formação de palavras II Unidade Funções sintáticas dos termos

Leia mais

Capítulo1. Capítulo2. Índice A LÍNGUA E A LINGUAGEM O PORTUGUÊS: uma língua, muitas variedades... 15

Capítulo1. Capítulo2. Índice A LÍNGUA E A LINGUAGEM O PORTUGUÊS: uma língua, muitas variedades... 15 Capítulo1 Capítulo2 A LÍNGUA E A LINGUAGEM............................................. 9 Linguagem: aptidão inata.............................................. 10 Funções.............................................................

Leia mais

Tiago Luft 2. Aluno Especial Mestrado UFSM.

Tiago Luft 2. Aluno Especial Mestrado UFSM. AVALIAÇÃO DA CONFIABILIDADE DE REDES DE DISTRIBUIÇÃO COM ALOCAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO E MANOBRA 1 EVALUATION OF DISTRIBUTION NETWORK RELIABILITY WITH ALLOCATION OF PROTECTION AND MANEUVERING EQUIPMENT

Leia mais