REVISÃO 1 NT 156/2003. P:\Meus documentos\nota Técnica\NT REVISÃO 1.doc

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REVISÃO 1 NT 156/2003. P:\Meus documentos\nota Técnica\NT REVISÃO 1.doc"

Transcrição

1 REVISÃO 1

2 2003/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. NT 156/2003 REVISÃO 1 P:\Meus documentos\nota Técnica\NT REVISÃO 1.doc

3 !"# $%!#&'(# #$)*+,-+-)#-$&.', Conclusão Geral Região Norte 5!-"++.+ +").+ / -0"(##!% Premissas e Dados Específicos Introdução Objetivo Metodologia Premissas e dados específicos Resultados Evolução do nível do reservatório de Serra da Mesa Evolução do nível do reservatório de Tucuruí Recursos / Requisitos Máximos 11 "+%.&-2"0!.+34.&!#+-%.5-*.+

4 $%!#&'(# A Resolução GCE nº 109, de 24 de janeiro de 2002, atribui ao ONS o papel de definir, em conjunto com MME, ANEEL e ANA, um mecanismo de representação de aversão ao risco de racionamento. Presentemente, esse mecanismo consiste em Curvas de Aversão ao Risco CAR para o Sistema Interligado Nacional, as quais estabelecem níveis de energia armazenada, em base mensal, adotados como referência para a operação do SIN, utilizando os recursos energéticos de custos mais elevados, de forma a preservar a segurança do atendimento à carga. Esta Nota Técnica apresenta a atualização do estudo para a determinação da Curva de Aversão a Risco para a Região Norte no biênio Devido às características do sistema dessa região, tais como, o comportamento hidrológico do rio Tocantins e a capacidade de regularização anual do reservatório de Tucuruí, o mecanismo de aversão a risco consiste apenas na manutenção de níveis mínimos de armazenamento no último trimestre de cada ano para esse reservatório. Para sua determinação, tomou-se por base os dados do Programa Mensal de Operação PMO de dezembro/2003 e as informações mais atualizadas referentes à carga do Planejamento Anual da Operação Energética para 2004 e aos limites para transferência de energia entre as regiões. Adicionalmente, foram também consideradas as informações mais atualizadas relativas ao histórico revisto de vazões naturais, aos coeficientes de evaporação líquida e ao cenário tendencial de uso consuntivo da água, em conformidade com o processo em curso de recálculo das energias asseguradas dos aproveitamentos hidroelétricos. Considera-se recomendável que os citados níveis mínimos de armazenamento de Tucuruí, no último trimestre, possam ser revistos a qualquer época do ano de 2004, em decorrência de fatos relevantes que alterem de forma significativa as premissas adotadas nesta Nota Técnica. Convém, finalmente, registrar que o ONS encaminhou à ANEEL a metodologia com formulação matemática para a incorporação da Curva de Aversão a Risco ao modelo NEWAVE. Dessa forma, com a antecedência adequada, será possível definir o despacho de intercâmbios inter-regionais bem como decisões de geração térmica quando o nível de armazenamento do subsistema estiver com tendência de invadir a Curva de Aversão a Risco, garantindo o atendimento ao SIN com maior segurança. A utilização da CAR nos processos de Planejamento, Programação e Despacho do Sistema Interligado Nacional será objeto de Nota Técnica específica a ser e- laborada pelo ONS.

5 #$)*+,-+-)#-$&.', Conclusão Geral Para o adequado atendimento ao SIN, torna-se fundamental o cumprimento do cronograma de obras de geração e de transmissão. 2.2 Região Norte Em função de sua característica exportadora de energia, bem como da ocorrência de vazões extremamente elevadas no período úmido no rio Tocantins, que acarretam sistematicamente vertimentos em todos os anos, torna-se suficiente a análise em ciclo anual. O mecanismo de aversão a risco nessa região consiste na garantia de níveis mínimos de armazenamento no reservatório de Tucuruí, no último trimestre de cada ano, de forma a assegurar o atendimento à carga de energia e ponta da região Norte, mesmo no eventual atraso do início do período úmido. No período seco, a pior afluência observada no histórico, correspondente à série de 1963, com a energia natural afluente de 74% MLT anual, 60% MLT no segundo semestre, e 31% MLT em dezembro, requer um armazenamento mínimo da ordem de 15% no reservatório de Tucuruí, ao final de dezembro dos anos 2004 e 2005.

6 !-"++.+ +").+ A curva de armazenamento do reservatório de Tucuruí que apresenta os níveis mínimos requeridos no último trimestre, foi determinada obedecendo às seguintes premissas básicas, além daquelas específicas da região Norte: Garantia de níveis mínimos de segurança para o armazenamento; Consideração de simultaneidade de condições hidrológicas críticas entre as regiões Norte, Sudeste/Centro-Oeste e Nordeste, o que configura os valores máximos de exportação da região Norte para as regiões Nordeste e Sudeste/Centro-Oeste; Cronograma de obras de geração e transmissão conforme o Programa Mensal de Operação PMO de dezembro/2003, segundo os procedimentos estabelecidos pela Resolução GCE nº 109; Carga de energia elaborada pelo CTEM/CCPE e pelo ONS para o Planejamento Anual da Operação Energética Ano 2004; Intercâmbios inter-regionais limitados a 90% do valor máximo, considerando o desempenho observado e levando em conta a necessidade de se efetuar desligamentos programados na transmissão. /

7 -0"(##!%- 4.1 Premissas e Dados Específicos Introdução O comportamento hidrológico da bacia do rio Tocantins, com grandes afluências registradas a cada período úmido, permite a geração de excedentes de energia e o reenchimento anual do reservatório da UHE Tucuruí, mesmo na ocorrência da pior série do histórico de vazões, caracterizando a região Norte como um sistema exportador de energia, o que torna desnecessário o uso de uma Curva Bianual de Aversão a Risco dessa região de forma similar à das demais regiões do SIN. Na hipótese de ocorrência de exportação máxima dessa região e de condições hidrológicas desfavoráveis no rio Tocantins, verifica-se o acentuado deplecionamento do reservatório de Tucuruí, com significativa perda de capacidade de potência, o que requer a avaliação das condições de atendimento desse sistema ao final do período seco, inclusive considerando a possibilidade de atraso do início do período úmido. Nessa eventualidade, deve-se procurar garantir níveis mínimos de armazenamento nesse reservatório, de forma a assegurar o atendimento à ponta da carga da região Norte, mesmo no acaso do atraso do início do período úmido, quando se dá o reenchimento do reservatório. Adicionalmente, considerando-se a simultaneidade de condições hidrológicas críticas nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, adotada como premissa para a elaboração das respectivas curvas de aversão a risco, será necessário determinar a máxima exportação possível de energia da região Norte, mantendo-se a segurança de seu atendimento. Essa exportação se verifica em grandes montantes ao longo do primeiro semestre de cada ano, ficando limitada, em alguns desses meses, apenas pela capacidade instalada da usina de Tucuruí ou pela capacidade de exportação da região Norte. Com o final do período úmido, entretanto, verifica-se uma redução pronunciada nas vazões afluentes a Tucuruí, o que se reflete em uma rápida queda do nível de armazenamento do reservatório e na redução da capacidade de potência da usina. Assim, para alguns desses meses, a disponibilidade para exportação de energia é definida de forma a não comprometer o atendimento à carga de ponta dessa região ao final do ano, no intervalo que antecede o início do próximo período úmido. Outro fato relevante a ser contemplado é que, conforme especificações técnicas dos fabricantes, as unidades geradoras de Tucuruí II deixam de operar a partir da cota 62 m, equivalente a 32% de seu volume útil. 1

8 A determinação dos excedentes de exportação deve considerar as limitações e- xistentes nas transferências de exportação/importação de energia inter-regionais, estabelecendo valores otimizados de exportação/importação do Norte, ao longo do segundo semestre, que permitam o máximo aproveitamento dos recursos e- nergéticos Objetivo Este estudo tem como objetivo reavaliar os requisitos de armazenamento mínimo do reservatório de Tucuruí, definidos como o mecanismo de aversão a risco na região Norte, determinando a política de melhor aproveitamento da energia da região Norte ao longo do ano de 2004, com a premissa básica da ocorrência da vazão afluente crítica histórica ao reservatório de Tucuruí. Essa condição leva à necessidade de se definir valores de exportação/importação da região Norte, respeitando-se o critério de garantia do atendimento a essa região, mesmo na ocorrência desse ano crítico de vazões na bacia do Tocantins. O mesmo processo é desenvolvido para o ano de 2005, tendo em vista o ciclo anual de regularização desse reservatório Metodologia - Determinação do nível mínimo de armazenamento para o reservatório de Tucuruí ao final do período seco Tendo em vista as características hidrológicas do rio Tocantins no período de julho a dezembro, é importante que seja estabelecido o nível mínimo operacional de Tucuruí ao final de cada ano, considerando a necessidade de atendimento da carga de energia e ponta da região Norte ao final do mês de dezembro. Dessa forma, devem ser realizadas diversas simulações fazendo uso do modelo SIMO- NE, de forma a obter-se, recursivamente, os valores de níveis mínimos mensais para o reservatório de Tucuruí. Na determinação desses níveis, deve ser considerada a duplicação da interligação Norte/Sul, além do critério de contingência simples mais restritiva do ponto de vista de atendimento à ponta da carga no cenário Norte importador Premissas e dados específicos Foram adotados no presente estudo as seguintes premissas e dados específicos para a região Norte: 6

9 - Afluências a UHE de Tucuruí e Serra da Mesa Adoção das afluências do ano de 1963, correspondente à pior série do histórico no período seco em Tucuruí, quando se verificaram afluências de 74% MLT em termos anuais, sendo 60% MLT no 2º semestre, com 31% MLT em dezembro, caracterizando atraso do início do período úmido. - Defluência da UHE de Serra da Mesa No presente estudo, considerou-se um perfil típico de vazões turbinadas em Serra da Mesa. Devido às altas afluências incrementais a jusante de Serra da Mesa durante o período úmido, bem como ao esvaziamento de Tucuruí na grande maioria de observações históricas de período seco; o perfil típico de defluências, em Serra da Mesa, corresponde à geração de uma e três máquinas para esses períodos, respectivamente. Para essa condição, considerou-se uma defluência de 400 m³/s da UHE Serra da Mesa de janeiro a setembro e 900 m³/s de outubro a dezembro. - Unidades geradoras Para cotas do nível da barragem de Tucuruí superiores a 62 m, equivalente a 32% do volume útil do reservatório, as unidades geradoras de Tucuruí I e II estão disponíveis para operação. Para cotas do nível da barragem de Tucuruí Inferiores a 62 m, equivalente a 32% do volume útil do reservatório, as unidades geradoras de Tucuruí II não estão disponíveis para operação. - Carga Própria A carga do subsistema Nordeste considerada no estudo está detalhada na Tabela 1. A média para 2004 é de MWmed, o que representa um acréscimo de 6,6 % em relação à carga verificada em 2003 (até novembro). Tabela 1 Norte Carga em MWmed ANO JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ MÉDIA

10 - Intercâmbio A Tabela 2 apresenta os intercâmbios adotados no estudo que foram elaborados para o Planejamento da Operação Elétrica do Sistema Interligado Nacional. Tabela 2 Intercâmbio de energia (MWmed) Condição N ->NE Recebimento NE Exportação SE Exportação N Importação N Média e Pesada 1300 MW 1900 MW 1700 MW 1700 MW (*) 900 MW Leve e Mínima 1200 MW 1800 MW 1400 MW 1600 MW (*) 900 MW (*) Com a entrada em operação, em 31/03/2004, da 2ª etapa da Norte/Sul II (LT 500kV Miracema/Imperatriz circuito 2) a capacidade de exportação do Norte atinge valores de 2500MW em todos os patamares de carga. 4.2 Resultados Evolução do nível do reservatório de Serra da Mesa A Figura 1 apresenta a evolução do armazenamento do reservatório da UHE de Serra da Mesa na ocorrência de afluência da ordem de 74% da MLT Nível Inicial 12,3% V.U. Figura 1 Evolução do nível do reservatório de Serra da Mesa (% V.U.) 22,7 24, ,7 23,7 22,4 20,7 % V.U. 17, ,4 Defluência de 400 m³/seg da UHE Serra da Mesa de janeiro a setembro e 900 m³/seg de outubro a dezembro 9,8 7 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez

11 4.2.2 Evolução do nível do reservatório de Tucuruí A Figura 2 apresenta a evolução do armazenamento do reservatório da UHE Tucuruí na ocorrência de 74% da MLT de afluência a este reservatório e a hipótese de defluência de Serra da Mesa acima descrita: Nível Inicial 37,6% V.U. Figura 2 Evolução do nível do reservatório Tucuruí (% V.U.) , , , ,5 % V.U , Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Recursos / Requisitos Máximos A Figura 3 apresenta os recursos e requisitos máximos da UHE de Tucuruí, considerando as premissas adotadas.

12 Figura 3 Recursos e requisitos máximos da UHE de Tucuruí (MWmed) MWmed Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Observa-se que, no período de janeiro a maio, tem-se uma disponibilidade bastante elevada. Nos meses de junho a setembro, a exportação de energia da região Norte fica dependente das vazões afluentes ao reservatório de Tucuruí. Nos meses de outubro a dezembro, os resultados da simulação levaram a valores de importação pela região Norte da ordem de 900 MW médios. A UHE Tucuruí atinge 21% do V.U. no final de novembro considerando a exportação verificada nos meses de Janeiro a Setembro e importando 900 MWmed a partir de outubro até dezembro. Na ocorrência do cenário hidrológico correspondente à série de 1963 e mantendo-se uma defluência em torno de 400 m3/s na UHE Serra da Mesa de Janeiro a Setembro de 2004, a região Norte deverá ser exportadora de energia. Na ocorrência do cenário hidrológico correspondente à série de 1963, a região Norte será importadora, a partir do mês de outubro, durante o todo período de carga, dado que a UHE Tucuruí contará apenas com onze unidades geradoras além das duas da UHE Piloto. Caso haja indisponibilidade de alguma das remanescentes, a demanda do Norte será atendida com aumento dessa importação. No mês de dezembro de 2004, está prevista uma demanda de 3480 MW a qual deverá ser suprida por meio de 900 MW importados, adicionados à

13 disponibilidade de 2585 MW obtida da simulação que levou a um nível de cerca de 15% de V.U do reservatório de Tucuruí no final de dezembro de Ressalta-se que 15% do V.U. é o nível mínimo do reservatório de Tucuruí que garante o atendimento à demanda prevista no mês de dezembro/2004, com a complementação da importação de 900 MW. Para atendimento à Resolução nº 109 da GCE, de 24 de janeiro de 2002, no que concerne ao período bianual e considerando o ciclo anual de operação do reservatório de Tucuruí, conforme já destacado, bem como a característica exportadora, em seu valor máximo, do subsistema da região Norte, deverão ser adotados esses mesmos requisitos de armazenamento nesse reservatório para o ano de 2005.

14 "+%.&-2"0!.+34.&!#+-%.5-*.+ 8"0!.+ Figura 1 Evolução do nível do reservatório de Serra da Mesa (% V.U.) 10 Figura 2 Evolução do nível do reservatório Tucuruí (% V.U.) 11 Figura 3 Recursos e requisitos máximos da UHE de Tucuruí (MWmed) 12.5-*.+ Tabela 1 Norte Carga em MWmed 9 Tabela 2 Intercâmbio de energia (MWmed) 10

REVISÃO DA CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2009/2010

REVISÃO DA CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2009/2010 REVISÃO DA CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2009/2010 2008/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. ONS NT 038/2009 REVISÃO DA CURVA BIANUAL

Leia mais

2005/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. NT 050/2005. C:\WINDOWS\TEMP\d.lotus.notes.data\~

2005/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. NT 050/2005. C:\WINDOWS\TEMP\d.lotus.notes.data\~ 2005/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. NT 050/2005 C:\WINDOWS\TEMP\d.lotus.notes.data\~8766246.doc !" # $% "&'(" ) "$*+,-.,.*".$&/'-., 2.1 Conclusão Geral

Leia mais

NT 066/2006. C:\WINDOWS\TEMP\d.Lotus.Notes.Data\NT-066_revisão CAR do SUL.doc

NT 066/2006. C:\WINDOWS\TEMP\d.Lotus.Notes.Data\NT-066_revisão CAR do SUL.doc 2006/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. NT 066/2006 C:\WINDOWS\TEMP\d.Lotus.Notes.Data\NT-066_revisão CAR do SUL.doc !" #$ "%&'" ( "#)*+,-+. -!++/+-0-$"%"*"1!/

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro Semana Operativa de 21/01/2017 a 27/01/2017 1. APRESENTAÇÃO 2. NOTÍCIAS Na semana de 14 a 20/01/2017 ocorreu precipitação nas bacias dos

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro Semana Operativa de 17/12/2016 a 23/12/2016 1. APRESENTAÇÃO 2. NOTÍCIAS Na semana de 10 a 16/12/2016 ocorreu chuva fraca nas bacias dos

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Março Semana Operativa de 05/03/2016 11/03/2016 1. APRESENTAÇÃO Na semana de 27/02 a 04/03 ocorreu chuva fraca a moderada nas bacias da região Sul

Leia mais

CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2011/2012

CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2011/2012 CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO PARA A REGIÃO SUL - BIÊNIO 2011/2012 2010/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. ONS NT 127/2010 CURVA BIANUAL DE AVERSÃO A RISCO

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro Semana Operativa de 17/12/2016 a 23/12/2016 1. APRESENTAÇÃO 2. NOTÍCIAS Na semana de 10 a 16/12/2016 ocorreu chuva fraca nas bacias dos

Leia mais

Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para Hermes Chipp Diretor Geral

Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para Hermes Chipp Diretor Geral Avaliação das Condições do Atendimento Eletroenergético do SIN em 2014 e Visão para 2015 Hermes Chipp Diretor Geral FGV Rio de Janeiro, 02/06/2014 1 Visão de Curto Prazo Avaliação das Condições Meteorológicas

Leia mais

Destaque: Horizonte Operador Nacional do Sistema Elétrico Diretoria de Planejamento Programação da Operação

Destaque: Horizonte Operador Nacional do Sistema Elétrico Diretoria de Planejamento Programação da Operação PROPOSTA PARA DEFLUÊNCIAS DAS USINAS HIDROELÉTRICAS DA BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO NOS ESTUDOS DE PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO, DIANTE DO QUADRO DE ESCASSEZ HÍDRICA Destaque: Horizonte 2017-2018

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 02/01/2016 a 08/01/2016

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 02/01/2016 a 08/01/2016 Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 02/01/2016 a 08/01/2016 1. APRESENTAÇÃO Findo o primeiro bimestre do período chuvoso nas regiões Norte, Nordeste

Leia mais

JANEIRO RV0 1º Semana

JANEIRO RV0 1º Semana JANEIRO 2015 RV0 1º Semana JANEIRO RV0 Sumário INTRODUÇÃO... 3 INFORMAÇÕES ESTRUTURAIS PARA CONSTRUÇÃO DA FUNÇÃO DE CUSTO FUTURO... 4 1 - Armazenamento inicial dos reservatórios equivalentes... 4 2 - Tendência

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação 1. APRESENTAÇÃO 2. NOTÍCIAS No início da semana de ocorreu chuva fraca isolada nas bacias dos rios Grande e São Francisco. No final da semana ocorreu chuva

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 09/01/2016 a 15/01/2016

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 09/01/2016 a 15/01/2016 Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Janeiro 2016 Semana Operativa de 09/01/2016 a 15/01/2016 1. APRESENTAÇÃO No início da semana de 02 a 08/01/2015, ocorreu chuva fraca nas bacias

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro Semana Operativa de 03/12/2016 a 09/12/2016 1. APRESENTAÇÃO Na semana de 26/11 a 02/12/2016 ocorreu precipitação nas bacias hidrográficas

Leia mais

Análise PLD 4ª semana operativa de maio

Análise PLD 4ª semana operativa de maio 37,61 13,25 19,3 28,95 67,31 38,73 125,16 97,36 7,28 29,42 35,66 3,42 37,73 49,42 135,43 86,45 8,39 74,51 73,31 166,69 263,6 287,2 395,73 689,25 www.ccee.org.br Nº 243 4ª semana de o/216 8 1 8 O InfoPLD

Leia mais

BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO: Medidas Adicionais de Gestão para enfrentamento da Crise Hídrica

BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO: Medidas Adicionais de Gestão para enfrentamento da Crise Hídrica BACIA DO RIO SÃO FRANCISCO: Medidas Adicionais de Gestão para enfrentamento da Crise Hídrica Caracterização da bacia Área 639.219 km² Precipitação média anual na Bacia Extensão 2.863 km População 14,3

Leia mais

ANÁLISE REGULATÓRIA EXCELÊNCIA ENERGÉTICA

ANÁLISE REGULATÓRIA EXCELÊNCIA ENERGÉTICA HÁ RISCO DE RACIONAMENTO? O título desta análise é a pergunta mais frequente neste início de 2013, e o objetivo deste artigo é aprofundar a discussão em busca de uma resposta. Desde setembro de 2012 há

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro 2016 Semana Operativa de 03/12/2016 a 09/12/2016

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro 2016 Semana Operativa de 03/12/2016 a 09/12/2016 Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Dezembro 2016 Semana Operativa de 03/12/2016 a 09/12/2016 1. APRESENTAÇÃO Na semana de 26/11 a 02/12/2016 ocorreu precipitação nas bacias hidrográficas

Leia mais

ANÁLISE DE CENÁRIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DO HIDROGRAMA AMBIENTAL NO BAIXO TRECHO DO RIO SÃO FRANCISCO

ANÁLISE DE CENÁRIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DO HIDROGRAMA AMBIENTAL NO BAIXO TRECHO DO RIO SÃO FRANCISCO Salvador/ 2016 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA UFBA Grupo de Recursos Hídricos - GRH ANÁLISE DE CENÁRIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DO HIDROGRAMA AMBIENTAL NO BAIXO TRECHO DO RIO SÃO FRANCISCO Yvonilde Dantas Pinto

Leia mais

INFORMATIVO MENSAL MAR.2014

INFORMATIVO MENSAL MAR.2014 INFORMATIVO MENSAL.214 Preço de Liquidação das Diferenças 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, PLD Médio /214 PLD TETO 822,83 7 6 5 4 3 2 PLD Médio Anual - Seco x Úmido 1,, MÉDIA SEMANA 1 1/ a 7/ NORTE SEMANA 2 8/

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação 1. APRESENTAÇÃO Somente no final da semana de 17 a 23 de agosto, uma frente fria conseguiu atingir a região Sul do país, ocasionando chuva fraca/moderada

Leia mais

Análise PLD 2ª semana operativa de dezembro

Análise PLD 2ª semana operativa de dezembro www.ccee.org.br Nº 219 2ª semana de dezembro/15 8 1 8 O InfoPLD é uma publicação semanal que traz uma análise dos fatores que influenciam na formação do Preço de Liquidação das Diferenças - PLD, calculado

Leia mais

CRITÉRIOS PARA A UTILIZAÇÃO DOS VOLUMES MORTOS DOS RESERVATÓRIOS DAS USINAS HIDRELÉTRICAS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL

CRITÉRIOS PARA A UTILIZAÇÃO DOS VOLUMES MORTOS DOS RESERVATÓRIOS DAS USINAS HIDRELÉTRICAS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL CRITÉRIOS PARA A UTILIZAÇÃO DOS VOLUMES MORTOS DOS RESERVATÓRIOS DAS USINAS HIDRELÉTRICAS DA BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova 20211-160

Leia mais

RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO DO HORÁRIO DE VERÃO 2008/2009

RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO DO HORÁRIO DE VERÃO 2008/2009 RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO DO HORÁRIO DE VERÃO 2008/2009 2009/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. ONS NT- 016/2009 RESULTADO PRELIMINAR DA IMPLANTAÇÃO

Leia mais

3º Ciclo Revisões Tarifárias Periódicas

3º Ciclo Revisões Tarifárias Periódicas 8 02 3 PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 4ª Semana de Fevereiro de 203 Fevereiro (6.02.203 a 22.02.203) PLD médio PLD médio 2 R$/MWh Sudeste Sul Nordeste Norte Sudeste 87,88 93,57 Pesada 27,60 27,60

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação 1. APRESENTAÇÃO Na semana de 10 a 16 de agosto, conforme a previsão, a atuação de duas frentes frias e de áreas de instabilidade voltou a ocasionar precipitação

Leia mais

NT 162/2011. D:\!ONS-2011\NOTA TÉCNICA\GPO2\NT 162_2011_CAR 2012-2013.doc

NT 162/2011. D:\!ONS-2011\NOTA TÉCNICA\GPO2\NT 162_2011_CAR 2012-2013.doc 2011/ONS Todos os direitos reservados. Qualquer alteração é proibida sem autorização. NT 162/2011 D:\!ONS-2011\NOTA TÉCNICA\GPO2\NT 162_2011_CAR 2012-2013.doc !" #$%&!'"% (& ")*+" "(,-./%.%," %()0*/%.

Leia mais

São apresentadas a seguir as principais características do comportamento da carga:

São apresentadas a seguir as principais características do comportamento da carga: A diversidade de comportamento dos consumidores de energia elétrica é uma característica que ameniza variações bruscas na curva de carga do sistema. Mas o que pode acontecer se, em todo o país, todos os

Leia mais

Setor Elétrico Brasileiro: Crescimento e Desafios

Setor Elétrico Brasileiro: Crescimento e Desafios XXIII SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRNSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Setor Elétrico Brasileiro: Crescimento e Desafios Políticas do Ministério de para o Setor Elétrico Brasileiro Altino Ventura

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO PERÍODO CRÍTICO DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL. Fabiano Salomão de Oliveira Flavio Corga Cardinot Lilian Laubenbacher Sampaio

DETERMINAÇÃO DO PERÍODO CRÍTICO DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL. Fabiano Salomão de Oliveira Flavio Corga Cardinot Lilian Laubenbacher Sampaio SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GPL - 08 16 a 21 Outubro de 2005 Curitiba - Paraná GRUPO VII GRUPO DE PLANEJAMENTO DE SISTEMAS ELÉTRICOS - GPL DETERMINAÇÃO DO PERÍODO

Leia mais

Primeiro Debate sobre a Questão da Água do Nordeste

Primeiro Debate sobre a Questão da Água do Nordeste Primeiro Debate sobre a Questão da Água do Nordeste Sessão IV: A Bacia do rio São Francisco. Origem das Águas. Regime Fluvial. Disponibilidades. Risco de Mudanças CGEE / ANA Brasília Agosto de 2008 Giovanni

Leia mais

Análise PLD 2ª semana operativa de novembro

Análise PLD 2ª semana operativa de novembro www.ccee.org.br Nº 215 2ª semana de novembro/15 8 1 8 O InfoPLD é uma publicação semanal que traz uma análise dos fatores que influenciam na formação do Preço de Liquidação das Diferenças - PLD, calculado

Leia mais

OPHEN ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DA OPERAÇÃO HIDROENERGÉTICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL

OPHEN ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DA OPERAÇÃO HIDROENERGÉTICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL OPHEN ACOMPANHAMENTO DIÁRIO DA OPERAÇÃO HIDROENERGÉTICA DO SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL 13/04/2009 INTRODUÇÃO O Acompanhamento Diário da Operação Hidroenergética tem como objetivo apresentar a situação

Leia mais

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação

Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação 1. APRESENTAÇÃO A recente crise hídrica que tem afetado as principais bacias hidrográficas das regiões SE/CO e NE no que concerne à operação de seus aproveitamentos

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Abril 2016 Semana Operativa de 26/03/2016 a 01/04/2016

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Abril 2016 Semana Operativa de 26/03/2016 a 01/04/2016 % EARmáx Sumário Executivo do Programa Mensal de Operação Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação PMO de Abril 2016 Semana Operativa de 26/03/2016 a 01/04/2016 1. APRESENTAÇÃO Durante o mês

Leia mais

O PLANEJAMENTO E A PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO DO SIN PELO OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELÉTRICO - ONS. Mário Daher

O PLANEJAMENTO E A PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO DO SIN PELO OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELÉTRICO - ONS. Mário Daher O PLANEJAMENTO E A PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO DO SIN PELO OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELÉTRICO - ONS Mário Daher 1 O PLANEJAMENTO E A PROGRAMAÇÃO DA OPERAÇÃO DO SIN PELO OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELÉTRICO

Leia mais

O PLD da 5ª semana de Novembro foi republicado devido a um erro de entrada de dado no Modelo:

O PLD da 5ª semana de Novembro foi republicado devido a um erro de entrada de dado no Modelo: 02 2 3 PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) PLD - ª Semana de Dezembro de 203 Dezembro (30..203 a 06.2.203) PLD médio PLD médio 2 R$/MWh Sudeste Sul Nordeste Norte Sudeste 309,49 309,33 Pesada 33,8

Leia mais

Seminário Energia Soluções para o Futuro Geração Hidrelétrica. Flávio Antônio Neiva Presidente da ABRAGE

Seminário Energia Soluções para o Futuro Geração Hidrelétrica. Flávio Antônio Neiva Presidente da ABRAGE Seminário Energia Soluções para o Futuro Geração Hidrelétrica Flávio Antônio Neiva Presidente da ABRAGE Belo Horizonte, 24 de abril de 2014 Associadas da ABRAGE Usinas das associadas da ABRAGE Hidrelétricas

Leia mais

Marcos Airton de Sousa Freitas 1 & Joaquim Guedes Corrêa Gondim Filho 2 RESUMO

Marcos Airton de Sousa Freitas 1 & Joaquim Guedes Corrêa Gondim Filho 2 RESUMO DISPONIBILIDADE HÍDRICA DO SISTEMA FORMADO PELOS RESERVATÓRIOS TRÊS MARIAS E SOBRADINHO NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SÃO FRANCISCO PARA FINS DE ALOCAÇÃO DE ÁGUA Marcos Airton de Sousa Freitas 1 & Joaquim

Leia mais

Panorama Geral do Setor Elétrico

Panorama Geral do Setor Elétrico 11º CONSTRUBUSINESS Congresso Brasileiro da Construção 2015 Panorama Geral do Setor Elétrico Ministro Eduardo Braga São Paulo, 09 de março de 2015 2 Condições Hidrológicas Desfavoráveis 29.909 21.438 22.413

Leia mais

A EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO REFERENTE À OPERAÇÃO DE USINAS TERMELÉTRICAS. Autores:

A EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO REFERENTE À OPERAÇÃO DE USINAS TERMELÉTRICAS. Autores: USINAS TERMELÉTRICAS Autores: Hermínio Fonseca Almeida ONS Joel Mendes Pereira ONS José Renato Dantas ONS Marcelo Prais ONS Ney Fukui da Silveira ONS Paulo César P. da Cunha ONS Túlio Mascarenhas Horta

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica PORTARIA N o 258, DE 28 DE JULHO DE 2008. O MINISTRO DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 87, parágrafo único,

Leia mais

11 de abril de Paulo Born Conselho de Administração

11 de abril de Paulo Born Conselho de Administração Operações do Mercado de Energia Evolução e Perspectiva Seminário FIEPE 11 de abril de 2013 Paulo Born Conselho de Administração Agenda Visão Geral do Mercado de Energia Governança e Ambientes de Comercialização

Leia mais

Nº 008 Agosto/ Nº de usinas

Nº 008 Agosto/ Nº de usinas Nº de usinas www.cceorg.br Nº 008 Agosto/2014 0 10 00 08 Introdução O Boletim de Operação das Usinas é uma publicação mensal que apresenta os principais resultados consolidados de capacidade, garantia

Leia mais

ENERGIA ASSEGURADA. GTAE - Grupo de Trabalho de Acompanhamento do Planejamento Eletroenergético

ENERGIA ASSEGURADA. GTAE - Grupo de Trabalho de Acompanhamento do Planejamento Eletroenergético ENERGIA ASSEGURADA GTAE - Grupo de Trabalho de Acompanhamento do Planejamento Eletroenergético PARA QUE SERVE Garantia Física Lastro Placa Energia passível de comercialização Principal fonte de rendimento

Leia mais

Desafios para a Operação em Tempo Real das Usinas Eólicas Existentes. Flávio Lins Ricardo Vieira ONS

Desafios para a Operação em Tempo Real das Usinas Eólicas Existentes. Flávio Lins Ricardo Vieira ONS Desafios para a Operação em Tempo Real das Usinas Eólicas Existentes Flávio Lins Ricardo Vieira ONS Sumário Panorama Mundial da Geração Eólica Dados Gerais da Geração Eólica no Brasil Características da

Leia mais

Ministério de Minas e Energia SECRETARIA DE ENERGIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE MONITORAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO. Dezembro 2014

Ministério de Minas e Energia SECRETARIA DE ENERGIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE MONITORAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO. Dezembro 2014 Secretaria de Energia MINISTÉRIO Elétrica Departamento DE MINAS de Monitoramento E ENERGIA do Sistema Elétrico SECRETARIA DE ENERGIA ELÉTRICA DEPARTAMENTO DE MONITORAMENTO DO SISTEMA ELÉTRICO Dezembro

Leia mais

GESTÃO DE RESERVATÓRIOS NA CRISE HÍDRICA O Caso da UHE Três Marias

GESTÃO DE RESERVATÓRIOS NA CRISE HÍDRICA O Caso da UHE Três Marias GESTÃO DE RESERVATÓRIOS NA CRISE HÍDRICA O Caso da UHE Três Marias SUMÁRIO 1- Caracterização 2- A abordagem adotada 3- Conclusões e Sugestões Análise das últimas estações chuvosas 2011/2012 2012/2013 2013/2014

Leia mais

Comissão Permanente para Análise de Metodologias e Programas Computacionais do Setor Elétrico CPAMP

Comissão Permanente para Análise de Metodologias e Programas Computacionais do Setor Elétrico CPAMP Comissão Permanente para Análise de Metodologias e Programas Computacionais do Setor Elétrico CPAMP Relatório Técnico Metodologia de Cálculo de Garantia Física de Potência de Usinas Hidrelétricas Despachadas

Leia mais

CAPÍTULO 7 REGULARIZAÇÃO DE VAZÕES E CONTROLE DE ESTIAGENS

CAPÍTULO 7 REGULARIZAÇÃO DE VAZÕES E CONTROLE DE ESTIAGENS 7.1. Introdução CAPÍTULO 7 REGULARIZAÇÃO DE VAZÕES E CONTROLE DE ESTIAGENS A variabilidade temporal das vazões fluviais tem como resultado visível a ocorrência de excessos hídricos nos períodos úmidos

Leia mais

ENERGIA ASSEGURADA GARANTIA FÍSICA. Luiz Roberto Morgenstern Ferreira

ENERGIA ASSEGURADA GARANTIA FÍSICA. Luiz Roberto Morgenstern Ferreira 1 ENERGIA ASSEGURADA GARANTIA FÍSICA Luiz Roberto Morgenstern Ferreira PARA QUE SERVE Energia Assegurada Garantia Física Lastro Placa Energia passível de comercialização Principal fonte de rendimento de

Leia mais

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES

DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00

Leia mais

4 Características do Mercado Brasileiro de Energia Elétrica

4 Características do Mercado Brasileiro de Energia Elétrica 4 Características do Mercado Brasileiro de Energia Elétrica Para que a modelagem matemática utilizada neste trabalho seja bem compreendida, nesta seção serão abordadas algumas características importantes

Leia mais

Pedro A. M-S. David Thiago C. César Amaro Olímpio Jr. Simone Q. Brandão

Pedro A. M-S. David Thiago C. César Amaro Olímpio Jr. Simone Q. Brandão Contribuição da Energia Eólica para a Regularização do Suprimento de Energia Elétrica no Brasil 1 Pedro A. M-S. David Thiago C. César Amaro Olímpio Jr. Simone Q. Brandão Empresa de Pesquisa Energética

Leia mais

OPORTUNIDADES E DESAFIOS DO SETOR ELÉTRICO

OPORTUNIDADES E DESAFIOS DO SETOR ELÉTRICO OPORTUNIDADES E DESAFIOS DO SETOR ELÉTRICO 01 de Abril de 2011 Mesa Redonda sobre Energia no Brasil: Energia e o Novo Governo Rio de Janeiro Empresa de Pesquisa Energética Uma Empresa do Ministério de

Leia mais

ENERGIA ELÉTRICA: RETROSPECTIVA DO CONSUMO ENERGÉTICO E O CENÁRIO DE EXPANSÃO DA OFERTA E DEMANDA NACIONAL

ENERGIA ELÉTRICA: RETROSPECTIVA DO CONSUMO ENERGÉTICO E O CENÁRIO DE EXPANSÃO DA OFERTA E DEMANDA NACIONAL RICARDO SAVOIA ENERGIA ELÉTRICA: RETROSPECTIVA DO CONSUMO ENERGÉTICO E O CENÁRIO DE EXPANSÃO DA OFERTA E DEMANDA NACIONAL 24ª Fenasucro (Feira Internacional de Tecnologia Sucroenergética) VI Seminário

Leia mais

GRUPO TÉCNICO OPERACIONAL DA REGIÃO NORTE GTON

GRUPO TÉCNICO OPERACIONAL DA REGIÃO NORTE GTON GRUPO TÉCNICO OPERACIONAL DA REGIÃO NORTE GTON PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO DOS SISTEMAS ISOLADOS AGOSTO / 2015 GTON / CTP 08/2015 SUMÁRIO 1. Introdução... 2 2. Objetivo... 2 3. Premissas Básicas... 3 4.

Leia mais

XIII Fórum Nacional de Energia e Meio Ambiente no Brasil. A atuação da CCEE como operadora do mercado brasileiro. 15 de agosto de 2012

XIII Fórum Nacional de Energia e Meio Ambiente no Brasil. A atuação da CCEE como operadora do mercado brasileiro. 15 de agosto de 2012 XIII Fórum Nacional de Energia e Meio Ambiente no Brasil A atuação da CCEE como operadora do mercado brasileiro 15 de agosto de 2012 Luiz Eduardo Barata Ferreira Presidente do Conselho de Administração

Leia mais

INFORMATIVO MENSAL DEZ.2014

INFORMATIVO MENSAL DEZ.2014 INFORMATIVO MENSAL.214 Preço de Liquidação das Diferenças 8, PLD Médio /214 8 PLD Médio Anual - Seco x Úmido 7, 7 6, 6 5, 4, 3, 2, 1,, MÉDIA SEMANA 1 29/ a 5/ NORTE SEMANA 2 6/ a 12/ SEMANA 3 13/ a 19/

Leia mais

Boletim Mensal de Geração Eólica Dezembro/2014

Boletim Mensal de Geração Eólica Dezembro/2014 Dezembro/214 Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS Diretoria de Operação DOP Centro Nacional de Operação do Sistema CNOS Gerência Executiva de Pós-Operação, Análise e Estatística da Operação GOA

Leia mais

TÉRMICA. Aatual capacidade de oferta energética do Sistema. A importância da complementaridade

TÉRMICA. Aatual capacidade de oferta energética do Sistema. A importância da complementaridade A importância da complementaridade TÉRMICA Mario Fernando de Melo Santos Presidente do Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS Aatual capacidade de oferta energética do Sistema Interligado Nacional

Leia mais

DECOMP. Exercícios Práticos

DECOMP. Exercícios Práticos Treinamento nos Modelos Newave/Decomp DECOMP Exercícios Práticos Maio de 2016 Contextualização Planejamento da Operação Energética MÉDIO PRAZO horizonte: 5 anos discretização: mensal NEWAVE CURTO PRAZO

Leia mais

www.ccee.org.br Nº 009 Setembro/2014 0800 10 00 08

www.ccee.org.br Nº 009 Setembro/2014 0800 10 00 08 www.cceorg.br Nº 009 Setembro/2014 0800 10 00 08 Introdução O Boletim de Operação das Usinas é uma publicação mensal que apresenta os principais resultados consolidados de capacidade, garantia física e

Leia mais

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS DEZEMBRO DE 2015

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS DEZEMBRO DE 2015 A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS DEZEMBRO DE 2015 CAPACIDADE DE GERAÇÃO DA BIOELETRICIDADE Em 2014, de acordo com a International Renewable Energy Agency (IRENA), a fonte biomassa apresentou 80.227

Leia mais

3 Mercado Brasileiro de Energia Elétrica

3 Mercado Brasileiro de Energia Elétrica 24 3 Mercado Brasileiro de Energia Elétrica Algumas características e mecanismos do mercado de energia elétrica brasileiro precisam ser compreendidos para realizar a análise proposta neste estudo. Especialmente,

Leia mais

DETERMINAÇÃO DE SUBSÍDIOS PARA PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DOS PRINCIPAIS RESERVATÓRIOS DA BACIA DO SÃO FRANCISCO

DETERMINAÇÃO DE SUBSÍDIOS PARA PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS DOS PRINCIPAIS RESERVATÓRIOS DA BACIA DO SÃO FRANCISCO PROJETO DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS EM TERRA NA BACIA DO SÃO FRANCISCO ANA/GEF/PNUMA/OEA Subprojeto 4.4 Determinação de Subsídios para Procedimentos Operacionais dos Principais

Leia mais

Definição de Remanso. ANEXO 3 - Apresentação utilizada na reunião com lideranças de Jacy-Paraná

Definição de Remanso. ANEXO 3 - Apresentação utilizada na reunião com lideranças de Jacy-Paraná ANEXO 3 - Apresentação utilizada na reunião com lideranças de Jacy-Paraná DOCUMENTO CONFIDENCIAL Proibida a reprodução Esclarecimentos às lideranças comunitárias de Jaci-Paraná sobre o alteamento do reservatório

Leia mais

Capítulo 131 Hidroelétrica de pequeno porte

Capítulo 131 Hidroelétrica de pequeno porte Capítulo 131 Hidroelétrica de pequeno porte 131-1 131.1 Introdução O objetivo deste capítulo é fornecer noções para aproveitamento de pequenas hidroelétricas, isto é, aquelas com capacidade menores que

Leia mais

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação Revisão 0 do PMO de Dezembro Semana Operativa de 01/12 a 07/12/2012

Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação Revisão 0 do PMO de Dezembro Semana Operativa de 01/12 a 07/12/2012 Relatório Executivo do Programa Mensal de Operação Revisão do PMO de Dezembro Semana Operativa de 1/12 a 7/12/212 1. APRESENTAÇÃO Dentre as premissas atualizadas para a construção da Função de Custo Futuro

Leia mais

X EDAO ENCONTRO PARA DEBATES DE ASSUNTOS DE OPERAÇÃO A EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO REFERENTE À OPERAÇÃO DE USINAS TERMELÉTRICAS

X EDAO ENCONTRO PARA DEBATES DE ASSUNTOS DE OPERAÇÃO A EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO REFERENTE À OPERAÇÃO DE USINAS TERMELÉTRICAS X EDAO ENCONTRO PARA DEBATES DE ASSUNTOS DE OPERAÇÃO A EVOLUÇÃO DA REGULAÇÃO REFERENTE À OPERAÇÃO DE USINAS TERMELÉTRICAS Wilkens Gerades Filho Marcelo Prais Ney Fukui da Silveira ONS ONS ONS Brasília

Leia mais

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE JULHO

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE JULHO PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE JULHO Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua da Quitanda, 196 - Centro 20091-005 Rio de Janeiro RJ Tel (+21) 2203-9400 Fax (+21) 2203-9444

Leia mais

PLANO DA OPERAÇÃO ENERGÉTICA 2016/2020 PEN 2016 SUMÁRIO EXECUTIVO. Operador Nacional do Sistema Elétrico. Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova

PLANO DA OPERAÇÃO ENERGÉTICA 2016/2020 PEN 2016 SUMÁRIO EXECUTIVO. Operador Nacional do Sistema Elétrico. Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova PLANO DA OPERAÇÃO ENERGÉTICA 2016/2020 PEN 2016 SUMÁRIO EXECUTIVO Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova 20211-160 Rio de Janeiro RJ 2016/ONS Todos os direitos reservados.

Leia mais

Disponibilidade Hídrica do Sistema Elétrico Brasileiro

Disponibilidade Hídrica do Sistema Elétrico Brasileiro Disponibilidade Hídrica do Sistema Elétrico Brasileiro Maio/2003 A Água no Mundo Desse volume: 97,2% águas dos mares 2,15% geleiras e calotas polares 3/4 3/4 do do globo globo terrestre são são cobertos

Leia mais

ESTUDO DA ALOCAÇÃO DE ÁGUA NO RIO SÃO FRANCISCO CONSIDERANDO A DEMANDA AMBIENTAL

ESTUDO DA ALOCAÇÃO DE ÁGUA NO RIO SÃO FRANCISCO CONSIDERANDO A DEMANDA AMBIENTAL ESTUDO DA ALOCAÇÃO DE ÁGUA NO RIO SÃO FRANCISCO CONSIDERANDO A DEMANDA AMBIENTAL Andrea Sousa Fontes Anderson Lima Aragão Yvonilde Dantas Pinto Medeiros Introdução Controle ar/ficial do fluxo x componentes

Leia mais

NORTE ENERGIA S.A. -NESA UHE BELO MONTE. Rio Xingu, Brasil

NORTE ENERGIA S.A. -NESA UHE BELO MONTE. Rio Xingu, Brasil NORTE ENERGIA S.A. -NESA UHE BELO MONTE Rio Xingu, Brasil Dezembro 2010 Localização UHE BELO MONTE BREVE HISTÓRICO Estudo de Inventário do rio Xingu: realizados na década de 1970 com relatório técnico

Leia mais

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2015

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2015 A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2015 CAPACIDADE DE GERAÇÃO DA BIOELETRICIDADE Em 2014, de acordo com a International Renewable Energy Agency (IRENA), a fonte biomassa apresentou 80.227

Leia mais

3 Operação das Térmicas e Sistemas Hidrotérmicos

3 Operação das Térmicas e Sistemas Hidrotérmicos 3 Operação das Térmicas e Sistemas Hidrotérmicos 3.1 Sistemas Hidrotérmicos 3.1.1 Custos de oportunidade À primeira vista, as usinas hidrelétricas seriam sempre acionadas primeiro no despacho econômico,

Leia mais

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2016

A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2016 A BIOELETRICIDADE DA CANA EM NÚMEROS SETEMBRO DE 2016 CAPACIDADE DE GERAÇÃO DA BIOELETRICIDADE Atualmente, a fonte biomassa representa quase 9% da potência outorgada pela Agência Nacional de Energia Elétrica

Leia mais

ACOMPANHAMENTO MENSAL DA GERAÇÃO DE ENERGIA DAS USINAS EOLIELÉTRICAS COM PROGRAMAÇÃO E DESPACHO CENTRALIZADOS PELO ONS SETEMBRO / 2013

ACOMPANHAMENTO MENSAL DA GERAÇÃO DE ENERGIA DAS USINAS EOLIELÉTRICAS COM PROGRAMAÇÃO E DESPACHO CENTRALIZADOS PELO ONS SETEMBRO / 2013 ACOMPANHAMENTO MENSAL DA GERAÇÃO DE ENERGIA DAS USINAS EOLIELÉTRICAS COM PROGRAMAÇÃO E DESPACHO CENTRALIZADOS PELO ONS SETEMBRO / 213 Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS Diretoria de Operação DOP

Leia mais

Fernando Henrique Schüffner Neto

Fernando Henrique Schüffner Neto Fernando Henrique Schüffner Neto 24/Março/2011 Tópicos i. Produção de Energia Elétrica ii. Comercialização da Energia Elétrica iii. Panorama Atual das Fontes Geração Grandes Centrais Hidrelétricas (UHE)

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl

Leia mais

Balanço Energético. Versão 1.0

Balanço Energético. Versão 1.0 ÍNDICE BALANÇO ENERGÉTICO 4 1. Introdução 4 1.1. Lista de Termos 6 1.2. Conceitos Básicos 7 2. Detalhamento do Cálculo do 10 2.1. Cálculo do 10 2 Controle de Alterações Revisão Motivo da Revisão Instrumento

Leia mais

A Dinâmica da Oferta e Demanda de Energia Elétrica no Brasil em

A Dinâmica da Oferta e Demanda de Energia Elétrica no Brasil em A Dinâmica da Oferta e Demanda de Energia Elétrica no Brasil em 2005-2006. 1 - Introdução Nivalde J. de Castro * Pedro Paulo Ballarin Bruni** O Setor de Energia Elétrica SEE - em 2005 apresentou evolução

Leia mais

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10

PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15

Leia mais

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE FEVEREIRO

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE FEVEREIRO PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA O MÊS DE FEVEREIRO Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade Nova 20211-160 Rio de Janeiro RJ 2017/ONS Todos os direitos reservados.

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DO USO DOS RECURSOS DE GERAÇÃO DISPONÍVEIS PARA O CAG CONTROLE AUTOMÁTICO DE GERAÇÃO

OTIMIZAÇÃO DO USO DOS RECURSOS DE GERAÇÃO DISPONÍVEIS PARA O CAG CONTROLE AUTOMÁTICO DE GERAÇÃO O CAG CONTROLE AUTOMÁTICO DE GERAÇÃO Autores: Roberto Gomes Peres Junior ONS Sérgio Luiz de Azevedo Sardinha ONS Ailton Andrade ONS 2 CONCEITUAÇÃO BÁSICA Margem de regulação: módulo da diferença entre

Leia mais

PLANO DA OPERAÇÃO ENERGÉTICA 2014/2018 PEN 2014 SUMÁRIO EXECUTIVO

PLANO DA OPERAÇÃO ENERGÉTICA 2014/2018 PEN 2014 SUMÁRIO EXECUTIVO PLANO DA OPERAÇÃO ENERGÉTICA 2014/2018 PEN 2014 SUMÁRIO EXECUTIVO Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua Júlio do Carmo, 251 Cidade nova 20211-160 Rio de Janeiro RJ Tel (+21) 3444-9400 Fax (+21) 3444-9444

Leia mais

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GEC 09 14 a 17 Outubro de 2007 Rio de Janeiro - RJ GRUPO VI GRUPO DE ESTUDO DE COMERCIALIZAÇÃO, ECONOMIA E REGULAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

Leia mais

Santander VII Conferência Setor Elétrico Brasil Wilson Ferreira Jr CEO

Santander VII Conferência Setor Elétrico Brasil Wilson Ferreira Jr CEO Santander VII Conferência Setor Elétrico Brasil Wilson Ferreira Jr CEO Fevereiro São Paulo, 2016 07 de março de 2012 1 Temas para discussão 1 2 3 4 5 6 7 Panorama 2015-2016 Repactuação do risco hidrológico

Leia mais

Boletim Mensal de Geração Eólica Julho/2015

Boletim Mensal de Geração Eólica Julho/2015 Julho/215 Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS Diretoria de Operação DOP Centro Nacional de Operação do Sistema CNOS Gerência Executiva de Pós-Operação, Análise e Estatística da Operação GOA Gerência

Leia mais

Boletim das Usinas Eólicas

Boletim das Usinas Eólicas www.ccee.org.br Nº Abril/ O Boletim das Usinas Eólicas é uma publicação mensal que apresenta os resultados consolidados de geração, garantia física e capacidade instalada das usinas eólicas cadastradas

Leia mais

RELATÓRIO DE VALIDAÇÃO DO MODELO CPINS EM SUA VERSÃO WINDOWS

RELATÓRIO DE VALIDAÇÃO DO MODELO CPINS EM SUA VERSÃO WINDOWS RELATÓRIO DE VALIDAÇÃO DO MODELO CPINS EM SUA VERSÃO WINDOWS Operador Nacional do Sistema Elétrico Diretoria de Planejamento Programação da Operação Rua da Quitanda 196/23º andar, Centro 20091-005 Rio

Leia mais

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA A O MÊS DE OUTUBRO

PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA A O MÊS DE OUTUBRO PROGRAMA MENSAL DE OPERAÇÃO ELETROENERGÉTICA PARA A O MÊS DE OUTUBRO Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua da Quitanda, 196 - Centro 20091-005 Rio de Janeiro RJ Tel (+21) 2203-9400 Fax (+21) 2203-9444

Leia mais

Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro

Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro Boletim de Dezembro/212 As informações apresentadas neste Boletim de Monitoramento do Sistema Elétrico Brasileiro referem-se a dados consolidados até o dia

Leia mais

O Sinal de Preço e. a Competitividade da Indústria

O Sinal de Preço e. a Competitividade da Indústria O Sinal de Preço e a Competitividade da Indústria Eduardo Spalding Painel: Análise do Comportamento dos Preços da Energia no Cenário de Escassez Fórum APINE 28.02.2008 Sinal de Preço o e Competitividade

Leia mais

8. permanência de vazão

8. permanência de vazão 8. permanência de vazão 8.1. CURVA DE PERMANÊNCIA DE VAZÃO: GENERALIDADES Uma curva de permanência de vazão, também conhecida como curva de duração, é um traçado gráfico que informa com que frequência

Leia mais

Perspectivas do Mercado de Energia

Perspectivas do Mercado de Energia Perspectivas do Mercado de Energia Por Dentro da Tractebel Florianópolis, 1º de agosto de 2013 Manoel Zaroni Torres - CEO Tractebel Energia GDF SUEZ - todos os direitos reservados 1 Expansão da Matriz

Leia mais

VOLUME I CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO

VOLUME I CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO PLANO DA OPERAÇÃO ENERGÉTICA 2013/2017 PEN 2013 VOLUME I CONDIÇÕES DE ATENDIMENTO Operador Nacional do Sistema Elétrico Rua da Quitanda, 196 - Centro 20091-005 Rio de Janeiro RJ Tel (+21) 2203-9400 Fax

Leia mais

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 12º Leilão de Energia Existente e Bandeira Tarifária

PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) 12º Leilão de Energia Existente e Bandeira Tarifária PLD (Preço de Liquidação das Diferenças) PLD - 4ª Semana de Dezembro de 203 Dezembro (2.2.203 a 27.2.203) PLD médio PLD médio 2 R$/MWh Sudeste Sul Nordeste Norte Sudeste 297,09 296,73 Pesada 294,9 294,9

Leia mais