Aspectos fonético-fonológicos de palavras complexas formadas por -inho, -zinho, -mente e -íssimo no PB

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1 Aspectos fonético-fonológicos de palavras complexas formadas por -inho, -zinho, -mente e -íssimo no PB Camila Witt Ulrich 1 1 Introdução Neste trabalho, investigamos o status das sílabas consideradas pretônicas em palavras afixadas por -inho, -zinho, -mente e -íssimo. A escolha desses afixos se dá por conta de seu comportamento distinto em relação a alguns processos fonológicos, como a neutralização das vogais médias pretônicas (ex. b[ɛ]lo - b[e]leza, mas b[ɛ]lamente). O processo de neutralização nesta posição anula a distintividade entre vogais médiasaltas e médias-baixas, resultando, para os dialetos do sul, na superficialização apenas de médias-altas em posições altas. As médias-baixas ficam restritas, nestes dialetos, à posição tônica da palavra. Por ser a neutralização um processo que ocorre apenas no nível da palavra prosódica, o fato de os sufixos acima citados funcionarem como barreira para o processo faz com que alguns autores os tratem como palavras prosódicas independentes. Do ponto de vista fonológico, portanto, a manutenção das vogais médias-baixas em palavras formadas por -inho (ex. b[ɛ]linho), -zinho (ex. b[ɛ]lozinho), -mente (ex. b[ɛ]lamente) e -íssimo (ex. b[ɛ]líssimo) permite, na concepção de alguns autores (cf. SCHWINDT, 2013a), tratar vocábulos como belamente como estruturas morfológicas formadas por duas palavras prosódicas. Do ponto de vista fonético, queremos investigar se parâmetros geralmente relacionados à presença do acento primário no caso deste trabalho, duração e intensidade 1 Mestre em Teoria e Análise Linguística: Fonologia e Morfologia Universidade Federal do Rio Grande do Sul

2 podem ser identificados nestas sílabas consideradas pretônicas. Para tanto, coletamos e analisamos dados de fala de cinco informantes do sexo masculino. Cabe destacar que, informalmente, alguns falantes parecem reconhecer que há um tipo de proeminência nas sílabas das bases dessas palavras. Ulrich (2013) nos mostra que, dentre 50 informantes, 30 leram a palavra bolinha e afirmaram que bo era a sílaba tônica e 26 leram a palavra solzinho e alegaram que sol era a sílaba mais forte. O presente texto está organizado da seguinte forma: na seção 2, tratamos da noção de palavra prosódica unidade portadora do acento primário. Na seção 3, observamos, do ponto de vista fonológico, o processo de neutralização das vogais médias pretônicas e suas consequências para a realização das vogais médias. Na seção 4, apresentamos, agora do ponto de vista fonético, os principais correlatos acústicos do acento primário e detalhamos a investigação empírica (metodologia e resultados) desta análise. Por fim, discutimos nossos principais resultados e possíveis desdobramentos do estudo. 2 A noção de palavra prosódica A palavra prosódica é um dos constituintes da escala prosódica e é caracterizada por possuir maximamente um acento primário. É a categoria que domina o pé métrico e, assim como os outros constituintes prosódicos, é n-ária; ou seja, a palavra poderá ser formada por vários pés, mas, mesmo assim, só terá um acento. Este acento nos permitirá classificar as sílabas da palavra em pretônicas, tônicas ou postônicas. Além disso, a palavra prosódica é o constituinte mais baixo da hierarquia construído com base no mapeamento de regras que fazem uso de noções não fonológicas (já que os constituintes menores, sílaba e pé, fazem uso apenas de noções fonológicas, cf. NESPOR; VOGEL, 1986). Ainda assim, nem sempre os limites da palavra fonológica e da palavra morfossintática são coincidentes, como veremos na próxima seção. 105

3 A palavra, por ser um constituinte, é também considerada domínio de regras ou processos fonológicos (cf. BISOL, 2004). Podemos, portanto, reconhecer uma palavra prosódica a partir dos processos que se aplicam unicamente neste domínio. Como exemplos, podemos citar: i) a nasalidade variável em c[ã]mareira ou c[a]mareira, mas impossível entre palavras, como em *ess[ã] mãe; ii) a redução da vogal átona final, como em bol[o] e bol[u] e o fato de esse processo acontecer também na borda das bases do composto (ex. abaix[u]-assinad[u]) pode constituir uma evidência para tratar essas bases como palavras prosódicas; e iii) a neutralização das vogais médias pretônicas, que anula a distinção entre médiasbaixas [ɛ] e [ɔ] e médias-altas [e] e [o], como em b[ɛ]lo b[e]leza ou b[ɔ]la b[o]lada. Tomamos como base para nossa análise o processo de neutralização das vogais médias pretônicas, o qual será descrito na próxima seção. 3 Aspectos fonológicos das sílabas pretônicas: os casos de neutralização As sílabas pretônicas, por não portarem tonicidade, estão sujeitas a alguns processos relacionados a posições mais fracas da palavra. Um dos processos que possui essa característica é a neutralização, que acontece unicamente no domínio da palavra prosódica. Sabemos que a distinção fonológica entre as sete vogais do português brasileiro se dá apenas na pauta tônica, como vemos no Quadro 1, baseado em Câmara Jr. (1975). Quadro 1 Vogais distintivas na pauta tônica, de acordo com Câmara Jr. (1975). /i/ /e/ /ɛ/ /a/ /ɔ/ /o/ /u/ 106

4 As posições átonas acabam sofrendo simplificações do sistema. A essas simplificações damos o nome de neutralização. A neutralização é, então, uma perda de oposição entre determinado traço ou característica. No caso das sílabas pretônicas, a neutralização acarreta não distintividade fonológica entre vogais médias-altas e médiasbaixas. A realização dessas vogais pretônicas acontece de forma variável ao longo do território brasileiro. Na região Nordeste, encontramos inúmeros trabalhos descritivos mostrando a preferência pelas vogais médias-baixas em determinados contextos (ex. c[ɔ]ração). Nas demais regiões, que não a região Sul, há, também, indícios da ocorrência de ambas as possibilidades, mas com predomínio das vogais médias-altas (ex. c[o]ração). Na região Sul 2, não encontramos ocorrências de vogais médias-baixas em posições pretônicas. A consequência da neutralização das vogais médias pretônicas para os dialetos do sul do Brasil é a redução do inventário, que passa de 7 para 5 possíveis realizações fonéticas. Esse processo, característico do domínio da palavra prosódica (cf. SCHWINDT, 2013b), não acontece diante dos afixos -inho, -zinho, -mente e -íssimo, já que essas formações, independentemente da posição do acento, mantêm a vogal média-baixa das respectivas bases, como vemos na Tabela 1. Tab. 1 Realizações das vogais pretônicas nos dialetos do sul do Brasil. palavra simplespalavra derivada afixos investigados m/ɔ/le m/o/leza m[ɔ]linho caf/ɛ/ caf/e/teira caf[ɛ]zinho b/ɛ/lo b/e/leza b[ɛ]lamente n/ɔ/va n/o/vidade n[ɔ]víssima 2 Rocha e Brandão (2015), ao analisarem a realização das vogais médias pretônicas na região Sudeste, afirmam que o dialeto de São Paulo também não apresenta vogais médias-baixas nesta posição. 107

5 Por ser a palavra prosódica o locus do acento primário e por esses quatro afixos apresentarem comportamento diferente com relação a um processo característico do domínio da palavra, alguns autores classificam essas quatro estruturas como palavras prosódicas independentes, ou seja, admitem que, do ponto de vista fonológico, há indícios de que essas estruturas podem estar portando um acento primário 3. 4 Aspectos fonéticos das sílabas pretônicas: em busca do acento primário Já que alguns autores tratam, a partir do ponto de vista fonológico, tais afixos como palavras prosódicas, resolvemos investigar esta mesma tese do ponto de vista fonético. Passamos, portanto, para uma breve caracterização da manifestação fonética do acento primário no português do Brasil, seguido do estudo empírico que desenvolvemos com palavras simples e afixadas. 4.1 Os correlatos acústicos do acento primário no PB Em geral, o acento não possui um único correlato acústico. Vários fatores podem interagir e atuar como sinalizadores da presença de uma sílaba ou vogal predominante em relação às demais sílabas ou vogais da palavra. Alguns desses fatores podem ser, por exemplo, duração, intensidade, F0 e demais frequências dos segmentos vocálicos. Para o português brasileiro, a duração parece ser o correlato mais confiável para a localização do acento primário. Isso significa dizer que sílabas mais longas tendem a durar mais do que sílabas átonas (cf. MASSINI, 1991; CANTONI, 2013; BARBOSA; MADUREIRA, 2015). 3 Este mesmo caráter independente é admitido para prefixos que apresentam comportamento distinto dos demais frente a outros processos da língua (ex. pré-, em pré-escola). São os chamados prefixos composicionais (cf. SCHWINDT, 2000). 108

6 Há também análises que defendem uma interação entre duração e intensidade na posição acentuada ou uma queda mais brusca na sílaba seguinte à sílaba tônica (cf. MASSINI, 1991; MORAES, 1998), ou seja, além de durar mais, pode haver uma tendência de a sílaba acentuada apresentar valores de intensidade superiores às demais sílabas. A fim de investigar se os parâmetros mencionados acima estão presentes nas sílabas consideradas pretônicas e tônicas de nossos dados, realizamos um estudo de base acústica, o qual será resumido na próxima seção. 4.2 Metodologia empregada no estudo Para nossa investigação acústica 4, coletamos dados de fala de cinco sujeitos do sexo masculino, de 20 a 30 anos de idade, moradores da região metropolitana de Porto Alegre e, portanto, representativos do dialeto falado no sul do Brasil. Elaboramos sentenças controladas com o contexto Diga X pra mim, pois, conforme Ladefoged (2005, p. 7), em experimentos com frases-veículo, i) o informante não altera a entonação na pronúncia da sentença, o que geralmente acontece na leitura de uma lista de palavras; ii) a comparação entre duração de sílabas ou palavras se torna mais fácil e mais segura. No lugar de X, inserimos as palavras que são objetos de nosso estudo: - palavras simples sem vogal média-baixa (ex. b/o/lo) e com vogal média-baixa (ex. b/ɛ/lo); - palavras complexas com neutralização da vogal pretônica (ex. b/e/leza) e com vogal médiabaixa na posição pretônica (ex. b/ɛ/lamente); - palavras compostas sem vogal média-baixa (ex. d/e/do-duro) e com vogal média-baixa (ex. t/ɛ/co- t/ɛ/co). 4 Projeto aprovado pela Comissão de Pesquisa em Letras e pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFRGS através da Plataforma Brasil, CAAE

7 Selecionamos 62 palavras para o experimento e cada uma das sentenças foi lida duas vezes por cada um dos cinco informantes, formando um corpus de 620 dados a serem analisados. As gravações foram feitas com um microfone headset AKG L520 ligado a um gravador digital H4N Zoom e estes dados sonoros foram analisados acusticamente através do software Praat versão (BOERSMA; WEENICK, 2005). Para averiguar a significância estatística dos resultados obtidos, o teste Wilcoxon foi aplicado através do software RStudio versão Nos dados coletados, medimos os parâmetros duração (ms) e intensidade (db). A medida de duração que utilizamos na apresentação dos resultados refere-se unicamente à duração relativa, isto é, ao valor que cada sílaba durou em sua respectiva palavra, não importando a velocidade de fala do enunciado (cf. BROD; SEARA, 2013). 4.3 Principais resultados encontrados Apresentaremos a seguir uma pequena amostra dos nossos principais resultados para o parâmetro duração, seguidos dos principais achados para o parâmetro intensidade Duração Para as palavras simples (ex. belo), encontramos o que a literatura já vem afirmando: as sílabas tônicas duram mais que as átonas. Para a análise das palavras derivadas, estabelecemos comparações entre palavras de contexto fonético aproximado, como é o caso de belinho e beleza. 110

8 Gráfico 1 Duração relativa das sílabas de belinho e beleza b/ɛ/linho b/e/leza sílaba 1 - inicial sílaba 2 - tônica A partir do gráfico 1, vemos que a sílaba inicial de beleza, palavra que porta um único acento primário, ocupou 34,5% da palavra, enquanto sua tônica ocupou 38,9%. A diferença entre os valores não foi considerada estatisticamente relevante. Já em belinho, que hipotetizamos ter dois acentos primários em algum momento de sua formação, as sílabas foram mais próximas e não apresentaram diferença estatística. Se considerarmos que belo já possui um acento e ele é mantido na base após a anexação de -inho, as duas sílabas, de fato, podem apresentar valores próximos. O mesmo exercício comparativo será agora apresentado para o trio bolada, bolinho e bolinha. Gráfico 2 Duração relativa das sílabas de bolada, bolinho e bolinha b/o/lada b/o/linho b/ɔ/linha 34 sílaba 1 - inicial sílaba 2 - tônica 111

9 Bolada, dado que apresenta neutralização e vogal média-alta na pauta pretônica, teve a sílaba inicial mais curta (37%) e uma sílaba tônica mais alongada (39,9%). Já o contrário acontece nos casos de bolinho e bolinha, que apresentaram sílabas iniciais mais longas do que as sílabas tônicas. Além disso, as sílabas iniciais de palavras com -inho não tiveram diferença estatística e ambas se opuseram à inicial de bolada. Os dados com o sufixo -íssimo apresentaram valores próximos entre a sílaba dita pretônica e a sílaba tônica, tanto em início de palavra (ex. novíssimo) ou em meio de palavra (ex. gostosíssimo). Já os dados com os sufixos -zinho (ex. belozinho) e -mente (ex. belamente) apresentaram o mesmo comportamento prosódico dos compostos morfológicos: maior duração na sílaba principal, mas duas proeminências na sequência total de sílabas. Isto significa dizer que, dentre as átonas, a sílaba que continha o acento da base foi superior às demais Intensidade Analisando o parâmetro intensidade, para as palavras simples, novamente encontramos o que era esperado de acordo com a literatura investigada: as sílabas tônicas foram mais intensas do que as átonas. Apresentamos, no gráfico 3, uma comparação que leva em conta a intensidade máxima dos dados formados pelo sufixo -inho. 112

10 Gráfico 3 Intensidade máxima das sílabas de noviça, novinho e novinha. máxima sílaba 1 - inicial sílaba 2 - tônica n/o/viça n/o/vinho n/ɔ/vinha No gráfico, vemos que as sílabas iniciais das palavras formadas por -inho (novinho e novinha) tiveram comportamento igual ou superior à sílaba tônica, enquanto noviça, que também possui uma vogal alta na posição tônica e que apresenta um único acento primário, teve um crescimento nos valores de intensidade. Na análise dos dados formados por -zinho, os valores de intensidade mais altos foram localizados, em geral, nas sílabas iniciais. Nos dados formados por -íssimo, encontramos comportamentos variados entre os valores de intensidade de sílabas pretônicas e tônicas. Já nas comparações realizadas para o sufixo -mente, encontramos valores relativamente altos de intensidade na sílaba inicial, a qual obteve crescimento em direção à tônica apenas no caso de novidade, que possui um único acento primário. 113

11 Gráfico 4 Intensidade máxima das sílabas de novidade e novamente máxima sílaba 1 - inicial sílaba 2 - medial sílaba 3 - tônica n/o/vidade n/ɔ/vamente Imaginamos que, já que /men/ já é marcado por uma maior duração, faz algum sentido, nesse caso, que /be/ seja marcado por uma maior intensidade. Assim, as duas palavras prosódicas poderiam estar sendo marcadas de formas diferentes. De forma geral, vemos que muitos dados apresentaram uma taxa de intensidade muito alta na sílaba inicial, independente do tamanho da palavra analisada. Sugerimos, então, que este resultado pode mostrar uma influência do tipo de experimento desenvolvido, já que os informantes parecem colocar ênfase na sílaba inicial da única palavra que muda na sequência da frase-veículo. Cruzando os resultados obtidos para os parâmetros duração e intensidade, vemos que, na maior parte dos casos, há maior intensidade na sílaba inicial e maior duração na sílaba tônica. Porém, quando a intensidade maior não estava alocada na sílaba inicial, estava na sílaba tônica; quando a duração maior não estava na tônica, estava na sílaba acentuada da base da derivação. 5 Conclusões e discussão final 114

12 Neste estudo, descrevemos o comportamento fonológico de algumas sílabas pretônicas frente ao processo de neutralização das vogais médias e investigamos o comportamento fonético destas mesmas sílabas. Como resposta à questão há pistas fonéticas para sustentar a hipótese de que os sufixos -inho/-zinho, -mente e -íssimo são palavras fonológicas no PB?, podemos afirmar que encontramos, nos resultados para o parâmetro duração, valores expressivos nas sílabas das bases investigadas. Se estes dados não estiverem influenciados por outros fatores, como a duração intrínseca dos segmentos, por exemplo, podemos continuar sustentando essa hipótese. Já nossos resultados para o parâmetro intensidade não foram tão expressivos e, possivelmente, foram influenciados pelo tipo de experimento adotado, já que muitas produções tiveram a sílaba inicial produzida com maior intensidade. Este fato não nega a nossa hipótese de trabalho, mas também, sabemos, não é suficiente para confirmá-la. Um possível desdobramento para a continuação do estudo seria a elaboração de um experimento com pseudopalavras com cada um dos sufixos investigados e com outros formatos de frases, a fim de verificarmos se há influência ou não para os fatores duração e intensidade, a duração intrínseca dos demais segmentos átonos e a posição da palavra dentro do enunciado. Imaginamos, apesar da complexidade de um estudo nesta interface, ter aberto caminho para discussões futuras. Referências BARBOSA, P. A.; MADUREIRA, S. Manual de fonética acústica experimental: aplicação a dados do português. São Paulo: Cortez, BISOL, L. Mattoso Câmara Jr. e a palavra prosódica. DELTA, São Paulo, v. 20 n. especial, p ,

13 BOERSMA, P.; WEENINK, D. Praat: doing phonetics by computer. Versão Disponível em: < BROD, L.; SEARA, I. As vogais orais do português brasileiro na fala infantil e adulta: uma análise comparativa. Linguagem & Ensino, Pelotas, v.16, n.1, p , jan./jun CÂMARA JR., J. M. História e estrutura da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Padrão, CANTONI, M. M. O acento no português brasileiro: uma abordagem experimental. Tese de Doutorado. Universidade Federal de Minas Gerais LADEFOGED, P. Phonetic data analysis: an introduction to fieldwork and instrumental techniques. Oxford: Blackwell, MASSINI, G. A duração no estudo do acento e ritmo do português. Dissertação (Mestrado) Universidade Estadual de Campinas, Campinas, MORAES, J. Intonation in Brazilian Portuguese. In: HIRST, D.; DI CRISTO, A. (Orgs.) Intonation system. A survey of twenty languages. Cambridge: Cambridge University Press, p NESPOR, M.; VOGEL, I. Prosodic phonology. Dordrecht: Foris Publications, ROCHA, F. de M. V. da; BRANDÃO, S. F. Vogais médias pretônicas na fala da Região Sudeste: um panorama geo-sociolinguístico. SIGNUM: Estudos Linguísticos, n. 18/1, p , Londrina, jun SCHWINDT, L. C. O prefixo no Português Brasileiro: análise morfofonológica. Tese (Doutorado em Linguística) Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, SCHWINDT, L. C. Neutralização da vogal pretônica e formação de palavras em português brasileiro. Organon, v. 28, p. 1-19, 2013a. SCHWINDT, L. C. Palavra fonológica e derivação em português brasileiro: considerações para a arquitetura da gramática. In: BISOL, L.; COLLISCHONN, G. (Orgs.). Fonologia: teorias e perspectivas. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2013b. p

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